AMPLIAÇÃO FINAL (com a saída da Inglaterra da União Europeia, o festival de Glastonbury, o novo disco do RHCP, os trinta anos de um mega clássico da história do rock e a triste saga de Lex “Lilith porcão” Antunes) no ar! – e ainda: O país segue em chamas na política (com a quase cassação de Eduardo Cunha, Michel “mordomo de filme de terror” Temer também sendo acusado de corrupção, além da prisão do “japonês da Federal”, ulalá!) e o mondo rocker também volta a pegar fogo com o novo discão do sempre ótimo e velho Garbage; os treze anos do blog zapper e as três décadas de jornalismo musical de um repórter sempre rock’n’roll; e como um ex-respeitado jornalista de cultura pop se tornou um autêntico tranqueira, porcão, ogro, fofoqueiro e autor de um livro e filme que foram fracassos retumbantes de vendas e audiência (postão FINALIZADO em 24/6/2016)

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Com mais de duas décadas de trajetória o quarteto americano Garbage (acima) acaba de lançar novo e fodástico álbum; a banda continua em plena forma, inclusive ao vivo (abaixo), como mostrou em 2012 quando tocou em Sampa, no festival Planeta Terra

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ÚLTIMAS DAS ÚLTIMAS PRA TERMINAR MEEEEESMO O POSTÃO

  • Yep. Sexta-feira, 24 de junho, frio delícia em Sampalândia e a gente aqui, concluindo saporra.

 

 

  • Entonces, Reino Unido fora da União Europeia. E o mundo como nós antes o conhecíamos cada vez mais distante…

 

 

  • O canal americano HBO não resistiu aos altos custos de produção e a queda na audiência e decidiu: não vai fazer outra temporada da espetacular série “Vinyl”, concebida pelos gênios Martin Scorsese e Mick Jagger. Poxa…

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O elenco da série ultra rock’n’roll Vinyl: não haverá nova temporada pela HBO, snif…

  • E tem Glastonbury esse finde na Inglaterra. O maior festival de rock mundo resiste ao tempo com zilhões de atrações de todos os tipos, e tendo como headliners esse ano Coldplay, Adele e o pavoroso Muse. Sinceramente? Até o Glasto já foi melhor…

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  • E agora é fim mesmo. Postão já gigantão, pra ninguém reclamar. Divirtam-se que semana que vem tem mais.

 

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AMPLIANDO O POSTÃO – O NOVO CD DO RHCP E OS TRINTA ANOS DE UM MEGA CLÁSSICO DA HISTÓRIA DO ROCK

  • “The Getaway”, o novo álbum dos Red Hot Chili Peppers (o primeiro inédito desde 2011) saiu oficialmente ontem (sexta-feira, o blogão está sendo novamente ampliado e possivelmente finalizado no sabadão, 18 de junho) nos Estados Unidos e deve ganhar edição nacional logo menos. E daí? Daí que pela “amostra” que chegou antes na web (o single “Dark Necessities”) não animou nadica estas linhas rockers a escutar o novo disco por inteiro. Porran, musiquinha frouxa e bunda da porra. E que nos faz lembrar, com alguma melancolia e saudade, de como esses caras já foram FODÁSTICOS na época do “Blood Sugar Sex Magic” (1991, lá se vão 25 anos…), e sendo que em janeiro de 1993 o jornalista zapper os viu ao vivo pela primeira vez, na ainda turnê desse álbum, no extinto festival Hollywood Rock. O estádio do Morumbi, em Sampa, veio abaixo. A banda ainda tinha Anthony Kiedis na flor dos seus 30 anos de idade e o grupo tocou o terror no Morumba. Show realmente inesquecível – depois o blog ainda os viu novamente em 1999 (no ex-Credicard Hall, atual Citibank Hall) e em 2013 na arena Anhembi. Se a banda parece continuar bastante em forma ao vivo (como se viu no Anhembi há 3 anos, o show foi bem intenso e com o quarteto ainda no gás), parece que em estúdio a vaca definitivamente tá indo pro brejo. Além disso as “slapadas” de Flea no baixo já se tornaram manjadas demais (logo ele, um dos melhores baixistas dessa porra chamada rock’n’roll) e Kiedis parece que se esqueceu mesmo de que está com quase 54 anos nas costas e assumiu de vez sua síndrome de Peter Pan – com aquele boné de “mano” e aquele bigodão feião ele insiste em achar que ainda tem 20 anos de idade. E… ok, o Chad Smith continua um batera do inferno. Mas isso não basta, não é? Quando o RHCP perdeu a relevância, afinal? Lá por 1999, quando lançaram “Californication”? Provavelmente. De qualquer forma, pra quem ainda é fã dos caras, dá um confere aê embaixo no cd todo, que já está no Spotify. Se o blog vai escutar o dito cujo? Mais pra frente, quando tiver paciência pra tanto.

 

  • Agora, mais importante do que o novo trabalho do RHCP e se é pra falar MESMO de obras-primas do rock’n’roll: todo mundo vive falando (jornalistas inclusive) dos 15 anos da morte de fulano, dos 25 anos do lançamento de tal disco, dos 30 séculos do peido de não sei quem. Pois ontem ESSA obra-prima da história do rock comemorou exatas três décadas de seu lançamento e o blogão zapper não viu UMA LINHA sobre isso em lugar algum (né, Luscious Ribeiro). Dos quatro IRREPREENSÍVEIS discos que os Smiths lançaram em sua curta porém inesquecível trajetória, “The Queen Is Dead” é o nosso preferido e está eternamente na nossa lista dos DEZ MELHORES DISCOS de rock de TODOS OS TEMPOS – sendo que os Smiths são uma das cinco bandas da vida de Finaski (as outras quatro: Stones, REM, Clash e Nirvana). Foi o álbum certo na hora certa e não tinha como dar errado um disco que tinha esse track list PERFEITO) do início ao fim:

1.”The Queen Is Dead”

2.”Frankly, Mr. Shankly”

3.”I Know It’s Over”

4.”Never Had No One Ever”

5.”Cemetry Gates”

6.”Bigmouth Strikes Again”

7.”The Boy with the Thorn in His Side”

8.”Vicar in a Tutu”

9.”There Is a Light That Never Goes Out”

10.”Some Girls Are Bigger Than Others”

 

  • Enfim, a rainha morreu e nunca mais haverá uma banda como os Smiths. E nem um novo “The Queen Is Dead”. Ponto.

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O país dos falsos heróis.

Sendo que um dos mais comentados caiu por terra e foi ver o sol nascer quadrado na última semana. Yep, o agente federal Newton Ishii, que ganhou fama nacional pela sua atuação na operação Lava Jato (quando sempre aparecia ao lado de políticos e empresários que eram apanhados pela PF, para serem encaminhados presos ao Paraná) e acabou se tornando conhecido pela alcunha de “japonês da Federal”, também acabou indo, ele próprio, em cana e por determinação da Justiça que o investigava já há anos em inquéritos sobre corrupção dentro da PF. Com isso a nação COXA e total burra que domina a classe média/média, média/alta deste tristonho Brasil se viu em prantos e sem mais um de seus FALSOS heróis. Algo (heróis que na verdade são muito mais facínoras do que exemplos dos quais devemos nos mirar e nos orgulhar) que, de resto, é o que sempre houve em excesso por aqui, a república da piada pronta e do eterno bananão onde herói é traficante de drogas, bandido, criminoso, assaltante, ladrão, político sujo e policial truculento e que se sobrepõe à Lei. Não há uma lógica correta em uma nação e em uma população que sempre preferiu vangloriar e admirar quem transgredia e transgride as leis, e onde o ótimo exemplo jamais partiu de onde deveria (de cima, da classe política e dos governantes). Dessa forma a grande tragédia brasileira foi se consumando e se estabelecendo ao longo de nossa história – e isso desde que os portgueses aqui aportaram, em 1.500. O que garantiu ao Brasil perante o mundo a pouco lisongeira classificação de “país não sério” (nas palavras do presidente francês Charles De Gaule, isso ainda nos anos 60’). Então você aí, otário de plantão, que bateu panelas em varandas chics pedindo o impichamento de Dilma e achando que isso iria resolver o SEU problema (sim, porque não existe classe mais individualista e egoísta no universo do que a média brasileira, que só grita quando algo dói no seu próprio bolso mas dá um foda-se total para qualquer um que lhe peça um ato mínimo de solidariedade social), agora se decepciona ao ver que um dos seus “heróis” não era tão honesto quanto você afinal de contas imaginava. Qual será o próximo exemplo de “retidão” comportamental e pública que você passará a idolatrar? Jair Bolsonazi? Sérgio “tirano” Moro? Deputada Tia Eron? E assim iremos e prosseguiremos, prestando vassalagem a falsos heróis que sabem iludir muito bem o populacho de um país que há mais de quinhentos anos vive apenas disso mesmo: de ilusões. É por isso que Zap’n’roll não sente absolutamente NENHUM orgulho de ser brasileiro (muito pelo contrário: o que sobra em muitas ocasiões ao autor deste blog é VERGONHA de ter nascido nestes trópicos do inferno) e também por isso é que sabemos que a célebre “cordialidade brasileira” já foi há muito pra casa do caralho. Resta-nos então continuar acreditando e admirando sempre o rock’n’roll e a cultura pop. Ele pode também não estar andando muito bem das pernas. Mas ainda produz ídolos não tão falsos e bandas ainda relevantes. Como o já veterano Garbage, que lançou mundialmente seu novo disco, e que por isso mesmo é um dos assuntos em destaque nesse post que começa agora. Esqueça japoneses da Federal e outros ídolos que na verdade não passam de bastardos inglórios. E vá direto ao que ainda nos faz feliz nesse mundo: a cultura pop e o rock do Garbage.

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O “japa da Federal” em selfie animada ao lado do deputado OGRO Jair Bolsonazi: os BASTARDOS INGLÓRIOS de um país sem heróis de verdade

 

  • Bien, ao noticiário político nas nossas notinhas iniciais. A mulher do evangélico pilantra Eduardo Cunha se tornou ré na Lava Jato. E o próprio está a um passo da cassação, já que o Conselho de (falta de) Ética da Câmara aprovou o relatório que pede que ele seja cassado. O fim político desse verme está próximo. Ou não?

 

 

  • A nova heroína do Brasil? Tia Putaron, a arretada deputada baiana, claaaaaro!

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  • E como estas linhas bloggers sempre prezam pela JUSTIÇA, vamos dar também um esculacho no prefeito de Sampa, Fernando Haddad, que mandou a GCM recolher dos moradores de rua os colchões e caixas de papelão que lhes servem de abrigo e proteção contra esses dias bastante frios de final de outono. Uma medida BURRA e total insensível do prefeito da maior cidade do país e que até aqui tem feito uma administração com muito mais pontos positivos do que negativos. Aí não, Fernandão!

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O prefeito de Sampa, Fernando Haddad: falta de sensibilidade para com os moradores de rua; aí não, Fernandão!

 

  • E questões ideológicas e políticas à parte, estas linhas online possuem antes de tudo senso profissional. Desta forma aceitaram mais uma vez convite da Secretaria Estadual de Cultura para atuar como curador na edição 2016 do Proac. Claaaaaro que inimigos variados e fakes bundões vão latir, dizendo que o blog deveria ser coerente e não aceitar trampo remunerado de um governo o qual sempre criticamos. Nada a ver: trabalho é trabalho e se fomos convidados a integrar a equipe de curadores é porque nos julgaram competentes para exercer a curadoria, simples.

 

 

  • Sendo que agradecemos mais uma vez o sempre amado André Pomba pela indicação do nosso nome para a curadoria. Amor eterno pra ele!

 

 

  • Frio enfim em Sampalândia, depois de dois anos de quase nada de inverno por aqui. O blog zapper, que AMA frio, está pulando de alegria com a temperatura na casa dos dez graus, como estava ontem por volta das onze da noite na Vila Mariana (zona sul da cidade e onde moramos). E isso porque o inverno em si ainda nem começou! Que continue assim, uhú!

 

 

  • Agora surpresa mesmo foram os tickets gratuitos da edição deste ano do festival Cultura Inglesa terem se evaporado em menos de vinte e quatro horas. Tudo bem que foram gigs da Nação Zumbi e do Kaiser Chiefs. Mas nem o gênio Johnny Marr esgotou vinte mil ingressos no ano passado. Deu a loka no povo, é?

 

 

  • Blogs “vizinhos” trombetearam que Richard Ashcroft, ex (ou ainda?) vocalista do grupo britpop inglês The Verve, vem ao Brasil para shows no final deste ano. Ok. O Verve, na real, sempre foi muito superestimado e tem apenas um discaço de fato, o “Urban Hymes”, lançado em 1997. Daí que o autor do referido blog (ele! LR, claaaaaro!) chamar o cantor de “um dos maiores gênios da música inglesa das últimas décadas” é de um exagero e uma ESTUPIDEZ sem tamanho, ainda mais quando se trata de jornalistas musicais com mais de cinqüenta anos de idade nas costas e que teriam, por obrigação do ofício e da idade, saber que a palavra “gênio” não pode ser escrita por aí a torto e a direito. Gênio, que estas linhas bloggers rockers saibam, são Bob Dylan, Ian Curtis, Lou Reed, Morrissey, Jimi Hendrix, Keith Richards, Jim Morrison, Mick Jagger, Pete Townshend. E estas linhas online não acham que o cantor do Verve esteja à altura de nenhum dos gênios citados acima. Mas normal: pra quem acha o máximo borboletear pelas Oropa acompanhando jogos de futebol e não dar uma linha sequer em seu bloguinho sobre o novo álbum do Garbage, tudo é possível.

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Segundo blogs “vizinhos” de cultura pop o vocalista do Verve fará shows no Brasil ainda este ano, sendo que para estes mesmos blogs o rapaz é um dos maiores gênios do rock inglês nas últimas décadas; quanto exagero e falta de… cultura pop, rsrs

 

  • Enfim, primeira parte do post entrando no ar na fria tarde desta quarta-feira. Então iremos ampliando as notas iniciais ao longo do finde e começo da próxima semana, na medida em que assuntos, hã, relevantes, forem surgindo, okays? Por enquanto vamos direto ao que interessa: o novo discão do Garbagem que você confere aí embaixo.

 

 

SHIRLEY MANSON CONTINUA UMA DEUSA ROCKER E O GARBAGE REAPARECE COM DISCÃO

Já são mais de vinte anos de trajetória. Vinte e três na verdade, e que teve início em 1993 na pequena cidade de Madison, no Estado americano de Wisconsin. E nesse tempo todo o quarteto Garbage acabou lançando apenas seis discos de estúdio, sempre fazendo hiatos relativamente longos entre um e outro álbum. Pois eis que finalmente no último dia 10 de junho a banda liderada pela ainda total delicious vocalista Shirley Manson, editou seu novo trabalho, o primeiro inédito desde 2012. “Strange Little Birds” chegou às lojas dos Estados Unidos e Inglaterra puxado por um single fodástico e do inferno (a faixa “Empty”) e mostra que o grupo ainda está em grande forma, mesmo com seus integrantes oscilando entre os cinqüenta e os sessenta e cinco anos de idade.

O Garbage surgiu quando a cantora e compositora escocesa Shirley Manson foi convidada por uma trinca de produtores e músicos americanos (Steve Marker, Duke Erikson e o gênio Butch Vig, o homem por trás da produção de álbuns clássicos do início dos anos 90’, como “Gish” do Smashing Pumpkins, e “Nevermind”, a obra-prima do Nirvana) para cantar no projeto musical que eles estavam montando. A idéia era (e continua sendo, até hoje) combinar guitarras barulhentas com nuances eletrônicas e melodias pop. Deu tão certo que o álbum de estréia, “Garbage”, lançado em 1995, vendeu em poucas semanas mais de quatro milhões de cópias apenas em território americano. E não tinha mesmo como dar errado: o quarteto exibia rocks poderosíssimos (como os dois singles arrasa-quarteirão “Only Happy When It Rains” e “Stupid Girl”, que devastaram as rádios do mundo todo, Brasil incluso, e continuam tocando até hoje), um time de músicos coesos e, a cereja no bolo: um XOXOTAÇO magro e loiro de vinte e oito anos de idade que, nas entrevistas, afirmava ser uma consumidora voraz de drogas além de também devorar com igual tesão homens e mulheres. Não deu outra: Shirley Manson se tornou a sexy simbol da vez no rock’n’roll, povoando inclusive os desejos mais secretos e perversos do autor deste blog e até do nosso amado supr DJ e biba fofa André Pomba, ulalá!

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Capa (acima) do novo discão do quarteto americano Garbage; a banda da vocalista tesão Shirley Manson (abaixo) continua em forma!

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O segundo disco (“Version 2.0”) saiu apenas em 1998 (e aí o quarteto começava a promover seus longos intervalos entre um lançamento e outro) mas, mesmo demorando a ser lançado, repetiu o sucesso da estréia, puxado pelo barulhento e radiofônico single “I Think I’m Paranoid”, a música que mr. Pomba (a essa altura já fanzaço do grupo) batizou de “a saga de Finatti”, em resenha do álbum escrita por ele na extinta edição impressa da saudosa revista Dynamite. Nos catorze anos seguintes o grupo, embora sem jamais cessar suas atividades, foi diminuindo cada vez mais o ritmo dos lançamentos e editou discos que embora mantivessem o padrão de qualidade em alta, já não estavam mais repercutindo como nos anos 90’. Afinal agora os tempos eram de pop descartável ao extremo (a lá Kate Perry, Justin “biba” e outros menos votados) e não parecia haver mais muito espaço para uma banda como o Garbage.

Uma tremenda injustiça no final das contas para um grupo que nunca perdeu o pique e que vem de dois ótimos álbuns em sequencia: “Not Your Kind Of People” (lançado em 2012) e agora este “Strange Little Birds”, cuja sonoridade remete bastante ao primeiro trabalho do conjunto. “Empty”, o primeiro single de trabalho, é uma canção demolidora e daquelas que valem por um disco inteiro. Mas ainda tem mais, com a banda equilibrando muito bem momentos mais pesados com outros introspectivos e bastante sombrios – a vocalista Shirley Manson já declarou em matérias sobre o álbum que ele é “sinistro como os tempos atuais”, o que confere ainda mais relevância ao novo cd de um quarteto que, em tempos de rock fútil, flácido, vazio e emburrecido, ainda tenta mostrar que rock’n’roll deve sim continuar sendo música para provocar reflexões e mudanças em que o escuta.

Trata-se enfim, de uma estupenda coleção de faixas onde o sombrio (“Blackout”, “If I Lost You” ou “Amends”, que fecha o disco com agônicos seis minutos de duração) coexiste em harmonia com levadas mais pop e que poderão render futuros novos e ótimos singles (“Magnetized” e “Teaching” seriam os dois mais prováveis candidatos nesse sentido). Para um grupo que já existe há mais de duas décadas e cujo integrante mais velho (o guitarrista Duke Erickson) está com sessenta e cinco anos nas costas, o Garbage mostra vitalidade de iniciante em “Strange Little Birds”. A vitalidade que quase não se encontra mais no rock’n’roll do século XXI.

 

 

O TRACK LIST DO NOVO DISCO DO GARBAGE

1.”Sometimes”

2.”Empty”

3.”Blackout”

4.”If I Lost You”

5.”Night Drive Loneliness”

6.”Even Though Our Love Is Doomed”

7.”Magnetized”

8.”We Never Tell”

9.”So We Can Stay Alive”

10.”Teaching Little Fingers to Play”

11.”Amends”

 

 

OUÇA O NOVO CD NA ÍNTEGRA ABAIXO

 

A BANDA EM CLIPS

Numa sucessão de vídeos clássicos e matadores: a novíssima “Empty” além das inesquecíveis “Only Happy When It Rains”, “Stupid Girl” e “I Think I’m Paranoid”, além do show completão que o grupo apresentou no extinto festival Planeta Terra em São Paulo, em 2012.

 

 

O GARBAGE E OS ANOS 90’, QUANDO ELES DOMINARAM O MUNDO

  • Não tinha pra ninguém. Com um disco de estréia bombando nos charts pelo mundo afora (mais de quatro milhões de cópias vendidas apenas nos Estados Unidos, em 1995), três músicos/produtores fodões no line up e uma vocalista tesudíssima à frente da banda, o Garbage começou a dominar o cenário do mondo rocker na metade dos anos 90’. Os shows lotavam e todos queriam ver Shirley Manson (a devoradora de drogas, de homens e mulheres) de perto. A “febre” também não demorou a chegar ao Brasil e aqui “Only Happy When It Rains” estourou nas rádios. Todos queriam assistir o quarteto por aqui, ao vivo. E ele acabou vindo apenas em 2012, na penúltima edição do extinto festival Planeta Terra.

 

  • Em 1996 teve festa no saudoso Espaço Retrô (o moquifo alternativo mais genial que já existiu na capital paulista), para comemorar a primeira década de jornalismo rock da dupla Finatti e André Pomba, que foram os djs da balada. Um dos hits da noite foram as músicas do Garbage, claro. E como nessa época o zapper loker vivia “turbinado” de cocaine, Pomba logo apelidou a canção “I Think I’m Paranoid” (o single que “puxou” as vendas do segundo trabalho do conjunto e onde, no vídeo dele, Shirley Manson exibia sua… calcinha, ulha!) de “a saga de Finatti”, hihihi. Aliás a dupla de amigos inseparáveis tinha como “sonho de consumo” ninguém menos do que a totosa Shirley Manson. Quanta pretensão, rsrs.

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Ela está com quase cinquentinha de idade nas costas, mas continua um XOXOTAÇO!

  • Como já foi dito, o quarteto esteve uma vez no Brasil, há quatro anos. E o autor destas linhas rockers/lokers/bloggers conseguiu PERDER a gig. Motivo: a célebre “pontualidade” fináttica. O jornalista, com credencial e tudo pra cobrir o festival Planeta Terra, conseguiu chegar ao local DEPOIS que o Garbage já havia tocado. Resultado: o blog vive rezando para que a banda volte ao Brasil novamente.

 

  • Shirley Manson completa meio século de vida este ano, em agosto. Mas ela ainda deixa muita xoxotinha de vinte e poucos no chinelo, com certeza. Já o gênio Butch Vig está com sessentinha redondos nas costas. Mas idade pelo jeito não está sendo problema para a turma: o Garbage continua totalmente em forma.

 

TRÊS DÉCADAS DE JORNALISMO MUSICAL E TREZE ANOS DE BLOGAGEM ROCKER

Tudo começou por volta de maio de 1986. Ou muito antes na verdade: filho de um publicitário italiano e de uma artista plástica Mineira, o autor destas linhas rockers bloggers já tinha intenção de ser jornalista com doze anos de idade (quando pegava a máquina de escrever do seu pai e ficava “batucando” palavras nela). Uma intenção que se tornou concreta quando, aos vinte e dois anos de idade e cursando História (!) na extinta Universidade paulistana São Marcos, Finaski conheceu o apresentador Leopoldo Rey (que apresentava programas na também extinta rádio roqueira 97FM). Ambos se tornaram amigos e Rey indicou o jovem aspirante a jornalista para colaborar com textos em pequenas revistas que eram publicadas pela editora Imprima. Foi lá que então, em meados de maio/junho de 1986, saíram os primeiros textos de Finaski impressos em uma publicação vendida em bancas de jornais. No caso, era a revista Rock Stars e onde foram publicados três matérias do agora iniciante jornalista rock’n’roll: um perfil da banda inglesa The Smiths (que estava estourando no mundo inteiro, Brasil incluso), além de duas resenhas de discos.

Daí em diante não paramos mais. Novamente por indicação do bom e velho Leopoldo Rey, fomos colaborar com a revista Somtrês, que era dirigida por ninguém menos do que Maurício Kubrusly (ele mesmo, o repórter do “Me leva Brasil”, quadro do programa Fantástico, da TV Globo). Foram dois anos escrevendo para a Somtrês (de 1987 a 1989), o que nos abriu portas para ir trabalhar também na semanal IstoÉ e, em seguida, em jornais como Estado De S. Paulo, Jornal Da Tarde e, ao longo das três décadas seguintes, escrever para revistas como Bizz, Interview e Rolling Stones.

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Os saudosos Ramones na capa da revista Rock Stars (acima) de 1987, em matéria assinada por Zap’n’roll por ocasião da primeira vinda da banda americana ao Brasil, em fevereiro daquele ano; já em setembro de 1988 o jornalista rocker escrevia texto para o Caderno 2 (abaixo), do jornal O Estado De S. Paulo, falando da também primeira vinda ao país da indie guitar band australiana The Church; grandes momentos de uma trajetória de três décadas no jornalismo musical brazuca

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Quando começou a publicar a coluna Zap’n’roll, ainda na edição impressa da finada revista Dynamite (em 1993), o zapper já era então um dos nomes mais conhecidos do jornalismo musical paulistano. Na revista a coluna deixou de ser publicada em 1995. Mas voltou já em sua versão online em 2003, no portal Dynamite. Lá mesmo se tornou blog anos depois e acabou migrando para endereço próprio, onde permanece até agora e segue como um dos blogs de maior audiência da web BR de rock alternativo e cultura pop.

Não sabemos quanto tempo mais isso aqui irá durar. Porém, seja qual for essa duração, já nos damos completamente por satisfeitos por tudo o que fizemos até aqui no jornalismo musical nacional. É uma trajetória da qual nos orgulhamos imensamente, sem dúvida alguma. E por isso dividimos nesse texto (e sem as festas habituais que realizamos anualmente em bares e casas noturnas para comemorar a data; o país está em crise brava e não é hora pra gastar) esse orgulho e essas lembranças com nosso dileto leitorado. E desejando que ele nos acompanhe sempre, enquanto o blogão zapper estiver sendo publicado.

 

 

PERCA O PRECONCEITO E OUÇA O NOVO SINGLE DA… FERNANDA ABREU!

O blog nunca foi mega fã da Fernanda Abreu. Mas ao contrário do que o mau caráter e atualmente ultra reaça Lobão nos disse há mais de vinte anos (lá pelo final de 1995) durante uma entrevista que fizemos com ele para a extinta revista Interview (e onde ele disparava insultos contra a cantora, dizendo que ela sequer sabia falar; insultos que depois foram desmentidos pelo lobo covardão, que chamou o repórter de canalha em entrevista ao jornal “O Globo”, só que tínhamos as FITAS GRAVADAS com a entrevista), o blog a considera uma boa cantora e compositora. E cujo talento e sua já longa trajetória no pop brasileiro (que começou há mais de três décadas, quando ela cantou na Blitz) permitem que ela possua estofo artístico zilhões de anos luz da mixórdia e da imbecilidade plena e sem fim que tomou conta da música brasileira de hoje.

 

Ela lançou disco novo esse ano (“Amor Geral”), em maio passado. O primeiro álbum inédito em doze anos. E que anda recebendo bons elogios de quem já o escutou na imprensa musical. Zap’n’roll sinceramente não estava muito a fim de conferir o dito cujo mas aí nossos ouvidos deram com “Outro sim”, o primeiro single de trabalho do disco e que toca insistentemente nas rádios e na rádio NET MPB (que sempre escutamos). Longe de ser uma obra-prima, a música exibe o que Fernanda sempre soube fazer muito bem: pop dançante, grudento e radiofônico, combinando percussão, elementos de funk e eletrônica em doses equilibradas. Fora que a letra, também longe de ser um primor textual, está muuuuuito acima da média do horror que hora impera na música nacional, seja nas frases total ginasianas e pueris de breganojos e forrós à la Wesley Safadão, seja na tosquice asquerosa e inaceitável de Anittas e Ludmilas. Sem querer posar de intelectual ou erudita, Fernandinha compôs (em parceria com outros dois participantes do álbum) um mosaico com letra coloquial e usando expressões banais do dia-a-dia das pessoas (e por isso, de facílima assimilação e compreensão) que trazem uma precisa e até algo cruel radiografia do muito pelo que sempre passamos (e iremos continuar passando) em nossas vidas frugais e eivadas de rotina e superficialidade/banalidade.

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“Outro sim” é tão “pegajosa” que estas linhas bloggers se arriscam a dizer que talvez seja a MELHOR canção pop feita no Brasil em anos. Então entra essa sexta-feira (dia 24, quando o postão está finalmente sendo concluído) e até a próxima semana vamos reservar um tempinho para ouvir o disco inteiro – que, espera-se, seja tão bom quanto o primeiro single.

 

Mas Fernanda Abreu já marcou vários pontos por lançar algo como “Outro sim”. Ela está com cinqüenta e quatro anos nas costas (não parece), e nos últimos anos perdeu a mãe e terminou um casamento de quase trinta anos. Tinha tudo para se aposentar. Ao contrário, parece que esses episódios ruins em sua vida pessoal lhe deram força e munição para voltar revigorada com artista e cantora. E duvidamos que ela esteja reaça a essa altura do campeonato. Muito diferente de seu ex-colega da Blitz, mr. Cuzão, ops, Lobão. Aquele que se tornou um reaça de merda e que lançou também este ano um péssimo disco de heavy metal (que qualquer músico ginasiano gravaria) travestido de “ótimo” rock’n’roll.

 

TÓPICO ESPECIAL: UM LIVRO E UM FILME PARA NUNCA SE LER E ASSISTIR ANTES DE MORRER – OU, A TOTAL DECADÊNCIA DE UM OUTRORA GRANDE JORNALISTA DE CULTURA POP

O nome dele é Alex Antunes. Ou Lilith, para os “íntimos”. Você, dileto e jovem leitor zapper, talvez nunca tenha ouvido falar do sujeito e com razão: há pelo menos uns vinte anos ele, que já foi um dos expoentes do jornalismo de cultura pop na imprensa brasileira da década de 80’ (e, vá lá, início da de 90’), não faz ou produz nada relevante e que mantivesse seu nome nos holofotes.

Mas quem está na faixa dos quarenta/cinqüenta anos de idade (como o autor destas linhas sempre rockers e abusadas) se lembra de Alex Antunes. Ele foi um dos principais editores da célebre revista Bizz (uma das mais lendárias publicações musicais da história do jornalismo brasileiro) no auge dela. Também editou a revista Set (sobre cinema e muito menos famosa e importante do que a Bizz), isso nos anos 80’. E como sempre teve o ego maior do que o univero, Lilith se arriscava em tudo o que podia: além de escrever (muito bem na época, não há como negar) se meteu a ser vocalista em banda de rock. No caso, o grupo Akira S. & As garotas que erraram, que chegou a ter disco lançado pelo prestigioso (até hoje) selo independente Baratos Afins, por volta de 1987. O disco, claro, recebeu fartos elogios na própria Bizz (onde Alex era editor) mas foi um absoluto FRACASSO de vendas.

Não se sabe exatamente em que ponto de sua trajetória Alex Antunes foi perdendo a mão até se transformar no que é hoje (e sendo que o blog tem o desprazer de conhecer pessoalmente a figura há pelo menos duas décadas e meia): um loser em estado bruto e um personagem que, de outrora respeitado jornalista cultural, se transformou num OGRO como ser humano. Um porcão (que envelheceu mal inclusive fisicamente: aos cinqüenta e seis anos de idade, está careca e ultra obeso) que hoje em dia se compraz em ser um reles fofoqueiro da vida alheia, além de viver de expedientes pouco louváveis etica e moralmente falando – como ser um dos curadores (e não dos mais confiáveis) de algumas edições da Virada Cultural da capital paulista.

Zap’n’roll conviveu (não de perto, é vero) anos com mr. Lilith. Até possuía simpatia por sua figura algo estrambótica. Essa simpatia começou a descer ladeira abaixo quando o blog começou a perceber que por trás daquele outrora grande jornalista cultural se escondia uma personalidade de péssimo caráter. Essa percepção foi aumentando à medida em que Alex mostrava quem realmente era, sempre tirando sarro de tudo e de todos, sempre se achando o máximo e a última bolacha do pacote. E por fim o autor destas linhas online tomou definitivamente paúra e birra do porcão quando ele difamou publicamente (em grupos da finada rede social Orkut) uma ex-namorada zapper, que mora em Macapá (capital do Amapá), falando absurdos mentirosos da garota.

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O outrora bom jornalista de cultura pop Alex Antunes (acima) está tendo um triste fim de trajetória profissional; ogro, porcão e fofoqueiro assumido, há anos coleciona fracassos em tudo o que faz ou produz, como o “Best-seller” “A estratégia de Lilith” (abaixo), livro que ele lançou em 2001 pela finada editora Conrad e que vendeu espantosos 72 exemplares!

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E assim prossegue a triste sina de “porcão” Antunes. Em 2001 ele deu vazão ao seu lado “escritor” e publicou, pela extinta editora Conrad, seu único volume de ficção até o momento: “A estratégia de Lilith”, onde ele relata suas experiências tomando chá do Santo Daime – ele tomou tanto o dito cujo que ficou meio tantã. O livro, claaaaaro, foi um retumbante FRACASSO comercial. Segundo dados da própria editora na época, vendeu a “fantástica” quantia de setenta e dois exemplares (!!!). Não satisfeito, Alex Antunes conseguiu que alguém vertesse o livro para o cinema! O resultado foi o longa “Augustas”. Filmado em 2012 e tão sem pé nem cabeça quanto o livro, foi outro fiasco. Tão grande que sequer foi exibido no circuito comercial (mas pode ser encontrado no… YouTube, rsrs). O blogão zapper, óbvio, se deu ao trabalho de ler o livro (há mais de uma década) e ver o filme (alguns anos atrás), sendo que este espaço rocker/blogger ainda não conseguiu entender como o querido e grande Mário Bortolotto (dileto amigo destas linhas virtuais e um dos grandes autores da atual dramaturgia alternativa nacional) foi se meter nessa barca total furada – é ele quem faz o papel de Lilith na fita dirigida por Francisco Filho. Anyway, tanto o livro quanto o filme NÃO são para ser lido nem visto NUNCA ANTES de você morrer, rsrs.

O motivo deste tópico “especial” sobre esta deplorável e sinistra figura? Simples: volta e meia e talvez incomodado com a boa audiência e repercussão de Zap’n’roll, Alex Antunes vem “latir” no painel do leitor deste blog, tentando insultar e desqualificar o autor dele. E claro, covardão que é, sempre assina as mensagens com nome falso, geralmente utilizando a “alcunha” de Kaluan Freitas. Assim, já enjoados de ler suas imbecilidades e depois de encontrá-lo pessoalmente semanas atrás em uma loja de discos do centro de Sampa onde mr. Lilith ficou nervosinho com o jornalista zapper e insinuou que iria partir pra cima dele (uia!), resolvemos mostrar aqui como um ex-bom jornalista de cultura pop se transformou em um autêntico tranqueira.

Para quem se interessar,  está aí embaixo o link do YouTube para se assistir “Augustas”, além de mais alguns fatos rápidos sobre a trajetória recente e “gloriosa” de Lex Lilith. Divirtam-se!

 

  • Há anos sem publicar nada em nenhum órgão de imprensa realmente relevante (ele chegou a colaborar com a edição brasileira da revista Rolling Stone, no início de sua publicação no país), Lex mantém um blog no portal Yahoo que tem baixíssima audiência e que não é atualizado desde fevereiro deste ano. Ele pode ser acessado aqui: https://br.noticias.yahoo.com/blogs/alex-antunes/?nf=1.

 

  • Mesmo não fazendo nada de útil ou relevante em termos midiáticos há anos, Lilith tem lá seus fãs. Ele é AMADO por exemplo, pelo povo do coletivo cultural Palafita, comandado em Macapá (Amapá) pelo produtor Otto Ramos, um dos últimos braços nortistas do falido Fora do Eixo, a entidade mais PILANTRA surgida na cena musical e cultural independentes do Brasil em todos os tempos. Para o FDE do Amapá era Deus no céu e Alex Antunes na Terra. Tanto que todas as vezes em que o coletivo de lá realizou seu (também já pelo jeito extinto) festival QuebraMar (com verba pública, sempre é bom registrar), Alex Lilith era convidado a “acompanhar” o evento com tudo pago (passagens aéreas, hospedagem, alimentação etc.). E ele NUNCA escreveu uma linha sequer sobre o festival, em nenhum lugar.

 

  • Essas andanças por Macapá renderam a Alex uma relativa amizade com um dos bons grupos da cena rock da cidade no idos de 2009/2010, o Godzilla. Lilith se apaixonou pelo som da banda, resolveu apadrinhá-la e prometeu mundos e fundos a ela. Reuniu a turma e todos foram parar em Belém para que porcão Antunes produzisse na capital do Pará o disco de estréia do conjunto – tudo bancado, claaaaaro, pelo coletivo de Otto Ramos e com dinheiro mamado na teta pública. Cogitou-se até a participação de Arnaldo Antunes no álbum. Aí o leitor do blog solta a inevitável pergunta: e o disco? A resposta: não saiu até hoje, hihi.

 

  • Alex Antunes também meio que ludibriou a boa fé do grupo de Manaus Luneta Mágica (um dos melhores novos nomes do atual indie rock btazuca e que já foi fartamente falado no blog zapper). Quando conheceu o conjunto, se disse encantado pelo som deles e PROMETEU dar uma força para a banda, fazendo matérias e bla bla blá. Desfecho da ópera: Lex NUNCA escreveu UMA LINHA sobre a Luneta em nenhum lugar.

 

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O BLOGÃO ZAPPER INDICA

  • Discos: os novos do Garbage e do Radiohead, que você pode conferir na íntegra aí embaixo.

 

  • Novo bar legal no baixo Augusta: é o Outs Pub & Tattoo, que foi aberto há algumas semanas colado no já tradicional Outs, uma casas noturnas alternativas mais longevas da capital paulista e que agora em julho completa treze anos de existência. O Pub foi concebido como uma espécie de “esquenta” para a balada principal, não cobra entrada e oferece bebidas bacanas a preços decentes (como cervejas holandesas a dez pilas a garrafa grande, ou doses do total delicious Jack Daniel’s Honey a vinte mangos). Fora que, anexo a ele, também há um estúdio de tatuagem, comandado pelo DJ e tatuador Valentim. Se você ainda não passou por lá, vai dar um confere que vale muito a pena.

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Fachada do novo Outs Pub & Tattoo: esquenta pra balada em ambiente bacanudo e com preços honestos

  • Baladas pro finde friorento: yeah, com esse inverno gostoson chegando, dá vontade de ficar em casa enrolado no edredon. Mas sempre tem algo bacana pra se fazer no circuito under de Sampalândia, mesmo no frio. Então bora que hoje, sextona em si, tem especial rock nacional anos 80’ no lendário casarão do Madame Satã (que fica na rua Conselheiro Ramalho, 873, Bixiga, centro de Sampa), com a discotecagem comandada pela dupla Zowie e Rodrigo Cyber. Também hoje tem a festa No Fun, comandada pelo queridão João Pedro Ramos no open bar sempre infernal do Outs (na rua Augusta, 486).///E no sabadão? Pra esquentar com esse frio todo, não tem outra opção: novamente o open bar do Outs, que no sábado pega fogo de vez. Falouzes? Então se joga, cazzo!

 

 

E CHEGA, PORRA!

Demorou pra concluir a parada dessa vez mas chegamos ao final do post. Mas sem choros: semana que vem estaremos por aqui novamente. Até lá então!

 

 

(ampliado e finalizado por Finatti em 24/6/2016 às 20hs.)