Yeah! O blogão sempre com olhar atento também para a cena rock brazuca (e isso já há uma década), abre espaço para falar do novo álbum do Cachorro Grande e outras bandas gaúchas e paranaenses bacanudas pra você ouvir agora; saem as PROVÁVEIS datas da turnê sul americana dos Rolling Stones; a festa do Prêmio Dynamite 2014; uma jornalista que é um XOXOTAÇO crioulo defende ao vivo na tv dos EUA a legalização da maconha; plus: Queens Of The Stone Age arrasando em Sampa, uma loiraça delícia total como musa rocker da semana e mais isso e aquilo tudo (postão completão, com as datas da tour do Real Estate no Brasil em novembro, e contando como foi o showzaço do Ira! no último sábado em Sampalândia) (atualização final em 30/9/2014)

 

Uma banda e uma garota rock’n’roll: o gaúcho Cachorro Grande (acima) tenta sair da sua zona de conforto e investe em psicodelia e eletrônica no novo disco; já a nossa sensacional musa rocker deste postão, a lindaça loira Michelle (abaixo) permanece com o coração fiel aos grandes nomes do rock, como David Bowie e Ramones. Ela sabe o que é bom!

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COMPLETANDO O POSTÃO: SHOWZAÇO DO IRA EM SAMPA, A TOUR BRASILEIRA DO REAL ESTATE E A ESCROTICE HOMOFÓBICA DO CANDIDATO LEVY FIDELIX

 

* Yeah! No último sábado teve gig arrasadora do gigante Ira em Sampalândia. O Audio Club (na zona oeste da capital paulista) lotou (havia quase três mil pessoas lá dentro), o povo loucurou total e foi emocionante ouvir novamente ao vivo a banda disparando seu caminhão de clássicos, entre eles “Pobre Paulista” que andava sumida das apresentações ao vivo (ela possui uma letra, hã, preconceituosa e segregacionista? Pode ser, mas vamos dar um desconto: o guitarrista Edgard Scandurra a escreveu quando tinha dezesseis anos de idade). Foi um showzaço, o grupo está inteiraço e afiadíssimo e depois teve bebemoração (com Blue Label) no camarim, com o blog brindando com seus velhos e queridaços amigos de décadas, Nasi e Scandurra. Quem não foi, perdeu!

 Zap’n’roll bebemora com Scandurra e Nasi no camarim, depois de mais um showaço do Ira no último finde em Sampa 

 

* Saíram as datas da turnê do grupo indie americano The Real Estate pelo Brasil. A banda vem pra cá através da parceria entre o pessoal do bacanudo grupo paulistano Single Parents com o produtor Bruno Montalvão. E as gigs rolam dia 20 de novembro em Sampa (no Beco), dia 21 em Porto Alegre (no Beco de lá) e dia 23 no Rio De Janeiro (no Circo Voador), sendo que os ingressos começam a ser vendidos nos próximos dias. Mais infos sobre a tour, vai aqui: https://www.facebook.com/groups/realestatebrasil/?fref=ts.

 O americano The Real Estate: shows confirmados no Brasil em novembro

 

* Fechando a tampa: domingo tem eleição (primeiro turno). O blog pede apenas isso ao seu dileto leitorado: vote em candidatos que realmente valem a pena e que possuem uma plataforma de avanços para o país em todos os sentidos, não de retrocesso. Gente do naipe de Levy Fidelix, um escroto reacionário e fundamentalista que destilou toneladas de preconceito e homofobia em rede nacional no último domingo (durante o debate ocorrido na tv Record) não merece crédito algum do eleitorado esclarecido. Então domingo faça ótimo uso do seu voto. O blog vai votar em André Pomba para deputado federal por São Paulo. E sugere o nome dele para todos os que nos acompanham aqui. É isso. Bom voto pra todo mundo!

 

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Foi uma semana pouco animada.E que está quase chegando ao fim (hoje é tarde de sexta-feira, quando o editorial que abre tradicionalmente nosso postão está sendo escrito) com chuva em Sampalândia, muita chuva. E ela nunca foi tão bem-vinda e necessária por aqui como agora. Pois se a mega incompetência do (des) governo bandido e tucanalha do PSDB durante mais de duas décadas no Estado mais rico do país não conseguiu prever e solucionar a crise hídrica que aí está, na nossa cara, só resta mesmo contar com a providência divina de São Pedro. E torcer para que as águas desabem por muito tempo ainda por aqui. Só isso trará um pouco de alívio e alento para quem está agora convivendo com ameaça de colapso iminente no abastecimento de água. O mesmo alento que a cultura pop e o nosso amado rock’n’roll sempre nos trouxe e contiua trazendo: junto com a chuva também chegaram (na web) novos discos do Weezer e do Thom Yorke (aquele sujeito estranho que canta à frente do grande Radiohead). E além da chuva e desses discos o mondo pop também ganhou esta semana o novo trabalho dos gaúchos do Cachorro Grande e do paranaense Giovanni Caruzzo (e seu grupo, O Escambau), e as prováveis datas da turnê sul americana que os vovôs Stones farão no início de 2015. Motivos mais do que sobra para comemorar? Talvez… mas a verdade é que Zap’n’roll sempre oscila e se equilibra tenuamente entre a euforia e a melancolia. Entre o mundo azul e alegre e a existência cinza e tristonha. Tem sido assim nos últimos dias, mesmo com o conforto e o carinho de se sentir amado por alguém que (infelizmente) está muito distante fisicamente do autor destas linhas online. Yep, nada é fácil nessa vida. Mas com calma, sapiência e paz na alma e no coração seguimos sempre em frente. Porque amar é bom. E estar sempre com o rock’n’roll por perto idem. E é por tudo isso que continuamos aqui, semana após semana, há onze anos já. Para levar sempre amor, cultura pop e rock’n’roll para quem também nos ama. E até para os inimigos que nos detestam. Portanto, bora lá ler mais um postão zapper.

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.2:0.0.0.0″>* Como já dito aí em cima, a sextona chegou com chuva em Sampalândia. E também com os novos discos do Weezer (“Everything Will Be Alright In The End”) e do Thom Yorke (“Tomorrow’s Modern Boxes”) e que, sim, ainda canta no Radiohead. Some-se a eles o primeiro disco solo da deusa magrela Karen O (a lindona e ultra estilosa vocalista do Yeah Yeah Yeahs), “Crush Songs”, e estas linhas bloggers rockers estão com uma caralhada de álbuns pra ouvir e comentar por aqui, nesse post mesmo e nos próximos. Entonces, vamos que vamos!

O primeiro disco solo da magrela estilosa Karen O’, vocaliista do YYY: um dos discos da temporada e que o blog ainda vai comentar

 

* E quem está vindo por aí também com disco novo é o velhusco, chumbrega e paquidérmico Pink Fkoyd. O lendário grupo progressivo inglês, que não lança um disco inédito há vinte anos (!!!), causou comoção esta semana na mídia pop planetária e entre os fãs ao anunciar o lançamento de “The Endless River” – na verdade, sobras de estúdio do último trabalho deles, “The Division Bell”, lançado em 1994. O cd deverá chegar às lojas do mundo todo em 7 de novembro e a pergunta que se faz é: alguém ainda se importa com um dinossauro sem sentido (hoje em dia) do calibre do Pink Floyd? Ok, a banda foi mega relevante na história do rock? Sem dúvida, principalmente na fase Syd Barrett, no final dos anos 60’. Lançou álbuns que são clássicos inabaláveis da música pop, como “Dark Side Of The Moon”, “Wish You Were Here” e “The Wall”? Também. Mas a verdade cruel e inexorável é que o PF deveria ter acabado lá por 1983, quando editou o já sonolento e sacal “The Final Cut” (que na verdade era um disco solo do baixista Roger Waters, mas ostentando o nome do grupo). Agora a importância de se ouvir um NOVO disco desses caras é, sinceramente, nula. E olha que quem está falando isso (o autor deste espaço popper virtual) já foi ultra fã do conjunto, quando era adolescente. Mas agora já elvis, chega. Que se enterre de uma vez a velharia do rock’n’roll, que se ouçam para sempre os grandes discos gravados por essa velharia e que se abra caminho para os novos talentos rockers – se existir algum por aí dando sopa…

O novo disco do velhão e cafona Pink Floyd: alguém ainda se importa com isso?

 

 

* Nosso amado ser vivo mais maravilhoso que existe, o Moz, continua a “fofura” em pessoa. Olhaê embaixo a CAMISETA que o ex-vocalista dos Smiths acabou de lançar. Sem comentários adicionais…

 

* O blog não foi lá ontem (já tinha assistido os caras ao vivo duas vezes e não se importou muito em ir dessa vez), mas quem baixou no Espaço das Américas, em Sampa, jura que a gig do Queens Of The Stone Age foi matadora. Algum dileto leitor zapper confirma? Se sim, mandaê sua impressão.

 

 

* De qualquer forma Josh Homme (o vocalista e líder das Rainhas da Idade da Pedra) continua sendo um figuraça. Pois não é que ele contou em uma entrevista na gringa que chegou a AMEAÇAR sua filhota de oito anos de idade porque ela queria ouvir… One Direction? Foi mais ou menos assim: papi Josh estava levando a fofinha para o colégio. E ela pediu, dentro do carro em que estavam os dois: “põe One Direction pra eu ouvir!”. O loiro não titubeou e respondeu: “você prefere chegar viva no colégio ou quer que eu ENFIE O CARRO naquele morro ali na frente?”. Uia! Educar BEM musicalmente uma criança é isso aí!

 Josh Homme comanda o esporro rocker do QOTSA ontem em Sampa: showzaço segundo quem esteve por lá

 

* E na próxima terça-feira o já freguês brazuca Franz Ferdinand também toca na capital paulista. Os últimos discos do FF são meia-boca e estas linhas virtuais já viram a banda ao vivo pelo menos três vezes. Então vamos passar dessa vez. Mas fato é que, ao vivo, o quarteto de Alex Kapranos sempre manda muito bem. Então pra quem nunca viu uma gig deles, vai lá que vale a pena.

 

 

* Agora, bacana mesmo foi a atitude de MACHO dessa repórter de uma emissora de tv do estado americano do Alasca. Além de ser um XOXOTAÇO preto, Charlo Greene (o nome da garota) defendeu a legalização da maconha em seu Estado e se demitiu AO VIVO do canal onde trabalhava, em função da causa que defende. O blog pergunta: algum jornalista da nossa bundona mega mídia brazuca teria coragem de fazer o mesmo? Hein???

 

 

 

* Que os Rolling Stones tocam na América do Sul (e no Brasil também, óbvio) em fevereiro/março de 2015, não há mais dúvida. O que há, no momento, é muita especulação em torno das datas das apresentações dos vovôs do rock em solo brasileiro e em nossos vizinhos. Vai daí que o sempre confiável site espanhol Rolling Stones Ok soltou as datas das gigs sul-americanas que estão aí embaixo, dando-as como certas. A aguardar e conferir se é isso mesmo.

 

 

* Pelo sim, pelo não, certa mesmo ficou a data da festa de entrega dos troféus do Prêmio Dynamite de Música Independente 2014. O grande encontro anual da indie scene nacional acontece no próximo dia 2 de outubro em São Paulo, na casa noturna Beco (lá no baixo Augusta). Além da premiação em si vão rolar shows dos Los Porongas, 365 e Daniel Peixoto (ex-vocalista do finado duo electro Montage). A entrada é franca e aberta ao público em geral, então você pode colar lá sem problema a partir das oito da noite da próxima quinta-feira. E bebemorar conosco.

 O punk old school do 365 vai fazer um dos shows na festa do Prêmio Dynamite 2014

 

 

* Lembrando que a votação do Prêmio ainda não se encerrou e vai até este domingo, 28 de setembro. Se você ainda não votou, vai no site e deixa lá sua participação: http://www.premiodynamite.com.br/.

 

 

* E sim, a suposta escalação do Lollapalooza BR 2015 está cada vez mais ASSUSTADORA de tão ruim. Fala-se agora até que o sacal e já ultrapassado Linkin Park será um dos headliners do festival (que ainda poderá ter Bob Plant, Jack White e Interpol, e se tiver mesmo é o que vai salvar a parada). Sério, não dá pra gastar uma grana preta, sair de casa e ir parar no longínquo autódromo de Interlagos pra acompanhar um festival que vai ter a porra do Linkin Park como uma de suas atrações principais. Sorry, não rola.

 

 

* Pelo menos o novo disco dos gaúchos do Cachorro Grande é melhor do que anda especulado sobre o line up do Lolla. Dá uma lida ai embaixo e veja como Beto Bruno e cia estão atualmente.

 

 

O CACHORRO GRANDE VOLTOU MUDADO – E ISSO NÃO É RUIM

O quinteto porto-alegresense Cachorro Grande ainda é, talvez, o principal nome do rock gaúcho de década e meia pra cá. Velho conhecido e amigo pessoal do autor dessas linhas bloggers rockers, o grupo também se tornou um dos principais nomes do novo rock brasileiro dos anos 2000’, muito graças aos primeiros e impecáveis álbuns, que mergulhavam fundo nas raízes do rock’n’roll Stoniano básico e garageiro dos anos 60’. Só que depois o grupo se acomodou em sua própria fórmula e começou a lançar trabalhos bem menos inspirados. E agora tenta dar a volta por cima com este “Costa do Marfim”, primeiro registro inédito de estúdio do conjunto em três anos – sendo que o disco já está fácil pra ser ouvido na web, e também já está à venda em cd e vinil.

 

O grupo eternamente comandado pelo vocalista Beto Bruno e pelo guitarrista Marcelo Gross (e que atualmente também conta com os músicos Rodolfo Krieger, Pedro Pelotas e Gabriel Azambuja) se destacou com seus dois primeiros discos (a estreia homônima, lançada em 2001, e depois “As próximas horas serão muito boas”, que veio encartado em 2004 na finada revista Outra Coisa, que era publicada pelo cantor Lobão). Rock’n’roll sem frescura, evocando o garagismo dos Stones e do Who, com letras algo simplórias (as letras, de fato, nunca foram o forte deles) mas com canções instrumentalmente poderosas e que receberam aclamação da jornalistada musical e do público em geral. Beleusma. Vai daí que o selo carioca Deck (do produtor Rafael Ramos) se interessou pelo CG e o contratou, lançando “Pista Livre” em 2005. Foi o último disco realmente relevante dos Cachorros, que se aninharam em uma perniciosa zona de conforto e de lá não saíram mais nos três quase irrelevantes álbuns seguintes (“Todos os Tempos”, “Cinema” e “Baixo Augusta”), todos exibindo qualidade muito inferior ao que o conjunto havia exibido em seu início.

 

“Costa do Marfim” chegou, então, em um momento crucial na trajetória da Cachorrada. Com quinze anos nas costas a banda sacou que ou abandonava o conforto estético (e, a essa altura, já mostrando sinais de esgotamento criativo) no qual estava mergulhado e partia para tentar ousar e invoar novamente, ou um fim melancólico de carreira se desenhava no horizonte. Não se sabe se o fato de o guitarrista Marcelo Gross ter lançado um discaço solo ano passado (o “Use o assento para flutuar”, envolto totalmente em brumas de psicodelia e rock sessentista) ajudou nesse processo, mas fato é que o CG decidiu mudar e arriscar. E isso, no mínimo, já é digno de registro.

A versão em vinil do novo álbum do Cachorro Grande (capa acima); abaixo, Zap’n’roll e o vocalista Beto Bruno, durante festa do Prêmio Dynamite de Música Independente, no início dos anos 2000′

 

 

O grupo se uniu ao veterano músico e produtor Edu K (outro velho amigo zapper e lenda do rock gaúcho que importa nos últimos vinte e cinco anos, atuando até hoje à frente do DeFalla), se trancou com ele num estúdio em Sampa e de lá saiu com um trabalho que trafega entre o rock de garagem e a psicodelia, tudo bordado com ambiências eletrônicas. Nota-se claramente que as referências buscadas pelos Cachorros se encontram em discos recentes do Primal Scream ou do Kasabian, que são mestres em tramar à perfeição o sincretismo entre guitarras e teclados viajantes. Isso gerou mais acertos do que erros em “Costa do Marfim”: “Nós vamos fazer você se ligar” (com mais de dez minutos de duração), “Nuvens de fumaça” e “Eu não vou mudar” (um rock com riffs agressivos de guitarra à moda inicial da banda, lá por 1999) equalizam bem o rock’n’roll básico com a eletrônica e a psicodelia, que surge magistral em “Como era bom”, de melodia altamente radiofônica e que talvez por isso mesmo tenha sido escolhida como primeiro single do álbum.

 

Claro, nem tudo deu certo nessa tentativa de ousar e mudar. “Torpor, partes 2 & 5”, além de ser longa demais (mais de oito minutos), acaba se tornando enfadonha pelo uso excessivo de loops eletrônicos e por criar uma atmosfera psicodélica algo irreal, forçada. O mesmo ocorre com as faixas finais do cd, que não ostentam a mesma qualidade das primeiras músicas.

 

Não, não vai revolucionar nada no atual empobrecido panorama do rock BR. E também não vai resgatar o início glorioso do Cachorro Grande. Mas o blog reitera: a tentativa de mudança e de abandonar zonas confortáveis já é admirável – afinal, só os preguiçosos e com cérebro anestesiado de maneira irreversível é que não se arriscam artisticamente e na vida. Quem ainda está vivo, respirando e possui o espírito inquieto, faz como o Cachorro Grande fez: arrisca. Mesmo que o resultado não seja sensacional.

 

 

* O Cachorro Grande lança o álbum “Costa do Marfim” com show nos próximos dias 17 e 18 na choperia do Sesc Pompeia, em São Paulo. Mais infos aqui: http://www.sescsp.org.br/programacao/s/qsZ#/content=saiba-mais.

 

* E mais sobre o Cachorro Grande e seu novo álbum de estúdio aqui: https://www.facebook.com/CGOficial?fref=ts.

 

 

CACHORRO GRANDE AÍ EMBAIXO

No vídeo do primeiro single do novo disco, “Como era bom”, e também no link para audição completo do novo cd.

 

 

 

MUSA ROCKER DA SEMANA – A LOIRAÇA TATUADA DE DAR ÁGUA NA BOCA!

Nome: Michelle Fernandes.

 

De: São Paulo.

 

Mora em: Sampa também.

 

Idade: 27 anos.

 

Bandas e artistas: David Bowie, Ramones e Foo Fighters.

 

Discos: “Heroes” (do Bowie) e “Wasting Light” (dos FF).

 

Filmes: “Sweeney Tood – o barbeiro demoníaco da rua Fleet” (de Tim Burton) e “Fight Club” (dirigido por David Fincher).

 

O que o blog tem pra falar dela: loiraça delícia total e enlouquece os marmanjos rockers que perambulam pelo baixo Augusta, em Sampa. E também é a simpatia e doçura em pessoa. O jornalista zapper conheceu Michellinha quando ela trampou de hostess no eternamente bombado e já clássico clube Outs – atualmemte, ela recebe a galera com a beleza e o carinho que são suas características desde sempre lá no Skull Bar (também no centrão rocker de Sampalândia). E desde então nunca mais deixaram de ser amigões.

 

As fotos que vocês curtem aí embaixo foram produzidas pela própria Michelle. Então deleitem-se com mais uma musa incendiária, que só Zap’n’roll traz até seu leitorado.

Loira poderosa; alguém duvida e se atreve a encarar?

Eu só quero quem é da minha turma: os garotos do rock’n’roll!

Venha decifrar minhas tatuagens!

O jornalista eternamente gonzo/rocker e a loira divina e tatuada, na balada noturna sem fim na oporta do clube Outs/SP: amizade meiga e sincera

 

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O BLOGÃO ZAPPER INDICA

Disco: “O novo tentamento” (uma clara provocação religiosa à Bíblia) é o quarto álbum de estúdio do músico Giovanni Caruso e sua banda, O Escambau. Vocalista. Baixista, letrista e compositor, Giovanni é velho conhecido na indie scene paranaense e nacional pois foi um dos fundadores do saudoso trio Faichecleres há mai de uma década. E o novo disco dele e sua turma (que é completada por Zo nas guitarras, Yan Lemos nos violões, Ivan Rodrigues na bateria e a Paraguaya na percussão e vocais) periga ser um dos melhores lançamentos independentes do ano, pela rica diversidade instrumental e melódica que exibe. Há vinhetas instigantes com pianos (como a que abre o cd), rocks básicos com melodia pop/radiofônica bacanuda (e aí o destaque fica por conta do primeiro single, “Cidade dos normais”, que inclusive já ganhou vídeo aqui: http://vimeo.com/106654438), baladas densas e algo melancólicas e instrumentação rebuscada (mas nunca chata) em faixas como “Parábola dos Errantes” e “Epistola de um homem a sí próprio”. Fora as letras bizarras e nonsense (como direito a frases como “Acho que tu faz amor com esse computador/Mas ele não fode”). Já tem o voto destas linhas rockers bloggers pra constar na lista dos melhores discos nacionais de 2014. Sendo que você pode ouvir “O novo tentamento” aqui: https://soundcloud.com/escambauoficial/sets/novo-tentamento. E saber mais sobre a banda aqui: https://www.facebook.com/pages/GIOVANNI-CARUSO-E-O-ESCAMBAU/246819602010650?fref=ts.

Giovanni Caruso & O Escambau: discão dos paranaenses já na área!

 

* Banda gaúcha legal, I: já há quinze anos na estrada rocker, o quinteto gaúcho Fantomáticos, formado por Augusto Stern, Fernando Efron, André Krause, Gabriel Hornos e Rodrigo Trujillo está com mais um disco legalíssimo tanto na web, quanto no velho formato físico. “Dispersão” exibe rockão estradeiro e poderoso, construído com ótimas melodias e guitarras cheias de riffs e timbres empolgantes. Canções como a fodíssima “Derreter na estrada” e a lindaça “Ao longe” (de acento folk e conduzida por viola, além de possuir uma letra de grande impacto imagético) desvelam que os guris continuam perpetuando a tradição sulista de dar grandes bandas ao (infelizmente) empobrecido rock brazuca. Quer ouvir “Dispersão” na íntegra? Vai aqui: https://fantomaticos.bandpage.com/. Mais sobre o grupo, vai aqui: https://www.facebook.com/fantomaticos.oficial?fref=ts.

 O quinteto Fantomáticos: levando adiante a tradição do grande rock gaúcho

 

 

* Banda gaúcha legal, II: já o quarteto Wannabe Jalva (formado por Rafael Rocha, Felipe Puperi, Thiago Abrahão e Fernando Paulista) é bem mais novo – surgiu em 2010. Mas igualmente legalzão e fazendo space rock e rock’n’roll com letras em inglês. E curioso é que o grupo está começando a ficar falado nos… EUA, é mole? Competente eles são, e muito. E o mais recente vídeo do conjunto, para a música “Miracle” (e que você pode conferir aí embaixo), dá bem uma ideia de qual é a pegada deles. Mais sobre a banda, aqui: https://www.facebook.com/wannabejalva/timeline.

 

 

* Baladas pra semana toda: yeah! Com o postão sendo concluído já na madruga de terça-feira, vamos dando o serviço aqui pra toda a semana, okays? Começando que hoje, terça em si, tem show amigo do Daniel Belleza & Os Corações em Fúria junto com o ótimo quarteto glam Star61 lá no Da Leoni (na rua Augusta. 591, centrão de Sampa).///Mais? Yep: na quinta-feira, 2 de outubro, tem a entrega do Prêmio Dynamite 2014 lá no Beco (também na Augusta, no 609), com entrada free e aberta ao público em geral. Colá lá que vai ser ótimo! E mais a gente vai atualizando aqui até o final desta semana, beleusma?

 

 

AGORA É TCHAU PRA QUEM FICA

Com postão completão, paramos por aqui. Mas voltamos novamente até esta sextona em si (com as atualizações que se fizerem necessárias por aqui) e com postão novão na semana que vem. Isso aê! Inté, amores!

 

(atualizado, ampliado e finalizado por Finatti em 30/9/2014, às 3:00hs.)