O Paris Le Rock e os truques selvagens que a vida nos dá – plus: festivais Megafônica e Vaca Amarela. E os Libertines. E o QOTSA no SWU. E Justin Timberlak se acabando no padê entre peitões totosos…

Ele é um gênio. E estará no SWU com o seu QOTSA* Blog de volta à rotina, após um finde de correria extrema, de mega felicidade por estar perto de quem se ama, de igualmente mega tristeza por não ter mais (talvez para sempre) quem se ama, de tensão e cansaço por conta de cuidar de festa de aniversário destas linhas rockers bloggers, por mais isso e aquilo. Então, sigamos em frente.* Mudanças aqui? Talvez… a blogosfera mudou (muda todo dia, aliás), os blogs de rock alternativo e cultura pop também mudaram e continuarão mudando. É o fim dos posts enormes, com vários assuntos, conforme os conhecíamos até agora? Talvez… a já veterana Popload abandonou o formato e agora dedica cada post (muitos deles bem pequenos) a apenas um assunto, priorizando mais fotos e vídeos. A Ilustrada no Pop sempre esmiuçou apenas um assunto por post, desde que entrou no ar na Folha Online. Aqui, após a mudança do portal para o WordPress, nosso querido e eternamente amado “editador” mr. André Pomba também quer que estas linhas zappers sigam este modelo mais “enxuto”, e tem pressionado bastante nas últimas semanas o autor deste espaço a acatar este modelo mais, hã, “muderno” de postagem. E nosso dileto leitorado, o que tem a dizer?* Os posts por aqui, na verdade, já andam sendo bem menores do que eram há tempos. Quando Zap’n’roll entrou no ar como coluna semanal online, isso há sete anos, cada coluna possuía em média 40 mil caracteres (!!!) de texto. Era o tempo dos maravilhosos “diários sentimentais” escritos pelo blogger loker de memória privilegiada, e onde abundavam histórias tórridas de sexo e drogas vividas pelo sujeito aqui. Histórias que conquistaram zilhões de fãs e leitores pra coluna. Depois, veio a mudança (bem-vinda, claro) para o formato blog e cada post passou a ter algo em torno de 20 a 25 mil caracteres. E agora que posts grandes parecem ser um formato “desgastado” (será?) e em desuso, vamos experimentar postagens mais ligeiras e ver no que dá. Mas que fique bem claro: Zap’n’roll, pessoalmente, ainda é um romântico incorrigível, saudosista e que prefere contar longos “causos” na web. E isso jamais vai mudar em sua personalidade. Talvez por isso mesmo ele sofra tanto com as crueldades do ser humano, de pessoas que ele julgava amar demais e igualmente ser amado por elas e, de repente, se dar conta de que tudo talvez sempre passa pelo interesse material em primeiro plano. É triste, mas é real.* Posto isso tudo aí em cima, rapidamente aos papos pops deste meio de semana: além do concurso que vai selecionar bandas indies para o palco Oi Novo Som, o SWU agora também vai premiar três vídeos de um minuto meio, onde o autor deverá pagar um mico em prol da sustentabilidade. O prêmio: passaporte free pros três dias de festival, incluso camping e visitas ao backstage do evento – tudo com direito a acompanhante. Quer concorrer? Vai no site do festival (www.swu.com.br) e boa sorte nas idéias!* E sim, sim, agora que todo mundo já sabe há dias, a assessoria do SWU divulga “oficialmente” que o Queens Of The Stone Age toca mesmo no festival, na última noite (11 de outubro), ao lado do graaaaande Pixies. É, está começando a ficar beeeeem interessante ir pra Itú em outubro.* É inacreditável mas é verdade: no último finde, o velhusco Iron Maiden, decano gagá do heavy metal caretaço e conservador, foi parar no topo da lista dos mais vendidos na Inglaterra, com seu novo álbum. É… o blog imaginava que só existiam fanáticos por esse tipo de som aqui mesmo, no nosso velho Brasil. Mas lá também tem, infelizmente.Não existe nada mais atrasado, no rock atual, do que o velho heavy metal tocado pelo Iron Maiden. Mas tem quem goste…* Wow!!! Em um filme que está sendo rodado em Hollywood, sobre a criação do Facebook, Justin Timberlak protagoniza uma cena onde ele cheira generosas carreiras de cocaine nos… peitões de uma mulher. Yep, é um “esporte” mega prazeroso (assim também como fazer a xoxota louca aspirar carreiras na sua pica dura) e que já foi bastante praticado pelo sujeito aqui, até tempos atrás…* É bacana quem assume suas posturas de vida ou o que fez ao longo de sua existência, né? A querida e velha “tia” Rita Lee, por exemplo. Ela disse no seu Twitter, com todas as letras: “tem gente que acha que sou rica. Até já fui, um dia. Mas cheirei, fumei e bebi tudo”. Acontece. Mui digna a declaração de miss Lee. Pior quem posa de pessoa acima de qualquer suspeita, mas adora cair na putaria rocker de sex and drugs. E depois ainda critica quem faz o mesmo e se livra de quem a quer bem, como se a figura fosse alguém acima do bem e do mal e que não cometesse erros. Cruel…* A VOLTA DO ANO!!! – Claaaaaro, com a formação original e tudo, os amados Libertines deram as caras anteontem em Londres, em show “fechado” para pouco mais de 300 sortudos. Uma espécie de “aquecimento” para as gigs que o grupo de Carl Barat e Pete Doherty (juntinhos novamente, uia!) fará neste finde no gigantesco festival de Reading. Podem dizer o que quiser (yep, há blogs escritos por gente velha e ranzinza que torce o nariz pra bandas fodonas como os Libertines; essas múmias do jornalismo rock, óbvio, ainda estão com a cabeça em Janis Joplin, Pink Floyd e Jimi Hendrix, cuja importância da obra para a música pop é inegável mas, porra, estamos em 2010 né?), mas The Libertines é sim um dos grandes nomes da história recente do rock inglês. E estão, com toda a justiça do mundo, na capa da NME desta semana. Sim, já tocaram aqui inclusive, em 2004, no extinto Free/Tim Festival. Foi um show beeeeem meia-boca (e assistido pelo blogger rocker), visto que Doherty tinha acabado de sair da banda e a química com o então novo integrante não havia funcionado mesmo. Mas agora tudo deverá ser diferente pois Carl e Pete estão aí novamente. Bem que a banda podia voltar pra cá, no?A velha química de Carl Barat e Pete Doherty novamente em ação: capa da NME, fácil!* Quem viu a entrega do prêmio Multishow? Bien, bien, não há muito o que comentar, não? Com Cine ganhando o prêmio de grupo do ano, Restart faturando melhor canção, Cláudia Leite e a dupla Victor & Léo assassinado uma música do inesquecível Legião Urbana, a conclusão é mais do que óbvia: a música pop brazuca, incluso aí o que resta do rock mainstream, passa por um momento pavoroso. E isso não tem nada a ver com o fato de o autor destas linhas bloggers estar ficando “velho” ou supostamente “ranzinza” e “conservador”. É a música pop e o rock nacional que estão descendo mesmo a ladeira, e arrastando uma multidão de fãs imbecis juntos. Infelizmente é isso.* Por isso que estas linhas rockers bloggers irão continuar dando sempre espaço ao melhor rock independente nacional, de bandas como a Paris Le Rock, por exemplo. Vai lendo aí embaixo.A BOA ESTRÉIA DO PARIS LE ROCKAlguns posts atrás, este espaço online comentou que as melhores bandas do novo rock brasileiro de hoje não estão surgindo em São Paulo. É um fato. Mas, vez por outra, na capital paulista ainda nascem grupos que mostram que ainda existe rock’n’roll alternativo de verdade sendo feito por aqui. Um desses grupos é o quarteto Paris Le Rock, que já frequenta o circuito underground de Sampalândia há algum tempo, mas apenas agora conseguiu lançar seu primeiro e bom disco homônimo, na velha plataforma fisica do cd. É rock de guitarras, melodias rápidas, bons vocais e levadas dançantes. E bem acima da média do que tem aparecido na maior cidade do país nos últimos meses.O grupo possui no seu line up uma figura até certo ponto “histórica” do rock brasileiro dos anos 80’: Alec Haiat, guitarrista e compositor de todas as faixas do álbum foi um dos fundadores do grupo pop Metrô, que estourou naquela década com o mega hit “No balanço das horas”. Além dele, integram o PLR a estilosa e charmosa vocalista Lia Paris, o baixista Marco Klein e o batera Ipojucã Vilas Boas.Bons vocais femininos e ótimas guitarras na estréia do quarteto paulistanoMas a sonoridade da nova banda de Alec não guarda similitude alguma com o pop alegre e de fácil digestão que celebrizou o Metrô. Aqui há riffs de guitarras disparados em abundância por todas as faixas do disco. E a potência abrasiva rítmica e melódica de uma música como “Jealous Girl” (com sua abertura sendo feita por um baixão anguloso) flagra o quarteto conseguindo equacionar muito bem harmonias até certo ponto pesadas com levadas dançantes, que funcionam tanto ao vivo quanto numa pista de dança. É talvez o melhor momento de um cd que ainda traz ótimas faixas, como “Palavras”, “Drive Me”, “Paris Texas” (ah, essas referências ao cinema cult e de arte, de diretores como o genial Win Wenders), “I Had A Dream” (e sua guitarrinha econômica mas agressiva, bem ao modo indie guitar britânico) e “Eu sei que tenho medo”. E tudo isso em enxutos 29 minutos, como todo bom cd de rock deveria durar.Yep, há várias letras em português na estréia do Paris Le Rock. Mas Lia também canta em inglês e francês no disco. Talvez este seja o único senão do trabalho: a banda poderia definir apenas um único idioma em suas canções, o que com certeza iria conferir mais unidade estética ao álbum. Mas o primeiro cd do grupo é ok. Bom o suficiente para tirar o indie rock de Sampalândia do abismo criativo no qual ele se encontra atualmente.* Para saber mais sobre o Paris Le Rock, vai lá: www.parislerock.com.br* Quer conferir o som deles ao vivo? O grupo toca semana que vem, sexta, dia 2 de setembro, na Outs (rua Augusta, 486).* Quer conferir o cd do quarteto mas está sem grana pra gastar nele? Simples: vai lá naquele e-mail que você sabe muito bem qual é, que duas cópias do disco te esperam por lá.É TEMPO DE FESTIVAIS – MEGAFÔNICA E VACA AMARELAQuem acha que o circuito de festivais independentes está meio assim agora neste segundo semestre, talvez ofuscado pelos mega festivais gringos que vão rolar em Sampa em outubro e novembro, está enganado. A movimentação ainda está um pouco devagar, é verdade, mas o calendário começa a se agitar novamente já neste finde, quando rola em Belém (capital do Pará, seu mané) a primeira edição do Megafônica. Organizado pelo coletivo do mesmo nome, o evento está com uma prog bem legal e que você confere aí embaixo:Sexta-Feira (27/08)01:40 Proyecto Gomez (ARG)00: 50 Johny Rockstar00:00 Mini Box Lunar (AP)23:20 Juca Culatra22:30 Tereza (RJ)21:40 Paralelo XI (Primavera/PA)20:00 Felipe CordeiroSábado (28/08)01:40 Black Drawing Chalks (GO)00:50 Delinquentes00:00 Brown-Há (DF)23:20 Turbo22:30 Veludo Branco (RR)20:50 Projeto Secreto Macacos21:40 Beatle George (AP)20:50 DDT (Capanema/PA)20:00 16 Bits (Novo Repartimento/PA)E mais infos sobre o festival você pode encontrar aqui: www.megafonica.blogspot.comAgora, bacana mesmo vai ser a nona edição do Vaca Amarela, que rola em Goiânia de 15 a 18 de setembro. Sempre organizado pela turma da Fósforo Cultural (alô fofis Johnny Suxxx, Zap’n’roll te aguarda logo menos pelo msn pra fazermos aquela entrevista sobre seu novo álbum, hihi), o festival este ano conseguiu viabilizar um patrocínio de uma conhecida marca de cervejas e, com o $$ obtido, vai botar pra quebrar. Entre as atrações do Vaca Amarela 2010 estarão Lobão e Velhas Virgens de headliners, além de bandas fodonas e prediletas aqui destas linhas zappres como Pata De Elefante, Mersault & A máquina de escrever (aka “Estrangeiro”, by Kafka, no?), Baudelaires, o incrível Johnny Suxxx e seus Fucking Boys e a sensacional Stereovitrola. Anyway, após um tempo sem dar as caras na Seattle brasileira, Zap’n’roll deverá ir até lá pra acompanhar de perto o Vaca Amarela. E toda a prog e mais infos do festival, que promete ser fodão, você encontra em http://fosforocultural.com.br/vaca/ .Yep, o Grande Lobo vai estar no Vaca Amarela 2010O BLOG ZAPPER INDICA* Disco: a estréia do quarteto paulistano Paris Le Rock.* Livro: “Atravessar o fogo”, um calhamaço de 792 que a Cia das Letras lançou há pouco no Brasil, e que destrincha minuciosamente todas as letras escritas pelo gênio master do rock, mr. Lou Reed.Em mais de 700 páginas, todas as letras de Lou Reed* Baladas: finde chegando e com ele vem a busca pelas melhores baladenhas do circuito under de Sampa, néan? Pois entonces, hoje, quinta, a esbórnia começa com a sempre animada festa Kill City lá no Inferno (rua Augusta, 501, centrão rocker da cidade).///Já amanhã, sexta, mas na Outs, rola show sempre bacana com Os Trovadores de Bordel. Enquanto isso, no outro lado da rua, no Inferno, tem esporro sônico por conta dos Zumbis do Espaço. E no sempre ótimo e aconchegante Astronete (rua Matias Aires, 183, Consolação) tem show sessentista com Gaspa (ex-baixista do Ira!) acompanhado dos Alquimistas.///Sabadón? Vem que tem: Suéteres agitam a pequena pista da Funhouse (rua Bela Cintra, 567, Consolação, centro de Sampa). E na Livraria do Bosque (rua do Bosque, 1254, Barra Funda, zona oeste paulistana), vai rolar show do incrível Rosie And Me (www.myspace.com/rosieandme), um dos nomes mais fodásticos do novo folk independente brazuca. É nesse que Zap’n’roll vai no sábado, com certeza!MANDE VER NOS PRÊMIOS!Logo menos faremos uma desova por aqui, que já está em tempo. Enquanto ela não rola, vai lá no finatti@dynamite.com.br ou no hfinatti@gmail.com, que continuam em disputa sangrenta:* Duas cópias do disco de estréia do Paris Le Rock;* Duas cópias do novo álbum do sempre porreta Zefirina Bomba;* Um kit com dvds e cds da gravadora ST2;e…* um exemplar do livro que traz todas as letras escritas por Lou Reed e que saiu há pouco aqui pela Cia. das Letras;* e CINCO PARES de óculos da descolada marca Chilli Beans, que acaba de fechar parceria bacana com o blog. Vai perder?SAINDO FORAForam dias tensos e insones por aqui. E continuam sendo. Dias em que o blog, mais uma vez, teve a certeza de que a vida nos dá rasteiras homéricas e de que ela, a vida, não é como gostaríamos que fosse. Inclusive nas relações de amor, algo tão caro e essencial a todo ser humano. Pois é, termina o namoro do sujeito aqui com sua eternamente amada Rudja, mas fica uma amizade igualmente eterna, esperamos de coração. Foi mais de um ano tentando viabilizar um namoro pra lá de complicado, pela distância que separa o casal. Até que no último finde, houve uma despedida bacana para ambos e a perspectiva que, se um dia os dois estiverem morando na mesma cidade (aqui ou em Macapá), o romance poderá ser reatado. Até lá, Zap’n’roll sempre terá o maior amor e carinho do mundo pela incrível Rudja, a francesa mais bacana que este sujeito conheceu até hoje. Beijos doces pra ela, e outros tantos beijos pro nosso sempre fiel leitorado. Até o próximo post!(enviado por Finatti às 16:30hs.)

A festa é nossa e sua: blogão zapper versão 7.0

 Os curitibanos do Charme Chulo: um dos grandes nomes do novo rock indie brazuca, animando a festa de sete anos do blogYeeeeesssss! Não tem pra ninguém este finde, hihi. Nada de SWU ou Planeta Terra. Muito menos Ok Go! No VMB, dia 16 de setembro. A parada é JÁ neste sábado, no sempre badalado e bombado clube Outs, lá no baixo Augusta, na região rocker mais fervida dos tempos atuais em Sampalândia. É lá na Outs (no 486 da Augusta) que vai rolar, a partir da meia-noite deste sábado, 21 de agosto, a festona de sete anos da Zap’n’roll, sempre o blog de rock alternativo e cultura pop mais legal da web brazuca.São sete anos no ar (primeiro, em coluna semanal; depois, em versão blogueira). Tempo em que acompanhamos bem de perto toda a movimentação na cena rock independente nacional, no melhor da cena rock indie gringa, além de reportar e comentar todos os grandes lances da cultura pop dos dias atuais, falando de filmes, livros, vídeos, tv, os caralho. Nesse tempo todo o blog angariou milhares de leitores e admiradores (são cerca de 70 mil acessos por mês em nossa página), e também milhares de desafetos, críticos e detratores, como não? Afinal, o que seria do azul se todos gostassem do vermelho?Enfim, uma certeza nós – e também quem nos acompanha sempre – temos: a de que no mundo voraz, volátil, volúvel e veloz da blogosfera dedicada à cultura pop, onde a concorrência é cruel e predatória e onde blogs surgem e desaparecem num piscar de olhos, não é todo dia que um blog dura tanto tempo. Por isso mesmo, você é convidado zapper na Outs neste sábado, pra curtir tudo isso aí embaixo, e que vai rolar por lá:SHOWS* Dr. Spike: da novíssima safra indie paulistana, faz rock com letras em português e inspiração nas grandes bandas brasileiras dos anos 80’, como Capital Inicial e Legião Urbana. Tem um guitarrista do inferno na sua formação, o alucinado Márcio Félix.* Os Corleones: diretamente de Campo Grande (Mato Grosso do Sul) vem o grupo liderado pelo guitarrista e vocalista Állan Azambuja. Psicodelia, Beatles e garagismo sessentista formam o caldeirão sonoro da banda, que promete ser um dos grandes nomes do novo indie rock BR em 2011.* Alarde: a sensação grunge paulista, que lançou seu primeiro e ótimo cd este ano, e cujas letras junkies escritas pelo vocalista Luis Silva, deixam muitos “letristas” do pop brasileiro comendo poeira.* Charme Chulo: um dos melhores grupos do rock independente nacional. Já destacado em matérias de capa na Ilustrada (da FolhaSP) e na Rolling Stone, e com dois cds fodaços no currículo, o quarteto curitibano (atualmente radicado em Sampa), funde violas caipiras com o pós-punk britânico dos Smiths. O resultado é fodástico e só quem já viu o grupo ao vivo sabe o quanto a banda é sensacional. Imperdível é pouco!LINE UP DE DJS* Tati e Valentim: os residentes da Outs abrem a noite na pista, tocando sempre o melhor do rock de todas as épocas.* Pablo Miyazawa: aka “super monge japa zen”, rsrs. O querido editor da mega revista Rolling Stone participa pela terceira vez como dj convidado da festa de aniversário do blog. E sempre manda muito bem com seu set recheado de grunge e guitar bands inglesas e americanas.* Bruna Vicious e Rudja Catrine: a dupla de gataças promete estremece a pista da Outs. La Vicious já detona no clube uma vez por mês com um set nervoso de indie rock. Rudja, a francesa criada em Macapá e que está se mudando pra Sampa (afinal, ela vai se casar com o sujeito aqui no final deste ano), é uma das grandes agitadoras do rock alternativo no Amapá, onde escrevia um blog e também participava da organização do festival QuebraMar. Antenadíssima com as últimas novidades do rock alternativo, também deverá fazer um set arrasador.* André Pomba: o super dj mais badalado da noite paulistana, hoje. Comanda as duas noites mais bombadas do clube A Loca (a festa “Loucuras”, às quintas; e a matinê rocker “Grind”, aos domingos, que arrasta mais de mil pessoas pro fervido clube da rua Frei Caneca) e também já se tornou dj “residente” das festas de aniversário do blog.* Zap’n’roll: claaaaaro! A festa não poderia ser completa se o próprio blog não assumisse também as pick-up’s na pista da Outs. E isso vai acontecer lá pelas três e meia da matina de sábado pra domingo e, como sempre, vai ser show: o melhor do indie rock planetário, mais air guitar com guitarra de verdade na cabine, talagadas de vodka com energético pra enlouquecer o dj etc, etc, etc.Vai perder? Claaaaaro que não! Então, o blog te espera neste sábado lá na Outs, ok? Afinal a festa é nossa e sua também. Cola lá e vamos brindar juntos mais um ano de putaria rocker, uhú!Um line up de djs pra incendiar qualquer festa: Zap’n’roll e o querido e super André Pomba, dom Pablito Miyazawa (o homem da Rolling Stone), empunhando seu baixo super zen, e as gataças Rudja Catrine e Bruna Vicious. É hoje, sábado, na Outs. Vai perder?——————–* E por hoje é só isso mesmo. O blogão tá na pilha com os preparativos da festa por isso não vai estender muito o papo por aqui, sendo que na semana que vem voltamos às nossas transmissões “normais”, quando iremos falar dos novos discos do Paris Le Rock e dos Cartolas, além de um monte de outros assuntos. Pode esperar!* Sim, sim: o maleta Mars Volta está no SWU. Zap’n’roll tentou assistir ao show deles no Tim Festival de 2005, se a memória do sujeito aqui não estiver mega falha. Foi no mesmo Tim Fest que rolaram showzaços do Primal Scream e da deusa P.J. Harvey. Enfim, o blog aguentou assistir a metade do show do Mars Volta. Depois, caiu fora porque o saco realmente havia estourado.* Programas legais pra este finde? Oxe, bora lá: tem showzaços do Daniel Belleza & Os Corações Em Fúria junto com o sempre agitado Johnny Suxxx amanhã (sextona rocker), lá no Inferno Clube (rua Augusta, 501, centrão rocker de Sampa)./// E no sábado, além da festona zapper na Outs, você também pode curtir o show de lançamento do primeiro álbum do quarteto Paris Le Rock lá no Belfiori (rua Brigadeiro Galvão, 871, Barra Funda, zona oeste de Sampa)./// E terminando o finde em mega estilo, o blogão zapper fecha as comemorações dos seus sete anos com super dj set na domingueira Grind, comandada pelo amado André Pomba, lá na Loca (rua Frei Caneca, 916, Consolação, centro de São Paulo).* Ok, ok, você quer ir na Outs e na Loca mas está na pindaíba, né? Corre então no finatti@dynamite.com.br, ou no hfinatti@gmail.com, que lá estão em promo relâmpago:* Dois pares de convites pra curtir a balada na Outs no sábado, e na Loca no domingo, okays? Os vencedores serão avisados por email até o final da tarde deste sábado.* E é isso. semana que vem voltamos com muuuuito mais, como sempre. E vai preparando o dedo no mouse que no próximo post entram promo de ingressos pro SWU e pro show do She Wants Revenge, dia 9 de setembro na Clash Club, em Sampa.Falouzes??? Então tá. Sábado o blog te espera lá na Outs. Até lá!(enviado por Finatti às 16hs.)

A hora é agora! (do grande rock independente brazuca e de bandas como Stereovitrola, Cartolas e Paris Le Rock) (versão final: 13/08/2010)

  Eles são fofos e estão com disco novo e a caminho do BrasilExato! A hora é agora! Lollapalloza no último finde? Já foi muito bem esmiuçado por competentes blogs vizinhos, como a sempre querida Popload e a Ilustrada no Pop, escrita pelo chapa Thiney. Discão do Arcade Fire? Já foi destrinchado aqui, na semana passada. Novo do Interpol? Hum… esse aí teria “vazado” na web já há dias, todo mundo começou a falar e de repente… nenhuma resenha do dito cujo publicada até o momento em lugar nenhum. Este blogão, sempre atento às movimentações dos grandes lançamentos e “vazamentos” do rock planetário, continua de olho e assim que “capturar” o discão, irá falar dele por aqui, claaaaaro. Mas continunando: mega festivais como SWU e Planeta Terra? Ok, ok, já falamos e vamos continuar a falar. Shows que vão mudar nossas vidas por aqui em breve, como Belle & Sebastian e Arcade Fire? Tá bom, o blog vai falar também sobre. Masssss… o que interessa mesmo, neste post, é voltamor nosso olhar para aquela cena que tornou Zap’n’roll um diferencial na blogosfera dedicada à cultura pop e ao rock alternativo: falar das grandes bandas do indie rock brazuca, e que estão movimentando a cena como nunca nestes dias. Aí, lendo estas linhas rockers bloggers, você pode saber do lançamento do disco de estréia do Paris Le Rock. Ou da vinda da macapaense Stereovitrola pra Sampa mês que vem. Ou, ainda, do showzaço do fodástico grupo gaúcho Cartolas, que rola nesta sexta-feira no clube Inferno, em Sampa. Certo, mano? Então siga-nos (aqui mesmo ou no Twitter do blog, em www.twitter.com/zapnrollfinatti) porque, definitivamente, a hora é agora!* A única nota realmente chata do último finde é que o blog perdeu sua discotecagem em Macapá, na “Festa nunca termina” e que, segundo relatos da amada Rudja e amigos do Norte, foi realmente sensacional. Culpa da Gol, óbvio, que estava um autêntico caos a semana passada toda. Sem problema. Rudja estará semana que vem em Sampalândia, para estrear como dj na festa de sete anos do blog lá na Outs. E em setembro o blog volta a Macapá, no feriado da independência.* QUE FIM LEVOU FIONA APPLE? – é a pergunta que estas linhas zappers fazem enquanto este texto vai sendo batucado no teclado do pc. Fiona, gênio precoce do rock underground americano dos 90’, simplesmente sumiu de circulação há um bom tempo. E o blog se lembrou da garota neste exato instante (madrugada de quarta pra quinta-feira) porque o Lab Teco Apple, da MTV, passou o (ok, já um tanto batido, mas ainda assim fodástico) clip de “Criminal”, o hit single (se é que podemos chamá-lo assim) de seu álbum de estréia, “Tidal”, lançado em 1996. Naquela época, FA tinha apenas 19 aninhos de idade, era uma gostosura absurda (deve continuar sendo, pois está atualmente com 33 anos) e cantava pra caralho, compunha canções acachapantes ao piano e tinha um feeling animal como melodista e vocalista. Não foi à toa que a crítica caiu de joelhos diante da sua estréia em disco. Mas Fiona era, digamos, subversiva e “junky” demais pra chegar ao populacho naquela época – algo que hoje Amy Winehouse conseguiu sem grandes problemas, mesmo pipando toneladas de crack e se entupindo de cocaína e heroína. Até hoje o vídeo de “Criminal” impressiona pelas suas imagens: Fiona desfila de calcinha e suitã boa parte do tempo (quando não está semi nua), e sua expressão é a de quem está numa trip sem fim de chapação pesada de drugs. Fora que seu rosto descomunalmente belo e sua expressão de putaça ordinária (daquelas que devoram sem dó machos e fêmeas sedentas, daquelas que urram e gritam a cada estocada de rôla em sua xoxota desvairada, ou a cada lambida em seu grelo inchado e teso) enlouquecem e assustam ao mesmo tempo quem assiste o clip. Foi, claaaaaro, um choque no mondo pop. O disco até que vendeu razoavelmente e Fiona lançou mais dois álbuns, ambos também bastante elogiados (“When The Pawn Hits The Conflicts He Thinks Like A King”, de 1999, e “Extraordinary Machine”, editado em 2005). Mas depois disso, a garota simplesmente desapareceu. Seu último disco de estúdio saiu há cinco anos. É um hiato enorme para estes tempos de cultura pop fast food, rápida e absolutamente descartável. E o rock anda careta e bunda-mole demais. Ele está precisando de uma bad girl como Fiona Apple. Fica então, a nossa torcida daqui para que ela ressurja com um discão o mais breve possível.Linda, sexy, junky, putona e canta pra caralho. Ou seja: tudibom!* Sim, sim, todo mundo já  viu alguma vez o vídeo de “Criminal”. Mas ele é tão genial e fodido (como a música em si, aliás), que não dá pra resistir: dá uma “recordada” nele aí embaixo:Fiona Apple – “Criminal”* E o novo disco dos amados escoceses do Belle & Sebastian se chama “Write About Love” e sai lá fora mês que vem. E, yep, eles estão a caminho do Brasil – assim como o Arcade Fire também está. Ou seja, este final de 2010 vai mesmo entrar para a história, pelo menos em termos de shows gringos por aqui.A capa do novo disco dos amados Belle & Sebastian* Aliás, “The Suburbs”, a nova obra-prima dos canadenses do AF, simplesmente aterrisou em primeiro lugar na parada da Billboard desta semana. Estaremos voltando aos bons tempos em que o Nirvana chutou Michael Jackson e Madonna do primeiro lugar da Billbo, e se instalou lá com o seu inesquecível “Nevermind”?* E “Hurley”, o novo álbum do amado indie nerd Weezer, chega às lojas em 14 de setembro. A capa do disco (essa aí embaixo), estampa o ator Jorge Garcia, que fazia o papel de… Hurley, oras, na maleta série “Lost”, pela qual a humanidade babava ovos mas que Zap’n’roll sempre achou um saco. Enfim, o track list do novo cd do Weezer é este:1 – “Memories”2 – “Ruling Me”3 – “Trainwrecks”4 – “Unspoken”5 – “Where’s My Sex?”6 – “Run Away”7 – “Hang On”8 – “Smart Girls”9 – “Brave New World”10 – “Time FliesLost? Nope, apenas a capa do novo cd do Weezer* E, sim, o Weezer merece todo o respeito do mundo e tals. Mas… será que eles ainda conseguem fazer rock relevante?* “Hey!!! Espera o inverno chegar/Hey!!! Quem é o último superstar/Sem ter noção de quando/A tempestade vai passar/Sair pisando na água/Megulhar no líquido céu/Hey!!!/Entendo quando Arnaldo/Perdeu a noção de realidade/Louco ou mutacional além do mar”. Isso é Stereovitrola. E a música se chama “Brother Arnaldo”, faixa de “No espaço líquido”, segundo disco da banda, editado já há uns dois anos. A música é uma clara homenagem ao gênio louco  Arnaldo Baptista. E a Stereovitrola, de quem estas linhas bloggers já falou bastante no ano passado, logo após a segunda edição do festival macapaense QuebraMar, periga ser uma das dez melhores bandas do novo rock brasileiro atual. Com certeza “No Espaço Líquido” é o melhor disco de rock independente nacional dos últimos tempos e o sujeito aqui passa às vezes madrugas inteiras ouvindo-o várias vezes. Enfim, o grupo toca em Sampa no dia 9 de setembro. E até lá ainda vamos falar muito dele aqui, pode esperar.* Yo La tengo também no SWU. Bacana! O trio indie americano também vai tocar no SWUO GRANDE INDIE ROCK BR ATACAEnquanto fala-se muito nos mega festivais que irão agitar o país agora no segundo semestre, como o SWU (em outubro, em Itú, interior paulista) e o Planeta Terra (em novembro, em Sampalândia mesmo), Zap’n’roll notou, dando sua costumeira “voltinha” na blogosfera dedicada à cultura pop e ao rock alternativo, que pouco tem se falado ali sobre a movimentação atual na indie scene nacional. E qual o motivo para esse “silêncio”? Falta de boas bandas? Talvez. De bons lançamentos novos em disco (seja na web ou mesmo no velhusco cd)? Pode ser também. E dos vindouros festivais da Abrafin de agora até o final do ano (como Calango, Varadouro, Se Rasgum etc), então? Lhufas.É uma pena que a movimentação da cena não esteja repercutindo como deveria em mídia impressa, sites, blogs etc. Porque, sim, apesar da excassez de bons novos grupos ou de bons lançamentos, eles continuam a acontecer. Por exemplo: na última terça-feira, aqui mesmo em Sampa, rolou o show de lançamento do primeiro álbum do grupo Paris Le Rock, sobre o qual você já leu aqui no blog e vai ler mais nos próximos posts. O PLR é tudibom: tem uma cantora charmosa e estilosa, boas composições, boas e curtas canções tramadas com guitarras bacanas e melodias idem. Uma raridade aliás no cenário under paulistano atual, onde sobram bandas e falta qualidade.Não só: quem for ao Inferno Club, também na sempre agitada e nervosa capital paulista rocker, nesta sexta-feira (leia-se hoje), vai poder conferir show dos gaúchos Cartolas. É um dos melhores grupos da atual indie scene nacional e possui uma sonoridade rigorosamente inclassificável. É rock? Yep, mas abarca tantas referências legais que acaba se tornando reducionista demais dizer que os moleques são “isso” ou “aquilo”. Só ouvindo os dois discos que eles lançaram até o momento e indo vê-los/ouvi-los ao vivo pra entender.O sensacional Stereovitrola: direto de Macapá, um dos melhores grupos do novo rock indie nacionalE tem também a Stereovitrola, laaaaaá de Macapá, de quem já falamos mais acima aqui mesmo neste post. A Stereo vai estar em Sampa mês que vem. Toca aqui no dia 9 (mesma data do show do duo americanmo She Wants Revenge na Clash Club, wow!). E vem mostrar toda a sua psicodelia e eflúvios do pós-punk inglês dos 80’, através das fodaças músicas e letras escritas pelo vocalista e guitarrista Juan Patrick. Dá gosto ouvir sem parar “No espaço líquido”, o disco de estréia deles (sendo que o grupo também possui um ep lançado). E incrível é que Zap’n’roll ainda não conseguiu ver um show inteiro da banda. Pretende fazer isso no dia 9 de setembro.Enfim, a cena anda se movimentando sim. E o blogão zapper que sempre a acompanhou de perto vai continuar observando essa movimentação atentamente. Nosso dileto leitorado, que há sete anos prestigia estas linhas rockers bloggers, pode esperar mais sobre estas bandas e outros grupos igualmente legais em nossos próximos posts. Aguardem!O BLOGÃO ZAPPER INDICA E COMENTA* Ingressos pro Camping do SWU: os preços estão pela hora da morte, todo mundo já tá sabendo. Agora, curioso mesmo foi a pesquisa feita pelo jornalista e blogueiro Rodrigo Salém: ele descobriu que, pelos preços cobrados pela organização do SWU pro pessoal poder acampar no festival, dá pra se hospedar em alguns hotéis de luxo da capital paulista. Uia!* Mais bandas nacionais no SWU: a produção do festival acaba de anunciar a inclusão do Glória, do Black Drawing Chalks e do… Teatro Mágico no line up do evento. Sem comentários… * Festival em Sorocaba: vai mesmo rolar por lá o Usina Festival e que, por enquanto, fechou com as seguintes bandas: Volantes, Subburbia, Hmblockbuster, Blank_Tapes (EUA), Osrelpis, Volpinagem e Tijolo. Fora que o evento vai marcar o comeback de uma lenda do rock pós-punk paulistano dos 80’, o Vzyadoqmoe. Yep, você jovem leitor destas linhas bloggers nunca ouviu falar deles, mas o Vzyadoq causou comoção na indie scene paulistana naquela época, com suas letras que desfiavam visões de morte à la Augusto dos Anjos e a música que era amalgamada em instrumentos metálicos (como latas e tambores), ao estilo dos grupos de rock industrial alemão também daquela época. O vocalista era o Fausto Marthe – e que hoje, assinando seu verdadeiro nome, Marcelo Marthe, é um dos repórteres de música da editoria de variedades da revista Veja. Enfim, assim que o blog tiver mais infos a respeito do Usina Festival, ele irá divulgá-las aqui, óbvio. Mas apenas pelo fato de o Vzyadoq estar na parada, já vale uma ida até Sorocaba.* Disco: faça um favor aos seus ouvidos. Vá até o MySpace da banda, e ouça o disco “No espaço líquido”, da Stereovitrola. www.myspace.com/stereovitrola* Filme: é cinemão de ação mas “Salt”, com a sempre tesudíssima Angelina Jolie, vale e muito sua ida até o cinema.* Baladas: semana que vem, já sabe! Mega festa de sete anos do blogão campeão quando o assunto é rock alternativo e cultura pop. Vai rolar dia 21 de agosto, sábado, lá na Outs (na rua Augusta, 486, centrão rocker de Sampa), com showzaços dos Corleones, do Vila Vintém, do Alarde e do graaaaande Charme Chulo. O line up de djs na pista, então, vai ser um escândalo: Tati e Valentim (os residentes da Outs), mais os super André Pomba e Pablo Miyazawa, as gatíssimas Bruna Vicious e Rudja Catrine, e Zap’n’roll, claaaaaro! Vai ser loki de perder? Buenas, enquanto a festona não chega, dá pra ir tranquilo hoje, sexta 13 (brrrrr…) no Inferno Club (também na Augusta, mas no 501), quando vai rolar noitada fodona com as bandas Cartolas e Sabonetes. É lá que o sujeito aqui vai enfiar o pé na lama nesta “naite” de sexta, hihi.QUER PRÊMIOS???Oxe, quem não quer, no? Então se liga: vai lá no hfinatti@gmail.com, que o blog põe na roda agora:* Duas cópias do álbum de estréia do grupo Paris Le Rock;* Outras duas cópias dos dois álbuns do grupo Cartolas;* E dois pares de convites pra você ir curtir, na faixa, a festa de sete anos do blog, semana que vem na Outs.Fora isso vai preparando o dedo no mouse que logo menos irão pintar por aqui INGRESSOS NA FAIXA pro show do She Wants Revenge e pros festivais SWU e Planeta Terra. Calma que o blogon está agilizando essas paradas todas e daqui a pouco as promos entram pra valer no ar, okays?BYE BYE GALEREO finde chegou e com ele Zap’n’roll se vai pra esbórnia, rsrs. Mas semana que vem voltamos no pedaço, beleusma? Até mais então!(finalizado por Finatti em 13/08/2010, às 5hs.)

Arcade Fire e Vila Vintém são as bandas! (agora vai!) Mais: as festonas dos sete anos do blog e a grande questão: o Rage Against vale mesmo quanto custa???

 Arcade Fire (acima) e Vila Vintém: a ponte Canadá/Amapá mostrando o melhor do rock atual* É, foi maus… o post anterior ficou sem conclusão. Gripe combinada com preguiça e etc. Desculpaê. Mas agora vamos botar esse treco pra funcionar porque a semana vai ser curta e quente por aqui.* Não se fala em outra coisa no mondo pop. “The Suburbs”, o novo discaço do Arcade Fire, finalmente ganha as lojas do mundo hoje. Capa da NME (como já mostrado no post anterior), assunto principal de todos os blogs que importam (como o “vizinho” Popload), sendo que até o nosso querido chapa ranzinza e rigoroso Dum De Lucca aprovou o disco, como ele disse ontem em papo telefônico com Zap’n’roll. Entonces, o que fazemos? Falamos enfim do álbum logo mais aí embaixo, oras.* E falamos também, neste post, das festonas que vão agitar todo o mês de agosto e vão comemorar os sete anos de existência do blog de rock alternativo e cultura pop mais legal da web brazuca – esse aqui mesmo, hihi. A esbórnia já começa neste finde lá na longínqua Macapá. E vai ter também na Outs, no clube A Loca etc. Vai lendo aí embaixo que você ficará sabendo de todos os detalhes.* Bien, bien, Avenged Sevenfold e Queens Of The Stone Age vão mesmo engrossar o line up do SWU. Ambos tocam na última noite do festival, dia 11 de outubro. Tudo ótimo, tudo lindo, mas Zap’n’roll continua achando uma barbaridade o custo pra curtir o festival de Itulândia. E estava conversando a respeito disso ontem, com a nossa sempre dileta amiga Adriana Ribeiro. O blog e ela fizeram as contas: com preço dos tickets, mais gastos com rango (que tem que ser comprado lá, não se pode levar comida pro festival), camping etc, quem for nas três noites do SWU vai gastar, no mínimo, mil reais. Sem caretice, mas não é muuuuuita grana pra se torrar num festival? Cadê o espírito rocker da parada, da organização, o mesmo espírito que norteou o lendário Woodstock? Óbvio que ninguém aqui está defendendo que seja tudo de grátis em Itú – nem seria possível isso, mesmo que o evento conseguisse milhões em patrocínio. Mas um pouco de bom senso em relação aos preços divulgados pela produção do evento, seria muito bem-vindo.* Fora que estão superestimando demais a participação do Rage Against The Machine nessa parada do SWU. Yep, o blog vai abrir a boca agora e desafiar o coro conformista daqueles que acham que a banda de Zack De La Rocha e cia. é um nome inatacável da história do rock. Que o RATM possui uma importância fodida e histórica dentro do rock mundial, ninguém duvida. Que a banda possui uma sonoridade fodona e é ultra-politizada, todo mundo também está careca de saber. Mas, e daí? Se você parar pra pensar friamente a respeito dos caras, eles tiveram de fato um grande e único hit, a espetacular “Killing In The Name” e fizeram toda a sua carreira em cima dele a partir de então. “Killing In The Name” faz parte do primeiro e homônimo disco do grupo, lançado em 1992 e ainda o grande álbum deles (depois a banda lançou apenas mais quatro discos, sendo que o último saiu em 2003). De lá pra cá, o Rage Against sobrevive muito mais em cima da sua fama e do mito criado em torno de si, do que propriamente por méritos artísticos relevantes. Além disso, é muito fácil posar de artista esquerdista e anarquista em um país como os EUA, onde qualquer posição minimamente à esquerda já é considerada como “comunista” e contra o governo. E também é muito fácil berrar em cima de um palco contra opressão política e social, quando se ganha cerca de um milhão de dólares por show, pra fazer esse papel. Né?Rage Against The Machine: quem não quer ser do contra por um milhão de dólares?* Outra banda escalada para o SWU, o Kings Of Leon, anuncia seu novo disco para outubro, mesmo mês do festival em Itú. O disco, com lançamento marcado para o dia 18 (exatamente uma semana após eles tocarem por aqui), vai se chamar “Come Around Sundown”.* Enquanto isso, o primeiro lote de ingressos pro Planeta Terra, que rola dia 20 de novembro em Sampa, e que custavam R$ 160 pilas cada, já foi pro saco. Lembrando que no Terra estão confirmados Smashing Pumpkins, Pavement, Gorillaz, Hot Chip e Phoenix, por enquanto. Vem mais por aí…* E esta loiraça aí embaixo, que você conhece muuuuuito bem, diz na nova edição da revista Vanity Fair, que parou de dar sua xota pros machos pra não perder a criatividade. Se a moda pega…* Buenas, sem mais delongas (pois o tempo é curto esta semana e o blog está indo pro Amapá  nesta sexta-feira pela manhã, logo após cair no show do Vive La Fête no Comitê Club, no baixo Augusta), vamos lá! Arcade Fire aí  embaixo, com toda honra e glória.O DISCO DE 2010 – ATÉ AGORA…O grupo canadense Arcade Fire existe há sete anos. Foi formado em Montreal, em 2003 e lançou até agora três álbuns – sendo que o mais recente, “The Suburbs”, chegou ontem às lojas americanas e européias (embora ele já esteja flanando há semanas pela web), e deve ser lançado em edição nacional em breve. Pode parecer pouco por um lado. Mas nestes dias velozes,voláteis e hiper fugazes e descartáveis da cultura pop via mundo virtual, uma banda durar sete anos e três discos já a faz ser considerada “velha”, a torna “veterana”. É um caso raro nos tempos atuais e o AF sabe disso. Assim como sabia que, se não lançasse um disco no mínimo sensacional, sua obra e sua carreira estariam fadadas ao esquecimento rápido. Porém, este “The Suburbs” mantém o grupo entre os melhores surgidos no rock alternativo mundial nos anos 2000. E é um cd que poderá se tornar um pequeno clássico de seu tempo, daqui a alguns anos.Não é um trabalho fácil, que “ganha” o ouvinte na primeira audição. Assim como não era “Funeral”, a magistral estréia do conjunto em 2004 e que além de ganhar fãs ao redor do mundo, ainda arrebanhou admiradores como David Bowie, por exemplo. Pois se em “Neon Bible” (o segundo disco, editado em 2007) o Arcade Fire mostrou um certo cansaço criativo em relação à sua estréia, no novo album, que levou três anos para ser gestado, a força artística dele ressurge plena e arrebatadora. Não é fácil entender a dinâmica musical de um grupo que, de sacada, possui uma formação inconstante (usualmente, um sexteto) e que, nos shows, costuma reunir dez pessoas no palco.The Suburbs: sério candidato a disco de 2010Além disso, tudo encanta no processo musical da banda: suas melodias a um tempo melancólicas e dançantes; sua pulsação rítmica que muitas vezes evoca os rituais das tribos indígenas canadenses; a variedade de instrumentos utlizada na composição harmônica de cada música; e os jogos vocais tramados pelo letrista, compositor e guitarrista Win Butler, seu irmão William e a violinista e também vocalista Régine Chassagne. A junção de todos estes elementos torna a música do Arcade Fire de tal forma rica que você custa a acreditar que se trata de um grupo pop, com canções altamente palatáveis, assobiáveis e dançantes. E elas são tudo isso. E ainda assim são ótimas, em todos os sentidos.Há um vasto oceano de matizes sonoros presentes nas dezesseis canções de “The Suburbs”. Tudo começa com a delicadeza sessentista, reflexiva e algo sombria (mas nem por isso menos empolgante) da faixa-título. Daí em diante, é um desfile de surpresas e novos detalhes que vão sendo revelados a cada nova audição. Há uma banda quase etérea e acústica em determinado momento (em “Half Light I”, belíssima com seus violões e pianos e o suave e triste vocal de Win), e altamente elétrica, quase heavy, em outro (como no single “Month Of May”). E há Régine Chassagne evocando a new wave do Blondie, além de faixas que podem ser consideradas como das melhores produzidas no rock nos últimos anos – caso das sensacionais “Modern Man”, “Empty Room”, “City With No Children” ou ainda “Suburban War”, esta última uma das preferidas do blog dentro de um cd no mínimo incrível, em sua extraordinária sensiblidade musical e estética.A resenha publicada pelo site da BBC chegou a considerar “The Suburbs” como sendo “defensavelmente melhor do que ‘Ok Computer’”, o hoje clássico do Radiohead. Trata-se de um evidente exagero, claro. Mesmo porque as duas bandas e os dois discos são muito diferentes entre si. Mas a cada nova audição, fica também muito claro que o terceiro álbum do Arcade Fire poderá se tornar também um pequeno clássico daqui a alguns anos. No mínimo, já pode ser considerado, por enquanto, como o melhor disco deste 2010 que já caminha para seu final.VILA VINTÉM E O GRANDE ROCK AMAPAENSEEstas linhas rockers bloggers voltam a falar do grupo Vila Vintém, incrível formação egressa lá da distante Macapá (capital do Amapá, no extremo Norte brasileiro), e que já foi falado aqui neste espaço pop/rock online, tempos atrás, em texto assinado pela sempre antenada Rudja Catrine, uma das grandes fãs da banda. Pois como o VV será uma das atrações da festa de sete anos do blog, no próximo dia 21 de agosto na Outs/SP, e como Zap’n’roll não pára de ouvir seu primeiro disco (em uma cópia em cd-r; ele também está disponível para download completo na web e a versão física e oficial deverá ser lançada em breve), vamos explicar aqui novamente porque o grupo é fodão.Formado pelo vocalista, guitarrista e letrista Diego Moura, pelo também guitarrista Rafael, pelo baixista Gabriel e pelo baterista Fabrício (além das eventuais colaborações do tecladista Charlie Gibson), o Vila Vintém existe há cerca de cinco anos. Já se chamou 12 Volts e teve outro line up. Com os integrantes atuais, faz shows constantes nos bares de rock da capital do Amapá e, ao viajar para Sampa daqui a duas semanas, estará saindo pela primeira vez da cidade onde nasceu para mostrar no distante Sudeste e na maior metrópole do país que, sim, é possível fazer rock de qualidade longe dos já saturados centros difusores de cultura do país.E o Vila Vintém é  fodão. Com uma sonoridade que remete tanto ao rock básico quanto a eflúvios de grunge à la Pearl Jam ou, ainda, a uma estranha mas bem-vinda emulação de um Los Hermanos mais rocker (impossível não achar que a inflexão de Diego não é parecida com a de Marcelo Camelo), o VV possui uma concepção melódica e poética que exala desencanto e imagens de desalento e desilusão com a condição humano e os relacionamentos de amor. Tudo isso embalado por uma seção musical poderosa e sólida, que dispara tanto approachs de rock setentista com ótimos solos de guitarra (como em “Transtorno bipolar”), como pode evocar até referências flamencas (nos violões e castanholas de “Corpos celestes”). E tudo filtrado pelo olhar altamente sensível do vocalista Diego, um estudante de direito de vinte e cinco anos de idade, com visual hippie (barba e óculos de lentes grossas), que escreve polaroids de um mundo onde não há grande felicidade ou satisfação em estar vivo.O vocalista Diego Moura (acima) e a capa do primeiro álbum do Vila Vintém: a banda é fodona!Yep, há pecadilhos aqui e ali na estréia da banda. Como a sonoridade algo confusa e indefinida em algumas faixas, ou a utilização de elementos desnecessários em outras (como o teclado com timbre cafona em “Charlatão”, que ficaria bem melhor sem o dito cujo). Mas, em compensação, há músicas incrivelmente belas e acachapantes, como “Megatons”, “Dona dos pés” e a fantástica “Escravo de Jó”, a simbiose inimaginável entre bolero, guarânia e rock – e isso, concebido por uma banda de… Macapá!!!Sim, idiotas e arrogantes sudestinos (e eles existem aos montes por aqui) vão bombardear o blog por causa deste texto sobre o Vila Vintém. Para essa turma otária não existe rock ou cultura possível fora dos limites de Sampalândia ou Rio ou os caralho do Sudeste. Falar de rock feito por uma banda em Macapá, então, é heresia e papo de jornalista “limitado” e que não entende nadica de nada. Pois Zap’n’roll está chapado há dias com o cd do Vila e acha que a banda forma, junto com a Mini Box Lunar (que já “convenceu” e encantou a intelligentsia formadora de opinião do Sudeste) e a Stereovitrola (de quem o blog também já falou, sendo que este grupo também desembarca em Sampa para shows no mês que vem), a trinca dos melhores grupos da capital do Amapá. Desculpaê, mas o rock independente feito atualmente no Sudeste é que está uma droga indefensável, e está na hora de admitir que as melhores bandas do novo cenário brasileiro estão, hoje, surgindo beeeeem longe do eixo Rio-Sampalândia. O blog vai mais longe e arrisca a dizer que não existe nesse momento, em São Paulo, um grupo novo tão bom quanto o Vila Vintém.Duvida? Vai aqui: http://www.4shared.com/dir/qIYB_OFp/sharing.html e ouça (e baixe, se gostar) as músicas da banda. Pra saber mais sobre eles: www.twitter.com/vilavintem . E pra contatar a banda: bvilavintem@gmail.com . E não se esqueça: eles tocam dia 21 agora, na festona de sete anos do blog, com muito orgulho e satisfação para estas linhas zappers. Oportunidade imperdível para ver, ao vivo, uma banda que tem tudo para ser um dos grandes nomes do novo rock independente brasileiro.VILA VINTÉM – UMA LETRA“Megatons” (Diego Moura)Outra dose pra tomarSempre em sono matinalSem descarga pra puxarProlifera em vendavalContemplando cada grãoDo meu dano cerebralCada verso da cançãoMe fazendo racionalIronizo a manhãPerguntando para o céuSe a nuvem é de lãMeu casaco é de papelMe dissolvo em calafrioVejo a nitidez do arFoi o que me sugeriuUm quadro fácil de pintarOutra fuga planejarCiclo de perseguiçãoRastejante me guiarVislumbra um portãoVou pisando no vazioLatejando megatonsA sirene me ouviuVolto a velhas decisõesDa janela mergulharCaio a pleno vaporEnganando com o olharCom trejeitos de robô Vago em outra dimensãoVejo o céu anuviarColidindo em profusãoAcidente nuclearLatejando megatons…——————–E PRA INCENDIAR AGOSTO…Yesssss! Zap’n’roll chega ao seu sétimo ano de existência online (quantos blogs dedicados ao rock alternativo e à cultura pop conseguem durar tanto tempo, em um mundo tão volátil e fugaz quanto o virtual?) agora em agosto e vai botar pra foder durante todo o mês, com festonas que já começam nesta sexta-feira em Macapá, quando rola por lá “A festa nunca termina”. Claro, inspirada no já clássico longa “24hours Party People”, a esbórnia rocker vai contar com discotecagem destas linhas zappers, além de show do sempre fodão Stereovitrola.E não só: dia 21, sábado, é a noite da grande festa de sete anos do blog, lá na Outs/SP. Além dos showzaços do Vila Vintém, dos Corleones, do Alarde e do graaaaande Charme Chulo, o povo ainda vai poder se acabar na pista com as discotecagens do blog e também da Tati e Valentim (os residentes da Outs), além das gataças Bruna Vicious e Rudja Catrine, e dos feras e queridaços André Pomba e Pablo Miyazawa (o super monge japa zen editor da Rolling Stone).E pra encerrar tudo com chave de ouro, Zap’n’roll ainda ataca nas pick-up’s do clube A Loca no domingo, dia 22, quando vai ajudar a bombar ainda mais a já mega clássica noite Grind, comandada há doze anos pelo super dj André Pomba.E aê, vai perder alguma dessas baladas? Melhor não, senão depois o arrependimento vai ser graaaaande, hihi. O BLOGÃO ZAPPER INDICA* Discos: não tem nem o que discutir. “The Suburbs”, o novo do Arcade Fire, é o grande lançamento desta semana.* Filme: “Salt”, com Angelina Jolie. É cinemão, é diversão mas tem Jolie na parada, e isso faz toda a diferença.* Balada fodona: o Vive La Fête toca nesta quinta-feira (mais conhecida como amanhã) em Sampa, lá no Comitê Clube, grudado no StudioSP, no baixo Augusta, região central de Sampa. Quer ir na faixa na esbórnia? Email djá pro hfinatti@gmail.com.br, que o blog descolou um ingressinho pra dar pra algum(a) sortudo(a) que está a fim de ir lá. Na mensagem você desesperado leitor zapper, deve colocar um telefone pra contato, pois o blog irá avisar o vencedor amanhã à tarde por fone, ok?* Mais baladas? Vem que tem: sabadón vai ferver no baixo Augusta, com show do We Are The Clash na Outs (rua Augusta, 486) e mais a já consagrada festa “Pop&Wave”, dedicada aos anos 80’, lá no Inferno Club (na mesma Augusta, mas mas no 501). Enquanto isso, laaaaaá em Macapá, o blog estará agitando e discotecando na festona “A festa nunca termina” nesta sexta-feira, 6, no clube Mosaico. Beleusma, né? E AQUELES VELHOS PRÊMIOS…Estão saindo pra esse pessoal aê:* Débora Souza Ruiz  (Salvador/BA), fica com o disco solo tripo do grande Messias;* Ricardo Grillo (São Paulo/SP), vai receber o disco de estréia do Girls;* Amanda Freitas Ariane (São José dos Campos), faturou o disco de estréia do grupo Fundrivers;* E Edilson Rock’n’roll (?) (Assis/SP), vai receber o segundo disco do trio Zefirina Bomba.E calmaê que tem mais! Vai lá no hfinatti@gmail.com, que além do ingresso para o show do Vive La Fête amanhã em Sampa, tem também em disputa:* Um kit com dois cds do Vive La Fête;* Outros dois kits com, cada um, um par de convites pra festa de sete anos do blogão zapper dia 21 de agosto na Outs, mais os dois álbuns do grupo curitibano Charme Chulo, que vai tocar na festona;* E outro kit com dvds e cds da sempre amigona gravadora ST2.E TCHAUZES!!!Post no ar e blog indo cuidar da vida. Amanhã estamos no Vive La Fête, em Sampa. E sextona em Macapá, wow! Então, beijos na galere que semana que vem voltamos com muuuuuito mais. Até lá!(enviado por Finatti às 17:40hs.)