ADEUS 2015 (que já vai tarde!), o ano terrível na política e na economia brasileira, do quase impeachment de Dilma e da quase completa FALÊNCIA do rock’n’roll alternativo mundial e nacional, sendo que o blogão, AVESSO a listas gigantes e intermináveis de “melhores do ano”, apresenta suas modestas escolhas em discos, filmes, livros e shows; a semana natalina em que um museu ardeu em chamas em Sampa, em que perdemos Júpiter Maçã e Lemmy Kilmister e onde até o gênio e mito Chico Buarque foi hostilizado por playbas e coxas imbecis; e para encerrar ao menos com alguma ALEGRIA os trabalhos por aqui, uma MUSA ROCKER realmente delicious total, com curvas delirantes, PEITOS GIGANTES, muitas tattoos e uma formação cultural e literária de fazer inveja (postão total no ar e de férias até 20 de janeiro de 2016)

2015, o ano total SINISTRO e que acaba sem deixar saudade alguma: o ano em que perdemos gênios do rock como Lemmy Kilmister (acima), fundador e vocalista do Motorhead e que morreu ontem, vitimado por um câncer; mas ainda assim um ano que teve bons momentos na cultura pop, como o novo disco dos Libertines (abaixo) e onde também o blog zapper descobriu mais uma sensacional musa rocker, como a gatíssima Suzy Babi (também abaixo)

Um ano horrendo e pra ser esquecido.

Alguém ainda tem alguma dúvida de que 2015 foi catastrófico em quase todos os sentidos e em quase todas as esferas possíveis no Brasil e no mundo? Crise política mosntruosa (e desvelando cada vez mais a gigantesca imundície que permeia nossos políticos, os mais sujos e corruptos da face da Terra), crise econômica idem. Pais quase paralisado por uma polarização e embate ideológico e social como não se via há décadas. Dilma sofrendo a pressão de um processo de impeachment aberto contra ela. O bandido gigante Eduardo Cunha se AGARRANDO de todas as formas possíveis à cadeira de presidente do Congresso. E a CULTURA brasileira (e também do resto do planeta) em queda livre e isso já há muito tempo. Traduzindo: não há muito o que comemorar nestes dias finais do ano. Ainda mais em uma semana (a passada) que começou com o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo (um dos grandes motivos de orgulho do país lá fora, e um dos museus mais importantes do mundo), destruído por um incêndio, com o gênio Chico Buarque sendo agredido verbalmente na saída de um restaurante no Rio De Janeiro por um grupo de playbas estúpidos, reacionários e ignorantes ao extremo e, por fim, com o também gênio do rock independente nacional Flávio Basso (aliás, Júpiter Maçã) nos deixando inesperadamente, aos quarenta e sete anos de idade. Fora a morte ONTEM (segunda-feira, 28 de dezembro) da lenda e mito Lemmy Kilmister, o homem que criou o Motorhead. Diante de fatos como os elencados neste editorial que abre o último post de Zap’n’roll em 2015, fica difícil para estas linhas online participar do oba-oba que contamina outros espaços dedicados à cultura pop e ao rock alternativo na blogosfera brazuca. Aliás ESTE blog fica realmente espantado em ver como tais “vizinhos”, que já foram muito relevantes em seu ofício, agora se comprazem apenas em ficar publicando por esses dias listas inúteis de “melhores do ano”, e não informam aos seus DESINFORMADOS leitores uma linha sequer sobre a morte do músico gaúcho Flávio Basso, do frontman do Motorhead ou sobre o incêndio no museu paulistano, como se tais fatos fossem totalmente irrelevantes ou como se este “vizinho” falasse de outro mundo (Marte?) que não o nosso, e onde o que é relevante é uma lambança brega chamada “Mel Azul” (ahahahahahaha, foi inevitável rir agora, mesmo diante do caráter algo sério e trágico deste texto de abetura do post zapper). Então nosso post derradeiro deste ano vai na contra-mão disso tudo. Irá sim elencar aquilo que achou com o melhor de 2015 em termos de discos, filmes, livros etc, mas em listas muito modestas e muito longe de ter cinqüenta títulos de “obras” que já possuem destino certo: o limbo da cultura pop, já que ninguém irá ouvir ou se lembrar de tanta inutilidade artística daqui a alguns meses. De resto tudo isso é reflexo inefável do momento pelo qual passa não apenas o Brasil mas todo o planeta: uma humanidade total confusa e com uma sociedade quase em convulsão, depossuída de referências estéticas e culturais que valham realmente a pena. Esse quadro vai melhorar em 2016? Provavelmente não. Mas é preciso sempre acreditar que sim. Ainda que tenhamos que conviver em um país (o nosso) dominado por uma população inculta, burra, ignorante, reacionária, moralista, conservadora, intolerante e no limite da bestialidade. O que pudermos fazer para nos manter na RESISTÊNCIA ante esse quadro desalentador, iremos fazê-lo. Afinal é isso que mantém este blog aqui já há quase treze anos.

 

 

* Então é isso. Ante véspera do réveillon e cá estamos, pra saideira derradeira do ano. Com poucas notas iniciais já que todo mundo já está em clima de férias e  de fim de festa (?) de um ano que na verdade não teve quase motivo algum pra se fazer festa.

 

 

* E o postão final chega pra acalmar os hormônios dos fakes psicopatas, cuzões e inúteis, aqueles que não têm vida própria nem na semana entre natal e ano novo, e ficam doentiamente enchendo o saco no painel do leitor. É com eles, inclusive, que iniciamos nossa LISTA de PIORES do ano, hihihi. Fake mais IMBECIL, DOENTE e MALA: Márcio Albuquerque Passos, vulgo cutinha/putinha. Segundo fake mais DOENTE e MALA (mas o primeiro em inveja, ódio, covardia e rancor): Marco Rezende. Ulalá!

 

 

* E 2015 não poderia mesmo terminar de forma mais cruel e desgracenta. Depois de perdermos Scott Weiland e Flávio Basso (aka Júpiter Maçã) ontem foi a vez do junkie eterno Lemmy Kilmister, o homem que criou o Motorhead. Yep, Zap’n’roll nunca morreu de amores pela banda mas reconhece sua importância fundamental na história do heavy metal. E Lemmy era lenda e mito, tendo levado às últimas conseqüências uma vida eivada de sexo, drogas e rock’n’roll. Foi derrubado, enfim, por um câncer mega agressivo. Tinha setenta anos de idade. Vai fazer falta, muita, ainda mais em um tempo onde não surgem mais ícones gigantes na música pop. Rip Lemmy. A gente se encontra um dia por aí.

 

 

* E vamos falar sério: essas chatíssimas listas de “discos do ano” (muitas delas com inacreditáveis cinqüenta títulos) que estão pipocando há dias na rock press gringa ( sendo repercutidas aqui por blogs que estão mesmo descendo a ladeira em termos de relevância e informações que valham a pena) são CHATAS PRA CARALHO e mostram que o mundo está mesmo na hora extra – senão o mundo, ao menos a cultura pop parece estar. Basta ver, a título de ilustração, os ELEITOS da americana Spin. É um festival de sandices e discos inúteis de artistas idem e que daqui a pouco ninguém irá mais se lembrar deles.

 

 

* Portanto, nem vamos nos alongar demais nessa parada. Aí embaixo o blog zapper elenca suas listas bem mais modestas. Mas que com certeza trazem, na nossa visão pessoal, o que de fato foi RELEVANTE em 2015 na música alternativa e na cultura pop em geral. Leia e fique avonts pra concordar, discordar, xingar, elogiar etc.

 

 

CINCO ÁLBUNS GRINGOS PRA SENTIR ORGULHO DE 2015 (SEM ORDEM DE PREFERÊNCIA)

* Não foi nem de longe o melhor disco de rock do ano. Mas depois de uma década sem gravar um álbum cheio e inédito, os Libertines voltaram muito bem com este “Anthems For Doomed Youth”, que se equilibra bem entre rockões (como “Gunga Din”) e baladas (como a bela faixa-título). É um dos CDs que o blog mais escutou esse ano.

 

* A “música completa” do New Order deu novo fôlego ao veterano grupo electropop. Não se compara aos clássicos oitentistas do grupo inglês. Mas é o melhor esforço musial deles em anos.

 

 

* Lana é Lana, o resto é conversa. Mais uma coleção de canções primorosas fizeram de “Honeymoon” outro dos discos mais escutados pelo blog nos últimos doze meses.

 

 

 * Com o gênio Noel lançando um DISCAÇO como esse – e logo no começo do ano – , pra que pensar em um (improvável) retorno do Oasis?

 

* Foi a surpresa ESTRANHÍSSIMA do ano. Uma formação gótica em pleno 2015. E vinda do Canadá, com canções sorumbáticas. Pois o Viet Cong lançou um primeiro e ótimo disco e nos levou de volta à Londres de 1980, nos tempos sombrios do Joy Division.

 

 

CINCO DISCOS NACIONAIS BACANUDOS QUE SAÍRAM NESSE ANO TENEBROSO

1 – Luneta Mágica/”No meu peito”

2 – Supercolisor/”Zen total do ocidente”

3 – Hélio Flanders/”Uma temporada fora de mim”

4 – Descordantes/”Espera a chuva passar”

5 – Forgotten Boys/”Out Of Society”

 

 

APOSTAS ZAPPERS PARA 2016

Seti: https://www.facebook.com/setirock/?fref=ts.

 

Manic Mood: https://www.facebook.com/manicmood/?fref=ts.

 

Sendo que iremos falar novamente e melhor dos dois grupos nos primeiros posts do blog em 2016, podem aguardar.

 

 

DUAS GIGS INESQUECÍVEIS DO ANO QUE ESTÁ ENFIM (E GRAÇAS AOS CÉUS) ACABANDO

Nacional: Pin Ups no Sesc Pompéia, em São Paulo.

 

 

Internacional: Iggy Pop, no Audio Club, também em São Paulo.

 

 

CINCO FILMES QUE VALERAM A IDA AO CINEMA (E NÃO, O NOVO  “STAR WARS” NÃO ESTÁ INCLUSO NA LISTA)

 Califórnia, de Marina Person

 

Chico – artista brasileiro, doc primoroso sobre Chico Buarque

 

Amy – outro doc também primoroso, sobre a inesquecível Amy Winehouse

 

Homem irracional – o último longa do gênio Woody Allen

 

Chatô, o rei do Brasil – levou 20 anos pra ficar pronto, mas enfim entrou em exibição

 

 

 

QUATRO LIVROS BACANUDOS QUE RENOVARAM NOSSO PRAZER EM LER NOS ÚLTIMOS DOZE MESES

Gênio sem igual da poesia norte-americana, Charles Bukowski teve um volume inédito de poemas publicado no Brasil também este ano

 

Um calhamaço de quase 600 páginas conta a história de algumas das principais bandas da cena indie brazuca de vinte anos pra cá; um livro realmente rock’n’roll

 

Em “A garota da banda”, a baixista Kim Gordon repassa toda a sua trajetória musical durante as três décadas em que tocou no genial e inesquecível Sonic Youth 

 

Outra bio no capricho editada em 2015 no Brasil: a da lenda Iggy Pop

 

 

E PRA ENCERRAR O ANO COM AO MENOS UMA ALEGRIA PARA NOSSO DILETO LEITORADO, AÍ ESTÁ: A ÚLTIMA E TESUDÍSSIMA MUSA ROCKER DE 2015!

Nome: Suzy Babi Azevedo.

 

De onde: São Paulo/SP;

 

Mora onde: também em Sampa, com o marido.

 

Idade: 37 anos.

 

O que faz: modelo e pin up.

 

Três bandas: The Doors, Motorhead e Pink Floyd.

 

Três discos: “Let It Be” (The Beatles), “The Wall” (Pink Floyd) e “At Last” (Etta James).

 

Três filmes: “Bastardos Inglórios”, “Três homens em conflito” e “Todos os homens do presidente”.

 

Três livros: “O mundo como vontade e representação” (Schopenhauer), “Para além do bem e do mal” (Nietzsche) e “Trilogia suja de Havana” (Pedro Gutierrez).

 

Um diretor de cinema: Quentim Tarantino.

 

Um show inesquecível: Motorhead, em 2009.

 

O que o blog tem a dizer sobre ela: gatíssima e inteligentíssima, Suzy é dileta amiga virtual destas linhas online e participa ativamente de alguns grupos bacanas de discussão literária no Facebook, sendo que foi num desses grupos que Finaski começou a papear com ela. Logo vimos seu potencial para ser musa do blog, fizemos o convite e ela aceitou. Então aí está: pra fechar com chave-de-ouro um ano que foi quase todo de chumbo, imagens realmente delicious da incrível Suzy. Apreciem sem moderação!

 Garota do rock!

 Pode vir, eu deixo!

 Revelando aos poucos muitos segredos

 Tattoos classudas ornando um corpão rock’n’roll

 

 A intelectual rocker tímida – ou nem tanto…

 

TCHAU 2015! JÁ VAI TARDE!

Ano escroto da porra. muitas perdas importantes. Fica a torcida para que 2016 seja ao menos um pouco melhor. Então o blog para por aqui e entra em recesso temporário de férias, sendo que estaremos de volta lá pelo dia 20 de janeiro já do novo ano, okays? Até lá deixamos beijos, abraços e felicidades pra todos que nos acompanham aqui ano a ano, desde 2003. Ótimas entradas (opa!) e até mais!

 

 

(enviado por Finatti às 15hs.)

Alguns poucos discos, livros, filmes e uma MUSA ROCKER realmente TOTAL DELICIOUS que fizeram (na opinião do blog) 2015 um ano um pouco menos terrível do que ele foi, sendo que tudo isso estará muito bem esmiuçado AQUI no ÚLTIMO POSTÃO do ano, que entra no ar nas vésperas do natal

Carl Barat e Pete Dohert (acima), a dupla de frente do grupo inglês The Libertines, e Helinho Flanders (abaixo, ao lado de Zap’n’roll), vocalista do Vanguart, estão na lista dos melhores do ano do blog, que entra no ar na próxima segunda-feira, em um postão que vai trazer também uma musa rocker absolutamente delicious total, para fechar mega bem o ano: a incrível Suzy Baby (também abaixo); aguardem o ensaio completo no próximo post!

 

Yep, todo mundo concorda que 2015 foi talvez o PIOR ano pro Brasil e pro mundo em muuuuuito tempo. Atentatos terroristas lá fora (como o de Paris) e Estado Islâmico botando pra foder. E aqui o que todos nós já estamos carecas de saber: petrolão, pedido de impeachment da Dilmona, lama da Samarco provocando o maior desastre ambiental da história do país, a economia nacional despencando ladeira abaixo, a imunda classe política brasileira cada vez mais imunda etc, etc, etc.

 

E o rock e a cultura pop no meio disso tudo? Também foi mal das pernas, e como. Tanto que Zap’n’roll fica realmente espantada em observar como sites gringos (da NME, Rolling Stone, Spin, Pitchfork etc.) e blogs brazucas que já foram mega relevantes e hoje estão em queda livre no quesito importância midiática virtual, conseguem montar listas com 50 MELHORES DISCOS do ano. Óbvio que se trata de um exagero sem tamanho. E muito óbvio também que entre os títulos listados como os “melhores” boa parte são de uma inutilidade e falta de qualidade artistica gritante. Tanto que terão o destino que todos já sabem: ninguém irá ouvir ou se lembrar deles assim que janeiro de 2016 chegar.

 

Por isso mesmo e por estar cada vez mais AVESSO a listas de “melhores” é que o blogão zapper preparou suas listas pessoais e bem mais criteriosas e modestas do que o que se tem visto por aí. Estas listas, com discos, filmes e livros, irá aparecer aqui na próxima segunda-feira, em um postão que será concluído até às vésperas do natal. E que será o último post do ano do blog, sendo que nele também estará a ÚLTIMA SUPER MUSA ROCKER de 2015, a total delicicious Suzy Baby (um “aperitivo” dela está aí em cima), descoberta por estas linhas online por acaso em um grupo de discussão sobre literatura erótica no Facebook. Ela é do rock, é gatíssima, ama poesia e toca baixo. Uma musa perfeita e que é o nosso presente de natal (uia!) para nosso sempre fiel e dileto leitorado.

 

Eles estão entre os melhores de 2015 da Zap’n’roll (e sequer foram mencionados em outros blogs de cultura pop brazucas, que estão descendo a ladeira em termos de relevância midiática): os ingleses do Libertines (acima, no vídeo da sensacional “Gunga Din”, single de trabalho do álbum que eles lançaram este ano) e o livro lançado por Yury Hermuche, e que cobre boa parte da cena indie paulistana nos últimos 25 anos

 

Então ficamos assim: colaê a partir da próxima segunda-feira, para saber o que DE FATO importou na cultura pop em 2015, na opinião do blog que não está nem aí pra hypes e pro último peido fedido do indie rock planetário (como outros blogs “mudernos” nacionais, cof, cof, estão). Aqui prezamos a NOSSA inteligência – e a de nossos leitores também, e eles nem ninguém merecem ler sobre anomalias como um tal de “Mel Azul”, hihihi. E isso não vai mudar, enquanto estivermos no ar.

 

Até logo menos então e bom finde pra galere desde já. Sendo que fikadika do blog para alguns programas legais pra este finde em Sampa, veja aí:

 

* Exposição sobre a vida e obra de Franz Kafka: continua em cartaz na Casa Das Rosas (no início da avenida Paulista, próximo à estação Brigadeiro Luis Antonio do metrô). De segunda a sexta-feira, das 10 da manhã às 10 da noite. E nos finais de semana das 10 da manhã até seis da tarde.

 

* Festa HepCats na Conceição Discos: é a festa de encerramento do ano promovida pelo pessoal da produtora musical Plectro. Rola amanhã (sábado, 19 de dezembro), a partir das seis da tarde na já badalada loja de discos de vinil (e que também serve deliciosos pratos com comida caseira), localizada na rua Imaculada Conceição, 151, Sta Cecília, zona oeste de Sampa (próximo à estação de metrô do mesmo nome). Vai rolar DJ set com discos de vinil privilegiando clássicos do rock’n’roll e da MPB, e o blog vai estar por lá.

 

* Edição de natal da festa Libertine: a já famosa balada goth com temática erótica tem sua edição natalina (e a última deste ano) amanhã (sabadão, 19 de dezembro). Rola no Atmosphere club, que fica na rua Rui Barbosa, 269, Bixiga, região central de Sampa. No som, muito pós-punk inglês dos 80’. E nas performances, muito couro, vinil e xotaças tatuadas quase nuas se pegando, pra delírio da marmanjada dark. Vai lá!

 

E nós ficamos por aqui, mas reiterando o aviso: na segunda-feira, Zap’n’roll com postão normal e final em 2015, com os NOSSOS melhores do ano. Até lá!

 

 

(enviado por Finatti às 12:30hs.)