AMPLIAÇÃO FINAL!!! 12 anos de Zap’n’roll e agora vai: aeeeeê! O postão demora mas aparece, rsrs. E nele falamos da volta (com disco inédito após quase duas décadas de ausência dos estúdios) do ainda insano Faith No More; a eterna MAIOR banda da história do rock (os Rolling Stones, claaaaaro) relança um dos seus clássicos imbatíveis, antecipando já o frenesi que deverá ser a turnê pelo Brasil no final deste ano; como foi o show dos ingleses do Temples no último finde em Sampa; o já gigante inglês Mumford & Sons deixa a sonoridade folker de lado e cai no rock de nuances mais pop em seu novo disco; uma musa rocker sem igual: PUTAÇA, CADELUDÍSSIMA e mostrando absolutamente TUDO (mas pedindo pra manter seu rosto e sua identidade em segredo, hihi); e a festa de doze anos neste sábado de um blog de cultura pop e rock alternativo (esse aqui mesmo) que continua dando o que falar, e como! (postão concluído, com ampliação monstro!) (atualização e ampliação final em 28/5/2015)

Após três semanas sem postão inédito cá estamos novamente, de olho no turbilhão que sempre cerca o mondo pop/rock aqui e lá fora, onde o sempre insano Faith No More (acima, o vocalista Mike Patton detonando no palco do festival SWU, em novembro de 2011) acaba de lançar seu primeiro disco inédito em quase duas décadas; já as putas velhas mais lendárias da história do rock’n’roll, os Rolling Stones (claaaaaro!) deram a largada em sua nova turnê anteontem em Los Angeles (abaixo), sendo que ela poderá chegar ao Brasil no final deste ano; o nosso eterno país tropical e onde continuam abundando (opa!) bocetões e cuzões sensacionais, como o da nossa musa rocker desta semana (também abaixo) e cuja identidade é… secreta, uia!

**********

ÚLTIMAS FECHANDO MEEEEESMO O POSTÃO

* Foi a graaaaande notícia rocker/popper da semana. Que todo mundo sabia que o amado e já lendário grupo escocês Belle & Sebastian iria voltar ao Brasil para shows no final deste ano, não era nenhuma novidade. Mas a confirmação OFICIAL veio enfim esta semana: a trupe liderada pelo sensível vocalista Stuart Murdoch toca dia 17 de outubro, sábado, em Sampa, no Audio Club, dentro da edição 2015 do Popload Festival, o evento organizado pelo site Popload, do nosso sempre queridão Luscious Ribeiro. Podem preparar os corações apaixonados e os lencinhos, crianças. O zapper coração melão estará na fila do gagarejo na noite da gig, com certeza!

 Os fofos e amados Belle & Sebastian: show dia 17 de outubro em Sampa

 

* Mas enquanto o B&S não chega pra nos encantar ao vivo, você já pode conferir e se encantar com o EP de estréia dos Pronominais. “Antítese”, o disquinho/discão pode ser ouvido na íntegra aqui: https://soundcloud.com/pronominais. E aqui também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLqNjQ0QZuPKo6k2TtLuMvc_iVckMY4oBB.

 

 

* E é isso. Postão gigantão pra ninguém reclamar de maneira alguma. E celebrando os doze anos de um blog de cultura pop e rock alternativo que ainda vai continuar dando o que falar por muito tempo, rsrs. Cola neste sábado à noite na Sensorial Discos que a festa vai ser incrível, com certeza. Pelo menos o line up ao vivo está fodão (com Tramp Stamp Moose, Star61, Ayrton Mugnaini e Samara Noronha), além de DJ set do autor destas mal traçadas, ahahahaha. Então só nos resta agradecer a todos que nos apoiaram nestes doze anos. Que venham muitos outros – ou não, hihi. Até a festa e o próximo post!

Tramp Stamp Moose (acima) e Star61 (abaixo): o rock vai rolar neste sábado, 30 de maio, na Sensorial Discos/SP, pra comemorar mais um aniversário do blogão zapper

´

 

* Lembrando que o evento não seria possível sem o apoio indispensável da querida dupla Marcelo Villela e Cesar Vaccari, há anos diletos amigos de Zap’n’roll e sócios no salão de beleza Engenharia do Corte, há mais de década e meia cuidando das melhores cabeças da indie scene rock paulistana (sendo que é lá onde o sujeito aqui sempre apara a sua juba, rsrs). Um duo tão profissa e experiente que vamos fazer uma mini entrevista especial com eles no próximo postão do blogão, podem esperar!

 O jornalista zapper e a dupla da Engenharia do Corte: eles sabem cuidar bem das cabeças rock’n’roll de Sampa

 

**********

Um país que trata MAL seus professores.

E que vai de mal a pior, em zilhões de aspectos. Foi isso o que todo mundo viu na semana passada (enquanto estas linhas online hibernavam temporariamente, por questões estruturais e editoriais) quando a polícia militar do Paraná reprimiu com truculência absurda uma manifestação de professores daquele Estado, que estavam apenas lutando por seus direitos. O resultado do confronto foram mais de duzentos manifestantes feridos por bombas de gás, spray de pimenta e porrada desferida por cassetetes. Uma vergonha sem igual patrocinada pela Secretaria de (in) Segurança do (des) governador Beto Richa (do PSDBosta, de qual outro partido político poderia ser um troglodita desse naipe?) e que custou (merecidamente) a cabeça de três nomes do alto escalão governamental apenas três dias após o confronto. E é lamentável que isso ocorra no Brasil, a oitava economia do mundo mas com uma população bestial, emburrecida, miserável intelectualmente em sua esmagadora maioria e cuja sociedade e classe média e média alta está se tornando cada vez mais reacionária, preconceituosa, moralista e conservadora. Aqui, professores (a classe profissional que deveria ser mais VALORIZADA e RESPEITADA no país) são espancados, agredidos em sua moral e huilhados fisicamente, enquanto jogadores analfabetos de futebol (um esporte hediondo, violento, estúpido e repugnante) ganham milhões e são endeusados pelo populacho ignorante. É a sina de um país que sempre aspirou ao Primeiro Mundo mas na verdade nunca consegue sair do Quinto (mundo e dos infernos). E é um país que JAMAIS irá ter a educação, ternura e cordialidade de um povo como o que habita o Japão, onde professores são recebidos de JOELHOS pelo Imperador daquele país. E toda essa aberração e horror com o qual se trata aqui uma classe profissional como os professores produz seus resultados em todo o tecido social do brasileiro, um povo de um país que já incute o conservadorismo e preconceito dentro do lar (“o barbarismo começa em casa”, já cantou Morrissey nos saudosos The Smiths) e desde muito cedo. Só isso explica o fato de que dois adolescentes de quinze anos de idade, ao se abraçarem inocentemente na orla carioca para tirar um selfie, sejam confundidos com um casal gay e por conta disso sejam também covardemente espancados por cerca de vinte homens (na verdade, vinte animais irracionais). Ou seja: está quase tudo muito errado por aqui. E não há nada muito alentador à vista que vá alterar significativamente este quadro. Então Zap’n’roll volta hoje ao ar com este post inédito (que demorou um pouco mais do que o habitual a sair, mas que aqui está finalmente) e falando sempre do que é nosso mote aqui: de cultura pop e rock’n’roll, mas também falando do que nos incomoda profundamente em questões sociais e comportamentais. E enquanto o blog exisitir (ele completa doze anos agora em maio) será assim. Estaremos sempre atentos ao novo (como aqui, falando da volta do Faith No More e do Mumford & Sons), ao que é clássico (os eternos Stones relançando uma de suas maiores obras-primas), estaremos sempre defendendo o que é justo na nossa opinião (os direitos dos professores), atacando toda a forma de preconceito e discriminação e continuaremos sim afrontando o moralismo hipócrita e babaca de uma sociedade que está se tornando cada vez mais escrota e medieval no seu pensamento – daí resolvermos publicar neste postão o ensaio de uma garota muito amiga do blog, inteligentíssima e universitária e que decidiu mostrar tudo (pedindo apenas que mantivéssemos o anonimato de seu rosto e de sua identificação), justamente por ela mesma ser uma defensora da liberdade existencial e de expressão moral e sexual. É assim que o eterno jornalista rocker, coroa e ainda um pouco locker (mas para sempre libertário no pensamento e comportamento) enxerga seu ofício da escrita. E será assim para sempre, até nosso último suspiro.

 

 

* Foram três semanas sem postão novo mas cá estamos. E o último, com a polêmica entrevista com a jovem macapaense Marcelly Di Carvalho (onde ela denunciou corajosamente como é o horror de viver dentro de uma Casa Fora Do Eixo), continuou com ótimos números de audiência, como sempre: quase duzentos e cinqüenta likes em redes sociais e trinta e cinco comentários no painel do leitor. Resultados que mantém estas linhas bloggers rockers como um dos quatro espaços mais lidos na atual blogosfera de cultura pop e rock alternativo do Brasil.

 

 

* Sendo que a entrevista rendeu ameaças covardes por parte da QUADRILHA que integra o FDE no Amapá. Foram feitas tentativas de intimidação ao blog e à garota que nos deu a entrevista. Ou seja: bem a cara mesmo de uma turma que prima pela patifaria plena em sua atuação. Nenhuma novidade nisso e sendo que nem Marcelly e tampouco estas linhas online se deixaram intimidar pelas ameaças que nos foram feitas. Pra isso e pra gente assim existe Lei e polícia nesse país.

 

 

* E aos poucos a linha editorial do blog está mudaando, e isso já há algum tempo. Nada a ver com preocupações morais babacas e tal mas a real é que a parte “hardcore” (sobre drogas, putarias e que tais) deste espaço virtual irá ceder cada vez mais espaço para temas, hã, mais “sérios” e prementes nesse momento. Tanto que até o final de 2015 o autor do blogão zapper deverá estrear um novo espaço na web (possívelmente com o título “Baú do Finaski – histórias de sexo, drogas e rock’n’roll) onde lá sim iremos concentrar toda a nossa “memorabília” de lembranças absolutamente canalhas, calhordas, sujas e ordinárias. Podem esperar!

 

 

* E agora no final de maio o blog faz aniversário novamente. E o festão já está total marcado: rola dia 30, sábado, sempre na ótima Sensorial Discos, lá na rua Augusta. Vai ter shows incríveis do Tramp Stamp Moose e do Star61 (que também se apresentou na mesma festa, ano passado), set acústico especial com a dupla Ayrton Mugnaini e Samara Noronha, além de DJ set zapper e sorteio de CDs e livros. Ou seja, regabofe bacaníssimo pra comemorar mais um aninho de existência de um dos espaços mais longevos da história da blogosfera de cultura pop brazuca. Logo menos daremos mais detalhes (talvez aqui mesmo nesse post) sobre o evento, podem esperar.

 

 

* Ayrton “Mumunha” e a gatinha Samara irão interpretrar, em conjunto e apenas com vozes e violões, as duas músicas que ambos fizeram em homenagem ao sujeito que escreve este blog, em épocas bem diferentes nas últimas duas décadas. A música composta por Mugnaini, “Rebelde sem alça” (uia!) é uma paródia hilária sobre o comportamento do jornalista zapper, e foi lançada em 1994. Já “Viva a milhão”, escrita pela pequenina (e bela, de Rondônia, mas morando em Sampa já há alguns anos) Samara é mais recente, de maio de 2013. Você pode ouvir as duas ai nos links abaixo.

 

* A nota triste desse post, escrito em um final de um lindo dia outonal em Sampa, foi o falecimento do velho B.B. King, um dos nomes gigantes da história do blues e da música em geral. Rip, man. Mais uma lacuna que se abre no mondo musical, cada vez mais empobrecido nos dias que correm.

 

 

* Uma das melhores bandas da grande cena rocker de Manaus volta à cena totalmente repaginada no som e até no nome. O Supercolisor era a Malbec e trocou de nome, segundo o vocalista Ian Fonseca, porque há muitos produtos no mercado (vinhos, perfumes) com o mesmo nome, o que dificultava a busca na internet por aqueles que queriam conhecer o som do grupo. Assim, com nova nomenclatura e novos integrantes (o multiisntrumentista Diego Souza, que tocava no também ótimo Luneta Mágica, se juntou a Ian, Zé Cardoso, Silvio Romano e Natan Fosenca) o quintento lançou anteontem, 20 de maio, seu novo trabalho, “Zen Total do Ocidente”, onde investem em canções com letras cantadas apenas em português – no último álbum de estúdio ainda havia uma dicotomia lingüística no cd, que era dividido entre músicas em inglês e em português. Uma amostra dos novos rumos do conjunto já estava disponível na web desde a semana passada, quando eles subiram no YouTube o vídeo para a faixa “Planetário” e que você pode conferir aí embaixo. E sendo que logo menos faremos a resenha do disco completo do Supercolisor aqui no blogão zapper.

 

 

* E quem também lança finalmente seu EP de estréia é o quarteto paulistano Pronominais, aposta zapper para 2015. Com seis faixas “Antítese” estará disponível para audição integral a partir das dez horas da manhã do próximo dia 27 de maio, no Soundcloud da banda. Em julho sai a versão física do disco. Se preparem que vem rock muito bom por aí!

 

 

* Foi bacanão o show dos garotos psicodélicos ingleses do Temples no último sábado em Sampa. Legítimos filhotes de Syd Barrett e do Pink Floyd circa 1966, os moleques empolgaram o público que lotou o Studio Emme em Pinheiros (na zona oeste da capital paulista). Houve problemas técnicos no início da gig (logo na segunda música a pedaleira do guitarrista e vocalista James Bagshaw deu pane, o que deixou o técnico de som em visível desespero até que tudo fosse arrumado, o que obrigou o quarteto a “esticar” a introdução da canção, apenas com bateria e teclado, por intermináveis cinco minutos) mas no final o bom desempenho do grupo (que tocou na íntegra seu ótimo disco de estréia, “Sun Structures”, além de duas inéditas) contagiou quem estava por lá. E estas linhas bloggers rockers gostaram do que viram/ouviram e agradecem a atenção e o carinho com as quais foram tratadas pela equipe da produtora EnjoyE e também da Lema assessoria de imprensa. Valeu, dears!

 

 

* Aí embaixo, dois momentos do show dos Temples, em fotos clicadas pela gatíssima jornalista (e queridaça amiga do blog) Natasha Ramos.

 

 

* Imagem safada/cadelona da semana, I: ela é carioca. Preta tesudaça e safada. Com dezoito aninhos de idade Amiga do blog no faceboquete. Ama a poesia de Charles Bukowski. E ontem, em momento ébrio e de carência, pediu pro jornalista loker via bate-papo: “escreve um poema pra mim?”. Junto ao pedido, mandou a foto aí embaixo, ulalá! O poema foi escrito e enviado a ela, que adorou. E ela, em retribuição, segredou: “gosto de gozar quando chupam minha xoxota”. Wow! Deleitem-se, machos (cados), uia!

 

 

* Imagem safada/cadelona da semana, II: ela é uma nova e já dileta amiga destas linhas rockers ainda cafajestes, rsrs. Na verdade o blog não a conhece pessoalmente mas apenas do grupo “Bukowski – o velho safado”, que está lá no faceboquete. Mas a moça é tudibom (rsrs): fã da poesia devassa do gênio Buk, fã de putaria e total desinibida. Tanto que sua bocetona já foi mostrada aqui, alguns posts atrás. E agora ela nos presenteou com essa imagem portentosa do seu CUZAÇO, uia! Ela mora em Recife (mais conhecida como HellCife). E é CASADA, apenas pra constar. Então machos, deleitem-se e batam suas bronhas sem moderação, ulalá!

 

 

* E agora chega de putaria (mas logo mais aí embaixo ela volta, rsrs) e vamos, hã, falar de assuntos sérios (uia!) por aqui. Bora ver como está o primeiro disco inédito de estúdio do Faith No More após uma “hibernação” de quase duas décadas do grupo.

 

 

FNM VOLTA E CONTINUA COMO SEMPRE FOI – ESTRANHO, INSANO, DEMENTE, INCLASSIFICÁVEL

Lançado oficialmente anteontem nos Estados Unidos (sendo que o conteúdo total das músicas já havia despencado na internet há alguns dias), “Sol Invictus” é o primeiro disco de estúdio totalmente inédito do quinteto norte-americano Faith No More nos últimos dezoito anos – antes dele, a banda havia lançado “Album Of The Year” lá no já longínquo ano de 1997. O novo trabalho (que ainda não tem previsão de lançamento no Brasil) mostra que o FNM, embora não ostente mais a genialidade criativa de discos como “The Real Thing” (de 1989) ou “Angel Dust” (editado em 1992), ainda assim se mantém com gás e pique surpreendente e invejável para um conjunto cujos integrantes estão na casa dos cinquenta anos de idade. Além disso o vocalista Mike Patton ainda exibe a potência e o fôlego vocal aos quarenta e sete anos de vida que tornou sua performance uma das marcas registradas do grupo. E como sempre a base musical do Faith No More é o rock pesado. Mas por trás dessa “base” surgem nuances melódicas e arranjos estranhos, absurdos, no limite da loucura e que tornam a musicalidade deles rigorosamente insana e inclassificável.

 

O FNM, os mais “velhos” se recordam, surgiu em 1981 (lá se vão trinta e quatro anos) em São Francisco, na Califórnia. Porém o grupo só estourou mundialmente oito anos depois, quando lançou “The Real Thing” e emplacou nas rádios fms de todo o planeta três singles matadores (“Epic”, um dos baluartes do funk/rap/metal, além de “From Out Of Nowhere” e “Falling To Pieces”), que fizeram o conjunto vender milhões de discos, inclusive no Brasil. Aqui, inclusive, o grupo se tornou fenômeno midiático e de vendagem: foi capa algumas vezes do principal veículo musical da época (a revista Bizz), e chegou a vender em solo brazuca cerca de duzentas mil cópias do álbum “The Real Thing”. Esse desempenho (inimaginável nesses tempos de internet e onde a emburrecida molecada brasileira endeusa lixos musicais como Paula Fernandes, Anitta e sertanojos variados) impressionante acabou trazendo o FNM ao país: eles foram uma das principais atrações da segunda edição do Rock In Rio (realizado em 1991, no estádio do Maracanã). Depois voltaram novamente pra cá, sendo que a última gig por aqui aconteceu em 2011 no festival SWU, em Paulínia (no interior de São Paulo): foi uma performance insana, acompanha de perto pelo blog e que mostrou que o passar dos anos não corroeu o pique da banda ao vivo.

 

Porém, se o quinteto jamais suspendeu suas atividades e se manteve firme nas apresentações ao vivo e com o seu line up praticamente inalterado (da formação original só não está mais o guitarrista Jim Martin, sendo que seguem firme com Patton o também guitarrista Jon Hudson, além do baixista e guitarrista Billy Gould, do tecladista Roddy Bottum e do batera Mike Bordin), o novo trabalho de estúdio custou quase duas décadas para ser lançado. O que se sabe é que “Sol Invictus” foi sendo planejado, composto e burilado aos poucos e já estava totalmente gravado no final do ano passado. E viu enfim a luz do dia esta semana, em seu formato físico e oficial – ele já havia vazado na internet há alguns dias.

A capa do novo disco do Faith No More, o primeiro inédito depois de dezoito anos de ausência dos estúdios

 

Como já foi dito acima, não está no mesmo nível de cds como “Angel Dust” (a quase obra-prima perpetrada pelo FNM em 1992). Menos frenético e feérico do que há quase vinte anos mas não menos insano, complexo e estranho em seus arranjos e andamentos melódicos, o grupo ainda se mostra feroz nas dez faixas que se distribuem por quase quarenta minutos de audição. Estão lá as marcas indeléveis do “som FNM”: os pianos e a percussão marcial (já na faixa-título, que abre o cd), a porrada metal conduzida pelos vocais ora sombrios, ora agônicos e agressivos de Mike Patton (e isso é a tônica dominante em “Superhero”, o segundo single extraído do disco e que foi lançado há pouco no YouTube), as levadas algo “estradeiras” (até onde o grupo se permite ser assim) como em “Black Friday” (que admite em sua estrutura, vejam só, até um violão animadinho), e os distúrbios sônicos de pura insanidade – e aí você pode optar por “Rise Of The Fall”, “Motherfucker” ou a claustrofóbica “From The Dead”, que fecha o álbum.

 

O que o Faith No More parece querer sinalizar neste “Sol Invictus” é isso: o rock está emasculado? Perdeu seu poder de fogo, de empolgar o ouvinte e se tornou pop e sem estofo artístico? Pois o FNM, a banda, prefere se manter fiel, firme e forte ao som que tornou o grupo respeitado e admirado pela imprensa e por milhões de fãs. O rock pesado (repetindo: no final das contas, essa é a base do som que eles fazem) e engendrado com nuances de demência melódica que eles fazem pode soar muito antagônico para os dias que correm. Mas na boa, um disco como esse, mesmo não exibindo o melhor que eles já fizeram ainda deixa no chinelo pelo menos 80% das bandas atuais e dos discos que elas lançam. Pode ter certeza disso.

 

* O Faith No More volta ao Brasil novamente este ano. A banda toca dia 24 de setembro em São Paulo (no Espaço Das Américas) e, na noite seguinte, na edição 2015 do Rock In Rio.

 

* Mais sobre a banda, aqui: http://www.fnm.com/index.shtml

 

 

O TRACK LIST DE “SOL INVICTUS”

1.”Sol Invictus”

2.”Superhero”

3.”Sunny Side Up”

4.”Separation Anxiety”

5.”Cone of Shame”

6.”Rise of the Fall”

7.”Black Friday”

8.”Motherfucker”

9.”Matador”

10.”From the Dead”

 

 

E O NOVO DISCO AÍ EMBAIXO

Na íntegra, para audição (ouça antes que o link seja removido, uia!)

 

 

A MAIOR E MELHOR PUTA VELHA DO ROCK’N’ROLL RELANÇA UM DE SEUS CLÁSSICOS, SAI EM TURNÊ E TUMULTUA NOVAMENTE O MONDO ROCKER

Não é novidade pra ninguém que acompanha estas linhas rockers ainda lokers há mais de uma década: os eternos, gigantes, geniais e IMBATÍVEIS Rolling Stones são uma das cinco bandas da vida de Zap’n’roll (as outras quatro, apenas pra constar pela milésima vez: The Smihs, The Clash, REM e Nirvana). E dentre essas cinco as “Pedras Rolantes” talvez sejam as que mais enlouquecem o já cinqüentão coração do jornalista eternamente rock’n’roll. Assim é que o blog está em polvorosa – como de resto o mondo rock está, a essa altura – com a turnê “Zip Code”, que começa no próximo domingo, 24, em San Diego (na Califórnia, Estados Unidos) e que visa promover o relançamento de um dos maiores clássicos já lançados pela maior banda da história do rock mundial, o álbum “Sticky Fingers”, editado originalmente em 1971 e que estará de volta ao mercado planetário a partir de 8 de junho próximo.

 

O “start” da pequena turnê (serão apenas catorze gigs por todo os Estados Unidos, até julho) causou frenesi e comoção anteontem à noite em Los Angeles quando os Stones tocaram de surpresa em um pequeno teatro e onde havaiam pouco mais de mil felizardos, que disputaram, compraram e esgotaram os ingressos (que haviam sido colocados à venda na hora do almoço do mesmo dia, por inacreditáveis cinco dólares; você consegue imaginar algum mega “popstar” chumbrega brazuca fazendo o mesmo por aqui? Óbvio que não) para a apresentação em questão de minutos. E além dos reles mortais presentes também compareceu uma renca de celebridades do mondo pop – gente como Jack Nicholson, Bruce Willis, Ke$ha e Leonard Cohen, apenas pra citar alguns nomes, hã, mais importantes.

 

Aí você pensa: por que amar essas putas velhas do rock’n’roll até hoje, e sempre com a mesma devoção de cinco décadas atrás? Qual o segredo, a mágica, a mística por trás do fascínio monstro que Mick Jagger, Keith Richards, Ronnie Wood e Charlie Watts exercem sobre a humanidade há mais de cinqüenta anos? E como e por que “vovôs” que estão na casa dos setenta anos de idade cotinuam empolgando desde o moleque de quinze anos de idade até o avô dele?

 

O autor deste blog, que já fez loucuras inacreditáveis ao som da banda e por causa dela também (como quando durante a primeira passagem do grupo pelo Brasil, no festival Hollywood Rock em janeiro de 1995: o jornalista ainda jovem e trintão estava na pista do estádio do Pacaembu, em São Paulo, ao lado da sua então namorada Greta, uma mulata cavala de vinte aninhos de idade, de peitaços enormes e suculentos e que fodia horrores, ambos enlouquecendo com a performance de Jagger e cia no palco. Foi quando a banda atacou seu demoníaco clássico funk/dançante “Miss You” e Finaski loker total não se conteve: abaixou por alguns segundos sua calça e sua cueca e deu alguns tabefes em sua própria bunda, para espanto da pretona Greta, uia!), tem suas teorias e explicações próprias de o por que de os Stones serem o que são, significarem o que significam para o rock’n’roll e para a cultura pop. E uma dessas teorias é até muito óbvia e de fácil compreensão: em sua primeira década e meia de existência os Stones lançaram alguns dos maiores clássicos que se tem noticia em toda a história da música pop. E estamos aqui falando de álbuns COMPLETOS, não apenas músicas individuais. De 1962 (quando o grupo foi fundado em Londres) até pelo menos 1978 (ano em que o quinteto editou o disco “Some Girls”), os Rolling Stones nunca soltaram um álbum que não fosse, no mínimo, muito bom (caso de “Black & Blue”, de 1976). Mas na maioria dos casos os trabalhos eram sublimes – e aí a lista é longa.

A capa do mega clássico “Sticky Fingers” (acima), que saiu originalmente em 1971 e que ganha relançamento mundial no próximo dia 8 de junho; por conta disso os Stones caem na estrada novamente e cuja largada da turnê aconteceu anteontem em Los Angeles (no vídeo abaixo); a banda poderá se apresentar no Brasil ainda este ano, em novembro

 

 

É o caso de “Sticky Fingers”, que saiu em abril de 1971 e que se tornou um clássico stoniano a partir de sua capa (criada pelo lendário artista plástico e bichona louca Andy Warhol), que mostrava um modelo “pauzudo” (e que não, não era Mick Jagger) com sua virilha “protegida” por uma calça jeans justíssima. E o detalhe que chamou a atenção do mundo na época: havia um zíper de VERDADE na capa do disco.

 

Só isso já bastaria para tornar “Sticky Fingers” um mito na discografia dos Stones. Mas fato é que o álbum também era fodástico na questão musical e textual (sendo que muitos jornalistas o consideram como a obra-prima do conjunto e aí já é questão de gosto pessoal; embora também AME esse trabalho, estas linhas sempre rockers ainda consideram “Exile On Main St.”, de 1972, como o ponto culminante da trajetória stoniana). Foi nesse disco que o então jovem e genial guitarrista Mick Taylor (que entrou na banda no lugar do co-fundador Brian Jones) participou das gravações de todas as músicas. O grupo estava no auge da maturidade artística e sua concepção sonora que englobava rock’n’roll de garagem, blues e R&B se mostrou em toda a sua potência e plenitude nas dez faixas registradas em estúdio. Um álbum que abre com “Brown Sugar” e ainda tem uma baladaça como “Wild Horses” e momentos de puro delírio rocker como “Bitch” e “Sister Morphine” (uma das letras explícitas sobre drogas mais célebres de todos os tempos) não tinha como dar errado. E não deu, claro.

 

Pois é esse autêntico monumento rock’n’roll (nem em sonho alguma banda medíocre atual consegue gravar um trabalho dessa envergadura nos dias que correm) que será relançado daqui a duas semanas, com as habituais faixas bônus e tal. Para comemorar a reedição de “Sticky Fingers” lá vão as putonas velhas novamente cair na estrada. Pensa: Mick Jagger está com “apenas” setenta e um anos nas costas (ele vai fazer setenta e dois em julho). E ainda assim continua cantando como nunca, dançando idem e rebolando ibidem em cima do palco. A banda deveria ter passado pela América do Sul em março passado mas a turnê foi adiada porque a Argentina (em crise econômica pesada) desistiu da sua parte nos shows. Agora as negociações avançam para que os Stones apareçam no Brasil em novembro próximo. É cruzar os dedos e rezar. Porque esta talvez seja a última turnê de uma banda que já ofereceu absolutamente tudo de melhor aos seus fãs. E só por isso eles serão inesquecíveis. E por isso e por outros milhões de motivos a gente pede, gritando e em coro: “Vem pra cá Mick!”. Nós, fã-náticos pelas pedras que continuam rolando sem jamais ter criado limo, aguardamos de joelhos.

 

* Esse texto sobre “Sticky Fingers”, dos Rolling Stones, vai pra duas gataças rockers que o blog adora de paixão e que, assim como o autor destas linhas online, amam a banda de Mick Jagger e Keith Richards. Um beijo no coração da Mariana Santos e da Ana Claudia (de Campo Grande).

 

 

THE ROLLING STONES – UMA LETRA DE UMA MÚSICA DO ÁLBUM “STICKY FINGERS”

 

“Sister Morphine”

 

Aqui me deito no meu leito hospitalar

Diga-me, irmã morfina, quando é que você virá aqui novamente?

Oh, eu não acho que poderei esperar tanto tempo

Oh, veja bem, eu não sou tão forte

 

O grito da ambulância soa em meus ouvidos

Diga-me, Irmã Morfina, há quanto tempo estou deitado aqui?

O que estou fazendo neste lugar?

Por que o doutor não tem nenhum rosto?

 

Oh, não consigo rastejar pelo chão

Não percebes, Irmã Morfina? Estou tentando ganhar

 

Bem, isso só mostra (que)

As coisas não são o que parecem

Por favor, Irmã Morfina, transforme meus pesadelos em sonhos

Oh, você não vê meu rápido enfraquecimento?

E que esta injeção será a minha última?

 

Doce Prima Cocaína, repouse sua mão refrescante na minha testa

Ah, vamos lá, Irmã Morfina, é melhor você fazer minha cama

Você e eu sabemos que de manhã estarei morto

Sim, você pode se deitar, e sim, você pode ver todos os

Lençóis brancos e limpos manchados de vermelho

 

 

 

MUSA ROCKER “SECRETA” – UMA CADELAÇA MORENA MOSTRANDO TUDO!

Nome: K. S.

 

Idade: 22 anos.

 

De: São Paulo.

 

Mora em: Pernambuco.

 

Três artistas: Led Zeppelin, Chico Buarque e Amy Winehouse.

 

Três filmes: “Febre do Rato”, “O cheiro do ralo” e “Sempre ao seu lado”.

 

Três livros: “Elas”,  “Dom Casmurro” e “Símbolo perdido”.

 

O que o blog tem a dizer sobre ela: K.S. é uma gataça loka e devassa que estas linhas online não conhecem pessoalmente de fato. O autor deste espaço virtual fez amizade com a garota a partir de papos trocados num grupo dedicado ao escritor Charles Bukowski, no Facebook. Surgiu uma amizade virtual bacana entre jornalista e estudante de Letras (yep, ela cursa Letras e ama literatura e poesia) e numa bela madrugada ela resolveu mandar algumas fotos “safadas” para o sujeito aqui. Fotos que agora, com autorização dela, reproduzimos no blog (sua única exigência foi que não revelássemos sua identidade). E é por esse motivo, óbvio, que também não mostramos o rosto da moçoila. Mas não se preocupem marmanjos: ela é sim também lindona de face – mas aí só quem descobrir seu perfil na rede social é que poderá comprovar isso, hihi. Então podem enlouquecer à vontade: aí embaixo nossa musa rocker desta semana: a cadelulda K.S., wow!

 As minhas unhas são de puta, assumo. E quero você chupando o pirulito e também minha boceta. Vem!

 

Batendo uma pros fãs

Quer chupar o pirulito ou mamar na minha teta?

 

Total aberta e pronta pra levar foda. Quem se habilita?

 

**********

O BLOGÃO ZAPPER INDICA

* Disco, I: o novo do Faith No More.

 

* Disco, II: Esqueça o Mumford & Sons dos dois primeiros álbuns e onde o já gigante quarteto inglês deambulava por paisagens musciais folksters e pastorais, com músicas repletas de melodias construídas com banjos e violões. Esses instrumentos foram recolhidos aos cases e o M&S que emerge nesse “Wilder Mind” (lançado oficialmente há três semanas na Inglaterra) é muito mais pop/rock do qualquer canção que Marcus Mumford e sua trupe tenham registrado até  o momento. Se isso vai espantar os fãs iniciais do grupo por um lado, por outro poderá angariar muitos outros que amam U2 e Coldplay – já que são essas duas bandas que vêm à cabeça do ouvinte quando ele escuta uma faixa como o já bombado single “Believe”. Na real o trabalho não é ruim e se sustenta bem em rocks acelerados como “The Wolf”, ou em momentos mais bucólicos (“Snake Eyes”). Mas fica a questão: a mudança foi para melhor ou pior? Só o tempo dirá.

O novo álbum do Mumford & Sons: sai o folk, entra Coldplay e U2

 

* Exposição: inaugurada no último domingo no Instituto Tomie Othake, em São Paulo, a ampla exposição sobre a trajetória do artista espanol Joan Miró (um dos gênios das artes plásticas do século XX) reune mais de cem obras do pintor e escultor. Obrigatória para quem ainda tem sensibilidade artística e se encanta com o belo no mundo hostil dos dias atuais. O local fica na rua Coropés, 88, em Pinheiros (zona oeste de Sampa) e a expo está aberta ao público de terça-feira a domingo, das onze da manhã às oito da noite.

 

* Niver do MIS: um dos mais importante museus da capital paulista, o Museu da Imagem e do Som, comemora aniversário nesse final de semana. E por conta disso vai rolar uma extensa programação por lá, incluso aí a “Sacola alternativa”, feira de selos e gravadoras independentes que vai acontecer por lá durante a tarde do sabadão, dia 30 de maio. Programão para curtir antes de cair na festona (à noite) dos doze anos do blog, lá na Sensorial Discos. O Mis, você sabe, fica na avenida Europa, 160, Jardins (zona sul de Sampa).

 

* Doc bacana pra assistir na web: produzido, dirigido, montado e editado pelo jornalista e cineasta Fábio Gomes (e que é além de tudo, dileto amigo dessas linhas rockers online), “As tias do marabaixo” é uma fascinante viagem sonora e visual por um dos ritmos musicais regionais mais conhecidos e festejados do Amapá – o marabaixo. O documentário, que é dividido em vários vídeos e pode ser assistido no YouTube foi concebido por Fábio (que mora em Macapá, capital do Estado, e é um jornalista musical atuante e mega conhecido no Norte brasileiro, sendo editor do bacaníssimo blog Som Do Norte) para mostrar como a cultura do instrumento e do ritmo percussivo é passado de geração em geração através de décadas já, com enfoque nas “tias”, senhoras já idosas mas que continuam dedicando sua vida à preservação da memória musical deste genuíno ritmo amapaense. Vale muito assistir, sendo que você pode conferir tudo sobre o documentário (e visualizá-lo também) aqui: https://www.youtube.com/playlist?list=PLX-_10y1i7Kc1ABQiZObbxLGxqB4WbPcN. E saber mais sobre ele aqui, sendo que o blog do projeto já atingiu cerca de três mil acessos: http://tiasdomarabaixo.blogspot.com.br/.

 Zap’n’roll e o jornalista Fábio Gomes em Macapá, em outubro de 2014

 

 

* Site bacana: um dos espaços mais legais para a música alternativa (com foco no punk, hardcore e indie) da atual web brasileira é o Nada Pop. Fundado em novembro de 2013 pelo agitador cultural e músico Mauricio Martins (que toca baixo no grupo Luta Civil), o Nada Pop dá ótimo espaço para artistas novos e que se ressentem cada vez da falta desse espaço nos grandes veículos de mídia, seja ela impressa ou virtual. Então dá uma olhada lá e confira o conteúdo deles, sendo que o Nada Pop está apoiando a festa dos doze anos da Zap’n’roll: http://nadapop.com.br/. No Facebook: https://www.facebook.com/coletivonadapop/timeline.

 

* Blog bacana: yep, os blogs de cultura pop, comportamento, música e afins se espalham pelo país. O “Impaciente e Indeciso” é escrito pelo jornalista, músico, produtor e velho chapa zapper Renato Araújo, lá em Feira De Santana (na boa e velha Bahia). Renatão aborda temas variadissimos a cada nova postagem, sempre atualizando com rapidez a página e sempre escrevendo com um olhar rigoroso (mas sem moralismo) sobre o assunto em pauta. Vale muito dar uma sacada: http://renatoaraujoimpacienteeindeciso.blogspot.com.br/. Sendo que até Zap’n’roll já foi objeto de post por lá: http://renatoaraujoimpacienteeindeciso.blogspot.com.br/2015/05/humberto-finatti-o-rebelde-sem-alca-do.html.

 

* Baladas!!! Aê, até que enfim vamos a elas e com o postão gigantão que teve início na semana passada sendo concluído hoje, já quinta-feira, 28 de maio. Vai ser um finde hot com festão do blog e muito mais. Portanto, confere aí sendo que HOJE o agito já começa com a gig do psicodélico paulistano Molodoys lá no Astronete (no 335 da rua Augusta).///Na sexta-feira, 29 de maio, tem showzão do trio Nevilton lá na Sensorial Discos (no 2389 também da Augusta).///Já no sabadão em si a agitação começa cedinho, às onze da manhã quando tem início a quinta edição da Marcha Das Vadias em Sampa, com saída da passeata marcada para o vão livre do Masp (na avenida Paulista). E pra começar hiper bem a noite, não tem outra opção: é a festona de doze anos do blog, a partir das vinte e uma horas na Sensorial Discos. Também vai ter nova gig do gigante Mark Lanegan no Cine Jóia (na praça Carlos Gomes na Liberdade, ao lado do metrô) e o melhor e mais infernal open bar rocker de Sampalândia, o que rola no Outs (no 486 da Augusta), claaaaaro! Lembrando que dia 6 de junho (sábado da semana que vem) quem sobe ao palco do Spades Café (no 339 da rua Augusta) é o quareto Mortos em 69 (com nova formação: além de Dan Levi nos vocais, Johnny Trash nas guitarras e Denis na batera, agora a deusa rocker Cíntia Benelli empunha seu baixo na banda), fazendo um imperdível tributo aos Stooges. Ta bão né? Então se joga, porra!

 Mortos em 69: relendo Stooges semana que vem no baixo Augusta

CAMISETA EM PROMOÇÃO E EM ÚLTIMA CHAMADA!

Yeah! Blogão comemorando doze anos bem vividos e quem ganha é o leitor, sempre! Então vai lá no hfinatti@gmail.com, que está em disputa essa lindeza aí embaixo:

 

* Uma CAMISETA promocional do site Nada Pop. Escolha seu modelo (feminino ou masculino, além de uma das duas estampas disponíveis) e tamanho (P, M ou G) e mande sua mensagem amiga que na semana que vem sorteamos o mimo e avisamos o (a) vencedor (a) por e-mail, okays? Vai nessa e boa sorte!

 

12 ANOS E FIM DE PAPO

Não é moleza permanecer na blogosfera de cultura pop por tanto tempo, ainda mais em um país como o Brasil onde tudo é geralmente muito fugaz e sem memória. Mas estamos aqui e seguiremos em frente, até quando não se sabe. Pode durar mais doze anos, pode acabar no final de 2015. Fato é que sempre iremos permanecer fiel ao nosso compromisso traçado desde o início: amar o rock’n’roll, falar sobre ele, sobre comportamento, cultura, sociedade e jamais ceder ao reacionarismo, ao conservadorismo e ao moralismo hipócrita que infelizmente domina a maioria da geração atual. Ficamos por aqui, com a promessa de novo postão o mais breve possível. E nos vamos deixando milhões de beijos no coração de todos aqueles que nos amam. Nos vemos na noite deste sábado, 30 de maio, lá na Sensorial Discos. Até lá!

 

(ampliado, atualizado e finalizado por Finatti em 28/5/2015 às 15:30hs.)

Aeeeeê! O postão demora mas aparece, rsrs. E nele falamos do já gigante inglês Mumford & Sons, que deixa a sonoridade folker de lado e cai no rock de nuances mais pop em seu novo disco; a eterna MAIOR banda da história do rock (os Rolling Stones, claaaaaro) relança um dos seus clássicos imbatíveis, antecipando já o frenesi que deverá ser a turnê pelo Brasil no final deste ano; a grande semana psicodélica em Sampalândia, com showzaço dos ingleses do Temples no próximo sábado (e com promo de tickets NA FAIXA pra gig aqui mesmo, no blogão zapper); e a festa de doze anos (agora no final de maio) de um blog de cultura pop e rock alternativo (esse aqui mesmo) que continua dando o que falar, e como! (post sempre em enooooorme construção)

O quarteto psicodélico inglês Temples: garotos que lançaram um dos melhores discos de rock de 2014 (fazendo uma viagem no tempo, como se estivessem chapados de ácido em plena Londres dos anos 60′) e que fazem gig neste sabadão, 16 de maio, em Sampa, na noite/festa Cub NME; daqui a pouco entra o postão zapper no ar falando mais a respeito, mas você já pode ir no e-email do blogão e tentar ganhar TICKETS na FAIXA pra ir ao show

 

 

Yep. Tudo ISSO estará por aqui até o final desta noite de terça-feira, quando o postão começará a entrar no ar, e irá sendo construído até ser concluído na sexta-feira, véspera da gig do quarteto inglês Temples em Sampa.

 

Então enquanto o post em si não chega mesmo com tudo, vai lá no hfinatti@gmail.com, que já está por lá, em disputa sangrenta:

 

* DOIS INGRESSOS pro show do Temples neste sábado em Sampalândia, no Studio Emme (no bairro de Pinheiros), em balada bacaníssima que ainda vai ter DJ set do nosso querido Alf. Os vencedores da promo/parceria mega legal entre o blog e a produtora EnjoyE serão avisados por e-mail até a tarde de sexta-feira, sobre como retirar seu prêmio pra ir curtir o showzão por conta do blog zapper, okays?

 

Então é isso. Vai na fé e boa sorte! E daqui a pouco o postão começa a chegar por aqui. Até já!

 

 

 

 

 

(enviado por Finatti às 17:30hs.)