A “guerra” dos mega festivais. Os discaços do Arcade Fire e do Vila Vintém, e mais isso e aquilo

 De um lado, Billy Corgan e o seu Smashing Pumpkins, no Planeta Terra 2010; do outro, o QOTSA de Josh Homme, no SWU. Quem vai ganhar essa “guerra”?A guerra está declarada! E não? De um lado o SWU – ou o “Woodstock” brazuca, que rola dias 9, 10 e 11 de outubro em uma fazenda na cidade de Itú, a 100 kms de São Paulo. Do outro, o já clássico Planeta Terra, em sua quarta edição, e que acontece dia 20 de novembro na capital paulista mesmo, e novamente no PlayCenter (um dos parques de diversões mais legais do mundo). Para o primeiro, como todo mundo já está careca de saber, estão confirmados Linkin Park, Incubus, Pixies, Kings Of Leon, Regina Spektor, Dave Matthews e mais uma caralhada de djs, além dos brasileiros Capital Inicial e Jota Quest (jesuis…) E, quase confirmados para a primeira noite, Queens Of The Stone Age, Rage Against The Machine e Avenged Sevenfold. Já no segundo estão Hot Chip, Phoenix, Of Montreal, Smashing Pumpkins (que confirmou via Twitter e no site oficial da banda ontem, a sua presença no festival) e o lendário combo indie do Pavement – que foi confirmado no evento hoje pela manhã pela produção do mesmo. Ou seja: a “guerra” vai ser bótima e ela é um dos principais assuntos deste post que você, sempre dileto leitor zapper, começa a ler agora. Uma “guerra” que promete ser tão boa quanto o novo disco do Arcade Fire, “The Suburbs”, ou tão boa quanto o prazer de descobrir mais uma ótima banda em Macapá – no caso, a Vila Vintém, cujo primeiro disco é realmente fodástico (o blog não pára de ouvi-lo já há alguns dias), além de que a galera rocker de Sampa poderá conhecer o som dela ao vivo, já que o grupo toca por aqui no dia 21 de agosto no clube Outs, na super festa que vai comemorar os sete anos do blog de rock alternativo e cultura pop mais legal da web brazuca. Enfim, vamos ao post entonces, que ainda fala dos mineiros do Transmissor, das letras escritas pelo velho e gênio Lou Reed, e agora reunidas em livro e mais uma renca de paradas aê. Certo? Então vamos nelson.* Falando no Planeta Terra, a grande confusão da venda antecipada dos ingressos, no? Pois é, o site Tickets For Fun, por engano, começou a vender os tickets na manhã  de ontem. Detectado o erro, as vendas foram imediamente suspensas e começam, oficialmente e pra valer, no dia primeiro de agosto – sendo que os ingressos que foram vendidos por “engano”  irão valer sim pro festival.* Fora isso, os preços cobrados pelo Planeta Terra, como sempre, continuam justíssimos (se o serviço de internet do portal e de seu braço telefônico, que é a Telefonica, é caro e de qualidade detestável, pelo menos a empresa compensa fazendo um festival de música jovem sensacional e com preço mais do que decente). O primeiro lote ingressos vai sair por 160 pilas cada. O segundo, 180, o terceiro 200 e o último 220. Isso a entrada inteira (há a opção de meia pra quem ter a carteira de estudante) e ainda com o bônus de poder desfrutar de vários brinquedos do PlayCenter. Não custa lembrar: o ingresso do SWU custa 240 paus e no festival de Itú há a famigerada “pista premium”, que vai custar inacreditáveis 600 mangos. Foda é pouco…Pavement: a lenda indie no line up do Terra* E, sim, o Arcade Fire está  na capa da NME desta semana, com toda a justiça do mundo.* E, sim II: que o Interpol novo caiu na rede, você já está sabendo. Mas fontes zappers dão conta de que está uma dureza conseguir um link que tenha uma cópia do disco com boa qualidade de áudio.* The Drums vai excursionar junto com o Surfer Blood pelos EUA logo menos. Pra quem curte ambas, é um prato cheio.* Ok, ok, o assunto dominante neste momento é mesmo a guerra entre SWU e Planeta Terra. Mas, só pra “descontrair”: você se lembra do jogador Bebeto, que jogou na seleção brasileira na copa de 1994, quando o Brasil foi tetra? Pois olha só ai embaixo o xoxotaço que o sujeito gerou e que agora, aos 19 aninhos de idade, vai aparecer assim na revista Vip:Xotaço! E o ex-jogador Bebeto “trabalhou” bem, hihi* Barra pesadíssima a vida pregressa da sua, da nossa amada mega atriz e gataça Angelina Jolie. Que ela nunca foi santa quando era, hã, mais jovem, todo mundo já sabia. Mas uma biografia “não autorizada” da moçoila (que está com 35 anos de idade e continua um bocetão) e que está sendo lançada nos EUA, dá conta de que Jolie chegou a trepar com o namorado da própia mãe, quando era adolescente. Fora uma ocasião em que ela passou cerca de catorze horas chapando o côco com heroína. E mais isso e aquilo. Ufa! Mas, enfim, nada disso tira o glamour dela que continua sendo uma das melhores atrizes do cinema atual, e cujo seu novo filme (onde ela vive uma espiã russa trabalhando nos Estados Unidos) estréia semana que vem no Brasil.Miss Jolie é linda. E seu passado é pra lá de negro…* Falando em cinema, essa saiu já há uma semana no blog do bom e velho André Barcinski, na Folha online. Mas Zap’n’ropll riu tanto ao ler o texto do Barça (sempre gozador como ele só), que não resistiu e resolveu reproduzi-lo logo aí embaixo. Veja só:* “Hoje estréia “Predadores”. É um dos piores filmes que já vi, e olha que eu gosto de “trasheira”. Mas esse nem engraçado é. Parece um episódio de “No Limite” estrelado pelo elenco do “Zorra Total”. Imagine o “Seu” Peru vestido de Rambo e correndo pela selva. É por aí. Não dá nem para imaginar o esforço que Adrien Brody (Oscar de melhor ator por “O Pianista”), Laurence Fishburne e Alice Braga devem ter feito para falar os diálogos sem cair na gargalhada. Provaram que são ótimos atores.Agora, pior que assistir a “Predadores”, é ver o filme no Shopping Iguatemi.Eu sempre odiei shopping. Só o conceito de uma caixa fechada onde pessoas são soltas para comprar coisas me parece abominável. Faço tudo que posso para evitar entrar em shoppings. Cinema, então, nem pensar. Prefiro um pulgueiro de rua do que um IMAX no shopping.Fora que, em cinemas como Belas Artes, Espaço Unibanco, Cinesesc, Sala Cinemateca, CCBB e Centro Cultural Sâo Paulo, a chance de ver alguém falando no celular ou twittando durante a sessão é bem menor. Existe, mas é menor.Nas poucas vezes em que preciso apelar aos cinemas de shopping, tento ir durante a semana ou em horários mais vazios. Mas dessa vez não deu. Como eu havia perdido a sessão de imprensa de “Predadores” e tinha de escrever pra Folha, só me restou ir à pré-estréia no Iguatemi.Para quem não mora em Sâo Paulo, vale um parágrafo sobre o Iguatemi: o shopping tem as lojas mais caras e badaladas da cidade. Os corredores parecem uma mistura de sala de espera do Pitanguy com campo de pólo. Dondocas siliconadas, patricinhas de chapinha e playboys de gel no cabelo flanam à vontade.Voltando a “Predadores”: a sala estava lotada. Do meu lado sentou um casal. Ele usava camisa de jogador de pólo e ela parecia a Lidsay Lohan. Levavam dois sacos de comida e bebida. Passaram a sessão inteira devorando hambúrgueres, chupando canudinhos e batendo papo.A menina, talvez distraída com os nacos de cebola que caíam do sanduíche, não estava entendendo direito a trama do filme (e olha que estamos falando de “Predadores”, não de “Hiroshima, Meu Amor”). O galã da camisa de jogador de pólo explicava para ela: “Agora o predador ficou puto! Olha só, amor, ele vai pegar o japonês…”Em certo momento do filme, tinha tanta gente falando no celular que eu achei que estava no meio de alguma promoção de operadora: LIGUE AGORA E CONCORRA A BONECOS DE AÇÃO DA ALICE BRAGA!Até pensei em reclamar com o sujeito do meu lado, mas não valia a pena. Era “Predadores”, afinal”.* Ou seja: isso é o Brasil. Ou o que é assistir a uma pré-estréia numa sala de cinema em shopping badalado, hihi.* Buenas, correria loka por aqui. Então, vamos fazer o seguinte: pausa rápida nos trampos de blogagem e logo menos voltamos aqui falando do novo discão do Arcade Fire, e também da estréia bacana do macapaense Vila Vintém. Fora isso, vai ter também uns papos legais sobre o ótimo grupo mineiro Transmissor (que toca neste finde em Sampa), sobre o Lou Reed, mais, sobre as festas que o blog faz semana que vem em Macapá e dia 21 de agosto na Outs/SP pra comemorar seus sete aninhos de vida, desovas de prêmios e mais isso e aquilo tudo. Então colaê até a tarde desta sexta-feira (mais conhecida como amanhã), que o blog vai ali no Sesc Consolação com a querida Adriana Ribeiro, pra conferir o pocket show do grupo folk curitibano Rosie And Me, e depois volta com muuuuuito mais, okays? Até já!(enviado por Finatti às 17:30hs.)

Novo blog, nova plataforma, novos rumos, Arcade Fire, The Drums, bandas novas legais daqui, Macapá e os caralho! (versão final em 24/07/2010)

O grande Arcade Fire (acima): discaço novo saindo do forno. E o americano The Drums (abaixo): o hype da hora, mas que não vai durar muito

Yep, ainda estamos aqui! Vivos, de volta e chutando, como não? Não é porque o blog esteve meio, hã, “ausente” nos últimos quinze dias que ele sumiu definitivamente de circulação, muito pelo contrário. Enquanto o portal Dynamite online, o mais acessado da web brasileira em termos de rock alternativo e cultura pop – e também o mais antigo, já há quase uma década no ar –, dava os últimos retoques em sua transferência do mega portal Terra (onde esteve hospedado nos últimos anos) para o moderníssimo WordPress, Zap’n’roll aproveitou e foi passar mais duas semanas em Macapá, capital do Amapá, lá no extremo Norte brazuca, onde acompanhou o sempre bacana festival local QuebraMar (que realizou sua terceira edição e cujos detalhes você fica sabendo no decorrer da leitura deste post), e onde também passeou bastante com sua futura esposa, a sempre linda, meiga, ninja e gatíssima Rudja Catrine. Yep, o autor destas linhas rockers vai se casar no final deste ano com a garota. E também vai fazer a festa de sete anos do blogão zapper dia 21 de agosto próximo na Outs/SP, numa noite que promete abalar a indie scene. E mesmo estando em Macapá, o zapper sempre atento não deixou de acompanhar as movimentações no mondo pop e no rock alternativo. E também aguardou com ansiedade e expectativa o momento que, enfim, poderia escrever seu primeiro post na novíssima plataforma onde nosso portal está agora hospedado – essa mesma, em que você lê estas linhas online neste instante. Enfim, novo blog (ou “velho/novo”, hehe, afinal já são sete anos de informação via web e é com orgulho que afirmamos que, em um mundo tão voraz, volátil, rápido e fugaz como é a blogosfera, não é pra qualquer blog se manter durante tanto tempo na ativa), novo mundo, novas possibilidades e a informação e opinião sobre a cultura pop de sempre por aqui. Bem-vindos à “nova” Zap’n’roll, ainda mais divertida e legal do que nunca, pode acreditar!* Ah, sim: com a mudança de plataforma, por motivos técnicos, o último post que estava na antiga plataforma se perdeu. Em função disso, vamos repetir aqui alguns tópicos daquele post, acrescidos das novidades desta semana – que são muitas, diga-se. Okays?* Começando que o segundo semestre vai, meeeeesmo, pegar fogo definitivamente, em se tratando de shows gringos e festivais. Pois é, até julho tudo andou meio assim né? Agora, todo mundo vai baixar aqui – até o velho Limpa Biscoito, ops, Limp Bizkit (quem ainda ouve aquilo?), acaba de anunciar no seu Twitter shows no Brasil em outubro (dia 22 em Sampa; 24 no Rio). O mesmo outubro do festival SWU em Itú, do show único do Bom Jovi no estádio do Morumbi em Sampa (no dia 5, com ingressos custando entre R$ 160 e 600 pilas, pelamor…) e os caralho. Jesuis…* “E os caralho”: frase-mania dita pelo povo em Macapá e que Zap’n’roll já pegou a mania de dizer também, rsrs.* E não só: a esbórnia já começa em agosto, com a nova visita do Vive La Fête ao Brasil. O sempre bacanudo duo electro-rock belga faz shows dia 4 em Belzonte, 5 em Sampa (no novíssimo Comitê Club, no baixo Augusta) e 6 e 7 em Porto Alegre.* Zap’n’roll, claaaaaro, não vai perder o show paulistano por nada desse mundo. Primeiro porque sempre curtiu o som da dupla. Segundo porque a vocalista Els Pynno é um bocetaço loiro dos infernos. Terceiro porque o VLF ao vivo é sempre uma festa: na sua última gig em Sampa, o grupo superlotou a The Week e o bicho pegou por lá, numa noite em que o autor destas linhas rockers literalmente chapou o côco, já que estava com credencial pra área vip e lá se entupiu de Red Label com Flash Power e, vamos admitir, também deu algumas “narigadas”, hihi (agora o sujeito aqui está, hã, mais comportado, visto que está noivo e prestes a se casar com uma garota séria e que não gosta muito dessas paradas, uia!). Enquanto isso, o Vive La Fête botava pra foder no palco e o povo enlouquecia na pista. Ah, sim: falando em “destruição da membrana nasal”, um amigo zapper envolvido na produção daquele show, foi testemunha ocular da parada: “Finatti, em determinado momento do show, no intervalo entre duas músicas, o guitarrista da banda e marido da loiraça, pediu socorro prum roadie da dupla. Foi a deixa pro tal roadie esticar uma taturana da grossura de um dedo pro cara, que ele cheirou na manha, ali mesmo, atrás do palco”. Sério… Ou seja: não dá pra perder Vive La Fête dia 5 de agosto em Sampa. Ainda mais que deve pintar promo de ingressos pro show aqui no blog, wow!Esse xotaço loiro vem agitar aqui novamente, em agosto* Nessas, o zapper de nada mole vida, está literalmente fodido: no dia seguinte, 6 de agosto, sextona, ele tem que estar novamente em Macapá, pois é o dj convidado da mega festa “A festa nunca termina”, que vai rolar no Mosaico clube, badalado point rocker da capital do Amapá. Organizada pelos agitadores culturais e amigões do blog, Gustavo e André Montalverne, a festa se inspira – óbvio – no já clássico filme “24hours Party People”, que documenta em tom ficcional a história do rock em Manchester nos anos 80’ e 90’. Vai ser a balada rocker do início de agosto na já quente por natureza Macapá. Além da discotecagem zapper (dando início às comemorações dos sete anos do blog), também vai rolar show do supergrupo Stereovitrola, a melhor banda macapaense ao lado da Mini Box Lunar. Ou seja: pra lá de imperdível.* Nessas, qual o “plano de ação” do blog? Simples: já ir na quinta à noite pro show do Vive La Fête de mala e cuia e, de lá, se mandar pro aeroporto e voar logo na manhã de sexta pro extremo Norte. É a solução pro caso. A sempre rigorosa noiva zapper já avisou pro sujeito aqui: “você que não esteja na sexta à tarde em Macapá, que tu vai ver o que é bom pra ti!”. Medo, brrrrr…* Na volta de mais uma visita rápida ao Norte, o zapper sempre agitadón vai cair direto na festa/coquetel de lançamento do primeiro disco do bacana grupo paulistano Paris Le Rock. A festa rola dia 10 de agosto no também novo e já badalado Lyons Club, e o Paris Le Rock é uma banda que está na hora certa pra acontecer: boas músicas, rock de guitarras redondas e melodias bem engendradas, uma vocalista estilosa que canta bem e um show que empolga. O blog viu o grupo ao vivo há algumas semanas no Inferno Club e saiu de lá bastante impressionado com o que viu/ouviu. Agora vai ouvir o disco e falar dele logo menos aqui, assim que os queridos Hugo Santos e Marildinha Vieira (que estão comandando o trabalho de imprensa do conjunto) enviarem uma cópia do dito cujo pra este espaço rocker online.* E em setembro a esbórnia continua, com o She Wants Revenge e sua nova tour brazuca. O duo pós-punk americano toca dia 9 em Sampa (na Clash Club) e 11 em Brasília, na edição 2010 do festival Porão do Rock. Novamente: wow!* “THE SUBURBS”, O DISCO DE 2010? – com lançamento oficial, em sua velha plataforma física do cd, marcado para o próximo dia 3 de agosto “The Suburbs”, o terceiro álbum do mega amado grupo canadense Arcade Fire, já está sendo aguardado de joelhos pela rock press planetária e pelos milhões de fãs da banda espalhados pelo mundo, Brasil incluso. O cd, claro, já vazou total na web e estas linhas rockers bloggers falam melhor dele por aqui logo menos. Mas enfim, Zap’n’roll está botando fé no trabalho, que foi definido em resenha publicada no site da BBC de Londres como sendo “melhor do que o ‘Ok Computer’”, o clássico do Radiohead. Será possível? Bão, “Funeral”, a estréia do conjunto em 2004, é algo avassalador. Avassalador também foi o show que eles deram em Sampa há alguns anos, no Tim Festival. “Neon Bible”, o segundo disco (editado em 2007) também é muuuuuito bom, mas não tanto quanto o primeiro. E o novo… “The Suburbs”, a faixa-título, é espetacular em seus eflúvios de rock psicodélico sessentista. Já a barulhenta “Month Of May” não fez tanto a cabeça do blog. De qualquer forma, em um ano em que pouca coisa digna de nota saiu até agora, o terceiro álbum do Arcade Fire, mesmo que não seja tudo aquilo, já será bem melhor do que muito que foi lançado até agora em 2010.A capa do discão dos canadenses, que está saindo agora* Aí embaixo, o vídeo de “The Suburbs”: * Com certeza, o Arcade Fire terá prazo de validade maior do que o hypado The Drums, como você pode ler logo aí embaixo.THE DRUMS – UMA BOBAGEM QUE LOGO SERÁ ESQUECIDAO bla bla blá em torno do duo The Drums (que foi formado no ano passado na Flórida, pelos músicos, vocalistas e compositores Jonathan Pierce e Jacob Graham, sendo que a eles se juntaram posteriormente o guitarrista Adam Kessler e o baterista Connor Hanwick, que não fazem parte oficialmente do grupo) começou há coisa de seis meses, quando o agora quarteto fixou residência em Nova York. E agora que o primeiro disco do conjunto chegou finalmente às lojas americanas em seu velho formato físico (o cd), o estrago está mais do que feito. Aí vem a graaaaande questão: o hype se justifica?The Drums presta nítida vassalagem ao lado mais ensolarado e alegre do pós-punk dos anos 80’. A isso você também pode adicionar doses e referências de garagismo sessentista, e algo de pop inocente circa fifties. O que chamou a atenção da mass mídia americana especializada em rock alternativo e cultura pop, foi a destreza de Jonathan Pierce em compor melodias ao mesmo tempo algo sombrias mas dançantes, aliadas a um vocal que em nada remete às interpretações melancólicas e sombrias dos grupos ingleses oitentistas. Ainda assim o Drums lembra demais o Cure da fase “Fire In Cairo” quando entoa seu primeiro hit, “Let’s Go Surfing”, já bombadíssima nas rádios rock americanas, na MTV e YouTube e nas pistas dos clubes mais alternativos. E ela é de fato o grande momento do álbum de estréia da banda, com seu andamento acelerado, a guitarra seca e econômica nos fraseados e o assobio constante que acompanha a melodia.O primeiro álbum do Drums: muito barulho por muito poucoMas fora isso, o restante do álbum soa um tanto quanto linear em termos de arranjos e melodias. Ok, “Best Friend” também desperta animação no ouvinte, assim como “Skippin’ Town”, com seus vocais em mezzo falsete e as guitarras evocando uma ponte entre o indie guitar 80’ e o pop pré-new wave. O problema é que faixas como “Down By The Water” ou “We Tried” seguem pela mesma cartilha e estrutura, e aí tudo acaba ficando meio cansativo quando chega ao final das doze faixas do cd.No badaladíssimo festival South By SouthWest deste ano, o The Drums foi uma das atrações mais comentadas e bombadas. A repercussão em torno do grupo reverberou por aqui também, e o conjunto foi destacado em matérias de meia página no caderno Ilustrada, da FolhaSP, além de estar sempre comentado em vizinhos bloggers de reponsa, como a Popload. O que não dá pra entender, de verdade, é porque tanto oba-oba em cima do Drums, uma novidadezinha boba que não consegue se destacar no meio de zilhões de novos nomes que tentam chamar a atenção pra si no rock de hoje, e sem ter qualidade suficiente pra isso. se o quarteto (ou duo) conseguise engendrar um disco inteiro no nível da música “Let’s Go Surfing”, até dava pra dizer que o Drums vai ter um futuro promissor no congestionado mondo pop atual. Mas, pelo que se ouve em sua estréia, chega-se muito fácil à conclusão de que se trata de mais uma bobagem que será logo esquecida.——————–ZECA JAGGER FOI O CARA! – Todo mundo ficou mega triste com a notícia da morte, no início de julho, do lendário Ezequiel Neves, talvez o maior mito da história do jornalismo rock brazuca. Daria pra fazer um enorme diário sentimental aqui sobre a figura e a convivência de Zap’n’roll com ele, mas vamos resumir bem a ópera. Que Zeca descobriu o Barão Vermelho, que possuía uma cultura fenomenal em todos os sentidos (música, literatura, cinema, teatro etc.) e que, apesar dessa erudição toda, possuía um dos textos mais porra-loucas, geniais e espertos da história da midia pop nacional, todo mundo já sabe (quem não sabia, ficou agora). O que talvez o jovem e diletor leitor destas linhas zappers não saiba é que Zeca Jagger (como ele ficou nacionalmente conhecido quando estava no auge de sua carreira de crítico de música, lá pelo início dos anos 80’, quando assinava a coluna mensal “Zeca’n’roll”, na extinta revista Somtrês) é um dos quatro ídolos e mentores do autor deste blog, quando ele decidiu que queria ser jornalista e jornalista de música – os outros três, não é segredo pra quem acompanha este espaço rocker online, são Lester Bangs, Hunter Thompson e Pepe Escobar, este último o único que ainda está vivo. Ezequiel foi, como disse a Folha online, o jornalista musical mais influente do país nos anos 70’ e 80’. E o sujeito aqui, então um moleque de uns quinze anos de idade, devorava os textos de Zeca e sonhava em ser um dia como ele, tão maluco quanto e com um texto tão genial quanto (se conseguimos isso ou não, aí são outros quinhentos mil caracteres na tela do micro). Com o passar dos anos, Zap’n’roll também foi se tornando um jornalista conhecido e acabou se tornando amigo de seu ídolo – não dá pra esquecer quando o autor destas linhas bloggers começou a escrever sobre música para a extinta e fodaça revista Interview, lá pelos idos de 1993, e ouviu de um Ezequiel já quase sessentão: “Finatti, você é o meu herdeiro na Interview!”. E também não dá pra esquecer clássicos e pérolas eternas do pensamento e do texto de Zeca, como quando ele rotulou (numa crítica de um disco do Jethro Tull) o rock progressivo como sendo o “som dos cultores da penteadeira de bicha”. Ou ainda quando ele contou que, durante uma festa em Nova York, cheirou uma carreira de cocaine na bunda da Elizabeth Taylor. Yeah, Zeca era o anti-careta total, num mundo que era bem menos careta, reacionário, moralista babaca e conservador do que é hoje. E Zeca fez tudo o que quis ao cubo: cheirou até o cu fazer bico, trepou também até o cu fazer bico com homens e mulheres. Enfim, viveu intensamente, algo que todo ser humano deveria fazer ao menos em parte de sua existência modorrenta. Hoje o jornalismo rock e de cultura pop em geral vive um vazio absoluto de grandes talentos. Não há estofo cultural algum nos textos produzidos para a mídia impressa e para a web, não há reflexão analítica, é tudo um oba-oba imbecil e raso, escrito por idiotas igualmente rasos e obtusos. Por tudo isso Ezequiel Neves vai sim, deixar muuuuuita saudade. Zap’n’roll o viu pessoalmente pela última vez há cerca de dois anos, no coquetel de lançamento da biografia do Barão Vermelho, na Livraria Cultura da avenida Paulista, em Sampa. Já lutando contra o câncer que finalmente o vitimou ontem, Zeca tomava taças de vinho branco durante o coquetel e nunca perdia o bom humor – nem quando uma velhota babaca e ranzinza começou a apurrinhá-lo, dizendo que o rock’n’roll era coisa do demônio. Foi uma noite bacana (registrada neste pic aí embaixo, onde Zap’n’roll aparece ao lado de Ezequiel e também do querido batera do Barão, Guto Goffi), em que mais uma vez (e pela última, afinal) o já então conhecido e quarentão jornalista rocker e igualmente porra louca, se reencontrou com seu ídolo da adolescência. É isso aí, Zeca: boa viagem pra você! Um dia a gente se encontra por aí…Zap’n’roll, com Gutto Goffi e o inesquecível porra-louca Zeca Jagger: ele foi o cara!——————–BANDAS LEGAIS NA NOVÍSSIMA INDIE SCENE BRAZUCA* The Fundrivers – quem disse que rock com nuances setentistas e classic precisa ser cafona, chato e exagerado? Pois o quarteto Fundrivers, formado há pouco mais de um ano no ABC paulista mostra que, com competência instrumental, boas composições e músicos bons de serviço, o classic rock (um gênero pelo qual o blog não tem muita simpatia) pode sim render um disco fodão. Aqui, no álbum de estréia da banda formada pelo vocalista Chico (que manda muito bem nas letras em inglês), pelo guitarrista Sergio Castelani (o moleque debulha nas seis cordas), pelo baixista Pedro Bezerra (que também canta, e bem, em inglês, já que ele é professor do idioma) e pelo batera Glauco, dá pra encontrar desde road country songs maneiras como “Hangin’ Around” (que abre o cd em clima de festa no meio do mato, ao redor de uma fogueira) e “I’ll Be Gone”, até rockões mais hard (aí o melhor exemplo é mesmo “From Inside”). Isso sem contar uma balada preciosa, com gaitas, como “And That’s You”, que cai muito bem numa tarde chuvosa e melancólica de sábado. Enfim, foi uma das descobertas bacanas do blog nas últimas semanas e se você quiser saber mais sobre o grupo (do  qual ainda iremos falar mais por aqui) e ouvir o som deles, vai lá: www.thefundrivers.com ou www.myspace.com/thefundrivers.* Os Corleones – máfia das guitarras? Pode ser. Afinal, o garoto prodígio Állan Azambuja (que tem apenas dezessete anos de idade!) talvez seja um dos melhores guitarristas da novíssima safra indie nacional. E a história do moleque é bizarra: nascido em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, ele se mudou quando criança (com a família) para a quente Macapá, capital do longínquo Amapá, lá no extremo Norte brasileiro. Desde sempre fã de rock’n’roll, Állan montou a primeira encarnação dos Corleones por lá mesmo e começou a fazer barulho nos bares da cidade, ao tocar de terno e gravata num lugar onde a temperatura nunca desce a menos de 28 graus. E não só: tirando covers primorosas dos clássicos dos Beatles e também se mostrando um ótimo autor de canções próprias (cuja referência melódica sempre foi o sagrado rock dos sixties), Állan começou a incomodar na cidade. Não deu outra: em busca de novos ares, ele acabou voltando a fixar residência em Campo Grande e lá remontou os Corleones (que também contam agora com o guitarrista Leon Martins, o baixista João Abdo e o batera Santiago Vital), que com apenas três semanas de existência, já estão causando furor em suas apresentações no BarFly, o principal reduto musical de uma das capitais onde existem algumas das xoxotas mais loucas e rockers do país. Os Corleones, inclusive, são umas atrações confirmadas para tocar na mega festa de sete anos da Zap’n’roll, dia 21 de agosto no clube Outs, em Sampalândia. E enquanto eles não chegam aqui, você pode ir até eles aqui: www.myspace.com/oscorleonesE O QUEBRA MAR FOI LEGALEntonces, só agora (e, como diz o outro, antes tarde do que nunca), estamos conseguindo postar aqui algo sobre a terceira edição do festival QuebraMar, que rolou no incío de julho lá em Macapá, onde o zapper sempre trêfego e andarilho passou mais duas semanas, pra também curtir os agitos da cidade e matar as saudades da Rudja, claro.O festival já foi bem resenhado por aí (como no blog do Coletivo Palafita por exemplo, que organizou o evento), mas Zap’n’roll não pode deixar de digitar algumas linhas sobre o que rolou no palco montado no anfiteatro da imponente fortaleza de São José de Macapá. Descontando-se os problemas que invariavelmente ocorrem num festival desse porte (e neste ano, os problemas foram os “apagões” que tumultuaram o sistema de som algumas vezes na primeira noite, fato que foi solucionado na noite seguinte), o QuebraMar 2010 foi bem legal. Sim, também ocorreram algumas ausências de última hora na escalação, como a do aguardado Móveis Coloniais de Acaju (que não compareceu, segundo a produção do evento, por dificuldade de acomodar a enorme equipe de músicos do grupo em vôo pra Macapá), do trio paranaense Nevilton, dos mineiros Porcas Borboletas e do cuiabano Linha Dura (que faltou ao festival pelo segundo ano consecutivo). Pra driblar a situação, a organização se saiu bem, remanejando bandas e incluindo algumas, como a Beatle George, já semi-consagrada na capital do Amapá e que fez um set curto porém nervoso e cheio de adrenalina.Destaques? De Macapá, os showzaços sempre fodões da Mini Box Lunar e da Stereovitrola, além da turma hard e hardcore, sempre bem representada pelo SPS12 e pela Amaurose. E de fora, deu gosto assistir/ouvir o reggae sacolejante e politizado (mas sem ser maleta) do paraense Juca Culatra. De Belém do Pará também vieram os legais Paris Rock e Baudelaires, sendo que este último tinha toda a pinta de banda indie inglesa.No final, saldo positivo para um festival que talvez seja hoje o principal evento dedicado ao rock independente na região Norte do Brasil, e que deverá crescer ainda mais em 2011.E SOB O CALOR DE MACAPÁ…* Zap’n’roll chegou na sempre tórrida (mesmo no inverno) capital do Amapá na véspera da primeira noite do QuebraMar. Assim que desembarcou no aeroporto, no meio da tarde, se mandou pro hotel e foi dormir um pouco pois, à noite, a sempre ninja Rudja iria buscá-lo pra começar o “agito” na cidade. O casal rumou então pro Norte das Águas, bar bacanão e com música ao vivo, na orla do rio Amazonas. Um cenário fodástico, onde aguardavam com brejas geladas o blogger rocker e sua girlfriend o povo do grupo Vila Vintém (o vocalista Diego e sua simpática namorada Anita Infinity), mais as gataças Dayanne e Aline, além dos chapas Darlan, Pedro, Elton e Gustavo. Foi uma festa só, uma esbórnia que só acabou às nove da manhã da sexta-feira, uia!* Daí, dormir o mínimo possível pra enfrentar a primeira noite do festival. E quando esta primeira noite acabou, por volta de duas da manhã de sábado, o blog não teve dúvida: não quis saber de agito nenhum e se mandou pro hotel pra dormir um pouco, já que estava há quase 48 horas no ar, aff…* Sabadón também foi tranquilex: terminados os shows, Zap’n’roll e Rudja preferiram novamente se mandar pro hotel, onde tomaram algumas Heinekens e foram dormir o sono dos justos. Simples assim.* Nos dias seguintes é  que o blog foi se divertir melhor na cidade. E Macapá tem baladas legais pra se fazer (como ficar tomando brejas com os amigos em frente à escadaria do Marcelão, um mercadinho 24 horas que não tem nada demais, mas onde as turmas da cidade passam a madrugada frequentando quando outras baladas já miaram), bares de rock também legais pra se curtir (como o Liverpool e o bar do Francês, que exibe clips de rock em um telão e serve uma pizza deliciosa, embora um pouco cara) e festas animadas, como a “Chora e me liga” (ok, nome meio brega, é verdade), onde rolou muito electro à la Lady Gaga e muito rock alternativo (Strokes, Arctic Monkeys etc.). Ou seja: descontando-se a diferença brutal em termos de área geográfica e número de habitantes, se comparada a São Paulo, Macapá (que tem cerca de 350 mil habitantes) é uma cidade onde a galera consome a mesma informação de rock e cultura pop que rola no Sudeste, graças à globalização midiática propiciada por estes tempos de internet. É de uma idiotice, burrice, peleguice e preconceito sem tamanho a “intelligentsia” jornalística sudestina (representada por meia dúzia de otários que habitam comunidades porcas do Orkut, como a dedicada à falecida revista Bizz, ou que estão encastelados em algumas redações de grandes veículos da imprensa paulistana) menosprezar Estados como Amapá e Acre ou indagar, em tom de chacota, “mas o Acre existe mesmo?”, como o autor deste blog cansou de ouvir quando foi há alguns anos em Rio Branco, para cobrir o igualmente bacana festival Varadouro. Hoje, Zap’n’roll ouve o mesmo quando comenta que está indo pra Macapá, cidade onde o blog já esteve por quatro vezes e que, quando está curtindo o sossego que existe por lá (e que não existe mais em Sampa), nem se lembra que São Paulo existe. Na boa? Macapá é muito dez e o sujeito aqui continua pensando seriamente em se mudar pra lá, ainda mais que ele vai se casar em dezembro próximo com a linda francesa que o blog namora e que mora por lá.* Comentário ouvido pelo blog de um músico de uma das bandas (de fora), que tocaram no festival: “incrível! Não existe cocaine nessa porra de cidade! É um custo pra achar e quando se acha, é uma facada. Pagamos cem pratas numa porrinha de nada!”.* É verdade: apesar de a “fábrica” do “produto” ser logo ali em cima do Estado, por algum motivo inexplicável quase não rola padê na capital amapaense. Mas em compensação, a marijuana de lá é farta e boa pra caralho…* E vai ser em Macapá que o blog vai iniciar as comemorações de seu sétimo aniversário. Dia 6 de agosto, sexta-feira, rola lá, no clube Mosaico, “A  festa nunca termina”, com showzaço da Stereovitrola, mais discotecagem do blog e de outros djs locais. A organização está a cargo dos amigões Gustavo e André Montalverne, além do Elton Tavares (jornalista rock’n’roll da cidade, que escreve o bacanudo blog “De Rocha”, que pode ser acessado em http://eltonvaletavares.blogspot.com/ ). A festa promete ser fodaça, com certeza.* Sex and drugs em Macapá? Oxe, rola e rolou, e como, hihi. Mas agora que é um sujeito comportado e altamente comprometido com uma linda garota com quem vai se casar no final deste ano, o outrora zapper boca aberta não pode mais tocar nesses assuntos aqui, rsrs. Ele deixa para a curiosidade do dileto leitorado imaginar o que rolou por lá, nos dias em que o blogon esteve na cidade.* Yeah, fizemos uma renca de amigos bacanas por lá. E é pra essa turma que dedicamos estas linhas, além de deixar os mais sinceros agradecimentos pela acolhida incrível que tivemos por lá. Valeu, pessoal, de coração! O blogger xonado e sua linda Rudja, no bar do Francês, em Macapá: casório no final do anoO BLOGÃO ZAPPER INDICA* Disco: “The Suburbs”, claro, o novo discaço do Arcade Fire que chega às lojas dia 3 de agosto próximo, mas já está dando sopa na web.* Blog: De Rocha, escrito pelo rocker man Elton Tavares, lá de Macapá, e cujo link já está postado aí em cima, no tópico sobre as últimas andanças zappers pela capital do Amapá.* Baladas: férias de julho chegando ao fim, então borá aproveitar a esbórnia no circuito indie paulistano. A Outs (rua Augusta, 486, centrão rocker de Sampa) já ferveu ontem com shows bacanas do Circo Motel e do Pink Big Balls, e continua ainda mais fervida hoje, sábado, quando o esporro no palco por lá vai ficar por conta do trio Faichecleres.///Já na Funhouse (rua Bela Cintra, 567, Consolação, centro de Sampa), rola show com os Volveles. E no sempre bacana Belfiori (rua Brigadeiro Galvão, 871, Barra Funda, zona oeste de São Paulo), o trio porreta Rock Rocket vai armar o esporro sonoro de sempre. Vai lá!SACO DE BONDADES DO BLOGYesssss! Vai lá no hfinatti@gmail.com, que continua em disputa:* Uma cópia do primeiro álbum do Girls;* Outra do disco de estréia dos Fundrivers;* Mais outra do segundo cd do trio Zefirina Bomba;* E uma cópia do cd triplo do Messias, ex-singer do saudoso brincando de deus.E calmaê que logo menos por aqui: ingressos na faixa pros shows do Vive La Fête e She Wants Revenge. Aguardem!BYE BYE POVOQue já escrevemos demais neste post. Semana que vem tem mais. Até!(finalizado por Finatti em 24/07/2010, às 16hs.)