Agora vai! Blogão de visual novo. O novo e quase horrível disco dos Horrors, mais Helmet, Ramones, Los Porongas e… Sandy assumindo que gosta de ser enrabada, uia! (versão final em 30/7/2011)

Os ingleses do Horrors, em sua fase "dark"; agora, mais new wave, a banda estourou na Inglaterra

 

Visual novo.
Pois então. Está aí, ao alcance da sua visão e para quem começa a ler estas linhas rockers bloggers agora. Desde que começou a ser publicado também aqui, em seu endereço próprio (e além do já conhecido endereço no portal Dynamite online, onde está hospedado há longos oito anos), o blog de rock alternativo e cultura pop mais legal da web Brasil vem procurando aperfeiçoar sua plataforma virtual. E isso incluía mudanças no fundo dele (que era escuro) e também na cor utilizada nas letras (que eram claras, porém pequenas). Como a dificuldade para ler era grande e os leitores estavam sempre reclamando e pedindo por essas mudanças, elas foram sendo estudadas pelo nosso querido Rodrigo Khall Ramos (ex-webmaster da Dynamite e que ainda cuida da parte estrutural da Zap’ n’roll), até que finalmente esta semana o novo projeto visual entrou no ar.  Agora, com fundo claro e letras escuras, fonte maior no título do post etc, o “trabalho” de ler o blog deverá se tornar mais prazeroso ao nosso dileto leitorado. A mudança, enfim, veio em boa hora. Em uma semana em que muito aconteceu no mondo pop e no rock. A semana em que perdemos a ultra amada e já saudosa Amy Winehouse, a semana em que rolaram vários shows em Sampa (sendo que um deles, o do Helmet, que rolou ontem no Beco203, você já fica sabendo como foi aí embaixo, em resenha escrita pela nossa colaboradora Tatiana Ramos), em que a briga entre SWU e Planeta Terra esquentou ainda mais (qual dos dois festivais está com o melhor line up até o momento, na sua opinião?), em que o zapper gripadão (pois é, acontece, estamos nos entupindo de remédios desde anteontem, pra ser se a gripe vai embora logo) ganhou oficialmente sua nova, linda, esperta, inteligente e bacana girlfriend (a estudante de letras Helena Lucas, que também passa a colaborar com o blog, analisando neste post o novo disco dos queridos Los Porongas) e… a semana em que a deusa Sandy (uia!) assumiu, em entrevista que será publicada na edição da revista Playboy que está indo para as bancas, que gosta de ser sodomizada. Wow! Isso vai render um ótimo tópico aqui, onde o blog vai comentar a declaração da cantora, a repercussão na mídia e na internet e, claaaaaro, aproveitar para fazer um mini-diário sentimental, com recuerdos das ex-namoradas do sujeito aqui, que adoravam a prática do sexo anal, hihi. Enfim, tudo isso só no blogão de cultura pop que nunca pára, né?

* Anyway, como foi comentado aí em cima, houve renca de shows esta semana em Sampalândia. Teve para todos os gostos: Limpa Biscoito, Avril Lavigne, o mestre Jon Spencer e seu Blues Explosion (ontem, no Bourboon Street) e o Helmet (também ontem, mas no baixo Augusta, lá no Beco203), sendo que este você fica sabendo como foi logo aí embaixo, em texto assinado por Tatiana Ramos, DJ residente do clube Outs e colaboradora do blog:

* HELMET EM SAMPA (BECO203 ONTEM, 28/7/2011) – O Beco 203, em São Paulo, ficou pequeno perto da grandiosidade da banda Helmet. Para quem viu o show da banda em 1994, sua primeira passagem pelo Brasil, e depois em 2008, não se arrependeu de conferir novamente o som dessa banda novaiorquina.  Ao contrário, se surpreendeu com a qualidade e vigor que a banda apresentou em palco, mesmo depois de 22 anos de carreira. Page Hamilton, guitarrista, vocalista e fundador da banda se mostrou muito simpático, sempre interagindo com o público, tocou entre outros sucessos da banda Meantime, Unsung e Just Another Victim, além de músicas de seu mais recente álbum “Seeing Eye Dog” de 2010. No bis ainda arriscou dedilhar Garota de Ipanema. Com a casa lotada, um ótimo sistema de som, e o peso da banda Helmet, seria impossível mesmo alguma coisa dar errado. Em turnê pelo Brasil a banda ainda irá se apresentar no festival Porão do Rock, em Brasília dia 29 e no Beco 203, em Porto Alegre dia 30. (Por Tatiana Ramos, especial para Zap’n’roll/Fotos Valentim Van Der Meer)

Page Hamilton, do Helmet, comanda o público ontem, no Beco203/SP

* E hoje faz uma semana que ela se foi. Vai fazer falta na música pop, e como. Por isso mesmo, a capa da NME desta semana, lindíssima, e reproduzida aí embaixo, é mais do que merecida.

* E o Vanguart, um dos grandes nomes do novo rock brasileiro do novo milênio, finalmente vai lançar seu segundo disco de estúdio. Segundo nota publicada na última terça-feira no site da revista Rolling Stone, o álbum “Boa parte de mim vai embora” será lançado em 20 de agosto, com show no Sesc Vila Mariana (em São Paulo). A nova casa dos Vangs é o selo Vigilante, sub-divisão da DeckDisck (sendo que o blog zapper já tinha ANTECIPADO, há duas semanas, que o novo trabalho dos cuiabanos radicados em Sampa iria sair pela gravadora de Rafael Ramos). Havia um acordo informal, de cavalheiros, entre e o blog e o vocalista Hélio Flanders, além do produtor Bruno Montalvão (por quem este espaço online sempre nutriu simpatia e amizade, mas que há pouco, em absoluto descontrole emocional, proferiu ofensas, via telefone, contra o autor destas linhas zappers) para que este espaço online fosse almoçar em breve com ambos, a fim de fazer uma audição em primeira mão do novo álbum. Mas agora, com a Deck mandando e desmandando na agenda do quinteto, parece que o tal almoço foi pras picas, infelizmente. Paciência…

* E por opção do vocalista do Vanguart, Hélio Flanders, ele e Zap’n’roll não são mais amigos na rede social Facebook. Novamente: paciência…

* E a novela Foo Fighters continua. Show já em 2011? Será???

* Sextona, né? Então vamos, enfim, falar do novo disco do The Horrors. Porque ainda tem muito post pela frente.

THE HORRORS – MAIS UM HYPE QUE NÃO SE JUSTIFICA
Formado na Inglaterra em 2005 e com apenas três discos lançados até agora, o quinteto The Horrors é a bola da vez na Velha Ilha. Foram headliners de alguns dos principais festivais de verão que rolaram na Europa nas últimas semanas, estão bombadíssimos entre público e crítica especializada, e são adorados por gente como nosso correspondente Marcelo Yorke, ou por bibas antenadíssimas em rock alternativo (como o querido Daniel Meirelles, Just Like Dani pros íntimos). Fora que “Skiyng”, o novo álbum do grupo, lançado lá fora em 11 de julho último (pelo selo XL Recording, e sem previsão de lançamento aqui), não cansa de ser elogiado e paparicado pela rock press de lá: o Allmusic deu quatro estrelas pro disco. O sisudo Guardian também deu quatro. E a NME tascou nota nove pro trabalho (na escala tradicional do semanário, que vai de zero a dez).

Bão, e daí? Daê que Zap’n’roll não consegue entender porque tanto oba-oba em torno do Horrors. Ok, o primeiro cd do quinteto (atualmente integrado pelo vocalista Faris Badwan, pelo guitarrista Joshua Third, pelo tecladista Tom Furse, pelo baixista Rhys Webb e pelo baterista Coffin Joe – yes, a alcunha em inglês pela qual é conhecida o nosso grande Zé do Caixão), “Strange House” (editado em 2007) é legalzin, com suas ambiências darkosas e mezzo psychobilly. Aí vem “Primary Colours” em 2009 (que o blog, admite, não ouviu até hoje) e que todos consideram fodástico e este “Skying”, que fez o conjunto explodir nos charts britânicos.

Capa do novo disco do The Horrors

Não é um disco ruim, na verdade. É bem gravado, bem produzido e tem boas músicas. Mas o que irrita na banda é sua falta de identidade musical, sua indefinição estética e que aqui fica evidente, gritando a cada faixa. Se antes os Horrors já foram mezzo góticos, agora o grupo emula o pós-punk calcado em sintetizadores, à la Thompson Twins e Psychedelic Furs (alguém ainda se lembra dessas duas “entidades” da new wave inglesa do final dos 70’/início dos 80’?). Nada demais e estaria tudo ok se os dois nomes citados não tivessem existido, e não tivessem sido mais competentes em engendrar essa ambiência musical que o Horrors tenta reeditar mas com um sabor de déja vú. Isso fica muito claro em “Changing The Rain”, que abre o cd, e em “You Said”, sendo que apenas em “Endless Blue” as guitarras surgem furiosas e se sobrepõem, em melodia acelerada, às camadas e camadas de teclados.

Essas ambiências “sintetizadas” ressurgem imponentes em “Still Life” (uma balada que, apesar de seu estofo musical cafona, ainda consegue ser bonita na forma), e na grande música do disco, “Moving Further Away”. Apesar de ter mais de oito minutos de duração, é uma canção com boa progressão melódica e variações climáticas interessantes, nos teclados e na condução vocal.

Mas, definitivamente, esse “Skying” não merece toda a badalação que está sendo dispensada ao The Horrors. Enfim, são os tempos atuais do pop e do rock planetário, onde a qualidade cada vez mais está sendo nivelada por baixo e quando algo mediano é lançado, já é saudado como a salvação do rock’n’roll. Sem parecer saudosista ou coroa ranzinza, mas dá saudade mesmo dos tempos do vinil e quando não havia internet para propagar zilhões de bandas medianas ou ruins, que daqui a alguns meses ninguém mais vai lembrar da existência delas.

* Mais sobre os Horrors? Vai lá: www.thehorrors.co.uk

THE HORRORS AÍ EMBAIXO
No vídeo da bonita balada “Still Life”

E OS PORONGAS AINDA REVERBERAM COM O SEU FODAÇO “O SEGUNDO DEPOIS DO SILÊNCIO”
Yep, o segundo álbum do quarteto acreano, atualmente radicado em São Paulo, continua recebendo elogios mesmo quase dois meses após o seu lançamento. É que o cd é fodão mesmo, com a qualidade já demonstrada pela banda em sua estréia e no DVD ao vivo, lançado pelo Itaú Cultural.
Estas linhas rockers bloggers estavam devendo uma boa análise do disco aqui. E ela enfim segue logo abaixo, em texto (muito bom, diga-se) assinado pela estudante de letras e também blogueira Helena Lucas.

Os Porongas: um dos melhores grupos do rock brasileiro dos anos 2000

Tempo diferente em todo lugar, silêncio independente do tempo que durar

Por Helena Lucas, especial para Zap’n’roll

Logo no começo de relacionamento, recebo de presente do meu querido e do querido de vocês Humberto Finatti o álbum “O Segundo Depois do Silêncio” da banda Los Porongas. De costume, coloco no player para ouvir e tento criar alguma conexão musical e existencial com o álbum que está dedicando para ser minha trilha sonora daquele dado momento. Houve inúmeras razões para que eu cobiçasse o som e não desconcentrar a minha atenção ao presente.

Questões existenciais começam a rondar sua cabeça “…na boca da noite” (Bem Longe), quando a cidade de São Paulo vai mostrando a sua magnitude da sua hora do rush, quando as almas quase penadas, taciturnas e noturnas surgem para compor o cenário de semi-decadência na calada noite preta.

Qualquer migrante, poucos ou muitos anos, pode ver-se recolhido num ambiente imaginando que não poderia se materializar ali, talvez, há um ou dois anos –  está ali porque se acredita em alguma coisa que só aquela atmosfera de cidade pode proporcionar. Seus melhores amigos são o tempo e o silêncio, a dúvida e a certeza, os paradoxos mais antigos do ser humano.

A banda Los Porongas lançou no ano de 2011 o álbum intitulado “O Segundo Depois do Silêncio”, o segundo trabalho em estúdio feito por Diogo Soares (letras e voz),  João Eduardo (guitarra), Márcio Magrão (baixo) e Jorge Anzol (bateria) contém participações ilustres como Helio Flanders (Vanguart), Carlos Eduardo Gadelha (O Jardim das Horas), Leandro Febras e Thiago Perozzi (Nosotros), Maurício Pereira (ex-Mulheres Negras) e o coro Mais Massa.

A capa de "O segundo depois do silêncio"

Notavelmente, o amadurecimento dos quatro rapazes de Rio Branco (AC) chamou bastante atenção da crítica musical não só pela construção das letras, mas pela construção sinuosamente bem elaborada de sua melodia e instrumentalização. O recheio do álbum é bem psicodélico, algumas músicas marcadas pela presença da viola caipira, em minha opinião, um dos instrumentos que aproxima o nativo das características de sua terra natal mesmo que esteja longe dela para alcançar um objetivo na sua vida (o que também pode dar certo ar de nostalgia).

Pode afirmar-se que como letrista Diogo Soares ousa na medida certa ao retratar a consensual união entre o tempo e silêncio. Seu lírico nos remete em como o ciclo do tempo funciona para um recém-chegado a uma cidade tão corrida (o manifesto é visto em “e quando a gente vai deixar cada segundo respirar”, trecho da música “Cada Segundo”), tão esperançosa, tão cinza; é percebido, então, que a conquista do objetivo ou busca por respostas parece-nos mais uma trapalhada (destaque para a faixa “Bem Longe” e “Desordem [Time Out]) do que uma grandiosa ambição. A aliada solidão muitas vezes compõe um espaço melancolicamente poético, o que é mostrado na letra de “Fortaleza” (“Numa leve e linda solidão/não vou deixar de lado o que é dos meus).  Não só crises existenciais são moldadas pelo tempo: há também uma faixa reservada para o romantismo com o título “A Dois”, uma baladinha bem leve, uma letra quase simplista que não pode ser considerada uma mera declaração de amor para “leigos”.

As surpresas que uma grande metrópole pode causar, mesmo que elas sejam esperadas, algum tipo de desconforto e confusão mental: você pode ser desconhecido, o herói, o escorraçado nacional, um mero sem teto, sem ânsia, sem identidade.  Uma cidade como São Paulo pode proporcionar estranheza e deslumbramento mesmo para o nativo, mas as linhas esclarecedoras e análises suntuosas vem melhor do pensamento de um louco achando o encantamento em cada dor descoberta em momentos silêncios e contidos no segundo.

(Helena Lucas Rodrigues, 21 anos, é estudante de Letras na Universidade Federal de São Paulo, além de editora do blog Female Rock Squad, que pode ser acessado em http://femalerocksquad.wordpress.com/ )

RAMONES – A BIOGRAFIA DEFINITIVA?
Editada recentemente pela editora Madras, “Hey Ho Let’s Go: a história dos Ramones”, talvez seja o compêndio biográfico definitivo de uma das maiores bandas da história do rock, em todos os tempos. O livro, inclusive, já foi objeto de resenha no nosso querido blog vizinho, o Jukebox, do expert Dum DeLucca. Mas como nem todo nosso fiel leitorado acompanha a sempre bacana Jukebox, Zap’n’roll também traz aí embaixo uma análise do volume, feita pelo igualmente expert Cristiano Viteck, colaborador zapper freqüente e que, inclusive, aponta falhas no acabamento e tradução da edição brasileira da obra.

Ramones: lenda eterna e imbatível de todo o rock'n'roll

Cristiano Viteck, especial para Zap’n’roll

Demorou, mas finalmente uma editora brasileira teve a coragem de bancar uma edição nacional de uma entre as várias biografias dos Ramones. E a escolha foi acertada. “Hey Ho Let’s Go: a história dos Ramones”, do jornalista inglês Everett True, é uma das melhores já escritas sobre a banda nova-iorquina. Muito mais interessante, por exemplo, que a famosa e oficial biografia “Ramones: an american band”, lançada no começo dos anos 90 por Jim Bessmann, em parceria com o grupo.

Com uma carreira jornalística que inclui trabalhos para as revistas New Musical Express e Melody Maker, Everett True ficou conhecido na história da imprensa como um dos primeiros repórteres a dizer ao mundo, em 1989, que havia algo muito interessante acontecendo na cena musical de Seattle (EUA), efervescência cultural que dois anos depois ficou mundialmente famosa como “grunge”. Com esse histórico, o autor de “Hey Ho Let’s Go” já merecia um bom crédito para escrever uma biografia dos Ramones, o que melhorou ainda mais quando ele desavergonhadamente se assume um fã de carteirinha dos reis do punk rock logo nas primeiras páginas do livro. Mas se engana quem pensa que por ser fã Everett True amaciou a história que pretendeu contar.

O livro começa de maneira óbvia contando a infância e adolescência de Joey, Johnny, Tommy e Dee Dee, até o momento em que esses quatro desajustados resolvem formar uma banda e batizá-la com o nome de Ramones. Daí em diante, a história segue de forma linear, passando pelas primeiras apresentações, as gravações de todos os discos, a turnê ininterrupta de 22 anos que a banda fez até encerrar as atividades em 06 de agosto de 1996, em um show repleto de convidados especiais como Eddie Vedder, Lemmy Kilmister e até o próprio Dee Dee Ramone – que havia saído do grupo sete anos antes –, entre outros.

Mas, biografias existem pra mostrar o lado podre dos nossos ídolos! E é claro que “Hey Ho Let’s Go” seria muito chato se Everett True não se dispusesse a revelar as turbulências internas dos Ramones, uma rotina bem diferente daquela que os fãs imaginavam existir dentro daquela suposta “happy family” do punk rock. Como se descobriu depois do fim do grupo, quando cada Ramone se sentiu no direito de falar a merda que desse na telha sobre os ex-companheiros, o dia-a-dia dos Ramones podia ser o paraíso ou o inferno na Terra.

Ser um Ramone era viver em constantes: discussões, porradas, usar muitas drogas, estar permanentemente frustrado por não emplacar um grande sucesso e embarcar em constantes turnês, que eram interrompidas apenas para gravar rapidamente um novo disco e cair na estrada outra vez. E ainda tem a história da namorada que Johnny roubou de Joey e que causou a maior celeuma em toda a carreira dos Ramones, tanto que desde quando isso aconteceu no começo da década de 1980 o guitarrista e o vocalista praticamente deixaram de se falar. Isso seria motivo mais do que suficiente pra todos abandonarem o barco, mas os Ramones seguiram adiante.  Mesmo com as mudanças de formação, Joey e Johnny se mantiveram firmes no propósito de seguir com a banda.

No livro, o autor explica que isso só foi possível porque, nas palavras de Joey, nada era melhor na vida do que cagar, trepar e tocar nos Ramones.

Para escrever “Hey Ho Let’s Go”, Everett True recorreu a uma série de entrevistas dadas pela banda e publicadas ao redor do mundo. Falou com pessoas próximas ao grupo e com o próprio Joey, Tommy, Marky e CJ. Mas nunca conseguiu encontrar o baterista Richie, Dee Dee não demonstrou o menor interesse em ser entrevistado para o livro e com Johnny o autor nunca conseguiu falar. Ainda assim, conseguiu reforçar o mito quanto às personalidade de cada Ramone:

– Tommy, o mentor;
– Joey, o romântico;
– Dee Dee, o porralouca;
– Marky, o bebum que teve a sorte de entrar para a banda;
– Richie, o Ramone esquecido;
– CJ, o baixista que trouxe frescor ao grupo nos anos 90;
– Johnny, o autoritário fascista!

A edição lançada pela Madras é  a segunda versão de “Hey Ho Let’s Go”, publicada originalmente em 2002 e que acabou sendo ampliada em 2005, após a morte de Johnny Ramone. Apêndice acrescentado, inclusive, depois que o autor levou um esporro de Bobbie Gillespie, do Primal Scream, que não havia ficado nada contente com a maneira como Everett True retratou o guitarrista no livro. “Você subestimou totalmente o papel dele na banda”, vociferou Gillespie.

Aliás, não são poucas as vezes que quem está lendo o livro tem vontade de torcer o pescoço do autor. Isso, principalmente,  quando ele se dispõe a afirmar que o último disco bom dos Ramones foi “Too Tough To Die” (1984), ou que “Pleasant Dreams” (1981) é um disco horrível ou que depois da saída de Dee Dee os Ramones passaram a ser uma banda tributo de si mesma. Bobagem pura, é claro!

Mas isso, tudo no final das contas, só torna “Hey Ho Let’s Go” ainda mais interessante. Chato mesmo é a má qualidade da edição da Madras, que peca pelo acabamento irregular do livro e por estampar algumas fotos com péssima qualidade de impressão. Nada comparável aos erros da tradutora Neuza Paranhos, que demonstrou total incapacidade de entender quando a palavra “cover” se refere à capa de um disco ou quando diz respeito a algumas regravações de músicas de outras bandas que os Ramones fizeram.

Porém, nada que tire a satisfação de ler a história daquela que – aí sim Everett True acertou na mosca – um dia foi a maior banda do mundo!

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Foi maus aê. O post fica por aqui, mas semana que vem tem mais, quando iremos comentar – com direito a diário sentimental sobre – a nova opção sexual da querida Sandy, hihi.

Sabadão chuvoso em Sampa, e o zapper sentimental vai cuidar de sua girlfriend Helena Lucas, que está gripada. Pra quem vai pro rolê: tem DJ set dos sempre bacanas Volantes na Funhouse (rua Bela Cintra, 567, Consolação, centrão rocker de Sampa). E dj set tributo na Outs (no 486 da rua Augusta) aos grandes nomes do rock    ‘n’roll, que se foram desta pra melhor aos 27 anos de idade.

E semana que vem, na sextona em si, 5 de agosto: noitada rocker imperdível desde já no Beco203, no baixo Augusta, com showzaço do Acústicos & Valvulados e dos sensacionais Cartolas (uma das dez melhores bandas do novo rock brasileiro), com direito a backing vocal zapper na música “Partido em franja”. Todo mundo já convidado a cair na mega esbórnia rocker, wow!

Não foi no hfinatti@gmail.com, ainda? Vai lá, que a disputa está mega sangrenta por:

 * INGRESSOS para o Planeta Terra festival, dia 5 de novembro em Sampa;

 * E duas cópias do incrível DVD “Screamadelica Live”, do Primal Scream

É isso aê! Semana que vem tem mais aqui. Pra quem vai pra balada rocker mais fodona do mundo (a da “naite” paulistana), boa diversão! Pra quem vai em show do fim de carreira Angra nos cafundós do Brasil (jezuiz…) e está feliz com isso (hihi), boa sorte!

 (finalizado por Finatti em 30/7/2011, às 21:30hs.)

O Rock Grande Do Norte – e mais algumas coisinhas (Faith No More no SWU, Justin Bieber em Sampa, e covardes, canalhas e losers que insistem em perseguir de maneira doentia o blog)

Capa da edição de sábado último do Caderno 2, suplemento cultural do diário O Estado de S. Paulo, destacando a nova cena musical jovem do extremo Norte brasileiro. A cena merece!

* O título principal deste post (“Rock Grande do Norte”) é o mesmo que batiza a matéria publicada na capa do Caderno 2, do jornal O Estado De S. Paulo, na edição do último sábado, 16 de julho de 2011. Escrita pelo autor deste blog, a reportagem – que ocupou uma página interna inteira do caderno – radiografa com precisão a nova movimentação da música jovem independente no extremo Norte brasileiro, mais especificamente nas cidades de Boa Vista (capital do Estado de Roraima) e Macapá (capital do Amapá).

* O blog já esteve muitas vezes em Macapá, e foi conhecer a cena rocker roraimense em junho passado, graças ao carinhoso convite feito pelo agora amigão Victor Matheus (vocalista e guitarrista da banda Veludo Branco, além de produtor cultural local), para cobrir a primeira edição do Skinni Rock Festival, que já foi amplamente comentado aqui mesmo, nestas linhas zappers. Assim, veterano que é na cobertura da cena independente nacional, não foi difícil para Zap’n’roll emplacar a pauta no Estadão, um dos quatro maiores jornais diários do Brasil e cujo caderno cultural é um dos melhores publicados hoje na imprensa nacional.

* A matéria foi super bem editada pelo querido Júlio Maria (o responsável pela parte musical do Caderno 2), e Zap’n’roll só tem a agradecer o espaço generoso que o Estadão cedeu para falar de uma cena musical vibrante, bacana e que está sim se transformando no celeiro da renovação musical brazuca.

* Abaixo, o texto publicado nas versões impressa e online do jornal, e aqui acrescido de um box informativo, com as fichas técnicas das principais bandas em atividade hoje nas duas capitais do distante (porém atuante) Norte brasileiro.

VOLUME LÁ NO ALTO

Humberto Finatti
Especial para O Estado

Mesmo em pleno século 21 e em tempos de internet, regiões como o extremo Norte brasileiro ainda não conseguem uma boa visibilidade para a sua intensa produção cultural no restante do País. Somente agora, capitais como Boa Vista, de Roraima, e Macapá, Amapá, – com sua efervescente e novíssima cena musical jovem produz discos, promove festivais entre outras atividades – têm alguns de seus talentos apreciados pela grande mídia especializada do Sudeste.

A reportagem do Caderno 2 esteve nos dois municípios, para acompanhar de perto essa movimentação musical. Em Boa Vista (com cerca de 280 mil habitantes), por exemplo, se deparou com uma atuante cena formada por cerca de 30 bandas, que se dividem entre fazer um trabalho autoral e também produzir covers de gêneros como heavy metal e punk hardcore.

“O rock roraimense tem uma história que começou na década de 1980, mas que tomou forma e se organizou a partir dos anos 2000”, explica Victor Matheus, de 25 anos, vocalista e guitarrista da banda Veludo Branco, uma das principais em atividade na cidade. Além de músico, Matheus também é agitador cultural e produziu, em junho, a primeira edição do Skinni Rock Festival, que levou ao palco da unidade local do Sesc oito grupos, sendo seis do município e dois de Manaus.

Além da Veludo Branco, em Boa Vista diversas bandas já vêm conquistando um número enorme de fãs, como é o caso da Jamrock (que apesar do nome, produz um reggae de forte apelo pop e radiofônico) e da Mr. Jungle. Esta última, mais voltada ao hardcore, é liderada pelo vocalista Manoel Rolla, de 32 anos, também produtor cultural e um dos coordenadores da organização Canoa Cultural, um coletivo de artistas que já realizou dezenas de atividades no município. “De 2008 até agora, o Canoa já realizou mais de cem eventos, como festivais, shows, palestras, mesas-redondas e oficinas”, explica Manoel. “Trouxemos cerca de 50 bandas para tocar, algumas de outros Estados e outras já bem conhecidas na cena musical independente, como a Madame Saatan e os Los Porongas.”

Veludo Branco (acima) e Mr. Jungle (abaixo), os dois grandes nomes do rock roraimense

Movimentação semelhante ocorre também em Macapá, a única capital brasileira que não possui ligação por terra com outros Estados – ali só se chega de navio ou avião. Esse “isolamento”, no entanto, não impediu que a cidade de quase 400 mil habitantes também desenvolvesse uma cena musical jovem e empolgante. Conectada, em termos de informação, ao restante do País através da internet e de suas redes sociais, e contando com entusiasmo dos músicos e apoio do poder público local, a cena macapaense hoje tem pelo menos dois nomes bem conhecidos no novo rock brasileiro, as bandas Mini Box Lunar e Stereovitrola. A primeira mistura em sua sonoridade referências da música regional local, Beatles, psicodelia, Mutantes e Arnaldo Baptista, tudo com letras em português escritas pela vocalista e poeta Heluana Quintas. A sonoridade do grupo chamou tanto a atenção que ele já foi tema de artigo na revista Rolling Stone, e deverá lançar seu primeiro disco ainda este ano.

Já a Stereovitrola se volta mais para as guitarras power pop e o pós-punk inglês dos saudosos Smiths, mas também com ótimas letras em português, escritas pelo vocalista Ruan Paatrick. E tanto na Stereovitrola quanto na Mini Box Lunar atua o tecladista e produtor cultural Otto Ramos, de 31 anos, e coordenador do coletivo Palafita, que organiza as atividades relacionadas à nova cena musical da cidade. “Hoje, em Macapá, temos festivais, festas, programas de TV, estúdios de gravação e ensaios, workshops, sites, blogs, etc.”, conta ele. “Nada disso existia aqui há uns três anos. Agora a cena existe e está se projetando. É difícil ainda viver de arte e cultura em um Estado como o nosso, mas há ambição das bandas em crescer”, ressalta.

Todos desejam mostrar seu trabalho para além das fronteiras do extremo Norte. Mas não é nada fácil. A maioria dos músicos de Boa Vista e Macapá ainda precisa manter um emprego paralelo para conseguir sobreviver. Em Boa Vista, por exemplo, Victor Matheus, da Veludo Branco, é funcionário público. Já Manoel Rolla, vocalista da Mr. Jungle, dá aulas de biologia em um colégio da capital.
Mas nada tira o entusiasmo da turma. O isolamento territorial vem sendo quebrado graças à internet e a programas de TV como o Interferência, exibido ao vivo diariamente, por meia hora, na afiliada de Macapá da Rede TV!, e que procura manter a cena local sintonizada com as últimas novidades da cultura pop. “Ainda falta estudo e referência, saber utilizar bem ferramentas como a internet e o audiovisual”, observa Darlan Costa, de 25 anos, apresentador do programa. “Mas, mesmo assim, temos grandes bandas por aqui, como a Stereovitrola, que arrasta pequenas multidões aos seus shows.”

O que todos esses grupos querem é levar seu trabalho para cada vez mais perto das capitais do Sudeste. Mini Box Lunar e Stereovitrola já fizeram shows em São Paulo. A Mr. Jungle é a próxima a visitar, em julho. E a Veludo Branco já chegou a excursionar pelo outro lado do País, no Rio Grande do Sul.

A nova música jovem do extremo Norte pode se preparar para muito em breve, se seguir na mesma toada, ser a bola da vez no rock nacional.

(o texto acima também pode ser lido em http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110716/not_imp745599,0.php )

PARA OUVIR E CONHECER QUATRO BANDAS DA NOVA CENA MUSICAL DO EXTREMO NORTE

VELUDO BRANCO
De onde: Boa Vista (Roraima)
Ano de formação: 2006
Integrantes: Victor Matheus (guitarras, vocais), Mirocem Beltrão (baixo) e Cezar Matuza (bateria)
Discos: “Rock’n’roll”, lançado em 2010
Sobre a banda: a Veludo Branco faz rock básico, com influências de hard e classic rock, além de blues pesado à AC/DC. Um dos destaques são as boas letras, escritas em português, pelo vocalista Victor. Em 2010 o grupo tocou em Manaus, na abertura de um show de Blaze Bayley, ex-vocalista do Iron Maiden.
Para ouvir: www.tramavirtual/veludobranco

MR. JUNGLE
De onde: Boa Vista (Roraima)
Ano de formação: 2000
Integrantes: Manoel Villas Boas (vocais), Rubens Ribeiro e Diego Moita (guitarras), Artur Sampaio (baixo) e Jon Nelson (bateria)
Discos: “Fazendo Rock’n’roll” (ep, 2005), “Mr. Jungle” (ep, 2006), “Rockstar” (ep, 2008) e “Mr. Rock’n’roll” (album, 2009)
Sobre a banda: da nova cena da capital de Roraima, a Mr. Jungle talvez seja a mais antiga e conhecida. O som do grupo tem como base o rock’n’roll básico, além de algo de blues e punk, e nas melodias e nas letras escritas pelo vocalista Manoel percebe-se a influência de Led Zeppelin, Black Crowes e até Barão Vermelho. Com público já mais do que cativo na cidade, o conjunto agora pretende mostrar seu som também no Sudeste: eles desembarcam este mês em São Paulo, para fazer trabalho de imprensa e tentar marcar alguns shows na capital paulista.
Para ouvir: http://palcomp3.com/mrjungle/#

MINI BOX LUNAR
De onde: Macapá (Amapá)
Ano de formação: 2008
Integrantes: Heluana Quintas (vocais), Alexandre Avelar (guitarras), Otto Ramos (teclados), Saddy Menescal (baixo) e Ppeu Ramos (bateria)
Discos: Mini Box Lunar (ep, 2010)
Sobre a banda: a Mini Box é o outro grande nome da novíssima cena da capital amapaense. O nome foi inspirado nos mercadinhos locais, todos chamados de mini Box (São José, São Jorge, por exemplo). E  talvez pelas suas influências sonoras, que jogam em um mesmo caldeirão Beatles, música regional, Mutantes, Arnaldo Baptista e psicodelismo, a peculiar sonoridade produzida pelo quinteto já chamou a atenção da grande mídia do Sudeste, como a revista Rolling Stone, que publicou matéria sobre o conjunto no ano passado. A belíssima balada  “Gregor Samsa” (de letra abstrata e inspirada no célebre personagem do escritor Franz Kafka) convida o ouvinte a devaneios oníricos, e poderia emplacar fácil em qualquer trilha de novela Global.
Para ouvir: www.myspace.com/miniboxlunar

Mini Box Lunar (acima) e Stereovitrola (abaixo), os grandes do rock amapaense

STEREOVITROLA
De onde: Macapá (Amapá)
Ano de formação: 2004
Integrantes: Ruan Patrick Oliveira (vocais, guitarras), Otto Ramos e Wenderson Marck (teclados, sintetizadores), Marinho Pereira (baixo) e Rubens Ferro (bateria)
Discos: “Cada molécula é um ser” (ep, 2006) e “No espaço líquido” (2009)
Sobre a banda: o quinteto é um dos dois melhores grupos em atividade em Macapá e, talvez, um dos melhores nomes de todo o novo rock brasileiro. Com influências de pós-punk inglês (à Smiths), psicodelismo e indie guitar rock, além de melodias ultra radiofônicas e ótimas letras escritas em português pelo vocalista Patrick, a Stereovitrola já rodou o país (se apresentando inclusive em São Paulo) e tocaria fácil em fms, se elas não fossem obtusas e ainda movidas a… “parcerias” comerciais com as gravadoras.
Para ouvir: www.myspace.com/stereovitrola

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O autor deste blog, mesmo sendo um jornalista já experiente e veterano na cobertura da cena musical independente brasileira (área que estas linhas zappers atuam há pelo menos uma década e meia), ficou orgulhoso com a matéria publicada no Estadão, por saber que a música independente que é produzida longe dos centros mais povoados e desenvolvidos do Brasil, merece esse espaço.
No mais estas linhas rockers online só lamentam que idiotas, covardes, invejosos, doentes e ressentidos, autênticos losers, continuem perseguindo implacavelmente o trabalho jornalístico de Zap’n’roll. Uma perseguição que motiva o envio de mensagens ao blog como a reproduzida aí embaixo, que foi remetida a este espaço há algumas semanas, quando comentamos discretamente sobre a possível matéria no Caderno 2. Foi o suficiente pra gente velha e ultrapassada no jornalismo, e que se esconde sob o manto do anonimato covarde, enviar isto ao espaço dos leitores (e que foi vetado naquele momento, óbvio):

edusalles27@gmail.com
201.1.67.196 Enviado em 11/06/2011 as 16:30

“Relatos fracos. Tudo isso já havia sido contado em outras colunas. Mas
legal você contar de novo porque eu pedi para o JB Medeiros e o Lauro
Lisboa passarem aqui. Encontrei os dois num show ontem e eles falaram
que é mentira que você vai cobrir festivais no norte para o Caderno 2.
Ou eles não estão sabendo de nada. Você deve ter negociado algo com o
online e está mentindo pro povo em Roraima que vai bota-los no
Estadao. Você não tem vergonha nao?

edusalles27@gmail.comInformer0
AprovarRejeitar | Responder | Edição rápida | Editar | Spam | Lixeira”

É isso. Leitores, tirem suas próprias conclusões. E enquanto os losers latem e espumam de ódio, o blog segue seu caminho. Simples assim.

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SAIDEIRAS
* Todo mundo feliz com a inclusão do Faith No More no SWU, né? Sim, sim, eles já tocaram aqui na segunda edição do Rock In Rio, em 1991 (lá se vão vinte anos, jezuiz… o sujeito aqui está mesmo ficando velho, rsrs. Pois o blog estava lá no Maracanã, na noite do show), e também em 2009, no Maquinaria Brasil. Mas FNM é uma banda fodona, que sempre vale a pena ver novamente. E tocando na mesma noite do Sonic Youth então… anote a data: 14 de novembro, o último dia do SWU. Desde já, quase imperdível.

FNM de volta ao país: com a banda, o SWU melhora muuuuuito seu line up

* Agora, só falta mesmo o festival em Paulínia anunciar Arctic Monkeys e Black Rebel Motorcycle Club. Aí fodeu!

* Enquanto isso, o Rock In Rio… anunciou Kesha como a última edição de seu dia “extra”. O line up do festival carioca está completo. É pra fechar a tampa do caixão já, ou esperar o festival começar?

* Ainda a matéria sobre a cena independente do extremo Norte brasileiro: o informativo Fora do Eixo Comunica, que é produzido pela equipe da organização que hoje gerencia praticamente toda a cena musical indie brazuca, deu destaque para a matéria, eu seu último boletim. Ele pode ser lido aqui: http://mim.io/ae3e41 .

* Falando na turma Fora do Eixo: hoje, quarta-feira em si, tem show dos Sabonetes no Beco203 (na bacana noite Fuck Rehab, onde você paga entrada e bebe à vontade), lá no baixo Augusta, colado no StudioSP.

* E amanhã, quinta, no StudioSP em si, tem mais um showzaço do trio Macaco Bong, que vai tocar ao lado dos guitarristas dos grupos Fóssil e Chipanzé Club Trio. O blog vai estar por lá, junto com o  amigo e produtor Glauber Amaral, que inclusive apagou velinhas esta semana. Daqui destas linhas rockers bloggers mandamos um super abraço pro Glauber, um dos amigos mais queridos de Zap’n’roll.

O sempre fodão Macaco Bong toca amanhã, no StudioSP, em Sampa

* Ainda na quinta, rola o projeto Música Cerebral, no Café Aurora (rua Treze de Maio, 112, Bixiga, centro de Sampa), com shows sempre legais dos Visitantes e Los Porongas, mais dj set do chapa Bruno Montalvão. Já na sextona (olha o finde chegando, eba!) tem a festona Indie Rockers no Beco203 (no 609 da rua Augusta), com show da Jennifer LowFi. Bão, né? Mais dicas de baladas pro finde, estarão por aqui no post de sexta-feira.

* A praga teen Justin Bieber em outubro, no Brasil? Yep, parece que sim. A direção do São Paulo FC já foi consultada, sobre reserva de datas para alugar o estádio do Morumbi. Moçoilas em desespero, podem começar a
bater siririca, hihi.

Biba Bieber a caminho do Brasil? Aparentemente, sim

* E pra fechar mesmo, dois assuntos que não tem a ver com cultura pop, mas que o blog julga necessário comentar aqui. O primeiro: há dias que a capital paulista e o interior do Estado vem sofrendo um aumento considerável nos índices de violência urbana em geral. Semana passada, um taxista e um chefe de cozinha foram mortos em tentativas de assalto. Depois, houve arrastão em um restaurante. E por fim, esta semana, pai e filho que estavam em uma festa em uma cidade do interior, foram confundidos com um casal gay (por estarem abraçados) e espancados por um bando de calhordas, covardes e reacionários. Aí fica a pergunta: onde estão Geraldinho Alckmin e Gilberto “merda” Kassab, afinal de contas? Até quando o populacho vai continuar sendo absurdamente burro na hora de votar e escolher os novos mandatários do poder público? É por essas e outras que, por vezes, o blog tem absoluta vergonha de ser brasileiro…

* E o segundo assunto, retoma mais uma vez o tema da perseguição doentia, da inveja e ressentimento dos losers que pululam por aí (muitos deles, em redações da grande mídia paulistana). No início desta semana, Zap’n’roll foi ter um encontro com dois velhos e queridos amigos. O trio foi almoçar junto, num ótimo restaurante italiano, para colocar o papo em dia e matar saudades dos tempos em que trabalharam juntos. O almoço foi comentado pelo blog em seu Twitter (www.twitter.com/zapnrollfinatti), da forma mais inocente possível, apenas registrando o fato. Algum problema nisso? Óbvio que não. Mas foi o suficiente para que um idiota, otário, babaca, sem noção e doente (de inveja? Do oeste?) enviasse um email (covarde, porque anônimo) para um dos amigos de Zap’n’roll, perguntando se ele sabia que essas linhas rockers bloggers haviam “parado um vôo, no grito, para Macapá, há dois anos”. Essa história, do que rolou nesse vôo, está explicada no Twitter do blog e quem quiser saber, basta dar uma olhada por lá. Mas a pergunta que fica é: o que um episódio ocorrido há dois anos tem a ver com o fato de o autor deste blog ter comentado em seu Twitter que foi almoçar com dois queridos amigos seus? Hein? Claro, o zapper escaldado até a medula com cretinos dessa laia, imagina quem está por trás do email canalha (gente, por certo, do naipe do loser e fofoqueiro Alex Antunes, que já elvis no jornalismo cultural brazuca; ou de seu amigo José Bosta Jotalhão Flávio Jr., outro cancro que precisa ser definitivamente defenestrado da mídia brasileira), mas nem esquenta mais com esse tipo de atitude, por saber o que este blog e seu ator representam nesse momento no jornalismo nacional – basta ver a matéria que saiu no Estadão, assinada por nós. É isso. Que os covardes e losers se fodam, e tomem nos seus cuzões lubrificados. A nossa caravana seguirá em frente, tranqüila como sempre.

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É isso? É isso. Continue indo com fé no hfinatti@gmail.com, que lá estão em disputa já bem sangrenta:

* INGRESSOS (número a ser definido a qualquer momento) para o Planeta Terra festival, que rola dia 5 de novembro em Sampa;

* E duas cópias do DVD “Scremadelica Live”, do Primal Scream, que a ST2 acaba de lançar no Brasil.

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E até esta sexta-feira, novo post, aqui mesmo e no www.zapnroll.com.br, que andou com problemas técnicos de acesso, mas que volta com tudo esta semana, okays?
Então é isso. O blog se vai (por pouco tempo), deixando beijos na galera. E um muito especial na Helena Lucas, a estudante de Letras e blogueira mais incrível do atual mundo zapper.

(enviado por Finatti às 21hs.)

E lá vem o Sonic Youth no SWU. E também o Copacabana Club, o Primal Scream, a confusão nas datas do Pearl Jam e mais isso e aquilo, e… putarias só no próximo post, hihi

A lenda maior do noise guitar, o Sonic Youth (acima), volta mais uma vez ao Brasil, pra se apresentar no festival SWU, em novembro; quem sabe lá essa dupla aí embaixo (Zap’n’roll e a deusa loira Kim Gordon, baixista da banda) se encontram novamente, para um bate-papo, rsrs

A grande preguiça da sexta-feira.
Yep. Vai ser um post pequeno o de hoje, se comparado ao gigante publicado aqui na semana passada. Apesar de a semana ter sido razoavelmente, hã, “movimentada” (com mais um ministro sendo defenestrado do novo governo, vai mal a parada assim hein, dona Dilma…) e tals, a verdade é que estas linhas bloggers rockers não encontraram aquele assunto palpitante para transformá-lo em um grande tópico esta semana. Claro, tem a confirmação do Sonic Youth no SWU (e que o blog já havia antecipado na semana passada), o grande imbróglio que está se formando em torno das datas do Pearl Jam no Brasil, um monte de shows bacaníssimos de hoje, sexta-feira, até domingo aqui em Sampalândia etc, etc, etc. Mas enfim, nada realmente muito digno de nota. Então vamos ao post “possível” de hoje, sem muitos escândalos e putarias (calma que logo menos eles estarão de volta aqui, na Zap.com, rsrs), mas como sempre com muita cultura pop e o nosso sagrado rock alternativo, que nunca pode faltar por aqui.

* E… nhá, realmente sem saco pra escrever muito hoje. A semana foi algo tediosa e modorrenta, e só começou a esquentar mesmo (o que é ótimo nesses tempos deliciosos de frio de quebrar os ossos) ontem, com o showzaço do Television, no Beco/SP.

* Yep, o show foi fodão. Ok, muita improvisação instrumental, quase total desconhecimento do repertório pela maioria do público presente (sim, haviam fãs da banda e gente que realmente entende de som e que sabia o que estava rolando no palco; mas também havia a irritante peruagem de playbas e dondocas metidas a rockers, que vão a shows apenas pra ver e serem vistos/as, e ficam “boiando” em relação ao show que está rolando). Mas foi sublime ver o tiozão gênio Tom Verlaine destruindo na guitarra, principalmente em “Marquee Moon” e em “Venus” (já no final do set), que foram emocionantes.

* JIM MORRISON 40 ANOS DEPOIS – Você ainda se importa com Jim Morrison? Pois domingo passado, 3, comemorou-se os quarenta anos da morte de um dos mitos da história do rock. O tempo passa mesmo, no? Zap’n’roll se lembra de que, na sua adolescência, ele era mega doente por Doors – que, há de reconhecer hoje, foi um dos pilares do rock psicodélico sessentista, mas era um grupo que se resumia mesmo à genialidade de Jim Morrison. Tanto que, quando ele morreu, o trio remanescente até tentou seguir sem ele, mas naufragou após lançar dois discos que ninguém viu nem ouviu. Enfim, Jim era gênio e poeta, todo mundo sabe disso. E estão aí clássicos como “Break On Through”, “Light My Fire”, “The Crystal Chip”, “People Are Strange”, “Love Me Two Times”, “Roadhouse Blues”, “L.A. Woman”, “The End” (usada magistralmente por Francis Ford Coppola na abertura do igualmente magistral “Apocalypse Now”, o filmed a vida do autor destas linhas rockers poppers) e muitos outros, resistindo imunes à passagem do tempo. O semanário inglês NME deu sua capa desta semana (essa, que você vê aí embaixo) ao eterno Rei Lagarto (“precisamos de grandes copulações douradas…”, escreveu ele no seu livro de poemas, “Uma oração americana”), questionando se ele era, afinal, um “Deus do rock ou falso profeta”. Enfim, se você ainda se importa ou não com a obra magna dos Doors, é uma questão pessoal sua. O blog se importa sim, embora não ouça mais a banda como em anos atrás. Mas viveu muitas histórias cabulosas, embaladas pela trilha sonora dos Doors. Talvez uma dessas histórias esteja logo menos aqui no blog. Talvez…

* O line up do SWU melhorou muito, de fato, com a confirmação do grande e inatacável Sonic Youth no festival, que rola em Paulínia/SP, de 12 a 14 de novembro próximo. Longe do ideal, ainda? Com certeza. Mas estas linhas bloggers rockers apostam um picolé de limão (delícia, nesse frio) que a grade de atrações do evento vai ser engordada, a qualquer momento, com a confirmação do Arctic Monkeys nela. E fora que, como o total de atrações vai chegar a 70 nomes, muitas novidades ótimas ainda poderão pintar nessa parada. O jeito é aguardar…

* O último show que o blog assistiu do Sonic Youth em terras brazucas (o grupo já esteve aqui por três vezes), foi no festival Claro que É Rock, em 2005. Zap’n’roll estava no “chiqueirinho” dos jornalistas, bem na frente do palco, quando a gig começou. E “bicudo” que estava (tinha acabado de ganhar de presente de aniversário, de um amigo, um teco gigante de cocaine), não agüentou ficar nem cinco minutos ali, já que a jornalistada estava sendo alvo de uma autêntica “chuva” de objetos (copos plásticos, garrafas etc) atirados contra ela. O blogger doidão saiu dali e foi direto pra área vip, onde pediu dois copos gigantes, cada um com duas doses duplas de vodka e energético. Virou o primeiro copo como se estivesse tomando refrigerante (pra cortar a “bicudisse” provocada pela devastação nasal), e se animou pra ir novamente perto do palco e curtir o restante da apresentação. Que foi fodástica e terminou com o hino “Teenage Riot”. Quando a música estava próxima de acabar e ainda com um copo cheio de vodka misturado com energético, o jornalista gonzo se mandou pro backstage e lá esperou a banda sair do palco. Foi quando conseguiu bater um papo rapidíssimo com a deusa loira Kim Gordon, a baixista dos sonhos de qualquer banda. O papo rendeu inclusive a pic que abre este post, e foi o melhor presentes de aniversário de 42 anos que o sujeito aqui poderia ter ganho.

* Quem sabe em novembro próximo, Zap’n’roll bate mais um papinho com miss Kim Gordon, hehe.

* E a sextona começou bem, com todo mundo vendo no YouTube os novos clips dos Strokes e do Arctic Monkeys. A nova música de trabalho escolhida por Julian e Cia é “Taken For A Fool”, na modestíssima opinião dessas linhas virtuais a melhor faixa de “Angles”, um disco pra lá de irregular, sendo que “Taken…” remete à “Barely Legal” e aos melhores momentos da estréia da banda, até hoje o melhor trabalho deles.

* Já os Macaquinhos soltaram na web o vídeo pra lindona “The Hellcat Spangled Shalalala”, novo single do ótimo por inteiro “Suck It And See”. E… bão, os dois vídeos estão aí embaixo. Deleite-se!

Arctic Monkeys – “The Hellcat Spangled Shalalala”

The Strokes – “Taken For A Fool”

* A grande confusão sobre as datas do Pearl Jam no Brasil, está definitivamente instalada. Sabe-se que haverá um show em São Paulo dia 4 de novembro, no estádio do Morumbi. A Riotur, empresa oficial que cuida do turismo na capital carioca, chegou a anunciar em seu site uma apresentação do grupo para o dia 6 de novembro (um domingo), na Praça da Apoteose. Isso no começo desta semana. Dois dias depois, o informe no site da Riotur foi retirado do ar. Continuamos aguardando um pronunciamento “oficial” a respeito do assunto, por parte da T4F, a responsável pela vinda da banda ao país.

O BLOG ZAPPER INDICA
* Disco I: O Television é, até hoje, um dos grupos mais influentes de todo o pré-punk novaiorquino. E seu álbum de estréia, o sublime “Marque Moon” entra fácil na lista zapper dos vinte melhores álbuns de rock de todos os tempos. Aquelas tramas de guitarra entre Tom Verlaine e Richard Lloyd (que infelizmente não está mais no grupo), as alternâncias entre solos e bases, as timbragens e as melodias quebradas de canções como “Friction” (que o Echo & The Bunnymen adorava “coverizar” em seus shows), são insuperáveis. E eternas. Então, se você NUNCA ouviu o disco – e aproveitando a passagem do grupo pelo Brasil –, fikadika: vá atrás dele na loja de sua preferência (em São Paulo, ele pode ser encontrado na Locomotiva Discos, que fica na rua Barão de Itapetininga, 37, loja 51, fone 11/3257-5938, http://www.facebook.com/#!/profile.php?id=100002067932113&sk=info), ou procure na web onde ele é facilmente encontrado pra ser “baixado”.

A obra-prima do Television

* Disco II: ok, ok, muita gente torce o nariz pro curitibano Copacabana Club, chamando a banda de “sub Cansei de Ser Sexy”. Mas a verdade é que este “Tropical Splash”, a estréia deles em disco cheio, é bem legal. Combinando electro com rock na medida exata (e sem exageros nos solos de guitarra ou nas bases eletrônicas), mostrando os bons vocais da totosa Caca V, e melodias que ao vivo põem o povo pra dançar (como o blog pôde comprovar semana passada, no StudioSP), o CC mostra que tem um futuro promissor com este álbum e poderá ser a bola da vez no atual e combalido pop/rock brazuca. A produção do trabalho, a cargo do gênio Dudu Marote, saiu no capricho e o conjunto mostrou que é capaz de ir além do hit “Just Do It”. Então, fica a recomendação destas linhas zappers: pode ir atrás!

O Copacabana Club (acima) e seu disco de estréia (abaixo): bom pra dançar, bom pra cutir em casa também

* Blog rock’n’roll bacana: é o Female Rock Squad, que começou há pouco tempo mas já está movimentando legal a blogosfera com atualizações diárias e boa cobertura da cena rock alternativa gringa e Brazuca. E o mais interessante pros marmanjos (rsrs): o blog é escrito por cinco gatonas rockers até a medula. Interessou? Dá uma olhada lá: http://femalerocksquad.wordpress.com/ .

* Baladaças: yeeeeesssss! Nada como sair pra esbórnia nesse frio porrada que está atacando Sampalândia por esses dias – afinal, estamos no inverno, né? Então se liga: hoje, sextona, DJ set do blog no Container Club (que fica na rua Bela Cintra, 483, Consolação, centro de Sampa), na noite do super DJ Márcio Custódio, e ainda com show da bacana banda Bresser, comandada pelo querido Felippe Toloi, que está apagando velinhas hoje, hehe. Ainda hoje tem também showzaço com as bandas Single Parents (um dos novos nomes do indie rock paulistano preferidos destas linhas bloggers rockers), Hierofante Púrpura e Loomer no Urban Lounge (rua Carlos Vicari, 263, Lapa, zona oeste paulistana), além da discotecagem rock’n’roll sempre “hot” do querido Gilberto Custódio.///Sabadão? Vem que tem: começando cedo o rolê, tem showzaço de lançamento do novo álbum dos amados Los Porongas, no Centro Cultural São Paulo (rua Vergueiro, 1000, Paraíso, zona sul de São Paulo). A banda é sensacional e o disco, “O segundo depois do silêncio”, idem. Ou seja: imperdível! Depois, Rock Rocket na Outs (na rua Augusta, 386), mais discotecagem da sempre incrível Bruna Vicious, o grande DeFalla com sua formação original detonando no palco do Beco203 (também na Augusta, mas no 609), em noitada rock fodona que também vai contar com shows do O Melda (MG) Fleeting Circus (RJ) The Name (SP) e Vivendo do Ócio (BA), e mais uma edição da festona “Pop&Wave” no Inferno Club (também na Augusta, no 501), e onde só rola anos 80’. E, ufa!, ainda tem mais uma ótima noitada rocker no ótimo OfKind, o novo bar rocker de Sampa, comandado por Roberto Cotrim (a lenda que cirou o Espaço Retrô), e que fica lá na rua Fiandeiras, 699 (na Vila Olympia, zona sul paulistana), com discotecagem do Berns e Rogério Real.///E no domingo, fechando bem o finde, ainda vai ter Ecos Falsos no palco do Beco203. Tá bom, né? Se joga, porra!

TERRA À VISTA! E PRIMAL SCREAM TAMBÉM!
Yep, agora é oficial: corra, mas corra mesmo desde DJÁ pro hfinatti@gmail.com, que já começou a disputa sangrenta (e que se estenderá até o final de outubro), por:

* INGRESSOS (número ainda a ser definido, nas próximas semanas) pro Planeta Terra festival 2011. Aquele mesmo, que vai rolar em 5 de novembro em Sampa, com shows dos Strokes e Beady Eye, e cujos tickets pra venda já eram há séculos.
Quer mais? Ok, tem mais:

* Duas cópias do DVD “Screamadelica Live”, que a gravadora ST2 está mandando pras lojas, e que mostra o showzaço que o Primal Scream vai fazer aqui mesmo, em Sampa, dia 24 de setembro, no HSBC Brasil, dentro do festival Popload Gig, produzido pelo nosso sempre queridão Luscious Ribeiro.

Mande ver nos emails galere, e boa sorte!

E POR HOJE É SÓ
Sim, sim, o zapper blogger está meio preguiçoso esta semana, por causa do frio, rsrs. Semana que vem voltam os mega posts aqui no endereço próprio do blog, e também na Dynamite online, inclusive e talvez com um relato hard do inesquecível namoro do sujeito aqui com a negraça Greta, um bocetaço de tetas gigantes (iguais, inclusive aos pertencentes a um outro enlouquecedor “romance” curtido pelo blogger cafajeste, anos atrás, e cuja imagem já foi postada aqui, há algumas semanas, rsrs) que o autor destas linhas calhordas traçou durante um ano, isso lá por 1993. A garota era um tesão em seus dezoito anos, adorava Jim Morrison e os Doors e… adorava foder ouvindo a banda, e dizia no ouvido do então ainda jovem jornalista, enquanto levava pica na xota: “vai, me fode seu cachorro!”. Mas isso contamos melhor no próximo post, em mais um “caloroso” diário sentimental, hihi.

O blog se vai, deixando beijos no dileto leitorado. E um especial e mui doce na linda Leninha, ok? Te mais!

(enviado por Finatti às 18hs.)

Segundo semestre da porra em Sampa, com Planeta Terra, SWU, Television, Primal Scream e Pearl Jam, uhú! Mais: outro capítulo sórdido e hardcore de sex and drugs em festivais indies, hihi. O que rola neste finde, indicações do blog e uma resposta definitiva (agora vai) e pública, para um assunto pessoal

O gênio Bobby Gillespie (acima), junto com o fodástico Primal Scream, se apresenta dia 24 de setembro em São Paulo; já a lenda punk Television (abaixo) chega bem antes: o quarteto novaiorquino toca na capital paulista já na semana que vem, no Beco203

Yep, muita agitação vindo por aí.
Nos próximos meses a capital paulista vai ser invadida por uma avalanche de shows gringos. De todos os estilos, tamanhos, tendências, qualidades. Não importa se se vai ser bom, ruim, metal, reggae, indie guitar, psicodélico ou pop, mas vai ter pra todos os gostos. Isso, de certa forma, corrobora pela enésima vez o que todo mundo já sabe: que Sampalândia é mesmo, de fato e de direito, o centro do país quando o assunto é show de música e cultura pop em geral. Mesmo tendo todos os problemas que uma mega metrópole inevitavelmente possui (violência urbana, desigualdade social elevada, problemas no transporte e na saúde pública, e muitos etcs), é quando nos deparamos com a agitação cultural da cidade que sentimos um certo – ou grande – orgulho de termos nascido e de morarmos em um lugar como São Paulo. Então este post de hoje faz um resumão do que vai rolar na capital paulista nas próximas semanas e meses, em uma semana que começou com a coletiva do festival SWU, onde foram anunciadas suas primeiras e meio chochas atrações. Vai lendo aê, aqui e no www.zapnroll.com.br, pois além disso vamos reproduzir o post publicado há algumas semanas, onde o blogão sempre antenadão já anunciava a vinda do Primal Scream ao Brasil, além de comentar sobre os dois DVDs da banda que serão lançados em breve aqui, pela gravadora ST2. E fora isso tem as indicações pro finde, os nomes de quem vai na faixa no Jukebox festival e mais isso e aquilo tudo que você só encontra aqui mesmo, hehe.

* E a parada vai ferver logo no início de novembro. Vão vendo: tem Planeta Terra em Sampa no dia 5 (um sábado) daquele mês, com Strokes e tal, e ingressos já esgotados. Pois bem, nas últimas horas, está circulando nas internas da mídia rock paulistana (este blog incluso) que o já confirmado show do gigante Pearl Jam vai rolar UM DIA antes também em Sampa, no estádio do Morumbi. Inicialmente falava-se em duas datas no Pacaembu, na primeira quinzena do mesmo novembro, sendo que o lendário quinteto grunge de Seattle também deveria fazer mais dois shows, em duas outras capitais brasileiras. Agora tudo mudou e por enquanto, ao que parece, há apenas UM show certíssimo no país, dia 4 de novembro, em Sampa. A produtora T4F, responsável pela volta do grupo ao Brasil (onde ele tocou pela primeira vez em 2005) se faz de morta e não abre a boca sobre quando e quantos serão as gigs brasileiras do PJ este ano. O jeito é aguardar a confirmação oficial.

* Mas se for realmente apenas um show na capital paulista e na VÉSPERA do festival Planeta Terra, sai de baixo! Vai ter gente dando a bunda pra estar em Sampalândia neste finde, inclusive com propostas “edificantes” de reatamento de amizade, rsrs. Afinal, viver apenas de Rodapé dever ser, hã, muito foda. Literalmente.

Pearl Jam (acima) e Strokes (abaixo): juntos e coladinhos no mesmo finde em São Paulo. Será? Será???

* E antes desse novembro arrasador chegar, vai ter muito mais, no? A esbórnia já começa na semana que vem, com o imperdível show do Television no clube paulistano Beco, com abertura dos sempre ótimos gaúchos do Pública. Jezuiz…

* Em agosto o pique continua, com a apresentação dos queridos The Pains Of Being Pure At Heart, na Clash Club – e, pras bibas saudosistas, Erasure e Ricky Martin, no Credicard Hall.

* E aí, quando setembro chegar… o primeiro mega tumulto indie do segundo semestre com eles! Quem? Primal Scream, oras. Dia 24 no HSBC Brasil, em Sampa. E tocando na íntegra o absolutamente foderoso “Screamadelica”, sem nenhum favor um dos quinze melhores discos de rock de todos os tempos.

* Semanas atrás, Zap’n’roll já havia antecipado que o OS viria ao Brasil em setembro, quando publicou um post sobre os lançamentos de dois DVDs da banda no país, em breve, pela gravadora ST2. Pra quem perdeu esse post ou já se esqueceu do que leu (será?), ele segue republicado aqui, aí embaixo. Boa leitura!

PRIMAL SCREAM – A INVASÃO COM DVDs JÁ, E SHOWS EM SETEMBRO
Você, este blog e a humanidade amam o Primal Scream, a fodíssima banda inglesa fundada pelo gênio Bobby Gillespie em Glasgow, em 1982, quando ele cansou de ser “apenas” o baterista da lenda Jesus & Mary Chain, e resolveu ter vida própria como rockstar de primeira grandeza. A história do PS todo mundo conhece: depois de lançar dois discos legais, mas longe de ser geniais e de obter grande repercussão de crítica e público, Gillespie se entupiu de “dorgas” psicodélicas variadas (maconha e ácido, principalmente), reuniu a banda, se trancou no estúdio e saiu de lá com a obra-prima “Screamadelica”. Yep, aquele mesmo, da capa vermelha e com um rosto de contornos amarelos. O álbum, lançado originalmente em vinil duplo em 23 de setembro de 1991, se tornou um clássico instantâneo da era recente do rock’n’roll. Combinando batidas eletrônicas hipnóticas e dançantes com melodias rockers, vocais chapados e ambiências oníricas, o disco literalmente enlouqueceu quem o ouviu – o autor destas linhas zappers cansou de pirar com marijuana e álcool ouvindo faixas como “Movin’ On Up”, “Slipe Inside This House”, “Loaded” ou “Come Together”, além de o álbum ter servido de trilha para histórias “hard sex” cabulosas vividas pelo sujeito aqui.

Enfim, o trabalhou deixou fãs e jornalistas de joelhos. E “Screamadelica” é, sem nenhum favor e na modesta opinião deste espaço rocker online, um dos vinte melhores álbuns de toda a história do rock’n’roll. Tanto que o disco influenciou e continua influenciando zilhões de grupos mundo afora, até hoje. E tanto que o Primal Scream resolveu fazer, este ano, uma turnê comemorativa aos vinte anos de lançamento do trabalho.

Pois é esta turnê que tem agora a sua PRIMEIRA DATA brasileira confirmada. O bando liderado por Bobby Gillespie toca dia 24 de setembro em Sampa, no HSBC Brasil, anunciou a produção do festival Popload Gig. E como se não bastasse, tem muuuuuito mais nessa autêntica “invasão” do Grito Primal por aqui: a sempre batalhadora gravadora ST2 vai lançar aqui, entre junho e julho, nada menos do que DOIS DVDs do conjunto. O primeiro, que já chega às lojas no final do mês de junho, é o “Scremadelica Live”, com registro de um show da atual turnê da banda. É um escândalo: na primeira parte da gig, o PS toca, na íntegra, o magistral “Screamadelica”. E na sequência, pulveriza o público com uma batelada de canções clássicas de sua trajetória – dá uma olhada no track list do DVD logo mais aí embaixo.

“Screamadelica”, a obra-prima do grupo: resistindo ao tempo

Não tá bom? Ok, tem mais: no final de julho é a vez de chegar nas prateleiras das lojas (também em lançamento da ST2) o DVD “Primal Scream Classic Album – Screamadelica”. Trata-se de uma edição dupla onde, no DVD, há um documentário sobre as gravações do disco (como ele foi concebido, as pirações em estúdio etc.). E o segundo disco traz, simplesmente, a íntegra do áudio do trabalho que elevou Bobby Gillespie ao patamar de gênio do indie guitar dance rock.

De modos que a invasão vai começar. Se você ainda não conhece “Scremadelica” (será possível?), e se não viu a gig DESTRUÍDORA que a banda fez em Sampa lá pelos idos de 2004 (num dos primeiros Tim Festival; e sim, Zap’n’roll estava no showzaço, no Jockey Club de Sampa, e saiu completamente alucinado de lá, sendo que o grupo depois retornou ao Brasil em 2009, pra tocar no festival Planeta Terra), se prepare e não vá perder tudo novamente desta vez. Os DVDs estão chegando, e a banda também, ao vivo. É  aguardar, vendo e ouvindo os lançamentos da ST2, claaaaaro!

O TRACKLIST DO DVD “SCREAMADELICA LIVE”
1 Movin’ On Up
2  Slip Inside This House�
3  Don’t Fight It, Feel It�
4  Damaged�
5  I’m Comin’ Down�
6  Shine Like Stars�
7  Inner Flight�
8  Higher Than the Sun�
9  Loaded�
10  Come Together�
11  Accelerator�
12  Country Girl�
13  Jailbird�
14  Burning Wheel�
15  Suicide Bomb�
16  Shoot Speed / Kill Light�
17  Swastika Eyes�
18  Rocks

PRIMAL SCREAM AÍ EMBAIXO
Em dois vídeos oficiais fodaços, retirados do DVD “Screamadelica Live”, que será lançado no final de junho no Brasil, pela ST2. As músicas são as incríveis “Movin’ On Up” e “Loaded”.

Primal Scream ao vivo, na turnê “Screamadelica Live”, tocando a sensacional “Movin’ On Up”, em gig que chega a Sampa em setembro

Novamente o PS, agora na viajandona “Loaded”

O SWU COMEÇOU MAL NO LINE UP – MAS PODE MELHORAR, CALMA!
Foi um salve-se quem puder e uma decepção geral – ao menos em se tratando das atrações anunciadas até o momento para a edição deste ano do festival SWU. O evento ecologicamente mega correto e que tem a sustentabilidade ambiental como seu mote principal, anunciou na manhã da última terça-feira, as cinco primeiras atrações gringas que estarão por aqui para se apresentar nas três noites em que irá rolar o festival, na cidade de Paulínea (próxima a Campinas, e distante cerca de 120 quilômetros da capital paulista). O mega pop Black Eyed Peas, o rapper Snoopy Dogg, o velhusco grupo metaleiro Megadeath, o já lendário e clássico (e ainda muito bom) Peter Gabriel e Damian Marley (talvez o filho menos famoso do Bob) vão fazer barulho nos dias 12, 13 e 14 de novembro próximo. O ultra venerável Neil Young, gigante inatacável de toda a história do rock’n’roll também estará presente… para fazer uma palestra sobre sustentabilidade. Nope, ele não vai tocar no festival – talvez em 2012, segundo fontes ouvidas por Zap’n’roll após o término da entrevista coletiva que anunciou o evento.

Claro, a jornalistada presente à coletiva ficou puta e em polvorosa com o line up anunciado. Mas depois de acalmado os ânimos, começou-se a ver o lado positivo do festival. O que foi anunciado é apenas o “início” de um line up que, quando finalizado, deverá contar com mais de setenta atrações gringas e nacionais. Vai daí que, até fechar totalmente seu elenco 2011, o SWU ainda poderá reservar algumas ótimas surpresas. Presente à coletiva, a reportagem da Dynamite online e destas linhas zappers questionou, em uma pergunta que causou tumulto no Twitter (veja logo mais aí embaixo), o que havia de concreto entre alguns nomes especulados pela mídia musical nas últimas semanas, como Arctic Monkeys, Bob Dylan, Sonic Youth, Soundgarden, Cold War Kids ou Black Keys. Um dos produtores do festival, Theo Vander Loo, respondeu solicitamente à questão levantada, além de elogiar o trabalho do portal Dynamite online, de quem se disse fã. “Gosto muito do trabalho de vocês”, disse. “E ainda estamos fechando muitos nomes pro festival. Mas dos que você citou, posso dizer que pelo menos dois estão em negociações bem avançadas”.

Fora isso o blog apurou, em conversa reservada com produtores do evento após o término da coletiva, que:

* Bob Dylan está definitivamente fora da agenda do festival, por estar com vários shows marcados na Europa em novembro;

* Há uma conversa “forte” do SWU com o Arctic Monkeys, que ainda poderá vir a ser um dos grandes nomes do rock planetário atual a baixar em Paulínea;

* Dos nomes citados pelo blog em sua pergunta, é quase certo que o Sonic Youth esteja também no elenco do SWU 2011.

A área onde será realizado o SWU 2011

É isso. No mais, a coletiva foi bacana (tirando o falatório de mr. Zeca Camargo, sendo que a Rede Globo é uma das parceiras do evento este ano), todo mundo comeu um excelente coffe break e almoço (do ultra chique Buffet paulistano Capim Santo), com direito a sucos ecologicamente corretos (como o ótimo de couve com limão) e a garrafinhas de Heinekens (que já patrocino o SWU no ano passado e este ano será novamente a cerveja oficial do festival). E o festival em si fez modificações estruturais que merecem total louvor: será realizado em uma área três vezes maior do que a arena Maeda (de Itú), em um total de 1.700.000 m2, sendo que destes 445.000 serão destinados a área dos shows, que terão quatro palcos (Consciência, Energia, New Stage e Greenspace), sendo três deles ao ar livre, e dois “gigantões”, rsrs. Os ingressos começam a ser vendidos no próximo dia 11 de julho, através do site Ingresso Rápido e ainda não há valores definidos.

Na boa? Estas linhas bloggers rockers ainda botam fé de que a escalação do SWU 2011 vai melhorar muuuuuito nas próximas semanas. Grana pra investir em contratações a produção do evento tem. Boa vontade idem. A proposta que move o festival (a sustentabilidade e ações pra preservar o planeta e torná-lo um lugar melhor pra se viver) é digna dos maiores elogios – em bate-papo com este repórter, o “boss” do evento, Eduardo Fisher, disse, por exemplo, que foi o mega grupo Black Eyed Peas quem procurou a organização do SWU e se ofereceu pra tocar nele, por considerar que a causa ecológica embutida nas ações do festival é fantástica. E é mesmo.

Então vamos aguardar e torcer.  E se nada melhorar muito significativamente em Paulínea, novembro ainda reserva, em Sampa mesmo, o Planeta Terra e o agora confirmado mega show do ultra venerável Pearl Jam, no estádio do Pacaembu. É isso.

E NO  TWITTER…
O line up do SWU foi o assunto da semana, na timeline do micro-blog (do qual estas linhas bloggers poppers se tornaram fãs, hehe). E confirmaram, sem falsa modéstia, que o sujeito aqui se tornou mesmo uma espécie de lenda do jornalismo rocker virtual destes tempos de internet. Foi Zap’n’roll disparar sua pergunta na coletiva que um autêntico tsunami de comentários tomou conta do Twitter.
Veja aí embaixo, uma parte dessa “repercussão”:

ZapnrollFinatti Humberto Finatti
Começando a coletiva, sendo introduiza (uia) pela (ops) Zeca Camarga.
ZapnrollFinatti Humberto Finatti
@SWUbrasil váo melhorar a sinalizaçao pra chegar etc. Boa. Enquanto isso, o agradabil[issimo odor do rio Pinheiros invade a sala da coletiva
ZapnrollFinatti Humberto Finatti
@SWUbrasil Banheiros com água quente. Realy?????
ZapnrollFinatti Humberto Finatti
@SWUbrasil Curusidade: o primeiro ingresso do festival em 2010 foi vendido pra algu[em do… Acre!
ZapnrollFinatti Humberto Finatti
E Macapá esteve presente tb. Por minha causa e conta, claro.
ZapnrollFinatti Humberto Finatti
Alguém quer suco gelado de couve com limáo? E bom, estou no terceiro copo já.
ZapnrollFinatti Humberto Finatti
As propostas do festival sáo todas mega bacanas, náo há dúvida quanto a isso. Mas, vamos logo anunciar o line up do @SWUbrasil 2011?
ZapnrollFinatti Humberto Finatti
PORRA!!!! Neil Young!!!!! Primero nome entregue pelo Eduardo Fisher! Aeeeeeee!!!!
ZapnrollFinatti Humberto Finatti
E a FAMIGERADA area vip sai da frente e vai para a LATERAL dos palcos. Cerca de 5 mil ingressos seráo postos ä venda pra essa
ZapnrollFinatti Humberto Finatti
@SWUbrasil 2011: Megadeath, Snoop Dogg, Damian Marley, Black Eyed Peas…
ZapnrollFinatti Humberto Finatti
Segue: Peter Gabriel… e??????????????????????
ZapnrollFinatti Humberto Finatti
Porra @SWUbrasil 2011, e o resto??????????????????????????????????????????????????????
ZapnrollFinatti Humberto Finatti
E Arctic Monkeys, Bob Dylan, Soundgarden, Sonic Youth, Cold War Kids etc? Eu DISSE que eles náo iriam anunciar tudo na coletiva. Fuck…
ZapnrollFinatti Humberto Finatti
Anyway, os outros nomes que estáo sendo ventilados há semanas, devem estar sendo fechados ainda, óbvio. Ou náo…
rodrigosalem Salem
por ZapnrollFinatti
O que falar de um festival de música que uma palestra (Neil Young) é melhor que TODOS os shows juntos????? #swu
Urbanaque urbanaque
por ZapnrollFinatti
O line-up anunciado no #swu2011 está mais magro que o Zeca Camargo – http://bit.ly/anuncioswu
ZapnrollFinatti Humberto Finatti
Coletiva encerrada. Agora perguntas dos jornalistas. Vamos lá galere! Vamos abrir a metralhadora!
ZapnrollFinatti Humberto Finatti
Neil Young APENAS no forum. Puta que pariu, @SWUbrasil !!!!!!!!!!!! Inacreditável!!!!
ZapnrollFinatti Humberto Finatti

@denismoreira @eduardo_fischer Deu uma escovada pra se defender, e só vc achou bom. Na timeline todo mundo adorou minha pergunta.
altair02 Altair
por ZapnrollFinatti
O @ZapnrollFinatti destruiu o line-up hahahaha E ainda soltou as bandas que estão cogitando… um dos produtores riu! kkkkkkk
bis23 Rafael Biscoito
por ZapnrollFinatti
@
@zonapunk @ZapnrollFinatti melhor pergunta até agora, cutucou a produção!
O @ZapnrollFinatti citou arctic monkeys, cold war kids, soundgarden, black keys etc.@SWUbrasil disse que pelo menos 2 estão sendo negociados
juniorpassini juniorpassini
por ZapnrollFinatti
Porrada neles, Fina! @ZapnrollFinatti rssrsrsrs
f_tringoni Felipe Tringoni Arra
por ZapnrollFinatti
@
@ZapnrollFinatti Do caralho, Finas! Cadê o botão do replay aqui nesse streaming? rs

Foi mais ou menos isso. Pois entonces: o autor destas linhas virtuais nunca escondeu que NÃO é fã de redes sociais e essas tranqueiras virtuais todas. Mas hoje em dia, após estar oficialmente há pouco mais de um ano com conta no Twitter, ele pode dizer que se tornou fã do micro-blog, pelo poder que o dito cujo tem de reverberar informações e divulgar eventos. Na boa, Zap’n’roll curte muito mais o Twitter do que o Facebook. E o Orkut? Morreu, claro.

O blogger agora twitteiro contumaz nunca pede pra ninguém segui-lo – e sua página no Twitter já possui quase seiscentos seguidores. Então, se você quer acompanhar o blog por lá, fique à vontade: www.twitter.com/zapnrollfinatti . Claaaaaro que como todo jornalista algo lendário e persona pública que se preza, o sujeito aqui tem zilhões de pessoas que o adoram e o detestam, em proporções idênticas. Tanto que há nada menos do que dois Twitters fakes do autor deste blog. Um velhusco, já em atividade há séculos. Outro novinho, que acabou de ser criado. Em comum a ambos, o óbvio: inveja doentia por Zap’n’roll, praticada por dois covardes e retardados mentais, através de textos imbecis e repletos de idiotices, mentiras e canalhices típicas de losers infelizes que não têm o que fazer na vida, a não ser perseguir outrem. Nada demais, contudo.

DIÁRIO SENTIMENTAL – MUITA PUTARIA E DRUGS NAS ANDANÇAS DO BLOG EM FESTIVAIS INDIES…, PARTE II
No post anterior, este tópico rendeu horrores de comentários no Twitter e no Facebook e deu o que falar. E no calor da escrita (hihi), o blogger sempre lesado da cabeça esqueceu de relatar outro episódio bizarro de suas andanças por festivais indies brazucas. Esse episódio, tão saboroso quanto os demais já relatados aqui semana passada, segue logo abaixo. Boa diversão e leitura!

A querida e putona Caroline deu gooooostoooooso o cuzão (como na foto acima) pro zapper taradão, enquanto batia uma deliciosa siririca e era mamada em seus peitos gigantes, que vazavam gotinhas de leite, uia! Tudo rolou num belo quarto de um ótimo hotel, durante um festival indie. E depois, a garota “travou” e ficou bicudaça e em pânico, após aspirar algumas carreiras (como as da foto abaixo) de um certo pó branco, rsrs

FESTIVAL ROCKLAND (nome fictício), ALGUNS ANOS ATRÁS – Zap’n’roll conheceu Caroline (nome trocado, óbvio) há alguns anos, através de amigos comuns. Ela estava passando uma temporada em Sampalândia, na casa da irmã (que morava e trampava aqui), fazendo um curso de fotografia (que ela amava e ama, ainda) que não existia na terra dela. Caroline, ela mesmo dizia, sempre curtiu “coroas” como o sujeito aqui. Havia namorado um cara na sua cidade um tempão, não deu certo, e agora estava single. Garota inteligente, antenada em cultura pop, rocker até a medula e beeeeem maconheira (rsrs), além de gostosa pra caralho. Não demorou para Zap’n’roll ficar super amigo da figura e, principalmente, a querer traçar a mesma. Depois de alguns encontros pelos bares da vida em Sampa, a tão esperada trepada rolou enfim e o blogger sempre sentimental logo se apaixonou e pensou em namorar com Caroline. “Deixa quieto, Humberto” (yep, ela tinha a mania de chamar o autor deste blog pelo seu primeiro nome, ao contrário da humanidade, que o chama de Finatti), disse ela. “Vamos levando assim que é melhor. Não tô a fim de namorar agora. E daqui um tempo vou voltar pra minha cidade, que é longe, e não vai dar certo namorar nesse esquema”. Ok, o zapper aceitou as ponderações da garota, ambos continuaram saindo juntos e dando fodas cada vez mais intensas e deliciosas (Carol, inclusive, era mestra na arte da chupeta, batendo uma prazerosa punheta no macho enquanto chupava gulosamente a pica do sujeito; fora que também era fã de levar pinto no seu cu, e assumia isso na boa, em bate-papo com os amigos: “falo por mim, gosto bastante de sexo anal”, dizia ela, sendo que toda essa postura corajosa e liberal em uma mulher só deixava o autor destas linhas rockers canalhas ainda mais apaixonado pela moçoila…). Até que chegou o dia em que Caroline terminou o curso e voltou pra sua cidade natal. Os papos entre ela e Zap’n’roll continuaram da forma possível, pela internet. Foi então que convidaram o blog rei em cobertura de festivais indies, a ir até a cidade da Carol, pra acompanhar o bacana  festival que eles já faziam por lá há alguns anos. Zap’n’roll foi, combinando com a garota que ambos poderiam ficar juntos por lá durante o evento. “Sem problema”, disse ela. “Gosto de ti e continuo solteira, hehe”. E lá se foi o blogger loker pro festival Rockland. Chegando na cidade um dia antes de começar a esbórnia, o blog se hospedou no hotel pago pela produção, em quarto individual, e ligou pra sua cobiçada xoxota pra combinar um encontro logo mais à noite. “Vem pra cá logo, porra!”, disse. Ela: “Nope, hoje não dá, tenho um monte de lances pra fazer aqui em casa. Amanhã a gente vai junto pro festival e depois fico no hotel contigo, ok?”. Ok, não havia outra saída, o jeito era esperar até a noite seguinte. “Então, pelo menos descola um contato pra gente conseguir alguma ‘devastação nasal por aqui’, hehe”. Carol conseguiu. Chegou na noite seguinte no hotel com um “amigo”, que tinha a parada mas avisou: “cuidado com esse negócio, é violento!”. E era mesmo, conforme iríamos descobrir depois. Antes fomos ver os shows já que o blogger safado e louco pra comer novamente o bocetão da sua “paixão” (bocetão mesmo, largo e peludo e muito quente quando estava fodendo), estava ali também a trabalho, rsrs. E foram rolando as bandas no palco… algumas bem legais, outras insuportáveis. Até que na última delas Zap’n’roll, já bem “calibrado” por brejas, pegou Carol pelo braço e sugeriu: “porra, chega, tô cansado já. Bora pro hotel, vai!”. Ela topou. E o casal foi. E quando entrou no quarto, sempre despachada, Carol já foi tirando a camiseta e jogando a dita cuja, junto com o suitã e a calcinha (ela, sempre com suas ordinárias e putíssimas calcinhas vermelhas), no chão. A visão daqueles peitaços gigantes e prontos pra serem mamados enlouqueceu o zapper taradão, que tirou sua roupa o mais rápido possível. Ele deitou na cama e Caroline montou em cima do cacete com gosto. A foda rolou furiosa e terminou quando a grande cadela ficou de quatro, pegou o pinto do sujeito aqui, ajeitou-o caprichosamente com a própria mão no buraquinho do seu cu, e empurrou-o com vontade pra dentro, enquanto batia uma siririca com a outra mão. Logo o casal gozou junto, com gosto. Acabou aí? Óbvio que não! A parte bizarríssima da parada aconteceu logo em seguida: os dois pelados na cama, se refazendo da foda e papeando até que o autor deste diário sentimental sórdido se lembra de que ainda tinha a “sobremesa”, hihi. Ou seja, a “devastação nasal”, uia! “Vamos tecar!”, disse ele pra Carol, que respondeu com seu habitual “uhum!”. Zap’n’roll foi até a mesa de madeira escura onde ficava a TV e, ao lado dela, esticou caprichosamente duas “taturanas” do negócio. Mandou uma. Carol, em seguida (e ainda pelada), aspirou a outra. E a parada era violenta mesmo. Até o zapper acostumado às devastações nasais, ficou bicudão. Caroline, então, “travou” e entrou em pânico: vestiu sua roupa correndo e disse “vou embora pra casa!”. O Zapper, já assustado também: “Mas por que? Fica aqui comigo!”. Ela: “não, preciso ir”. E abriu a porta, saiu no corredor e ficou IMÓVEL, diante da porta do quarto aberta, sem saber se ia embora ou ficava, enquanto o blogger doidão, ainda sem roupa, olhava pra garota sem saber o que fazer. E pensando no que aconteceria se de repente alguém surgisse no corredor do hotel e se deparasse com aquela cena absurdamente bizarra. Enfim, não teve jeito: com muito custo, Zap’n’roll se vestiu e conseguiu levar o xotaço louco até a entrada do hotel, onde ela pegou um táxi e foi pra sua casa. No outro dia, ambos já recuperados se encontraram novamente, almoçaram juntos à tarde, treparam novamente e ficou tudo bem. Mas Caroline nunca mais quis saber daquele padê violento, descolado pelo amigo dela, rsrs.
ZAP’N’ROLL DJ SETs ON TOUR
Yeah! O blogão que nunca pára começa a fechar datas de discotecagens agora no segundo semestre, em comemoração aos oito anos (sério, oito anos!) de existência deste espaço blogger rocker.

* A primeira parada é no próximo dia 24 de julho, domingo, no sempre mega fervido clube paulistano A Loca, onde o blog vai discotecar na madruga dentro da domingueira rocker mais animada de Sampa, a já clássica Grind, comandada pelo super DJ André Pomba.

* Também em julho, mas no também já clássico clube Outs, rola outra DJ set do blog, dentro das comemorações do mês de aniversário do bar. A data desta discotecagem ainda vai ser definida.

* Em agosto, laaaaá no Norte, é a vez de Belém, capital do Pará, receber a visita do blog para uma noitada fodástica de putaria rocker. A festona acontece no dia 13, sexta-feira, provavelmente no bar Café com Arte, com produção da turma da Vandersexxx (que tem agitado as noites de quinta-feira em Belém com a bacana festa Garagem Vandersexxx, no bar Studio Pub) e show dos sensacionais Baudelaires, A banda de indie power pop hoje no Brasil.

Por enquanto é isso. Assim que novas datas pintarem, o blog irá divulgá-las, okays?

O BLOGÃO ZAPPER INDICA
* Banda nova: fuçando na web pela madrugada de quinta pra sexta (quando estas linhas online foram escritas), o blog se deparou com a Mavka. Hã? Quarteto indie noise guitar formado este ano em Sorocaba (a Manchester de São Paulo, hehe, uma das cidades mais rockers do interior paulista), a Mavka tem influências bacanas do barulho guitarreiro americano dos 90’, tendo nas ambiências harmônicas e melódicas dissonantes do Sonic Youth sua grande razão de existir. O grupo é formado pelo guitarrista Pedro Yue, pela linda tecladista Duda Caciatori, pela baixista e vocalista Bea Rodrigues e pelo batera e também vocalista Victor. Interessou? Pode ir atrás, por conta do blog: http://www.mavkamusic.com/. Ou então, acesse o Facebook da banda: http://www.facebook.com/mavkamavka?sk=app_178091127385#!/mavkamavka?sk=info

O quarteto sorocabano Mavka: novos bons sons com inspiração no noise do eterno Sonic Youth

* Nova casa noturna rocker em Sampa: yep. Abre amanhã (sabadão em si) e apenas para convidados mais um novo espaço rocker alternativo em Sampa. Trata-se do Ziggy Stardust. Localizado no chique bairro da Vila Olympia (na zona sul da capital paulista), o club tem entre seus sócios o hoje célebre Roberto Cotrim, o homem que criou a maior lenda da cena alternativa paulistana, o inesquecível Espaço Retrô, nos anos 90’. O Ziggy Stardust (sem falsa modéstia: o nome de batismo da casa foi sugestão do sujeito aqui, hihi, velho amigo do Robertão) vai funcionar na rua Fiandeiras, 966 e tem tudo pra ser mais uma ótima opção na night under de Sampalândia. O blog vai estar por lá amanhã e espera rever a velha galere do Retrô por lá, além de novos freqüentadores, ok?

* Baladenhas!!! Yes!!! As férias de julho chegaram e com elas a animação das baladas no finde só aumenta. E tudo já começa hoje, sexta, com a primeira noite do Jukebox Festival, que vai rolar lá no Studio Emme (avenida Pedroso de Moraes, próximo à Fnac de Pinheiros), com shows do Apanhador Só, do Holger e da sempre ótima Bidê ou Balde. Ainda hoje, mas no StudioSP (rua Augusta, 595, centro de Sampa) tem mais uma noitada bacana com o Vanguart, em sua versão VangBeats e onde o grupo só toca canções dos Beatles. Já no Inferno (rua Augusta, 501), quem vai incendiar o palco como sempre é Daniel Belleza e seus Corações em Fúria.///Sabadão? Vem que tem: Vespas Mandarinas, a nova banda do agora vj Chuck, inicia as comemorações do mês de oitavo aniversário do sempre bombado club Outs que fica no 486 da Augusta). É isso: se joga, porra!

ENTRADAS NA FAIXA PRA BALADA + MAIS KITS BACANAS
Si, si, está na hora de desovar alguns prêmios aqui, certo? Então confere aí embaixo se você descolou:

* Par de ingressos pra curtir a noite de hoje no Jukebox Festival – vai pra Bia Amaral/São Paulo;

* Par de ingressos pra curtir amanhã (sábado) a noite eletrônica do Jukebox Fest – fica com Mariana Cunha, também de Sampa;
Kit com CDs dos Los Porongas, Pública e Bidê ou Balde – vai pra Moisés Lucas Frias, de Canoas/RS;

* Kit com CDs e DVDs da ST2 (incluindo Box set do Twisted Sisters) – fica com Mário Conte Jessé, de Uberaba/MG

É isso? É isso. Agora, vai esquentando o dedo no mouse e já pode ir pedindo socorro no hfinatti@gmail.com que, a partir da semana que vem, entram em disputa sangrenta por lá:

* INGRESSOS (quantidade ainda a ser definida) para o Planeta Terra Festival 2011. Aquele mesmo, que vai ter Strokes, está com os tickets ESGOTADOS e acontece dia 5 de novembro em São Paulo. Pode começar a mandar e-mail desde já. E boooooa sorte!

E FINALIZANDO ESTE POST: UMA REPOSTA PÚBLICA (E DEFINITIVA, ESPERA-SE) AO BLOG ROUTE 66
No último dia 27 de maio, foi publicado no blog Route 66 um tópico/espécie de desabafo público intitulado “Então vamos falar, né”. O post analisava, sob a ótica da sua autora, o tempo de relacionamento, namoro e noivado (sim, chegou a haver um compromisso de noivado nessa história) entre o autor deste blog e a autora do Route 66. Embora o nome deste jornalista não seja citado em nenhum momento no tópico, fica muito claro (para todos que acompanham/acompanharam estas linhas zappers, o blog da garota em questão e o relacionamento que ambos mantiveram de 2009 a início de 2011) que o texto em questão era endereçado a ele.

Zap’n’roll ficou mega triste e magoado quando leu o referido post, mas entendeu (ou procurou entender) as razões pelas quais ele fora escrito. Até mencionou o texto aqui mesmo, semanas atrás, dizendo compreender as motivações do post publicado lá, e acenando com a vontade de que o ex-casal procurasse enfim um caminho que os levasse a uma amizade bacana, serena e tranqüila, uma amizade que conseguisse superar mágoas e ressentimentos deixados pelo rompimento de um namoro que poderia sim ter dado muito certo, mas não deu.

Só que de semanas pra cá, a autora do Route 66 tomou atitudes que ferem o lado emocional do autor deste blog, numa espécie de menosprezo e falta de consideração inexplicáveis da parte dela para com quem ela diz ter amado tanto e para com quem igualmente a amou tanto, e procurou fazer todo o possível para agradá-la, para torná-la mais feliz, ainda que (e assumindo isso sem problema algum) tendo cometidos erros grosseiros, e por vezes graves, pelo caminho. Erros dos quais nos arrependemos também muito e que não cometeríamos novamente, caso o relacionamento ainda estivesse em pé.

Então, para que não fique registrada na blogosfera a falsa impressão de que existe apenas uma vítima nessa história toda (no caso, a ex-namorada deste blogueiro), hoje finalmente também resolvemos expor nosso lado desse namoro/rompimento, e o fazemos pela última vez – e pedimos desculpas desde já ao nosso sempre fiel e crescente leitorado por estar ocupando o espaço final deste post com este assunto estritamente pessoal. Afinal se há erros, culpados e vítimas aqui, eles estão dos dois lados da moeda. O autor deste blog também sofreu com as complicações de um namoro separado por uma enorme distância geográfica (quantos aqui enfrentariam um relacionamento amoroso com um dos lados morando em São Paulo, e o outro no… Amapá???). Sofreu por magoar involuntariamente quem amou demais (e talvez ainda ame), cometendo erros também involuntários. E também sofreu com os erros cometidos por essa pessoa, com as intromissões da família dela no namoro, com mentiras, fofocas (e que agora, acabam de se revelar verdadeiras, quando a autora do Route 66 assume publicamente um relacionamento sério no seu Facebook, com um indivíduo que, em 2009, cometeu a extrema deselegância de espalhar pela cidade onde mora, que havia feito sexo com a garota. Isso em uma época em que ela, embora de namoro rompido temporariamente com o autor deste blog, ainda dizia nutrir sentimentos de amor por ele, tanto que ambos reataram o namoro em novembro daquele ano, quando este jornalista foi até Macapá para cobrir a segunda edição do festival QuebraMar. A ex-namorada deste blogueiro sempre negou até a morte que houvesse acontecido algo entre ela e seu novo namorado, naquela época. E repudiou a atitude dele de maneira incondicional. Agora, com o novo relacionamento publicamente assumido, fica muito evidente que ela mentiu de forma bastante desonesta para o autor deste blog, traindo inclusive as noções mais básicas de amizade, respeito e consideração que tínhamos por ela, chegando inclusive a defendê-la publicamente contra a suposta “fofoca” disseminada, na época, pelo seu agora novo namorado) etc. Perdoou sim tudo isso e tentou passar por cima de tudo isso, em nome de um amor gigante e sincero.

Infelizmente a recíproca não foi a mesma, o amor da outra pessoa foi se esvaindo até que ela simplesmente disse que não queria mais prosseguir com um relacionamento que ela mesma disse que, um dia, iria querer transformar em casamento, com filhos, família, lar em comum etc. São, talvez, os males de se ter apenas 24 anos de idade: não se sabe o que se quer da vida, afinal de contas. A instabilidade emocional é total e muda-se de idéia a cada semana. E isso prejudica demais um relacionamento que se pretende sério.

Zap’n’roll não é nenhum santo, muito menos um modelo de comportamento a ser seguido. Nunca foi aliás, e jamais pretende ser, e não esconde isso de ninguém. É um ser humano como todos os outros, com acertos, erros, dúvidas, inseguranças, falível enfim. E quando se apaixonou pela distante garota do Norte, assim como os amigos dela não entendiam porque ela amava o autor deste blog, o mesmo não entendimento também acometia os amigos zappers. “Com tantos milhões de mulheres aqui mesmo, em São Paulo, por que você foi gostar de alguém que mora do outro lado do país?”, era a pergunta mais ouvida por este jornalista. E a resposta era sempre objetiva: “ela é inteligente, meiga, doce, culta, tem muita afinidade comportamental e intelectual comigo e é linda. E nosso coração não escolhe quem amar. Se fosse possível escolher, seria tudo muito mais fácil”.

E assim o relacionamento teve início, foi se fortalecendo e aconteceram episódios maravilhosos e incríveis durante os quase dois anos (e não menos de um, como foi citado no Route 66) em que ele durou. Claro, depois de um tempo também começaram a acontecer problemas e coisas ruins, de ambos os lados. E o autor deste blog sempre diz que o ponto em que o namoro começou a desandar foi após o aniversário de sua ex (e que ocorre em abril), no ano passado. Foi quando ela mudou muito o seu comportamento: se tornou mais fria, mais distante, menos carinhosa e emotiva, menos companheira, passou a virar noites e madrugadas na sua cidade em cias não muito, hã, abonadoras, e que “faziam a cabeça” da garota contra seu então namorado paulistano. Enfim, cada um com suas escolhas de amizade e sendo que Zap’n’roll não é ninguém pra julgar moralmente os outros. Mas ele também ouvia críticas – algumas pesadas – sobre sua então namorada. E nunca se deixou influenciar por essas críticas.

No texto publicado no Route 66 a autoria diz que “começaram a acontecer coisas horríveis, e que foram minando o amor dela”. Ok, de acordo. Zap’n’roll sabe quando errou e onde errou, e já pediu perdão muitas vezes por esses erros pois sabe que eles, de alguma forma, prejudicaram a relação e a garota naquele momento. Mas como já foi dito aqui, mais acima, os erros foram cometidos de ambos os lados e não existe apenas UMA vítima nessa história toda. E para que não seja dito que estamos expondo alguém em público, vamos preferir omitir muito dos erros cometidos pela ex-namorada aqui. Mas, apenas a título de alguns exemplos, deve-se registrar que foi muito escroto uma certa noite, receber uma ligação aqui mesmo em SP, e ouvir do outro lado da linha um sujeito com sotaque do Norte, dizer: “tua namorada é puta! Comi ela ontem!”. Ou ainda também causou muita chateação (pra não dizer mágoa) tentarmos um sábado de manhã ligar no celular dela, porque precisávamos falar com ela, e o celular estava o tempo todo desligado (algo que quase nunca acontecia pois neste horário a ex girlfriend zapper estava sempre trabalhando, numa papelaria), sendo que o celular só voltou a funcionar na hora do almoço, quando o então namorado aflito conseguiu falar com ela, e perguntou: “onde você estava?”. E ela: “ué, trabalhando, estou indo pra casa almoçar”. E era mentira pois o então namorado aflito havia ligado no trampo dela, preocupado que estava, e havia sido informado que ela não havia ido trabalhar “por não estar se sentindo bem”. Enfim, flagrada em uma mentira até certo ponto grave, ela se explicou e em nome de prosseguir em frente com o namoro, Zap’n’roll aceitou essas explicações.

E rolaram outros problemas também (mais intromissões familiares, mentiras envolvendo questões de grana etc), e que foram realmente se agravando com o tempo pois o amor de fato já não mais existia de um dos lados. E mesmo assim, o autor deste blog procurou salvar e sustentar a relação, errando menos e acertando mais. E o outro lado errando  mais e mentindo também mais. A ponto de esconder, do já então ex-namorado, que ela, a autora do Route 66, já estava envolvida emocionalmente com outro sujeito. Tudo bem, ela já estava livre pra fazer o que quisesse. Mas foi desagradável esconder isso deste blogueiro, esconder que havia passado uma semana com o figura, a semana antes de irmos passar as festas de final de ano na cidade dela, e quando levamos (como sempre) muitos presentes para a garota, mesmo ela já não sendo mais namorada deste blogger sempre sentimental.

Mas sem problema. Para encerrar esta resposta, o autor deste blog reafirma que cometeu erros sim, com sua ex-namorada, com quem ele pretendia de verdade se casar. Tanto pretendia que foi diversas vezes até a cidade dela, gastando uma grana por vezes pesada em passagens de avião e hospedagem (inclusive, alugando por duas vezes uma pequena casa de propriedade da mãe da garota, para se hospedar nela). E também gastando uma quantia razoável em passagens de avião para trazer a garota algumas vezes até São Paulo, cidade que ela não conhecia e onde se divertiu muito, inclusive indo a dois mega festivais (SWU e Umf) com credencial de imprensa, graças aos contatos e articulações do seu ex-namorado. E mesmo quando tudo já estava definitivamente encerrado entre os dois, ainda assim o autor deste blog nutria sentimentos de amor, carinho, amizade e preocupação por sua ex, a ponto de ajudá-la quando lhe foi solicitado – como quando, cerca de dois meses atrás, ela ligou para pedir uma ajuda financeira, visto que estava com problemas de saúde e sem condições de comprar os medicamentos a ela receitados por um médico. O ex-namorado então ajudou como pôde, enviando algum dinheiro, ao mesmo tempo em que se perguntou: “e os grandes e sinceros amigos da garota, na própria cidade dela, onde estão nesse momento? Pois amigos de verdade não são aqueles que nos ajudam nos momentos em que precisamos deles?”.

Zap’n’roll tem raiva de toda essa situação? Sim, às vezes – e hoje, quando descobre com quem a autora do Route 66 está se relacionando, essa raiva se torna gigante e toma contornos quase de ódio. Mágoas de sua ex? Algumas (ou muitas). Quer que tudo isso termine de maneira digna para ambos, e que os dois se tornem grandes amigos? Com certeza. Mas isso não depende apenas de um lado, tem que ser consensual entre os dois. E assim como a autora do Route 66 disse, no seu post, que acredita na boa fé zapper, ele encerra esta resposta dizendo o mesmo, e pedindo o mesmo que ela quer do nosso lado: que ela tenha dignidade, carinho, respeito, compreensão, afeto, preocupação e boa fé com seu ex-namorado. Tudo, aliás, que ela NÃO teve até agora, desde o início deste ano. Se ela conseguir ter tudo isso, também teremos por ela. E quem sabe, um dia, seremos ótimos amigos.
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Post gigante, né? Então ficamos por aqui. Semana que vem tem mais, aqui mesmo e no www.zapnroll.com.br . O blog se vai, deixando beijos doces, ternos e mega carinhosos na Helena Lucas, na Duda Caciatori (que anda sofrendo as mesmas dores emocionais que o sujeito aqui, e é linda e jovem, muito jovem pra ficar assim), na Karine Blanco e na Isah Carvalho. Zap’n’roll adora todas vocês e as ama, de alguma forma.
Até mais então!

(enviado por Finatti às 11hs.)