As Canções de Guerra do Pública. A volta rocker de Brett Anderson. Os Arctic Monkeys quase lá (no SWU). E Nevilton e o blog agitam o finde em Sampa

 

Os gaúchos do Pública (acima) estão lançando novo e fodaço álbum; já a bichaça divina e louca que é Brett Anderson (abaixo), voltou a cantar à frente do Suede mas, mesmo assim, segue lançando discos solos

 

O mundo é uma guerra perene.
A vida é uma guerra. Em todos os sentidos. E esta guerra se transforma em angústia existencial e emocional, sempre. Líbia em chamas, bombas na sede da Onu na Nigéria, inadequação emocional/existencial do sujeito que digita essas linhas rockers online. Volta e meia Zap’n’roll se pega imerso nessas crises e angústias de vida. Tem sido assim nos últimos dias (apesar de o zapper estar bem em algumas questões emocionais, e de estar tendo o conforto e o carinho de namorar com uma grande garota, a linda, amorosa, carinhosa e doce Helena Lucas) e essas angústias, por vezes, surgem do nada, sem explicação aparente. Ou então, elas mostram claramente o motivo pelo qual se instalaram no âmago de nossa alma desconfortável. Talvez por tudo isso que o blog tenha se identificado tanto e tenha gostado tanto de “Canções de Guerra”, o terceiro disco da banda gaúcha Pública, um dos grandes nomes do novo rock independente brasileiro. O álbum será disponibilizado para audição na web a partir da semana que vem, e será lançado em cd em fins de setembro. Mas o blogão zapper o está ouvindo com certa exclusividade desde ontem. E a cada nova audição, concorda mais e mais com as afirmações feitas pelo vocalista Pedro Metz ao blog, em entrevista realizada ontem à noite, via MSN. Trata-se de um disco que reflete muito sobre a angústia existencial dos dias que correm. E uma angústia que alcança a todos, sem se preocupar com classe social, raça, religião ou sexo. É assim o mundo moderno, com suas redes sociais, suas desigualdades, suas guerras, seus conflitos de toda ordem (ideológica, religiosa, sexual), suas angústias enfim. Por isso “Canções de Guerra” é um discão. E o blog explica melhor o que o trabalho é e representa mais aí embaixo, nesse post que você está começando a ler agora.

* E enquanto a Líbia se livra de Kadafi, aqui os fã(náticos) pela biba Justin aprontam um terremoto nos postos de venda dos tickets para as gigs do garoto, que acontecem em outubro em Sampa, Rio e Porto Alegre. Gritaria, garotas totosas e com as calcinhas molhadas de tesão e tensão, passaram a madrugada nas filas dos pontos de venda, esperando a abertura das bilheterias. Dá-lhe Bieber!

* Já as vendas dos ingressos para o show extra do Pearl Jam em São Paulo (no dia 3 de novembro), que começaram à meia-noite de quarta-feira, foram bem mais tranquilas, por incrível que pareça. E, acredite, parece (o blog disse PARECE) que ainda há tickets disponíveis. Você já tentou a sorte no http://premier.ticketsforfun.com.br/default.aspx ? Não? Então vai lá. Quem sabe…

* E enquanto você e a humanidade aguardam os festivais de final de ano no Brasil (Rock In Rio, Terra e SWU), neste finde rola o gigante Reading na Inglaterra. Um dos mais lendários e maiores festivais de rock do mundo, o Reading (e seu irmão, Leeds) 2011 terá mais de duzentos shows – entre eles, de muitas bandas que estarão aqui mesmo, nesse velho Brasilzão, nos próximos meses. Os headliners desse ano são My Chemical Romance (hoje), Strokes (amanhã) e Muse (no domingo). Nada muuuuito avassalador, enfim, mas Reading é Reading, né?

* E aproveitando a onda do festival, a NME tasca na sua capa desta semana o trio liderado pelo baixote e pretensioso Matt Bellamy. Na boa, a New Musical Express está em processo de agonia editorial já há séculos. E uma matéria publicada na imprensa inglesa esta semana, comprova isso: dá conta de que a tiragem do lendário semanário musical continua em queda acentuada. Vem cá: e quando a NME for pro saco de vez, o que vai ser de muitos blogs musicais e de cultura pop brazucas?

A edição desta semana da NME, com o Muse na capa (mais uma vez…): o fim do semanário está próximo…

* Falando em blogs, tem novo de cultura pop e música na Folha online. Trata-se do “Remix”, escrito pela repórter Carol Nogueira, que cobre assuntos de música no site da FolhaSP e, eventualmente, no caderno Ilustrada. Há tempos que o portal da Folha estava sem um blog nessa linha, desde que o Ilustrada no Pop (que era feito pela dupla Thiaguito Ney e Marco Canônico) foi extinto, há alguns meses. Carol tem boa vontade, boas intenções, mas como deve ser muito nova ainda (em termos de idade, mesmo), ela parece um tanto deslumbrada demais com bandas gringas, sejam elas já gigantes como os Strokes ou pequenas, como o Girls. Na boa, estas linhas zappers acha (e nisso concorda conosco a também blogueira Helena Lucas) que falta mais atenção de sites megas como a Folha online ao que está acontecendo na indie scene nacional. Bons discos estão sendo lançados, clips idem (como os que foram postados neste blog ontem, em seu endereço no portal Dynamite, sendo que alguns serão colocados aqui também, neste post) e nada disso é destacado em grandes sites ou mesmo em alguns portais especializados em música – com a possível exceção do Scream&Yell, que sempre faz uma cobertura ostensiva da cena independente brasileira. Enfim, o blog deseja sucesso ao “Remix”. E também deseja que ele olhe com mais carinho para o novo rock BR.

* Agora, fodida mesmo foi a entrevista realizada pelo nosso sempre querido “inimigo cordial” André Barcinski, com o jornalista inglês Simon Reynolds. Ele já teve um livro seu, “Beijar o céu”, publicado anos atrás no Brasil (pela Conrad) e Zap’n’roll é fã do sujeito. Entre outras verdades irrefutáveis, Simon diz em sua entrevista: “Pessoas de tendência liberal ou de esquerda muitas vezes têm um reflexo anticapitalista de dizer: “Que bom que a música é de graça agora, que não está apenas enriquecendo corporações”. Mas sou da opinião que isso não tem funcionado muito bem para a música. Claramente, é um desastre para os artistas e para a indústria. Mas também para ouvintes e fãs. Veja bem: quando a música custava dinheiro e vinha numa forma sólida, em que, para consegui-la, você tinha de ir a uma loja, e isso envolvia tempo e dinheiro, as pessoas davam mais valor a ela. A equação é simples: se você gastou dinheiro num bem cultural, seja um livro, revista, disco, etc., você vai gastar tempo tentando extrair o máximo dele. Se você gasta dinheiro com um CD, vai prestar atenção nele quando tocá-lo, e vai tocá-lo mais vezes. Se você obtém um CD de graça, na forma de downloads, você fica mais propenso a ouvir poucas vezes e de uma forma mais distraída. Você vai ouvir a música enquanto faz outras coisas no computador (chamam a isso de “síndrome de atenção parcial”), e você muitas vezes nem vai ouvir o disco todo. Além disso, se você vive baixando muita música, como as pessoas tendem a fazer quando conseguem música de graça, é matematicamente mais provável que você ouça cada canção menos vezes. E muitos discos só começam a se revelar totalmente depois de repetidas audições”.

* A entrevista completa você poder ler, claro, no blog do Barça, em http://andrebarcinski.folha.blog.uol.com.br/ .

* A organização do SWU anuncia mais dois DJs gringos que irão tocar na tenda Heineken Greenspace: o sueco Avicii e o dinamarquês WhoMadeWho. Mas o que o povo quer mesmo – e um passarinho contou ao blog que eles serão anunciados a qualquer momento no line up do festival – é a confirmação dos Arctic Monkeys em Paulínia. Vai Théo (um dos diretores artísticos do festival), libera logo a info! Rsrs.

* Mas enquanto os Macaquinhos não são confirmados no SWU, você pode apostar que o gaúcho Pública vai lançar na web, semana que vem, um discaço. Lê aí embaixo!

AS CANÇÕES DE GUERRA DO PÚBLICA
O quinteto gaúcho Pública, formado pelo vocalista e guitarrista Pedro Metz, pelo também guitarrista Guri Assis Brasil, pelo tecladista Luciano Leaes, pelo baixista Guilherme Almeida e pelo batera Alexandre Papel (que entrou no lugar de Cachaça, que saiu do grupo quando ele se mudou pra São Paulo, há um ano e meio), existe há uma década. É, sem favor algum, um dos grandes nomes do rock independente brasileiro dos anos 2000. E reafirma essa condição ao lançar seu novo álbum de estúdio, “Canções de Guerra”, que será disponibilizado para download na internet a partir da semana que vem, e terá lançamento em cd em fins de setembro.

Zap’n’roll teve acesso ao disco, com exclusividade, e o está ouvindo desde a última quarta-feira. É um disco belíssimo, denso, com ótimas músicas, ótimas letras, e que mereceu todo um cuidado especial no processo de gravação, mixagem e masterização – etapas fundamentais na elaboração de um trabalho musical e que, em muitos casos, pode determinar seu sucesso ou fracasso artístico. No caso do novo álbum dos gaúchos, ele foi masterizado nos Estados Unidos pelo engenheiro Brian Lucey, que já trabalhou com a banda Black Keys.

“Canções de Guerra” é algo diferente dos dois discos anteriores da banda – os também ótimos “Polaris”, de 2006 (e que na época em que foi lançado, ganhou resenha com quatro estrelas na revista Rolling Stone, em texto assinado pelo blogger rocker), e “Como num filme sem um fim”, editado em 2009. Se neles o Pública evocava referências de Beatles, rock BR 80’ (à Legião Urbana) e pós-punk e indie guitar inglês (Smiths e Oasis), no novo trabalho percebe-se mais introspecção melódica (com climas densos e utilização de pianos) e menos apelo imediato à canções de formato ultra radiofônico. Isso fica evidente em “Apagar das Luzes” e “Silenciou”, que fecham o trabalho de maneira algo tensa, angustiada. E também nas lindíssimas mas algo melancólicas “O homem” e “Cartas de Guerra”, esta última com backing vocals femininos oníricos, além de uma melodia sessentista que remete total à fase mais contemplativa dos Beatles.

A capa do novo álbum do Pública

Mas é claro que o grupo não se esqueceu como fazer música de alto apelo pop/radiofônico na melodia – e, ainda assim, mantendo a qualidade musical em alto nível. Exemplo claro disso são “Das coisas que eu não fui” (que abre o disco, com um baixão mezzo funkeado), “Corpo Fechado” (o primeiro single de trabalho do álbum, que já ganhou clip fodão e já em rotação no YouTube e na MTV), música onde o vocalista Pedro Metz expõe suas impressões sobre fé e religião, e as sensacionais “Pouca estrada pra cedo envelhecer” e “John”. Ambas tem muito de “road song” (no naipe de “Casa abandonada”, do disco “Como num filme sem um fim”) em suas levadas melódicas, conduzidas por violões e que “grudam” no ouvinte na primeira audição. “John”, homenagem de Pedro a John Lennon, é inclusive a música preferida do trabalho por estas linhas zappers, e já séria candidata a uma das canções de 2011 no rock indie nacional.

Falou-se em climas densos e algo angustiados mais acima, para definir parte do que é o novo trabalho do Pública. Yep, “Canções de Guerra” reflete, muito, a angústia que cerca a existência humana nos dias de hoje. O próprio Pedro Metz reafirma isso em entrevista ao blog, e que você lê aí embaixo. E talvez por examinar essa “angústia” com exatidão e refinado acabamento textual e musical, é que o álbum se torne tão interessante de se ouvir. É um disco grande e que mantém o Pública no top dez do atual rock brasileiro. Ainda bem!

BATE-PAPO COM PEDRO METZ, VOCALISTA E GUITARRISTA DO PÚBLICA

Pedro Metz no palco: à frente dos vocais de um dos grandes grupos do novo rock BR

Zap’n’roll – Fale um pouco sobre o processo de construção do disco: a composição dele, as gravações etc. E por que esse título (aliás, muito apropriado aos tempos atuais), “Canções de Guerra”?

Pedro Metz – Foi um disco composto (letras) em São Paulo, após nossa mudança em abril do ano passado. Já tinha feito algumas músicas, mas deixei especialmente as letras para serem escritas aqui pois sabia que seria atingido pela grande cidade. Canções de guerra é um disco sobre as mudanças que aconteceram na banda. E como as coisas não andam fáceis no meio musical, obviamente as bandas que vão sobrando
se alimentam desse orgulho, dessa luta que é fazer música nesse país. Ele foi gravado no Rio de Janeiro, no estúdio do Lobato, do Rappa. Foi produzido novamente pela Pública e pelo Marcelo Fruet. Foi mixado em Porto Alegre e masterizado nos Eua, com o Brian Lucey, o mesmo que masterizou o Brothers, do Black Keys.

Zap – E como a banda tem feito para sobreviver na “grande cidade” que é São Paulo? Como você mesmo disse, e é mais do que sabido, ser uma banda independente no Brasil é uma autêntica guerra: difícil marcar shows, receber bons cachês etc. Tirando o que resta do podre mainstream e alguns poucos artistas megas, que ainda vendem discos e shows a gordos cachês, a luta na cena rock independente é mesmo
cruel. Como a Pública lida com isso e faz para sobreviver nesse meio, digamos, bastante adverso em termos financeiros?

Pedro – Adverso é apelido… a coisa é triste. Em geral o resto da banda toca com outros artistas, como músico contratado. Eu coloco som e sempre quando pinta um bico eu encaro também. Quando a coisa aperta muito minha mãe me manda uns trocos, ahahaha. E minha mulher ajuda um monte com coisas da casa. Eu trabalho desde os 14, sou formado em jornalismo e é a primeira vez que encaro a vida exclusivamente como
músico. Esse disco agora, de certa forma, é uma prova de fogo.

 

Zap – É sabido que não se vende mais discos, ou quase, em sua plataforma física. Mesmo nomes grandes como The Strokes ou Pitty (para ficar em dois exemplos, um de fora e outro daqui), já perceberam isso. Tanto que vocês estão lançando o álbum na web primeiro. Então, o que as bandas tentam fazer é formar público e ganhar dinheiro com shows. Você acredita que isso é possível na cena independente,
formar bom público e ganhar dinheiro com shows? Ou as bandas precisam encarar a também dura missão de tentar aprovar projetos em órgãos culturais públicos e/ou privados, que permitam a ela fazer shows e excursionar sem ter a preocupação de não ganhar nada com bilheterias?

Pedro – Cara, cada banda está num estágio. Nunca ganhamos um centavo de governos nem de empresas. Tudo o que ganhamos com a banda investimos novamente nela, para gerar mais conteúdo e ter cada vez mais visibilidade. A Pública é uma banda que existe porque amamos fazer música. Em termos financeiros somos um fracasso, mas nossa obra nos dá um orgulho danado. Somos pessoas esperançosas e não desistiremos
de ter uma banda que se sustente.

Zap – Certo. Bem, ouvi o disco ontem e achei ótimo. Diferente dos anteriores em termos musicais, mas ainda assim muito bom. Você disse que o fio condutor das letras reflete a angústia dos tempos atuais. Explique melhor.

Pedro – São tempos bem estranhos pra quem faz música. É difícil persistir porque no fim do mês temos que pagar contas e a música não viabiliza isso. Somos uma banda premiada, com ótimas críticas e uma aceitação muito grande no meio do rock. No entanto isso não reverte para a grande mídia, público. A internet é um festival de baboseiras sem fim. Então ficou tudo muito estranho, tu fica te perguntando
por que insistir nisso. E as respostas vem aos poucos, com um cara que tu admira há tempos se declarando fã do teu trabalho, com as pessoas que nos dizem como a gente afeta a vida delas, quando subimos num palco e honramos nosso trabalho. Então as letras são baseadas nessas coisas cotidianas, nessas dúvidas que todos temos todos os dias. Isso não é só coisa de músico, é de todo mundo.

Zap – Há uma questão religiosa perpassando algumas músicas, como “Corpo fechado” e “John”. Você é uma pessoa religiosa? Tem alguma crença?

Pedro – Sou simpatizante do espiritismo e das religiões negras. Tirando a questão religiosa, sou uma pessoa com bastante fé, que penso muito sobre vida, morte e a possibilidade de existir algo depois da vida material. Isso sempre esteve um pouco presente nas letras da banda.

Zap – Ok. E se não estou enganado, em todos os discos você sempre cria uma persona ou cita um personagem da cultura pop, para construir uma letra a partir disso. No primeiro disco havia o Raymond. Neste há o John, homenagem a John Lennon. Isso é intencional, já estabelecido, ou surge espontaneamente durante o processo de composição de novas letras?

Pedro – Espontâneo. Ano passado Lennon faria 70 anos, fez 30 da morte, então fui tomado por uma grande vontade de homenagear essa pessoa que eu acho a mais importante da música. Raymond, no primeiro disco, é um alter ego. O nome veio pela sonoridade na verdade. Mas existem centenas de Raymond’s na cultura pop. Então pra mim melhor ainda!

Zap – Muito bem. Mais acima, você citou (com razão) as agruras de trilhar o caminho musical pela via independente. Há repercussão do trabalho da banda na mídia, mas isso não se transforma em aumento de público ou vendagem de discos. Então isso significa que, na verdade, ganhar um prêmio no VMB (como a banda já ganhou) ou sair numa publicação como a Rolling Stone, em pouco ou nada altera a vida da
banda?

Pedro – Não, acho que altera sim, mas não é o bastante para mudar tua vida. Nunca fomos uma banda hypada, e isso fez com que nós focássemos cada vez mais em nossa música. É o caminho mais difícil, mas é o mais verdadeiro. Tanto o VMB quanto as críticas da Rolling Stone foram muito importantes, inclusive para rodarmos festivais pelo Brasil. Já tocamos em 16 capitais. Nada mal né?

Zap – Sim, claro. E com o novo disco lançado quais os planos imediatos, em termos de shows e gigs fora de São Paulo?

Pedro – Sim, temos show de lançamento dia 23 de setembro, no Beco, em São Paulo. Outubro faremos uma tour no Rio Grande do Sul, 9 shows em 15 dias. Estamos muito animados para esses shows e loucos para cair na estrada e divulgar o álbum.

Zap – Pra encerrar, e sem medo de falar: cinco bandas que você gosta no rock independente brasileiro atual. E cinco que você não suporta, rsrs.

Pedro – Cara, as que eu mais gosto são: Los Porongas, Vanguart, Pata de elefante, Rock Rocket e Quarto Negro. Não odeio 5 bandas, pode ter certeza. Não do independente, pelo menos… tenho tentado deixar estes sentimentos de lado pra evoluir.

PÚBLICA – UMA LETRA DO NOVO DISCO
“John” (Pedro Metz)

John nos deixou só
Tarde pra dizer adeus
Todo o amor que se perdeu
Ficou a lembrança
Mas há de se seguir com fé
Nos homens e mulheres
Nos filhos quando crescem
John, temos tanto pra aprender
As respostas são as mesmas
E ninguém parece entender
John, conte as novas
Me fala de revolução
De um mundo sem religião
John, a criança
Que não tem pressa pra crescer
Das frases mais sinceras, (tão) tristes quanto belas
John, temos tanto pra aprender
As respostas são as mesmas
E ninguém parece entender

PÚBLICA AÍ EMBAIXO
No vídeo de “Corpo fechado”, primeira faixa de trabalho do novo disco:

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E calmaê que esse post está beeeeem longe de terminar. Ele continua em construção e deve ser finalizado até a tarde de amanhã, sabadón em si, okays?
Não esquecendo que:

* Tem showzaço dos Los Porongas hoje, sexta. Rola na Trackertower (que fica na rua Dom José de Barros, 337, no centrão rocker de Sampa, colado na Galeria do Rock). É o show de lançamento do lindíssimo clip que eles fizeram para a música “Silêncio”, o single de trabalho do novo álbum, e que você confere aí embaixo. Zap’n’roll vai estar lá, claro, prestigiando seus amigos de longa data.

Los Porongas – “Silêncio”

* Vai ter DJ set do blog no sempre badalado Clube Outs (lá na rua Augusta, 486), isso no sábado, com direito a showzaço do esporrento trio Nevilton. Também vai ter DJ set do Andy Rourke no Beco203 (também na Augusta, mas no 605), no mesmo sábado. Sim, sim, Andy é o ex-baixista dos Smiths e já fez alguns DJs sets em Sampa. Na boa? O Beco é ótimo mas a discotecagem de mr. Rourke não é nada demais, e ele não toca nada que você não ouça usualmente nas pistas indies paulistanas. Mas de qualquer forma, é sempre uma atração gringa a mais, né?

E lá no hfinatti@gmail.com, continua em disputa:

* INGRESSOS pro Planeta Terra festival, dia 5 de novembro em Sampa;

* Duas cópias do DVD  “Screamadelica Live”, do Primal Scream, lançamento da ST2;

* E um kit com DEZ CDs do selo Pisces Records, é mole?

É isso. Colaê novamente até a tarde deste sábado que vem muito mais aqui no blogão que nunca pára! Até já!

(enviado por Finatti às 18hs.)

Um finde rock’n’roll e fodaço em Belém do Pará. O blog rompendo relações de amizade com o vocalista do Vanguart. E agora vai! Tópico especial hard anal sex rocker, com diário sentimental inspirado na… Sandy, uia! (texto e imagens desaconselháveis para menores de 18 anos, sério!)

 

Duas bandas fodaças do novo indie rock de Belém do Pará: acima, os Baudelaires destróem ao vivo, levando a galere à loucura no último domingo; abaixo, o indie guitar Aeroplano, com influências de power pop e shoegazer

A vida do blog é…
…andar por esse país, como diria o saudoso Luiz Gonzaga (yep, um pouco de cultura musical BRASILEIRA aqui, não faz mal a ninguém). Foi assim que Zap’n’roll foi parar, na semana passada, em Belém, a quente porém lindíssima e mega acolhedora capital do Pará, lá no Norte do Brasil. Sério, há meses que o blog não se divertia tanto em uma viagem. Além de ter sido mega bem recebido e tratado pela turma rocker da metrópole de mais de dois milhões de habitantes, o blogger andarilho ainda tomou contato com uma cena rock’n’roll impressionante, que agrega dezenas de bandas dos mais diferentes estilos – e todas ótimas, sem exceção. Um pouco dessa viagem está contada aí embaixo, em textos e imagens, neste post que está começando agora mas que, na real, vai causar tumulto mesmo pelo seu “diário sentimental”. Aquele mesmo, prometido há semanas e onde estas linhas online vão falar de um tema, hã, palpitante (uia!) e que mexe sempre com o nosso imaginário erótico: o sexo anal. Bora então, ler mais um postão do blogão de cultura pop mais legal e polêmico da web brasileira!

* Mas, claaaaaro, antes de falar do rolê por Belém, algumas notinhas rápidas, hihi.

* Começando que Liam Gallagher, o eterno rebelde, está movendo uma ação judicial contra seu irmão, Noel. Segundo Liam, a ação é mais para forçar Noel a se desculpar pelas mentiras que ele andou falando em entrevistas, sobre os motivos que levaram ao fim do Oasis. Hum… será que Noel realmente… mentiu???

* E neste sábado, mais conhecido como amanhã, o Vanguart faz show de lançamento do seu novo álbum de estúdio, “Boa parte de mim vai embora”, no Sesc Vila Mariana, em São Paulo. É o segundo trabalho de estúdio do quinteto cuiabano (hoje radicado na capital paulista), e o primeiro desde o disco de estréia, lançado em 2007. E antes que alguém pergunte: Zap’n’roll NÃO vai ao show e quer distância do vocalista Hélio Flanders e do produtor Bruno Montalvão pelos próximos séculos. O autor deste blog realmente não tolera falsidade, ainda mais partindo de pessoas que se diziam “amigas” do blog. Assim como não tolera ataques de grosseria e estrelismo de quem quer que seja. E fica pasmo em notar como um certo destaque e reconhecimento artístico faz o ego descontrolado de algumas pessoas simplesmente explodir. Por outro lado, estas linhas online querem deixar bem claro que continuam tendo todo o apreço e amizade do mundo pelos outros rapazes da banda, que sempre se mostraram humildes e sempre trataram Zap’n’roll com a maior consideração possível. Enfim, não deve ser mole trabalhar com gente pedante e que se acha mais do que é. Mas de qualquer forma o blog zapper torce pelo sucesso do disco e do show de amanhã no Sesc.

O Vanguart lança seu novo disco amanhã, sábado, com show em SP. Mas o blog não vai à gig, por motivos pessoais

* Aliás, safra de discões da indie scene nacional na boca do forno, pra serem lançados. Tem o novo do Pública (“Canções de Guerra”), que chega às lojas até o final deste mês. E também o novo do fodaço Madame Saatan, e cujo primeiro single, “Respira”, já roda a roda no YouTube, como você pode ver aí embaixo.

* É, não foi mole o desastre natural que se abateu ontem sobre o festival Pukkelpop, lá na Bélgica. Até agora, foram contabilizados cinco mortos e mais de setenta feridos. E o restante do festival foi cancelado.

* Enquanto isso, a NME pôs na sua capa desta semana (essa mesma, reproduzida aí embaixo) outro desastre que se abateu sobre o indie rock planetário: as revoltas adolescentes que varreram as ruas inglesas na semana passada, causando a destruição de depósitos onde estavam milhares de CDs de grandes bandas que todos nós amamos. É foda…

* Pelo menos em Belém, tirando o mega calor que sempre faz por lá, foi tudo lindo e sem desastres naturais, nos seis dias em que o blog passou por lá. E curtindo a cena rocker de lá, que é mesmo fodástica, como você lê aí embaixo.
 

TERRA DO TECNO BREGA??? NADICA! BELÉM É ROCK PRA CARALHO!
É impressionante como, a cada nova viagem por regiões distantes do Sudeste, Zap’n’roll descobre mais e mais cenas rockers da melhor qualidade, espalhadas por esse Brazilzão. Na semana passada foi a vez de o blog ir até Belém, capital do Pará. Uma visita/viagem, na verdade, que já deveria ter rolado no mês passado, quando estas linhas virtuais foram cobrir o festival Skinni Rock, em Boa Vista (capital de Roraima), e pretendiam esticar a jornada até Belém. Problemas de última hora, como custos elevados da passagem de avião de Boa Vista para a capital paraense, acabaram abortando temporariamente a viagem.

Mas na semana passada tudo deu certo e lá se foi Zap’n’roll pra capital daquele que é o segundo maior Estado brasileiro, em área geográfica. Foi uma jornada de seis dias fantástica e ultra prazerosa: além de ter conhecido pontos turísticos fodões e paisagens lindíssimas da cidade, o blog participou de festas, viu shows, conheceu bandas e fez várias novas amizades com uma galere rock’n’roll que é super acolhedora e calorosa.

O autor destas linhas bloggers rockers foi recebido e hospedado pelo mega brother Andro Pinheiro, vocalista e guitarrista do quarteto Baudelaires, um dos nomes mais destacados da atual cena belenense e que já teve seus discos resenhados aqui mesmo no blog. Sem nenhum favor, os Baudelaires (com suas sublimes emanações de Beatles, power pop e Teenage Fanclub) são hoje uma das dez melhores bandas em atividade no novo rock brasileiro, e precisam COM URGÊNCIA ser descobertos pela grande mídia pop sudestina (alô Rolling Stone e querido Pablo “super monge japa zen” Miyazawa: ouçam o quarteto e dêem um espaço a eles nas páginas da nossa querida revistona). O grupo tocou no último domingo, no charmoso Espaço Cultural Fuxico (onde o blog também esteve presente, discotecando após as gigs dos Baudes e do igualmente bacanão Stereoscope), e provocou catarse na pequena multidão que estava por lá, cantando todas as canções e pulando o tempo todo. Já com um álbum físico e um ep virtual lançados, ambos ótimos, os Baudelaires se preparam agora para lançar seu primeiro álbum completo em cd, que está sendo negociado com o selo paulista Pisces Records.

O jornalista zapper, cercado pelos grandes Baudelaires: Belém no mapa do novo rock BR

E não só: antes, na sexta, rolou outro festão na cidade, no bar Studio Pub, quando foi lançado oficialmente a edição 2011 do festival Megafônica, com show do grupo Brown-Há, de Brasília. Organizado pela agitadora cultural Bárbara Andrade, o Megafônica é um dos dois grandes festivais de rock que acontecem anualmente na cidade (o outro é o Se Rasgum), e sua edição deste ano acontece em outubro próximo. O zapper sempre trêfego também esteve no Studio Pub e bateu papo com uma turma enorme, como o pessoal da banda Paris Rock (que também lança trabalho novo em breve), da banda Sim e mais algumas outras.

Sábado foi noite de cair num churras, oferecido pelo já queridão Sabá Netto em sua house (em um condomínio fechado de Belém), e onde se reuniram várias figuras que fazem o rock rolar na capital de Belém. Foi durante a ida a esse encontro que o blog ouviu, no carro da fofa Bárbara Andrade, o cd da banda Aeroplano. E ficou chapado com o que ouviu, como você pode conferir mais no final desse post, nas indicações do blog.

Enfim, muito mais aconteceu em Belém e seria impossível registrar tudo aqui. Mas com essa visita à capital do Pará, estas linhas rockers poppers só comprovaram, pela enésima vez, o que muita gente já sabe: o melhor novo rock brasileiro está mesmo sendo produzido fora do arrogante Sudeste. E Belém, com bandas como Madame Saatan, Baudelaires, Johnny Rockstar, Aeroplano, Paris Rock e muitas outras, é a maior prova disso.

* O blog agradece, de coração, a recepção que teve em Belém, dos queridos Baudelaires, além da lindaaaaa e fofa Rafaely Sarraf (que é a autora das fotos que ilustram esse texto), das queridas Bárbara Andrade e Niceise Ribeiro, mais o Lucca e a Diana, a turma do Paris Rock, do Fuxico Cultural e todos os novos amigos que fizemos por lá. Até breve, galere!

PICS DE UM FINDE ROCK’N’ROLL EM BELÉM
(fotos: Rafaely Sarraf)

O blog, muito bem acompanhado pelas gatíssimas Rafaely (girlfriend do querido Andro Baudelaires) e Juliana

Visita ao Forte da baía do Guajará (acima): um dos pontos turísticos mais bonitos da capital do Pará

La dolce vitta do jornalista rocker: na beira da piscina, em um churras e com um copo de breja pra refrescar

SANDY E O SEXO ANAL – UM DÁRIO SENTIMENTAL
Depois de muito analisar os prós e contras de publicar um diário sentimental extremamente hardcore, inspirado no assunto que dominou o noticiário de cultura pop há duas semanas (a outrora doce, meiga e modelo de comportamento, a cantora Sandy, que resolveu abrir o jogo em entrevista à revista Playboy, assumindo que gosta de dar o cu), Zap’n’roll resolveu postar o dito cujo, e dar um foda-se às pressões de moralistas babacas e preconceituosos hipócritas de plantão. Afinal, este blog se tornou o que é hoje – um campeão em audiência na área de rock alternativo e cultura pop – também graças às histórias pessoais aqui publicadas, da vida extremamente maluca e eternamente movida a sexo, drogas e rock’n’roll, do autor destas linhas rockers online.
Quando essas histórias não surgem aqui, o nosso fiel leitorado reclama, e muito. Portanto, vamos lá: aí embaixo, uma “análise” rápida sobre a agora assumida preferência sexual da querida Sandy, além de relatos relembrando as experiências, hã, anais que o sujeito aqui teve com algumas de suas ex-girlfriends e affairs.
Boa leitura!

Algumas dizem que não gostam. Mas na real, toda mulher que é cachorra de verdade, gosta de ser enrabada, hihi

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Ela é linda, desejada, meiga, bem nascida, bem criada, uma das cantoras mais conhecidas do pop nacional e… gosta de dar o cu! Simples assim. Em entrevista à mais recente edição da revista Playboy, Sandy causou tumulto ao afirmar que, sim, é possível ter prazer fazendo sexo anal. Foi um escândalo e a repercussão da declaração tomou de assalto a mídia impressa e eletrônica: não se falou em outro assunto nas duas últimas semanas. A pobre Adriana Galinhasteu, capa da mesma edição, teve repercussão nula com suas fotos peladonas na revista, diante do impacto da afirmação de Sandy. Papai Xororó então, interpelado sobre a repercussão de tema tão ousado e palpitante, mostrou todo o seu descontentamento e chororô com a entrevista concedida pela filha mega famosa: “que pai gosta de ver sua filha falando disso publicamente?”.

Pois é. E no final das contas, o que Sandy teria “descoberto” não é nenhuma novidade  digna de nota – quer dizer, tornou-se a partir do momento que a declaração foi disparada por alguém que até bem pouco tempo, cultivava uma imagem de pureza e comportamento moral inatacáveis. Afinal a humanidade faz sexo anal, prática disseminada entre parceiros (sejam eles héteros ou gays) desde que o mundo existe. É sabido que o ânus é uma região erógena sim, e que se sente prazer ali. Portanto, nada mais natural do que praticar a penetração anal durante relações sexuais. Óbvio que por ser uma região infestada de bactérias (pois é por ali que se evacua), uma bela seção de higiene pessoal antes da metida no rabo em questão é sempre recomendável. Camisinha? Também é, hã, indispensável no mundo pós-Aids, embora Zap’n’roll particularmente deteste utilizar a proteção desde sempre – tira muito o tesão, fato.

Sandy: doce, meiga e… fã de sexo anal!

E claaaaaro que muitas mulheres, por hipocrisia moral ou vergonha, ou feminismo arcaico, se dizem frontalmente contra o sexo anal. “É humilhante e indigno!”, bradam algumas recalcadas que não assumem que gostam sim de ser fodidas atrás. Inclusive um dileto e velho amigo zapper, o músico e professor Pedro “Bandeirinha” (terror das alunas de uma certa região da capital paulista, pois já traçou boa parte delas, rsrs), defende a tese de que NÃO existe mulher que não curta uma metida de rôla na sua bunda. “Elas gostam, sim! Claro que num primeiro momento há dor e desconforto, mas também muito tesão. Aí então, quando o cu se adapta ao pau que o está penetrando e a dor some, fica só o tesão. E um tesão intenso, em alguns casos”, diz ele.

Algumas ex-namoradas e affairs do autor deste blog que o digam! Zap’n’roll fodeu absolutamente todas as mulheres que teve em sua vida, também no cu. E relembra agora, aí embaixo, algumas dessas inesquecíveis histórias de metidas mega prazerosas em rabos femininos suculentos, hihi. Tomando o devido cuidado, claro, de omitir, abreviar ou trocar nomes para evitar problemas, hã, judiciais, uia!

* SIL, A GÓTICA – ela amava The Cure e Robert Smith. Tinha cara de santa, mas era uma perva de primeira na cama: xoxota raspada (como toda gótica que se preza), fodia até o cu fazer bico. O autor deste diário sentimental absolutamente cafajeste conheceu a moçoila em um bar rock alternativo em Santo André, e namorou a garota quando ela tinha apenas dezessete aninhos de pura sacanagem e tesão, isso lá por volta de 1995. Não deu outra: em uma bela tarde de foda arrasadora na kit onde o jornalista zapper e doidão morava, na avenida 9 de julho (centrão de Sampa), em dado momento Sil olhou com carinha de anjo pro sujeito aqui e pediu docemente: “você quer pôr no meu bumbum?”. O pedido foi imediatamente aceito e a partir daquele dia, as fodas anais se tornaram freqüentes entre o casal. Tão freqüentes que em outra ocasião a mesma Sil, enquanto levava cacete grosso na sua majestosa bunda, não se conteve e exclamou: “ai, você já arrancou todas as minhas pregas!”. Hoje a moça, uma senhora trintona acima de qualquer suspeita, está casada. E virou – pasmem! – evangélica.

* VÂNIA, A ARQUITETA – era uma autêntica delícia cremosa. Arquiteta leonina e mandona, 24 aninhos quando o zapper a conheceu (em 2000), Vânia morava em uma cidade próxima a Sampa. Morenaça, lindona de rosto, cabelão escuro, peitos não muito grandes mas com uma bunda espetacular, a garota era do rock. Gostava de baladas, de fumar maconha (e como fumava: média de quatro baseados por dia!) e de tomar ácido com os amigos. Zap’n’roll se divertiu muito com ela durante os apenas quatro, porém intensos, meses de namoro. Foram juntos ao Rock In Rio de 2001, na noite dos Foo Fighters (que show!) e do REM (idem!), e quando o jornalista sempre sortudo com as mulheres, viu as gigs daquela noite na cidade do rock trincado de marijuana e doce, hihi. Anyway, Vânia também era fã de ser enrabada. Tanto que sempre trazia na sua bolsa, sem cerimônia, um tubo do célebre lubrificante KY. E as metidas no seu cu foram todas majestosas – principalmente quando ela dava de frente, na posição papai-e-mamãe, batendo uma intensa siririca. Hoje, pelo que se sabe (afinal, depois que se separou, o autor destas linhas online não falou mais com ela), Vânia está casada e com filhos.

* CÔCO CHANNEL – era a famosa “Raimunda”: feia de rosto mas boa de bunda. Na verdade, a garota não era muito bonita mas tinha um corpão avassalador, com peitaços divinos e uma xota e bundas do além. Zap’n’roll teve um rápido affair com a garota lá por 1999, em um período um tanto melancólico – o autor deste blog tinha perdido uma namorada de quem gostava muito e com quem pretendia se casar, mas ela partiu desta pra melhor em um acidente de carro. Então, entrou Côco Channel em cena, amiga comum do casal. Foram poucas fodas mas, em uma delas, o zapper colocou a garota de frente, abriu suas pernas e meteu o cazzo no seu… rabão. Ela delirou e, no meio da foda, gritou: “nunca senti tanto tesão na minha vida!”. Pois é…

* JOY, A NEGRA GOTH – crioula gigante (1,80 de altura), de tetas enooooormes, moradora da zona leste paulistana e que enlouqueceu o sujeito aqui quando ele a conheceu, em um domingo à noite, no inesquecível porão do casarão Madame Satã. O zapper filho de italiano e desde sempre mega fã de negras, pirou quando viu aquela deusa negra à sua frente. Paquera daqui, beija dali e ambos começaram um “romance” – sendo que o autor deste blog teve que “dispensar” Côco Channel por causa da negaça. Joy tinha hábitos goth estranhos: adorava trepar na escuridão total ou então, à luz de velas vermelhas. E se deixava enrabar com gosto: toda vez que estava sendo fodida no cu, pedia com gosto pro jornalista taradão: “goza!”. E Zap’n’roll gozava, claro!

* TITA, OUTRA NEGONA FUCKING GREAT! – e como! Foi um dos mais longos namoros do autor destas linhas online carlhordas, na última década: quase três anos de muita porrada e trepadas. Yep, o casal se adorava mas vivia às turras. Tanto que o eterno melhor amigo zapper, o dileto mr. Pomba, não se cansava de afirmar naquela época (entre 2001 e 2004): “vocês só funcionam na cama! Tirando o sexo, não há nada em comum entre vocês dois”. Talvez. O fato é que ambos se conheceram também no Madame Satã, naquelas gloriosas madrugadas de quinta pra sexta-feira, em que o blogger rocker saía de sua kit na Vila Mariana pra ir enlouquecer na pista escuríssima do casarão gótico, onde se entupia de vodka, canelinha e brejas e dançava até morrer ao som de Smiths, Cure, Echo & The Bunnymen, Joy Division etc. Pois numa bela quinta-feira lá estava Tita, com uma blusa vermelha e seus também majestosos 1,80m de altura. Papo vai, papo vem, a big negra acabou indo parar na kit zapper e deu gostoso logo na primeira madrugada juntos. E o que era pra durar apenas uma noite acabou se estendendo – como já dito, mais acima – por quase três anos. Com direito a muitas fodas anais, óbvio. Uma delas, inesquecível: em um sábado de manhã, o casal chegou absolutamente lesado na kit, após realizar uma festa da revista Dynamite no extinto e saudoso bar Juke Joint (que ficava na rua Frei Caneca, centrão rocker de Sampa). Tita estava em fogo, o seu boyfriend mais ou menos (cansado e bêbado demais naquela manhã). Mas bastou ela começar a esfregar a bunda descomunal no pau zapper e tudo rolou às mil maravilhas. Tita foi cadelaça ao máximo naquela manhã: deu o cu, de ladinho, por duas vezes, enquanto urrava e gritava de tesão, batendo uma feroz siririca. O escândalo foi tamanho que, na segunda-feira a zeladora do predinho onde o jornalista loker morava, quando o encontrou, disparou: “você e sua namorada não têm vergonha de fazer sexo com tamanho escândalo e barulho? Da próxima vez vou multá-lo por perturbar os vizinhos!”. Uia! Até hoje Zap’n’roll e Tita são ótimos amigos.

* ADVENTO T. – Foi outra “encrenca” que se prolongou na vida do autor zapper por quase três anos. Nunca namoraram oficialmente, mas tiveram um intenso e tórrido romance – que, inclusive, pôs a pique o namoro do blog com a negona Tita. Anyway, o advento T. era um tesão: magra, peitos lindões, rosto de boneca de porcelana. E ambos se davam super bem por terem muitas afinidades comportamentais e culturais: ela era jornalista (embora não exercesse a profissão), amava rock BR anos 80’, gothic rock e indie rock e também… era mega fã de devastações nasais (e foram dezenas as praticadas em conjunto pelo casal, com direito a muitas aspiradas de carreiras na xoxota e nas tetas da garota). Zap’n’roll também poderia ter se casado com o advento T. Mas em algum ponto do envolvimento de ambos a relação desandou. E foram poucas as metidas no cu da moçoila, que dizia não sentir prazer ali. O que ela gostava mesmo era de esbórnia e putaria: em uma noitada pós Madame Satã, e com todos bicudíssimos de cocaine forte, o advento T., mais o advento P. (que será mencionado no tópico a seguir), mais dois amigos em comum do sujeito aqui e delas, foram todos parar em um hotel de trepação na Vila Mariana. Em um quarto ficou o zapper doidón e o advento P. No outro, o advento T. Que se esbaldou sendo fodida por dois ao mesmo tempo. Mais tarde, já recuperada da “bicudisse”, ela não teve pudores em comentar com o sujeito que escreve este diário sentimental: “eu adoooooro trepar como louca quando estou chapada de padê. Me sinto num parque de diversões!”. Wow!

A teta do advento T.: ela deu pouco atrás, mas gostava de foder “turbinada” por padê

* ADVENTO P. – outra “cavalaça” negra na vida de Zap’n’roll. Não era muito alta mas, em compensação, tinha um par de peitos e uma bunda avassaladoras. Ambos se conheceram através de amigos em comum. E já no primeiro encontro, após alguns chopps no Shopping Light (no centrão de Sampa), a dupla correu pro hotel de foda mais próximo. No meio da trepada, a pergunta inevitável: “você gosta atrás?”. Ela: “sim, com o cara deitado por cima e fazendo bastante pressão!”. Não precisou falar mais nada. O blogger fodedor esporrou muuuuuito e muitas vezes no cuzão lubrificado do advento P, que delirava sempre e acabou se apaixonando por Zap’n’roll, que estava em um dos períodos emocionais mais tumultuados de sua existência: ele ainda mantinha um “affair” com o advento P., outro com a pequena Kinky e estava se enroscando com a insuportável (como ele descobriria tempos depois) Lady Borboleta (essa, será descrita logo mais aí embaixo). Ou seja: quatro bocetas sendo fodidas alternadamente, isso por volta de 2008. E dessas quatro hoje o blog ainda mantém amizade com Kinky e com o advento P.

* ADVENTO C. – era uma boa garota quando o blog a conheceu: meiga, doce, carinhosa, algo inocente. Sempre antenada com cultura pop, fã de bandas indies, fã de literatura e cinema, blogueira, sorriso lindo, boca enooooorme, tetas gigantes (e que sempre vazavam gotinhas de leite quando o zapper sedento mamava nelas) mas com bunda pequena, não demorou muito pra figura chamar a atenção do zapper namorador. O “romance” começou, durou bastante tempo e depois desandou, por uma série de motivos (a garota se tornou uma perva de primeira, começou a andar com gente escrota demais e a ficar loka demais, por dias seguidos, e foi perdendo o interesse em manter algo, hã, sério com Zap’n’roll). “Tu vai poder gozar onde tu quiser”, foi uma das primeiras frases que C. disse ao zapper sempre sentimental, quando ambos começaram a namorar – e a trepar também, óbvio. Foi tudo lindo por um bom tempo. E C. realmente deu o cuzinho (que nem era tão grande assim, mas era apetitoso) logo na primeira noite de foda, enquanto batia a providencial siririca pra gozar gostoso. Depois, nos meses seguintes, entre idas e vindas, rolaram mais algumas fodas anais prazerosas mas a afinidade comportamental e emocional entre o casal foi definhando, em função de problemas diversos. Até que no final do romance as trepadas se tornaram toscas, sem sequer beijos de língua. Acontece. A real é que o advento C. mudou muito em questão de meses: se tornou uma garota mentirosa, falsa, ingrata e que tinha interesses, hã, escusos por trás de um namoro que não funcionava mais. Assim, ela acabou se tornando amante (por algum tempo) de um sujeito que tinha namorada na cidade onde ele morava. Agora, C. namora com um mané algo iletrado mas que, como ela, adora trepar depois de fumar “napolitanos” (hã? Ora, merla misturada com maconha e tabaco, simples). É isso aí: cada um com suas escolhas.

O xotaço do advento C.: ela também foi fodida no cuzinho pelo zapper, e hoje namora com um mané que gosta de fumar “napolitanos” com ela, rsrs

* LADY BORBOLETA – um dos maiores equívocos de relacionamento cometidos pelo autor deste diário sentimental revelador, hihi. Lady Borboleta é jornalista, mas escreve horrivelmente mal. Chata, pedante, pentelha, arrogante, se acha o cocô do cavalo do Napoleão. Mas nunca conseguiu nada além de ser assessora de comunicação em uma prefeitura de uma minúscula cidade na região metropolitana de Sampa, além de escrever um blog porco de cultura pop que ninguém lê ou comenta nele. Magrela, com pernas iguais a palitos, miss Borboleta tem pelo menos dois ótimos “predicados”: um belo par de peitos pequenos e empinados, além de saber foder muuuuuito. O zapper boca solta a conheceu através de um amigo em comum (outro mala, diga-se, que foi estagiário no portal Dynamite e foi demitido de lá, porque nunca conseguia cumprir suas tarefas a contento). A princípio, ficou algo impressionado com a madame (pela sua pseudo inteligência, cultura, se dizendo fã de cinema e jazz etc.). Quando descobriu a encrenca em que havia se metido, preferiu saltar fora. Mas nesse meio tempo, passaram-se alguns meses e algumas ótimas fodas, algumas metendo no cuzinho de Lady Borboleta. E uma dessas metidas no ânus da moça se tornou quase inesquecível: uma bela noite, na kit da Praça da Árvore, no meio da trepada o zapper taradão por bundas femininas pediu: “deixa eu comer teu cu!”. Borboleta se virou de quatro, na beira da cama, empinou a bunda pequena e falou: “Pode colocar!”. E teve seu ânus arregaçado pelo pinto grosso zapper, uia. Atualmente, Lady Borboleta continua arrotando sandices textuais em seu blog bullshit. E deve estar enganando algum outro macho incauto, com sua deslumbrante “cultura”, rsrs.

O BLOGÃO ZAPPER INDICA
* Discos: estes dois CDs já saíram há algum tempo mas o blog está ouvindo ambos agora. “Voyage” é a estréia dos belenenses do Aeoroplano. Já “Vol. 3” é, óbvio, o terceiro trabalho dos sergipanos do Mopho. São dois discaços, cada um em seu estilo e essência musical. O quarteto Aeroplano investe em guitarras indie e power pop de melodias aceleradas e vocais melancólicos (e, pasmem, com letras em português, algo difícil de se fazer neste estilo de rock), nesse disco que foi gravado há dois anos mas que foi lançado apenas no início de 2011. Trata-se, na verdade, de mais uma ótima banda da fantástica cena rocker de Belém do Pará. Já a psicodelia do também quarteto Mopho (agora sendo lançado e distribuído pelo bacana selo indie paulista Pisces Records, novo parceiro comercial zapper) é bem conhecida, e ganha corpo mais intenso no terceiro trabalho, onde as guitarras “viajantes” se unem a ritmos mais regionais, compondo uma ambiência sonora altamente sedutora. Fora as letras, que trazem versos certeiros como “Estou ficando farto do amor/Tudo acaba em lágrimas de sangue/Breve como a bruma das paixões/Desse fardo fiz a minha sina”. Interessou pelos dois grupos? Vai lá: www.myspace.com/aeroplanobr , e www.myspace.com/mophobrasil . Fora que a Pisces (que pode ser acessada em www.piscesrecords.com.br) está com um catálogo fodão de lançamentos. O selo lançou nos últimos meses os novos discos dos Pullovers, dos Detetives, da banda Tomada, do goth Plastique Noir e estará mandando para as lojas, em breve, os novos álbuns dos Forgotten Boys, do Rock Rocket e do sempre grande Daniel Belleza & Os Corações em Fúria. Nos próximos posts zappers, aqui e no portal Dynamite online, estaremos dando mais detalhes dos lançamentos do selo, inclusive com uma entrevista bacanuda com o Ulysses Cristianini, que dirige a gravadora há mais de uma década.

* Filme: “Melancolia”, de Lars Von Trier, continua altamente recomendado. Principalmente porque não há grandes lançamentos no circuito cinematográfico por esses dias.

* Blog: o 23 Gotas é o outro blog assinado pela linda, esperta, rocker, estudante de Letras e gilfriend zapper, a Helena Lucas, que também escreve no Female Rock Squad. No 23 Gotas ela assume um tom mais pessoal, escrevendo sobre seus sentimentos e o que ela vivencia no seu dia-a-dia. Mas também há rock por lá, como a análise que ela faz, no post mais recente, do novo clipe dos Red Hot Chili Peppers. Dá uma conferida: http://23gotas.blogspot.com/ .

* Baladas badaladas: o blog está de volta a Sampa, yeah! E vai cair na farra este finde junto com seu fiel leitorado, néan? Então bora ver o que rola, já começando por hoje, sextona em si, quando tem festa do selo Monstro Discos no Inferno Club (rua Augusta, 501, centrão rocker de Sampa), com shows das bandas Bang Bang Babies e Beach Combers. Também hoje, sexta, mas lá no Club Sattva (que fica na Alameda Itú, 1564, Jardins, zona sul paulistana), tem a estréia do Projeto RockBR, onde só vai rolar rock nacional (óbvio), com os queridões DJs e agitadores culturais Adriano Pacianotto e Wlad Cruz. E ainda na sexta (ou seja, hoje mesmo, hehe) na Casa Mafalda (na rua Clélia, 1745, Lapa, zona oeste de Sampa), tem showzaço triplo com o Badhoneys, com o Mavka (a banda indie sensação da nova cena de Sorocaba) e o esporrento Orange Disaster, dos amigões Vini F, Júlio, David e Rafa – sendo que nesse o blog vai estar presente, uia!///Mais no sábado? Vem que tem: super DJ set da sempre incrível Bruna Vicious na Outs (lá no 486 da rua Augusta), além de showzaços imperdíveis de B. Negão e Autoramas no Beco203 (também na Augusta, mas no 605), além de mais uma edição da mega animada festa Pop&Wave no Inferno. Animadão o finde, hein! Então se joga, maluco!

E VAI ROLAR A FESTA DE PRÊMIOS!!!
Yes!!! Você anda com saudade de escrever pro hfinatti@gmail.com? Então corre lá que a parada está fervendo, com isso aí em disputa:

* INGRESSOS (a quantidade será definida até o final deste mês, palavra de blogger escoteiro, hehe) para o festival Planeta Terra, que rola dia 5 de novembro em Sampa, com gigs imperdíveis dos Strokes, do Bead Eye, do Interpol etc;

* Duas cópías do DVD “Scremadelica Live”, com o super show que o Primal Scream mostra também em Sampa, dia 24 de setembro, no HSBC Brasil;

* E um super kit com zilhões de CDs do bacana selo Pisces Records.

E fique esperto porque, a qualquer momento, entram aqui promos de tickets pro show do Bad Religion (na Via Funchal, dia 15 de outubro), pro The Pains Of Being Pure At Heart (dia 15 de setembro, na Clash Club) e pro Primal Scream, wow!

E PARAMOS POR AQUI, NO?
Post grandão, como a galere adora. E repleto de histórias hardcore, hihi. Então chega, né? Por aqui voltamos na semana que vem. Na Zap do portal Dynamite, novas atualizações nos próximo dias, okays? Beijos nas crianças!

(enviado por Finatti às 17hs.)

Agora vai: o Lollapalooza 2011 ONTEM na web, a boa surpresa do Those Darlins. STP no SWU. Um diário sentimental inspirado pela Sandy, a que assumiu gostar de dar ré no quibe. Os Screaming Trees (lembra?) com um discaço para 2011, gravado em… 1999! E um vídeo surpresa, mostrando o jornalista zapper… cantando, uia! (versão final em 10/8/2011)

Os grandes e geniais “coroas” do rock comandam: Perry Farrell (acima), o homem que alucina o mundo há duas décadas com sua banda, Jane’s Addiction, e o mega festival Lollapalooza; Mark Lanegan (abaixo), resurge cantando à frente do fodaço e inesquecível Screaming Trees, que tem disco inédito e nunca antes lançado agora dando sopa nas lojas e na web

Ah, o mundo “muderno”…
Há três décadas não existia internet como a conhecemos hoje. Ela estava engatinhando, não havia banda larga, não existiam sites e blogs especializados em rock e em música pop, não existia YouTube. A MTV havia acabado de entrar no ar, nos Estados Unidos. E também ainda não existia o festival Lollapalooza. Hoje, trinta anos depois, tudo isso faz parte do cotidiano das pessoas em quase todos os cantos do planeta (a não ser que você seja, por opção, morador/a de algum buraco distante do país, e seja feliz por não ter internet, beber água da torneira e ter um romance tosco com alguém “anarfa” e do seu naipe de futilidade/vazio existencial). E por fazer parte é que o que dominou a web, neste finde que acabou ontem, foi a transmissão da edição 2011 do gigante festival americano Lollapalooza – aquele mesmo, que foi criado há duas décadas pelo gênio Perry Farrell (o homem que ainda canta à frente do também ainda fodão Jane’s Addiction), e que terá finalmente sua primeira edição brasileira nos dias 7 e 8 de abril de 2012. Pra quem curte rock alternativo, foi um prato cheio e não houve partida de futebol, capítulo de novela Global, episódio de reality show (à la A Fazenda) e bobagens na timeline do Twitter (como se preocupar em dar RT sobre a gravação do novo disco do… Mombojó!!! Ahahaha, só mesmo pra quem mora nos confins do Brasil e não tem banda larga, rsrs) que ofuscassem a transmissão, em tempo real, do festival. Zap’n’roll não acompanhou tudo porque teve que sair à noite na sexta e sábado. Mas ontem, domingo, desistiu até de ir na festa de primeiro aniversário do bacana blog Female Rock Squad, que rolou em um bar no bairro paulistano do Bixiga, pra acompanhar em seu note as gigs do The Pains Of Being Pure At Heart (que toca em Sampa em 15 de setembro, na Clash Club), dos Arctic Monkeys (que devem ser anunciados a qualquer momento para o SWU 2011, também em novembro, mas lá em Paulínia) e do hoje mega gigante Foo Fighters (que baixa no Brasil, finalmente e se nada der errado, também em abril de 2012). Foi uma mancada chata, a não ida à festa do Female…, pois o blog é pilotado por, entre outras, a linda e rocker Helena Lucas, atual girlfriend do sujeito aqui – e por isso ele se desculpa com ela de público, pela ausência na festa. Mas enfim, era preciso assistir o Lolla 2011 pelo menos em sua última noite. Assim como é preciso que todos ouçam, no talo, o “novo” álbum do velho Screaming Trees (vocês se lembram dessa banda fodaça da geração grunge de Seattle?), que foi lançado há uma semana nos EUA e já está dando sopa na web, claaaaaro. Ou seja: são os tempos “mudernos”, onde quase tudo é possível via internet e uma conexão de banda larga. Até espalhar com velocidade espantosa, a notícia hype da semana passada, a de que a querida Sandy resolveu assumir que ama ser sodomizada, uia! tempos “mudernos” pra toda a  humanidade – menos pra quem ainda ama ter relacionamentos magros e anarfas, e beber água “torneiral”. Cada um escolhe os seus caminhos nesses tempos velozes do cyberespaço.

* O melhor show do Lolla 2011? Difícil dizer. Mas os Foo Fighters encerraram o festival ontem de forma apoteótica. Foram poucas as faixas do novo disco no set deles mas, em compensação, teve “Learning To Fly”, “My Heroe”, “Monkey Wrench” e “Everlong”, derrubando tudo no final. A banda está sensacional ao vivo, Dave Grohl em super forma para os seus quarenta e dois aninhos de idade e os FF talvez sejam o maior grupo do mundo, nesse momento. E estão a caminho daqui, onde devem chegar no final de março próximo. Vai Foo Fighters: vem logo pra cá, porra!

Os ingleses The Kills (acima) e The Vaccines (abaixo): eles também botaram pra foder no Lollapalooza 2011 (fotos: site Rolling Stone EUA)

* Os “Macaquinhos” também causaram tumulto com seu set, que foi uma autêntica PEDRADA! As músicas novas funcionaram pra porra ao vivo. E em “Teddy Picker” o Grant Park (onde rolou o esporro monstro do Lolla), no centro de Chicago, literalmente veio abaixo. Fora que Alex Turner está de novo modelon na cabeça, com cabelo curto e franja mezzo rockabilly, uia! E, você está sabendo já: o SWU vai anunciar em breve os Arctic Monkeys em seu line up.

* E já que falamos do SWU: outro que também está a caminho de Paulínia é o Stone Temple Pilots, que mandou um showzaço no final do ano passado em Sampa, na Via Funchal. Pelo menos no Maquinaria, no Chile, o STP já está confirmado. Ou seja..

Scott Weilland e sua turma: de volta ao Brasil, no SWU

* Voltando ao Lolla 2011: os fofos The Pains Of Being Pure At Heart fizeram uma gig correta, mas sem empolgar a americanada. Talvez porque o som da banda (que este blog adora) seja muito indie guitar e shoegazer inglês circa 90’, para os padrões do público atual. E só lembrando também: o The Pains… toca mês que vem em Sampa (mais especificamente no dia 15), na Clash Club.

* E pra pensar: com um festival como o Lollapalooza sendo transmitido para o mundo inteiro, em tempo real via internet, o que vai sobrar pra nós, jornalistas musicais, para sites e blogs, revistas e jornais especializados na cobertura de música e cultura pop, fazer daqui pra frente? Questão cruel, muuuuuito cruel…

* Bien, se você perdeu o Lollapalooza 2011 ao vivo, pelo YouTube (será possível?), aí embaixo três momentos fodaços da noite de ontem, a que encerrou o festival, além do Coldplay, destruindo corações na primeira noite:

“The Scientist” – Coldplay ao vivo no Lollapalooza 2011

“Teddy Picker” – Arctic Monkeys ao vivo no Lollapalooza 2011

“The Hellcat spangled shalalala” – Arctic Monkeys ao vivo no Lollapalooza 2011

“Learning To Fly” – Foo Fighters ao vivo no Lollapalooza 2011

* Mas bizarro mesmo, como já dito mais acima, é se dar conta de que tem gente (muita, aliás e infelizmente) que ainda não tem acesso à banda larga e a toda a informação que circula na rede. E isso é culpa, óbvio, do Poder Público brazuca, que se preocupa mais em continuar mergulhado na lama da corrupção sem fim, do que disponibilizar conexão de internet de qualidade em todos os cantos do país. É aí que surgem distorções e situações de vergonha alheia: enquanto a web está em tumulto e em polvorosa com a transmissão do Lollapalooza, alguém sem banda larga, desavisado(a) e que mora nos rincões do Brasilzão dispara algo no Twitter, sobre as gravações do… novo disco da merdinha chamada Momobojó. Hihi.

* A pergunta que não quer calar: com os Foo Fighters destruindo em Chicago, e sendo vistos por alguns milhões na internet, quem quer saber do futuro disco novo de uma banda ridícula como o Mombojó? Se os caras ainda fossem boa praça e humildes (como o pessoal do Foo Fighters é), mas nem isso são. Além de ser uma “dorga” das mais pesadas, o mombomerda ainda se acha e fode bandas bacanas, como fez semanas atrás com o dignísismo Elma, em São Paulo. Foda-se e morra o mombocu!

* UMA BOA SURPRESA: THOSE DARLINS  – ok, você nunca tinha ouvido falar delas. Nem o blog também. Até que na semana passada, numa dessas madrugadas gélidas do inverno paulistano, o super brother Jean Albernaz (velho e dileto amigo zapper, jornalista e agitador cultural em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, além de vocalista das bandas Dimitri Pelz e Dead Cow) puxa papo pelo chat(o) do Facebook, cheio de entusiasmo: “Finas, você precisa ouvir as Those Darlins. Pra mim, é o disco do ano, por enquanto!”. Hã??? Lá foi Zap’n’roll ver do que se tratava. Jean passou um link do disco mais recente da banda, o blog “baixou” o dito cujo, gostou do que ouviu, e foi pesquisar sobre o grupo. E agora está caidón de amores pelo mesmo. Trata-se de um quarteto surgido no interior do Estado americano do Tennesse, em 2006. Apenas dois álbuns lançados até o momento: um homônimo (em 2009) e este bacanudo “Screws Get Loose”, que saiu em março passado e fez o blog cair de amores pelo conjunto que tem três xoxotinhas lindas empunhando duas guitarras e baixo, além de um marmanjo espancando o kit da bateria. O som é a delícia total: guitarras embebidas em pedais fuzz, melodias sessentistas e garageiras (e onde se misturam influências de country e punk, além de approachs de girls groups como as Shangri-Las ou as japonesas do Shonen Knife) e vocais femininos adolescentes e inocentes, como há muito não se ouvia no rock’n’roll. O selo da banda é o obscuro Oh Wow Dang, e o grupo deve ser tão indie e desconhecido nos EUA quanto boa parte das bandas indies brazucas o são aqui também. Mas se você for esperto e fuçar na web, vai ser brindado com pequenas jóias rockers como “Boy”, a faixa-título do cd ou ainda a deliciosa e sensacional “Be Your Bro”, que tem um clip genial circulando no YouTube. O blog tem ouvido muito o disquinho desde que o capturou na rede e ficaria bem feliz se alguma casa noturna, tipo o Beco203, trouxesse o quarteto para gigs por aqui. Fikadika. E os agradecimentos destas linhas bloggers poppers ao Jean, por ter apresentado o Those Darlins a Zap’n’roll.

As deliciosas xoxotinhas do Those Darlins

* Aí embaixo, o vídeo de “Be Your Bro”, do Those Darlins:

* E Londres continua em chamas. Os tumultos na sisuda capital britânica acabam de produzir uma inestimável tragédia para o mondo rock alternativo: um depósito da gigante Sony Music foi completamente arrasado pelos incêndios provocados por manifestantes. Lá se foram milhares de CDs dos Arctic Monkeys, do Maximo Park, da Adéle etc, etc, etc.

* Logo menos o blog estará em Belém, capital do Pará (a partir desta quarta-feira). Por isso mesmo, este post continua em construção, já na tarde de terça-feira. Então colaê novamente mais tarde, que vai pintar muito mais por aqui, como uns papos sobre o grande e inesquecível Screaming Trees, e sobre a Sandy, aquela mesma que gosta de… uia! Enquanto esse mais não chega, curte aí embaixo a imagem e vídeo da semana, hhi: Zap’n’roll, o jornalista gonzo e rocker por excelência, soltando o gogó no showzaço que os gaúchos Cartolas fizeram na última sexta-feira, no Beco203, em Sampa, uia!

Noitada rocker fodíssima e da melhor estirpe na última sexta-feira, 5 de agosto, no Beco203/SP: acima, o trio parada dura Preza (vocalista dos Cartolas), Helena Lucas (blogueira e atual girlfriend zapper) e o autor deste blog, em comemoração no camarim, pós-show e com muuuuuita cerveja gelada; abaixo, o jornalista gonzo e rock’n’roll exibe seus “dotes vocais” no palco (em vídeo capturado pela Helena), sem se importar com o vexane, rsrs.

Zap’n’roll canta com os Cartolas em “Partido em franja”, na última sexta-feira, em Sampa

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UM DISCO INCRÍVEL E FODAÇO PARA 2011 – E GRAVADO EM 1999!
O tumulto causado pelo lançamento de um disco póstumo da saudosa e lendária banda americana Screaming Trees, dá bem a medida de como anda o rock planetário nos dias atuais. Há bandas ruins demais em excesso, música igualmente ruim demais circulando aos borbotões na web, público de menos e cada vez mais disperso e perdido entre milhões de faixas e discos que caem diariamente na rede (sendo que a maioria é logo esquecida e passa para o limbo sem deixar marcas ou saudade). Num panorama desses (e quem escreve isso não está sendo ranzinza, nem tampouco chato e com má vontade em analisar a cena rocker atual; trata-se da realidade inequívoca dos fatos), qualquer disco um pouco acima da média em termos de qualidade, ganha status de obra de arte. E quando nos deparamos então com um álbum como este “Last Words – The Final Recordings”, gravado pelo quarteto de Seattle em 1999 mas que nunca havia sido lançado antes, aí então é covardia. Sem exagero, trata-se de mais um seríssimo candidato a melhor cd de 2011.

Zapn’n’roll, na verdade, sabia da existência do “disco nunca lançado” pelos ST, mas não estava sabendo que ele estava chegando agora às lojas em sua plataforma física – o cd está dando sopa na internet há dias e foi editado oficialmente lá fora no último dia 2 de agosto. Quem deu a dica pro blog, como sempre, foi o nosso colaborador e sempre antenadíssimo chapa Cristiano Viteck. “Finas, se liga, caiu na rede o disco inédito dos Screaming Trees, e deve ser fodão!”, disse Cris via MSN. O autor destas linhas bloggers rockers ficou com o coração aos saltos. E se o disco não fosse tudo aquilo, e maculasse uma trajetória que legou poucos mas imbatíveis trabalhos em termos de composição, arranjo, melodia e vocais absolutamente acachapantes? As dúvidas e temores se dissiparam quando o já velho jornalista rocker (que viveu intensamente os dias de glória do grunge de Seattle e todas aquelas bandas sensacionais e inesquecíveis, como Nirvana, Soundgarden, Pearl Jam e Mudhoney, só pra ficar nas mais mais da cena) começou a ouvir o disco. Ele é fodido. E roda sem parar no note há mais de uma semana.

A banda no auge, nos início dos anos 90′

O Screaming Trees sempre foi considerado como uma banda “menor” ou de “segundo escalão” entre os gigantes do grunge, quando o movimento estava no auge e dominava as paradas de discos nos Estados Unidos e em boa parte do mundo. Mas entenda-se: “segundo escalão” em termos de popularidade e vendagem de discos, se comparada aos mega Nirvana e Pearl Jam. Porque em termos de qualidade musical, o grupo competia de igual para igual com os demais e não raro superou a concorrência com trabalhos verdadeiramente essenciais na história recente do rock. O quarteto surgiu em 1983, na cidade de Ellensburg (próxima a Seattle), formado pelo vocalista Mark Lanegan e pelos irmãos Gary Lee (guitarras) e Van Conner (baixo), sendo que logo se juntaria a eles o baterista Barrett Martin. Em 1986 saía o primeiro disco do grupo, “Clairvoyance”, que recebeu boa acolhida do público e da crítica em geral. Mas demorou mais seis anos e quatro álbuns (todos nunca menos que bons) para que o ST  “acontecesse” finalmente. Isso se deu quando o conjunto lançou o sensacional “Sweet Oblivion”, em 1992: as guitarras saturadas de chorus e fuzz de Gary Lee Conner, as melodias que combinavam psicodelia com rock pesado setentista e, principalmente, o vocal absurdamente rouco e monstruoso (no melhor sentido do termo) de Mark Lanegan chaparam o mundo. Faixas como “Nearly Lost You” e “Dollar Bill” estouraram nas rádios mundo afora, o disco entrou no Top 200 da Billboard e os Screaming Trees começaram a ser tratados como a “bola da vez” do grunge.

Tudo continuou lindo no trabalho seguinte, “Dust”, editado em 1996 e tão primoroso quanto o anterior. Mas a banda demorou tempo demais para concluir o disco e lançá-lo. Com Nirvana e Soundgarden então já extintos e o grunge começando a entrar em decadência, as vendagens de “Dust” ficaram muito abaixo do esperado pelo quarteto e sua gravadora. Quando o grupo entrou novamente em estúdio, para registrar o que seria seu derradeiro trabalho, os Screaming Trees já estavam em crise. A essa altura Lanegan também já havia iniciado uma carreira individual igualmente primorosa, com o álbum “The Winding Sheet” (de 1990), e que se estende até hoje, com discos sempre arrasadores (como “Whiskey For The Holy Ghost”, de 1994, e “Scraps At Midinight”, lançado em 1998, e só pra ficar em dois dos mais essenciais).

A capa do disco póstumo do úktimo dos grandes do grunge

Foi nesse cenário que eles registraram em estúdio “Last Words – The Final Recordings”, entre 1998 e 1999. Quando o disco acabou de ser gravado o grupo não resistiu e encerrou atividades. O trabalho foi “engavetado” e nunca chegou a ser lançado. Os irmãos Conner foram cuidar da vida, Barrett Martin foi tocar bateria no REM (onde está até hoje) e Mark Lanegan seguiu com sua carreira solo, se tornando uma espécie de mito do rock underground americano – apenas sua trajetória individual daria um post extra aqui, com suas incursões por bandas como o Queens Of The Stone Age, suas gigs no Brasil etc. Mas isso fica pra uma próxima postagem.

Aí então, de repente, foi anunciado em junho passado que “Last Words…” finalmente seria lançado. E foi, no último dia 2 de agosto. Mixado pela também lenda Jack Endino, o álbum enfeixa dez canções que já derrubam qualquer um na primeira audição. É enlouquecedor ouvir o vocal monstruoso de Mark Lanegan (que deixa, por exemplo, o Chris Corno comendo poeira) no auge da sua forma. Igualmente enlouquecedor é ouvir as tramas de guitarra e as melodias a um só tempo barulhentas e radiofônicas (porque muito acessíveis e assoviáveis) que permeiam todo o cd. “Ash Gray Sunday”, que abre o disco, é uma road-rock-powerpop-song demolidora, daquelas pra ouvir numa estrada infinita, dirigindo o carro à toda e entupindo a garganta de Jack Daniel’s. A interpretação vocal de Lanegan em “Revelator” (uma balada bluesy, com guitarras amparadas por órgãos vintage) é um escândalo. A levada com violões e pianos em “Reflections” leva o ouvinte de volta a Seattle, em 1990. As guitarras mezzo psicodélicas de “Tomorrow Changes” são um convite ao delírio e à degustação de um bom baseado. Os violões reaparecem em “Low Life”, uma power ballad também levada por guitarras em distorção, e você não acredita no que está ouvindo e se pergunta por que o rock feito HOJE no mundo é tão bunda mole, e não possui o poder de sedução de faixas como as que você está ouvindo no disco dos Screaming Trees. E “Anita Grey” (esta ótima pra tocar numa pista de casa noturna rocker) e “Last Words”, mais agressivas, são apenas dois epílogos geniais para uma pequena obra-prima.

Um discaço enfim, gravado há mais de uma década e que soterra 90% do que está sendo lançado no rock atual. E, no final das contas, um trabalho altamente acessível, em termos melódicos. Um amigão zapper, o músico Júlio Magalhães (vocalista do grupo Orange Disaster, que está prestes a lançar seu primeiro trabalho pelo bacana selo Pisces Records), defende a tese de que este seria o álbum que faria os Screaming Trees estourarem novamente e galgar as paradas rockers americanas. Talvez. Mas infelizmente, a banda não sobreviveu pra ver isso acontecer. Fica então a lembrança de um tempo (o último, talvez) em que não havia hypes fabricados artificialmente pela internet. Um tempo em que, com o perdão do clichê zeppeliano, rock era rock mesmo, fodão e de verdade. Como apenas as Árvores Gritando e mais alguns poucos sabiam fazer.

SCREAMING TRESS PRA RECORDAR AÍ EMBAIXO
No vídeo da mega clássica e inesquecível “Nearly Lost You”

NO TEMPO DAS “ÁRVORES GRITANDO”
* O grunge dominava o mundo. O Nirvana estava em primeiro lugar na parada americana, com o clássicaço “Nevermind”, lançado em 1991.

* Em janeiro de 1993, a banda de Kurt Cobain toca no Brasil, no festival Hollywood Rock.

* “Nearly Lost You”, dos Screaming Trees, toca nas radios mundo afora, inclusive nas fms brasileiras.

* O “point” maior do underground paulistano era o Espaço Retrô, um muquifo localizado numa ruela do bairro Santa Cecília (hoje, dominado pelo crack), na região central de Sampalândia e onde tudo acontecia. Zap’n’roll cansou de cheirar padê do bom ali, foder xotas quentes e loucas no banheiro sujão e, claro, de se acabar na pista quando o saudoso DJ Toninho tocava Screaming Trees.

* A MTV engatinhava no Brasil. A extinta revista Bizz estava em sua fase decadente e os jornais diários, em seus cadernos culturais, começavam a cobrir mais ostensivamente assuntos ligados ao rock alternativo.

O BLOGÃO ZAPPER INDICA
* Disco: não tem pra ninguém! O disco da semana, do mês, provavelmente deste ano (ao lado da deusa PJ Harvey) é mesmo “Last Words – The Final Recordings”, gravado em 1999 pelos Screaming Trees.

* Filme: “Melancolia”, o novo do gênio Lars Von Trier, já está em cartaz. Só por ter dirigido “Dançando no escuro”, com Bjork, Lars não precisava fazer mais nada em termos de cinema. Mas cada novo filme seu é garantia de mais uma nova obra-prima em cartaz. Então, corra pra assistir!

* Baladas fodonas em Belém do Pará: yeeeeesssss! A partir de hoje, quarta-feira (quando este post está finalmente sendo encerrado), o blog estará no Norte brasileiro, lá em Belém. E vai ser um finde agitado por lá: na sexta tem festa no Studio Pub, com o lançamento da edição deste ano do festival Megafônica. No sábado será a vez da festa de terceiro aniversário da festa This Is Radio Trash, no  Bar Theatro Vitrola. E no domingão, véspera de feriado por lá, Zap’n’roll ataca nas pick-up’s na festona “Power Pop”, no Espaço Cultural Fuxico, onde ainda vai ter showzaço dos grandes Baudelaires, e do Stereoscope. Vai estar na capital do Pará por esses dias? Então se joga por lá, porra!

* Baladas em Sampa mesmo: claaaaaro, vem que tem, sempre! Aqui, a parada já começa hoje, quarta em si, com show do novo grupo Gimme90’ no Beco203 (que fica lá na rua Augusta, 609, centrão rocker de Sampa), e quando haverá tributo aos vinte anos do álbum “Nevermind”, do Nirvana.///Amanhã, quinta-feira, é dia do bombado projeto “Loucuras”, comandando pelo super DJ André Pomba lá na Loca (rua Frei Caneca, 916, Consolação, centro de Sampa).///Na sextona tem mais uma edição da festa Indie Rokkers no Beco. No Inferno (no 501 da Augusta) rola mais uma noitada Glam Nation e na Outs (no 486 da mesma Augusta) tem noite especial dedicada à turma que curte rockabilly. Tá bão, né?

TERRA EM CHAMAS!
E tá mesmo! Se você ainda não foi lá no hfinatti@gmail.com, atrás dos seus

* INGRESSOS para o Planeta Terra 2011, que rola dia 5 de novembro em Sampa, com tickest já ESGOTADOS, tá marcando hein! Fora isso, o saco de presentes do blog ainda tem:

* Duas cópias do DVD “Screamadelica Live”, do Primal Scream, que também toca em Sampa, no dia 24 de setembro com o mesmo show que está no DVD;

* E um super kit com cinco CDs do selo Pisces Records.

E O DIÁRIO SENTIMENTAL INSPIRADO NA DOCE SANDY?
O blog está sofrendo pressão (não anal, hihi) pra NÃO comentar o assunto e relembrar histórias do sujeito aqui com seus ex-affairs (inclusos aí a negona Thaís, os adventos T. e C., a que gosta de foder depois de fumar… merla com marijuana, rsrs, além da ex-goth fatal Sil, a que um dia pediu pro zapper, bem no meio da transa: “põe no meu bumbum?”, uma frase já relembrada aqui anos atrás e que causou indignação na querida Pat Get, ex-blogueira do portal Dynamite). Enfim, estamos estudando o assunto e até esta sexta-feira (quando o blog estará em Belém) daremos um parecer definitivo, se o diário sentimental será publicado ou não aqui.

E CHEGA!
O  blogão está a caminho do aeroporto, onde pega busão aéreo logo menos pra capital do Pará. Aqui, em seu endereço próprio, novo postão talvez apenas na semana que vem. Mas a Zap do portal Dynamite irá receber posts menores, com assuntos já publicados aqui, ainda decorrer desta semana, okays?
Então é isso. Beijão nas crianças, em especial na linda black girlfriend mais incrível do mundo, a Leninha Lucas. Bye!

(atualizado e finalizado por Finatti em 10/8/2011, às 15hs.)

A boa surpresa do Those Darlins. O Kol desce a ladeira, o Horrors sobe a ladeira e… um diário sentimental inspirado pela Sandy, a que assumiu gostar de dar ré no quibe, uia!

 

As mui fofas garotas do Those Darlins. Você ainda vai ouvir falar delas aqui mesmo, no próximo post

Muito pra escrever.
E pouquíssimo tempo pra fazer isso. A semana começou tranqüila e ficou mega tumultuada de anteontem pra cá. Correria com entrevistas via MSN, pandemônio rolando no mondo pop/rock (datas do Lollapalooza brasileiro divulgadas, o velho Duran Duran confirmado no SWU, mais isso e aquilo), amigão zapper em crise de depressão pós-rompimento de relacionamento (e precisando do ombro amigo do sujeito pra desabafar, tanto que ambos circulavam nesta madrugada por Sampalândia, sob um frio de 6 graus, no Mitsubichi do rapaz, tomando algumas Heinekens, enquanto ele chorava suas mágoas no ouvido de Zap’n’roll) etc, etc, etc. Fora que o blogger rocker que adora uma esbórnia vai hoje à noite, com sua girlfriend e amigos, lá no Beco203, no baixo Augusta/SP, pra ver o showzaço dos gaúchos Cartolas e Acústicos & Valvulados – com direito a “participação especial” do autor destas linhas online em uma música dos queridos Cartolinas, a sensacional “Partido em franja”. Com tudo isso, fica difícil blogar, né? Então, combinamos assim: tudo o que está anunciado ai em cima, no título, entra aqui na próxima segunda-feira, com as devidas, hã, análises do blog pra temas tão palpitantes, uia! Depois, na quarta-feira, o jornalista viajante segue rumo a Belém, capital do Pará, onde rola festa do blog no próximo finde. E de lá, irá mandar algumas notas pro nosso dileto leitorado, através deste espaço online. Então é isso. Ficamos por aqui, desejando ótimo finde pra galere, lembrando que no hfinatti@gmail.com a disputa pelos tickets do festival Planeta Terra 2011 está já aterradora e, de lambuja aí embaixo, algumas das imagens que fizeram esta semana agitadona. Bye!

A doce e linda e xoxotuda Sandy (acima), assume em entrevista à Playboy que gosta de levar carajo no cu, e causa tumulto no mondo pop nacional, a ponto de inspirar um diário sentimental zapper (uia!), que estará aqui no próximo post

Calleb Followill (acima): enfiação de pé na lama no álcool, shows encerrados antes do tempo e restante da turnê americana de 2011 cancelada, com preju estimado em 15 milhões de dólaes. o Kings Of Leon desce a ladeira, cada vez mais. Enquanto isso, o nem tão bom Horrors continua subindo a mesma: estão na capa da NME dessa semana (abaixo)

E a nossa inesquecível junkie louca Amy Winehouse recebe a devida homenagem da grande mídia pop brazuca, estampando a capa da nova edição da Rolling Stone (aí embaixo). 

(enviado por Finatti às 16:30hs.)