AGORA VAI!!! (com postão finalmente novão mas aproveitando infos e textos do anterior) – O mundo anda total cinza, a política brasileira continua mais IMUNDA do que nunca, a sociedade brazuca está cada vez mais intolerante e bestial e o blog zapper vai levando como pode, detendo sempre seu olhar sobre a cultura pop e falando neste post sobre o beeeeem desconhecido (por aqui) grupo indie rock/folk canadense Half Moon Run e também (finalmente) dando suas impressões do novo cd do Radiohead; tem também papos sobre os novos discos dos Strokes e do Garbage e um resumo do que foi a Virada Cultural em Sampa (em imagens bacanas); o ASSALTO ao bolso que vai ser o preço dos ingressos pra ver o grande Wilco em outubro e, em compensação, o festival da Cultura Inglesa trazendo gigs do Kaiser Chiefs e da Nação Zumbi NA FAIXA; o novo pub/estúdio de tatuagem fodão do baixo Augusta, a boa radio rock mantida por uma operadora de TV a cabo e mais isso e aquilo no blogão que (assumimos) demora um pouco a ser atualizado, mas quando chega com postão novo… bota pra foder, ulalá! (postão finalizado em 7/6/2016)

Half Moon Run O quarteto canadense de indie folk/rock Half Moon Run (acima) é mais uma das boas descobertas do blog zapper, nesses tempos em que está difícil descobrir novas e boas bandas no mondo rocker; já na Virada Cultural de São Paulo deste ano o já clássico indie guitar dos Pin Ups  (abaixo) mostrou que está em plena forma, mesmo com mais de vinte anos de existência: fizeram showzão (abaixo) e depois rolou comemoração no camarim, pelos nivers de Flávio Forgotten e Adriano Cintra, com direito a participação de Zap’n’roll (também abaixo)

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O mundo anda tão complicado…

Essa constatação já havia sido feita pelo saudoso e genial Renato Russo, em uma canção da inesquecível Legião lá por 1991 (portanto, há vinte e cinco anos). O que o falecido letrista e vocalista da maior banda da história do rock brasileiro diria então, se vivesse nos dias atuais? Nesses tempos abolutamente tenebrosos com o país mergulhado em abismo econômico jamais visto, sendo administrado nesse momento por um governo moralmente total ilegítimo e politicamente tão desonesto e corrupto quanto supostamente era aquele que foi banido do poder. O que Russo diria ao se deparar com tamanha BESTIALIDADE e conservadorismo das pessoas? Com a grande ignorância, falta de cultura e total despreparo intelectual da maioria do brasileiro médio, o que o torna cada vez mais reacionário e moralista hipócrita? O próprio Renato disse, durante entrevista ao autor deste blog (para a finada revista Interview, em matéria que foi publicada nela em janeiro de 1994), que “a ignorância é VIZINHA da maldade”. Sábia observação a dele e que se projeta de maneira assombrosa e gigantesca nos tempos atuais, quando uma atriz como a bela Bruna Linzmeyer é massacrada em redes sociais apenas porque afirmou, durante uma entrevista, que namora uma… mulher (leia sobre aqui: http://f5.folha.uol.com.br/celebridades/2016/05/10002143-valeu-a-pena-bruna-linzmeyer-se-expor-tanto.shtml). Ou quando o Brasil é VERGONHOSAMENTE noticiado no mundo todo por conta do BÁRBARO estupro sofrido por uma adolescente de apenas dezesseis anos, no Rio De Janeiro (a outrora “cidade maravilhosa” e que hoje está reduzida a escombros em termos de violência urbana). E isso em pleno 2016, já há mais de quinze anos no século XXI e quando o ser humano deveria estar plenamente despossuído de qualquer moralismo e preconceito de ordem racial, política, social, sexual, comportamental etc. Mas a verdade é que nos últimos vinte ou trinta anos a humanidade ANDOU PRA TRÁS nessas questões (na evolução tecnológica, sem dúvida alguma, ela continuou avançando como nunca) e regrediu tremendamente nelas. Desta forma todo esse quadro torna a alma e o coração de Zap’n’roll cada vez mais cinzas (fora que andamos passando, nos últimos dias, por turbulências de ordem pessoal, emocional e amorosa). E a cada renovação do post daquele que é um dos blogs de cultura pop e rock alternativo mais acessados do Brasil (o nosso, o que muito nos orgulha), sentimos enooooorme dificuldade em continuar achando algo que nos motive com força a continuar em meio a esse caos que se transformou o Brasil e o planeta como um todo. E se continuamos é porque sabemos que leitores ainda nos querem. E nos querem vendo falando de descobertas bacanas, como o grupo indie rock/folk canadense Half Moon Run (que nem é tão novo assim e chega a ser meio surpreendente que NENHUM blog brazuca de rock alternativo tenha escrito UMA LINHA sobre eles até hoje), sobre o qual detemos um olhar mais atento nesse post que você começa a ler agora, que está entrando no ar excepcionalmente na tarde de uma segunda-feira amena em Sampa – sendo que iremos prolongando os trampos por aqui e ampliando e “engordando” o material ao longo semana, okays? Então vamos em frente porque o mundo anda mesmo muuuuuito complicado e cultura e ótima música e rock’n’roll sempre ajudam a aliviar um pouco a sensação de que quase nada mais vale a pena nesse planeta fodido como ele está atualmente.

 

  • Pois então: rolaram tretas técnicas por aqui, o blogger ainda loker acabou se enrolando todo e achamos melhor abrir um novo e CAPRICHADO postão pra começar esta semana, ao invés de concluir o anterior. Então cá estamos, aproveitando sim algo do anterior (como o editorial de abertura, que continua com seu texto totalmente válido e atual) e acrescentando muuuuuito mais. Vai lendo que tem assunto pra curtir a semana toda.

 

 

  • Mas vale o pedido: alô Porta80 (o servidor do blog): VAMOS POR ESSA PORRA PRA FUNCIONAR DIREITO, pode ser?

 

 

  • Que horror e que vergonha pro Brasil inteiro o episódio BESTIAL que aconteceu no Rio de Janeiro, onde uma adolescente de dezesseis anos de idade foi brutalmente CURRADA por mais de trinta ANIMAIS (sim, pessoas que cometem uma barbárie desse nível não podem ser classificadas como seres humanos). Sabe aquela célebre história de que o brasileiro é o povo mais CORDIAL do mundo? Já Elvis, amigão. A sociabilidade brazuca já foi pra puta que pariu há séculos. E somente TROUXAS ainda crêem nela. Isso aqui virou terra de ninguém, o blogger zapper tem VERGONHA de ser brasileiro e o Brasil tornou-se mesmo a nação da sociedade bestial e do salve-se quem puder e NENHUM deus (ele, há muito, deixou de ser brasileiro) por todos.

 

 

  • Começamos a parte política de nossas notas iniciais falando da GIGANTE VERGONHA do caso da merenda escolar no Estado de São Paulo (boa parte dos alunos não a recebem, estão sem ter o que comer e ainda há o escândalo da corrupção em torno dela, patrocinado pelo PSDBosta, claro). Então esqueçamos um pouco a GRANDE MERDA em Brasília (com o governo ilegítimo de Michel “mordomo de filme de terror” Temer) e nos detenhamos em São Paulo, Estado há mais de 20 anos DOMINADO pelo PSDB e (des) governado por esse BANDIDO, FILHO DA PUTA, SUJO, ESCROTO, COVARDE e CANALHA chamado Geraldo AlckMERDA. Não bastasse tudo o que este crápula tem feito em sua administração DANTESCA (ou, como disse o jornalista e amigo Jairo Lavia em sua página no Facebook: “Veja bem, o governo Alckmin é acusado de dar calote no Metrô, surrupiar merenda, bater em estudante, matar inocentes, desocupações arbitrárias e junto com o PSDB de promover um esquema de corrupção nos trens metropolitanos e outras roubalheiras. Mas o MPSP está mesmo é preocupado com a rasteira que o Haddad deu num tal historiador de botequim. Como disse o Marcelo Rubens Paiva, “nossas instituições são uma merda!”), há agora a CEREJA do bolo. Não que a questão da PORCA (ou imunda?) merenda (e até a falta dela, já que a corrupção envolvendo a dita cuja, com gente do tucanato envolvida até o pescoço na parada que está ROUBANDO COMIDA DA BOCA DE CRIANÇAS) seja novidade a essa altura do campeonato. Mas nos IMPRESSIONOU de verdade (e da pior forma possível) esse vídeo postado no YouTube pela Trip TV. A emissora da revista convidou um crítico gastronômico para PROVAR e AVALIAR, durante uma semana, a MERENDA que o (des) governo paulista serve aos estudantes da rede pública. É, numa palavra, ESTARRECEDOR. Sendo que o vídeo (André Forastieri, o homem do portal R7, informa que mr. Alcksujo está mandando sua tropa de choque ligar para as grandes redações de mídia, para tentar CENSURAR a veiculação do vídeo mas ele, FELIZMENTE, já mega viralizou) pode ser visto aí embaixo (obs: parabéns por estar na equipe de produção do vídeo, Camila Eiroa. Você ainda vai longe como jornalista!). Assim, o que podemos desejar é que todos os IMBECIS que votaram nesse MONSTRO da sordidez política e têm filhos estudando na rede pública paulista, tenham CONGESTÕES infinitas (eles, os pais, não seus pobres filhos).

 

  • Bien, pelo menos a semana passada terminou com a notícia de que será aberta na Assembleia Legislativa de São Paulo a CPI da merenda escolar. Vamos ver no que ela vai dar…

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  • E mr. Sérgio Machado (ex-presidente da Transpetro, subsidiária da Petrobras), com sua delação premiada aceita pelo STF, é o novo “homem-bomba” da república das bananas. Pelo jeito (e segundo o próprio delator afirma) não vai sobrar NINGUÉM em Brasília, uia!

 

 

  • E pra uma semana (a passada) que teve feriadão (no Brasil), até que ela foi beeeeem agitada no mondo pop/rock, néan. E um desses agitos ficou por conta do já veterano quinteto indie nova-iorquino The Strokes, que liberou na web o ep “Future Presente Past”, com três músicas inéditas (e um remix para uma delas). Com lançamento oficial marcado para o próximo dia 3 de junho, o ep é o primeiro sinal de vida (em termos de material inédito de estúdio) da turma do vocalista Julian Casablancas desde 2013, quando a banda editou o cd “Comedown Machine”. De qualquer forma ele já está disponível para audição em todos os lugares possíveis (como o Spotify, sendo que você pode conferir o dito cujo aí embaixo). E o que estas linhas rockers acharam de “Future Present Past”? Bien, o grupo já está com uma década e meia nas costas e cinco álbuns lançados. Sendo que o primeiro deles, “Is This It?” (2001) continua sendo a obra-prima dos Strokes, um disco irretocável do inicio ao fim e onde o conjunto reeditou as melhores melodias herdadas do proto-punk novaiorquino dos anos 70’ e também as melhores ambiências inspiradas em gigantes como Velvet Underground e Television. Depois é o que se sabe: Julian e cia. nunca mais conseguiram gravar algo no mesmo nível e a qualidade musical foi caindo disco a disco. Assim o novo ep possui duas faixas razoáveis: “Drag Queen” (que soa algo melancólica e traz de volta as melodias inspiradas em Television) e “Threat of Joy” (que soa como um mix improvável de proto-punk com eflúvios de… bossa nova!). Já “Oblivius” é inclassificável e ruim de doer. Resumindo a ópera: para um conjunto que ficou três anos sem gravar e agora solta um ep com duas músicas razoáveis e uma total descartável, é de se esperar com apreensão o material que virá no trabalho completo. Mas nunca se sabe. Vai que os já “velhos” Strokes ainda nos surpreenda com um discão…

 

  • E assim como os Strokes quem também lança disco novo agora em junho (mais especificamente no dia 10) é o ainda fodão e adorado quarteto americano Garbage. Yep, aquele mesmo da tesudíssima e loka vocalista loira Shirley Manson (a única não americana da banda; ela nasceu na Escócia e está inacreditavelmente GOSTOSÍSSIMA aos quase cinqüenta anos de idade, que irá completar em agosto próximo) e do super produtor Butch Vig (o sujeito que comandou a produção de um certo “Nevermind”, de um certo Nirvana). Só que ao contrário do grupo de Julian Casablancas, o Garbage ameaça soltar um discaço. Pelo menos é essa a impressão que fica quando escutamos “Empty”, primeiro single de trabalho de “Strange Little Birds”, que sucede o também muito bom “Not Your Kind of People”, editado há quatro anos. Pois então: em entrevistas para promover o álbum miss Manson já adiantou que a sonoridade dele remete ao começo do conjunto, algo entre o grunge de Seattle e o sombrio pós-punk inglês oitentista. Um disco algo “sinistro”, como são os tempos atuais, segundo a mulher que ainda povoa os sonhos eróticos zappers e também do nosso amado super DJ André Pomba, uia! Enfim, “Empty” possui guitarras ferozes, melodia poderosa e que “pega” o ouvinte na primeira audição e sinaliza que o Garbage continua mais em forma do que nunca. A conferir o restante do material dentro de mais alguns dias. Sendo que o vídeo para o primeiro single você pode ver aí embaixo.

 

  • O país é total sem memória e outros blogs de cultura pop brazuca também são. Mas Zap’n’roll não poderia deixar de registrar que nesta semana um gênio GIGANTE e IMORTAL do rock’n’roll ficou mais velho. Sim, mr. Bob Dylan completou setenta e cinco anos de idade na semana passada. Pouca gente comentou sobre mas estas linhas rockers bloggers deixam aqui seu registro e nossos parabéns ao sujeito que deu ao mundo milhares de obras-primas, entre elas “Like A Rolling Stone” e “Mr. Tambourine Man”.

 

 

  • A gigante Sony Music arrancou a gorducha (hoje, nem tanto) Adele das mãos da gravadora inglesa XL Recordings. Valor da putaria, quer dizer, transação: módicos US$ 131 milhões. Aí cabe a pergunta: quantas vidas inteiras a cantora precisaria viver pra torrar toda essa grana?

 

 

  • Já o Radiohead segue fazendo a turnê de divulgação do novo álbum (que, sim!, será resenhado nesse mesmo post, lá embaixo nas indicações culturais do blog) e causando comoção entre os fãs, ao “desenterrar” canções que estavam “banidas” do repertório ao vivo do conjunto. Somente na semana passada Thom Yorke e cia brindaram os franceses com versões de “Creep” e “2+2=5”, que não eram tocadas nos palcos há pelo menos seis anos.

 

 

  • O WILCO FINALMENTE VOLTA AO BRASIL, MAS O PREÇO DOS INGRESSOS… SOCORRO! – Ok, ok, todo mundo ficou mega feliz e satisfeito com o anúncio na última segunda-feira (em que o BANDIDO Romero Jucá foi PILHADO em escuta telefônica, articulando pra frear a Lava Jato) de que o grande Wilco finalmente volta ao Brasil, após 10 anos de ausência. A bandaça alt country liderada pelo gênio Jeff Tweedy e uma das mais amadas por estas linhas bloggers rock dos anos 2000’, toca dia 8 de outubro num tal de Urban Stage, em Santana (zona norte da capital paulista), em comemoração aos dez anos do festival e do blog Popload. Tudo ótimo, tudo lindo não fosse um “pequeno” detalhe: é isso mesmo o valor dos ingressos? 300 temers a pista simples, 500 PAUS a FAMIGERADA pista Premium e 700 DINHEIROS um camarote? É isso mesmo Lucio Ribeiro (um dos sócios do Popload fest e editor do blog homônimo)? Não era VOCÊ quem sempre combatia em seus posts a INFÂMIA que é ter pista premium em shows? E agora, mudou de idéia? Quem o convenceu de que é melhor ganhar mais grana sangrando o bolso dos pobres (e muitas vezes otários) fãs que desejam muito ver sua banda preferida o mais perto possível em uma gig dela? Sua sócia, miss Paola Wescher? Huuummm… E não venham com o bla bla blá de que esses são os valores CHEIOS dos tickets, que dá pra comprar meia entrada etc, etc, etc. O zapper, por exemplo, não tenho carteira de estudante e nem é a favor de falsificar uma. E como miss Paola não morre de amores ppelo autor deste espaço rocker online (muito pelo contrário) desde que namorou com aquela escrotice em forma de ser humano chamado José Merda Flávio Jr, obviamente irá barrar (como já o fez anteriormente) qualquer pedido nosso para se credenciar para o evento. E como mr. Luscious, por quem temos respeito e já tivemos muita amizade e simpatia (e não sabemos se ele tinha por nós) não irá brigar com sua sócia por nossa causa, iremos PENSAR se vamos ou não. Se for, será com ingresso COMPRADO, com recursos do nosso bolso. Mas realmente achamos desagradável um show do Wilco ter ingressos a até 700 mangos – o que dá quase 200 dólares (pela cotação cambial de hoje) e sendo que nos Estados Unidos um show do mesmo Wilco não tem entrada custando mais de 30 dólares nem a pau, Juvenal. Isso, ao nosso ver, tira do festival seu aspecto mais, hã, alternativo. E coloca a marca Popload no mesmo patamar de GANÂNCIA (quanto mais faturar for possível em cima dos fãs, melhor) da terrível T4F, por exemplo. Não custa e não OFENDE perguntar: o Popload Festival é BANCADO pela cerveja Heinecken. Isso não é SUFICIENTE para baratear um pouco os preços cobrados nas entradas do mesmo? Só pra saber. E antes que nos esqueçamos: você vai no show do Wilco e paga o ticket mais caro, de 700 pilas. Pode botar aí também mais vários caraminguás pra pagar estacionamento, beber brejas dentro do local do show e comer algo por lá também ou depois que sair de lá. Ou seja: um rolê desses sai brincando uns mil reais, isso se você for SOZINHO. É muita grana, ainda mais com o país estando total fodido economicamente como está nesse momento. E como se não bastasse esse autêntico assalto ao bolso pra se assistir ao grande Wilco, a banda americana acaba sendo, de fato, talvez a única atração que valha realmente a pena nesse Popload Fest. Battles? Grupelho de “math-rock” nova-iorquino que ninguém conhece aqui e nem nos EUA tem muita relevância na indie scene de lá. Mas mais bizarro (ou pior) ainda é a “nova revelação” da MPB (jezuiz… mais uma…), a cantora Ava Rocha. “Vendida” pela produção do evento como “cantora” (já lançou dois discos) e “cineasta” (!), Ava é mais uma daquelas figuras que, na falta de maior estofo e qualidade como compositora e CANTORA, empurra seu peixe na goela dos incautos como se ele fosse um mix de música “experimental” com nuances “avant gard”. Traduzindo: canções chatas pra gente metida a intelectual. Se você acha que o blog está sendo cruel demais com a garota, confira aí embaixo o vídeo que ela gravou para seu mais recente single (extraído do seu segundo álbum de estúdio, lançado ano passado), “Auto das bacantes”, que conta inclusive com a performance de uma modelo inteiramente nua, onde se sobressai sua XOXOTA PELUDONA, que aliás é o que mais chama a atenção no clip (Zap’n’roll sempre a d o r o u bocetas peludas, ahahahaha) porque a música, no final das contas, é ruim pra caralho.

 

  • Então, se pra assistir Wilco em outubro está um autêntico assalto ao pobre bolso dos fãs, de repente é muuuuuito mais vantajoso marcar presença em mais uma edição do já tradicional festival da Cultura Inglesa, não é? O evento deste ano rola no próximo dia 12 de junho, domingo, lá no Memorial da América Latina (zona oeste da capital paulista, e onde aconteceram todas as últimas edições do festival) e vai ter como shows principais os ingleses do Kaiser Chiefs (que sempre mandam bem ao vivo) e o já clássico Nação Zumbi. Sendo que o MELHOR da parada é que o Cultura Inglesa é DE GRAÇA. Você só precisa retirar os tickets no local indicado no site do festival, e ir curti-lo na boa, sem furar seu bolso por conta disso. Beleusma? O blog vai estar lá dia 12, claaaaaro. E espera ver seu dileto leitorado por lá também, sendo que as infos sobre ele estão aqui: http://www.culturainglesasp.com.br/wps/portal/Internet_New/cif/musica/show-de-encerramento.

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Os ingleses do Kaiser Chiefs voltam a Sampa daqui a duas semanas, pra tocar no encerramento do festival Cultura Inglesa; e o que é melhor: DE GRAÇA!

  • Ainda falando em festivais, vai rolar um mezzo goth, mezzo metal em setembro em Sampa, o Maximus Fest, lá no autódromo de Interlagos em 7 de setembro. Vão ter gigs do já velho (mas ainda em forma, o blog supõe) Marilyn Manson e também dos alemães do Rammstein, além de outras bandas gringas e nacionais.

 

 

  • Postão começando agitadão, néan? Pois é, como o anterior não pôde ser concluído por problemas técnicos (como já dissemos mais acima), resolvemos caprichar nas notas iniciais desse. Mas vamos ao que interessa: dá um confere aê embaixo sobre uma descoberta, hã, “fofa” destas linhas lokers/rockers sempre atentas aos movimentos do indie rock planetário. O destaque desta vez é o quarteto canadense Half Moon Run, já há seis anos na ativa, dois discos lançados e uma sonoridade guitar folk/rock que vai encantar fãs de Crosby, Stills & Nash, Neil Young e Mumford & Sons.

 

 

DIRETO DO CANADÁ, O INDIE FOLK  ROCK BACANA DO HALF MOON RUN

Você aí do outro lado da tela do note (ou do tablet ou mesmo do smartphone) e que acompanha estas linhas bloggers sempre atrás de alguma novidade bacana no rock planetário atual, por acaso já ouviu falar do quarteto canadense indie folk Half Moon Run? Nunca? Sem problema: nem o blog conhecia o grupo até duas semanas atrás. E como uma de nossas funções é essa mesma (descobrir algum nome novo e que valha a pena no rock’n’roll atual, algo que está cada vez mais difícil), acabamos topando com o som dos garotos uma tarde dessas, enquanto ouvíamos a bacanuda rádio “new rock” operada por um canal de TV a cabo (mais sobre ela logo aí embaixo). Foi quando rolou a faixa “Full Circle”, que abre o primeiro álbum do grupo. O blog parou o que estava fazendo, aguçou seus ouvidos e se encantou com as nuances folk e a delicada melodia da música. E foi correr atrás de mais infos sobre o conjunto, claro.

O Half Moon Run existe há seis anos. Formado em Montreal (no gélido Canadá) em 2010, é integrado pelo vocalista e guitarrista Devon Portielje, pelo também guitarrista e tecladista Conner Molander, pelo baterista Dylan Phillips e pelo multiinstrumentista Isaac Symonds. E desde que surgiu a banda já lançou dois álbuns: “Dark Eyes”, em 2012, e “Sun Leads Me On”, editado em outubro do ano passado, sendo que é neste segundo trabalho que nosso espaço rocker online se deteu com mais atenção para escrever sobre a banda.

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o segundo álbum de estúdio do quarteto canadense Half Moon Run, lançado ano passado

O som do HMR se insere basicamente na tradição do folk americano (de nomes como Neil Young e Crosby, Stills & Nash) mas com uma ambiência mais pop e atual, próxima ao do sumido Fleet Foxes (por onde andam?) ou até mesmo de Father John Misty (mas sem a chatice deste). Seria como se Bob Dylan se encontrasse com o Mumford & Sons e desse encontro saísse uma jam session recheada de canções divididas entre o bucolismo pastoral do folk e o pulsar de guitarras mais rockers. É mais ou menos isso que permeia os dois CDs lançados pelo HMR até o momento, notadamente no mais recente, “Sun Leads Me On”, um disco bordado com esmero e que exibe canções belíssimas como “Warmest Regards” (toda pontuada por violões e flautas suaves), “I Can’t Figure Out What’s Going On” (que começa calma para depois ganhar aceleração e guitarras mais agressivas que sustentam uma belíssima condução vocal), “Hands In The Garden” (encantadora em sua melodia algo melancólica), “Narrow Margins” (com seus violões dolentes), “Devil May Care” (idem, mais violões acalentando a alma de quem os ouve) ou a própria faixa-título. E mesmo quando a sonoridade do cd se mostra mais rock como em “Consider Yourself” (uma faixa que destoa bastante do restante do álbum, pela sua levada mais pop e com introdução até de alguma ambiência eletrônica, vejam só), ainda assim o Half Moon Run continua prendendo a atenção do ouvinte por mostrar versatilidade e liberdade criativa em sua proposta musical.

É um grupo beeeeem legal no final das contas. E que ainda pode render futuros bons discos. Já bem conhecido nas redes sociais (sua página no Facebook já tem mais de cento e cinqüenta mil likes), o Half Moon Run mostra que ainda há gente nova tentando fazer ótimo rock’n’roll em um tempo em que ele, o rock, vive à beira do abismo. E quem sabe o quarteto canadense não aparece qualquer hora dessas aqui pelos lados do bananão, para alguns shows? Fikadika para produtores como o nosso querido chapa Bruno Montalvão, da Brain Productions.

 

 

 

O TRACK LIST DO SEGUNDO DISCO DO HALF MOON RUN

1.”Warmest Regards”

2.”I Can’t Figure Out What’s Going On”

3.”Consider Yourself”

4.”Hands in the Garden”

5.”Turn Your Love”

6.”Narrow Margins”

7.”Sun Leads Me On”

8.”It Works Itself Out”

9.”Everybody Wants”

10.”Throes”

11.”Devil May Care”

12.”The Debt”

13.”Trust”

 

 

E A BANDA AÍ EMBAIXO

No vídeo de “Full Circle”, a faixa de abertura do disco de estréia dela, “Dark Eyes”.

 

OS DOIS ÁLBUNS DO HMR PARA AUDIÇÃO NA ÍNTEGRA AÍ EMBAIXO

Através do YouTube (“Dark Eyes”) e do Spotify (“Sun Leads Me On”)

 

  • O blog zapper descobriu o Half Moon Run por acaso numa dessas madrugadas, quando ouvia os sons que eram tocados pela rádio “new rock” da operadora de TV a cabo NET (que o autor deste blog resolveu assinar há dois meses, depois de passar anos tendo problemas e encheção de saco com sua antiga operadora). Como todos sabem operadoras de telefonia e tv a cabo geralmente são um horror, ao menos no Brasil. Mas quando oferecem um serviço bacana e que merece elogios, é justo que façamos esse elogio. Pois as rádios disponibilizadas pela NET (MPB e rock, entre outras) têm mostrado uma programação com boa qualidade, principalmente a plataforma “new rock” que, sim, toca bandas surgidas nos últimos vinte anos e algumas bobagens mas, no geral, também mostra zilhões de nomes novíssimos e desconhecidos. Ou seja: vale a pena conferir e Zap’n’roll anda muito satisfeita com o que tem ouvido na rádio da TV NET.

 

 

VIRADA CULTURAL EM SAMPA 2016 – ALGUMAS IMAGENS PRA RESUMIR COMO FOI A BALADA

Foi a Virada mais tranqüila da capital paulista nos últimos anos. Com menos palcos na região central da cidade, mais policiamento ostensivo e alguns shows sensacionais a edição deste ano agradou quem foi conferir as gigs. O blog, por exemplo, passou boa parte da madrugada do último sábado pra domingo acompanhando a movimentação no palco rock (instalado na avenida Rio Branco, do lado da cracolândia paulistana). Lá se encontrou com amigos e chegados de alguns dos grupos que se apresentaram, e ainda conferiu ótimas performances dos Pin Ups, do conjunto reunido para fazer um tributo ao saudoso gênio Júpiter Maçã e também do veteraníssimo (mas sempre em forma) Violeta de Outono.

Abaixo algumas pics do que foi essa madrugada muuuuuito rock’n’roll em pleno coração de Sampalândia.

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O já clássico space rock do Violeta de Outono (acima) foi um dos destaques do palco rock, na Virada Cultural deste ano; antes da banda entrar em cena, Zap’n’roll papeia com seu velho amigo Fábio Golfetti (abaixo), vocalista, guitarrista e líder da banda

FINATTIFABIDONI

FINATTIBETOBRUNO2016

A “beberança” foi brava no palco rock da Virada Cultural: o jornalista gonzo/zapper encontra com seu brother Beto Bruno (vocalista do Cachorro Grande, acima), após ter “secado” uma garrafa de Black Label no camarim dos Pin Ups (era niver do batera Flávio Forgottinho e do fofo guitarrista Adriano Cintra, ambos velhos “chegados” do blog); não satisfeito, o jornalista beberrão ainda foi “examinar” a qualidade do vinho que Beto estava tomando, hihi (abaixo)

FINATTIVINHO

IMAGEMBLACKLABELPINUPS

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E durante toda a Virada, o público disse NÃO ao governo ILEGÍTIMO que ocupou a presidência do país

 

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FIM DE PAPO

Complicações de última hora, ajustes na plataforma do WordPres e o post fica por aqui.

Mas ainda esta semana (até o final dela) entra novo postão (e com a resenha do novo Radiohead, promessa, rsrs). Falando da volta do Garbage e muuuuuito mais, podem esperar.

Até lá então, com beijos nas gatas e abraços nos garotos. Rock’n’roll sempre!

 

(finalizado por Finatti em 7/6/2016 às 11:30hs.)

 

O mundo anda total cinza, a política brasileira mais IMUNDA do que nunca e o blog zapper vai levando como pode, detendo sempre seu olhar sobre a cultura pop e falando neste post sobre o beeeeem desconhecido (por aqui) grupo indie rock/folk canadense Half Moon Run e também (finalmente) dando suas impressões do novo cd do Radiohead; tem Virada Cultural em Sampa neste finde e festa goth bacanuda semana que vem na capital paulista, na véspera de mais um feriadão; o novo pub/estúdio de tatuagem fodão do baixo Augusta, a boa radio rock mantida por uma operadora de TV a cabo e mais isso e aquilo em um post mais, hã, modesto (post em GIGANTE construção)

 

IMAGEMHALFMOONRUN

Você nunca tinha ouvido falar do quarteto rock/folk canadense Half Moon Run (acima)? Nem o blog até bem pouco tempo atrás, e trazemos essa “descoberta” para nosso dileto leitorado esta semana; afinal a banda mostra que ainda há inteligência e bom gosto no rock alternativo mundial atual e que ela é tão legal quanto continua sendo a lenda indie guitar brazuca Pin Ups (abaixo), que se apresenta neste sábado à noite (leia-se: amanhã) na edição 2016 da Virada Cultural na capital paulista

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O mundo anda tão complicado…

Essa constatação já havia sido feita pelo saudoso e genial Renato Russo, em uma canção da inesquecível Legião lá por 1991 (portanto, há vinte e cinco anos). O que o falecido letrista e vocalista da maior banda da história do rock brasileiro diria então, se vivesse nos dias atuais? Nesses tempos abolutamente tenebrosos com o país mergulhado em abismo econômico jamais visto, sendo administrado nesse momento por um governo moralmente total ilegítimo e politicamente tão desonesto e corrupto quanto supostamente era aquele que foi banido do poder. O que Russo diria ao se deparar com tamanha BESTIALIDADE e conservadorismo das pessoas? Com a grande ignorância, falta de cultura e total despreparo intelectual da maioria do brasileiro médio, o que o torna cada vez mais reacionário e moralista hipócrita? O próprio Renato disse, durante entrevista ao autor deste blog (para a finada revista Interview, em matéria que foi publicada nela em janeiro de 1994), que “a ignorância é VIZINHA da maldade”. Sábia observação a dele e que se projeta de maneira assombrosa e gigantesca nos tempos atuais, quando uma atriz como a bela Bruna Linzmeyer é massacrada em redes sociais apenas porque afirmou, durante uma entrevista, que namora uma… mulher (leia sobre aqui: http://f5.folha.uol.com.br/celebridades/2016/05/10002143-valeu-a-pena-bruna-linzmeyer-se-expor-tanto.shtml). E isso em pleno 2016, já há mais de quinze anos no século XXI e quando o ser humano deveria estar plenamente despossuído de qualquer moralismo e preconceito de ordem racial, política, social, sexual, comportamental etc. Mas a verdade é que nos últimos vinte ou trinta anos a humanidade ANDOU PRA TRÁS nessas questões (na evolução tecnológica, sem dúvida alguma, ela continuou avançando como nunca) e regrediu tremendamente nelas. Desta forma todo esse quadro torna a alma e o coração de Zap’n’roll cada vez mais cinzas (fora que andamos passando, nos últimos dias, por turbulências de ordem pessoal, emocional e amorosa). E a cada renovação do post daquele que é um dos blogs de cultura pop e rock alternativo mais acessados do Brasil (o nosso, o que muito nos orgulha), sentimos enooooorme dificuldade em continuar achando algo que nos motive com força a continuar em meio a esse caos que se transformou o Brasil e o planeta como um todo. E se continuamos é porque sabemos que leitores ainda nos querem. E nos querem vendo falando de descobertas bacanas, como o grupo indie rock/folk canadense Half Moon Run (que nem é tão novo assim e chega a ser meio surpreendente que NENHUM blog brazuca de rock alternativo tenha escrito UMA LINHA sobre eles até hoje), sobre o qual detemos um olhar mais atento nesse post que você começa a ler agora, que está entrando no ar já na tarde de uma sexta-feira amena em Sampa – sendo que iremos prolongando os trampos por aqui e ampliando e “engordando” o material ao longo do final de semana (de Virada Cultural na capital paulista) e da próxima semana, okays? Então vamos em frente porque o mundo anda mesmo muuuuuito complicado e cultura e ótima música e rock’n’roll sempre ajudam a aliviar um pouco a sensação de que quase nada mais vale a pena nesse planeta fodido como ele está atualmente.

 

 

  • E começamos nossas notas iniciais falando da GIGANTE VERGONHA do caso da merenda escolar no Estado de São Paulo (boa parte dos alunos não a recebem, estão sem ter o que comer e ainda há o escândalo da corrupção em torno dela, patrocinado pelo PSDBosta, claro). Então esqueçamos um pouco a GRANDE MERDA em Brasília (com o governo ilegítimo de Michel “mordomo de filme de terror” Temer) e nos detenhamos em São Paulo, Estado há mais de 20 anos DOMINADO pelo PSDB e (des) governado por esse BANDIDO, FILHO DA PUTA, SUJO, ESCROTO, COVARDE e CANALHA chamado Geraldo AlckMERDA. Não bastasse tudo o que este crápula tem feito em sua administração DANTESCA (ou, como disse o jornalista e amigo Jairo Lavia em sua página no Facebook: “Veja bem, o governo Alckmin é acusado de dar calote no Metrô, surrupiar merenda, bater em estudante, matar inocentes, desocupações arbitrárias e junto com o PSDB de promover um esquema de corrupção nos trens metropolitanos e outras roubalheiras. Mas o MPSP está mesmo é preocupado com a rasteira que o Haddad deu num tal historiador de botequim. Como disse o Marcelo Rubens Paiva, “nossas instituições são uma merda!”), há agora a CEREJA do bolo. Não que a questão da PORCA (ou imunda?) merenda (e até a falta dela, já que a corrupção envolvendo a dita cuja, com gente do tucanato envolvida até o pescoço na parada que está ROUBANDO COMIDA DA BOCA DE CRIANÇAS) seja novidade a essa altura do campeonato. Mas nos IMPRESSIONOU de verdade (e da pior forma possível) esse vídeo postado no YouTube pela Trip TV. A emissora da revista convidou um crítico gastronômico para PROVAR e AVALIAR, durante uma semana, a MERENDA que o (des) governo paulista serve aos estudantes da rede pública. É, numa palavra, ESTARRECEDOR. Sendo que o vídeo (André Forastieri, o homem do portal R7, informa que mr. Alcksujo está mandando sua tropa de choque ligar para as grandes redações de mídia, para tentar CENSURAR a veiculação do vídeo mas ele, FELIZMENTE, já mega viralizou) pode ser visto aí embaixo (obs: parabéns por estar na equipe de produção do vídeo, Camila Eiroa. Você ainda vai longe como jornalista!). Assim, o que podemos desejar é que todos os IMBECIS que votaram nesse MONSTRO da sordidez política e têm filhos estudando na rede pública paulista, tenham CONGESTÕES infinitas (eles, os pais, não seus pobres filhos).

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  • O mondo pop/rock segue total calmo nos últimos dias. E esta semana quase não tivemos nenhuma notícia digna de nota aqui. Yep, vai rolar um festival mezzo goth, mezzo metal em setembro em Sampa, o Maximus Fest, lá no autódromo de Interlagos em 7 de setembro. Vão rolar gigs do já velho (mas ainda em forma, o blog supõe) Marilyn Manson e também dos alemães do Rammstein, além de outras bandas gringas e nacionais. Fora isso mais nada a destacar. Por enquanto…

IMAGEMMARYLINMANSON

O metal/goth do inferno Marilyn Manson: show dia 7 de setembro em São Paulo

 

  • Então iremos ampliando nossas notinhas aqui assim que paradas mais legais surgirem, okays? Por hora dá um confere aê embaixo sobre uma descoberta, hã, “fofa” destas linhas lokers/rockers sempre atentas aos movimentos do indie rock planetário. O destaque de hoje é o quarteto canadense Half Moon Run, já há seis anos na ativa, dois discos lançados e uma sonoridade guitar folk/rock que vai encantar fãs de Crosby, Stills & Nash, Neil Young e Mumford & Sons.

 

 

DIRETO DO CANADÁ, O INDIE FOLK ROCK BACANA DO HALF MOON RUN

Sobre o qual estas linhas rockers bloggers fala bastante logo menos. Espera aí que já voltamos com uma radiografia bacana sobre eles, beleusma? Sendo que enquanto o texto sobre eles não aparece aqui, você pode ouvir aí embaixo o segundo álbum da banda, “Sun Leads Me On”, lançado em 2015. Boa audição!

 

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Premido por compromissos pessoais e profissionais (estamos correndo já por conta da Virada Cultural, que rola em Sampa neste final de semana), o blog zapper dá uma parada rápida nos trampos aqui mas promete voltar já neste sábado (ou amanhã), com o texto sobre o grupo canadense Half Moon Run e muuuuuito mais por aqui, certo? Então vai colando na área novamente que logo menos iremos voltar com ampliação bacanuda. Até já!

 

(enviado por Finatti às 17hs.)