A volta dos Smashing Pumpkins com “Oceania” – e o “duelo” entre Billy Corgan e Radiohead. Mais: a guerra dos Roses e a semana de decisões na vida do zapper. O novo discão da lenda Patti Smith. Tickets FREE pro show do Radio Dept em Sampa e no Rio. E o dia em que o blog enfrentou, ressacudo de cocaine, um ex-âncora do Jornal Nacional, uia! (plus URGENTE: um certo Jack White no… Planeta Terra 2012! Será???) (atualizado e finalizado em 15/6/2012)

Os Smashing Pumpkins hoje (na formação atual, foto acima) e com seu line up clássico (abaixo), com James Iha, D’Arcy e Jimmy Chamberlin: o ex-gênio Billy Corgan até tenta, mas os dias de glória da banda definitivamente já se foram

 

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UM UP TO DATE URGENTE E QUE VALE A PENA!

Um passarinho muito bem informado, amigão destas linhas rockers bloggers e que tem ótimo trânsito nas produtoras locais que organizam mega festivais aqui, contou que o sujeito da foto aí em cima deve ser anunciado em breve como a primeira grande atração do Planeta Terra 2012. Será? Será???

Vamos cruzar os dedos e
aguardarrr…

 

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A vida é assim mesmo, cheia de decisões.
Em uma semana em que o mondo pop/rock anda bastante agitado, com três nomes gigantes do rock planetário lançando seus novos discos e os respectivos indo parar na web (a saber: Neil Young de volta com o Crazy Horse em “Americana”, Patti Smith e seu já elogiadíssimo “Banga”, e o já lendário e veterano Smashing Pumpkins com “Oceania”), com os integrantes dos Stones Roses já quebrando o pau entre si e ameaçando o recentíssimo e comentadíssimo comeback do quarteto inglês, e com mais isso e aquilo rolando na cultura pop, o autor destas linhas online também andou provocando certa comoção no seu mural do faceboquete, ao expor ali que estava se aposentando da vida loka que leva há mais de três décadas. Yep, Zap’n’roll pensou muito durante o último finde sobre o que escreveu na rede social e que vai reproduzir aqui, no nosso habitual texto introdutório de cada post. Como jornalista o autor deste blog sempre cobra atitude de bandas e artistas no sentido de saber “parar” ou se “aposentar” na sua carreira, na hora certa. Tudo tem um tempo na vida, certo? Mas… e o zapper? Estaria sabendo a hora de parar ou de se “aposentar” em certas questões e comportamentos? Talvez não. É por isso que desta vez a decisão está tomada e vai ser cumprida – ou pelo menos vamos tentar cumprir. O blog está se aposentando das dorgas e da enfiação de pé na lama nas baladas rockers e noturnas. Já são mais de trinta anos fazendo isso, não somos mais nenhum adolescente e também não temos mais saúde, disposição nem saco pra ficar doidão quase todo o finde. E sem moralismos nessa decisão. É apenas questão de bom senso. Paulo Coelho (de quem estas linhas rockers não é nada fã, como escritor, mas respeita e admira sua inteligência) tem uma frase perfeita sobre isso: “É preciso saber a hora de entrar e também a hora de sair das drogas”. E mesmo o saudoso Peter Steele (ex-baixista e vocalista do finado Type O Negative), que morreu há dois anos (de enfarte, aos quarenta e oito de idade), muitos anos antes já havia declarado: “A banda vai acabar em breve. Rock é para jovens, não para velhos como eu”. Quando deu essa declaração Peter tinha apenas 36 anos de idade. E já se achava velho. Não é o caso do autor deste espaço virtual, claro. Não nos achamos velho (ainda) demais pro jornalismo, muito menos pro rock’n’roll. Vamos continuar indo a shows, saindo normalmente e também continuar bebendo, pois o autor deste blog adora um bom destilado. Mas a loucura mesmo, a despirocação em grau elevado, essa chegou a hora de parar com ela. Daqui a pouco Zap’n’roll terá 5.0 de vida nas costas e é preciso priorizar outras coisas nesse momento. Como, por exemplo, publicar um livro com as melhores histórias já postadas aqui, em um blog que a cada novo post bate recordes de comentários e recomendações em redes sociais. E há bilhões de ótimas histórias. Ou seja: a lenda já está formada (e construída por muito álcool, sexo, drogas variadas, e situações de vida verdadeiramente absurdas e bizarras) e não é mais preciso continuar alimentando-a. Se, sem falsa modéstia, o sujeito aqui se tornou – como dizem – um dos jornalistas musicais mais conhecidos do Brasil nos últimos anos, é porque seu estilo de vida e seu comportamento ajudaram a construir essa fama. Não é preciso continuar sendo um doidão de plantão. Agora, é hora de fazer a “lenda” render algum (em termos de $$$) e de perpetuá-la em um bom livro. E novamente: sem moralismos. Estas linhas rocker bloggers concordam com um amigo – ateu, que não acredita na existência de um Deus ou de uma outra vida além da terrena – que sempre diz: “aproveite e faça tudo que tem que fazer e faça aqui, nesse mundo e enquanto você está vivo. Porque depois…”. De fato e vamos mais longe: a vida é muito curta. Nossos anos jovens, mais ainda. Então, quem estiver lendo o que estamos expondo aqui e ainda for jovem, aproveite meeeeesmo: trepe horrores, beba até cair, fume seu baseado (se estiver a fim), cheire seu pó (idem), viva a vida enfim. Porque mesmo que exista uma “outra” vida além dessa com certeza ali não haverá nem pintos, nem bocetas, nem fodas, nem álcool, nem drugs. Simples assim. Zap’n’roll fez quase tudo o que quis e não se arrepende de quase nada. Mas agora chega. Dorgas e loucuras são para jovens, não pra tiozões como o autor deste blog, rsrs. E neste post Zap’n’roll começa a desovar mais histórias incríveis da vida loka de jornalista gonzo. Como no dia em que enfrentou uma entrevista com o Cid Moreira (ex-âncora do Jornal Nacional) no Rio, ressacudo de cocaine. Isso em um post que também fala do novo disco dos Smashing Pumpkins e de toda a movimentação no mondo pop/rock esta semana. É isso: vida longa ao rock’n’roll! E sem caretice também, sempre!

 

* Indo direto ao ponto, ao que importa: o blog continua indo muito bem, obrigado. Enquanto a cachorrada fake histérica continua latindo nos comentários (sempre com ataques pessoais e morais grosseiros, provocações idiotas e infantis e mentiras bizarras ao cubo), estes batem recordes. No último post o painel dos leitores acusou “apenas” quarenta e dois comentários. Nada mal, néan? Assim o blogão zapper que está completando dez anos de existência online (entre sua fase coluna e o blog propriamente dito), não se furta em abrir seu lado, hã, comercial, hihi. A partir de agora bandas interessadas em anunciar neste espaço online podem entrar em contato pelo hfinatti@gmail.com . O preço é ultra camarada e o retorno é garantido, uia! Que o digam as gravadoras Pisces e ST2 e bandas amigas como Coyotes California e Doutor Jupter. Entre em contato e bora conversar sobre divulgar a sua banda, galere!

 

* Já que não é mais segredo pra ninguém, estas linhas zappers reproduzem o diálogo (por telefone e e-mail) travado há algumas semanas entre Zap’n’roll e um dos envolvidos na produção da edição deste ano do SWU. O blog: “E aí, beleza? Porra, como está o andamento da coisa? Já estamos no final de maio!”. O produtor: “Não dá pra falar nada ainda, estamos em cima de um monte de gente e… bom, fechamos uma fodaça já, 90% garantido, falta só assinar o contrato. Mas se eu te conto você põe no teu blog e aí me fode a vida”. O blog: “prometo segredo”. O produtor: “Ok, vou confiar em você. É o Soundgarden. E facilitou muito o fato de o Chris [Cornell, vocalista do grupo] ter se apresentado lá em Paulínia. Mas olha lá, hein!”.

O velho grunge do Soundgarden: prestes a ser confirmado como primeira atração do festival SWU 2012 

 

* O resto todo mundo já sabe. A confirmação do Soundgarden, como provável primeira grande atração do SWU 2012, já foi comentada até no telejornal “Leitura Dinâmica”, da Rede Tv!, esta semana. De modos que não precisamos mais nos preocupar em “guardar segredo” aqui. Por outro lado, o mesmo produtor também adiantou ao blog: “estamos novamente em cima do Cure. Também fomos atrás do Blur, mas os caras estão querendo acabar a banda novamente. Stone Roses? Você acha que vale a pena?”, foi a pergunta que estas linhas virtuais ouviram quando tocaram no nome do ressurrecto e lendário indie guitar inglês. Pois é…

 

* Falando nos Roses… mal voltaram e a “guerra” entre eles já começou novamente. A NME destacou o assunto esta semana, bem como mega portais brasileiros de notícias. Tudo muito “normal” quando se trata de Ian Brown e Cia: no show da última terça-feira em Amsterdã, na Holanda, quando o grupo se preparava para fazer o bis (tocando uma versão longa de “I Am The Ressurrection”), o batera Reni simplesmente não voltou pro palco. O show acabou ali mesmo e Ian, o vocalista, putíssimo xingou seu companheiro de banda. Mas é claaaaaro que, com os milhões de dólares envolvidos no retorno do conjunto e com uma renca de shows em mega festivais já agendados (e alguns deles com ingressos já esgotados), nem se cogita nesse momento falar em um novo rompimento nos Roses. Afinal, loucura tem limite, no?

Os Roses mal retornaram e já estão em guerra novamente

 

* Ou não: vejam o caso da nossa sempre querida e mega amada diva Vaconna, ops Velhonna. Quer dizer, Madonna! A ainda rainha maior do pop planetário (e que passa com sua nova turnê mundial pelo Brasil em dezembro) está simplesmente arrasando esta semana nas gigs da turnê MNDA. Em um show na Turquia, mostrou que ainda é uma mulher de peito (e como!), tirando uma das tetas pra fora. E anteontem, na Itália… vejam a pic aí embaixo, hihi. E quer saber: Zap’n’roll ainda comia a diva cinquentona, tranquilamente!

 Loiraça mega vacuda, mostrando a bundona e ainda em forma aos 53 de idade: Zap’n’roll comia com gosto, wow! (foto: Uol)

 

* E quem também causou alvoroço esta semana foi o grande diretor de cinema Oliver Stone. Que aparece na capa da mais recente edição da célebre revista americana High Times (especializada em temas relacionados à maconha) exatamente assim (veja aí embaixo): fumando um belo baseado. Mais um ponto pra revista e pra Stone. Apesar de sua declarada intenção de se aposentar das loucuras em grau elevado, quem disse que o blog encaretou? Nadica! Continuamos apoiando a liberação de absolutamente TODAS as drogas.

A capa da nova edição da High Times mostra o cineasta Oliver Stone com um senhor baseadão na boca. Ponto pra ele e pra revista! (foto: Uol)

* A GUERRA BILLY CORGAN X RADIOHEAD – pois entonces, o carecão que lidera há duas décadas o Smashing Pumpkins (cujo novo disco, “Oceania”, com lançamento previsto para o dia 19 de junho, acabou de cair na web), anda falando demais. Esta semana Billy soltou o verbo em entrevistas: chamou o Radiohead de “droga pomposa” e disse que prefere
Ritchie Blackmore (ex-guitarrista do Deep Purple e do Rainbow) a Jonny Greenwood (que toca guitarra no Radiohead). Vem cá: achar que Ritchie Blackmore é gênio é piada. O Deep Purple teve sua – relativa, não mais do que isso – importância dentro de um certo contexto do velhusco, mala, chato e pentelho classic rock setentista e só. Nada mais além disso, sendo que hoje o Deep Purple é o que todos sabem: um bando de geriatras vergonha alheia total e que continuam tocando por aí, pra arrancar ainda alguns trocos de fãs saudosistas e incautos. Rainbow? Sempre foi um sub Deep Purple, e da pior espécie. E sim, ok, tá certo que o próprio Radiohead (cuja obra-prima “Ok Computer” é melhor do que qualquer disco lançado pelo Purple ou pelo Rainbow) anda pisando no tomate há anos, sendo incapaz de lançar um disco realmente acachapante – mas ao vivo o grupo continua impecável. Mas e o Smashing Pumpkins? Tornou-se também um sub-arremedo do que um dia foi uma das melhores bandas do guitar rock dos anos 90’. O novo álbum, que já foi ouvido por estas linhas online (e cuja resenha você confere mais aí embaixo), só é um pouco melhor do que as drogas que Corgan andou gravando nos últimos tempos. Conclusão: o líder do SP não está em condições de julgar musicalmente ninguém hoje em dia. Muito menos o ainda grande Radiohead.

 Billy Corgan (com sua clássica t-shirt “Zero”, nos tempos de glória dos Smashing Pumpkins) andou xingando o Radiohead. O careca anda falando demais na opinião destas linhas zappers

 

* Você curte o arrogante e mala Moveis Coloniais de Acaju? O blog, não. Estas linhas rockers virtuais sempre consideraram o combo brasiliense superestimado demais. Talvez por isso mesmo a turma lá se ache, principalmente o vocalista André Gonzales. Bien vai daí que na última terça-feira, o grupo anunciou com estardalhaço (via sua assessoria de imprensa) que iria promver uma “serenata online” (através da Twicam da banda), em comemoração ao Dia dos Namorados. Pois poucas horas antes de a tal “serenata” acontecer, a mesma assessoria divulgou nota em caráter urgente informando que a mesma havia sido cancelada pelo grupo. O motivo oficial alegado para o cancelamento seria “problemas de saúde” do vocalista. Ahã…

 

* Ou seria, na verdade, o medo da banda por um provável fracasso de audiência online para a sua serenata? De qualquer forma, essa atitude mostra bem o enorme “respeito” com que o MCA trata seus pobres fãs. Lamentável…

 

* Ou como diria o personagem Zé Pequeno (do filme “Cidade de Deus”): “dia dos namorados é o caralho!”. Zap’n’roll, solteiríssimo que está, na verdade ruiu muito das matérias bregas e cafoníssimas que rolaram na mídia (impressa, eletrônica e online) na última terça-feira. E se é pra fazer uma “homenagem” aos “pombinhos apaixonados”, o blog prefere destacar estes dois vídeos aí embaixo. O primeiro, com a conhecidíssima “Hurt”, marca a despedida deste mundo do grande Johnny Cash, morto há quase uma década. Ele já velho, sabendo que iria morrer de complicações decorrentes de um diabete e sempre ao lado da sua inseparável June Carter, dá um show de interpretação nessa hoje clássica cover do Nine Inch Nails. Já o outro vídeo é para a música “Nescafé”, do gaúcho Apanhador Só, um dos grandes nomes da atual cena independente brazuca. Um delírio e primor de melancolia combinada com psicodelia sonora. Duas trilhas muuuuuito melhores do que qualquer serenata de Moveis toscos de Acaju, para embalar casais apaixoandos, uia!

Johnny Cash – “Hurt”

 

Apanhador Só – “Nescafé” 

 

* E bora ver como está o retorno, enfim, do Smashing Pumpkins.

 

 

SMASHING PUMPKINS VOLTA COM UM BOM DISCO, MAS ALGUÉM AINDA SE IMPORTA?
E lá vem Billy Corgan novamente, em mais uma reencarnação do seu Smashing Pumpkins. Bien, na verdade o cantor, compositor, guitarrista e principal mentor daquela que foi uma das maiores e mais bem sucedidas lendas do indie guitar rock americano dos anos 90’, nunca deixou o grupo de lado – mesmo no período entre 2000 e 2005 quando o SP estava oficialmente “extinto”. Nesse período, óbvio, Corgan continuou alimentando o mito em torno da banda. Voltou de fato com ela, soltou dois álbuns inexpressivos (“Zeitgeist”, em 2007; e “Teargarden by Kaleidyscope”, editado em 2009) e agora tenta a sorte novamente com este “Oceania”, programado pra chegar às lojas americanas no próximo dia 19 de junho, sendo que na web ele já está dando sopa, óbvio.

 

É, a rigor, o nono álbum de estúdio do conjunto em duas décadas de existência. E Billy Corgan trabalhou duro nele ao que parece, já que as gravações do mesmo se estenderam de abril a setembro do ano passado. Isso não significa que o resultado final tenha sido primoroso. Na real é muito difícil ouvir a banda hoje e não lembrar dos seus três primeiros e magistrais álbuns – “Gish” (a estréia fenomenal, em 1991), “Siamese Dream” (de 1993) e a obra-prima “Mellon Collie And The Infinite Sadness”, o disco duplo editado em 1995 e que alavancado pelos mega hits “1979”, “Zero” e “Tonight Tonight”, bateu na casa das vinte milhões de cópias vendidas e colocou o conjunto nos píncaros da glória do mondo rock planetário. A comparação será sempre inevitável e cruel: por mais que Corgan se esforce, ele jamais irá chegar novamente aos pés do que conseguiu em termos de envergadura musical e artística naqueles três primeiros trabalhos, quando além dele o grupo ostentava sua formação clássica (o também guitarrista James Iha, a baixista D’Arcy e o baterista monstro Jimmy Chamberlin). Apesar de Billy ser o eterno gênio pensante e “ditador” do conjunto, os outros três fazem falta ali e muito. A famosa “química” entre os quatro era perfeita.

 

Zap’n’roll ama devotadamente a banda em seu período de 1991 até o sombrio disco “Adore” (um álbum que Corgan gravou sob o peso da perda de sua mãe e também do fim do seu casamento), lançado em 1998 e quando o batera Jimmy Chamberlin tinha sido expulso do grupo por Corgan (após ter se envolvido em um caso de consumo de heroína em 1996, em um quarto de hotel em Nova York, em um epísódio que matou de overdose um tecladista que estava excursionando com a banda, como músico convidado). Nessa época o autor deste blog assistiu o grupo ao vivo no Brasil por duas vezes. A primeira em janeiro de 1996, na edição derradeira do festival Hollywood Rock, no estádio do Pacaembu, em São Paulo, em uma noite de domingo. O SP estava no auge, havia lançado há poucos meses o fodaço “Mellon Collie…” e um público insano que lotou a pista do estádio (e, no meio dessa insanidade, o sujeito aqui) se acabou na gig do quarteto. Dois anos depois, na extinta casa de shows Olympia e na turnê de “Adore”, a banda já não era mais a mesma. Sem Iha e Chamberlin e com duas baterias (!) em cena, o SP fez um show pálido, já bem distante daquilo que os fãs haviam presenciado no começo de 1996 – em 2010 o conjunto esteve mais uma vez aqui, no festival Planeta Terra, mas aí o blog desencanou de vê-los ao vivo.

Capa do novo disco do SP: não chega a ser ruim, mas está longe de ser ótimo

 

Daí pra frente é o que se sabe: a formação do grupo mudou várias vezes, discos ruins foram lançados e veio o fim oficial, em 2000. Billy Corgan partiu para outros projetos, montou outra banda (a inexpressiva Zwan, que gravou apenas um disco), continuou compondo e gravando sozinho, começou a postar músicas na internet e resolveu, em 2005, reformar o velho Smashing Pumpkins. Editou mais dois discos sem muito brilho musical, anunciou que iria abandonar de vez o lançamento de músicas em plataformas físicas (e, por tabela, disse que a banda iria soltar aos poucos cerca de cinqüenta singles na web) até que, há algumas semanas, declarou à imprensa que o SP estava sim para lançar, inclusive em cd, seu novo álbum de estúdio.

 

O que nos leva a este longo (mais de sessenta minutos) “Oceania”. Se em seus primeiros trabalhos a sonoridade da banda era algo mezzo inclassificável (deambulando por rock de guitarras hard, grunge, psicodelia e até gothic rock), o que conferia a cada disco um estranhamento musical instigante e ultra bem-vindo, no novo álbum os procedimentos sonoros engendrados por Corgan já são por demais manjados. Há alternância de climas em algumas faixas, com a tradicional oscilação entre barulho e contemplação melódica. O disco até começa bem com “Quasar” (uma tentativa de reeditar “Cherub Rock”, que abria “Siamese Dream”) e “Panopticon”, ambas com guitarras trovejantes emoldurando o vocal ardido de Billy Corgan. A ambiência já muda em “The Celestials”, com a entrada em cena de violões e teclados e algumas cordas com certa dramaticidade. É a partir desse ponto que o cd começa a resvalar na mediocridade: “My Love Is Winter” parece feita de encomenda para ser trilha de algum filme que conta a história de um romance brega entre dois adolescentes bobos. Soa como se você estivesse ouvindo um Maroon 5 (!!!) mais “turbinado” por guitarras. E “One Diamond, One Heart” não consegue ser cafona apenas em seu título: a tecladeira com timbre de salão de baile de formatura de ensino médio, que se imiscui por toda a música, é um dos momentos mais constrangedores já concebidos pelo músico Billy Corgan.

 

Curiosamente a partir daí o trabalho começa a melhorar e ganha força com as mudanças de andamento e as nuances melancólicas da faixa-título. “Pale Horse”, em sua “tristeza quase infinita” é uma música curta e bonita, um dos melhores momentos de um disco que encerra bem com o retorno de guitarras mais ásperas em “The Chimera”, “Glissandra” e “Inkless”. Todas faixas mais curtas e sem grande complexidade melódica ou harmônica. E que denotam que Corgan acertou mais justamente quando simplificou mais as canções.

 

Mas a impressão que fica, ao final da audição de “Oceania”, é que a genialidade de Billy Corgan já está irremediavelmente gasta. Ela ficou lá atrás, nos primórdios do SP. E ainda que haja bons músicos acompanhando o vocalista atualmente (além de Billy participaram das gravações do disco o também guitarrista Jeff Schroeder, a baixista gostosona Nicole Fiorentino e o baterista Mike Byrne, que não chega aos pés de Jimmy Chamberlin nas criativas conduções rítmicas desenvolvidas pelo ex-batera do grupo), e que o novo álbum seja um pouco melhor do que os dois últimos discos de estúdio do conjunto, a pergunta que fica é: alguém ainda vai se importar com o Smashing Pumpkins daqui pra frente?

 

 

O TRACK LIST DE “OCEANIA”
1.”Quasar”
2.”Panopticon”
3.”The Celestials”
4.”Violet Rays”
5.”My Love Is Winter”
6.”One Diamond, One Heart”
7.”Pinwheels”
8.”Oceania”
9.”Pale Horse”
10.”The Chimera”
11.”Glissandra”
12.”Inkless”
13.”Wildflower”

 

 

SMASHING PUMPKINS AÍ EMBAIXO
Em três vídeos dos “bons tempos” de Billy Corgan e Cia: “Rocket”, “Tonight, Tonight” e a banda arrasando ao vivo no Hollywood Rock de 1996, no Rio De Janeiro, em “Bullet with Butterfly Wings”.

 

DIÁRIO SENTIMENTAL – UMA HISTÓRIA DO JORNALISMO ROCKER, GONZO E JUNKY, HIHI
Aaah… os tempos das despirocações noturnas em grau extremo. Das entrevistas realizadas (ou não, rsrs) sob efeito e/ou ressaca do consumo de algum aditivo, hã, proibido. A vida pessoal e profissional do autor destas linhas ainda anárquicas foi assim, nas últimas três décadas: uma sucessão de acontecimentos quase inacreditáveis. Momentos descaralhantes, invariavelmente movidos a consumo de dorgas, álcool e trepadas homéricas.

 

E como foi dito no início deste post, é chegada a hora de “aposentar” o lado loki e junky do sujeito aqui. A “lenda” do jornalismo rocker brazuca já está bem formada e não é preciso mais continuar alimentando-a. Mas é claaaaaro que o zapper não vai encaretar, jamais! E a partir deste post ele volta a desovar algumas histórias malucas (e algumas até bem hilárias) aqui, que marcaram a sua trajetória jornalística (e pessoal também, hehe). A que está relatada aí embaixo aconteceu nos anos 90’. E Zap’n’roll riu muito ao se lembrar dela esta semana. Leia e divirta-se!

 

* ENFRETANDO CID MOREIRA, RESSACUDO DE COCAINE – era começo de 1995 (ou final de 1994, a memória do blogger loker agora falhou um pouco, uia). Zap’n’roll trampava há um ano e meio num dos melhores empregos que já teve: repórter de música da poderosa (e finada, há séculos já) edição brasileira da revista Interview. Emprego dos sonhos de qualquer um: a revista era mensal e cada jornalista precisava desenvolver uma ou duas pautas por edição. A revista não vendia nada mas era luxuosa, descoladíssima, formadora de opinião, circulava onde importava e precisava (redações de outros mega veículos de mídia, agência de modelos e de publicidade etc, etc, etc.). O salário era bom. As festas envolvendo o lançamento de cada edição eram fodásticas (xoxotas prontas pra foder em profusão, champagne, whisky e… cocaine, claaaaaro). E boa parte da redação era maluca. Menos o editor-chefe, Luiz F. (hoje, segundo homem no comando da área editorial da Editora Três). Extremamente careta, corretíssimo ao cubo em suas funções e ótimo jornalista, Luiz sempre foi um dileto amigo do autor destas linhas online, embora sabedor que seu “pupilo” era um loki de carteirinha. Por conta disso, sempre o mantinha sob rédea curta.

 

Foi o que aconteceu quando o zapper se viu sem pauta para a edição seguinte da Interview. Escrever sobre o quê? “Vire-se!”, disse um belo dia Luiz F. pro repórter aflito, em sua sala. “E já sabe: se não tiver matéria, não tem salário mês que vem!”. Cruel. Pensa daqui, pesquisa dali, fuça acolá e então, numa bela tarde, toca o telefone na redação. Era a assessora de imprensa da também finada gravadora Continental. Ela: “Finatti, o Cid Moreira tá lançando seu novo cd de… salmos bíblicos. Você consegue emplacar uma entrevista com ele na Interview?”. Cid Moreira? Fazendo leitura de salmos bíblicos em cd??? Puta que pariu! Era dose. Ou nem tanto: Cid havia sido por séculos o âncora do Jornal Nacional (o principal telejornal da tv Globo), de onde havia saído havia pouco tempo. Era conhecidíssimo ainda, uma imagem presente no imaginário de 90% da população brasileira. Voilá! Era a salvação do mês. Lá foi Zap’n’roll falar com seu editor-chefe. Ele: “Só se o cara falar absolutamente todos os podres do jornalismo da Globo”. Missão difícil, mas não impossível. Telefonema de volta para a assessoria da gravadora: “Ok, entrevista confirmada. Quando pode ser?” A reportagem foi marcada para algum dia da semana na casa de Cid Moreira, às treze horas. Ele morava em um condomínio fechado no bairro nobre da Barra da Tijuca, no Rio De Janeiro. Data e horário acertados, era requisitar uma passagem de ponte-aérea na redação da Interview. E quando recebeu a dita cuja, o jornalista loker que detestava acordar cedo levou um susto: por que ele tinha que embarcar no vôo das OITO DA MANHÃ pro Rio (uma viagem de avião de quarenta e cinco minutos, apenas) se a entrevista seria somente a uma da tarde? De volta à sala do editor-chefe, onde se desenrolou um diálogo tenso. Zap’n’roll: “Eu não preciso sair daqui oito da manhã. Se eu pegar o vôo das onze horas, chego lá meio-dia, almoço e vou direto entrevistar o cara”. Luiz F.: “Negativo, Finatti. Eu te conheço muito bem e sei que você vai chegar na casa dele às três da tarde, se sair daqui às onze”. O zapper: “Não vou, não! Dá pra confiar em mim?”. Luiz F.: “Não, não dá. E preste atenção: eu QUERO você DENTRO do vôo das oito da manhã, ok? Se por um acaso você PERDER esse vôo, nem precisa aparecer mais aqui na redação, fui bem claro? Outra: sei que você detesta vestir roupa social. Mas você está indo entrevistar o Cid Moreira, não algum roqueiro porra-louca. Peça um terno emprestado a alguém, se for o caso, mas vá de terno, certo?”.

 

Certo. Não havia mais o que argumentar. A solução era ir embora pra casa, comer algo, descolar um terno com alguém (o jornalista ainda jovem, trintão, rabo-de-cavalo, rocker e tal, detestava mesmo vestir termo. Como não tinha a peça de vestuário, foi atrás de um. Conseguiu um em tons pastéis com seu velho amigo Giba) e dormir CEDO. Nessa época o autor destas linhas rockers online morava no Cambuci (zona sul de Sampa), no final da rua dos Lavapés, em um antigo e espaçoso apartamento de dois dormitórios (em um predinho aconchegante de três andares, com apenas dois apartamentos por andar) que ele dividia com o então amigão Luis Carlos Leite (na época, um dos fotógrafos mais conhecidos da redação do jornal FolhaSP, e também um junky notório, que amava reggae e viver chapado de marijuana). Naquela noite o jornalista emputecido chegou em casa por volta das onze horas. E quando ia entrar no prédio, deu de cara com o famoso “exú”. Quem? Alex, amigo boa praça do bairro, muito inteligente, muito politizado e tal e que adorava… meter a napa em cocaína. Alex estava esperando o zapper na porta do prédio, já bicudíssimo de padê. Quando o blogger chegou ele já foi avisando: “Eu tava te esperando. Tô com mais de cinco gramas aqui, muito boa!”. Não!!! Mil vezes não! Tendo que sair de casa às seis e meia da matina do dia seguinte pra pegar um vôo às sete no aeroporto de Congonhas, cocaine era tudo que o repórter da Interview NÃO queria naquela noite. “Escuta Alex, te adoro, você é um super brother mas hoje não. Eu tenho um compromisso seríssimo amanhã cedo e bla bla blá”, tentou argumentar o autor deste espaço virtual. “Ah, me acompanha só em uns risquinhos então, que eu vou embora daqui a pouco, prometo!”, rebateu Alex.

 Pode acreditar: o blogger loker enfrentou duas horas de entrevista com esse tiozão aí em cima, completamente ressacudo de uma mega noitada movida a devastação nasal, uia!

 

Resistência vencida, a dupla subiu pro apê. E começou a farra da devastação nasal. O pó era do bom, mesmo (nada a ver com as porqueiras que são vendidas hoje nas favelas de Sampalândia). As horas foram passando. A cocaine não acabava nunca. Quando o jornalista maluco olhou no relógio e viu que eram quatro da matina (!!!), soou o alarme em seu cérebro já completamente alucinado pelo pó branco. Bicudo e travando pra falar, disse ao seu amigo: “preciso beber algo alcoólico, urgente!”. Alex desceu, foi na loja de conveniência do posto que havia na esquina da avenida Lins de Vasconcelos, e voltou com uma sacola cheia de latas de cerveja. O padê, felizmente, estava acabando. E acabou… às cinco da manhã. O amigo do zapper se mandou e sobraram algumas brejas e uma travação monstro de cocaine. Como diria o querido Rica Pancita (do podcast “Comando Legal”), o jornalista gonzo ao cubo estava total “fritopan”, uia! O quê fazer, naquele estado de chapação cocainômana e tendo que sair daquele apartamento em uma hora e meia para ir pro aeroporto, pegar um vôo até o balneário e fazer uma entrevista com um velhote de setenta e tantos anos de idade, que estava lançando um cd de salmos? Não havia muito o que raciocinar (e o sujeito aqui, com o cérebro literalmente “derretido” por várias carreiras aspiradas, nem estava em condições de raciocinar algo): o loker junky tirou a roupa e foi tomar um banho quente. Ficou pelo menos meia hora embaixo do chuveiro, os olhos estalados e tentando “destravar” da coca. A duras penas conseguiu sair do chuveiro, se enxugar e trocar de roupa. Colocar o terno então (e tendo que dar nó na gravata), foi uma operação mais complexa do que vender geladeiras no Pólo Norte. Mas enfim arrumado e com um óculos escuro na fuça (pra esconder os olhos esbugalhados, óbvio), lá se foi Zap’n’roll. Desceu na porta do prédio e pegou o primeiro táxi que passou: “Toca pra Congonhas, estou atrasado”, foi tudo que o êmulo de Hunter Thompson conseguiu balbuciar pro taxista. Quando chegou ao aeroporto, começou a ressaca e o revertério da madrugada regada a padelança. Tudo irritava o jornalista fisicamente destruído: a espera na fila do chek-in, a tagarelagem dos outros passageiros (e sempre que você se encontra nesse estado, de ressaca pós-consumo de cocaína, sua paranóia sempre acha que todos estão falando algo relacionado a VOCÊ) etc. Enfim já dentro do avião, o autor destas linhas absurdas só pensava em beber algum destilado. Pediu à aeromoça: “Uma dose de whisky, por favor!” (naquela época, servia-se whisky na ponte aérea, pode acreditar). Ela: “sinto senhor, mas nos vôos da manhã só servimos café, leite, água e refrigerante. E isso depois que levantarmos vôo”.

 

Zap’n’roll não acreditava. Estava a ponto de enlouquecer e queria sumir dali, literalmente. Quando chegou ao Rio, já por volta das oito da manhã, “voou” pro primeiro bar do aeroporto Santos Dumont que pudesse lhe servir qualquer dose de qualquer destilado. Conseguiu tomar duas doses de whisky – em jejum, sem nada no estômago. Só aí a ressaca do pó começou a ceder. As horas foram passando, o estado do jornalista começou a melhorar e os olhos antes esbugalhados começaram a voltar ao normal – mas o inchaço e as olheiras denunciavam total que o gonzo maluquete não havia dormido nadica nas últimas vinte e quatro horas. Hora do almoço, finalmente: um lanche rápido (não havia fome, ainda) e toca pra Barra da Tijuca. O repórter chegou pontualmente a uma da tarde na casa de Cid Moreira. Foi recebido pela empregada: “o Sr. aguarde só um instante no escritório dele, que ele já vai descer”, disse ela. O zapper a essa altura já calmo e sendo tomado pelo sono e cansaço, esperou por cerca de quinze minutos (e foi observando o ambiente: tudo muito certinho, careta, com CDs de MPB e Roberto Carlos espalhados pela mesa). Até que foi recebido efusivamente pela voz grave e tonitroante de mr. Cid Moreira. Cumprimentos trocados, mini-gravador ligado (naquela época não existia i-Pod, MP-3, i-Phone, nada disso) e começou a entrevista. Duas looooongas horas de entrevista onde Cid Moreira pouco abriu o bico sobre os “podres” do jornalismo Global – embora tenha feito a hilária declaração de que, sim, na sua idade ele ainda “dava uma por dia na sua esposa”, wow!

 

Entrevista encerrada, o autor deste diário mais engraçado do que sentimental se mandou pra sucursal da Interview no Rio. Lá lhe foi providenciado um jantar. Em seguida, a volta pra Sampalândia no último vôo, o das dez e meia da noite. Zap’n’roll veio então confortavelmente relaxado em duas poltronas e tomando duas doses de whisky. Chegou em casa, no Cambuci, mais de meia-noite. Pensou em ir antes dar uma senhora foda na sua amiga e artista plástica Rosângela L., que morava perto de Congonhas (uma xotaça gaúcha deliciosa, trinta e dois anos de idade, boceta peluda, tetas empinadinhas, dois filhos, separada e que o jornalista taradón havia conhecido semanas antes no finado club Massivo. Os dois começaram a ter um affair e Rô fodia horrores, sempre avisando quando ia gozar, aos gritos: “tá vindo! Tá vindo! Mete, me fode!”), e com quem ele já havia dado algumas trepadas quando chegava de viagem em Congonhas. Mas naquela noite foi impossível. O zapper foi direto pro seu apê e desabou de terno mesmo na cama, quando chegou. No final das contas, deu tudo certo. Felizmente. E o querido ex-chefe Luiz F. nunca ficou sabendo que seu dileto repórter enfrentou Cid Moreira ressacudo de cocaine, hihihi.

 

* No próximo post: o dia em que o blog deu um  “balão” em uma entrevista com o gênio Tom Zé, também por causa de cocaine, uia! Aguardem!

 

 

O BLOGÃO ZAPPER INDICA
* Disco: “Banga” é o décimo primeiro álbum de estúdio da lenda Patti Smith. E o primeiro disco de inéditas da cantora e poetisa norte-americana em sete anos. Pois trata-se de um dos grandes lançamentos da temporada: a cantora, compositora, ativista social e política chega aos sessenta e cinco anos de idade em plena forma e entrega um disco forte, intenso, emotivo e melancólico aos fãs, onde ela exibe seu olhar reflexivo sobre o mundo atual, esse planeta tão desagregado não apenas social e politicamente, mas também no âmbito ecológico. Há participações de Johnny Depp (na faixa-título), homenagens a Neil Young e Amy Winehouse e faixas lindíssimas por todo o cd, que foi muito bem esmiuçado pelo chapa Dum DeLucca em seu blog Jukebox, lá no portal Dynamite (WWW.dynamite.com.br). Pode ir atrás correndo, mesmo porque “Banga” já está dando sopa na web.

“Banga”, o novo álbum de Patti Smith: discão! 

 

* Web rádio: quer ouvir uma rádio online alternativa bacanésima e ainda ficar por dentro de toda a movimentação rocker no extremo Norte brasileiro? É só ir até a Manifesto Norte. Pilotada pelo jornalista (e mega brother zapper) de Manaus, Sandro Correia, a Manifesto entrou há pouco no ar e já está causando estragos na internet, com uma programação ininterrupta dedicada quase que totalmente às novas bandas indies nacionais. Acesse lá e boa audição: http://www.manifestonorte.com/ .

 

* Baladaças! Yes!!! E começam cedo esta semana, no? Hoje já é quinta-feira em si e se você já está disposto a ir pra “naite”, a pedida é a festa “Loucuras” lá na Loca (rua Frei Caneca, 916, Consolação, centro de Sampa), sob o comando do super DJ André Pomba. E tem também showzaço do esporrento trio Zefirina Bomba lá no Astronete (que fica na rua Augusta, 335, centrão rocker de Sampa).///Sextona, mais conhecida como amanhã? Vai que tem: mais uma edição da festa Blue Room no Espaço Cultural Walden (que fica na praça da República, 119, centro de São Paulo), pilotada pelo pessoal rocker do Itaim Paulista (integrantes do graaaaande The Concept). E a volta do DJ Márcio Custódio à noite under rocker paulistana, na estréia da festa PopKiss no bar Lebowski (que fica na rua Barra Funda, 1070, Barra Funda, zona oeste paulistana).///E no sabadão tem mais uma edição da festa anos 80’ “Pop&Wave” no Inferno Club (lá no 501 da rua Augusta), com especial do Duran Duran na DJ set. Ah sim, apenas já avisando: no próximo dia 30 de junho tem a mega DJ set mensal do blog na Outs (lá no 486 da Augusta). E este mês a parada vai lá vai ser demolidora, pode esperar! Então é isso: capricha na montagem do visu rock’n’roll e caia com tudo na esbórnia.

 

 

E VEM QUE TEM! TICKETS FREE PRO SHOW DO RADIO DEPT!
Yeah! O blogão campeão em promos mega bacanas não iria deixar seu amado, fiel e dileto leitorado na mão, né?

 

Então fechamos parceria bacana com a produtora Playbook, e estamos colocando na roda através do hfinatti@gmail.com:

 

* DOIS PARES DE INGRESSOS pro showzaço que o grupo indie dream pop sueco The Radio Dept. faz no Brasil, no começo de julho. A saber: um par para o show em Sampa, dia 6, no sempre bacana Beco203. E outro par pro show no Rio De Janeiro, dia 8, no Teatro Odisséia. Tá dentro? Então comece a enviar suas mensagens desesperadas pedindo pelos tickets e torça!

 Os suecos do The Radio Dept.: shows no Brasil no começo de julho, com promo de ingressos free aqui no blogão zapper. Vai perder?

 

E yep, o blog não esqueceu da outra promo em sorteio, a que tem um kit da ST2 com DVDs (Stones, Primal Scream) e o novo cd dos Forgotten Boys. Guenta mais um pouco aê que logo desovamos o vencedor (ou vencedora) dessa promo, okays?

 

 

UFA! CHEGA NÉ?
Postaço mega, recuperando o pique do blog mais legal da web brasileira quando o assunto é rock alternativo, cultura pop e insanidades variadas, hehe. Este post comentando o novo álbum do Smashing Pumpkins vai dedicado pra turma do The Concept (Wagner, Robson, Augusto, André). E o blogão zapper se vai deixando beijos quentes na Ana Paula de Lima, na Samara Noronha, na Bruna Viana e na gatíssima portenha Camila Valente, wow! Semana que vem tem mais. Até lá!

 

(atualizado por Finatti em 15/06/2012, às 21hs.)

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