Em pleno 2015 o terrorismo moral, reacionário, hipócrita e babaca ataca no Facebook, a rede social escrota onde é proibido expor publicamente um desabafo “politicamente incorreto” (uia!) e onde feminazis andam querendo a cabeça do dono de um dos bares rocks mais legais de Sampa (e que também é um dileto amigo zapper); o folker Decemberists e seu novo e suave disco; a musa rocker que é um XOXOTAÇO e que vive entre a poesia e o rock’n’roll; e num diário sentimental mais IMAGÉTICO que textual o blog recorda algumas de suas fodas fodásticas e incríveis nos últimos dois anos, ulalá! (postão novamente AMPLIADO na sextona pré-carnaval, com as últimas notícias da semana, um vídeo com imagens chocantes que desvelam a que ponto chegou a bestialidade da raça humana, e as vindas a Sampa dos Sonics e do Temples) (ampliação final em 13/2/2015)

Em tempos em que o rock’n’roll anda péssimo, as bandas folks continuam mandando muito bem, como mostra o novo disco do quinteto americano The Decemberists (acima); e o que nunca decai é a qualidade das musas rockers do blogão zapper, como mostramos nesse post com a deusa tesusdaça e lindaça que é Solange De-Ré (abaixo)

 

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EM TEMPOS DE REINADO DE MOMO E COM CALORZÃO, PREGUIÇA ASSUMIDA E “GENEROSIDADE” COM OS LEITORES, ESSE POSTÃO GANHA MAIS UM TEMPINHO EXTRA, HIHI

* Yep, hihihi. Já com farto material escrito e que entraria em novo post no ar hoje, sextona pré-carnavalesca, o jornalista rocker/locker resolveu dar uma adiada na publicação dos novos textos e também vai “esticar” a permanência do que está aqui até depois do carnaval. Sabe como é… todo mundo pensando em cair na folia, o blog mesmo indo pro meio do mato logo menos à noite em Paranapiacaba (onde vai discotecar durante quatro noites no mini festival Carna Rock no Simplão De Tudo bar) e bla bla blá. Então melhor atualizar tudo e com força total na semana que vem, beleusma?

 

 

* E afinal o postão está indo muito bem: mesmo com a “limpa” feita no painel do leitor (eliminando a calhordice dos fakes) já contabilizamos mais de setenta comentários. Melhor impossível.

 

 

* Boas desta semana que está terminando? Yep, quem deu as ótimas novas foi o nosso querido chapa dear Lúcio Ribeiro (no seu sempre bacanudo blog Popload): o lendário (e ponha lendário nisso) grupo garage rock The Sonics toca dia 5 de março em Sampa, no Áudio Club. E em maio os garotos psicodélicos ingleses do Temples (uma das novas bandas preferidas destas linhas bloggers rockers) também aparecem aqui. Dois showzaços imperdíveis e que já mereceram até uma ótima análise do nosso também chapa André Barcinski em seu blog (sendo que você pode ler o texto do Barça aqui: http://entretenimento.r7.com/blogs/andre-barcinski/dois-shows-imperdiveis-vem-ai-20150212/). Lindeza hein!

 

 

* Dá pra ouvir a primeira nova música dos Sonics (que lançam seu primeiro disco inédito em mais de quarenta anos no final de março), aqui:

 

 

* E o primeiro e espetacular álbum dos Temples pode ser ouvindo na íntegra aí embaixo:

 

 

* É isso? Claro que não! Semana que vem na Sensorial Discos tem esse festão aí:

*  E nós ficamos por aqui então, prometendo muuuuuito mais logo após a quarta-feira de cinzas, okays? Até lá então!

 

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EXTRINHAS ENGORDANDO O POST NA SEXTONA CHUVOSA EM SAMPA

* Yep, postão novo apenas na próxima semana. Mas esse aqui ganha agora uma ampliação básica já na sextona da semana que está chegando ao fim. E com a muito bem-vinda chuva em Sampalândia. Que chova muito mesmo! Que caia um dilúvio na cidade porque estamos realmente precisados, e como! Já que o grande merda Geradinho não resolve, só resta contar mesmo com a ajuda de São Pedro.

 

* O par de vips pro show de hoje à noite do trio Bula no Da Leoni (lá no baixo Augusta) já foi sorteado. E quem vai curtir a balada por conta do blog é o Daniel Silva Cândido. Boa gig pra você, rapá!

 

* Sendo que a musa rocker do próximo post já está escalada, hehe. É essa lindeza aí embaixo na foto. Mais sobre ela (inclusive seu nome) você fica sabendo na próxima semana, ok? E pode apostar que o ensaio fotográfico da gatona ficou realmente fodástico.

 

* “Pacotinho” que o blog recebeu hoje da Edições Ideal, uia! Pra quem ama rock’n’roll e literatura (como o autor destas linhas online), melhor presente impossível. Em breve iremos comentar os livros todos por aqui, pode aguardar.

 

* E semana que vem já é carnaval, néan. Não sabe ainda o que vai fazer no reinado de Momo? Bora pro Simplão Rock Bar então. É lá, no meio da mata atlântica em Paranapiacaba, que vai rolar o Carna Rock. Serão quatro noites de shows com uma renca de bandas bacanudas da indie scene paulistana, entre elas Poetas Marginais, The Concept e Elevadores. Zap’n’roll também vai estar por lá, fazendo dj sets em todas as noites e você saber tudo sobre o festão aqui: https://www.facebook.com/events/1535604500043441/?fref=ts.

 

* E gostaríamos de terminar essas notinhas extras com algo bacana mas infelizmente a bestialidade máxima do ser humano não permite. Sim, o mundo ficou estarrecido essa semana com a divulgação de mais um bárbaro assassinato cometido pelos terroristas do grupo extremista Estado Islâmico. O EI queimou VIVO o piloto de jato militar jordaniano que estava em poder do grupo e cuja liberdade estava sendo negociada em troca da também libertação de uma terrorista iraquiana presa na Jordânia. Nada feito: o piloto foi cruelmente morto há um mês e o vídeo de sua execução (que está aí embaixo) só foi divulgado esta semana. O blog passou mal quando viu essas imagens e recomenda que se você, dileto leitor zapper, não tem estômago forte, também não assista. Mas a pergunta que fica é: até quando a raça humana vai continuar senso ANIMALESCA a esse ponto?

 

 

* É isso. Semana que vem voltamos com postão total inédito. Até lá!

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O grande terrorismo e linchamento moral na rede social escrota.

Foi o que se viu essa semana quando um dos mais diletos amigos de Zap’n’roll e também proprietário de um dos pubs rock’n’roll mais incríveis da noite under paulistana, cometeu a imprudência de fazer um desabafo público no sempre (em quase sua totalidade) moralista, hipócrita, reacionário, babaca e conservador Facebook, a infelizmente maior rede social do planeta. Cláudio Medusa, dono do Astronete (localizado no baixo Augusta, na capital paulista) e amigo há mais de duas décadas do autor destas linhas online, fez uma mega bobagem: motivado por ressentimentos de um ex-relacionamento pessoal (provavelmente com sua ex-mulher), ele escreveu em tom de desabafo um post bastante agressivo e reconhecidamente machista e misógino e o publicou em seu perfil no Face (sendo que o conteúdo do mesmo você pode conferir mais aí embaixo, aqui mesmo nesse post que está começando agora, com o seu tradicional editorial). Pronto: foi o suficiente para que o texto de Medusa acendesse a fúria de feminazis tão agressivas quando os terroristas do Estado Islâmico. Elas partiram em fúria contra o dono do Astronete, começou o festival de insultos, ofensas e ameaças na rede social e o caso acabou se transformando em uma gigantesca bola de neve, que reverberou até no site da também sempre reacionária e vergonhosa Veja São Paulo. Medusa pegou mega pesado no que escreveu? Sim, e reconheceu isso. Tanto que acabou deletando o texto e publicou outro, se desculpando publicamente pelo seu desabafo indevido e salientando que ele não pensa de fato daquela forma em relação às mulheres (em seu post, ele acusa o sexo feminino de um modo geral de ter relações emocionais com os homens movidas apenas por interesses financeiros e materiais). Porém de nada adiantou sua atitude em apagar o que publicou, além de se desculpar: o bafafá continua crescendo e rendendo e há nesse momento um autêntico exército de feminazis e simpatizantes disparando insultos pesados em redes sociais contra o dono do Astronete. Não só: ameaçam invadir o bar, consumir sem pagar (isso é crime previsto em Lei e com punições cabíveis, que fique bem claro) e até cogitam cometer algum atentado absurdo por lá. O que ESTE blog acha de tudo isso? Que a atitude dessa turma total REAÇA e HIPÓCRITA é PIOR do que o desabafo infeliz perpetrado por Medusa. Essa turma se comporta como os donos da verdade, como os reis do sacal politicamente correto (algo que está acabando com as relações sociais no mundo), como se eles estivessem acima de qualquer julgamento e acima do bem e do mal, e adorando julgar moralmente quem quer que seja. Qual é? Todos nós cometemos erros em algum momento de nossas vidas e ninguém está imune a eles. Claudio cometeu o dele, reconheceu e se desculpou. E isso é super digno da parte dele e merece ser totalmente levado em consideração. O que não se pode tolerar é que, a partir de um erro, se cometa OUTRO MUITO PIOR. E não existe nada pior do que terrorismo e linchamento moral e público, de quem quer que seja. Afinal o mulherio que está praticando esse terrorismo e linchamento não é exatamente nenhum exemplo de correção ética e moral: basta pesquisar em alguns posts no FB publicados por algumas das que estão destilando ódio pelo dono do Astronete, para se descobrir um autêntico festival de insultos e desrespeito ao ser humano em geral (elas xingam suas empregadas domésticas, zombam dos namorados e maridos, chamando-os de “otários” etc, etc.). Mas infelizmente o ser humano do século XXI está assim mesmo: cada vez mais intolerante, mais hipócrita e moralista. Este espaço virtual mesmo vive sendo acusado de machismo, sexismo e misoginia justamente por publicar conteúdo que provoca frontalmente essa turminha covarde de fakes (mas o fim deles chega nesse post, como vocês também lerão mais aí embaixo) politicamente corretos. E que são tão sórdidos e sem caráter (a começar por enviar mensagens com assinatura falsa ao painel do leitor zapper) quanto aqueles que eles acusam do mesmo. Pois esse editorial está aqui pra dizer isso: que sabemos que Claudio Medusa errou. Mas também  sabemos o sujeito super boa praça que ele é, sabemos do grande coração que tem e como ele é sim e na verdade super gentil com as mulheres, tanto que Medusão possui um fã-clube feminino que o adora. Então estamos do lado dele e contra esse canalha e feroz ataque moral à sua pessoa. Dito isso bora começar novo postão, que fala dos novos discos dos Decemberists e do Charlatans, que traz uma musa rocker tesuda e avassaladora (a célebre miss Solange DeRé) e, em mais um tópico para provocar ódio nas mal comidas e mal amadas feminazis e nos fakes covardes e retardados, relembramos em IMAGENS algumas das melhores BOCETAS fodidas pelo pintão blogger nos últimos dois anos, ulalá! Vem com a gente e ótima leitura!

 

 

* Aí embaixo, reprodução do post do querido Medusão e que está causando toda essa explosão de terrorismo moral em rede social.

 

 

* E o blog afirma com orgulho em defender um amigo querido: somos todos Cláudio Medusa!

 

 

* O Facebook, ele próprio, continua nazista total: bloqueou novamente o perfil principal do autor deste espaço rocker online. Ok, postamos imagens de nudez lá. E sabedores que seríamos denunciados em função do material postado, deletamos o post assim que fomos notificados da denúncia. Não adiantou e o bloqueio foi feito assim mesmo. Ou seja: o Facebook é uma grande MERDA reacionária e moralista hipócrita.

 

 

* AVISO IMPORTANTE SOBRE AS NOVAS REGRAS DE MODERAÇÃO DOS COMENTÁRIOS NO PAINEL DO LEITOR ZAPPER – basta de 250, 300 comentários de fake covarde, que não comenta o conteúdo publicado aqui e só envia mensagem com o intuito de desqualificar o blog e a vida pessoal de quem o escreve. A audiência é ótima, sem dúvida. Mas é melhor ter ZERO comentários aqui do que ficar dando espaço pra gente ressentida com sua vida medíocre, invejosa, doente, psicopata e que não faz nada de útil em sua existência podre e vazia. Dessa forma e a partir desse post, as novas regras são essas: comentários (mesmo que com críticas negativas) só serão liberados se estiverem analisando o CONTEÚDO de cada post. Toda mensagem enviada terá seu e-mail VERIFICADO e se ele for inexistente, a mensagem será vetada. Assinaturas esdrúxulas também terão o mesmo destino: veto, a não ser que venham muito bem argumentadas e comentando o material publicado aqui. Podem até ser críticas, desde que feitas com inteligência, elegância, educação e sem insultos e ofensas pessoais. Pronto. Assim vamos ver o que esse bando de fakes otários irá fazer para postar suas mentiras e idiotices.

 

 

* Bien, indo direto pro rock’n’roll. E a ótima notícia desta semana que está chegando ao fim foi mesmo o anúncio da volta das garotas do L7. Dos grupos mais legais do pós-grunge dos anos 90’, o quarteto americano estava há quase vinte anos sem se reunir. Pois agora elas vão por o pé na estrada novamente. Quem sabe não voltam ao Brasil, onde fizeram um set ARRASADOR no festival Hollywood Rock de janeiro de 1993 (yep, aquele mesmo que também teve show de um certo Nirvana)? Aliás, elas não se contentaram apenas em demolir o palco no estádio do Morumbi: depois ainda mostraram suas BUNDAS pra galere, de dentro do busão que as tirava do estádio, uia!

 As garotas do grunge L7: de volta vinte anos depois

 

 

* E esses velhinhos arruaceiros e fora da lei? Geezer Buttler, baixista do Black Sabbath, foi PRESO anteontem na Califórnia, Estados Unidos, após discutir e sair na mão com outro sujeito em um bar. Foi preso, fichado por agressão física e embriaguez e solto logo em seguida. Detalhe: ele está com 65 anos de idade, ulalá!

Geezer Buttler, baixista do Black Sabbath: velhinho fora da lei

 

* Pois entonces, preparado pro primeiro FESTÃO do blog em 2015? Esse mesmo, aí embaixo no cartaz. Esperamos todo nosso dileto leitorado por lá!

 

 

* Mas o que não dá pra esperar é pra falar do novo e bacanudo disco do folk Decemberists. Sendo que como o postão ainda está em construção mais notinhas poderão entrar aqui a qualquer momento. Enquanto isso não acontece, bora ver como está o alt folk americano atual.

 

 

COM CANÇÕES FOLK SUAVES E MELANCÓLICAS O AMERICANO DECEMBERISTS COMEÇA BEM O ANO ROCKER DE 2015

O rock’n’roll planetário do novo milênio anda ruim de dar dó? Resta a cena folk. E nela felizmente a qualidade musical permanece inalterada e muito boa. Um ótimo exemplo disso é “What a Terrible World, What a Beautiful World”, o novo álbum de estúdio do quinteto americano The Decemberists. O cd chegou às lojas americanas no último dia 20, não tem previsão de lançamento no Brasil mas pode ser facilmente encontrado na web. E exibe uma coleção de faixas eivadas de bucolismo e melancolia ao melhor estilo folker, adornadas que são com esmero por violões e arranjos de cordas e harmônicas.

 

E não se trata de uma banda que começou ontem. Formado em 2000’ em Portland (no Estado do Oregon), The Decemberists já lançou sete discos em uma década e meia de existência, sendo o que o último (o elogiadíssimo “The King Is Dead”) havia saído em 2011. Pois no novo trabalho o conjunto formado pelo vocalista, guitarrista e gaitista Colin Meloy, pelo também guitarrista Chris Funk, pela tecladista Jenny Conlee, pelo baixista Naty Query e pelo baterista John Moen, quase engana o ouvinte nas primeiras músicas: elas são o ponto menor do cd pois o grupo alia rebuscamento instrumental em excesso a um incômodo viés pop, como que desejando tornar mais palatável ao ouvinte e à mídia radiofônica músicas como “Calvary Captain” (com seu excessivo naipe de metais) ou “Philomena” (que não economiza nos vocais de apoio com acento pop). Já o primeiro single extraído do álbum, “Make You Better”, abre mão da ambiência folk para investir em boas guitarras, que amparam uma melodia e vocais tristonhos.

O novo álbum do americano Decemberists: o folk deles continua muito bom

 

Mas o disco começa a deslanchar mesmo quando o conjunto merglha de fato no folkismo alternativo que moldou sua sonoridade desde o inicio. Aí surgem pequenas maravilhas que adornam almas e corações solitários com canções engendradas ao mesmo tempo com simplicidade melódico/instrumental e refinamento na concepção de arranjos e vocais, que são sustentados por violões, violas, bandolins e harmônicas extraindo sentimento de desalento de Colin Meloy. É quando dá até pra sentir a solidão noturna e o cheiro de estradas de terra molhadas pela chuva, a caminho de São Thomé Das Letras ou Paranapiacaba. É a isso que remete a audição das lindíssimas “Lake Song” e “Carolina Low”, esta seguramente um dos melhores momentos de todo o trabalho. E o grupo ainda enfeixa uma trinca de partir qualquer coração em “Better Not Wake The Baby”, “Anti Summersong” e em “12/17/12”, que tem algumas das gaitas mais pungentes desde que o chefão Bruce Springsteen gravou a obra-prima “Nebraska” há mais de trinta anos.

 

Aí a audição já está chegando ao fim e os Decemberists dão ao ouvinte a certeza de que seu alt folk continua em forma e pleno de beleza musical, emocional e melódica. Não é pouco para uma banda que já está há tanto tempo na estrada. E ainda mais em tempos em que se encontrar um disco que dê prazer em ouvir quase do começo ao fim, se tornou mesmo uma raridade.

 

 

O TRACK LIST DO NOVO ÁLBUM DOS DECEMBERISTS

1.”The Singer Addresses His Audience”

2.”Cavalry Captain”

3.”Philomena”

4.”Make You Better”

5.”Lake Song”

6.”Till the Water’s All Long Gone”

7.”The Wrong Year”

8.”Carolina Low”

9.”Better Not Wake the Baby”

10.”Anti-Summersong”

11.”Easy Come, Easy Go”

12.”Mistral”

13.”12/17/12″

14.”A Beginning Song”

 

 

E O PRIMEIRO SINGLE DO NOVO TRABALHO

Aí embaixo, no vídeo para “Make You Better”.

 

 

MUSA DA SEMANA – O FURACÃO E XOTAÇO ROCKER SOLANGE DE-RÉ

Quem: Solange De-Ré.

 

De onde: Hernandárias, Paraguai.

 

Mora em: Florianópolis/SC.

 

Com quem mora: com seus gatos e cachorros de estimação.

 

O que faz: escritora e tradutora.

 

Idade: “Porra Finas, isso não é pergunta que se faz a uma dama!”. Ahahahaha, ok miss De-Ré!

 

Três bandas: The Beatles, Sneaker Pimpes e Shocking Blue.

 

Três discos: “La Valse A Mille Temps” (Jacques Brel), “Eletronik Turkuler” (Erkin Koray) e “Abbey Road” (The Beatles).

 

Três escritores: Albert Camus, Fernando Pessoa e James Joyce.

 

Três filmes: “Cleo 5à7”,  “La Notte” e “The Rope”.

 

Três diretores de cinema: Agnés Varda, François  Truffaut e Alfred Hitchcock.

 

Show inesquecível: Cobra Killer.

 

O que o blog tem a dizer sobre essa deusa de luxúria, devassidão, rock’n’roll e alta cultura: miss De-Ré e Zap’n’roll são velhos e queridos amigos pessoais. Uma amizade que na verdade começou com uma certa antipatia mútua, quando ela foi casada com o músico Joe Klener (da banda Corazones Muertos e também proprietário do Inferno Club, na capital paulista). É o que o blogger naquela época ainda bem doidón vivia aprontando no Inferno e Solange ficava puta com ele, hihi. “Você dava muito trabalho Finas, mas agora eu sou sua fã”, diz a moça, ahahahaha. Uma amizade hoje em dia bastante sólida e que já rendeu momentos hilários. Como quando em uma noite no clube Outs (também no baixo Augusta), onde o blog iria fazer dj set e havia convidado a amiga xoxotda pra prestigiá-lo, ela chegou chegando com o então namorido Edu K (da banda DeFalla, e também até hoje dileto amigo destas linhas online): pegou as mãos do pobre zapper maloker e meteu-as em seus deliciosos peitaços (por cima do vestido, claro), perguntando: “Finas, você acha que eles ainda estão em forma???”. Uia!

 

Então delirem, marmanjos e masturbadores (as) em geral: com vocês essa delícia total, nossa musa e deusa Solange De-Ré!

 Só irás me devorar se conseguir ter cérebro suficiente pra me compreender

 

A tatuagem me revela…

 

Salto alto, pra enfiar na sua cara suja e te humilhar!

 

Eu quero, e você?

 

Se o gozo é o que importa, que venha a orgia plena!

 

 

UM POEMA DA GATAÇA QUE TAMBÉM TEM ALTA CULTURA (E COMO…)

“Antes que o vinho acabe e o dia amanheça.

 

Deixar de existir,

Não mais pertencer,

Morrer e seguir caminhando.

Dar as costas as costas dadas.

 

Um homem morto vive em mim,

Aliviado e cínico.

Já não precisa arrumar a sala

Para receber os inimigos.

 

Rir a esgotar-se

Na penumbra de um salão imenso e vazio

Onde vozes algo familiares ecoam ao longe

E assombram a si mesmas.

 

Deixar-se consumir pela indiferença,

Beber sem pressa,

Esquecer quando se lembrar de afeto

E devagar ir preferindo à sarna ao cão”.

 

* Quer conhecer a musa Solange de perto, ao vivo e à cores? Ela estará fazendo dj set na próxima segunda-feira, a partir da meia-noite, na festa “On The Rocks”, na casa noturna D-Edge (na rua Olga, 160, próximo ao metrô Barra Funda, zona oeste de Sampa)

 

DIÁRIO SENTIMENTAL EM IMAGENS – ALGUMAS DAS MELHORES E MAIS CADELUDAS FODAS ZAPPERS DOS ÚLTIMOS TEMPOS

Yeah! Como diz o velho ditado: “recordar é viver!”. Então resolvemos fazer um primeiro diário sentimental de 2015 diferente: postando aqui fotos que dia desses trouxeram ótimas lembranças ao autor deste espaço online algo canalha e cafajeste, hihi. São imagens colecionadas pelo blogger eternamente putão e taradão, de moçoilas cadeludas que frequentaram o pintão zapper nos últimos dois anos. Cada click conta uma história em particular, que você irá ler agora, abaixo de cada foto.

Esse monumento negro (acima) era uma baiana mega ordinária e cadeluda que morava em Manaus. Passou um mês de férias em Sampa, hospedada na kit do blog. Não deu outra: fodas inesquecíveis em um bocetaço lisinho, com direito a mamadas prolongadas em peitaços alucinantes. E numa dessas fodas, ela dando gostoso de ladinho, soltou a frase: “mas você gosta duma boceta hein!”. Quando ouviu isso o autor destas linhas total calhordas não aguentou: esporrou na bundaça da crioula.

 

Já esta musa bukowskiana (acima) além de ser um xoxotaço, também possuía grande cultura. O blog safadão passou uma deliciosa e rápida tarde de domingo com a garota em meados de 2012, mas NÃO comeu, rsrs (o tempo era escasso para uma trepada tranquila). Apenas LAMBEU esses peitinhos miúdos e tesudos e essa boceta perfeitinha. Quem sabe numa próxima ocasião…

 

 

Já essa cadelinha novinha (18 aninhos em flor!) é realmente um espetáculo! Amiguinha zapper e que o blog passou uma tarde inteira fodendo muito a xoxotinha delícia total (abaixo), no final de 2013. A moçoila sabe tudo de cama (há também um vídeo registrando a trepada mas esse infelizmente não pode ser postado aqui, hihi) e a foda gloriosa terminou da forma clássica: com ela recebendo jatos de porra na boca e engolindo tudinho, uia!

 

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O BLOGÃO ZAPPER INDICA

* Disco, I: o novo disco do folk americano Decemberists.

* Disco, II: quarteto ska/punk formado em Mauá, na região do Grande ABC paulista, o Wack chega ao primeiro disco lançado pelo sempre prestigioso selo independente Baratos, pilotado pelo queridão Luiz Calanca. Deni (vocais), Mauro (guitarras, e que já tocou no finado e lendário Garotos Podres), Hugo (baixo) e Fidelis (bateria) fazem bom e velho ska/punk à moda Two Tone (movimento clássico do gênero, e que reinou na Inglaterra na virada dos 70’ para os 80’). Os vocais são em inglês e há faixas contagiantes no cd, como “Skin Ska Reggae” e “Street Rock Song”. Fora que muitas inflexões do front man Deni remetem aos ótimos tempos do falecido Joe Strummer, do The Clash (uma das cinco bandas da vida do autor deste blog). Pode soar anacrônico em 2015 e muita gente vai torcer o nariz dizendo que “é trilha sonora da violenta facção skinhead”. Mas se você souber separar as questões (o som da banda do fato de que ela realmente tem a preferência da galera skin, uma turma que não é bem vista pelas suas atitudes violentas e segregacionistas em questões de cor e respeito à opção sexual) vai descobrir um ótimo disco, com instrumental potente e melodias dançantes, pra sair pulando nos shows. Mais sobre o Wack, vai aqui: https://www.facebook.com/bandawack1?fref=ts.

O primeiro disco do Wack: relembrando os bons tempos do ska/punk da cena Two Tone

 

* Banda: o trio Bula (Marcão nas guitarras e vocais, Lena no baixo e Pinguim na bateria) vem de Santos e lançou há pouco seu primeiro disco. É mais um “herdeiro” da “família” Charlie Brown Jr., já que Marcão integrou durante anos a banda do falecido Chorão. E estas linhas online vão dar o braço a torcer: o som do grupo é bem melhor do que o Charlie Bronha (de quem este espaço virtual, todo mundo está careca de saber, nunca foi fã). Há influências inevitáveis nas músicas da trinca do skate/hard/funk que celebrizou o CBJr. Mas as guitarras de Marcão são mais rock, estão mais poderosas e isso faz toda a diferença, além de que as letras escritas por ele estão acima da média do que se escuta nesse momento no horrendo rock nacional. Resta conferir o som deles ao vivo e isso poderá ser feito nessa próxima sexta-feira, 6 de fevereiro, quando eles sobem no palco do Da Leoni (na rua Augusta, 591, centrão rocker de Sampa). E mais sobre a turma, vai aqui: https://www.facebook.com/OficialBulaRock, ou aqui também: www.bularock.com.br.

O trio santista Bula: show nessa sexta-feira em Sampa, no Da Leoni

 

* Blog: produzido e escrito pelo jornalista Fábio Gomes, que mora na acolhedora Macapá, o Som  Do Norte sempre traz um dos panoramas mais completos da cena musical independente da maior região do Brasil. E num de seus últimos posts Fábio publica a entrevista que foi feita com Finaski quando ele esteve em outubro passado na capital do Amapá. Vale e muito a pena dar uma conferida, o que pode ser feito aqui: http://somdonorte.blogspot.com.br/2015/01/somdonorte-entrevista-humberto-finatti.html?spref=fb.

Zap’n’roll e o jornalista Fábio Gomes em Macapá, em outubro passado: bate-papo que rendeu uma entrevista bacanuda no blog Som Do Norte

 

* De olho nas baladas: que não podem faltar jamais aqui, ainda mais com o postão sendo concluído já na segunda-feira da nova semana. Então bora lá porque hoje mesmo tem a festa On The Rocks na D-Edge (rua Olga, 160, Barra Funda, zona oeste de São Paulo), com a participação mega especial na dj set da nossa musa deste post, a deliciosamente incrível Solange De-Ré.///Já na quinta-feira vai rolar show dos goianos do Hellbenders no Inferno Club (na rua Augusta, 501, centro de Sampa).///Na sextona em si, além do show do Bula no Da Leoni, a pedida depois é esticar a balada na Tex, na Blitz Haus ou no Astronete (todos no baixo Augusta, claaaaaro).///E no sabadão é sempre imperdível o open bar infernal do Outs (no 486 da Augusta). É isso. Força na peruca e se joga!

 

 

PROMO RELÂMPAGO NO BLOGÃO!

Tá a fim de ir conferir o som do Bula nessa sexta no Da Leoni? Então corre no hfinatti@gmail.com, pois lá tem:

 

* UM PAR DE VIPS pra curtir a gig do trio. Quem ganhar será informado na própria sexta-feira por e-mail, okays? Tenta a sorte então!

 

 

FIM DE CONVERSA

Postão bacanão e já avançando na nova semana. Então na ooooooutra semana a gente volta por aqui com blogão renovado, certo? Até lá!

 

 

ampliado, atualizado e finalizado por Finatti em 13/2/2015 às 18hs.)

Hollas 2015, o ano que vai ver o fim do blogão e também a publicação de “Memórias de um jornalista junkie”; o mundo anda muito chato? Pois bem-vindos de volta aos anos 90’ com novo e ótimo disco do Belle & Sebastian e a incrível volta do shoegazer Ride; mais: a primeira e gatíssima musa rocker do novo ano; os shows bacanudos desta semana (entre eles Thiago Pethit e Foo Fighters), as andanças gigantes do blog pelo norte do Brasil no finalzinho de 2014 e o ressurgimento da QUADRILHA Fora do Eixo – agora atacando os cofres do Ministério da Cultura, uia! (postão com imagens DESACONSELHÁVEIS para menores de 18 anos e total CONCLUÍDO, com ampliação final em 22/1/2015)

2015 começa muito bem e com cheiro de anos 90’ ao menos no indie guitar rock, com as bacaníssimas voltas do sempre incrível e meigo Belle & Sebastian (acima, que lança nesta segunda-feira seu novo álbum de estúdio) e também do shoegazer Ride (abaixo); de quebra a primeira musa rocker do novo ano do blog é a delícia Fabi Marques (também abaixo) e de quem você vê mais fotos delirantes ao longo do postão, wow! 

Todos somos Charlie ou o mundo anda tão complicado…

E também intolerante, chato, mega violento. Foi assim que 2015 começou: com a intolerância religiosa extrema fazendo com que terroristas assassinassem dezessete pessoas na França. E com o primeiro brasileiro da história do país sendo executado por fuzilamento na Indonésia, condenado à morte que foi por tráfico internacional de drogas (ele tentou entrar lá há uma década, com treze quilos de cocaína e preso, julgado e condenado à pena capital; foi fuzilado agora na tarde de sábado, quando a primeira Zap’n’roll do novo ano está sendo finalmente conluída e indo pro ar). Os dois episódios dão margem a muitas reflexões. Uma delas é que a liberdade de expressão não pode JAMAIS ser tolhida de forma alguma, nem pelas balas de fuzis disparadas por terroristas e intolerantes de qualquer nacionalidade ou espécie. O mundo não precisa disso em 2015; precisa é de paz, compreensão, amor e TOLERÂNCIA máximas. E todos nós devemos nos mobilizar para conseguir isso, mesmo que à custa de algumas vidas inocentes e sendo que a melhor resposta a esse tipo de violência é mesmo a ARTE PLENA e sem censura, e a TOTAL LIBERDADE DE EXPRESSÃO que existe apenas onde a democracia total reina soberana. Nesse ponto o blog é sim Charlie. E por outro lado a execução do brasileiro na Indonésia mostra o que deveria se aprendido aqui: lá a Lei é RIGOROSA AO MÁXIMO para crimes considerados gravíssimos (como o tráfico de drogas), e é CUMPRIDA. Você pode discordar dessa Lei, a considerar bestial e arcaica (como estas linhas online consideram, sendo que nunca fomos e jamais seremos a favor da pena de morte). Mas ao menos lá ela é CUMPRIDA. Aqui, infelizmente, é o contrário e se houvesse maior RESPEITO E RIGOR no cumprimento às leis vigentes, o Brasil não estaria essa imundície que está em termos de violência social e corrupção em todas as esferas do poder público. Como se não bastasse esse desrespeito às leis por aqui ainda há a ENORME e escrota hipocrisia moral e social que grassa na população brasileira. Pelo que se consta o condenado é (ou era) classe média pra alta carioca. Na juventude surfava com os amigos na zona sul do Rio. Quando foi ter sua “aventura” na Indonésia, trabalhava como instrutor de vôo livre, profissão cujo salário é bastante razoável. Daí, a pergunta que não quer calar: se fosse um brasileiro pobre e preto QUALQUER condenado à morte no exterior pelo mesmo crime, haveria a mesma comoção e mobilização? Por que quem está achando isso um horror e pedindo clemência ao condenado também não se sensibiliza com as centenas de mortes de gente pobre e que vive excluída e à margem da sociedade, que ocorrem diariamente aqui mesmo no Brasil? Por que esses que estão consternados com a execução na Indonésia vivem gritando aqui no Brasil que “bandido bom é bandido morto”? Essa frase não valeria, então, para o “bandido” condenado à morte por tráfico de drogas e que, pela Lei da Indonésia, é um crime gravíssimo? Pra pensar… e enquanto o mundo caminha sem solução, violento, complicado e chato, ao menos temos o sempre amado pop/rock alternativo para aliviar um pouco o peso e a melancolia em nossas almas e corações algo solitários. Nesse aspecto sim o ano começou muuuuuito bem: o meigo Belle & Sebastian está de volta com discão novo, o Ride também está de volta e o primeiro postão do novo ano destas linhas virtuais ainda vai deslumbrar os olhos do nosso leitorado macho (cado, hihi) com uma deliciosa musa rocker. Vamos lá então que o tempo urge e não podemos parar pois este espaço rocker online logo será extinto, nosso livro será enfim publicado e depois tudo irá recomeçar novamente. Quem sabe, até lá, em um mundo menos intolerante e menos violento, com mais paz e amor em todos os corações.

 

 

* O blog é sim Charlie. O mundo precisa ser Charlie nesse instante. Mais do que nunca.

 

 

* E graças à intolerância, covardia, imbecilidade plena e total dos fakes que pululam pelo painel do leitor do blog, o último post de 2014 atingiu a marca histórica de 416 comentários. Isso deixa o autor destas linhas virtuais super satisfeito por um lado (afinal se os idiotas vêm aqui para atacar covardemente o blog é porque o cachorro está BEM VIVO, e não morto como eles querem achar de qualquer forma) e bem triste por outro. Por se dar conta de que existe gente tão mesquinha, intolerante e doente/invejosa na face da Terra, que seria capaz de tudo pra destruir o trabalho, a honra e a moral de uma pessoa. É, infelizmente o ser humano é assim. Ou boa parte dele, pelo menos…

 

 

* Aumento de tarifas, água acabando em SP, a Sabesp finalmente admitindo que HÁ RACIONAMENTO… e o GRANDE MERDA, bandido e mentiroso Geraldo Alckmin aumentando seu próprio salário (por decreto) e ainda mandando a sua covarde, truculenta e inepta polícia militar bater sem dó em manifestantes nas ruas da capital paulista. Dá NOJO desse verme. E vamos ter que aguentá-lo por mais quatro anos ainda. Fala sério…

 

 

* E até o prefeito de Sampa, mr. Malddad (mode on) entrou na sacanagem, também aumentando o busão em quase 20%. Que decepção Fernandinho…

 

 

* Bien, ao rock’n’roll. Que apesar de andar mal das pernas pelo menos ainda traz alegria pra galere. Como a edição 2015 do gigante festival de Coachella, que acontece em abril próximo lá na cidade de Indio, na Califórnia. É o line up mais fodão do evento dos últimos anos, sem dúvida alguma. Vai ter AC/DC e as voltas incríveis do Belle & Sebastian e do Ride (sendo que você lê sobre os dois aqui mesmo nesse post, mais aí embaixo). O Lollapalooza BR bem que podia aprender algumas lições com o Coachella…

 

 

* Nada incrível e bastante melancólica é a aposentadoria do Black Crowes, que anunciou o fim da banda essa semana. Yep, eles já foram grandes e os três primeiros álbuns são sensacionais. Mas depois disso… sinceramente, o grupo dos irmãos Chris e Rick Robinson não vai fazer falta a essa altura do campeonato.

 

 

* ESPECIAL: AS ANDANÇAS DO BLOG PELO NORTE DO BRASIL NO FINAL DE 2014 – yep, foram dias incríveis e literalmente na estrada aqueles finais do ano passado. Porque o blog realizou um sonho de muitos anos e fez seu “on the road” partiular. Existem lances que todo ser humano deveria e deve fazer na vida antes de morrer: ler grandes obras literárias, ouvir grandes discos, assistir grandes filmes, casar, ter um filho, escrever um livro. E POR O PÉ NA ESTRADA para uma viagem gigante, PELO MENOS UMA VEZ NA VIDA. Foi o que o sujeito aqui fez de domingo, 28 de dezembro (quando saiu de Porto Velho, capital de Rondônia, à uma e meia da tarde no horário local) até dia 30 (quando chegou no terminal rodoviário da Barra Funda, em São Paulo, exatamente onze da noite, também no horário local da capital paulista). Foram portanto quase 58 horas (!!!) na estrada. Passando por 3 capitais (Porto Velho, Cuiabá e Campo Grande), além de DEZENAS de cidadezinhas perdidas no meio de um país gigante e incrivelmente lindo. E quando falamos gigante não estamos exagerando: em Estados como Rondônia e Mato Grosso longe é um lugar que EXISTE SIM, e como! Qualquer cidade não fica a menos do que 300 ou 500 kms de distância uma da outra – apenas de Cuiabá (em Mato Grosso) a Campo Grande (no Mato Grosso do Sul) são 700 kms, sendo que o total da viagem blogger foi de cerca de 2.450 kms. Cansativo (muito). Mas emocionante e fantástico também. Conhecemos dezenas de pessoas de culturas diferentes, todas muito simpáticas, acolhedoras e solidárias. Como a peruaça bunduda e de tetas gigantes (e que fazia questão de mostrar que era gostosa e algo cadeluda) que embarcou em Rondônia (o blog não lembra exatamente em qual cidade) e desceu em Campão, onde o namorado (ou algo parecido) a esperava. Ou ainda o tiozão de 67 anos de idade que não parava de falar a viagem toda e que estava indo também do interior de Rondônia (de Ouro Preto! Sim, descobrimos que em Rondônia também existe uma Ouro Preto, hehe) para Curitiba (o destino final do buso da empresa Eucatur, no qual viajávamos). Mano, o velho falava de tudo (e alto) com uma senhora a lado dele: sobre os problemas de saúde que teve, que morou anos e anos no Paraguai, que criou 3 filhos, que não come arroz e feijão sem farofa e bla bla blá. Foi divertido no final das contas ouvir seus relatos. E claaaaaro, tinha uma crioula DELÍCIA no ônibus dando mole imaginem pra quem… o blogon taradón mesmo, que é doente por uma preta, ahahaha. E ela me olhava e olhava, encarando mesmo. Numa das inúmeras paradas para desembarque e embarque de passageiros e lanche para os viajantes, ela enfim piscou pro zapper andarilho e o cutucou com as mãos. Foi quando criamos coragem e fomos tentar falar algo com a moçoila e descobrimos que… ela era gringa, com um dialeto estranhíssimo (provavelmente era do Haiti ou algo parecido). Arriscamos uma paquerada e perguntamos se ela sabia se comunicar em inglês e nada também. Então desistiu-se da “paquera” e seguimos viagem. Uma viagem onde descortinamos paisagens belíssimas e inesquecíveis ainda em Manaus (onde o blog passeou de barco pelo rio Negro) e depois também em Porto Velho (às margens do rio Madeira). E na volta a Sampa, vislumbramos a imensidão de estradas sem fim em Mato Grosso (estradas estreitas e mal cuidadas, vale ressaltar, ao contrário das auto-pistas do Estado paulista, sem dúvida as melhores do Brasil, ainda que à custa de pedágios algo extorsivos) e também admiramos o gigantismo do rio Paraná, que é a fronteira exata entre Mato Grosso do Sul e São Paulo. E sim, os ônibus das empresas que fazem esses trajetos imensos pelo Brasil afora (descobrimos que se pode ir de Belém do Pará a Porto Alegre, ou de Rio Branco no Acre igualmente até a capital gaúcha) são mega confortáveis. Todos com 2 andares e poltronas ultra reclináveis, ar condicionado, tv etc, etc. É muuuuuito melhor do que viajar espremido naquelas latas horrendas dos busões aéreos de Tam, Gol e drogas semelhantes. Sendo que o sujeito aqui sempre AMOU muito mais viajar de ônibus do que de avião. O blogão faria sim essa viagem mais uma vez. Talvez faça novamente um dia, antes que se vá desse mundo. Estamos com 5.2 nas costas e nos orgulhamos muito de ainda ter esse espírito inquieto, estradeiro e aventureiro. Não somos um jornalista bunda-mole e coxinha, daqueles gordos, pançudos (mais ou menos o tipo de gente também escrota e covarde, que não tem culhão pra enfrentar uma aventura dessas e que fica postando bizarrices sem noção sob assinatura fake no painel do leitor do blog Zap’n’roll). E jamais seremos isso. Felizmente. Foi no final das contas um “pé na estrada” inesquecível e registrado em zilhões de imagens, que você pode conferir aí embaixo. Sendo que essa viagem não seria possível sem a ajuda de pessoas e amigos muito queridos pelo blog. A essa turma o nosso amor eterno e sincero agradecimento: Aarão Prado, Jully Joyce, Marcelo Correia, Lidiane Correia, Sandro Correia, Carine Lage, Flávio Vale e Jéssica Lima. Beijão no coração de todos vocês!

 Por-do-sol lindão no Rio Negro, em Manaus

 

Em Manaus no bar do Armando (ao lado do teatro Amazonas), tomando uma breja com o vocalista e guitarrista Pablo Araújo, da banda Luneta Mágica

 

Uma das várias e lindas e gatas amigas de Finaski no Norte: em Manaus com Milady Salles

Na estrada de ferro Madeira/Mamoré, em Porto Velho

 

Em Porto Velho, com a queridaça e linda rocker Carine Lage

 

Zanzando também por aeroportos: chegando em Porto Velho, capital de Rondônia

A viagem sem fim: descendo de Porto Velho para Sampa de ônibus; 58 horas na estrada e quase 2.500 kms

 

Parando em Campo Grande, capital do Mato Grosso Do Sul

 

E já atravessando o Rio Paraná, na divisa entre Mato Grosso Do Sul e São Paulo

 

* E IMAGENS ESPECIALÍSSIMAS E PROIBIDONAS (UIA!) DAS AVENTURAS DO BLOG NO FINAL DO ANO, HIHI

(para insultar, provocar e deixar os fakes covardes, cuzões e moralistas hipócritas em fúria, ahahaha)

 Pro fakes moralistas, hipócritas e cuzões de merda arrancar os cabelos, hihihi: acima o “produto” de Rio Branco (no Acre), que continua sendo o MELHOR do Brasil, uia!; abaixo, essa mão esplendorosa de uma deusa rocker do Norte e querida amiga/foda zapper, fez MISÉRIAS no pintão do blogger, wow!

 

 

* Já depois dessa autêntica maratona pelo Norte brazuca (e que durou no total quase treze dias), estas linhas online ainda foram passar o réveillon na sempre paradisíaca São Thomé Das Letras (no sul de Minas Gerais), ao lado da querida turma da banda Pronominais. Ou seja: começamos bem o novo ano.

 

 

* E que continua bem por aqui mesmo: na última quinta-feira (ou anteontem) o primeiro showzaço indie do ano rolou no Sesc Pinheiros (na zona oeste da capital paulista), quando o rocker e queridón Thiago Pethit subiu no palco pra mostrar as músicas do seu novo e ótimo disco, “Rock’n’roll Sugar Darling”. O teatro do Sesc lotou de garotas tesudas e tatuadas, garotos lindos, bichas fofas e todos em clima de festa. Foi bacanão demais e Pethit merece o reconhecimento que está tendo pelo seu já extenso trabalho – ele já lançou três discos em quase oito anos de carreira. Vai atrás dos mesmos que vale muito a pena!

 Encontro de rockers na última quinta-feira: Zap’n’roll e Thiago Pethit no camarim do Sesc Pinheiros (em São Paulo), após  o show dele; abaixo o vídeo de “Romeo”, um dos melhores momentos do novo disco “Rock’n’roll Sugar Darling”

 

 

* E a festança não para! Hoje o Astronete (no 335 do baixo Augusta) completa oito anos como o melhor pub rock da capital paulista. Vai lotar, vai ferver e o blogão vai estar lá também, claaaaaro. Fazendo antes o “esquenta” na Sensorial Discos (que fica no 2389 da mesma Augusta), onde vai rolar a partir das dez da noite pocket show bacanudo do amigo jornalista e músico gaúcho Jimi Joe.

 

 

* Mas agora bora ver como estão as voltas incríveis do Belle & Sebastian e também do Ride.

 

 

COM QUASE 20 ANOS DE ESTRADA O BELLE & SEBASTIAN CONTINUA COMO SEMPRE FOI: MEIGO, INDIE POP E MUITO BOM

2015 não começou nada bem, isso todo mundo já sabe. Atentando terrorista na França com quase duas dezenas de mortes provocando comoção mundial, crise da água se alastrado pelo Brasilzão, aumento de busão e metrô em Sampa… bien, pelo menos no pop/rock alternativo o ano começou trazendo felicidade para quem gosta de grande indie rock e em especial pros fãs do grupo escocês Belle & Sebastian: depois de quase cinco anos sem lançar nenhum trabalho inédito de estúdio a turma liderada pelo sempre sensível guitarrista e vocalista Stuart Murdoch anunciou a chegada às lojas de “Girls in Peacetime Want to Dance”, nono álbum em quase vinte anos de carreira. O cd, que em sua versão física estará nas lojas do Reino Unido e Estados Unidos a partir dessa segunda-feira (19, e ainda sem previsão de lançamento no Brasil) já caiu na web, claro. E mostra que o B&S é um caso raro no rock dos dias atuais. A banda continua fazendo muito bem o que sempre fez: canções pops doces, com melodias pulsantes e guitarras e violões dolentes emoldurando letras poéticas e tristonhas.

 

Há algumas “novidades” no entanto no disco. O primeiro single do novo trabalho divulgado pelo sexteto ainda no final do ano passado, surpreendentemente exibe um B&S altamente dançante. Yep, “The Party Line”, a faixa em questão, traz guitarras agitadas mixadas a camadas de teclados e seção ritmíca que lembram algo do pop eletrônico dos anos 80’. E não só: “Enter Sylvia Plath” (uma homenagem à poetisa americana célebre nos anos 60’) vai pelo mesmo caminho, com ênfase ainda maior na condução melódica através de sintetizadores. Já o refrão de “Everlasting Muse” traz a banda em clima saleroso, como se os escoceses tivessem passado uma temporada ouvindo música tradicional russa e latina.

O novo disco do Belle & Sebastian: indie pop meigo e sempre muito bom

 

Mas o álbum atinge seus melhores momentos quando o Belle & Sebastian volta ao seu habitual indie pop algo tristonho e sessentista. É aí que surgem os grandes momentos do trabalho de fato: “The Cat With The Cream” e “Today – This Army’s For Peace” (que fecha o disco) são duas baladas de partir até o mais rude dos corações. Já em “Allie” (um dos melhores momentos de todo o cd) e em “Play For Today” (com a condução vocal da violinista e tecladista Sarah Martin) há um mergulho dançante no garagismo sessentista que sempre caracterizou o conjunto desde que ele surgiu em Glasgow, em 1996.

 

Em 2016 eles irão completar vinte anos de atividades. E o vocalista e letrista Stuart Murdoch já está com quarenta e seis anos de idade. Ainda assim o Belle & Sebastian continua gravando discos magníficos e fazendo shows ao vivo idem (como quando estiveram aqui em 2001 e em 2010, ambas ocasiões inesquecíveis e presenciadas pelo zapper sempre emotivo; e sendo que o grupo anunciou em entrevistas recentes que irá voltar ao Brasil ainda este ano). Se “Girls in Peacetime Want to Dance” não está no mesmo nível de pequenas obras-primas como “Tigermilk” ou “The Boy With The Arab Strap”, ao menos mostra que sim, ainda é possível nesses tempos de música pop e rock quase completamente vazia e sem estofo, uma banda permanecer altamente relevante mesmo com quase duas décadas de existência.

 

 

O TRACK LIST DO NOVO DISCO DO BELLE & SEBASTIAN

1.”Nobody’s Empire”

2.”Allie”

3.”The Party Line”

4.”The Power of Three”

5.”The Cat with the Cream”

6.”Enter Sylvia Plath”

7.”The Everlasting Muse”

8.”Perfect Couples”

9.”Ever Had a Little Faith?”

10.”Play for Today”

11.”The Book of You”

12.”Today (This Army’s for Peace)”

 

 

E OS ESCOCESES AÍ EMBAIXO

No vídeo oficial de “The Party Line”, o primeiro single do novo disco.

 

 

O SHOEGAZER INGLÊS E OS ANOS 90’ FORAM MUITO LEGAIS – E O RIDE MAIS AINDA

Parece que foi ontem que eles dominaram o mondo rocker, após a derrocada do grunge de Seattle. Do outro do Atlântico, na Velha Ilha, vários garotos saíram montando bandas que pautavam seu som por melodias melancólicas e barulhentas a um só tempo, com as guitarras encharcadas de noise e nas apresentações ao vivo esses mesmos garotos tocavam olhando não para o público mas… para os próprios sapatos. Eram os anos 90’ na Inglaterra. E eram tempos de My Bloody Valentine, Slowdive, Jesus & Mary Chain. E do Ride, um dos ícones máximos dessa turma inesquecível, a do chamado shoegazer britânico. O mesmo Ride que agora está de volta: o quarteto original (formado pelos guitarristas e vocalistas Andy Bell e Mark Gardener, além do baixista Steve Queralt e o batera Laurence Colbert) anunciou no final de 2014 que estava se reunindo novamente, para uma série de shows que irão rolar ao longo deste ano.

 

O grupo surgiu na cidade inglesa de Oxford em 1988. Guitarras barulhentas, melodias algo tristonhas e vocais doces e bucólicos compunham a receita sonora do Ride. Quando o primeiro disco enfim saiu, em outubro de 1990, o shoegazer já era o gênero da vez no rock britânico. E “Nowhere”, a estreia do quarteto lançada pelo então prestigiadíssimo selo Creation, foi aclamado pela rock press da Inglaterra. Acabou sendo eleito disco do ano pelo semanário New Musical Express. E o single “Vapor Trail”, com sua dolência de partir almas e corações, é até hoje uma das marcas registradas da geração shoegazing noventista.

 

Yep, o Ride nunca foi uma banda cultuadíssima pelos rockers brasileiros. Aqui a devoção ao conjunto se resumia à turma underground que frequentava porões alternativos como o Madame Satã e o Espaço Retrô, ambos em Sampa. Foi no Retrô inclusive que o blogger loker, ainda relativamente jovem e naquela época total alucicrazy, tomou contato com o som do grupo, através das discotecagens do saudoso dj Toninho, um negão que torrava toda a sua grana em discos de vinil e cds importados, além de gostar de cocaine tanto quanto de lasanha, rsrs – claro, as devastações nasais da dupla dj/jornalista se tornaram célebres nas madrugadas do Retrô.

 

Zap’n’roll caiu de amores pela banda quando ouviu “Vapor Trail” na pista do Retrô. Foi atrás de todos os discos até então lançados pelo quarteto. Comprou na época na Galeria Do Rock (no centrão de Sampa) os cds importados de “Going Blank Again” e “Carnival Of Light”, que saiu em 1995 e ameaçou tornar o Ride grande também nos Estados Unidos. Mas o grupo teve existência breve: em 1996 veio o fraco “Tarantula” (que chegou a ser resenhado pelo autor deste blog na bacaníssima e editorialmente moderníssima para a época revista “Vírus”, que era editada pelos jornalistas Jéferson de Sousa e Marcel Plasse, e que infelizmente também teve existência curta), Andy Bell e Mark Gardener começaram a quebrar o pau e o Ride chegou ao fim.

O quarteto shoegazer inglês Ride em duas fases distintas: quando jovem nos anos 90′ (acima) e atualmente (abaixo): eles envelheceram mas o som continua ótimo

 

Curiosamente o culto ao grupo só aumentou depois que ele encerrou atividades, tanto aqui quanto lá fora. tanto que em 2001 Andy Bell foi chamado para ser baixista do Oasis, onde também ficou até os irmãos Gallagher quebrarem o pau e determinarem o fim de uma das últimas grandes bandas da história do rock’n’roll. Isso abriu caminho para o ressurgimento do Ride. E em novembro passado os quatro se reuniram novamente para anunciar os primeiros shows ao vivo depois de vinte anos: por enquanto há dez datas já anunciadas no site da banda ao longo de 2015 (algumas delas já com ingressos esgotados), entre elas as gigs que irão rolar nos gigantes festivais de Coachella (na cidade de Indio, na Califórnia, em 17 de abril) e Primavera Sound (em Barcelona, na Espanha, no dia 29 de maio). Também em maio o grupo toca em Londres, em show com tickets total sold out. Mas nesta gig o correspondente do blog na capital inglesa, Marcelo Yorke, já garantiu presença e deverá contar aqui depois como foi esse desde já emocionante comeback do Ride.

 

Sim, o mundo anda chato demais. O rock’n’roll anda ruim demais. Então quando se sabe que uma banda bacanuda como o Ride resolveu retomar suas atividades, só há motivos para comemoração – apesar de que estas linhas online sempre são contra grupos das antigas que estavam parados e resolvem voltar à ativa. O blog tem ouvido muito o som do conjunto nesse começo de 2015. E relembra com doce nostalgia de um tempo em que se acabar numa pista de dança, tomar generosas doses de álcool, dar algumas aspiradas em carreiras de pó e encontrar aquela garota de peitos fartos, tatuagens no braço, cabelo chanel e VESTINDO uma t-shirt do Ride, era o maior prêmio que um garoto rocker podia ter no final de uma madrugada perfeita. Os anos 90’ eram legais. E o Ride era mais legal ainda.

 

Quem sabe eles aparecem por aqui algum dia…

 

* Mais sobre o Ride, vai lá: http://ridemusic.net/.

 

 

RIDE – QUATRO DISCOS QUE MARCARAM O SHOEGAZER DOS ANOS 90’

 

* Nowhere (1990) – a estreia da banda, foi lançado em outubro daquele ano. O quarteto já se mostrava barulhento e melancólico nas melodias. Tanto que o single “Vapor Trail” deixou a crítica abismada e estorou nas pistas rockers mundo afora. Acabou sendo eleito o disco do ano pelo semanário inglês New Musical Express.

 

* Going Blank Again (1992) – com a moral em alta junto a crítica especializada e um crescente número de fãs, o Ride partiu pro ataque no segundo trabalho de estúdio. Lançou um disco ainda mais barulhento na concepção das guitarras em noise e, ao mesmo tempo, bastante radiofônico nas melodias. Isso rendeu músicas pop/rock perfeitas como o single “Twisterella” ou a balada “Chrome Waves”. Fora que a faixa de abertura do cd, a fodástica “Leave Them All Behind”, mesmo com mais de oito minutos de duração chegou a tocar nas rádios inglesas (!). discão!

 

* Carnival Of Light (1994) – é o álbum “americano” do Ride e onde eles deram uma bela guinada em sua estrutura musical. Influenciados por anos 60’, country/folk e Byrds, os garotos engendraram um disco repleto de violões e melodias “road song” contagiantes, mas sem abandonar as guitarras. Faixas bacanudas aos montes: “1000 Miles”, “Natural Grace”, a lindíssima balada “Only Now” e a sensacional “I Don’t Now Where It Comes From”, que fecha o trabalho. A curiosidade fica por conta da participação nas gravações do cd do falecido tecladista do Deep Purple, Jon Lord. Ele toca órgão na faixa “Moonlight Medicine”.

 

 

* Tarantula (1996) – o grupo já não era mais o mesmo dois anos depois de “Carnival Of Light”. Começaram as brigas internas entre Andy Bell e Mark Gardener e isso se refletiu no som desse fraquinho “Tarantula”, um álbum onde o Ride tentou retomar as guitarras barulhentas, adicionadas de uma percussão “salerosa” e algo latina. O trabalho até começa bem com a poderosa “Black Nite Crash” mas depois cai na vala comum com faixas pouco inspiradas e sem brilho algum. Há a habitual baladinha (na faixa “Mary Anne”) mas o cd deixou bem claro que era o fim do quarteto. E ele de fato se separou alguns meses após o lançamento do disco, que foi inclusive resenhado pelo blogger rocker em 1996, na extinta revista “Vírus”.

 

 

RIDE LEMBRA…

(para o blogger sentimental, claro!)

 

* a pista do Espaço Retrô, atrás da igreja Sta Cecília, no bairro do mesmo nome em São Paulo. Foi lá que o autor deste blog ouviu o single “Vapor Trail” pela primeira vez, em alguma noite perdida ente 1991 e 1992. O dj era o negão Toninho (que já morreu há alguns anos). E quando escutou aquela música, o blog nunca mais deixou de gostar da banda;

A fachada da primeira versão do lendário e inesquecível club alternativo Espaço Retrô, atrás do largo Sta Cecília (no bairro do mesmo nome), na região central da capital paulista, no final dos anos 80′: nesse sobradinho em arquitetura clássica o blog fodeu todas as bocetas sujas e lokas do mundo, e cheirou toda a cocaine do planeta, até o nariz cair, rsrs

 

* as devastações nasais que o então ainda jovem jornalista cometia nos banheiros do Retrô. Não havia madrugada ali que não rolasse cocada boa, hihi;

 

* as irmãs Adriana e Vera Ribeiro, fãs de primeira hora do shoegazer inglês dos 90’ e de todo o indie guitar rock da época. Ambas são até hoje amadas amigas do blogger agora tiozão, hehe;

 

* a LOIRAÇA Danielle Strachino. Ela era gatíssima, novinha, deliciosa e vivia no Retrô vestindo uma t-shirt do Ride. O jornalista maloker, óbvio, caiu de amores pela garota mas ambos nunca tiveram nada mais, hã, hot, rsrs. Ficaram apenas mesmo na amizade e nos papos amenos nas madrugas lokas e insanas do bar alternativo mais lecal e inesquecível que existiu na capital paulista. Dani continua uma loiraça lindona até hoje e quem quiser conferir isso, basta ir até o perfil dela no Facebook: https://www.facebook.com/daniix.st;

 

* bandas como Jesus & Mary Chain, Loop, Slowdive, Lush, My Bloody Valentine, Spaceman 3 e Spiritualized. Todas geniais (algumas em alguns momentos, apenas), todas de uma época que era realmente BOM ouvir rock’n’roll em casa e num bar, dançando e bebendo (e cheirando, se fosse o caso, rsrs);

 

* as camisetas geniais com estampas de bandas da época e que eram produzidas pelo músico Vagner Sousa, baixista e fundador do hoje já clássico grupo indie guitar paulistano The Concept. A estamparia de Vagner ficava no distante Itaim Paulista (no fundão da zona leste paulistana e onde o músico, dileto amigo zapper, reside até hoje) e o jornalista rocker/blogger já tiozão possui até hoje uma t-shirt preta do Ride;

A velha t-shirt da banda Ride, produzida pelo músico Vagner Sousa e que o blogger saudosista tem até hoje

 

* revistas Bizz e Vírus (onde estas linhas virtuais chegaram a colaborar). E o Jornal da MTV, que era apresentado pelo reverendo e queridíssimo Fábio Massari;

 

* e bares tão legais quanto o Retrô: o Cais (na praça Roosevelt) e o Der Temple (na rua Augusta, pertinho de onde fica hoje o Astronete). Bons tempos, enfim…

 

 

RIDE AÍ EMBAIXO

No vídeo do clássico single “Twisterella”.

 

 

MAIS SOBRE A BANDA

Vai aqui: http://ridemusic.net/ . E aqui: https://www.facebook.com/pages/Ride-band/109040672468949?fref=ts.

 

 

WOW! A PRIMEIRA MUSA ROCKER DE 2015 É UMA DELÍCIA CREMOSA E TOTAL TATUADA!

Quem: Fabiana Marques.

 

De onde: São Paulo, capital.

 

Idade: 25 anos.

 

O que faz: Fabi estuda design e pintura digital, e pretende se profissionalizar na área. Enquanto isso ela alegra e deixa os marmanjos em polvorosa nos finais de semana, quando trampa de hostess no Astronete, atualmente o melhor pub rock de Sampa.

 

Mora: com os pais.

 

Três discos: “Second stage turbine blade” do Coheed and Cambria, “Rocket to russia” dos Ramones e “Apocaliptic revelation” do krisiun.

 

Três bandas: Slov, Coheed and cambria e Sepultura.

 

Três filmes: “Doze macacos”, “Muholland drive” e “Star wars”.

 

Três diretores de cinema: George Lucas, David Lynch e Stanley Kubrick.

 

 

Um ator e uma atriz: Michael Douglas e Goldie Hawn.

 

Show inesquecível: AlexisOnFire.

 

O que o blog tem a dizer sobre ela: Fabi é uma gracinha e um tesão rocker, hihihi. Sempre animadíssima e de bom humor (e também sempre bebendo muuuuuito), ela pode ser vista de quinta-feira a sábado na recepção do Astronete (onde inclusive rola hoje festão de aniversário de oito anos do bar), onde encanta o povo com o seu sorriso e suas tatuagens espalhadas pelo lindo rosto, por belos braços, belos seios (como você vai conferir mais aí embaixo) e belas coxas. E sim, ela já é uma dileta nova amiga do blogger que está sempre de olho na descoberta de novas beldades pela night under paulistana.

 

Então machos (cados) de plantão, relaxem e gozem (uia!), curtindo aí embaixo as imagens picantes da primeira musa do blog no novo ano.

Vem que tem!

 

Língua rock’n’roll e abusada

 Pagação de peitinho (lindo) pros marmanjos enlouquerem, uhú!

 

O que se esconde por baixo desses lençóis…

O jornalista zapper abraça sua mais nova e loka amiga rocker durante balada infernal e sem fim nas madrugadas do clube Astronete, no baixo Augusta em Sampa

 

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APÓS UMA “HIBERNAÇÃO” E RETIRADA DE CENA ESTRATÉGICA A GANG FORA DO EIXO RESSURGE, AGORA PRA SE ENCASTELAR E ASSALTAR O COFRE DO MINC

Todo mundo andou notando o (estratégico) “sumiço” da cena cultural alternativa brasileira do coletivo/entidade Fora Do Eixo. A “organização” que nos últimos dois anos foi alvo de denúncias pesadas por parte de sites, blogs e grande mídia em geral, por conta de suas tenebrosas transações junto ao Poder Público e também pela série de escândalos que vieram à tona dando conta do trabalho quase escravo a que são submetidos seus integrantes (obrigados a morar em casas coletivas e onde não recebem dinheiro algum pelo que produzem, além de ter sim que CONTRIBUIR financeiramente para manter a entidade), além de a “ong” NUNCA prestar conta do que faz com dinheiro público que ela capta (via participação em Editais) para gerir seus festivais de música, não aguentou a fuzilaria e espertamente se recolheu. Tomou Doril e sumiu, sendo que nos últimos meses quase ninguém falou ou ouviu falar do que o Fora Do Eixo estaria fazendo, tramando ou articulando.

 

Pois o “recesso” da entidade acaba de ser quebrado. E agora ela volta com tudo ao ataque e com as garras mais afiadas do que nunca. O alvo dessa vez? O COFRÃO do Ministério Da Cultura, o Minc. É justamente lá que a quadrilha do FDE pretende se instalar a partir de agora. E para conseguir isso ela se preparou e se estruturou muito bem: ficou pendurada no saco do novo ministro da Cultura, Juca Ferreira, quando este ocupou a chefia da Secretaria Municipal da Cultura da prefeitura de São Paulo. Alçado ao cargo de novo Ministro do Minc no segundo mandato da presidente Dilma, Juca deu carta branca para que a gang comandada pelo “produtor” cultural Pablo Capilé (mais conhecido como Pablo Capilantra) também entrasse em cena. Ele próprio, Juca, já admitiu que poderá oferecer cargos do Ministério à turma do coletivo. Tanto que, na posse do novo ministro estiveram presentes duas das mais notórias e aguerridas integrantes do FDE, Marielle Ramirez e Dríade Aguiar. Não só: ambas já estavam dando EXPEDIENTE dentro do Ministério antes mesmo da POSSE de seu novo titular. E o próprio Capilantra foi visto circulando pelos corredores do prédio em Brasília também nos primeiros dias do novo ano. Ele desmentiu a informação ao jornal Folha De S. Paulo, alegando que não vai ao Minc há pelo menos dois anos. E ainda disse não ver problema algum caso integrantes do FDE sejam chamados a participar do novo ministério. Ulalá!

 

O FDE, todo mundo já sabe, surgiu no começo dos anos 2000’ em Cuiabá, pelas mãos e pela mente perversa e bastante esperta de Capilé. Ele queria montar uma espécie de “rede” de coletivos culturais espalhados pelo Brasil afora e que produzissem eventos musicais independentes e à margem do que era feito na chamada cultura “mainstream” e “oficial”. Daí o nome Fora Do Eixo pois ele estaria fora do circuito Rio/SP, onde teoricamente se molda a cultura oficial de massa do Brasil.

 

Quase uma década e meia depois, tudo mudou. O FDE se agigantou de tal forma que estendeu seus tentáculos ao Poder Público (mamando sem dó em tetas como a estatal Petrobras, através de sua área Cultural) e ao próprio “eixo”: cravou sua sede principal e oficial na capital paulista, no bairro do Cambuci onde funciona já há vários anos em uma casa gigantesca e cujo aluguel não deve ser menos do que R$ 5 mil mensais. Não só: o grupo se especializou em assaltar de forma “oficial” os cofres públicos, participando aguerridamente de milhares de Editais que distribuem verbas para a realização de eventos culturais. Com isso a facção quase criminosa começou a amealhar verbas polpudas para produzir festivais pelo Brasil inteiro. Só que aí começaram as denúncias: bandas participantes destes festivais jamais receberam cachês por seus shows (Capilantra chegou a declarar em entrevistas que era CONTRA grupos musicais receberem cachês para tocar). Em Cuiabá, capital do Mato Grosso, o FDE deixou um rastro de CALOTES no comércio local (bares, restaurantes, empresas de equipamento de som e luz para eventos, fornecedores em geral) por conta de dívidas assumidas em festivas realizados na cidade (como o hoje extinto Calango) e que receberam infra-estrutura desses credores para que pudessem ser realizados. Há relatos de que alguns hotéis (que hospedaram bandas), bares e restaurantes (que serviram refeições para músicos e jornalistas) não receberam até hoje. O que foi feito então do DINHEIRO ARRECADADO junto ao Poder Público, se grupos tocaram sem ganhar cachê e o comércio local não recebeu pelos serviços prestados à produção do evento?

O novo Ministro Da Cultura, Juca Ferreira, durante sua posse em Brasília na semana passada (acima); ele já mandou avisar que poderá sim chamar integrantes da máfia do Fora Do Eixo para fazer parte dos quadros do novo ministério; com isso o “grande chefe” da “entidade”, mr. Pablo Capilantra (abaixo, ao lado da presidente Dilma e do ex-ministro José Dirceu), está preparando o assalto aos cofres do Minc e dizendo (parafraseando o querido Eddy Talles): “BEIÇA QUE EU TE ESCUTO!”, uia!

 

É muito obvio que o Pablo Capilé versão 2015 não está mais nem aí para “fomentar” a produção cultural alternativa do país ou promover a “circulação” de bandas por festivais independentes. O que o sujeito quer (e está conseguindo) é grana e poder político. Para isso se aproximou do PT (que ficou encantado com o modus operandi cultural teoricamente “inovador” do FDE), de Dilma, do prefeito paulistano Fernando Haddad e do agora Ministro Da Cultura Juca Ferreira. Vai dar no que vai dar: provavelmente o coletivo FDE vai se ENCASTELAR no Minc e vai MAMAR COM GOSTO no cofre do ministério, sentando a mão em verbas polpudas e que serão obviamente destinadas aos miguxos da entidade. E esses miguxos estão mesmo à míngua e precisando de socorro: um a um os festivais patrocinados pelo FDE foram se desmantelando nos últimos anos (afinal, Capilantra não quer mais saber de música, que usou apenas como plataforma para obter exposição midiática e poder político). Foi assim com o Calango em Cuiabá, com o Varadouro em Rio Branco (no Acre) e está sendo assim com o QuebraMar em Macapá (capital do Amapá): a última versão do evento seria realizada originalmente em novembro de 2014. Já sofreu dois adiamentos e agora está prometida para acontecer em março próximo. A conferir.

 

Estas linhas online já foram próximas do FDE? Com certeza, pois viram no início do coletivo (há uma década) uma promessa de renovação na cena musical alternativa brasileira. Fomos a vários festivais organizados por eles (em Mato Grosso, no Acre etc.) e com passagens e hospedagens pagas pela entidade? Também e não negamos isso em momento algum. Mas quando o blog começou a sentir cheiro de PATIFARIA no ar e questionou o “grande chefe” Capiloso e escorregadio a respeito, nos tornamos imediatamente inimigos mortais da quadrilha. Ela é assim: ou você está de acordo total e sem reserva alguma com seus métodos, ou você é inimigo. Ali não se aceita contestação de nada ao seu método de atuação. Não há meio termo. Não há permissão para divergir do que eles pensam e como agem. Eles são donos da verdade absoluta e ponto final.

 

O blog também assume que votou em Dilma (ruim por ruim, o Brasil iria se foder bem mais nas mãos de aébrio fezes) e que está bastante descontente com o ministério montado por ela. Sobre a entrada de Juca Ferreira no Minc especificamente, há quem aplauda e há quem condene com veemência. Mas ao menos um fato é líquido e certo: com a gang Fora Do Eixo ali dentro o pobre cofre do Minc será assaltado SEM DÓ pelos próximos quatro anos. Infelizmente.

 

* Adendo, I: é muito lamentável que mesmo com denúncias SOBRANDO na pequena, média e grande mídia, ninguém investigou a fundo as pilantrices do FDE. Revistas semanais como a IstoÉ ou a reacionária Veja poderiam ter feito uma bela reportagem a respeito. Mas… por outro lado o Ministério Público, a Polícia Federal ou mesmo a policia civil de São Paulo poderiam ter aberto algum inquérito. Nada foi feito. Absolutamente nada.

 

* Adendo, II: historinha rápida aqui. Na noite de 18 de dezembro passado o blog embarcou no aeroporto de Brasília em um vôo para Rio Branco, no Acre, em jato da Tam. Estava indo pra lá a convite do grupo Euphônicos, para acompanhar o show de lançamento do primeiro e execelente disco do trio. A passagem de Zap’n’roll foi paga pela produção do show. Até aí, beleusma. Mas qual não foi a surpresa do blog quando, ao entrar no avião, ele deu de cara com alguns integrantes do Fora Do Eixo (as produtoras Marielle Ramirez e Lenissa Lenza). Mais tarde e apurando os fatos, estas linhas online descobriram que a dupla tinha ido à capital do Acre para a festa de diplomação do deputado estadual Daniel Zen (que é alinhado com o FDE, mas também um dileto amigo deste espaço virtual). Ai vem a pergunta: QUEM PAGA AS VIAGENS DESSA TURMA? Passagens de avião estão caras e eles vivem viajando pelo Brasil, especialmente mr. Pablo Capilé, que não para um dia de sua vida na mesma cidade. Afinal, se eles vivem coletivamente e sem reeber salários da entidade…

 

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O BLOGÃO ZAPPER INDICA

* Disco, I: o novo e muito bom do sempre meigo e querido Belle & Sebastian.

 

* Disco, II: “Rock’n’roll Sugar Darling”, o terceiro álbum do cantor e compositor paulistano Thiago Pethit é tudo aquilo que o rock’n’roll nunca deveria deixar de ser: dançante, barulhento, cheio de melodias e guitarras glam/glitter, e total bichona sem culpa na postura e na concepção ideológica. Um dos grandes lançamentos do indie rock brazuca do final de 2014 e que por pouco não entrou na lista dos melhores do ano aqui do blog. Pode ir atrás sem susto que é bão para caralho – literalmente, rsrs.

 

*Cinema: rola nessa sexta-feira (leia-se amanhã, dia 23, já que o postão zapper está finalmente sendo concluído no final da tarde desta quinta-feira, 22) o primeiro noitão de 2015 do Cine Belas Artes (lá na esquina da avenida Paulista com a rua da Consolação, na região central da capital paulista). E vai ser dedicado ao gênio (e “ídalo” destas linhas online) Tim Burton, com a exibição de seu novo longa, “Grandes Olhos” e mais dois filmes surpresas. Programação imperdível pra quem ama cinema como o sujeito aqui.

 Cena de “Grandes Olhos”, novo filme de Tim Burton e que tem exibição nessa sexta-feira em Sampa

 

 

* Single dos Pronominais na web: yeah! Finalmente a primeira faixa do novíssimo grupo Pronominais (uma das apostas do blog na cena independente nacional para este ano) está disponível para audição na internet. “Centralismo” tem letra com versos intensos e reflexivos e de um burilamento poético que praticamente inexiste no atual pobre e raquítico roquinho nacional. Fora que a parte instrumental também é fodástica, remetendo ao melhor rock BR anos 80’. Vai no SounCloud dos meninos, ouça e veja se estamos exagerando: https://soundcloud.com/pronominais.

 O novíssimo quarteto Pronominais: o single de estreia deles já está na web

 

 

* Outra aposta zapper: é a rocker Samara Noronha. Natural do distante Estado de Rondônia mas radicada já há alguns anos em Sampa, a pequenina (mas gigante no talento) Samara é cantora, letrista, compositora e produtora, além de dileta amiga deste espaço blogger rocker. Ela está reunindo material para lançar seu primeiro álbum completo e enquanto ele não chega a garota vai postando no YouTube singles bacanudos como esse “Caos”, que você pode conferir aí embaixo. E pra saber mais sobre ela, vai aqui: https://www.facebook.com/noronha.samara?fref=ts.

 

* Sabotage em documentário: o saudoso rapper paulistano, que seria um dos grandes nomes da cena brasileira dos anos 2000’ caso não tivesse sido covardemente assassinado há mais de uma década, ganha finalmente um documentário bacanão sobre sua trajetória. E ele será exibido neste final de semana em São Paulo, no Auditório Ibirapuera (dentro do parque do mesmo nome, na zona sul da cidade). Haverá sessões amanhã (sexta) e sábado, às 9 da noite, e elas serão GRATUITAS. As senhas serão distribuídas uma hora e e meia antes, então é bom chegar cedo pra garantir a sua porque provavelmente a parada vai estrumbar de gente.

 

* Festão rocker em pleno carnaval: é o que vai rolar no Simplão Rock Bar em Paranapiacaba, durante os cinco dias do reinado de Momo. Com co-produção do blog o “Carna Rock Simplão 2015” vai ter shows com grupos legais da indie scene paulistana (como The Concept, Elevadores e Poetas Marginais), além de djs set diárias e noturnas (uia!) do blogão campeão em cultura pop. Vai ser mesmo um festão e você pode saber tudo sobre ele aqui: https://www.facebook.com/events/1535604500043441/?fref=ts.

 

* Festão rocker DEPOIS do carnaval: claaaaaro! Depois da folia momesca a esbórnia vai continuar com a primeira festona destas linhas online em 2015. Vai ser o “Noitão Zap’n’roll – a festa rocker nunca termina” que acontece dia 21 de fevereiro, sábado, lá na Sensorial Discos, com showzaços dos Pronominais e do gaúcho folker Spangled Shore. Logo menos iremos dar mais infos aqui a respeito, ok?

 

* Baladas, enfim: yep, elas estão aqui já no começo do finde desta semana (quando o post está sendo finalmente conluído). Então bora lá porque hoje, quinta-feira, 22 de janeiro (quando o postão está indo completão pro ar), tem a sempre animada festa “Loucuras” na Loca (lá na rua Frei Caneca, 916, Consolação, centro de Sampa), sob o comando do super dj André Pomba.///Amanhã, sextona em si, é noite de começar a balada tomando brejas artesenais na Sensorial Discos (na rua Augusta, 2389) e depois seguir pro BAIXO Augusta indo na Tex (com o melhor burger de fraldinha da madrugada alternativa), na Blitz Haus e no Astronete (no 335 da mesma Augusta).///E no sabadão não dá pra perder o open bar infernal do Outs (no 486 da Augusta), onde só quem tem fígado de verdade sobrevive até o final, hihihi. Tá bão, né? Se joga então!

 

 

E O POST CHEGOU AO FIM

Primeirão do ano e como o povo gosta: gigante. Então ficamos por aqui com a promessa de retorno na semana que vem com outro igual a esse e com mais uma musa tesuda e deliciosa, que já está escalada para aparecer aqui e deixar os marmanjos em desespero carnal, hihihi.

 

Até lá então!

 

(ampliado, atualizado e finalizado por Finatti em 22/1/2015 às 19:00hs.)