Aeeeeê! Como sempre por aqui nessa época, postão normal e nadica de carnaval (que já elvis, felizmente): o genioso e genial Noel Gallagher voa alto novamente em seu novo álbum solo; com o barco fake afundando de vez uma “célebre” conta escrota do Twitter vai enfim pra casa do caralho; uma nova sessão mostra imagens do blogger rocker no rolê com os seus chegados do rock’n’roll; mais uma musa lindona e mega sexy pra marmanjada delirar com gosto, ulalá! A primeira festona do blog rola neste sábado em Sampa, na Sensorial Discos; e… ahá!!! INGRESSOS em promo bacaníssima pro show de um certo The Sonics em São Paulo, daqui a duas semanas! (postão ampliado e concluído, prestando sua homenagem ao grande ex-baixista da Legião Urbana Renato Rocha, que morreu ontem, e lamentando profundamente a notícia de que o pavoroso MERDALLICA vai tocar mais uma vez no Rock In Rio) (atualização final em 28/2/2015)

O genial e genioso guitarrista, cantor e compositor Noel Gallagher (acima), que um dia já foi líder do gigante britpop Oasis (abaixo): de volta com novo disco solo que já pode figurar tranquilo entre os melhores lançamentos de 2015

 

**********

FALA SÉRIO! MERDALLICA NOVAMENTE NO ROCK IN RIO

Yep. Sem nenhuma grande ou digna de maior nota notícia no mondo pop durante toda esta semana que acaba hoje (sabadão em si, dia 28, último do mês de fevereiro), estas linhas online apenas lamentam que pela bilionésima vez o (atualmente) podre Merdallica vai estar em mais uma edição do Rock In Rio, a deste ano. E justo em 2015, quando completa três décadas de existência, o RIR merecia um line up beeeeem melhor. Por que não os velhões do AC/DC (ainda muito mais em forma do que James Hetfield e cia?), ou mesmo os Rolling Stones?

 

Enfim, estas linhas bloggers rocker/lokers que não têm papas na língua, possuem ódio declarado pelo quarteto heavy shit americano. E para explicar esse ódio nada melhor do que reproduzir aí embaixo o texto que publicamos aqui mesmo em setembro de 2013, quando o conjunto fechou a última edição do festival carioca. Leiam:

Viu bem a fotona aí em cima, néan? Pois entonces, ela mostra a face mais escancarada de uma banda de tiozões babacas, na casa dos cinquenta anos de idade, que estão trilionários, são sujeitos mega machistas, reaças e que estão se fodendo pro seu público e seus fãs – o negócio deles é GRANA (quanto mais o sujeito tem mais ele quer ter, incrível…), e quanto mais melhor, ponto.

 

Essa banda é o MERDALLICA, claro. Que encerrou há pouco (este micro post extra está sendo escrito às quatro e meia da matina de quinta pra sexta-feira) a primeira noite (a do metal) da segunda etapa do Rock In Rio 2013. Foram cerca de duas horas do mesmo show (com todos os clichês imagináveis e inimagináveis) com o qual a banda massacra seus pobres fãs há mais de vinte anos. Do set list sem surpresa alguma ao final de sempre (encerramento com “Nothing Else Matters” e “Enter Sadman”, retorno no bis único pra tocar “Battery” e encerrar tudo como sempre com “Seek & Destroy”), o Merdallica mostrou mais uma vez o que todo mundo está careca de saber: a banda continua competentíssima ao vivo mas perdeu TOTALMENTE a relevância há mais de duas décadas, quando lançou o ótimo “Black Album”, em 1991.

 

Final do set do Merdallica no Rock In Rio, com “Enter Sandman”: 2011 ou 2013 (ou nos últimos vinte anos), tanto faz: tudo idêntico, tudo igual nos shows do gigante podre do metal e que não tem mais relevância alguma no rock’n’roll

 

Yep, Zap’n’roll ODEIA o Merdallica por tudo o que ele NÃO representa hoje em dia no rock’n’roll. Odeia o quarteto por ele ter mostrado sua faceta mais mercantilista, escrota e reacionária quando tentou fechar o Napster (logo no início das trocas de arquivos musicais na internet, isso já há mais de década e meia) e ameaçou processar crimimalmente qualquer pobre fã que ousasse compartilhar os discos do grupo na internet. O zapper rocker eternamente defensor com unhas e dentes da liberdade de expressão humana em todos os sentidos, perdeu ali, com aquela atitude do conjunto, o que ainda tinha de respeito por ele – de resto uma banda que teve sim importância capital na história do heavy metal, que gravou discos fodaços até 1991 (sendo que o autor deste blog assistiu o grupo ao vivo por duas vezes, em 1988 no ginásio do Ibirapuera, na turnê do “…And Justice For All”, e depois em 1993 no estádio do Palmeiras, na ESPETACULAR gig da turnê do “Black Album”) e que jogou tudo isso por terra de lá pra cá.

 

Estas linhas rockers online odeiam o Merdallica inclusive porque, como a humanidade sabe, seus músicos são FALSOS e COVARDES ao cubo: eles se odeiam entre si e só continuam juntos porque hoje o Metallica como banda de rock nem existe mais: se transformou numa EMPRESA, numa MEGA CORPORAÇÃO que fatura e gira milhões de dólares e sustenta muita gente. Como largar então uma porra dessas? Só sendo MUITO MACHO pra chegar e dizer: “não tenho mais tesão ALGUM em fazer parte dessa merda. Tô fora”. James Hetfield teria coragem? E Kirk Hammett?? Ou Lars Ulrich? (o baixista Robert Trujillo não conta nessa parada; ele é mero empregado dos outros três). Os cara se ODEIAM tanto que vivem trocando socos quando estão gravando em estúdio; a INTERAÇÃO entre eles no palco é ZERO: não se olham, não trocam uma palavra que seja entre si (e claro, fazem um show, vamos repetir, mega competente, afinal já estão juntos há três décadas e se não soubessem o que fazer juntos num palco, mesmo se odiando mutuamente, aí seria mesmo o fim da linha pra banda), nada. Agno Santos, vocalista e guitarrista da bacaníssima banda Mineira grunge Madsneaks, foi ao show deles no RIR de 2011 e confirma o que estamos escrevendo aqui (de resto, qualquer um que acabou de ver a gig deles agora há pouco, também pôde constatar o mesmo): “os caras não interagem entre si no palco, não trocam um alô sequer, é impressionante. Fiquei com o saco cheio e saí na metade do show”.

 

Enfim, como explicar pra um aborrescente espinhento e burrinho de quinze anos de idade, que acha que o Merdallica é o máximo do rock mundial, que essa banda de merda não vale mais nada, muito menos os milhões que cobra de cachê por um show? Como explicar pra um aborrescente desses que um velhão como o chefão Bruce Springsteen (que fez show MATADOR anteontem em Sampa), com sessenta e três anos de idade nas costas, é muito mais HONESTO e DECENTE consigo mesmo e com o seu público do que o Metallica?

 

**********

EXTRAS PRA COMEÇAR A NOVA SEMANA E ENCERRAR O POST: O OSCAR E A MORTE DO EX-LEGIÃO RENATO ROCHA

* No sabadão à noite (este postão está sendo finalizado já na segunda-feira, 23 de feverieo) a festa da Zap’n’roll na Sensorial Discos em Sampa foi incrível em todos os aspectos (ótimos shows do Spangled Shore e dos Pronominais, ótimo público, clima pra lá de bacana etc.).Mas aí ontem o domingo se tingiu de cinza pelo impacto da notícia da morte do Renato Rocha, ex-baixista da Legião Urbana. O blog poderia escrever um livro, contando tudo o que passou e viveu ao som da Legião. Poderia falar que foi uma das bandas nacionais mais importantes na nossa vida e formação musical. Escreveria sem parar sobre os 10 inesquecíveis shows que vimos do grupo (desde o primeiro, para 50 gatos pingados, num muquifo pós-punk no centro de Sampa, o Napalm, em 1982, até o que levou 50 mil pessoas ao estádio do Palmeiras em 1990), sobre nosso convívio com Renato Russo durante algum tempo, as entrevistas que fizemos com eles (nas revistas IstoÉ e Interview e no finado caderno Folhateen, da FolhaSP), as madrugadas alucinadas ouvindo os discos deles e cheirando cocaína no apê em que moravámos na rua Frei Caneca com mama Janet (que também adorava Legião)… os shows… o ainda jovem jornalista junkie dançava como um robô frenético quando escutava “Ainda É Cedo”, a música mais Joy Division que o grupo compôs, e um dos clássicos imbatíveis dele. Renato Rocha tocou nos primeiros 3 e essenciais álbuns da Legião. Era um baixista FENOMENAL (basta ouvir a linha de baixo de “Ainda É Cedo”, “A Dança” e “O Reggae” pra sacar isso) e o MELHOR músico do então quarteto, algo reconhecido pelo próprio Renato Russo – Dado sempre foi um guitarrista mediano (não mais do que isso) e Bonfá um baterista… comum. Russo era o gênio e poeta que compunha as músicas. E Rocha era O MÚSICO, simples assim. O blog nunca trocou uma palavra com ele. Nos vimos por duas vezes em backstages após gigs do conjunto. Mas ele era sempre muito quietão, na dele, então o autor destas linhas omline preferia não tentar puxar papo. E alguns anos depois que já não estava mais na banda, perguntamos sobre ele pro Bonfá após o show da Legião em fins de 1994 no Ginásio do Ibirapuera, aqui em Sampa (o último que assistimos deles e quando já no bis Renato Russo disse que iria tocar “Ainda É Cedo” e que ela era dedicada a um AMIGO da banda, esse aqui mesmo que está escrevendo esse texto agora). A resposta do batera foi mais ou menos essa: “Sei lá, Finatti. Ele deve estar lá no sítio dele, feliz da vida, fumando a maconha dele, curtindo as motos dele”. Negrete sumiu, reapareceu como todo mundo sabe viciado em crack e morando na rua no Rio De Janeiro, em 2012. Recebeu apoio da família e amigos, fez tratamento e aparentemente estava se recuperando bem. Ontem um provável ataque cardíaco o levou embora desse mundo, aos 53 anos de idade. Agora vai fazer dobradinha novamente com o Manfredo, em algum lugar lá em cima. Então o blog fica aqui escutando sem parar nesse momento o primeiro disco deles. E lembrando de quando era jovem, louco, indignado (ainda somos), subversivo (também ainda, bastante) e queria mudar o mundo, ao som dos legionários. Agora aos 5.2 de existência pensamos ao menos em publicar nosso livro e ficamos com a eterna questão a nos fustigar: quando chegará a nossa hora? Suave foi sua passagem, Renato Rocha. Vai em paz pra uma outra estação. Que é pra onde todos nós iremos um dia, no final das contas.

A imagem clássica e inesquecível que ficará em nossas lembranças para sempre: Renato Rocha quando jovem (acima) empunhando seu contra-baixo na Legião Urbana (abaixo, no vídeo da igualmente clássica “Ainda É Cedo”)

 

* E ontem teve a entrega do Oscar, néan. Nenhuma grande surpresa ou novidade dessa vez, em uma festa que na verdade está se tornando cada vez mais chata e sacal. “Birdman” e “O grande hotel Budapeste” levaram os principais prêmios (quatro estatuetas pra cada). O superestimado “Whiplash” saiu comendo poeira e foi isso. Nenhuma mega surpresa ou emoção, no final das contas. Por isso que estas linhas virtuais poppers nem perdem mais tempo assistindo a premiação. Melhor ir direto ao cinema e assistir aos filmes.

 

 

* Por enquanto é isso. Pra encerrar esses extrinhas rápidos, uma imagem da festa do blog anteontem na Sensorial Discos: Pronominais quebrando tudo na loja de discos e bar de brejas artesanais mais legal da capital paulista. Semana que vem o postão será atualizado novamente. Mas se alguma bomba explodir no mondo pop a gente corre aqui pra comentar, hehe. Até mais!

 

**********

CHEGA de carnaval!

Já estamos no final de fevereiro, caminhando para março. E mesmo estando já quase no terceiro mês de 2015, como sempre a letargia continua a imperar em boa parte (ou em toda parte?) de um país que historicamente começa a funcionar de fato apenas quando termina o “reinado” de Momo. E isso com a situação pegando fogo por aqui por todos os lados: ameaça de apagão no abastecimento de energia elétrica, crise hídrica sem precedentes no Sudeste, operação Lava Jato da PF desvelando a roubalheira sem fim na quase falida Petrobrás, projeções de que a inflação vai passar dos 7% neste ano, projeções de PIB negativo também para este ano etc, etc, etc. Então cabe a pergunta: comemorar o quê, afinal? Sambar pra quê e rir com a boca escancarada e desdentada a troco de quê? É notório que o Brasil não é um país sério e o povo brasileiro vive no eterno carnaval, no eterno faz-de-conta de que tudo está bem e aqui tudo acaba em pizza, e no final das contas dá-se um jeitinho em tudo. Foi sempre assim, não é? Tanto que ainda na década de sessenta o célebre presidente francês Charles De Gaule proferiu a sua histórica e clássica frase/avaliação sobre o Bananão aqui: “O Brasil não é um país sério”. Não é, nunca foi e insiste em continuar não sendo. Aqui o que conta de verdade é pagode e futebol, o resto não vale a pena discutir, perder tempo ou esquentar o juízo. Políticos sujos e sem a mínima decência moral deitam e rolam em Brasília e o povo nem aí. Aí vem a pergunta: onde estão as massas que foram para as ruas há quase dois anos, gritar contra aumento nas tarifas do transporte público e contra outros desmandos que estavam atormentando a população? O “gigante” não tinha acordado? O que aconteceu com ele? Se transformou em bela adormecida e caiu em sono profundo novamente? Esse é o triste quadro deste ainda início de 2015. E se tocamos nesses assuntos no editorial que dá início a mais um post do blog é porque este quadro realmente incomoda muito Zap’n’roll. Estas linhas virtuais permanecem então após o fim do carnaval (que já foi tarde embora) como sempre se sentiram: com inadequação emocional e existencial profundas, com fastio e tédio por um país (o nosso) e um mundo onde quase nada parece dar certo, onde tudo se dissolve em brumas de incerteza e dúvida, onde há violência social e urbana disseminada por todos os cantos, onde há um salve-se quem puder generalizado, onde ninguém se preocupa com ninguém (o famoso “cada um por si e NENHUM deus por todos”), onde enfim a bestialidade parece tomar cada vez mais conta do ser humano (afinal, queimar pessoas vivas…). Cada vez mais o autor deste blog parece total desconfortável neste mundo e admira cada vez menos os homens e cada vez mais os animais. Pode parecer um texto/discurso cético, amargo em excesso, ranzinza, melancólico, uma visão extremamente pessimista de um país que tinha/tem tudo pra ser ótimo e lindo, de um planeta que tinha tudo pra ser incrível pra se viver (mas que agora está é pedindo socorro urgente). Mas é infelizmente assim que estamos sentindo o mundo em que vivemos. O que fazer para aliviar essa tensão toda, esse desgosto e desgaste existencial? O de sempre: escrever e escrever sobre cultura pop, sobre rock alternativo. Ouvir novos e bons sons (como o novo álbum solo do pequeno gênio Noel Gallagher, que um dia foi líder do saudoso Oasis), falar sobre livros, filmes. É o que nos resta enquanto o Bananão insiste em ser o pais do eterno, escroto e inútil carnaval. E enquanto o planeta Terra caminha para um final cada vez mais tenebroso, bestial e assustador. É isso: bora ler mais um postão zapper.

 

 

* E após a limpa dos fakes ordinários do painel do leitor, a audiência por lá segue muito boa, obrigado: noventa e nove comentários no último post. Tá ótimo!

 

 

* E ótimo também está sendo o dilúvio que finalmente está caindo sobre Sampa há dias – yep, o carnaval inteiro foi embaixo de água e ninguém reclamou pois nunca se precisou tanto de chuva como agora por aqui. Os volumes de todas as represas do sistema que abastece de água a maior metrópole do país voltaram a subir, o que dá um PEQUENO alívio na dramática situação em que Sampa e todo o Estado foi colocada pela total incompetência do (des) governador e grande merda Geraldinho Alckmin. O risco de racionamento ainda existe e é grande. Portanto, continuemos a orar POR MAIS CHUVA!

 

 

* Mesmo com tanta chuva o blog foi pro meio do mato em Paranapiacaba, onde passou o carnaval. Acabou vendo shows bacanas por lá, em um mini festival que rolou na região. Como o trio de Mauá Poetas Marginais (formado pelo baixista e vocalista Wilker, pelo guitarrista e vocalista Wagner e pelo batera Fat): além de canções próprias com boas melodias e letras, a turma também disparou covers bem legais da melhor fase dos Titãs (aquela do período “Cabeça Dinossauro”/”Titanomaquia”), demostrando que com um pouco mais de lapidação o som do conjunto irá ficar redondinho. E além dos PM estas linhas rockers também curtiram o Heartz & Ruídos (que fez covers honestíssimas dos Strokes e do Arctic Monkeys, além de exibir bom material próprio), o Arara Saudita e o talvez (e infelizmente) último show do grande The Concept, a lenda do indie guitar paulistano e que está em vias de se separar.

 O trio Poetas Marginais agitou carnaval rock’n’roll em Paranapiacaba

 

 

* Indo para a cultura pop em geral e pro cinema: o mundo nunca esteve tão careta e reacionário. E nunca precisou tanto de artistas como a gigante Jane Fonda. Aos setenta e sete anos de idade a célebre estrela de Hollywood declarou em uma entrevista que FUMA MACONHA TODOS OS DIAS. Certíssima ela e desafiar esse bando monstro de gente moralmente hipócrita, que fica berrando contra as drogas (como se elas fossem o maior problema da humanidade) mas que acaba cometendo atos muito piores e mais reprováveis do que usar alguma substância ilícita, em suas vidas aéticas e sujas.

 Ela acaba de assumir que fuma maconha todos os dias; está certíssima!

 

* Yep, o câncer não poupa ninguém. E desta vez uma das três doenças que ainda mais matam no mundo (e que também vitimou o autor deste blog, que passou por tratamentos pesados e cruéis de quimio e radioterapia há pouco mais de um ano, com resultados felizmente positivos por enquanto, tanto que o tumor zapper encontra-se inativo) alcançou a parte de trás da língua de ninguém menos do que Bruce Dickinson, o já geriátrico vocalista do igualmente velhusco Iron Maiden. A própria banda divulgou comunicado ontem (quinta-feira) em sua página oficial no Facebook, informando a parada e dizendo que Bruce fez por hora um bem-sucedido tratamento quimio e radioterápico. É notória a animosidade destas linhas bloggers pela cafonice metal que o Iron pratica há décadas. Mas nem por isso deixamos de ser solidários ao velho cantor da banda pois sabemos o quão terrível é essa doença. Então desejamos daqui: plena recuperação pra mr. Dickinson!

 O monstrinho tumoroso alcançou Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden; o blog detesta a banda mas deseja (claro) que ele se recupere totalmente

 

* O gigante britpop Blur está de volta. Yeah! Quer dizer, o quarteto inglês nunca se separou na verdade e sempre tem tocado por aí – inclusive foi o headliner da última edição do festival brasileiro Planeta Terra, que aconteceu no final de 2013. Mas fato é que a banda de Damon Albarn e cia não lançava um disco inédito há doze anos. Pois o jejum será quebrado agora em abril próximo, quando será lançado “The Magic Whip”, gravado com a formação original do conjunto. Depois eles irão cair na estrada novamente, claaaaaro! Uma nova passadinha pelo Brasil seria mais do que bem-vinda!

 Damon Albarn comanda o vocal do Blur durante show da banda no festival Planeta Terra em Sampa, no final de 2013; novo disco do grupo sai em abril

 

 

* E enquanto na Inglaterra se festeja o comeback do Blur, aqui temos isso: banda Dônica. Entre os integrantes o filho caçula de mano Caetano. Influências declaradas do grupo: muito rock progressivo (Yes, Genesis, Emerson Lake & Palmer e essas tranqueiras todas que uma dia o saudoso e genial Ezequiel Neves classificou como o “som de penteadeira de bicha”, ahahaha) e MPB “atual”, uia! Ou seja: TUDO o que a música brasileira NÃO precisa nesse momento. Veja o primeiro single/vídeo da turma aí embaixo e tire suas próprias conclusões.

 

 

* O FIM DE UM PERFIL ESCROTO E DOENTIO NO TWITTER AFUNDA AINDA MAIS O BARCO DOS FAKES RETARDADOS –  em algum dia perdido em 2009 (lá se vão seis anos…) algum (a) amigo (a) chegou para o autor destas linhas rockers bloggers e disse: “estou acompanhando o seu Twitter! Muito hilário!”. O jornalista então já bem conhecido pelos seus anos de atuação na imprens musical ficou algo espantado, curioso e sem reação. Mas como isso, se NÃO tínhamos aberto uma conta no Twitter??? Fomos atrás investigar a parada e logo nos demos conta do que estava acontecendo: haviam criado um Twitter FALSO de Humberto Finatti. E não com o intuito de homenagear ou brincar de maneira saudável com o autor deste blog mas, sim, de denegrir o máximo possível a imagem pública de Zap’n’roll. E assim esse acinte virtual se prolongou de maneira escrota e doentia pelos últimos seis anos (!!!). De nada adiantou enfim abrirmos nossa conta verdadeira naquela rede social, o que foi feito em janeiro de 2010 (por sugestão do nosso queridão super monge japa zen, dom Pablo Miyazawa, que infelizmente acaba de encerrar seu blog no Uol para assumir a editoria-chefe do portal IGN Brasil; o blog dele era ótimo, durou muito pouco mas a vida é assim mesmo, e estas linhas online desejam a Pablo todo o sucesso do mundo na sua nova empreitada jornalística). A teoria era: quer ESVAZIAR e acabar com o twitter fake? Crie o seu, simples. Mas de nada adiantou: o (ir) responsável pela conta falsa, tal qual um psicopata doente em grau máximo e tomado por inveja, ressentimento, raiva e rancor gratuitos, continuou a alimentar o perfil fake postando nele as maiores idiotices que uma personalidade retardada poderia ruminar em seu cérebro porco e doente. Assim é que o sujeito aqui tomou as providências que ele considerava cabíveis então: passou a cuidar do seu twitter verdadeiro, bloqueou o acesso do falso ao que era postado em nossa conta e passou a ignorar o que era postado no outro. Os anos foram se passando, o Twitter em si foi perdendo sua importância como rede social e nos últimos meses, segundo nos consta, a conta falsa “Humberto Finatti” estava em franca decadência. Mas o infeliz que a alimentava insistia nela (a psicopatia ali era seríssima). Até que no final de 2014 amigos queridos chegaram até ao jornalista zapper e disseram: “não achamos legal o que rola lá, mesmo que ninguém mais esteja lendo. Então vamos fazer uma DENÚNCIA bem fundamentada contra aquela merda e ver o que acontece”. E assim foi feito. E o resultado, para a nossa surpresa, veio mais rápido e positivo do que poderíamos esperar: o twiiter FALSO foi finalmente ELIMINADO do ar, após seis longos anos de existência inútil e calhorda. Isso, óbvio, deve ter provocado um desespero e um ódio ainda  maiores em quem era responsável por aquilo. O blog inclusive nunca teve certeza de quem alimentava de fato aquela conta canalha mas ficou sabendo, através de um meticuloso trabalho de investigação e também contando com ajuda de amigos, que UM dos que tinham acesso à senha da conta é um notório infeliz do jornalismo musical brasileiro: gordo, baixote, solitário, histérico, tem como única satisfação na vida se gabar de ser o editor de uma das sessões de uma grande revista nacional de cultura pop (e que também já teve dias melhores, editorialmente falando). O crápula é um psicopata em grau elevado e quando se torna inimigo de alguém persegue e tenta destruir a reputação de sua vítima a qualquer custo, como tentou fazer há alguns anos com o jornalista (e amigo deste espaço virtual) Ayrton Mugnaini. Enfim, além desse cretino também havia mais gente com acesso à mesma senha da conta falsa. Mas como diz o velhíssimo ditado das relações humanas: não há maldade que dure para sempre. Então a conta “Humberto Finatti” foi finalmente pra casa do caralho no Twitter. E por conta do falecimento dela o barco dos fakes imbecis irá afundar cada vez mais – eles já estão vetados aqui também, no painel do leitor do blog. Assim e pelo menos nessa questão 2015 começou bem e nos sentimos de certa forma vingados pela extinção de uma canalhice virtual que não vai deixar saudade alguma. Agora é seguir em frente aqui mesmo no blogão zapper e em nosso VERDADEIRO twitter, que pode ser acessado aqui (pra quem se interessar): https://twitter.com/ZapnrollFinatti. Beleusma?

 

* Bios bacanudas saindo aqui e lá fora. Nos EUA a deusa loira Kim Gordon (que um dia tocou baixo no saudoso e lendário Sonic Youth) acaba de publicar suas, hã, memórias. E no Brasil a editora Objetiva mandou pras livrarias um volume com a história “oficial” de Mick “lábios de borracha” Jagger – e que segundo reportagem publicada na FolhaSP online, sofreu “alterações” na sua tradução para o português, em relação ao texto original. Huuummm…

As bios de Kim Gordon, ex-Sonic Youth (acima) e Mick Jagger (abaixo): a primeira só saiu lá fora por enquanto; já a do eterno vocalista dos Stone está disponível em edição brasuca

 

* Bien, final de semana pós-carnaval chegou (hoje é sexta-feira, néan), amanhã (sabadão em si) tem festão do blog em Sampa e então vamos frente aqui. Bora falar do novo e ótimo disco solo do gênio Noel Gallagher.

 

 

NOEL GALLAGHER VOA ALTO NOVAMENTE E RESSURGE EM GRANDE FORMA NO SEU SEGUNDO TRABALHO SOLO

Programado para ser lançado oficialmente no próximo dia 2 de março (ou seja, daqui a pouco mais de uma semana), a segunda aventura solo do cantor, guitarrista e compositor (e geniozinho) Noel Gallagher já andou causando barulho extremo no mondo rock e na web esta semana, quando “Chasing Yesterday” (o nome do álbum) acabou vazando na internet. Mas não por muito tempo, já que todos os links disponíveis para audição e para “baixar” o dito cujo foram sendo deletados um a um. No “problema” (como diria o outro). Zap’n’roll conseguiu uma cópia no HD do seu note e agora escuta feliz o discão desde ontem à noite. E ele reedita com brilho o melhor que Noel já fez em quase vinte anos comandando o saudoso Oasis. Já é o primeiro grande disco de rock’n’roll de 2015, sem dúvida alguma.

 

Não é segredo pra ninguém que o cérebro por trás do Oasis era mesmo Noel. Ok, o mano mais novo Liam sempre foi um ótimo front-man e tal, mas o que seria do gigante brit sem as clássicas composições e inspiradíssimas melodias e levadas de guitarra criadas por Noel? Isso já se tornou evidente logo na estreia da banda em 1994 (com o superb e inesquecível “Definitely Maybe”), e se prolongou por toda a trajetória dela até seu final explosivo em 2009, com os manos Gallagher quebrando um pau monstro no backstage pouco antes de o conjunto subir ao palco para encerrar o festival de Benicassim. Acabava ali uma história de quase duas décadas e que inclusive rendeu algumas passagens memoráveis pelo Brasil, duas delas presenciadas pelo blog (em 1998 no Sambódromo do Anhembi, em Sampa; e depois em maio de 2009, no estacionamento do mesmo Anhembi). Daí Liam foi montar seu fracote grupo Beady Eye (que lançou apenas dois discos e teve vida curta, encerrando atividades em outubro passado) e Noel partiu em carreira solo.

O novo álbum solo do Gallagher mais velho: já na lista dos melhores discos de 2015

 

Trajetória individual que rendeu até o momento dois álbuns fodões, contando o que está sendo lançado agora. O primeiro, “Noel Gallagher’s High Flying Birds”, editado em outubro de 2011, causou impacto e comoção na crítica e nos velhos fãs do Oasis: claaaaaro que ali estava a prova cabal de quem era realmente o cérebro por trás do finado gigante do britpop. As canções eram rockers, classudas e eivadas de guitarras poderosas e melodias que remetiam ao melhor do rock de garagem e da psicodelia sessentista. O novo “Chasing Yesterday” vai pelo mesmo caminho e pelas mesmas ambiências, começando muito bem com a linda e melódica “Riverman”, conduzida por violões e por uma inflexão vocal magnífica. Na sequencia o primeiro single extraído do trabalho, “In The Heat Of The Moment”, desvela uma pop rocker song que poderia muito bem estar no segundo (e sensacional) álbum do Oasis, lançado há quase vinte anos. E em seguida o cd flui por canções espetaculares (como “Lock All The Door” ou a portentosa “The Righ Stuff”, com suas tramas psicodélicas algo jazzísticas e pontuadas por sopros), e mesmo uma faixa mais acelerada e “estranha” (por soar, hã, fora dos padrões do que estamos acostumados a escutar em termos de Oasis) como “The Mexican”, acaba conquistando o ouvinte após duas ou três audições. Isso sem contar o fecho preciso de tudo, com a perfeita e radiofônica road song “You Know We Can’t Go Back” (parente muito próxima de “Rock’n’roll Star”), e mais um single incrível: “Ballad Of The Mighty I”, que tem a participação especial de um certo Johnny Marr nas guitarras. Precisa mais?

 

Noel, como sempre, compôs tudo, tocou tudo, produziu e arranjou o disco integralmente. Esse sujeito está com quarenta e sete anos de idade nas costas e já aprendeu há muito tempo que grande rock’n’roll e grande Arte não é para amadores nem para qualquer um. Ele, ao lado de Jack White, é um dos pouquíssimos caras geniais que estão nesse negócio no século XXI. E “Chasing Yesterday” tem lugar garantido na lista dos melhores álbuns de 2015, desde já. Que venha a concorrência (ela exite, afinal?) e mostre algo melhor. Estaremos aguardando.

 

* Estas linhas bloggers rockers dedicam a resenha do novo álbum do Noel ao queridaço e amigo casal Jaqueline Pereira e Bruno Cidade, pois ambos ajudaram e muito na composição do material deste post. Pra eles, que moram na sempre quentíssima Cuiabá, o blog deixa um beijão gigante no coração! Muak!

 

 

O TRACK LIST DE “CHASING YESTERDAY”

1.”Riverman”

2.”In the Heat of the Moment”

3.”The Girl with X-Ray Eyes”

4.”Lock All the Doors”

5.”The Dying of the Light”

6.”The Right Stuff”

7.”While the Song Remains the Same”

8.”The Mexican”

9.”You Know We Can’t Go Back”

10.”Ballad of the Mighty I”

 

 

E NOEL AÍ EMBAIXO

Nos vídeos de “In The Heat Of The Moment” e “Ballad Of The Mighty I”.

 

 

NOVO TÓPICO: ARQUIVOS IMAGÉTICOS FINÁTTICOS, COM O BLOG NO ROLÊ COM AMIGOS E ROCK STARS

Yeah, ao longo de quase trinta anos de jornalismo musical foram zilhões de momentos preciosos e inesquecíveis vividos pelo autor destas linhas online em shows, baladas, andanças por festivais etc, etc, etc. E tudo sempre registrado por alguma lente que estava por perto. Então surgiu a ideia de resgatar esses momentos aqui no blogão zapper, neste novo tópico que será publicado eventualmente (não sempre).

 

Para começar…

 

O quê: festival Claro Que É Rock.

 

Onde e quando: na Chácara do Jockey em São Paulo, 26 de novembro de 2005 (há quase uma década!).

 

Ao lado de quem o jornalista eternamente locker/rocker foi “flagrado”, hihi: da deusa loira Kim Gordon, na época baixista do gigante alternativo Sonic Youth, oras.

 

Sobre a foto: o CQER foi um puta festival. Além de Sonic Youth teve Iggy Pop, Nine Inch Nails e mais uma renca de bandas fodonas. E o melhor de tudo: foi no dia do aniversário de Zap’n’roll, ulha! Não deu outra: o jornalista gonzo tinha ACABADO de ganhar uma TATURANA monstro de ótima cocaine de um amigo (presente de niver, ahahaha), e mandou a dita cuja nariz adentro imediatamente após o início do set do SY. A bicudisse entrou em cena e o sujeito que relembra essa parada agora ficou bem tenso boa parte do show, rsrs. O que fez ele então, pra resolver o problema: foi até a área vip total (estávamos munidos de uma credencial que permitia circular por qualquer lugar do Jockey) e lá virou dois copaços de vodka Skyy com energético. Pronto: ficou “bunito” novamente na foto e como viu que a gig da banda estava pra terminar, se mandou pro backstage do palco onde eles estavam se apresentando. Logo em seguida o quarteto americano desceu do palco e o blog, eterno fã de Kim, não se furtou em se aproximar e trocar algumas palavras elogiosas ao show que eles haviam acabado de fazer. Ela agradeceu simpática e gentil, pedimos uma foto pra registrar o instante e assim foi: o jornalista Finaski ao lado de Kim Gordon, para a posteridade, hehe.

 O jornalista rocker e a baixista e deusa loira: encontro há uma década em Sampa

 

 

 

 

A DISCOTECA BÁSICA DAS “PERSONALIDADES” (???) EM LIVRO

Editora que está se especializando em certo nicho de mercado (a publicação de livros que radiografam o universo do rock brasileiro e mundial através de biografias de bandas e/ou artistas solo, sempre com apurado cuidado gráfico e editorial), a Edições Ideal (localizada em São Bernardo Do Campo, na região metropolitana de São Paulo) mandou há pouco para as livrarias o volume “Discoteca Básica – 100 personalidades e seus 10 discos favoritos”. Não deixa de ser uma ideia bacana e interessante pois todo fã de música que se preza sempre vai ter curiosidade por essas listas de “melhores álbuns” e também em saber quais são os discos da vida de determinado (a) fulano (a). Tanto é que uma das sessões mais célebres da finada revista Bizz (que reinou absoluta na imprensa musical brasileira na década de 90’) se chamava justamente… Discoteca Básica.

 

Tudo ok então. Tudo ótimo e legal. Ou nem tanto: talvez este seja um dos primeiros (ou únicos) livros publicados até o momento pela Ideal que vai merecer ressalvas e reparos destas linhas rockers bloggers. A começar pelo título da obra, um tanto histriônico e algo exagerado na questão do conceito de “personalidade”. O que é ou quem seria uma personalidade hoje em dia, num mundo altamente tecnológico e pulverizado pela internet, por redes sociais, smartphones e aplicativos e plataformas digitais em profusão (whats app, Instagram, os caralho) que transformam qualquer zé ruela da esquina em celebridade instantânea (via selfies e postagens publicadas aqui e acolá) por quinze segundos? Assim há ilustres desconhecidos palpitando seus dez discos no livro, gente que no final das contas talvez só seja personalidade mesmo sob a ótica completamente subjetiva do organizador do tomo, o músico (ex-guitarrista do lendário grupo indie paulistano Pin Ups) e jornalista (durante anos trampou no departamento de jornalismo da MTV, dirigindo programas como o “Jornal da MTV”) Zé Antonio Algodoal. Na boa: você aí sabe quem é Esmir Filho? Ou Mariana Martins? Ou Luisa Micheletti? Renata Simões? Não? Nem o blog também. E claro, nada contra incluir essas pessoas na parada e pedir a elas suas listas de dez discos preferidos. Mas não seria menos exagerado e mais honesto colocar outro título no volume, algo como “100 fãs de e especialistas em música revelam seus álbuns prediletos”?

 

Yep, há PERSONALIDADES de fato entre os que foram chamados a opinar – o apresentador Jô Soares talvez seja a maior entre elas. E o livro também acerta a mão quando reúne uma renca de músicos para dividir suas listas com os reles “mortais”, gente como Clemente (dos Inocentes), Edgard Scandurra (do Ira!), Laura Ballance (baixista do já clássico grupo pós-grunge americano Superchunk), Gerard Love (do incrível Teenage Fanclub), Supla, João Gordo, Heraldo Do Monte, Beto Bruno (do Cachorro Grande), Canisso (dos Raimundos), Helinho Flanders (vocalista do amado Vanguart), o músico, apresentador de rádio e querido chapa do blog Gastão Moreira, e outros menos conhecidos. Outro ponto positivo são as listas de alguns jornalistas musicais (Pepe Escobar, Pablo Miyazawa, Kid Vinil) e produtores (Don Fleming) que realmente MANJAM MUITO do que estão falando e opinando. Um exemplo clássico nesse sentido é a lista iluminada do “baixinho” Luiz Calanca, proprietário há trinta e cinco anos do selo e loja Baratos Afins e que lançou alguns dos trabalhos mais fundamentais do rock independente paulistano nos anos 80’ e 90’. Contemplando obras-primas como “Transa” (lançado por Caetano Veloso em 1972), “Revolver” (de Walter Franco, editado em 1975), ”Construção” (de Chico Buarque e que saiu em 1971) ou “Os Mutantes” (idem, de 1968), Calanca exibiu ecletismo abrangente e conhecimento enciclopédico do melhor que foi lançado na música brasileira nos últimos quarenta anos.

 Capa do livro “Discoteca Básica” (acima), lançado pela Edições Ideal; Zap’n’roll por certo não é uma “personalidade” sob a ótica do autor do volume (rsrs) e por isso não foi convidado a participar do mesmo mas, ainda assim, está sempre bem acompanhado de algumas das personalidades presentes na obra e que são nossas amigas de longa data, como o músico Beto Bruno (vocalista da banda Cachorro Grande) e o radialista Gastão Moreira (ambos abaixo)

Pena que em oposição a uma lista impecável como a citada no parágrafo acima haja uma autêntica vergonha alheia em “Discoteca Básica”: é a (sem exagero) “discoteca trágica” do retardado e sempre insuportável apresentador de tv Marcos Mion. Afinal, o que dizer do (des) gosto musical de um sujeito que lista entre seus álbuns prediletos títulos do Bon Jovi (sério!) e do Charlie Brown Jr.? O imbecil não se contenta em ser apenas um imbecil: ele joga na lata do lixo obras gigantes da história do pop e do rock gringo e nacional, e vomita no livro toda a sua falta de cultura musical. Lamentável.

 

Faltou gente de opinião de respeito na publicação? Sim: jornalistas como André Barcinski e André Forastieri poderiam ter sido consultados e não o foram. Entrou na publicação quem JAMAIS merecia estar ali? Claro: por que ainda se dá espaço para a opinião de um total escroto como o produtor Carlos Eduardo Miranda, um dos maiores escroques e pilantras da história do rock nacional nos últimos vinte anos, o homem que FALIU o selo Banguela, criado pelos Titãs e pela gravadora Warner nos anos 90’? Pergunta que só quem organizou a compilação de listas pode responder.

 

E, sim, como a matilha fake já andou latindo no painel do leitor do blog, Zap’n’roll não foi convidado a participar de “Discoteca Básica”, dando a sua lista de dez discos preferidos – vai ver o autor deste blog não é persona bem vista pelo Zé Antonio Algodoal, rsrs. Mas sem problema, mesmo porque a última coisa que o autor deste espaço virtual quer se sentir um dia é uma “personalidade”. Na verdade somos do povo, um Finaski qualquer. E assim pretendemos ficar para sempre, até nosso último suspiro.

 

 

NINGUÉM PERGUNTOU MAS O BLOG PUBLICA AÍ EMBAIXO SUA LISTA PESSOAL COM (NA NOSSA OPINIÃO) OS DEZ MELHORES ÁLBUNS DE ROCK DE TODOS OS TEMPOS

“The Piper At The Gates Of Dawn” (Pink Floyd/1967)

 

“Who’s Next” (The Who/1971)

 

“Led Zeppelin IV” (Led Zeppelin/1971)

 

“Exile On Main Street” (The Rolling Stones/1972)

 

“Never Mind The Bollocks – Here’s The Sex Pistols” (Sex Pistols/1977)

A estreia do Pink Floyd em 1967 (acima) e o mega clássico “London Calling”, lançado pelo The Clash en 1979 (abaixo): dois dos dez melhores discos de rock de todos os tempos, na opinião de Zap’n’roll

 

 

 

“London Calling” (The Clash/1979)

 

“Closer” (Joy Division/1980)

 

“Ocean Rain” (Echo & The Bunnymen/1984)

 

“The Queen Is Dead” (The Smiths/1986)

 

“Nevermind” (Nirvana/1991)

 

 

MUSA DA SEMANA – A TOTAL ROCKER BRUNA VICIOUS

Nome: Bruna Moreira.(aka Bruna Vicious)

 

De onde: Diadema/SP.

 

Mora com: a mãe e irmãos.

 

Idade: 26 anos.

 

Trabalha com: produção de moda, além de tocar baixo no grupo Radio Kaos.

 

Três bandas: Pink Floyd, Nirvana e Ramones.

 

Três discos: “The Dark Side Of The Moon” (Pink Floyd), “Ziggy Stardust” (David Bowie) e “Nevermind” (Nirvana).

 

Três filmes: “Taxi Driver”, “Clube Da Luta” e a trilogia de “O poderoso chefão”.

 

Três livros: “O apanhador no campo de centeio” (J.D. Salinger), “A Metamorfose” (Franz Kafka) e “1984” (George Orwell).

 

Show inesquecível: Roger Waters no estádio do Morumbi.

 

O que o blog tem a dizer sobre ela: além de ser gatíssima e toda tatuada, Bruninha é a doçura em pessoa e total do rock. Amigona querida destas linhas bloggers há anos, ela e Zap’n’roll se conheceram lá por 2008 no clube Outs/SP, quando fazíamos djs set mensais no até hoje badalado e bombado bar da rua Augusta. Bruna sempre colava nessas discotecagens pra dançar junto com o seu ex-boyfriend, o também chapa até hoje deste espaço virtual Wagner (vocalista e guitarrista do trio Poetas Marginais, que inclusive vai se apresentar amanhã, sábado, no Carna Rock do Simplão Bar, em Paranapiacaba, que é onde também vamos estar durante todo o reinado momesco). Pois em uma bela madrugada regada a rock’n’roll, vodka com energético e algumas devastações nasais (ulalá!), Bruna e Wagner foram até a cabine do dj pra bater papo e elogiar a discotecagem. Começou ali uma amizade que perdura até os dias atuais. Então nada mais justo do que a bela ser a nossa musa rocker deste post. Vejam o ensaio aí embaixo e podem babar à vontade durante todo o carnaval, uia!

 À espera do garoto rocker que a fará feliz. Quem será o felizardo?

 

Que pernas divinas!

Rock’n’roll, vinho, classe e elegância, sempre!

 

Um cigarro para relaxar após a balada rocker sem fim

 

**********

O BLOGÃO ZAPPER INDICA

* Disco: o novo do gênio Noel Gallagher, claro.

 

* Filme: “Birdman” gerou controvérsias. Há quem ame, há quem deteste. Levou quatro dos principais prêmios na entrega do Oscar ontem. Vale a ida até o cinema.

 

*Blog: o do músico e agitador cultural baiano Renato Araújo, que está escrevendo alguns dos melhores textos e análises sobre cultura pop na web brasileira nesse momento. Você pode conferir aqui: http://renatoaraujoimpacienteeindeciso.blogspot.com.br/.

 

* Baladas: se prepare povo rocker loker, porque dia 12 de março tem esse showzaço aê no Inferno Club, em Sampa (uhú!!!):

 

 

VEM QUE TEM! INGRESSOS NA FAIXA PRO SHOW DO SONICS EM SAMPA!

Yeaaaaah! Como aqui nunca dormimos no ponto,  fomos atrás e descolamos. Uma das lendas do rock de garagem americano vem tocar em São Paulo na semana que vem e é claaaaaro que o blogão vai colocar você dentro do Audio Club pra ver tudo na faixa. Então corre lá no hfinatti@gmail.com que começa AGORA a disputa sangrenta por:

 

* INGRESSOS (número ainda em definição) para o show do Sonics dia 5 de março, na Audio Club. Bora nessa e boa sorte!

 

 

FIM DE JOGO

O postão está enfim concluído. E termina deixando seu rip pro grande Renato Rocha. Na semana que vem tem mais aqui. Até lá!

 

(ampliado, atualizado e finalizado por Finatti em 28/2/2015 às 19:00hs.)