AMPLIAÇÃO FINAL e GIGANTE! Contando como foi o festão mega de quinze anos do blog, mostrando o novo destaque da cena indie paulistana (o trio Ema Stoned) e trazendo uma MUSA ROCKER verdadeiramente ESPETACULAR para celebrar nossa década e meia de existência, wow! – Mesmo em um momento politicamente e democraticamente terrível e crucial para todo o Brasil, o blog zapper tenta se manter em festa e escapar ao menos um pouco desses dias angustiantes: nesse post especial celebramos nossos QUINZE ANOS DE EXISTËNCIA online, damos todas as infos do festão que vai BEBEMORAR e ROCKAR a data amanhã (sexta-feira) em Sampa, no Sesc Belenzinho, e ainda adiantamos que, sim, este espaço virtual se despede em DEFINITO de seu dileto leitorado ainda este ano (afinal, é melhor fechar a tampa no auge do que na decadência, como vemos por aí na “concorrência”, hihi); mais: em um tempo em que o rock e a cultura pop estão inapelavelmente no fundo do poço e no final de sua história, a grande Cat Power ainda se mantém total relevante com um belíssimo novo trabalho inédito de estúdio; e ainda nossas observações e opiniões sobre o segundo turno das eleições deste ano, uma musa rocker absolutamente de li ci ous (e que causa furor no circuito do baixo Augusta/SP) e muuuuuitooooo mais aqui, onde JAMAIS haverá espaço para a caretice, a intolerância, o preconceito e o FASCISMO comportamental, cultural, social e intelectual (postão MEGA totalmente ampliado e FINALIZADO em 26-10-2018)

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A cultura pop e o rock alternativo estão em seus estertores mas ainda resistem como podem, e nos oferecem ainda grandes discos, como o novo álbum da folk singer americana lindona que é Cat Power (acima), muito bem resenhado nesta edição comemorativa de quinze anos do blog zapper; uma data que inclusive será mega bem comemorada na noite desta sexta-feira em Sampa, com showzaços das bandas Saco De Ratos e The Dead Rocks (abaixo)

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MICROFONIA EXTRA E ESPECIAL – AS DUAS FACES DESTA ELEIÇÃO E DE QUAL LADO CADA UM ESTÁ

Analisando por alto a situação e sem uma pesquisa mais aprofundada nesse momento (pois teríamos que ter tempo para fazer isso, embora esse detalhe não inviabilize a realidade do que vamos elencar aí embaixo), podemos chegar a algumas conclusões. Começando por QUEM ESTÁ DO LADO DA VERDADE, DA DEMOCRACIA, da liberdade de expressão, do humanismo, do respeito, da tolerância com quem pensa diferente, e que é contra fascismo e nazismo político, ditadura e cerceamento de pensamento, machismo, homofobia, racismo, misoginia e mentira na política e nessas eleições:

 

– lideranças políticas que merecem nosso respeito pela sua trajetória, cultura, inteligência, equilíbrio, propostas de governança e RESPEITO à liberdade e democracia (Fernando Haddad, Ciro Gomes, Guilherme Boulos, Eduardo Suplicy, Luiza Erundina, José Luiz Penna etc.)

 

– artistas gigantes e de mega PESO da música brasileira e internacional (Roger Waters, Nick Cave, Madonna, os dois ex-guitarristas e fundadores do gigante indie Sonic Youth, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Daniella Mercury, Mano Brown, o guitarrista do Ira!, Egard Scandurra e o ex-baterista do grupo, André Jung), das artes dramáticas (Fernanda Montenegro, Wagner Moura, Thaís Araújo), da poesia (o escritor Ademir Assunção), medicina (dr. Dráuzio Varella) etc.

 

– imprensa mundial que importa (jornais como o inglês The Guardian, o espanhol El País, o francês Le Mond e o americano The New York Times).

 

– e uma renca de pensadores, escritores, poetas, cientistas políticos e sociólogos daqui e de fora, todos reconhecidos pelo seu trabalho intelectual e pela sua obra e que sabem o tamanho do RETROCESSO institucional, social, político, econômico e comportamental que irá se abater sobre o Brasil caso o MONSTRO NAZISTA ganhe a eleição.

 

Agora, quem está do lado totalmente NEGRO e reacionário, calhorda, imundo, podre e BANDIDO da eleição, APOIANDO o candidato NAZI FASCISTA:

 

– toda a pior TORPEZA da política nacional atual (DEM, psdbosta, parte do mdbosta, João Escória Dólar, senador Magno Malta, o centrão político etc, etc, etc.).

 

– igrejas evangélicas corruptas, reacionárias ao extremo, ignorantes e boçais no pensamento medieval que impõem aos seus seguidores, fundamentalistas e com os líderes evanJEGUES mais BANDIDOS que se tem notícia e que ROUBAM na cara larga seus milhões de seguidores (Edyr Macedo, Silas Malafaia, Waldemiro Santiago etc.).

 

– PATRÕES que estão loucos para dar CAMBAU no décimo terceiro salário e nas férias dos seus pobres funcionários.

 

– os 1% SUPER ricos do país, que querem continuar NÃO PAGANDO impostos, deixando os mesmos no LOMBO dos outros 99% pobres da população.

 

– “luminares” da cultura nacional como o ator PORNÔ (e cotado para ser futuro Ministro da Cultura, ahahahaha) Alexandre Frota, a gagá Regina Duarte e os “roqueiros” falidos e decadentes de direita, Lobão e Roger Moreira.

 

– agremiações políticas completamente CAFAJESTES, cretinas, mentirosas, manipuladoras, espalhadoras de fake News aos milhões e ordinárias como o MBLixo.

 

– e claro, os “cidadãos de bem” (uia!), aqueles extremamente trogloditas, ogros em estado bruto, bestiais e selvagens ao máximo. Os que perderam a vergonha (e que saíram finalmente do armário) de serem machistas, racistas, homofóbicos e misóginos, e que não têm pudor algum em mostrar que odeiam pretos, pobres e que acham que homem tem que MANDAR na mulher, e esta OBEDECER caludinha (se não, leva PORRADA!). Pior é encontrar no meio dessa malta gigante de eleitores boÇALnaros e bolsOTÁRIOS, negros que irão votar no nazi (sim, há negros que odeiam sua própria cor de pele), pobres que também irão votar nele (porque acham que irão ascender socialmente e financeiramente caso o monstro vença o pleito) e MULHERES (inacreditável, mas elas também existem como eleitoras do nazi) que acham isso mesmo: que a sociedade tem que continuar sendo eternamente e grosseiramente PATRIARCAL, machista, e que mulher tem mais é que ser bela, pudica, recatada, do lar e que tem apenas que servir como reprodutora humana e servir aos instintos SEXUAIS de seu macho, amo, senhor e provedor (com ela inclusive não tendo direito ao seu GOZO carnal).

 

É isso. Faça sua escolha. O blog já fez a sua. E vote consciente no próximo dia 28 de outubro, domingo.

 

#EleNÃO

 

#EleNUNCA

 

#EleJAMAIS

 

***Mas a BOMBA de ontem, quinta-feira, foi a manchete de capa da FolhaSP. E aí, STE, MP, PF e STF, vão se ACOVARDAR ou irão fazer o que precisa ser feito, ou seja, CASSAR a chapa do candidato nazifascista. Hein?

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***E de fato o país está em chamas a oito dias do segundo turno eleitoral. E nós também estamos tensos ao máximo, acompanhando tudo como todos estão. Mas agora vamos direto para os tópicos deste postão zapper, o que celebra quinze anos de nossa eternamente rocker existência. E ao longo da próxima semana (quando este post será ampliado, atualizado e finalizado), iremos colocar mais notas aqui na Microfonia, pode ficar sussa! Bora celebrar a década e meia de Zapnroll!

 

 

ZAPNROLL ANO QUINZE! A PROVÁVEL DERRADEIRA FESTONA QUE VAI MARCAR A DÉCADA E MEIA DE UM DOS PRINCIPAIS ESPAÇOS VIRTUAIS DA BLOGOSFERA BR DE ROCK ALTERNATIVO E CULTURA POP – E QUE DEVERÁ SE DESPEDIR DEFINITIVAMENTE DE SEUS LEITORES AINDA ESTE ANO

Não é todo dia (ainda mais nos tempos atuais, onde o rock praticamente morreu e a cultura pop está mais irrelevante do que nunca) que um blog dedicado à cultura pop e ao rock alternativo permanece no ar por uma década e meia. Pois a Zapnroll, que está na blogosfera BR desde 2003, com muito orgulho, conseguiu essa façanha. E se mantém firme e forte até hoje, com cerca de 70 mil acessos mensais. Este espaço rocker virtual começou como uma coluna semanal na verdade, no primeiro semestre de 2003, no finado portal Dynamite online. E antes ainda, foi uma coluna IMPRESSA e publicada na saudosa revista Dynamite, onde durou de 1993 a 1995 (há vinte e cinco anos!). Assim são praticamente duas décadas e meia acompanhando de muito perto tudo o que de importante aconteceu no rock alternativo e na cultura pop, no mundo todo e no Brasil também.

De modos que a bebemoração teria que ser (e vai ser) à altura da data. Fomos atrás do Sesc SP, conversamos com eles e conseguimos a espetacular comedoria da unidade Belenzinho (no bairro do Belém, zona leste da capital paulista) para celebrar nosso aniversário de quinze aninhos. Assim o festão rocker acontece lá nessa sexta-feira, 19 de outubro, a partir das 9 e meia da noite. Vai ter showzaços do Saco De Ratos (a banda de blues rock liderada pelo vocalista e escritor Mario Bortolotto) e do incrível The Dead Rocks (a melhor surf music instrumental da cena indie nacional). Também irão rolar vídeo projeções do expert vj Fabio Vietnica e estande da editora Kazuá onde você poderá comprar o nosso livro, “Escadaria para o inferno”.

E já na madruga ainda vai ter after party no sempre infernal open bar do Clube Outs (lá no 486 da rua Augusta), onde o blog fará dj set a partir da uma da manhã.

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Vai perder? Não, né! Então nos vemos lá amanhã. Afinal esta poderá (e deverá) ser a DERRADEIRA festa de aniversário de um blog e site de cultura pop que se mantém relevante há uma década e meia, mas que também tem consciência plena de que NADA é ETERNO neste mundo, sendo que um dia estas linhas zappers irão chegar ao seu fim (talvez já em dezembro próximo). Mas o Rock sim, este deverá se manter para sempre contra a opressão, o fascismo e pela liberdade individual dos cidadãos, da democracia e da alegria de viver livre e liberto.

 

***tudo sobre a festona desta sexta-feira pelos quinze anos do blogão zapper, você encontra aqui: https://www.facebook.com/events/460162691145863/.

 

***e os INGRESSOS (preço merreca, o mais caro sai por apenas vinte pilas!) para o showzão podem ser comprados aqui: https://www.sescsp.org.br/programacao/168893_DEAD+ROCKS+E+SACO+DE+RATOS#/content=saiba-mais.

 

 

APÓS SEIS ANOS LONGE DOS ESTÚDIOS CAT POWER VOLTA AO DISCO, COM O BELÍSSIMO E TRISTE “WANDERER”

Uma perene melancolia sempre moveu a musicalidade folk de Cat Power. Foi sempre assim, desde que a americana batizada com o nome de Chan Marshall soltou a voz em seu primeiro compêndio de canções registradas oficialmente em disco, há mais de vinte anos. E assim ela permanece até hoje: reflexiva, tristonha, tecendo ambiências sonoras e melodias suaves que perscrutam caminhos solitários e desvelam um mundo sempre em desalento quase pleno. É o que sentimos no coração e nos ouvidos quando nos deparamos com a inebriante beleza das canções que integram “Wanderer”, décimo álbum de estúdio de Cat, e lançado oficialmente no começo deste mês. São onze músicas e pouco mais de trinta e sete minutos de duração onde a cantora, letrista, compositora e instrumentista continua deambulando fielmente pelos matizes sônicos que sempre nortearam seu trabalho musical. Continua não havendo alegria no mundo sombrio da desajustada e linda Chan. E isso é ótimo pois se traduz nas melhores pinturas sonoras que podemos escutar, em um tempo em que a música pop perdeu quase que totalmente sua relevância.

Lá se vão vinte e três anos desde que Cat Power estreou em disco, com “Dear Sir”, lançado em 1995. E já em sua estreia a cantora, então com apenas vinte e três anos de idade, mostrava a força introspectiva de seu cancioneiro de acepções melódicas folks e com forte acento melancólico nas letras e nas ambiências sonoras. Características que permearam desde então e desde sempre sua obra, acompanhando-a pelos nove discos seguintes (a maioria deles lançados pelo selo Matador, que ela abandonou depois de duas décadas, editando o novo trabalho pela Domino Records). Cat sempre deteve um olhar reflexivo e tristonho sobre o mundo que a cercava e ainda a cerca. Além disso sempre foi uma outsider e emocionalmente algo desajustada e inadequada existencialmente, colecionando problemas de saúde por conta de seu alcoolismo (hoje em dia em parte superado). Esse desajuste, no entanto, não a impediu de se tornar uma das vozes femininas mais respeitadas, relevantes e importantes do folk rock americano dos anos 2000. E de 1998 para cá a cantora lançou pelo menos três discos sublimes: “Moon Pix” (em 1998), “You Are Free” (em 2003) e “The Greatest” (lançado em 2006), que ganharam o respeito inequívoco da imprensa e também ajudaram outras artistas do novo milênio a moldar sua musicalidade. Não é exagero dizer que nomes como a deusa Lana Del Rey (que participa inclusive do novo álbum de Power, fazendo dueto com ela na belíssima “Woman”, o primeiro single de trabalho do disco) e a também cantora folk Sharon Van Etten (em bastante evidência já há algum tempo) se inspiraram em parte da construção de sua obra musical nos devaneios bucólicos e tristonhos de Chan.

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Após seis anos longe dos estúdios Cat Power volta com disco lindíssimo e tristonho

Após aventurar-se por paisagens eletrônicas em seu último registro de estúdio (no também muito bom “Sun”, lançado já há longos seis anos), Cat Power recolheu-se para voltar a trilhar os caminhos do folk introspectivo e quase pastoral. Nesse processo de recolhimento ela teve um filho (há três anos) e burilou novas e sublimes canções, que finalmente ganharam vida e corpo no início deste mês. Assim “Wanderer” exibe onze preciosidades onde não cabem arroubos sonoros, tampouco explosões de inquietude ou alegria fútil e sem sentido. Marshall continua observando o mundo como sempre fez: através de um olhar tristonho, que filtra o que vê e transforma essa visão em construções musicais muito delicadas e precisas, geralmente arquitetadas com arpejos de guitarras que se intercalam com pianos dolentes. Por cima de tudo flutua o vocal contido (às vezes quase sussurrado) da cantora. E o resultado é inebriante para se ouvir em uma madrugada solitária, com o barulho da chuva caindo ao longe. Não há como escapar da beleza e não se impactar com a delicadeza, quase fragilidade de canções como “In Your Face”, “Horizon”, “Stay” ou “Black”. Muito menos não se emocionar e quase se entristecer como retratos precisos como “Nothing Really Matters” ou “Me Voy”, onde Chan Marshall parece querer reafirmar mais uma vez (e já foram tantas vezes…) que não pertence a este mundo, que sua vida é eternamente errante e que ela jamais encontrou um verdadeiro motivo que pudesse arrancar um sorriso de seu belíssimo rosto.

Já pode ser considerado um dos grandes LPs deste 2018 tão trágico (ao menos para nosso colapsado e triste Brasil) e que está caminhando para mais um final sem nenhum motivo para esgares de felicidade. Aos quarenta e seis anos de idade Cat Power ainda seduz, acalenta e acolhe nossos corações e nossos ouvidos com carinho, ternura, beleza poética imensa e grandes canções. Não é pouco, aliás é uma imensidão de qualidade e deslumbre em um mundo onde até a música pop parece ter perdido totalmente o rumo e sua razão de existir. Grato por mais esse discaço, Chan. Ao menos agora temos mais uma ótima trilha sonora para nos confortar em nosso isolamento existencial e infortúnio emocional.

 

***A cantora começou há pouco nos EUA a turnê de divulgação do seu novo álbum. Quem sabe ela não aparece novamente no Brasil (onde tocou por algumas vezes, sendo que Zapnroll assistiu a uma gig inesquecível dela lá por 2009, na finada casa de shows Via Funchal).

 

***Mais sobre Cat Power e seu novo trabalho, vai aqui: https://www.catpowermusic.com/.

 

O TRACK LIST DE “WANDERER”

1.”Wanderer”

2.”In Your Face”

3.”You Get”

4.”Woman” (featuring Lana Del Rey)

5.”Horizon”

6.”Stay”

7.”Black”

8.”Robbin Hood”

9.”Nothing Really Matters”

10.”Me Voy”

11.”Wanderer/Exit”

 

E O DISCO AÍ EMBAIXO PARA AUDIÇÃO COMPLETA, ALÉM DO VÍDEO DO PRIMEIRO SINGLE DELE, PARA A MÚSICA “WOMAN”

 

 

LACROU! O JÁ QUASE VELHO MAS AINDA ÓTIMO (NO PALCO, PELO MENOS) FRANZ FERDINAND ARRASOU NA SUA GIG EM SAMPA – COM DIREITO ATÉ A CORO DE “ELE NÃO!” NO FINAL

Yep. Foi uma semana rocknroll beeeeem agitada na capital paulista. Ainda que o país esteja em chamas e ameaçado de eleger (graças a milhões de eleitores boÇALnaros selvagens, conservadores, imbecis e bestiais em nível extremo) um nazi fascista como presidente, ao menos o rock rolou farto na cidade. Teve Roger Waters, teve Peter Hook e Nick Cave. Tudo, vale repetir, em apenas UMA semana. E também teve Franz Ferdinand na sextona do feriado religioso nacional. E nesse o blog marcou presença. Foi a sétima vez que os escoceses liderados pelo vocalista, letrista e guitarrista Alex Kapranos baixaram no Brasil. Em Sampalândia a gig rolou na Tom Brasil (espaço ótimo como sempre, acústica muito boa, iluminação idem mas localização terrível pois é looooonge pra caralho, no cu da zona sul de São Paulo e ali só dá pra chegar mesmo de carro). E o local lotou em pleno feriado. Sendo que o show foi IN SA NO.

O FF pode já não ser mais em estúdio o grupo fodástico do primeiro e primoroso álbum, homônimo e lançado em 2004 (depois vieram mais quatro discos e a banda nunca mais acertou a mão em cheio como na sua estreia, sendo que “Always Ascending”, o mais recente e lançado no início deste ano, talvez seja o melhor trabalho de estúdio deles desde o primeiro cd). Mas ao vivo demonstrou que continua no gás total, com pique monstro e infalível em suas acepções de indie rock dançante com eflúvios claros do glam glitter rock de David Bowie, Marc Bolan e Roxy Music, além de algumas pitadas de Talking Heads. Fora que Kapranos, aos 46 anos de idade, continua um dínamo no palco, como se fosse um adolescente em início de trajetória musical.

Não deu outra: com um repertório bem equilibrado mas que privilegiou menos o novo disco e muito mais (claro!) o primeiro álbum, o FF deitou e rolou na Tom Brasil, levando as cerca de 4 mil pessoas que lotaram o local literalmente à loucura. E este velho mas ainda loker jornalista rocker, do alto dos seus quase 5.6 de vida, pulou como uma criança em boa parte da apresentação. Perdemos a vergonha e REBOLAMOS como uma BICHAÇA LOKA em “Lazy Boy” e “No You Girls” e só faltou nos jogarmos no chão quando eles dispararam “Michael”, aquele proto punk que em menos de 3 minutos conta a história do sujeito que vai com sua namorida a uma dance floor, lá conhece o Michael (“tão bonito, tão sexy…”) e se APAIXONA pelo dito cujo, hihi. Inclusive comentamos isso com dois amigos queridões (Dirlei e Renata), que estavam conosco assistindo a apresentação: o FF é uma banda com uma estética sonora bastante dançante, atrevida, subversiva e GAY, no final das contas (não à toa, haviam muitas bibas elegantérrimas, montadas, assanhadas e completamente desinibidas na plateia), o que é ótimo e se traduziu num ambiente que respirava liberdade musical, comportamental e de expressão. Tudo o que iremos perder daqui a duas semanas, caso o monstro nazi de extrema direita ganhar o pleito presidencial.

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De volta ao Brasil pela sétima vez, o escocês Franz Ferdinand arrasou em sua gig paulistana (acima), na semana passada, show que foi acompanhado por Zapnroll e amigos (abaixo)

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E o final foi lindaço e apoteótico como sempre em se tratando de FF: no bis tocaram, óbvio, “Take Me Out”, “Jaqueline” (que estas linhas online amam e que abre o primeiro disco do conjunto) e “This Fire”, em versão extra longa e que terminou de loucurar o povo já exausto àquela altura, de tanto dançar e berrar. O blog arrisca a dizer que talvez tenha sido o MELHOR show que presenciou do grupo até hoje (e olha que foi a quarta vez que os vimos ao vivo).

E teve a cereja no bolo: em um ambiente que parecia (e pelo jeito apenas parecia, mesmo e felizmente) dominado por coxinhas eleitores do nazista (afinal o ingresso mais barato custava 240 pilas), no intervalo da apresentação e antes do grupo voltar ao palco para o bis, começou um ENSURDECEDOR coro de “Ele NÃO!”, que dominou todo o ambiente da Tom Brasil. Foi lindo ouvir aquilo, de verdade!

 

 

UMA LINDA TARDE DE SÁBADO COM MILHARES GRITANDO E CANTANDO #ELENÃO – 150 MIL EM SP – 200 MIL NO RIO DE JANEIRO!!!

Faz tempo já que o autor deste espaço rock e político virtual vive em desalento por ter nascido e morar no Brasil. Sentimos um misto de vergonha e indignação (afinal aqui é o país em que coxas imbecis e eleitores bolsOTÁRIOS querem ensinar para os alemães o que foi o nazismo, ou que chamam Madonna de Merdonna e “beneficiária da lei Rouanet” porque ela aderiu ao #EleNão, ahahahaha), ainda mais agora que, perto do segundo turno das eleições presidenciais deste ano, nos damos conta de como grande parte da sociedade e do povo brasileiro se tornou SELVAGEM e BOÇAL ao máximo. Por isso o NAZISTA está aí, e vai receber milhões de votos também no segundo turno.

Mas NÃO VAI GANHAR a eleição. Porque há algumas semnas sentimos, depois de muito tempo, certo orgulho e MUITA SATISFAÇÃO de ser brasileiro. Estávamos todos lá no Largo Da Batata, em Pinheiros (zona oeste de Sampa). O blog, amigos queridíssimos e mais umas 150 MIL PESSOAS (no Rio foram 200 mil na Cinelândia). Um OCEANO de gente cantando, batucando, gritando #EleNÃO para todos ouvirem alto, muito alto. Lá pelas tantas, comentamos com um amigo, que estava conosco: “incrível o que está acontecendo aqui. Meus olhos estão marejados de tanta emoção por ver tanto carinho, afeto, tanta solidariedade humana, tanto RESPEITO e TOLERÂNCIA, tanta ARTE e CULTURA se manifestando, tantos cânticos diferentes, tantas cores e pessoas diferentes. Mas todas UNIDAS pelo mesmo sentimento de LIBERDADE e de RESPEITO ao ser humano”. Tudo o que NÃO EXISTE no outro lado, no pensamento fútil, vazio, preconceituoso, boçal, selvagem e MEDIEVAL dos eleitores que se espelham no seu “mito” nazi fascista.

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Imagem mais linda: na praça do bairro de Pinheiros, na capital paulista, 150 mil pessoas cantam e gritam “EleNÃO!”

Zapnroll ficou contente, muito, naquela tarde em Pinheiros. E mais do que nunca teve a certeza de que ele NÃO VAI GANHAR o que quer. Vamos barrá-lo, com a força das MULHERES, dos NORDESTINOS e do povo brasileiro que ainda pensa com a razão e não com o fígado.

Vote com a razão dia 28 agora. Apenas isso. O futuro de todos nós está em jogo, como nunca esteve nas últimas décadas.

 

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ZAPNROLL ANO 15 – A FESTANÇA ROCKER ARRASOU NA COMEDORIA DO SESC BELENZINHO!

As celebrações e “bebemorações” total rockers dos 15 anos do site e blog de cultura pop e rock alternativo Zapnroll não poderiam ter sido melhores. Um ótimo público compareceu à incrível comedoria do sensacional Sesc Belenzinho (em Sampa), para curtir os showzaços das bandas Saco De Ratos e The Dead Rocks.

E depois a esbórnia seguiu madrugada adentro, com a dj set de Finaski no sempre infernal open bar do Clube Outs, último bastião rock alternativo noturno do baixo AugustaSP. Quem foi, amou e deve estar morto até agora. Quem não foi perdeu. E perdeu MESMO: Zapnroll se despede e encerra com orgulho e no auge sua trajetória na blogosfera BR em dezembro próximo, após uma década e meia de ótimos e relevantes serviços prestados ao jornalismo cultural online brasileiro. E agradece imensamente a todos que nos acompanharam através do blog nesses 15 anos. Valeu galera, de coração!

Abaixo uma seleção em imagens dos melhores momentos da festa rocker arrasa quarteirão que invadiu o Sesc, e depois ainda se prolongou pela madrugada no clube OutsSP. As fotos são das gatíssimas Renata Porto e Gisélia Silva.

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Saco De Ratos, a banda liderada por Mario Bortolotto: blues rock de bebuns fodões

 

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The Dead Rocks: incendiou o povo com sua surf music instrumental fodona

 

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O blogger rocker e suas amigas gatas! (Samara, Renata, Flávia e Gisélia)

 

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Dupla de novos amigos queridos, ambos total do rock, claro: Sandro Saraiva (Sesc Belenzinho) e Zapnroll, bebemorando o sucesso do evento

 

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“Mestre de cerimônias” (rsrs) falando rapidamente sobre os quinze anos de Zapnroll

 

ENGENDRANDO PSICODELIA INSTRUMENTAL FODONA, EMA STONED SE DESTACA NA NOVA CENA ROCK ALTERNATIVA PAULISTANA

Em tempos onde o rock está praticamente morto tanto lá fora quanto aqui também, três garotas paulistanas não apenas insistem em manter sua fé no gênero musical que já foi um dos mais importantes de toda a história da música mundial (e que também mobilizou milhões de seguidores por mais de cinco décadas). Elas insistem em uma subversão e ousadia ainda mais radical, até mesmo para os padrões da cena rock alternativa da capital paulista: desde novembro de 2011 o trio feminino Ema Stoned investe em uma sonoridade apenas instrumental (sem vocais) e com forte acento psicodélico. Pode parecer loucura mas está dando certo, e já rendendo seus dividendos artísticos e de público também: a trinca tem tocado com regularidade nos espaços possíveis (que também são bem poucos atualmente) e começa a chamar a atenção de um público que vem crescendo aos poucos.

A banda começou como um quarteto. E decidiu se manter como trio e compondo material apenas instrumental depois que a quarta integrante, a guitarrista e vocalista Sabine Holler, se mudou para a Alemanha. Ficaram Alessandra Duarte (guitarras), Elke Lamers (baixo) e Jéssica Fulganio (bateria). E mesmo lutando com muitas dificuldades elas permanecem juntas até agora, sete anos após a fundação do grupo. Zapnroll as viu ao vivo há algumas semanas em São Paulo, na comedoria do Sesc Belenzinho, onde abriram para o também trio (e nome já clássico e lendário do rock BR dos anos 80) Violeta De Outono. O blog ficou realmente impressionado com a potência sonora do conjunto, e com suas ambiências psicodélicas construídas em longas e envolventes passagens instrumentais. Desta forma, não poderíamos deixar de destacar o trabalho do trio neste espaço rocker online. Para tanto fomos conversar com as três instrumentistas para saber um pouco mais sobre a trajetória delas até o momento, além de saber como é lidar com uma banda de rock psicodélico e instrumental nos dias que correm.

Os principais trechos deste bate papo você confere aí embaixo.

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O trio psicodélico instrumental paulistano Ema Stoned: um dos destaques da novíssima cena alternativa paulistana e nacional

 

Zapnroll – A banda já tem um tempo razoável de existência mas ainda longe de ser conhecida do grande público. Então para quem ainda não conhece o Ema Stoned, dê um resumo da trajetória do grupo até aqui, como e quando ele foi criado etc.

 

Jéssica Fulganio – Ema Stoned começou oficialmente em Novembro de 2011 no formato de quarteto que durou até 2013 quando saiu nosso primeiro EP Gema. De lá pra cá lançamos um EP ao vivo, Live from Aurora (2016) e o single Proxima b (2017), que saiu pela coletânea da Levis no projeto Original’s Studio. Estamos passando com a “Around Galaxies Tour” em festivais pelo país e nosso primeiro álbum full sai em 2019.

 

Elke – Acho que a Jéssica resumiu tudo.

 

Zapnroll – Em um momento onde não há muito espaço na mídia e interesse do público pelo rock, o Ema Stoned começa a chamar a atenção fazendo um trabalho musical nada convencional, investindo em canções apenas instrumentais e com forte acento psicodélico. Como se deu a opção por esse estilo (instrumental e psicodélico) e o que vocês acham que podem alcançar com esse trabalho.

 

Jéssica – Com a ida da guitarrista/vocalista Sabine para Alemanha decidimos seguir como trio já que boa parte do repertório era instrumental. Foi o caminho natural. Passamos um período redescobrindo nossas músicas, tocando com outras pessoas e maturando novas ideias. Nossa sonoridade não foi desenhada a partir de um estilo ou formato pré-estabelecido, mas sim por meio do mix das nossas individualidades e referências.

 

Elke – Não foi uma escolha, o som surgiu naturalmente quando começamos a nos reunir, mesmo antes de trocarmos referências. As músicas já eram em maior parte instrumentais, e com a partida da Sabine aí sim foi uma opção, continuamos com as composições em trio.

 

Alessandra Duarte – Acho que conseguimos alcançar os públicos mais diversos com esse tipo de trabalho. Acredito que a música instrumental pode criar um canal de acesso para uma conexão consigo mesma/o, atravessando as pessoas de formas diferentes, onde cada uma/um pode criar e acessar a sua própria história dentro de si.

 

Zapnroll – Quais artistas do rock nacional e mundial vocês podem citar como influência direta no trabalho que vocês desenvolvem.

 

Jéssica – Morphine, Acid Mothers Temple, Velvet Underground, Meat Puppets.

 

Elke – Mutantes, Pink Floyd, Sonic Youth.

 

Alessandra – Ash Ra Tempel, Blonde Redhead, Can, Radiohead.

 

 

Zapnroll – A banda já é conhecida fora do Brasil? Há planos para se fazer algo em torno de construir uma carreira no exterior?

 

Jéssica – O Gema no seu lançamento teve uma resposta muito bacana em países da Europa e Ásia. Alcançamos também EUA, Austrália e Argentina. Há tempos recebemos convites para tocar fora mas ainda não conseguimos alinhar uma mini tour sustentável.

 

Zapnroll – O que você gosta e não gosta na atual cena do rock independente nacional.

 

Alessandra – Acho que tá surgindo uma nova onda de experimentalismo no rock que sai do formato de canção, mistura noise, drone, barulhos não identificados, com uma pegada ritualística que tem me interessado bastante. Também tem surgido umas bandas de mulheres que estão dando uma nova cara pro rock. Não gosto quando o rock é muito pop ou previsível, muito menos quando o negócio fica muito mental, tipo martelada de notas na cabeça que para mim acaba virando um exibicionismo sem sentido.

 

 

Zapnroll – Novamente, é visível que o rock atravessa um momento de baixa, não apenas aqui mas no mundo todo. O público parece mais interessado em gêneros musicais mais acessíveis e de fácil digestão, como música pop e eletrônica (lá fora), e sertanejo e funk (por aqui). Como furar esse bloqueio e voltar a fazer com que as pessoas se interessem pelo bom e velho rocknroll?

 

Elke – O rock teve seus momentos de glória, de novidade, talvez pra voltar à tona novamente tivesse que se reinventar, ele já anda por aí disfarçado de pop, dissolvido em outros estilos. Não sei se é um bloqueio que queremos furar, coexistimos em proporções muito diferentes, são universos paralelos…

 

Alessandra – Eu tendo a pensar que, como a reconstrução do mundo, o futuro do rock é feminino.  Acho que já cansamos um pouco dessa energia masculina que sempre predominou o mundo do rock e está na hora de escutarmos e sentirmos mais atentamente o que a experiência de ser mulher no mundo pode nos dizer e trazer através da música.

 

Zapnroll – Planos futuros da banda?

 

Elke – Lançar um álbum em 2019.

 

Alessandra – Por enquanto estamos focadas no #EleNão antes de qualquer outra coisa.

 

***Mais sobre o Ema Stoned, vai aqui: https://www.facebook.com/EmaStoned/. E aqui também: https://www.emastoned.com/?fbclid=IwAR2Ndb9nW56kxLIAD8-jviVzI9SU3jetkgXHo8hZYneOpGZ3psvJI5t2CXE.

 

 

UM EXGERO DE TESÃO E GOSTOSURA NO POST DE 15 ANOS DO BLOG ZAPPER: UMA MUSA ROCKER PRA ENLOUQUECER NOSSO LEITORADO MACHO (CADO), ULALÁ!

Ela é linda, doce, meiga, total do rock e costuma enlouquecer o povo que frequenta baladas alternativas do baixo Augusta (em Sampa), onde volta e meia atua como hostess (e que hostess, wow!) de bares como o do Netão (onde estará nessa noitona de sextona pré eleição do segundo turno) e o Clube Outs. E como estas linhas online sempre a admirou e sempre teve enorme carinho e simpatia por ela (além de uma amizade bem bacana), não poderíamos deixar de convidar a garota para fazer um ensaio pra lá de sensual nesse espaço virtual.

Assim, podem se deleitar avonts. Com vocês a lindaça, mega sensual e incrível Nay In, a nossa musa dos quinze anos de Zapnroll. Apreciem sem moderação alguma!

 

(fotos: Otavio Macedo – @visionsp.br)

 

MUSA NAY IN

Nome: Nayanny Ito Nogueira.

Idade: 25 anos.

Nasceu em: São Paulo.

Mora em: São Paulo, capital.

Com quem: tios e avó.

No que trabalha e estuda: Hostess e DJ, formada em audiovisual.

Três discos: “Living in Darkness” (Agent Orange), “Wasted Again” (Black Flag) e “Houdini” (Melvins).

Três artistas ou bandas: Adolescents, Dinosaur Jr, e Stone Temple Pilots.

Três filmes: “Kids”, “Taxi Driver” e “Clube da Luta” (um quarto filme pode ser “Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas”).

Três diretores de cinema:

Tarantino, Tim Burton e Alfred Hitchcock.

Um livro: “Veronika decide morrer”.

Um escritor: Paulo Coelho.

Um show inesquecível: Dinosaur Jr no Cine Joia.

Sobre

Sexo: é algo que precisa fluir naturalmente, atração não tem uma regra pré estabelecida, mas acho que nosso gosto muda muito de acordo com a nossa frequência de vida.

Drogas: experimentei algumas na adolescência, foi importante pra compreender/saber como lidar com as pessoas, mas não tenho nenhum vício.

E rocknroll, claro: foi o que começou a mover minha vida, a sensação causada pela música faz você se conhecer, se descobrir, se libertar, aprender a sentir, mesmo quando não tem uma letra tão óbvia, a atitude rock’n roll faz você questionar as coisas “será que está tudo certo e eu só preciso seguir… ou eu quero meu espaço porque não concordo com isso?”.

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Com quantos desejos construo meu amor por você…

 

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Um dia conto meus segredos mais secretos a alguém especial…

 

 

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Não basta ser bonita, tem que ser do rock!

 

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Vermelho básico escondendo um corpo em chamas

 

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Linda, rocker, tatuada e mortalmente sedutora!

 

O BLOGÃO ZAPPER INDICA

Disco: o novo e lindão da Cat Power, óbvio.

Livros: estas linhas online estão devendo algumas resenhas literárias de ótimos lançamentos independentes que chegaram até nossas mãos nas últimas semanas. E assim que passar a loucura destas eleições presidenciais sinistras ao cubo, iremos falar detalhadamente aqui de “Fogo, fatos e frangos” (da sereia loka e gatíssima Flávia Dias, que inclusive já foi também musa rocker do blog), “Macumba rock” (do jornalista e brother Jesse Navarro) e de “De analgésicos e opióides”, da escritora e poeta (e querida amiga zapper) Tatiana Pereira. Todos bacaníssimos e que mantém a chama literária alternativa vibrando em um país onde a cultura está cada vez menos prestigiada e onde as pessoas leem cada vez menos. Assim, podem aguardar nos próximos posts mais infos sobre estes livros, promessa de blogger fináttico fanático por livros.

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A sereia loka e linda Flavinha Dias, e seu primeiro livro, lançamento da Bar Editora

 

Show indie: na correria total (já é noitão de sexta feira) o blog está indo pro baixo Augusta, para prestigiar a gig do Cenário Liquído, nova empreitada musical do guitarrista, cantor, compositor, poeta, letrista e professor Edner Morelli, velho chapa destas linhas bloggers rockers. Se você estiver a fim de colar lá também, corre que ainda da tempo: o grupo liderado por ele sobe ao palco do Augusta 339 (na rua Augusta no mesmo número, oras) a partir da meia noite.

 

 

E AGORA É THE END MESMO!

Yep. Postão ficou grandão e bacanão como sempre. E no domingo tem segundo turno de uma eleição decisiva para o futuro do Brasil. Pense nisso quando for votar. Diga NÃO gigante ao retrocesso, ao autoritarismo de extrema direita e ao fascismo que ameaça a todos nós. Vote em quem pode manter o país livre, democrático, liberto e sem ódio e violência. Fica o apelo sincero destas linhas sempre libertárias, diretamente ao coração de seu amado leitorado. Vote bem neste domingo!

E logo menos a gente volta aqui com novo post daquele que é, há década e meia, o blog de cultura pop e rock alternativo mais legal e RESPEITADO da web BR. Beijos pra todos vocês!

 

(amplaido, atualizado e finalizado por Finatti em 26-10-2019 às 22hs.)