AMPLIAÇÃO FINAL E GIGANTE NO POSTÃO (falando do documentário “Guitar Days”, resenhando o novo álbum das Savages, dando dicas sobre o stoner rock do grupo Vinyl Laranja e anunciando a nova dj set mensal do blog numa das principais festas goth da atual noite under paulistana) E além disso tudo o que já estava aqui: ulalá! o blogão demoooooraaaaa pra aparecer mas cá estamos finalmente na versão 2016 (que estréia também logo menos o novo visual deste espaço rocker, guentaê só mais um pouco!), o ano em que completamos nada menos do que TREZE ANOS de blogagem de rock alternativo e cultura pop na web BR; e como o new year já começou finalmente (após réveillon, carnaval e os caralho no país que AMA viver na malemolência), vamos lá: os velhos e imbatíveis Rolling Stones já estão entre nós (pra começar HOJE sua turnê brasileira); a série “Vinyl” também está entre nós, assim como os novos bons discos do veterano brit Suede e das garotas new goth do Savages; então bora pro primeiro post zapper da temporada, que chega fervendo, uia! (ampliação e atualização FINAL no postão, em 3/3/2016)

Depois de causar comoção no Brasil com sua Olé tour, os Rolling Stones (acima, no segundo show realizado em São Paulo) partem e deixam saudades, mas os fãs de ótimo rock’n’roll nem terão tempo de respirar e já podem colocar na agenda: dia 18 de março agora tem gig gratuita do também ótimo Black Rebel Motorcycle Club (também acima) em Sampa; já o também essencial, cult e veterano grupo electro indie paulista Harry (abaixo) conta, em entrevistas exclusiva ao blog, porque regravou seu clássico disco “Fairy Tales”

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ÚLTIMOS EXTRINHAS PRA FECHAR BEM O POSTÃO

A novidade desta já quinta-feira, 3 de março (quando o postão está sendo enfim concluído), é que ele foi convidado (e aceitou o convite) a se tornar um dos DJs residentes da bacaníssima festa Libertine, que anda rolando mensalmente em Sampa. Projeto rock voltado ao público apreciador de tendências eróticas como sadomasoquismo, bondage, nudes, roupas em couro e vinil e acessórios para práticas sexuais, o Libertine é organizado pelos queridos Jackson Fernandes e Fabiano e o som na pista privilegia muito anos 80’ (Smiths, New Order, Joy Division, Echo & The Bunnymen, Cure etc., etc.) e também outras tendências do rock alternativo. Este espaço blogger rocker esteve na última edição da festa (que aconteceu no final de fevereiro), no Café Aurora (no Bixiga, centro de Sampa) e achou sensacional. Manifestamos nossa opinião de jornalista e fã de rock e de bons eventos alternativos aos organizadores e eles, em agradecimento, gentilmente nos convidaram a se tornar um dos DJs residentes, já que pra quem não sabe o “véio” aqui sempre discotecou nos bares rockers do baixo Augusta na última década e meia – e algumas DJs set do blog no club Outs se tornaram célebres pelo que Finaski “aprontava” na cabine de som, rsrs. Então fica o convite pra galere ir conhecer o projeto Libertine. As duas próximas festas irão acontecer no final de março e abril, sendo que todas as infos sobre ambas estão aqui: https://www.facebook.com/events/898498760268559/, e aqui: https://www.facebook.com/events/1533340476996671/.

Cartaz (acima) anunciando Zap’n’roll como o novo DJ residente da festa Libertine; abaixo, garota faz performance durante a última edição do evento, no final de fevereiro em São Paulo

 

* E aproveitando que estamos falando sobre a bacana festa Libertine, este espaço rock’n’roll online se sente compelido a comentar: é realmente impressionante como outros “vizinhos” de blogagem, que já tiveram uma importância gigante na blogosfera BR de cultura pop, estão descendo a ladeira sem dó e se comprazem apenas em ficar publicando vários microposts diários sem importância ou relevância alguma em sua grande maioria, pois o blábláblá neles é sempre o mesmo (o novo vídeo ou single da banda que ninguém conhece e que amanhã ninguém mais dará a mínima importância, os “chutes” infinitos sobre quem vem tocar no Brasil e sendo que a maioria desses “chutes” sempre são errados, e por aí vai…). Vai daí que esses blogs não conseguem acompanhar mais nada da cena under daqui (como falar de uma festa como a Libertine ou do documentário “Guitar Days”) e sequer comentam algo sobre, por exemplo, uma exposição como a da obra do cineasta Tim Burton, em cartaz no Mis/SP. Assim fica difícil continuar lendo esses blogs, não? E o PIOR de tudo (uia!) são os fakes doentes mentais que têm psicopatia séria, VENERAM tais jornalistas responsáveis por esses blogs algo decadentes e INSISTEM em querer achar que Zap’n’roll se incomoda com eles (os outros blogs e seus fakes lambe bagos/doentes mentais), ahahahahahaha.

 

 

* Fechando mesmo a tampa: tem show de GRÁTIS do sempre bacanão Black Rebel Motorcycle Club, agora dia 18 de março na Casa Das Caldeiras, em Sampa. Vai ser uma baladona para comemorar o niver de uma marca de roupas e tênis na linha skate wear, e pra curtir o show do trio americano é preciso se cadastrar aqui: http://houseofvans.com.br/event/house-of-vans-sao-paulo/. O BRMC (talvez a melhor encarnação do Jesus & Mary Chain para o novo milênio) é um dos grupos rock’n’roll dos anos 2000’ prediletos destas linhas zappers, existe há quase vinte anos, já tocou no Brasil (no festival SWU, em 2011) e gravou pelo menos uma obra-prima em sua curta discografia de apenas sete CDs, o fodástico álbum “Take Them On, On Your Own”, lançado em 2003 e que você pode escutar inteiro aí embaixo. E claaaaaro, nos vemos nesse showzaço, okays?

 

* Fim de papo. Semana que vem tem mais.

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E MAIS STONES (ULALÁ!), SENDO QUE A ESTRÉIA EM SAMPA FOI ASSIM (E HOJE, SÁBADO, TEM MAIS!!!)

 

 

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EXTRINHA ESPECIAL STONES – NO RIO FOI ASSIM…

Yeah, os cariocas enlouqueceram no sábado à noite. E as mais de sessenta mil pessoas que foram ao Maracanã viram mais uma vez porque os Rolling Stones continuam sendo a MAIOR banda de rock de todos os tempos. Agora é a vez de Sampa, amanhã (quarta-feira) e sábado. Vem em nós Pedras Rolantes!

 

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Custou pra 2016 começar.

Mas começou, enfim. E como a humanidade já está careca de saber, não vai ser moleza pra ninguém os próximos dez meses (já que estamos caminhando para o final de fevereiro). Um ano que começou com o mundo perdendo o gênio imortal e inesquecível que foi (e é) David Bowie, que tem projeção de queda de 3,5% do PIB brasileiro, que mostra o Brasil (no geral) e o Estado de São Paulo (em particular) ATOLADO em escândalos de corrupção na esfera do poder público, e cujo novo popstar nacional tem o ensino fundamental incompleto, atende pelo nome de MC Bin Laden (e cujo “hit do verão”, batizado “Tá tranquilo, tá favorável”, já foi acessado DEZESSETE MILHÕES de vezes no YouTube), de fato é um ano que não começou nada bem. Fora que o Brasil se tornou mesmo um país com uma das populações mais IGNORANTES, atrasadas, conservadoras, vazias e incultas de todo o planeta. São dois exemplos simples (quase banais) que corroboram a avaliação de Zap’n’roll. No primeiro deles tome-se o primeiro paredão do BBB 2016, aquele reality show da emissora de TV de maior audiência do Brasil e que é um exemplo GIGANTE de grosseria generalizada e total falta de inteligência e cultura. A eliminada foi a tal tiazona lá, a jornalista de 64 anos (!!!) e que era até hoje a participante mais velha de todas as edições do programa. Não é preciso ser nenhum gênio pra saber porque o público que assiste ao BBB optou por eliminá-la da competição: o programa da Globo foi feito para vender a ILUSÃO ao brasileiro IMBECIL de que todos somos isso mesmo: jovens, musculosos, gostosos, atletas e PREDADORES sexuais e DESPROVIDOS de cérebros com mais de 2 neurônios. O BBB é o espelho que reflete FIELMENTE o que o brasileiro é, em sua grande maioria. Aqui não há espaço para pessoas com alto poder de raciocínio e reflexão intelectual/cultural, e que não possua grandes atributos físicos ou já não ostente a beleza de um corpo jovem e bem moldado pela natureza. O que importa aqui é a CARNE e como ela é APRESENTADA. E só. Se o sujeito for um PAUZUDO e a sujeita uma XOXOTAÇA, não importa o grau de BURRICE de ambos. Com as carnes suculentas à MOSTRA, tudo estará resolvido para eles. E é assim que funciona a lógica do programa Global. Aliás, justiça seja feita: a produção do mesmo talvez até tenha tentado escapar um pouco desse estereótipo/estigma sórdido e indigesto. Daí a colocar uma participante de 64 anos de idade entre os competidores e teoricamente com um pouco mais de MASSA ENCEFÁLICA do que os demais. Deu no que deu: a tal Harumi foi defenestrada logo no primeiro paredão do ano. O segundo exemplo que dá sustentação ao que estamos dizendo nesse primeiro editorial zapper de 2016 é mais sucinto mas não menos irritante. Mick Jagger, aquele vovô genial que ainda canta à frente da maior banda de rock de todos os tempos, os Rolling Stones (e que começam sua turnê brasileira neste sábado, no Rio De Janeiro), tentou ser bastante simpático em redes sociais com seus fãs latinos. Tuitou em BOM PORTUGUÊS, perguntando pros brasileiros que irão aos shows o que eles gostariam de ouvir o grupo tocar nas apresentações. As respostas se transformaram em um festival de idiotices e cretinices deliberadas, mas que também demonstram que a maioria dos que responderam são totalmente imbecis em relação ao repertório monumental de um conjunto que transformou definitivamente a história da cultura pop mundial no século XX. O blog realmente devo estar ficando velho, chato, ranzinza, achem vocês o que acharem deste jornalista ainda rocker e loker, e que em maio próximo completa 30 anos na profissão. Mas realmente estas linhas virtuais não tem mais nenhum orgulho (se é que tivemos algum dia) de ser brasileiro. Sentimos é VERGONHA, muitas vezes. Vergonha de saber que nascemos em um país que tinha tudo para ser uma das grandes nações do planeta em muitos aspectos (é um país lindíssimo de norte a sul, com indescritível riqueza estética e de recursos naturais, e mais um zilhão de etcs.) mas que se compraz em ser a mixórdia que é. Um país que NUNCA foi sério (como bem definiu, ainda nos anos 60’, o lendário presidente francês Charles De Gaulle) e que JAMAIS o será. Sim, já tivemos CENTENAS de grandes gênios na história de nossa arte e em todos os segmentos dela, nomes que inclusive se projetaram mundialmente pelo seu talento extraordinário (de Augusto Dos Anjos a Manuel Bandeira e Carlos Drummond, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes a Chico Buarque, Gilberto Gil e Caetano Veloso, e até o hoje total flácido e pobre rock BR rendeu um artista de peso sem igual, como Renato Russo). Mas é uma pena que todos eles acabaram por ter sua obra admirada apenas por uma parcela MENOR da população, que soube compreender essa obra da maneira correta. E é uma pena que nenhum desses gênios conseguiu livrar o grosso de nosso POPULACHO de sua sina BESTIAL. O mesmo populacho que se entope de alegria vazia e fútil no carnaval, e que tem GOZOS carnais ouvindo sertanojo universotário ou assistindo uma MERDA FEDORENTA como é o BBB. Mas enfim é isso. Mais um ano que (finalmente) se inicia, e que como já dissemos lá em cima, não vai ser nada fácil. Pelo menos logo o verão acaba, o reality show Global vai embora, MC Bin Laden desaparece para ser substituído por outro hype midiático/virtual tão imbecil quanto ele e nós seguiremos em frente aqui, como fazemos já há longos treze anos: divulgando e defendendo como possível a cultura pop de qualidade e o rock alternativo idem – pelo menos o ano também já trouxe os novos (e bacanas) discos do Suede e das Savages, e vai trazer também daqui a pouco o Lollapalooza BR 2016, com alguns shows quase imeperdíveis (como o do gênio Noel Gallagher). Só assim este blog teimoso continuará a existir. Por amor ao que é bom na música e também por amor aos seus leitores.

 

 

* Tá tranqüilo, tá favorável: estamos aqui novamente. Semana que vem o blog aparece com reformulação visual bacana, pra ficar ainda mais legal (aliás esse é o principal motivo pela demora na restreeia destas linhas rockers bloggers este ano. A idéia era publicar o primeiro post já em novo visual. Mas os ajustes nesse sentido estão demorando um pouco mais do que o esperado, então resolvemos voltar assim mesmo. De qualquer forma o trampo do novo visual está sendo feito pelo queridão Marcelo S., web master feríssimo e que cuida do design do portal amigo Nada Pop, e a renovação que ele vai fazer no nosso blog promete ficar dukaralho). E no final de maio/início de junho, haverá festa TRIPLA de comemoração: trinta anos de jornalismo musical do autor destas linhas online (nossa primeira matéria paga e publicada em revista de circulação nacional, foi às bancas em maio de 1986), treze anos do blogão zapper e o lançamento do livro “Escadaria para o inferno – memórias de um jornalista junkie”. Vai se preparando, vai!

 

 

* E vai se preparando pros Stones também, ulalá! Neste sábado (ou seja, hoje à noite) a eterna maior banda de rock de todos os tempos bota pra foder no Rio, no Maracanã. Semana que vem é a vez de Sampa. Quem conseguiu ingresso e for, vai enlouquecer. Quem não for vai morrer… de raiva, rsrs.

A abertura da gig dos Stones essa semana em Montevideo (Uruguai), com “Start Me Up”; hoje é a vez do Rio, sendo que mr. Jagger já andou freqüentando festão no balneário carioca, onde “pescou” uma cadelona top e a levou pro hotel, pra traçar a xoxota da futura candidata a nova Luciana Gimenez; a pergunta que não quer calar: será que a PIPA do vovô rocker ainda sobe?

 

* E as “zykas” de 2016 começam a surgir: lá se foi o escritor e intelectual italiano Umberto Eco, que morreu ontem (sexta), aos oitenta e quatro anos de idade. Um dos maiores intelectuais do século XX, sem dúvida alguma. E que há alguns meses, durante uma palestra para estudantes, disparou uma das análises mais perfeitas e cruéis sobre esses tempos de internet: “a internet produziu uma LEGIÃO de IDIOTAS e os elevou à categoria de GÊNIOS. Sim, porque antes das redes sociais e do mundo virtual, o IDIOTA disparava sua idiotice numa mesa de bar, para meia dúzia de pessoas, e a idiotice que saiu de sua boca morria ali. Agora esse mesmo IDIOTA dispara sua idiotice para o mundo inteiro, via internet, e a besteira que ele disse ganha repercussão monstruosa e ares de verdade absoluta”. Rip.

 

 

* Não tá tranqüilo, muito menos favorável: geraldinho alckmerda, o grande BANDIDO, PULHA e COVARDE que desgoverna o Tucanistão paulista, está mais fascista e pilantra do que nunca. Decretou sigilo sobre BO policiais por cinqüenta anos (impedindo que imprensa e população, ou interessados em geral tenham acesso a eles). Não só: seu ex-chefe da Casa Civil é o LÍDER de uma quadrilha que desviava recursos da MERENDA ESCOLAR de boa parte das escolas do interior da rede estadual de ensino do Estado de São Paulo. E você aí, coxinha reaça, babaca, otário, moralista hipócrita e BURRO ao cubo, achando que os grandes bandidos do país são Lula, Dilma e o petismo. Se liga, manezão!

 

 

* Não tá tranqüilo, muito menos favorável, II: em entrevista BOMBA à FolhaSP a ex-AMANTE de FHC assumiu que o ex-presidente do Brasil a sustentou ILEGALMENTE fora do país por alguns anos, dando inclusive um apartamento de presente a ela. E novamente você aí gritando contra o suposto triplex do Lula, o sítio em Atibaia etc. Mais uma vez: se liga, otário!

 

 

* Voltando à música e já que estamos falando tanto em MC Bin Laden, vejam o vídeo abaixo. E alguém explique ao blog: como uma MERDA dessa magnitude se tornou o novo hit da música brasileira? O que essa DESGRACEIRA tem para já ter tido mais de dezessete milhões de acessos no YouTube? É NISSO que a música brasileira se transformou? (enquanto isso, Tim Maia se revira e cospe ódio em sua tumba…)

 

* Pior que o anarfa Bin Laden (que o ensino fundamental incompleto) fazendo estrondoso sucesso, só mesmo a VACA burra e axezeira do inferno Claudia Leite querendo ARRANCAR autorização do Minc para captar quase R$ 400 mil para financiar a publicação de uma BIOGRAFIA de sua trajetória artística, uia! Bien, segundo as últimas notícias felizmente o Ministro Juca Ferreira teve um lampejo de bom senso e VETOU o pedido da cantora. Menos mal. 

 Uma VACA loira, burra e PÉSSIMA cantora querendo MAMAR na teta pública, pra publicar sua biografia, uia!

 

* O SEXO, A DROGA E O ROCK’N’ROLL NA SÉRIE “VINYL” – Martin Scorsese (um dos maiores gênios da história da cinematografia americana) e Mick Jagger na criação e produção. Scorsese na direção do episódio (duplo) inaugural. Não tinha como dar errado, e não deu: “Vinyl”, um dos seriados mais aguardados dos últimos tempos pela cultura pop mundial estreou domingo passado no canal HBO e deixou fãs de música (em geral) e do rock’n’roll (em particular) em polvorosa. A história todo mundo já está sabendo: as aventuras (ou seriam desventuras?) do executivo doidão Richie Finestra (vivido por Bobby Canavale) para tentar salvar sua gravadora, a American Century, da falência. Com ambiência na América dos anos 70’ e repleto de sexo e drogas, “Vinyl” destrincha como era o submundo das celebridades e do rock naquela época, sempre com o humor ácido e negro de Scorsese pairando sobre o roteiro e o trabalho de direção. “Em 1950  inventaram o jabá de cem dólares para os programadores de rádio”, diz a certa altura Finestra, em narração em off. “Nós da American Century criamos outro patamar: inventamos o jabá de CINCO MIL DÓLARES, mais UMA GRAMA de COCAÍNA BOLIVIANA para os programadores!”. Uia! Fora a trilha sonora que é um ARRASO total. Serão ao todo oito episódios, que irão ao ar até 8 de abril. O segundo rola neste domingo. E se você perdeu o primeiro, ele pode ser visto aqui: http://www.hbomax.tv/vinyl/brasil.

 O elenco de “Vinyl” (acima) e a dupla fantástica Jagger & Scorsese (abaixo), os responsáveis pela criação da série mais legal da cultura pop nos últimos tempos 

 

* IMAGEM SEXY DA SEMANA – ela é um tesão e uma “máquina de foder”, como diria Bukowski. E também muito inteligente e uma devotada fã de ótima literatura e ótima música. E de fato ACALMA este velho jornalista loker/rocker e todo confuso e torto na alma (mas não mais no coração, felizmente e graças a ela) com o seu CORPO. Por isso o casal está louco de amor há seis meses já. E por isso o blog resolveu publicar essa imagem dela, registrada durante um dos últimos encontros entre ele e ela. Daqui destas linhas online Finaski manda um beijo no coração, no corpo e na alma da amada Neide R. Apreciem sem moderação alguma!

 

* Entonces é isso. Primeiro postão inédito de 2016 chegando em pleno sabadão pós reinado de Momo (que já foi tarde), Bora seguir em frente, falando da volta bacanuda do Suede e do novo disco do já decano e cultuado grupo indie nacional Harry.

 

 

JÁ UM VETERANO DO BRITPOP, O SUEDE VOLTA BEM E LANÇA UM DISCO BACANA NESSE AINDA COMEÇO DE 2016

Formado em Londres em 1989, o quinteto britpop Suede, liderado pelo vocalista Brett Anderson (e atualmente também integrado pelos guitarristas Mat Osman e Richard Oakes, pelo baixista e multiinstrumentista Neil Coding e pelo baterista Simon Gilbert), já é um mega veterano da indie guitar scene inglesa. Ainda assim parece estar longe da decadência e “Night Thoughts”, o sétimo disco de estúdio do grupo e lançado em janeiro passado, pode não estar no patamar de um “Head Music” (o quarto cd da banda, lançado em 1999 e quando ela estava no auge de sua trajetória artística, mercadológica e de popularidade junto aos fãs). Mas mostra claramente que o conjunto continua inspirado para compor bons rocks de eflúvios garage/glam/art/glitter, o que sempre foi a marca registrada de sua sonoridade. E é uma pena que, por enquanto, não haja previsão de lançamento de uma edição nacional do álbum, que no entanto pode ser facilmente escutado na web.

 

Tendo um vocalista andrógino e de feições apolíneas e um guitarrista extraordinário em sua primeira formação, o Suede logo chamou a atenção da rock press inglesa e do público, muito por resgatar também o glam rock setentista de David Bowie, Roxy Mysic e Marc Bolan. No entanto os dois primeiros álbuns da banda (“Suede”, de 1993, e “Dog Man Star”, lançado no ano seguinte), apesar da boa recepção de crítica e público, nem eram tão primorosos assim, sendo que os primeiros singles do quinteto (“So Young”, “Animal Nitrate” e “Metal Mickey”, todos incluídos no disco de estréia) denotavam que o potencial artístico dele era bem maior do que afinal acabou sendo mostrado nesses dois lps. Foi preciso chegar a “Coming Up” (editado em 1996) para que o Suede mostrasse realmente do que era capaz. A essa altura o grupo já estava dominando o rock na velha Ilha, ainda mais com Oasis e Blur brigando entre si para ver quem era o dono do trono britpop. No vácuo dessa briga a turma de Brett Anderson lançou a obra-prima “Head Music” (em 1999) e tudo apontava para que o Suede se tornasse de fato o nome gigante do rock britânico naquele momento.

 

Só que não. Veio na sequencia o mediano “A New Morning” (que chegou às lojas em 2002) e o conjunto já não era mais o mesmo. Nem o rock inglês era mais o mesmo, em um momento em que o mundo via a explosão dos Strokes do outro lado do Atlântico. Foi assim que mesmo sem jamais cessar suas atividades, o Suede começou a experimentar uma precoce decadência musical e de popularidade. Isso acabou levando o conjunto a ficar nada menos do que mais de uma década sem gravar material inédito. Um hiato longuíssimo (ainda mais no voraz e sempre sedento por novidades mondo pop) e que só foi quebrado em 2013 com o lançamento de “Bloodsports”. Um bom disco e que mostrava bom fôlego musical para um grupo que havia passado mais de uma década longe dos estúdios. Mas ainda assim sem talvez o punch necessário para devolver o Suede aos seus dias de glória.

O veterano britpop Suede: mesmo com quase três décadas de existência, ainda mantendo a forma no novo disco

 

Algo que pode ser alcançado agora com “Night Toughts”. É um trabalho que exibe Brett em ótima forma vocal e com melodias bem construídas pela dupla de guitarristas, além de ser empolgante e intenso em diversos momentos. Yep, há um quê de profunda melancolia em algumas faixas, notadamente nas menos rockers (como em “Pale Snow”, estranhamente escolhida para ser o primeiro single de trabalho do disco, ou ainda em “Tightrope” e “Learning To Be”). No entanto há um bom equilíbrio entre estes momentos mais, hã, “sombrios”, e faixas mais rockers e que remetem ao glam característico do início da trajetória do grupo. É nessas faixas que o Suede volta a empolgar o ouvinte, especialmente em “Outsiders”, “No Tomorrow” e “Like Kids”.

 

Não há mais nada a fazer no rock’n’roll atual. Ele está realmente mal das pernas, os clássicos imortais já foram gravados e a indigência criativa que atingiu a música pop nesses tempos fúteis e descartáveis do consumismo rápido e inútil da web, parece que nunca mais irá cessar. Então é louvável que uma banda já quase trintona como o Suede ainda se preocupe em gravar um disco bacana como é “Night Toughts”. Em uma semana (aqui no Brasil) onde só se fala nos e se escuta (com justiça) os Rolling Stones, o novo álbum do já veterano grupo brit é uma agradável e bem-vinda surpresa para quem se dispuser a ouvi-lo.

 

 

O TRACK LIST DO NOVO ÁLBUM DO SUEDE

 

1.”When You Are Young”

3.”No Tomorrow”

4.”Pale Snow”

5.”I Don’t Know How to Reach You”

6.”What I’m Trying to Tell You”

7.”Tightrope”

8.”Learning to Be”

9.”Like Kids”

10.”I Can’t Give Her What She Wants”

11.”When You Were Young”

12.”The Fur and the Feathers”

 

 

E A BANDA AÍ EMBAIXO

 

No vídeo do single “Like Kids” (do novo disco) e num dos momentos do show que o grupo fez em São Paulo em 2012, no festival Planeta Terra.

 

 

HARRY, UMA LENDA DO INDIE ROCK ELETRÔNICO QUE NÃO VENDEU SUA ALMA

Você, jovem e dileto leitor zapper, talvez nunca tenha ouvido falar da banda santista Harry. Mas ela existe há mais de trinta anos e segue na ativa, sob o comando do guitarrista, vocalista e fundador Johnny Hansen, cinqüenta e dois anos, e também dileto amigo destas linhas rockers bloggers há quase três décadas. Em um momento em que o rock brasileiro está praticamente extinto e o que resta dele se resume a uma cena independente onde sobra ignorância musical e textual e falta qualidade, o fato de o Harry continuar vivo e gravando é um milagre ultra bem-vindo. E também significa que a banda em momento algum de sua trajetória, vendeu sua alma aos tubarões da indústria da música.

 

Em meados do ano passado o grupo (atualmente formado por Hansen e também por Marcelo nas guitarras, Lee no baixo, Richard nos teclados e Cesar na bateria) regravou sua pequena obra-prima, “Fairy Tales” (lançado originalmente em 1988) com roupagem totalmente diferente da versão original: se no primeiro o Harry concebeu um violento compêndio de electropops que sinalizavam uma música que estava muito à frente daquele tempo (e o álbum era e é tão bom que mereceu até matéria de capa no Caderno 2, do jornal O Estado De S. Paulo, em texto assinado pelo autor deste blog), no cd de 2015 todas as faixas originais (acrescidas de várias canções inéditas e nunca antes registradas pelo conjunto em estúdio) foram convertidas para o formato elétrico e rocker, com guitarras, baixo e bateria. Ficou tão bom quanto o original e por isso mesmo que o blogão zapper foi conversar um pouco com o queridão Hansen, sobre os motivos que levaram o Harry a regravar o discão.

 

Os principais trechos da entrevista, realizada semana passada via bate-papo do Facebook, você confere aí embaixo:

 

Zap’n’roll – O Harry existe há mais de trinta anos e chegou a ser uma lenda do indie electronic rock nos anos 80’, cantando em inglês e fazendo um som muito à frente do seu tempo. Pra quem não conhece a banda, você poderia resumidamente contar a trajetória dela?

 

Johnny Hansen – O Harry and the Addicts foi formado no final de 85 (por mim, Richard K. Johnsson no baixo e teclados e Cesar Di Giacomo na bateria), e não era uma banda electronica, fazíamos o som que estamos fazendo agora. No entanto, eu já estava interessado no então chamado techno pop (hoje chamado de synth pop), mas ninguém tinha synths na época por aqui. Quando gravamos (pelo selo da loja Wop Bop) nosso primeiro EP (a essa altura tínhamos uma cantora, a Denise Tesluki), chamamos o Roberto Verta, que conhecíamos como dj de uma casa noturna, mas que tinha um Korg Poly 800, para produzir o disco, e ele acabou fazendo participações com seu teclado, então gravamos Blood and Shame, nossa primeira faixa electronica nele. Denise acabou saindo, eu assumi os vocais, e o Verta assumiu seu posto de tecladista. Com dois tecladistas e o Cesar usando uma bateria eletrônica, o som acabou tendendo para essa área. Lançamos 2 LPs: Fairy Tales (1988) e Vessel´s Town (1991), esse último já sem o Cesar, só com a bateria programada mesmo. Em 1995, lançamos Chemical Archives, nosso primeiro cd, uma coletânea com 4 músicas inéditas. Em 1996, entramos em hibernação, pois cada um estava morando em um canto do país. Em 2005, foi lançada a caixa Taxidermy, contendo os 3 discos em cd, com 27 faixas extras distribuídas entre eles, além de um livreto com biografia e análise faixa a faixa. Novo intervalo, Johnsson e Verta se retiram por falta de tempo. Eu ensaiava esporadicamente com o Cesar, o baixista Lee Luthier e o guitarrista Marcelo Marreco (que tocou baixo em alguns shows nossos em 1987), e a coisa foi tomando forma, só que mais orgânico. Em 2009, formei o H.A.R.R.Y. and The Addict com o tecladista Ricardo Santos (In Auroram, Downward Path, duas das bandas synthpop mais legais da atual cena paulistana, e que você conhecer melhor nesses links: https://www.facebook.com/In-Auroram-869343689793236/timeline e https://www.facebook.com/thedownwardpath/?fref=ts), mantendo aceso a veia synthpop/darkwave. Em 2015, o Harry (eu, Cesar, Lee e Marreco) gravamos o cd Electric Fairy Tales, e convidamos o Johnsson para fazer uma participação em duas ou três faixas, mas ele se animou e gravou em todas, voltando a ser um membro fixo da banda. Já gravamos 8 faixas para o nosso próximo cd, e devemos completar as gravações restantes ainda este semestre.

 A capa da nova versão de “Fairy Tales”, do Harry (acima) e a matéria na capa do Caderno 2, do Estadão, em 1988, em texto assinado por Zap’n’roll (abaixo): uma banda que não vendeu sua alma

 

Zap –  Fale sobre o material extra que há na nova versão de “Fairy Tales” e que ainda não havia sido registrada em estúdio.

 

Hansen – O cd Electric Fairy Tales tem 7 das 10 faixas do Fairy Tales original regravadas, e mais 9 inéditas. As regravações com certeza não aconteceram por falta de material inédito. Eu acho que a musica em si pode ser feita em várias linguagens, e várias musicas que vinhamos tocando com a nova formação pareciam soar melhor do que o arranjo original (lembrando também que éramos bem pouco experientes em estúdio naquela época). E o mercado hoje, para o bem ou para o mal, tende para o saudosismo, relançamentos tem chamado mais a atenção do que obras inéditas. Só esquecemos que teríamos que pagar a grande imprensa para ter reviews, não existe almoço grátis, algo que a maioria dos jornalistas deve ter aprendido com a mãe deles nas esquinas, rsrsrs. De qualquer modo, os reviews mais apologéticos dessas bandas de merda que o jornalismo esquerdista não conseguem fazer o hype durar mais do que um ano ou dois se tanto e as bandas são esquecidas rapidamente. Os próprios jornalistas tb vão para o saco rapidinho. Pergunte a qualquer um o nome de um jornalista musical relevante, e só ouvirá nomes que já escrevem há 30 anos.

 

Zap – Você está com mais de cinqüenta anos de idade e ainda em plena forma e atividade musical. Até quando pretende seguir com o Harry? Há outros projetos musicais em vista? A banda pretende fazer shows desse disco em 2016?

 

Hansen – Como eu disse, estamos aprontando o novo cd, e ainda temos material para vários outros. Mantenho tb o H.A.R.R.Y. and The Addict, que não tem cd físico lançado, mas várias faixas podem ser baixadas na net. E sim, gostaria de fazer quantos shows fosse possível, mas um dos métodos básicos do comunismo é erradicar a arte em favor de algo bem tosco. Não a toa, o SESC, um dos últimos locais com uma estrutura decente para se tocar, tem preterido bandas em favor de performances com uns barbados um cheirando o cu do outro. Para um comunista de merda, isso pode ser arte, para mim não é. E temos a dificuldade de não ter empresário. Mas queríamos alguém que acreditasse no som da banda. O Rod Smallwood, empresário do Iron Maiden, chegou a vender a casa dele para investir na banda. Hoje não existem empresários existem cafetões. Isso é apenas uma das coisas que deu errado. Nos anos 70, com ditadura, militares, censura e o caralho, tínhamos os Secos e Molhados, o Terço e o Casa das Maquinas. Hoje, com isso que o PT chama de democracia temos o luan santana, o cara do tchu (sei lá o nome e não quero saber) e a claudia leitte. Não me parece que as coisas tenham melhorado, rsrsrs.

 

* Para saber mais sobre o Harry, vai aqui: https://www.facebook.com/harrybandbrazil/info/?tab=page_info.

 

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O BLOGÃO ZAPPER INDICA

* Disco, I: o novo do Suede, claro.

 

* Disco, II: o quarteto pós-punk inglês Savages, formado apenas por garotas, levou quase três anos para lançar seu segundo álbum, mas a espera valeu a pena e as meninas (a vocalista Jehnny, a guitarrista Gemma, a baixista Ayse e a baterista Fay) demonstram a mesma qualidade artística e a mesma potência musical obtidas em sua ótima estréia com “Silence Yourself”, editado em maio de 2013. Vai daí que este “Adore Life” começa impactante com “Answer” e assim prossegue pelas nove faixas seguintes, sendo que “Evil” com sua melodia dançante e dark (perfeita para pistas escuras de clubs rocks under), seu baixo estupendo e as guitarras oitentistas, remete o ouvinte diretamente à Londres de 1983, quando Siouxsie e seus Banshees dominavam o gothic rock mundial. Sem contar que a vocalista Jehnny dispara inflexões com dramaticidade e intensidade na medida exata, além de soar exatamente IGUAL à diva Siouxsie – e isso é um baita elogio. Discão e entra desde já entre os melhores lançamentos de 2016, sendo que você conferi-lo na íntegra aqui: https://play.spotify.com/album/6c3UkztmOmW2GtunSNN3NZ.

O novo álbum das Savages: já na lista dos melhores de 2016

 

* Stoner rock brazuca de respeito: formado em Belém do Pará há mais de uma década, o grupo Vinyl Laranja (liderado pelo vocalista e guitarrista Andro “Baudelaire” Pinheiro) é ainda pouco conhecido fora do circuito rocker do Norte brasileiro, mas produz um dos trabalhos mais consistentes da atual indie scene nacional. A praia da banda é o stoner rock pesadão e chapadão (de nomes como Kyuss ou Queens Of The Stone Age), as letras são escritas em bom inglês e as melodias são tramadas com guitarras poderosas, como pode ser ouvido em “Unchangeable Past Fleeting Future”, que foi gravado ano passado em Austin, nos Estados Unidos, onde o conjunto residiu por alguns meses – agora eles estão retornando ao Brasil, onde pretendem fazer shows para mostrar no palco as músicas do novo trabalho. Interessou e quer saber mais sobre o VL? Vai aqui: https://www.facebook.com/Vinyllaranja/timeline. Sendo que o álbum pode ser ouvido na íntegra aí embaixo.

* Documentário rocker bacanão: já está na web a campanha de financiamento coletivo que visa arrecadar dindin para o lançamento do documentário “Guitar Days”. Produzido e dirigido pelo agitador cultural Caio Augusto Braga, o doc resgata a história de toda a cena indie guitar brasileira dos anos 90’ e que teve bandas sensacionais como Pin Ups, Brincando de Deus, Low Dream, Second Come, Pelvs, Thee Butcher’s Orchestra  e muitas outras que produziram uma obra rocker que merecia esse resgate histórico. Afinal todas elas cantavam em inglês e tinham uma consistência sonora que inexiste atualmente na cena alternativa brazuca. O documentário reúne dezenas de depoimentos de músicos e jornalistas (entre estes, o autor destas linhas zappers) que vivenciaram aquela época, está finalizado e agora só precisa desse apoio da galere (em forma de contribuição financeira) pra que ele possa enfim ser lançado. Interessou em colaborar? Vai aqui: https://www.catarse.me/guitardays. Sendo que o teaser do documentário você pode conferir aí embaixo.

 

* Expo Tim Burton: ainda não foi conferir a exposição dedicada a obra de um dos melhores e mais originais cineastas que surgiram na cinematografia americana nas últimas três décadas? Então corre até o Mis (Museu da Imagem e do Som), em Sampa, que a expo “O mundo de Tim Burton” permanece em cartaz por lá até o dia 15 de maio. Lembrando que nas terças-feiras a visitação é gratuita e todas as infos sobre o evento estão aqui: http://www.mis-sp.org.br/icox/icox.php?mdl=mis&op=programacao_interna&id_event=1995.

O gênio do cinema Tim Burton (acima) e a exposição dedicada à sua obra (abaixo): em cartaz no Mis/SP até maio

 

* Baladas pro finde que se aproxima, ulalá! Yep, o primeiro postão inédito de 2016 do blogão campeão em cultura pop está finalmente sendo concluído já na quinta-feira, 3 de março. Então vamos ver o que rola desde já em termos de agitos no circuito noturno alternativo de Sampalândia, néan. Começando já na noitona de quinta quando vai rolar show do bacanudo grupo Hertz & Ruídos no Gillans Rock Bar (que fica na rua Marquês de Itú, 284, metrô República, centrão de Sampa), a partir das onze da noite. Depois ainda dá pra esticar a balada na sempre fervida festa “Loucuras”, comandada pelo super DJ André Pomba no melhor inferninho gls do Brasil, o club A loca (que fica na rua Frei Caneca, 916, Consolação, centro de São Paulo).///O mesmo Hertz & Ruídos volta aos palcos também na sexta-feira (dia 4) mas no Café Aurora (que fica na rua 13 de maio, 112, Bixiga, centro de Sampa). Já no Inferno Club (no 501 da rua Augusta) vai rolar mais uma edição da “Neon Party Baby”.///Sabadão? Não tem pra ninguém: a noite é do open bar da Outs (no 486 da Augusta), o MELHOR open bar rocker de São Paulo atualmente e ponto final. Tá bão, né? Então se APRUMA e se joga, porra!

 O grupo Hertz & Ruídos: shows na capital paulista nesse final de semana

 

 

FIM DE TRANSMISSÃO

Ufa! Primeiro postão total inédito do blogão em 2016 finalmente chegou ao fim, mas apenas por enquanto. Semana que vem estamos na área novamente e se tudo der certo, já com o novo visual completamente instalado por aqui. A reformulação vai ficar legalzona, podem aguardar. Até lá deixamos beijos de língua nas leitoras e abraços quebra-ossos nos leitores. Inté!

 

 

(ampliado, atualizado e finalizado por Finatti em 3/3/2016 às 00h.)

Programação normal por aqui e NADICA de carnaval! Guentaê aê só mais um pouco que quando o reinado de Momo acabar, o blogão mais legal de cultura pop e rock alternativo da web BR volta com tudo em sua versão 2016. E vem fodão, REPAGINADO e falando de Suede, Savages, bandas indies nacionais bacanudas e, claaaaaro, da Olé Tour dos imbatíveis e imortais Rolling Stones, que começou anteontem no Chile e que chega em três semanas ao Brasil

Zap’n’roll versão 2016 a caminho! Ela chega novinha em folha e total repaginada na semana que vem, logo após o carnaval; e vem falando da imperdível Olé Tour, dos imortais Rolling Stones (acima), que começou anteontem no Chile e que chega ao Brasil no final do mês; e também já veterano britpop Suede, que lançou há pouco já um dos bons discos deste início de ano; então, guentaê só mais um pouco que logo menos voltamos com tudo! (Stones: foto Uol)

 

Calma e não choras, fio: o blogão zapper versão 2016 está chegando logo depois do carnaval e com novo visual, mais algumas novidades editoriais e falando como sempre de assuntos bacaníssimos. Então guentaê só mais um pouquinho! Depois do carnaval (sendo que aqui a programação é sempre normal e NADICA de baticum) o blogão zapper finalmente volta. E restreia com novo visual e com mais algumas novidades, okays?

 

Vamos falar no primeiro post deste ano de um velho nome do britpop, o Suede, que continua dando boas alegrias aos seus fãs. E também das incríveis Savages, e de gente da indie scene nacional que vale a pena falar – Harry, Manic Mood, Vinyl Laranja etc. E, claaaaaro, dos velhos Stones, que deram a largada anteontem no Chile na sua Olé Tour, que chega ao Brasil agora no final de fevereiro.

 

Então fique sussa, vá curtir o reinado de momo (que começa sua desgraceira nesse país desgracento na próxima sexta-feira) e depois volta aqui que estaremos te recebendo com todo o carinho, uia!

 

Até lá!

 

 

* E a abertura da turnê latina da maior banda de rock’n’roll de todos os tempos, na última quarta-feira em Santiago do Chile, foi mais ou menos assim:

 

 

 

 

* E com ESTE set list:

 

  1. Start Me Up
  2. It’s Only Rock ‘n’ Roll (But I Like It)
  3. Let’s Spend the Night Together
  4. Tumbling Dice
  5. Out of Control
  6. She’s a Rainbow (primeira vez desde 16 de Setembro de 1998)
  7. Wild Horses
  8. Paint It Black
  9. Honky Tonk Women
  10. You Got the Silver (Keith Richards nos vocais)
  11. Happy (Keith Richards nos vocais)
  12. Midnight Rambler
  13. Miss You
  14. Gimme Shelter
  15. Jumpin’ Jack Flash
  16. Sympathy for the Devil
  17. Brown Sugar
    Bis:
  18. You Can’t Always Get What You Want
  19. (I Can’t Get No) Satisfactio

 

XXX

 

Pra quem vai cair na folia: booooom carnaval! Até a semana que vem!

 

(enviado por Finatti às 13:30hs.)