AMPLIAÇÃO FINAL!!! Informando em primeira mão sobre o festão de 40 anos do selo Baratos Afins, analisando (mais uma vez) a morte do rock no Brasil e no mundo, mostrando quem já comprou o livro “Esacadaria para o inferno” e dando um “aperitivo” da nossa próxima musa rocker, uhú! – Hollas 2018, que começou mais SINISTRO do que nunca no fodido, falido e triste bananão tropical não abençoado por NENHUM deus e amaldiçoado por todos os DEMÔNIOS imagináveis; mesmo assim (com Lula condenado em segunda instância e com a nação pato/coxa otária se fodendo cada vez mais e ainda assim gostando de se foder ao máximo) cá estamos, sobrevivendo como possível e chegando aos quinze anos de blogagem rock alternativa e de cultura pop na web BR. Mas Agora vai!!! Postão novão e inaugural deste ano chega chegando agora e vem fervendo, com programação normal e NADICA de carnaval na véspera do reinado de Momo, ulha! Nossa primeira publicação de 2018 traz sim uma entrevista EXCLUSIVA com um gênio do rockabilly americano, o Reverendo Horton Heat (e que poderá fazer shows no Brasil ainda este ano); mais: a morte de um nome lendário do rock alternativo inglês dos anos 90 desperta saudade e ótimas lembranças em um músico indie brazuca; uma entrevista bacanuda com uma das bandas mais importantes da cena rocker goiana há mais de duas décadas e mais isso e aquilo tudo em mais um ano de atividade zapper, que começa aqui e agora! (postão COMPLETÃO e total finalizado em 16/2/2018)

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São tempos mega sombrios e sinistros para a cultura pop em geral e para o rockroll em particular, que resiste como pode à sua precoce quase extinção como gênero musical que mobiliza as massas mundo afora; um dos que resistem é o trio rockabilly americano Reverend Horton Heat (acima), com quem o blog bateu um papo exclusivo e onde o grupo avisa que poderá tocar no Brasil ainda este ano; e outro que resistiu por mais de quarenta anos foi o inglês Mark E. Smith (abaixo), ex-líder do The Fall e que infelizmente morreu em janeiro passado, sendo que o blog zapper relembra sua trajetória neste post

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MAIS MICROFONIA!

***Os 40 anos do selo Baratos Afins – E já que estamos em clima total rocker nesse post, vamos dar a notícia em primeira mão: o mini festival que vai comemorar os 40 anos da loja/selo Baratos Afins, fundada pelo queridão e gênio Luiz Calanca em 1978, acontece de 10 a 13 de maio na chopperia do SESC Pompéia SP. Serão quatro noites de shows com diversas bandas que já passaram pelo selo. Entre elas o sensacional Kafka, quarteto pós-punk paulistano de ambiências ultra sombrias e que gravou apenas dois álbuns pela Baratos antes de encerrar atividades. Calanca sempre diz que se trata de um dos grupos que ele mais gostou de gravar, dentre as centenas de nomes que lançou. Concordamos com ele: “Musikanervosa”, o disco de estreia do conjunto, lançado em 1987, é uma pequena obra prima e que hoje se tornou um clássico cult e obscuro do rock paulistano dos anos 80`. O blog teve o disco em vinil e “Tribos da noite” (que abre o LP) é magnífica e nos transporta para as ruas cobertas de fog de Londres nos idos de 1983/85. Quem dançou na época nos porões escuros do Madame Satã e, um pouco depois, também no Retrô, conhece muito bem o Kafka e jamais esquece a sonoridade dark deles. Um show pra não se perder, ainda mais que será a primeira reunião da formação original da banda em quase 30 anos (!!!)

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O grupo goth paulistano Kafka, tocando ao vivo nos anos 80: atração do festival que vai marcar os 40 anos do selo Baratos Afins

 

***Reunião de LENDAS do rock BR ontem (quinta-feira em si) – yep, trinca poderosa na imagem abaixo: Zapnroll ao lado do produtor Luiz Calanca e do batera Rolando Castelo Jr, que fundou a seminal Patrulha Do Espaço ao lado do eterno “loki” Arnaldo Baptista. Sendo que Jr. também aproveitou pra comprar seu exemplar de “Escadaria para o inferno”, wow!

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MICROFONIA

(reverberando a cultura pop em discos, shows, filmes, livros etc.)

 

***Entonces, cá estamos de volta, e na véspera do início de mais um carnaval no bananão tropical falido e fodido. Yep, já era pra Zap versão 2018 ter surgido mas como sempre ocorrem imprevistos aqui e ali (o último deles, esta semana, foi uma gripe cavalar que literalmente derrubou o autor deste espaço rocker virtual), a reestreia zapper acabou atrasando um pouco. Mas enfim vamos que vamos antes que o maldito “carnival” comece, uia!

 

***E nada mudou muito do final do ano passado pra cá. O país continua na imundície e falência total, com o quadrilhão do MDBosta movendo mundos e fundos pra continuar ROUBANDO tudo o que pode enquanto está no Poder, o Judiciário CONIVENTE dando um jeito de impedir a qualquer custo a candidatura de Lula nas eleições presidenciais deste ano (pois sabe que o barba entrar na disputa, ganha de BARBADA a mesma), o país sem Ministro do Trabalho há um mês já e por aí vai… enquanto isso a nação pato/coxa espera feliz e imbecilizada a chegada da semana momesca. E quando tudo acabar e a quarta-feira de cinzas chegar (com botijão de gás a quase 100 pilas, e litro de gasolina a quase 5 mangos), a choradeira como sempre continuará sendo geral.

 

***O blog zapper nem vai viajar e fica em Sampa neste carnaval. Primeiro por falta de Money. Segundo porque tem muita parada cultural bacana pra se ver aqui pelos próximos dias. Uma delas é a exposição em torno da obra do gênio Jean Michel Basquiat, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil e cujas infos você pode ver aqui: https://www.terra.com.br/diversao/guiadasemana/jean-michel-basquiat-ganha-mega-exposicao-no-ccbb-com-retrospectiva-inedita-saiba-mais,a32db72921f96c2e0917b95b5b17b0ae85c4pmgs.html. E aqui também: http://culturabancodobrasil.com.br/portal/jean-michel-basquiat-obras-da-colecao-mugrabi/.

 

***Que mais? Okays, tudo bem, a partir de hoje só se fala em carnaval na porra do bananão que na real gosta mesmo é disso. E sobra ainda ALGUM ESPAÇO pro rock? Sobra. Tanto que hoje estão saindo oficialmente lá fora os novos álbuns do já veterano Franz Ferdinand (“Always Ascending”) e do MGMT (você se lembra deles?), que vem com “Little Dark Age”. Estas linhas online ainda não escutaram nenhum dos dois e provavelmente vá aproveitar o feriadão momesco gigante pra fazer as audições. Por enquanto disponibilizamos ambos os CDs para audição na íntegra aí embaixo, para que nosso dileto leitorado tire suas próprias conclusões. E se acharmos que vale a pena, iremos resenhar os dois por aqui assim que for possível, beleusma?

 

***E yep, o primeiro livro do autor deste espaço rocker online que segue firme e forte há década e meia na blogosfera BR de cultura pop, “Escadaria para o inferno”, segue vendendo bem e ganha seu primeiro festão de lançamento fora de Sampa. Vai rolar logo após o carnaval no Rio De Janeiro onde estaremos no sábado, 17 de fevereiro, para participar da festa “Bauhaus” (organizada pelos chapas cariocas Kleber Tuma e Wilson Power), onde iremos autografar exemplares do livro fináttico. Quem estiver no balneário no finde pós-Momo está convidado desde já a comparecer, sendo que todas as infos da baladona rock/goth você encontra aqui: https://www.facebook.com/events/185497448876480/. E aqui também: https://www.facebook.com/events/317273378785958/.

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***Tocando o postão em frente, que já temos muito e um ótimo material para publicar. Mas mais notas poderão entrar aqui ao longo do carnaSHIT ou logo após o fim da folia, se algo de fato relevante acontecer até lá. Bora então que já aí embaixo o blog zapper bate um papo exclusivo com uma lenda do rockabilly americano, o Reverend Horton Heat.

 

LENDA DO ROCKABILLY AMERICANO, REVEREND HORTON HEAT FALA AO BLOG E AVISA QUE PODERÁ TOCAR AINDA ESTE ANO NO BRASIL

Felipe “Nally” Almeida, da Flórida/EUA, especial para Zapnroll

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O músico americano Jim Horton Heat: a banda rockabilly poderá tocar no Brasil ainda este ano

Considerados uma das maiores bandas do rockabilly/psychobilly americano e mundail, os texanos do Reverend Horton Heat se apresentaram no House Of Blues, em Orlando-Florida, poucos dias antes do natal do ano passado. E quem ganhou o presente, ainda que com algum atraso, foram os leitores da ZapNRoll. Em uma rápida, porem bem humorada entrevista concedida no camarim horas antes do show Jim Heath, o “Reverendo” e lider da banda, falou sobre o processo de gravação do último álbum da banda, ‘Rev” (que saiu em 2014 e é o décimo primeiro disco de estúdio do trio em mais de três décadas de atividades), a evolução da banda durante 30 anos de carreira, e sobre as diferenças entre Psychobilly e Rockabilly, a cena pop Americana e sobre possíveis shows no Brasil.

 

Zapnroll – Jim, muito obrigado por atender a Zap n Roll. Como foi o processo de gravação de “Rev”, o ultimo trabalho da banda, lançado em 2014 pelo selo Victory Records?

 

Jim “Reverend Horton Heat” – O album foi gravado inteiramente em Dallas, no Texas. Utilizamos dois estúdios, e o processo de gravação foi muito  tranquilo. Alem de ter escrito as musicas, também produzi e mixei o disco. A sonoridade pode ser considerada mais RockNRoll que os anteriores e ficamos muito felizes do modo que ele foi concebido.

 

Zap – Como foi a receptividade do álbum pela cena Rockabilly/Psychobilly?

 

Jim – A receptividade tem sido ótima! “Smell of Gasoline”, a segunda faixa do álbum, tocou muito nas rádios americanas, e a faixa ” Let Me Show You How To Eat”, foi usada para um comercial de televisão da Rede Subway, expondo a banda para milhares de pessoas. e atingindo o publico mainstream. A turnê do álbum continua firme e forte.

 

Zap – A banda já tem 30 anos de existência, e o que você acha que mudou principalmente desde o primeiro album “Smoke Them If You Got Em”, de 1990 para o “Rev”?

 

Jim – Bom, hoje nós temos 11 discos lançados, então posso dizer que experimentamos muito durante os anos, algumas pessoas nos associam ao Psychobilly, porque anos atrás “Psychobilly Freakout” estourou mas penso que sejamos mais próximos ao Rockabilly ou Bluesy Country Rockabilly. Navegamos na onda Psychobilly, mas acredito que bandas europeias como The Meteors, Batmobile, Demented Are Go e Guana Bats são a essencia do Pychobilly.

 

Zap – Há pouco você mencionou que uma musica do novo álbum foi usada para um comercial de televisão de uma Rede de Fast Food e que o público mainstream foi exposto ao som da banda. Você acompanha a cena pop Americana?

 

Jim – Sinceramente, não! Minha filha é mais interada, talvez eu reconheça algum trecho de musicas da Kate Perry, por exemplo, consiga relacionar a musica com a pessoa mas não acompanho a cena pop. Continuo ouvindo muito The WildTones, Bloodshot Bill, Big Sandy, e Deke Dickerson. Em relação a artistas recentes gosto de uma cantora country chamada Kacey Musgrave e de um cantor e compositor chamado JD McPherson. Também acho legal a pegada dos caras do Greta Van Fleet, com muita influência de Led Zeppelin e Blues Rock.  Muito legal as bandas estarem resgatando a sonoridade dos anos 60 e 70, essa oxigenação é importante.

 

Zap – Jim, vamos finalizar a entrevista e gostaríamos que você mandasse uma mensagem para os fãs brasileiros, que são muitos e pedem demais a banda no pais.

 

Jim – Muito obrigado aos fãs do Brasil, sei que estamos em dívida com vocês. As turnês agora se concentram mais na América do Norte porque a familia do Jimbo e a minha demandam muito mais tempo que antes. Já não viajamos tanto para Europa e vamos a Austrália a cada 3 ou 4 anos, em média. Nossos amigos sempre nos dizem que o público brasileiro é muito acolhedor. Quem sabe 2018 não seja o ano que a banda irá desembarcar no país, está mais do que na hora! (risos)

 

 

E 2018 COMEÇOU COM O INDIE ROCK INGLÊS PERDENDO UM DE SEUS GÊNIOS

Nesses tempos sombrios e de cultura pop quase total decadente ou em crise, e onde o rock planetário está desaparecendo aos poucos (logo menos ele estará presente apenas nos museus musicais e na memória dos fãs), quase ninguém mais lembra ou sequer sabe quem foi Mark E. Smith. Pois o músico, cantor, letrista e compositor nascido em Manchester (o lendário e grande santuário do rock gigante inglês que importou nos anos 80, a cidade que deu ao mundo nomes imortais como Smiths, Joy Division e New Order) liderou por mais de quatro décadas (de 1976 até o começo deste ano) o The Fall, um dos grupos mais expressivos e representativos da cena rocker formada na cidade e que impactou toda a cultura rock britânica de então. Ao longo desses mais de quarenta anos de existência o Fall lançou mais de trinta discos de estúdio (e outra batelada de registros ao vivo). Alguns, como “Bend Sinister” (editado em 1986 e que saiu um ano depois no Brasil, sendo naquela época resenhado por este Finaski na finada revista Somtrês, quando ainda éramos um jovem jornalista musical em início de carreira na imprensa), são hoje tratados como obras clássicas do pós-punk inglês.

Infelizmente o Fall chegou ao fim porque Smtih morreu em 24 de janeiro passado, aos sessenta anos de idade. Fumante compulsivo, ele enfrentava problemas respiratórios sérios há meses já. E enfim nos deixou no começo deste ano, abrindo mais uma lacuna difícil de preencher num gênero musical – o rock – que parece cada vez mais próximo da extinção.

Estas linhas bloggers não poderiam deixar de prestar sua homenagem a Mark. E o faz agora publicando abaixo este texto sobre o músico, escrito pelo escritor e músico Cassiano Fagundes, dileto amigo zapper e que sempre foi fã declarado da obra do Fall. No mais, rip Mark. Um dia a gente se encontra por aí.

 

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O inglês The Fall, no auge da carreira, no final dos anos 80: um dos grandes nomes do rock de Manchester em todos os tempos

 

Cassiano Fagundes, especial para Zapnroll

Vi o The Fall ao vivo duas vezes: em 1989, no Canecão, no Rio; e em 1999, em NYC, aquela cidade lá no grande norte do supercontinente. O show do Rio marcou minha vida. Eu tinha apenas 16 anos, e estava com o meu primo, o Guilherme, meu companheiro de sons até hoje. O show do Rio mudou minha vida.

Por que? Primeiro, porque a plateia ficava sentada em mesas compridas, dividindo-as com estranhos. E quem sentou conosco? LULU SANTOS. Lá pela terceira canção, ele se levantou e foi embora. Na cabeça de um piá de 16 anos, aquilo significou: “que babaca, que careta do cacete, que bostalhão”. Talvez ele estivesse com dor de dente. Talvez tivesse lembrado de fazer uma ligação urgente e saiu procurando o orelhão mais próximo. Ou talvez tenha sido atingido por uma ideia fulminante de canção, e teve que encontrar o violão mais próximo para compô-la. O lance é que isso ficou em mim como algo não muito legal.

Segundo, porque Mark E. Smith estava particularmente inspirado naquela noite. Não fazia muito tempo que seu casamento com Brix (por quem eu tinha um desejo adolescente muito fértil) tinha terminado. Eu e meu primo chegamos a achar que vimos em determinado momento meia lágrima escorrer de seu rosto.

Terceiro porque foi ali que entendi que músico é uma coisa, e artista é outra um pouquinho ou muito diferente, e para mim, bem preferível. No Canecão, nasceu em mim a ideia de que artistas que se servem da música de uma forma pervertida para criar seus esquemas são os únicos dignos de nota, o resto é reprodutor de fórmula, por melhor que sejam (tipo aquele cara que deixou o show cedo demais). Sem menosprezar os galináceos, digo que até galo depenado canta bem (parafraseando um senhor iluminado que me disse isso, e de quem nunca esquecerei), mas prefiro a elocução que se tornou uma gema da língua inglesa falada, que é a de Smith em canções como “Wrong Place, Right Time” ou “Frenz”, que tem sussurros de Brix, a responsável por tornar o som do Fall mais “palatável” para os ouvidos mais sensíveis do além-mar estadunidense e de quebra, brasilianos.

Se o Ruy Castro não curte Bob Dylan, ele certamente não gostaria do canto descantado e declamante de Mark E. Smith. Não vou xingar o Ruy Castro por isso, ele é um gigante, e talvez não tenha uma ligação suficientemente íntima com as línguas germânicas para entender seus arranjos estéticos (se bem que nem precisaria de muito conhecimento, né? É só curtir a onda, como eu mesmo faço, na maior parte do tempo). E nem vou xingar o Lulu Santos, que, bem ou mal, compôs algumas das canções mais memoráveis da música popular. Já essa gente que reproduz sem nenhuma vergonha a estrutura escravagista luso-brasileira do século 16, sem se dar conta que está na senzala, junto com os famintos e bem longe da Casa-Grande, eu faço questão de dizer: FODAM-SE!!!

Ah, claro: o show de 99 em Noviorque foi aquilo que John Peel dizia sobre o Fall: Sempre igual, sempre diferente.

Vale terminar esse texto dizendo que Mark E. Smith era da classe trabalhadora inglesa, assim como a maioria esmagadora dos bastiões de sua geração, que compreende o punk e o chamado pós-punk. Gente revoltada com o neo-liberalismo desumano de Thatcher e Reagan por princípio e por questão de sobrevivência, que acharia muito estranho alguém gostar de música popular e ser contra os movimentos sociais e o movimento trabalhista. Nos últimos anos, Smith disse besteiras contra imigrantes e refugiados – ele andava irremediavelmente bêbado, Mas também disse coisas como: “”O problema da indústria musical é que ela se tornou muito burguesa. Um negócio da classe-média , como a policia”.

 

 

HÁ 20 ANOS FAZENDO BARULHO NO INDIE ROCK GOIANO, OS MECHANICS COMEÇAM 2018 COM NOVO SINGLE E FAZENDO COMO SEMPRE: NADANDO CONTRA A MARÉ

Você, jovem e dileto leitor zapper (ainda teremos nós jovens e diletos leitores, e será que eles ainda são fãs dessa arte musical quase extinta, chamada rocknroll?), provavelmente nunca ouviu falar do grupo Mechanics. Pois a banda, nascida no underground rocker goiano (a capital do Estado de Goiás e berço das maiores duplas SERTANOJAS do país) há cerca de 20 anos, resiste ao tempo e ao “fracasso” existencial e musical de sua trajetória. Liderado desde o início pelo vocalista e letrista Márcio Jr, o Mechanics foi o primeiro grupo a ter disco lançado pelo célebre e heroico selo Monstro Discos, o mesmo que realiza também há mais de duas décadas o Goiânia Noise, até hoje um dos festivais independentes mais importantes dentro do que resta na cena rock brasileira.

Pois o conjunto segue resistindo ao tempo. E começou 2018 nadando contra a corrente (como sempre). Em um país onde o rock também está indo pra casa do caralho e onde pavores musicais como funk podrão, axé e feminejas estão dominando o mercado musical e mobilizando milhões de fãs e ouvintes (estúpidos e boçais, vale exarar), os Mechanics resistem como podem e inclusive acabam de colocar um novo single para audição nas plataformas digitais. Por isso mesmo fomos atrás de dom Márcio Jr, o homem na linha de frente da banda, para que ele contasse em detalhes o que é o novo lançamento e como anda uma das instituições do rock alternativo de Goiânia rock city. Com sólida formação cultural e intelectual Marcinho deu a ótima entrevista que você confere aí embaixo.

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Os goianos do Mechanics: há 20 anos fazendo rock barulhento em plena terra dos sertanojos

 

Zapnroll – “Fracasso” é o nome do novo single dos Mechanics, banda já lendária da cena indie goiana. Saiu em edição limitadíssima em compacto de vinil há 4 anos e agora foi disponibilizada também nas plataformas virtuais. A banda encara o fracasso artístico e comercial de uma forma, digamos, estética e musical/autoral, ou ele – o fracasso – permeia de fato a trajetória do grupo e se tornou uma espécie de dádiva para vocês?

 

Márcio Jr. – Bom, primeiro vamos acertar as datas aqui. Em outubro de 2014 passamos 03 dias nebulosos em Pirenópolis, cidade turística do interior goiano onde, na época, estava sediado o RockLab, estúdio do grande Gustavo Vezquez – que já produziu, Macaco Bong, Patrulha do Espaço e Black Drawing Chalks. Gravamos 3 músicas ali, sendo que duas delas só viram a luz do dia no compacto lançado ano passado pela Lombra Records. A Lombra é um empreendimento fonográfico do meu grande chapa, escritor, roteirista de HQs e maluco de carteirinha, Biu. Ele tem uma máquina de riscar vinis. Ou seja, produz bolachas em tiragens limitadíssimas como se fossem gravuras. Aí tive a ideia de lançar Fracasso (lado A) e Vietnamérica (lado B ) neste formato. Só que a capa foi feita em xilografia, um zine acompanhava o disco e por aí vai. A ideia é que fosse uma espécie de gravura sonora, peça de colecionador, fritações Andy Warholianas. Este ano resolvemos lançar o single nas plataformas digitais pela Monstro Discos – gravadora que ajudei a fundar e que nasceu 20 anos atrás tendo como peça de estreia justamente um 7 polegadas do Mechanics. Ou seja, 20 anos nessa lama.

 

Zap – Viver perenemente em “fracasso” artístico conferiu no final das contas e na sua opinião, uma credibilidade musical aos Mechanics que talvez inexista em grande parte do rock atual, mesmo na chamada cena alternativa?

 

Márcio – A ideia de Fracasso nasce de um conjunto de questões que são sintomáticas não só no rock, mas no momento em que estamos vivendo. Penso no fracasso como a antítese do sucesso. E o que significa sucesso, hoje?

 

Zap – sim, o que seria sucesso, afinal? Vender milhões de discos (sendo que isso não existe mais, para ninguém) ou obter milhões de audições/visualizações em plataformas virtuais, produzindo música sem estofo artístico algum? Partindo dessa premissa, talvez Mechanics seja uma das bandas mais “fracassadas” da indie scene nacional, não? E no entanto, uma das que possui mais respeitabilidade em termos musicais, certo?

 

Marcio – A letra se esboçou pra mim numa entrevista do saudoso Darcy Ribeiro. Em dado momento, perguntaram a ele se ele se considerava um homem de sucesso ou algo assim. E ele respondeu que tudo que fez ao longo de sua vida resultou em fracasso. Ele quis criar um Universidade espetacular a aberta ao povo brasileiro (a UnB) e fracassou. Ele lutou pela questão indígena e fracassou. Ele passou a vida na defesa do povo brasileiro e também fracassou. Por outro lado, esse fracasso era sua derradeira vitória. Afinal, se ele fracassou, significa que seus opositores venceram. E se tornar um deles teria sido a única derrota, o único fracasso possível. Penso no Mechanics por um prisma semelhante. A banda existe desde 1994. Sem modéstia alguma, somos a pedra fundamental da cena que se formou em Goiânia, tanto do ponto de vista de alavancar esta cena, quanto do ponto de vista estético. Aquilo que se convencionou chamar de rock goiano traz o Mechanics em seu DNA. E estarmos aí, após tanto tempo, fazendo única e exclusivamente o que consideramos relevante, isso pra mim é fracasso. Ou sucesso. Acredito que o rock atravessa uma crise em escala mundial – mas que tem um acento bem forte aqui no Brasil. Isso deriva de vários fatores. Mas tem alguns que eu sempre gosto de levantar. O primeiro deles é a dificuldade de se estabelecer um canal de comunicação com as gerações mais jovens. Mas não penso que a responsabilidade seja exclusiva do rock. Penso que a letargia do público, via redes sociais e facilidades letárgicas da vida contemporânea acabaram por subtrair da molecada o senso de perigo que a conduzia ao rock. Se tudo está ao alcance de um clique, se rebelar contra o quê? Sempre acreditei que o rock exigisse uma dose de transgressão e de perigo. Isso praticamente sumiu do mapa. Não existe rock a favor. Portanto, são tempos obscuros. O que me faz ter mais certeza dos caminhos do Mechanics. Não tenho interesse em tronar absolutamente nada palatável para ninguém. Tudo que interessa é criar coisas que me deixem desconfortavelmente instigado. Fazer música que siga na contracorrente. Realizar shows que sejam experiências únicas e viscerais para quem está presente. E, principalmente, para mim mesmo. O resto não faz muito sentido, hoje, pra mim. Penso que temos um certo grau de respeitabilidade, sim. Mas o respeito que me interessa acima de tudo é o meu próprio. Não é que eu faça música só pra mim, entende? Mas o que me move de fato é olhar pras coisas que produzi e sentir que tudo aquilo é íntegro.

 

Zap – Ótima resposta e ótimas colocações. Aproveitando e para quem não conhece ou nunca ouviu falar dos Mechanics, dê um resumo rápido da trajetória do grupo, seu estilo musical, influências, um momento marcante na trajetória da banda nessas suas duas décadas de existência etc. Qual a formação atual e há quanto tempo ela está junta? O conjunto segue fazendo shows?

 

Marcio – Ficar muito tempo na estrada te dá uma certa perspectiva. Quantas e quantas bandas eu vi começar acabar? Quantas não se iludiram com alguma perspectiva de sucesso? Seguir adiante é só o que me interessa. O Mechanics é uma banda que surgiu em Goiânia em 1994, influenciada por coisas como cinema B, literatura beat, quadrinhos, pornografia, ultraviolência. Musicalmente, bebemos na fonte dos Stooges e quetais. Melvins, Butthole Surfers, Jesus Lizard, Mudhoney… Todas estas coisas sempre estiveram presentes. Mas sempre houve uma influência de artistas mutantes como David Bowie, pela abordagem de estar sempre se deslocando em relação a uma suposta expectativa do público. Fomos a banda que inaugurou a Monstro Discos e a única que tocou em absolutamente todas as 23 edições do Goiânia Noise Festival. Tem um trabalho do qual me orgulho muito: o Music for Anthropomorphics, uma espécie de álbum/graphic novel, que desenvolvemos junto ao genial quadrinista e artista plástico Fabio Zimbres. Um disco que vinha acompanhado de um livro em quadrinhos gestado conjuntamente com o Zimbres. Isso foi parte do meu Mestrado em Comunicação na UnB que acabou gerando o livro teórico COMICZZZT!, que lancei em 2015. Este mesmo projeto gerou uma exposição e agora em 2018 dará origem a um curta-metragem em animação que dirijo ao lado da minha mulher, Márcia Deretti. O livro/disco foi republicado ano passado na Colômbia e terá nova edição no Brasil este ano. Portugal e França estão nessa fila também. É um trabalho que vem se desenvolvendo e se desdobrando há mais de uma década. Depois de mais de dez anos onde estabelecemos um certo padrão no rock goiano – bandas barulhentas, baseadas em guitarras e cantando em inglês – foi a vez de partirmos para um trabalho em Português, o 12 Arcanos, que foi super bem recebido.

 

Zap – Wow, sensacional e isso mostra que a banda está mais ativa do que nunca. O que nos leva a outra questão: como está o rock BR atual? Faça uma análise detalhada se possível, na sua opinião, de como está a cena, tanto a independente como o que resta do mainstream.

 

Marcio – Fizemos vários shows desse disco, muitos deles com a presença do Grupo empreZa, coletivo de artes performáticas daqui, reconhecidos como um dos mais importantes do país. Já tiveram, inclusive, projetos com a deusa da performance mundial Marina Abramovic. Já compusemos trilha sonora para documentários, fizemos shows e disco acústico – ou quase isso – e por aí vai. A hibridação de linguagens é algo que sempre este na raiz da banda. Da formação original, eu e o baixista Little John. O Katú está na guitarra há mais de dez anos. Ricardo Darin, também guitarra – e eventualmente baixo – há bastante tempo também. E temos dois bateristas, Pedro Henrique e Junão Cananéia. Ou seja, temos shows diferentes para cada ocasião. Quanto ao rock, ele sobrevive no underground, nos esgotos da cultura contemporânea. É lá que ele é honesto e fracassado. Do ponto de vista mainstream, praticamente foi varrido do mapa. No Brasil, o público está completamente alheio ao rock. No resto do mundo não é muito diferente. Penso que tenha a ver com aquela bundamolice do público da qual falamos há pouco. Não há mainstream. Chegamos ao ponto em que pega mal pro jovem dizer que gosta de rock. A coisa migrou pra uma caretice e imbecilidade deslavadas, inacreditáveis. Os artistas que catalisam algum senso de transgressão até conseguem aglutinar o público. Mas por qualquer fator que não seja a música.Acho que estamos vivendo um fenômeno sui generis – que eu tenho chamado de pós-música. O que vale para o artista é sua agenda, seu discurso, sua relação com grupos identitários. A música tornou-se irrelevante. Penso que isso ajude a explicar fenômenos como Pablo Vittar. Ele é um agente muito importante hoje. Mas ninguém parece se filiar a ele pela música. Do mesmo modo acontece com festivais e eventos. Naqueles que têm grande público, parece que o que menos interessa é a música. O Rock in Rio ilustra isso de forma explícita. Mas não só ele. Mesmo festivais outrora orientados para a vanguarda musical no Brasil, agora vivem de pesquisa para saber o que leva ou não público – que por sua vez se vincula ao hype e às agendas dos artistas, quase nunca ao seu trabalho musical. A coisa voltou pra um universo pequeno, alternativo, underground. Fracassado, em última instância. Mas é por isso mesmo que a resistência é necessária. Olha só, Finatti. Você mesmo é um exemplo disso. Depois que a Monstro lançou o novo single do Mechanics, ele foi notícia em diversos veículos principalmente os virtuais. Mas a esmagadora maioria se ocupou exclusivamente de reproduzir um press release. Quando pensamos que a cena rock fosse chegar a este ponto? Você, por outro lado, ainda acredita na importância do debate, do trampo de fazer uma entrevista, fazer as ideias circularem. Isso, mais que nunca, é necessário. Isso é que eu entendo por Rock. O resto é só sucesso. E sucesso é para os fracos.

Zap – Mais uma resposta sensacional, hehehe. Sendo que já temos um ótimo material e podemos encerrar o papo com a seguinte questão e aproveitando o “gancho” de tudo o que você expôs acima: como uma gravadora como a Monstro, eminentemente independente, consegue sobreviver durante mais de duas décadas nesse cenário sinistro que você descreveu e no qual o rock e a música atual estão vivendo? Como ela também consegue manter um festival como o Goiânia Noise? Afinal vocês tiveram um ex-sócio que pulou fora (ou foi “pulado”, rsrs) da gravadora e do festival justamente porque ele se importava, ao que parece, apenas com a questão MERCANTILISTA do negócio, e utilizando de esquemas nada abonadores se tornou uma espécie de “reizinho” pançudo da cena rock goiana, fazendo um outro festival que hoje desfruta de relativo sucesso de público e mídia (principalmente entre certos blogs “pobreloaders”, rsrs, que o consideram como a grande eminência da cena rocker da capital de Goiás) justamente por priorizar muito menos as bandas alternativas de fato e dar espaço a artistas caros e renomados e que têm garantia de levar bom público aos seus shows. Fale sobre isso.

 

Marcio – Esta é uma questão espinhosa por causa da proximidade que tenho com a cena daqui. Mas como você tocou no assunto, vamos lá. Fui fundador da Monstro e do Noise ao lado do Leo Bigode. Depois vieram o Fabrício e o Razuk. Em um dado momento, os interesses do Fabrício (que já estava atuando com a Construtora) ficaram conflitantes com os da Monstro e ele teve que seguir adiante sozinho. Muita água já passou debaixo da ponte desde então – eu mesmo deixei a Monstro tempos depois para tocar outros projetos com literatura, animação, cinema, quadrinhos e mesmo um doutorado. O cenário mudou drasticamente. Houve um período em que a coisa mais legal que tínhamos aqui – que me parecia claramente a cena rock mais interessante do país – era o público. Fazíamos festivais com 50 bandas independentes e o público comparecia em peso, interessado em conhecer novos sons, novas propostas. Isso mudou. O público ficou anestesiado pelos novos tempos. A curiosidade foi pras cucuias. Hype. Pós-música. Percebo os heróicos Bigode e Razuk lutando para manter o legado rock da Monstro. Mas não é fácil. E é justamente por isso que é tão importante os caras resistirem e se reiventarem – sem abrir mão dos princípios que nortearam tudo desde o começo. Apostar no independente, criar condições para que bandas relevantes encontrem seu público, botar a molecada pra pensar e viver. Tudo isso é algo muito importante neste momento. Fracassar é preciso! O que acho inadmissível é se curvar ao senso comum. A um hype que não significa absolutamente nada (ao menos para mim). Querer aglutinar a mesma quantidade de público de outrora não é possível no panorama que vivemos. Mas é sempre possível buscar aspectos qualitativos ao invés de quantitativos. É isso que sempre converso com os Monstros. Acredito piamente que, neste momento, o mais importante é fazer os festivais mais radicais possíveis. E se o público for pequeno, who cares? O que interessa é a ousadia do que se faz. Sobre o Fabrício e o Bananada – tenho certeza que é dele que você está falando -, acho que ele está em outra. Ele sequer se coloca como rock. Essa não é – nunca foi – a preocupação primordial dele, do trabalho dele. Sempre que tem alguma atração que me interessa eu vou ao Bananada. (Infelizmente, não é tão frequente quanto no passado.) A estrutura do festival é gigante. Uma festona, mega profissa. Mas é aquilo: a música ali ocupa uma posição meio secundária. Existe um claro interesse em entender tendências para aglutinar um público. Mas nem isso garante sucesso financeiro. Ou seja, são posturas distintas, lidando com uma mesma crise.

 

***Você pode ouvir o novo single dos Mechanics aí embaixo.

 

**********

 

SOBRE (MAIS UMA VEZ) A MORTE DO ROCK BR E O QUÊ ISSO TEM A VER COM O BRASIL DE HOJE, EM TERMOS POLITICOS, SOCIAIS E COMPORTAMENTAIS

Estas linhas bloggers eternamente rockers têm escutado muito a rádio rock BR da Tv NET. É de longe nosso canal musical preferido na operadora de TV a cabo já há muitas semanas (os outros três que também ouvimos são new rock, classic rock e MPB) e nem é preciso se estender muito aqui nos motivos pelos quais especificamente este canal musical da Net já conta com nossa devoção absoluta. Basicamente 80% da programação dele foca no rock BR GIGANTE dos anos 80. Uns 10% ficam para clássicos e bandas mais obscuras dos anos 70. E os 10% restantes (se muito) ficam para o rock produzido no país dos anos 2000 pra cá.

Ou seja: tirando um Suricato, um Plutão já foi planeta, um Scalene, um Vanguart, uma Pitty e a turma besta do emocore (NX Zero, Fresno e essas tranqueiras que ninguém aguenta mais ouvir hoje em dia e cuja música envelheceu esteticamente com uma velocidade assustadora), o restante da programação é um autêntico e AVASSALADOR massacre/rolo compressor do que foi produzido no Brasil no rock dos anos 80 – com tudo o de melhor e também o pouco de PIOR que foi feito naquela época. Sim, em meio a zilhões de canções clássicas e inesquecíveis de Secos & Molhados (sempre toca), Casa Das Máquinas (tocou hoje a sensacional “Vou morar no ar”), A Bolha, Legião Urbana, Capital Inicial (a banda tem lá suas boas músicas, sejamos honestos), RPM, Titãs, Paralamas Do Sucesso, Lobão (quando ele era um gênio musical e não o bosta reacionário dos tempos atuais), Lulu Santos, Ultraje A Rigor, Ira!, Barão Vermelho, Cazuza, Biquíni Cavadão, Engenheiros Do Hawaii (que foram sim ótimos pelo menos em seus dois primeiros discos de estúdio), Violeta De Outono (tocou hoje!), Finnis Africae (quem se lembra?), Picassos Falsos (idem, quem também se lembra?), Magazine (quanta saudade do queridão Kid Vinil…), Planet Hemp (já avançando pros anos 90) e Skank (idem), sempre sobra espaço pra tocar algumas podreiras completamente esquecíveis como Doutor Silvana, Uns & Outros (aquela cópia asquerosa da Legião Urbana e que emplacou um único hit em sua falida carreira) e mais alguns poucos que nem merecem ser citados.

Todos os nomes citados acima compõem o grosso da programação do canal musical dedicado ao rock BR da TV Net. Por isso o autor do blog zapper, aos 5.5 de existência e que ouviu e viveu de perto tudo e CONVIVEU intensamente com essa geração de 30 anos atrás, quando dava seus primeiros passos no jornalismo musical que o acompanha profissionalmente até hoje, sente enorme prazer e satisfação ao ficar com o som ligado no canal. Sim, também sente um tanto de nostalgia dos seus anos jovens que nunca mais irão voltar e da saudosa loucura daqueles anos incríveis e alucinados.

De resto (e repetimos isso pela bilionésima vez aqui, de tempos pra cá) essa grade musical do canal rock BR da Net só atesta em definitivo o que todos nós já estamos CARECAS de saber: o rock simplesmente MORREU no Brasil – aliás não só aqui como lá fora também. Morreu, acabou ou foi/está indo para o MUSEU. Quer dizer, bandas novas sempre continuam surgindo e irão continuar aparecendo (com o detalhe de que a maioria das que aparecem atualmente é de uma pobreza musical e textual constrangedora, daí considerarmos que até um suposto “patinho feio” dos anos 80 como o Kid Abelha, hoje pode ser classificado como GENIAL se comparado com o que anda sendo gravado nos dias atuais). Mas não existe mais PÚBLICO interessado em ESCUTAR estas bandas ou ir nos shows delas, ponto. Esqueça. A pirralhada quer saber é de sertanojo, feminejas sofrência brega ao máximo, funkão burrão, axé idem, Anitta, Jojô Todynho, Nego do Borel, um MC qualquer e por aí vai.

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Zapnroll ao lado do Vanguart, uma das ÚNICAS bandas do rock BR que valem a pena nos anos 2000

E tudo isso deságua (ahá!), claro, na questão cultural, política e comportamental de um país e uma sociedade que deu total ERRADO, definitivamente. A cultura e a música brasileira foram mesmo pro fundo do abismo mais profundo e pelo jeito não irão sair nunca mais de lá. E isso na era da tecnologia e da informação máxima, onde todo mundo tem toda a informação do mundo ao alcance das mãos e de um clic no PC ou no celular. Uma raça humana que dispõe de tecnologia de ponta como nunca teve antes e, ao mesmo tempo, também se tornou BOÇAL como não era desde pelo menos a Idade Média. E no caso específico do nosso triste bananão tudo é isso é resultado do descaso de décadas do poder público com educação e cultura (sabem como é, populacho BURRÃO é mais fácil de ser manipulado) e também culpa de uma sociedade idiota, omissa e alienada, que nunca teve apreço por grande Cultura, por ler, por ouvir ótima música, ver ótimos filmes, ir a exposições, peças de teatro, nada enfim que a obrigue PENSAR com um pouco mais de ESFORÇO mental. Aqui reina a cultura da MEDIOCRIDADE artística. O fácil vende fácil em termos de música e de artes em geral. O difícil, esse não vende nada e não dá audiência.

Se o Brasil INVOLUIU de décadas pra cá? Óbvio que sim, e mais uma vez basta escutar durante uma tarde como a de hoje, sextona pós reinado momesco, a radio rock BR da Net pra se perceber isso. Há 30 anos ainda havia poesia no rock BR, contestação social e política etc. E até uma banda mais pop como o Metrô (tocou deles hoje “Tudo pode mudar”; foi quando colocamos no volume máximo a TV e deu vontade de sair pulando de bengalinha pela kit, velhinho da quase terceira idade que já estamos, ahahaha) tinha uma qualidade melódica e harmônica inimagináveis nos “artistas” que hoje ENVERGONHAM a música pop nacional.

E por fim, também tocou hoje “Canos silenciosos”, de mr. Lobão. Sim, aquele que se tornou o ESCROTO e BOÇAL de direita que todos nós sabemos. É inacreditável imaginar que o sujeito que um dia compôs ESSA música e outras obras-primas do rock BR de trinta/quarenta anos atrás, se transformou no que se naquilo que ele é hoje. O que faz concluir que a CRETINICE e o ultra conservadorismo político de direita contaminou não apenas a sociedade estúpida, preconceituosa, selvagem, coxa e otária, mas até o rock brasileiro. O rocknroll, justo ele, o gênero musical que um dia foi o mais combativo, transgressivo e subversivo da história da música. Pois é… fim da história pro rocknroll, pelo jeito e infelizmente.

 

 

ESCADARIA PARA O INFERNO SE ESPALHA PELO BRASIL – E VOCÊ PODE COLABORAR COM NOVOS LANÇAMENTOS DO LIVRO, ADERINDO AO FINANCIAMENTO COLETIVO DELE!

Yeeeeesssss! A primeira incursão literária do jornalista gonzo/zapper eternamente loker/maloker/rocker, lançada em novembro passado em Sampa, segue vendendo bem e se espalhando pelo Brasil de Norte a Sul. Tanto é que a boa repercussão do livro está exigindo que se façam novas festas de lançamento dele fora da capital paulista. A primeira dessas festas acontece neste sábado (amanhã, já que o postão zapper está sendo finalizado na sextona em si, 16 de fevereiro) no Rio De Janeiro, dentro da balada rock/goth “Ceremony” (sendo que todas as infos sobre ela estão aqui: https://www.facebook.com/events/317273378785958/). Já no final de março, em Sampa mesmo, haverá outra noite de autógrafos do livro no espaço cultural Presidenta, no baixo Augusta (onde antes funcionou o lendário bar Astronete). E ainda estão sendo agendados lançamentos do livro até na distante Macapá.

Claro que esses eventos geram custos que Zapnroll não tem condições de cobrir sozinho. Portanto fizemos o que todo mundo faz hoje em dia, para arrecadar fundos para cobrir custos de eventos relacionados a lançamentos de obras artísticas: abrimos um financiamento coletivo no Kickante, e estamos aguardando sua força amiga por lá, para ajudar o jornalista (este mesmo aqui, rsrs) que já fez muito pela cena rock alternativa brazuca nos últimos vinte e cinco anos. Interessou em ajudar? Vai aqui: https://www.kickante.com.br/campanhas/lancamentos-do-livro-escadaria-inferno.

Enquanto isso “Escadaria…” vai arrebanhando leitores felizes (todos elogiando o livro) pelo Brasil afora, como você pode conferir nas imagens abaixo: alguns dos muitos que já compraram a obra literária fináttica. Junte-se você também a eles, comprando seu exemplar aqui: http://www.editorakazua.net/catalogo/escadaria-para-o-inferno-de-humberto-finatti. E ótima descida pela escadaria sinistra!

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Juliana Marta e Letícia Coimbra, as gatas de Belo Horizonte

 

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Alex Sobrinho (Colatina/ES)

 

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Neide Assunção (São Luis/MA)

 

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Leandro Binão/Ipira (SC)

 

 

 

O BLOGÃO ZAPPER INDICA

***Bailindie: a nova edição de uma das festas mais legais do circuito under de Sampa rola amanhã, sábado, 17, lá no já queridíssimo Clube VU. Vai ter inclusive DJ especial da adorável Vera Ribeiro, que estará fazendo aniversário. Todas as infos aqui: https://www.facebook.com/events/200379083883774/.

 

***Musa rocker: a nossa primeira musa de 2018 já está escolhida! É a gata rocker/loker mais legal e amiga destas linhas bloggers online. Fique de olho porque o ensaio com a deusa Cris Dias estará aqui, em nosso próximo post. Mas por enquanto você fica com esse “aperitivo” pra já ir sonhando com o ensaio completo da garota. Beleusma?

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LIVRO “ESCADARIA PARA O INFERNO” EM PROMOÇÃO, UHÚ!

Sim!!! Você ainda não comprou a estreia literária de Finaski porque está com o bolso vazio? No problema, rsrs. Resolveremos JÁ a parada: vai no hfinatti@gmail.com, que tem UM EXEMPLAR do livro dando sopa por lá. O vencedor da promo será anunciado aqui até o início de março, okays?

 

 

FIM DE PAPO

Chega, né? O post ficou lindão e o jornalista loker e agora também escritor está se mandando pro Rio De Janeiro, onde passa o finde para lançar seu livro por lá. De modos que assim que possível a gente volta na área, beleusma? Até mais então, com beijos na galera toda – inclusive nos psicopatas tipo Alex PORCASSO Antunes e Victor Matheus Mattos, os reis da covardia fake no painel do leitor zapper, hihihi.

 

(ampliado, atualizado e finalizado por Finatti em 16/2/2018 às 20hs.)

139 Comentários

  1. E o Oscar? Não vai comentar? O blog mais legal de cultura pop da web brasileira é o do Barça. Sinto muito. O seu é, no máximo, o mais exótico.
    Quero ver ser cabra macho de publicar isso.

  2. Finas, tem visto ou lido a pobreload? Se não tem dá uma zoiada lá. O blog tá tão flopado e decadente que o dono dele agora inventou de resgatar matérias, her, “crássicas”. Republicou uma entrevista mixuruca que ele fez com o Moz 6 anos atrás.
    Sabe quantos likes no tal post? 20, ahahahahahahahaha. Pior que o cara tem um ego maaior que o universo, ele se acha.
    Só esperando o Gino sócio vir cagar algo aqui, hehehehehe. Ele ou outro fake qualquer, os puxa sacos do pobreloader, ulha!

          1. Eu, por exemplo, sou uma pessoa que tentou ser sua amiga de boa, mas só levou patada de sua parte. Aí, desisti.

          2. Desistiu e agora fica enchendo o saco postando fake? Que CAGUICE a sua, xuxu. Pra vc ver a diferença entre nós: se dou PATADA (como tu diz), dou MOSTRANDO MINHA CARA, sendo eu mesmo.
            Já vc… sem chance, rsrs.
            Vamos ver se tu é corajosa: manda pro meu email (hfinatti@gmail.com) suas críticas dizendo quem é a Srta (ou o Sr.). Prometo não divulgar sua identidade aqui.
            Mas eu DU VI DO que vc vá fazer isso. Uma vez CAGONA E COVARDE…

    1. Ainda bem que aqui não tem nada de nostalgia né? O Finatti só escreve sobre novidades, lançamentos e conta sempre histórias acontecidas em 2018, nada dos anos 90 e 80. Bandas novas e novidades todo mundo encontra aqui! E se não encontrar, a culpa é do público que não se interessa.

    1. Fale Mal de Mim
      Autoramas

      Você fica irritado comigo
      Só porque voce me acha mais bonito que você

      Você já fica todo nervoso
      Quando te dizem que eu sou mais talentoso que você

      Sua vida anda mesmo sem graça,
      Pois a única saída que você acha é me difamar
      Isso até que veio bem a calhar
      Eu estava precisando de alguém para me divulgar

      Fale mal de mim
      Fale o que quiser de mim
      Mas por favor, não deixe que em nenhum momento
      Eu deixe de estar no seu pensamento

      Fale mal de mim
      Fale o que quiser de mim
      Porque todo mundo que te conhece
      Sabe que é isso o que você merece

      Minha reputação continua intacta
      Apesar de todas estas historinhas que você inventou
      E se a vida pra você é uma disputa
      Lembre-se também que pra todo o jogo há um perdedor

      Você sabe que eu vencerei
      Que eu triunfarei
      Isso incomoda você
      Isso irrita você
      Você sabe que eu vencerei
      Que eu triunfarei
      Isso incomoda você
      Isso vai matar você
      Você sabe que eu vencerei
      Que eu triunfarei
      Isso incomoda você
      Isso irrita você
      Você sabe que eu vencerei
      Que eu triunfarei
      Isso incomoda você
      Isso vai matar você

          1. Frida, como vc pode querer CAGAR REGRA e lição de moral em cima de mim assinando sua mensagem com nome falso? Não seria o caso de VC crescer, amadurecer e deixar de ser cagona?

    1. Fale Mal de Mim
      Autoramas

      Você fica irritado comigo
      Só porque voce me acha mais bonito que você

      Você já fica todo nervoso
      Quando te dizem que eu sou mais talentoso que você

      Sua vida anda mesmo sem graça,
      Pois a única saída que você acha é me difamar
      Isso até que veio bem a calhar
      Eu estava precisando de alguém para me divulgar

      Fale mal de mim
      Fale o que quiser de mim
      Mas por favor, não deixe que em nenhum momento
      Eu deixe de estar no seu pensamento

      Fale mal de mim
      Fale o que quiser de mim
      Porque todo mundo que te conhece
      Sabe que é isso o que você merece

      Minha reputação continua intacta
      Apesar de todas estas historinhas que você inventou
      E se a vida pra você é uma disputa
      Lembre-se também que pra todo o jogo há um perdedor

      Você sabe que eu vencerei
      Que eu triunfarei
      Isso incomoda você
      Isso irrita você
      Você sabe que eu vencerei
      Que eu triunfarei
      Isso incomoda você
      Isso vai matar você
      Você sabe que eu vencerei
      Que eu triunfarei
      Isso incomoda você
      Isso irrita você
      Você sabe que eu vencerei
      Que eu triunfarei
      Isso incomoda você
      Isso vai matar você

        1. Fale Mal de Mim
          Autoramas

          Você fica irritado comigo
          Só porque voce me acha mais bonito que você

          Você já fica todo nervoso
          Quando te dizem que eu sou mais talentoso que você

          Sua vida anda mesmo sem graça,
          Pois a única saída que você acha é me difamar
          Isso até que veio bem a calhar
          Eu estava precisando de alguém para me divulgar

          Fale mal de mim
          Fale o que quiser de mim
          Mas por favor, não deixe que em nenhum momento
          Eu deixe de estar no seu pensamento

          Fale mal de mim
          Fale o que quiser de mim
          Porque todo mundo que te conhece
          Sabe que é isso o que você merece

          Minha reputação continua intacta
          Apesar de todas estas historinhas que você inventou
          E se a vida pra você é uma disputa
          Lembre-se também que pra todo o jogo há um perdedor

          Você sabe que eu vencerei
          Que eu triunfarei
          Isso incomoda você
          Isso irrita você
          Você sabe que eu vencerei
          Que eu triunfarei
          Isso incomoda você
          Isso vai matar você
          Você sabe que eu vencerei
          Que eu triunfarei
          Isso incomoda você
          Isso irrita você
          Você sabe que eu vencerei
          Que eu triunfarei
          Isso incomoda você
          Isso vai matar você

          (Autoramas/”Fale mal de mim”)

  3. Finas, li abaixo sobre os musos e também acho justo, pois você só posta ensaio de mulher e na maioria das vezes são feias. Seja menos preconceituoso! Um beijo, Ta.

        1. Ahahahahahahahahahahahaha, pelamor, PEIDEI agora, rsrs. Se a brinuda real já mais feia que o demônio, fico imaginando a (o) fake dela. Socorro, rsrs.

      1. Eu quero ver rola grossa na zap’n’roll!
        Bem que você poderia começar por sua pessoa. Isto é, se sua rola for grossa, porque rola só presta curta e grossa.

    1. Ô bostalho kuarrombado, seu comentário foi INTEIRO pro lixo, pois ele não tem nada a ver com o post do blog. Cara, que dó eu tenho da sua psicopatia em relação a mim, rsrs. Ficar lendo o que publico no meu FB (nos comentários!) pra vir vomitar cocô aqui, às 11 da noite, jezuiz…
      Sugiro que vc vá se tratar com urgência, seu caso é muito grave. Até me fez lembrar dessa música dos Autoramas, do meu amigo Gabriel Thomaz. Dedico a letra dela aí embaixo a vc, fake doente de inveja, rsrs. É a sua cara.
      Boa noite!

      Fale Mal de Mim
      Autoramas

      Você fica irritado comigo
      Só porque voce me acha mais bonito que você

      Você já fica todo nervoso
      Quando te dizem que eu sou mais talentoso que você

      Sua vida anda mesmo sem graça,
      Pois a única saída que você acha é me difamar
      Isso até que veio bem a calhar
      Eu estava precisando de alguém para me divulgar

      Fale mal de mim
      Fale o que quiser de mim
      Mas por favor, não deixe que em nenhum momento
      Eu deixe de estar no seu pensamento

      Fale mal de mim
      Fale o que quiser de mim
      Porque todo mundo que te conhece
      Sabe que é isso o que você merece

      Minha reputação continua intacta
      Apesar de todas estas historinhas que você inventou
      E se a vida pra você é uma disputa
      Lembre-se também que pra todo o jogo há um perdedor

      Você sabe que eu vencerei
      Que eu triunfarei
      Isso incomoda você
      Isso irrita você
      Você sabe que eu vencerei
      Que eu triunfarei
      Isso incomoda você
      Isso vai matar você
      Você sabe que eu vencerei
      Que eu triunfarei
      Isso incomoda você
      Isso irrita você
      Você sabe que eu vencerei
      Que eu triunfarei
      Isso incomoda você
      Isso vai matar você

  4. Você diz que não tem preconceitos, mas…porque não colocar uma sessão de musos zappers? Não somos só nós, gays, que pedimos. As moças também, adorariam a ideia.

  5. Finaski eu curto muito seu blog, mas a pergunta que não quer calar: Cade as musas zapper??? Ano passado era quase uma por post esse ano zero, po finnas alegra nossos coraçoes ae. Abraçao.

    Ps. vc ficou sabendo que o juninho da troll faleceu?

    1. Karen batalha perdida: nunca quis ser milionário e sim, sou pobre com muito orgulho, mas moro há quase 20 anos num dos MELHORES BAIRROS de SP (pena que vc não conhece minha rua… tranquila, arborizada, colada em estação de metrô, em mercadinhos, padoca 24hs etc.), reconhecidamente.
      Do resto que vc comentou, sorry. Quando parar de me stalkear no meu FB e vir vomitar cocô aqui assinando fake, e comentar sobre o que posto NO BLOG, a gente conversa melhor, ok?

        1. Fale Mal de Mim
          Autoramas

          Você fica irritado comigo
          Só porque voce me acha mais bonito que você

          Você já fica todo nervoso
          Quando te dizem que eu sou mais talentoso que você

          Sua vida anda mesmo sem graça,
          Pois a única saída que você acha é me difamar
          Isso até que veio bem a calhar
          Eu estava precisando de alguém para me divulgar

          Fale mal de mim
          Fale o que quiser de mim
          Mas por favor, não deixe que em nenhum momento
          Eu deixe de estar no seu pensamento

          Fale mal de mim
          Fale o que quiser de mim
          Porque todo mundo que te conhece
          Sabe que é isso o que você merece

          Minha reputação continua intacta
          Apesar de todas estas historinhas que você inventou
          E se a vida pra você é uma disputa
          Lembre-se também que pra todo o jogo há um perdedor

          Você sabe que eu vencerei
          Que eu triunfarei
          Isso incomoda você
          Isso irrita você
          Você sabe que eu vencerei
          Que eu triunfarei
          Isso incomoda você
          Isso vai matar você
          Você sabe que eu vencerei
          Que eu triunfarei
          Isso incomoda você
          Isso irrita você
          Você sabe que eu vencerei
          Que eu triunfarei
          Isso incomoda você
          Isso vai matar você

  6. Você, O Alex, o Zé Flávio e o Lúcio, já pensaram em resolver suas diferenças em uma cama de tatame, com direito a muito suor, peles e barbas se esfregando e loucas penetrações anais?

  7. Aviso pro Ministro Rastignac: dá até tédio, vergonha e dó do blog pobreload nas suas postagens de hoje, 5 ao todo. Os likes vão de ZERO curtida (no post sobre novo single do inútil Vaccines) a 19, como sempre. Mas há micro posts também com 3 e 7 likes cada.
    Enquanto isso a Zap… 157 compartilhamentos e subindo. Finas é finas, daí ele ser implacavelmente atormentado por esse bando de fakes retardados, que rasgam os próprios cus de ódio e inveja do nosso querido maloker.
    Agora esperamos pelo novo post zapper. Que ele venha fodão como sempre, Finas!

    1. Acho um pouco estranho o Finatti reclamar tanto que as pessoas só se importam com curtidas no Facebook hoje em dia e ao mesmo tempo ficar aqui tirando sarro porque as notícias do site do Lucio tem poucas curtidas.
      Mas e aí Finas, vai contar pra gente quem disse que “Afinal não sou o “jornalista lendário”, o querido por todos, o que já fez MUITO pela cena rock BR (verdade, fiz mesmo), o mais isso e aquilo?”

      1. Ué, bostalho varanoseuku, basta fazer uma pesquisa no meu FB (vcs não adoram me stalkear lá e vir VOMITAR cocô pela boca aqui? Rsrs) que vc irá encontrar, ao longo de muitos comentários em vários posts antigos por lá, gente dizendo que sou isso e aquilo, “lenda” do jornalismo (nem me considero assim, que fique bem claro) musical etc, etc.
        Outra: eu não tiro sarro nenhum de dom LR aqui, quem tira são os meus leitores, rsrs.
        Beleusma?

    1. Klaus nazista e fake, sorry: seu comentário foi INTEIRO pra lixeira, já que não diz respeito a nada do que está neste post do blog.
      Melhor sorte na próxima DEFECADA pela sua boca, aqui.

    1. Que BOSTA gigante esse Botelho, rsrs. E o covarde nem se dá conta disso, que pena.
      Sim, vai ter lançamento em Campinas, em abril provavelmente. Se você aparecer bem poderia ser corajoso e dizer que é o Botelho bosta, não? Gosto de conhecer meus inimigos corajosos, não os cagões que são “amigos” pela frente e inimigos traíras pelas costas.
      Abs.

        1. Botelho BOSTALHO está lunático, histérico, em surto de psicopatia e ódio, ahahahaha. Até parece que deu uma PIPADA numa pedra de crack, uia!
          Pobre criatura… rsrs (quem é? Paulo Fofocanti? Alex Porcolino Antunes? Victor reaça desonesto Mattheus? Luri? Jotalhão? Todos eles numa só pessoa? Rsrs. Façam suas apostas!)

    1. Nuoooooffaaaaaa, o combinado psicopata Alex PORCOLINO Antunes/Victor mattheus reaça Mattos/luri está em surto doentio de inveja, ódio e rancor hj, meo deos… ahahahaha.

  8. Humberto, prezado:
    Grato por nos enviar o teor integral da mensagem do seu “leitor” obscuro (já que o medo do mesmo em assumir o que escreve o impede de se identificar) e que com certeza não tem contato com ninguém da nossa equipe. Temos uma pessoa aqui na editora especialista nesse tipo de questão (rastrear mensagens na internet) e não será difícil descobrir a origem e o autor dessa galhofa.
    No mais fique tranquilo. Cruz alguma aqui e seu livro segue vendendo bem, aliás melhor do que muitos de nossos lançamentos recentes, e já lhe disse isso pessoalmente.
    Conte conosco, sempre!
    Abs!

    1. Ô seu IDIOTA, apenas pra constar: não dá pra ir pra Macapá de SP de ônibus, burrão em geografia. Fora isso é seu último comentário liberado (o mínimo dele) aqui. Vai ser psicopata, covarde, MERDA e ficar me stalkeando no FB na puta que o pariu!

    1. Eugenio Alex PORCO Antunes (ou seria o DESONESTO Victor Mattheus Mattos, o reaça de direita de Boa Vista?): estou fazendo trampos pra Secult/SP Estadual, nada a ver com João Escória Dólar.
      Não seja BURRO, porcolino. Já basta vc ser esse MERDA e covarde que é.

      1. Beleza, então, vamos lá…

        Você fracassou como jornalista por estar fazendo um bico para a secretaria de cultura do Alckmin?

        Um abraço e boa sorte com o livro

        1. Comprovadíssimo: agora além de Alex PORCASSO Antunes, também se juntou a ele na PSICOPATIA, COVARDIA (afinal, só mandam mensagens com assinatura falsa, como se eu não soubesse que são os dois merdas em questão) e perseguição doentia o reaça de Roraima (e ex-amigo, rsrs), Victor Mattheus Mattos. É bem a cara do sujeito que repete como um papagaio “eu adoro a minha vida” mandar mensagem pro blog às 7 da matina. Fora que ele andou postando no mural dele uma foto minha ao lado do PORCOLINO Antunes, tirada há uma década lá em Rio Branco, no Acre, e quando eu ainda suportava um pouco o loser lilith – tão loser que me lembro que, naquele viagem, ele não tinha dinheiro pra absolutamente NADA, me disse que estava apenas com um BILHETE ÚNICO no bolso, pra pegar o metrô quando chegasse em São Paulo, ahahahahaha.
          Que tristeza a vida desses dois… rsrs. Um, porcolino fracassado. O outro, um psicopata covarde de direita. Meus pêsames pros dois, uia!
          Adendo: como fui pro Rio é problema meu, não? Assim como sua vida de bosta não me interessa nem um pouco Tb. Vai arrumar o que fazer, seu vagabundo e otário, rsrs. E a partir de agora, se a sra. Não comentar o CONTEÚDO do blog (ao invés de ficar me stalkeando no Facebook e vir vomitar cocô pela boca aqui), seus comentários irão direto pra LIXEIRA, sem sequer eu me dar ao trabalho de responder algo pra eles.

  9. Valeu Finnas

    Com a minha foto ai o blog agora fica mais bombante ainda hehehehehehehe. Para mim conseguir esse livro com o autografo foi algo maravilhoso.
    Grande abraço meu irmão.

    Binão.

      1. Valeu Ministro…

        Sempre tive admiração por pessoas que se acham superiores, e vc pelo jeito é demais, por que não consegue nem escrever seu próprio nome e fica se escondendo atrás de um fake para criticar os outros. Se eu me expressei errado ai, foi um problema meu ou seu? Se você é professor de Língua Portuguesa queria ser seu aluno, mas como percebo há um bom tempo você só sabe apurinhar a vida do nosso querido Finatti, por ser um inútil e não ter percebido ainda.
        Grande abraço e obrigado por ser interessar por coisas pequenas, assim como você deve ser.

    1. Ué, simples: Jotalhão é o nome daquele elefante das histórias em quadrinhos, lembra? Quer apelido MELHOR pro OBESO MÓRBIDO que é o Zefa Junior BOSTALHÃO? Rsrs.

    1. Nuoooooffaaaaa, juuuuura que o Jotalhão bostão fracassou mesmo como jornalista e teve que descolar boquinha no Minc? Ahahahahahaha.
      E nem quero descolar boquinha alguma no Minc do vampiro golpista neoliberal. Aqui em SP o amado Pomba está trampando DENTRO da Secult/SP, estou fazendo trabalhos por lá e já tá ótimo.
      Pedir “boquinha” pro Merdalhão Jr. eu deixo pra vc, “Ministro”, que deve estar na pior com ele, hihihi.
      Aliás me diz aê: há quanto tempo será que ele e vc não enfiam seu pintos murchos numa bocetona? Hein??? Eu nesse ponto continuo bastante satisfeito, hihihi.

      1. Finas, a boquinha que eu quis dizer era o Zé Flávio não conseguir todas as curadorias relevantes aqui em SP e, consequentemente, quem sabe você conseguir alguma. Já entendi que você está feliz trabalhando para o Alckmin.

  10. Finatti, pergunta pra pala por mim: por que todos os posts do blog pobreload vivem empacados em 19 likes? Nunca nem mais nem menos do que isso.
    Estranho, não?

      1. No link dessa notícia http://www.popload.com.br/liam-gallagher-total-godlike-no-premio-da-nme-acustico-e-incrivel-na-radio-x-entrevistado-por-criancas-capetinhas/ tem 87 compartilhamentos no Facebook, não 19.
        No Facebook da Popload a notícia do show do Mogwai tem 491 curtidas, a notícia sobre o show do Bon Iver tem 24 e o relançamento do disco do Bowie tem 22 curtidas. Não entendi essa história de 19 curtidas. Você pode colocar os links aqui para exemplificar?

        1. Nem preciso, Luri fake do Luri oficial, rsrs. Basta ir no “site” Pobreload (que se tornou um blog de notas pop ligeiras desimportantes faz tempo já), pra ver que a maioria dos posts fica sempre em 19 likes, e fim de papo. Sendo que alguns fracassam MISERAVELMENTE em repercussão – tem um lá sobre a saída de um membro do tal Hot Chip (nuoffa, uma banda que “mudou” a história da música, ahahahahaha) com miseráveis 3 likes, uia! Vergonha é isso aí!
          Enquanto isso, ESTE post zapper… 155 likes e aumentando. Não somos lindos? Hihihihi.

          1. Eu só venho aqui ver os comentários. Aliás, se você barrar os comentários, seu blog vai ficar sem audiência ou só com os likes dos seus “amigos”, que dão like semler, apenas por cortesia.

    1. A finada e mais morta do que nunca pala tenta ressuscitar da sua completa obscuridade e irrelevância. Ou: quando a inveja mata a pessoa por dentro, ahahahahaha.

        1. Claro que não deixou mal, longe disso porque hj lido muito bem com isso. Sabe como é, anos de aprendizado e convivendo com retardados e bostões covardes do seu naipe. Hj não me incomoda mais, de forma alguma.
          Na vdd edito com prazer quase orgásmico por dois motivos simples: a) porque não vou deixar mesmo vcs vomitarem merda em forma de mentira pros leitores do blog lerem; e b) como não existe mais onde vcs possam vomitar fezes pela boca além de aqui (foi tudo pro saco, né? Orkut, a Causos, o Twitter fake… não sobrou nada pra vcs, coitados), onde MANDO EU, edito pensando na reação de ÓDIO extremo que vcs sentem quando veem que seu comentário escroto foi lido apenas por mim e depois foi pro lixo, hihihi.
          Sigam tentando. A audiência do blog agradece e… bem, uma amiga minha hacker já se dispôs a desnudar quem é a pala. E olha que ela consegue, já descobriu o Alex porcasso Antunes por trás de vários fakes aqui, ahahahaha. Será que falo pra ela ir atrás da pala falida e loser Tb? Uia!

    1. E o pobre Alex PORCASSO IMUNDO Antunes está em surto psicótico, rsrs. Não para de mandar mensagem fake pra cá (às 11 e meia da noite! Que vida triste a desse bosta, rsrs) e nem se importa mais com o fato de que sabemos que é ele o autor dessas mensagens retardadas e psicopatas.
      Lilith, assina com seu nome mesmo: Alex Antunes. Qual o problema? A merda que sai do seu cérebro é a mesma, não vai mudar.

    1. Fala, ALEX PORCÃO ANTUNES! Nem preciso responder pra vc. Leia ESSE comentário enviado ao blog e já liberado aqui por mim, hihihi. É total a sua cara IMUNDA e decadente, ahahahaha.

      XXX

      Estou de olho, Lilith!
      fakeonline@gmail.com
      201.6.128.97
      Fala Finas, belezinha? To gostando de ver o primeiro post do ano, entrevista com reverend horton heat, já 134 compartilhamentos etc. dá até dó do blog concorrente, que afundou de vez, rsrs.
      Meu e esse Alex Antunes bostão, não cansa de te encher não? Mano, conheço o figura: um imprestável, loser total, só fracassou em tudo que fez… cadê as garotas que erraram? Cadê o livro dele? Gordo e careca lixo da porra, deve grana pra um conhecido lojista da galeria do rock e não paga nunca, não tem onde cair morto e fica aqui enchendo o saco e ainda por cima fake? Isso é muuuuuita inveja doentia, pelamor…
      Esquenta com esse bosta não, finatti. Segue em frente com a Zap e com seu livro, ambos já são vencedores.
      Abracione!

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  11. Fala Finas, belezinha? To gostando de ver o primeiro post do ano, entrevista com reverend horton heat, já 134 compartilhamentos etc. dá até dó do blog concorrente, que afundou de vez, rsrs.
    Meu e esse Alex Antunes bostão, não cansa de te encher não? Mano, conheço o figura: um imprestável, loser total, só fracassou em tudo que fez… cadê as garotas que erraram? Cadê o livro dele? Gordo e careca lixo da porra, deve grana pra um conhecido lojista da galeria do rock e não paga nunca, não tem onde cair morto e fica aqui enchendo o saco e ainda por cima fake? Isso é muuuuuita inveja doentia, pelamor…
    Esquenta com esse bosta não, finatti. Segue em frente com a Zap e com seu livro, ambos já são vencedores.
    Abracione!

  12. Finatti.
    Vamos falar a sério. Seu blog é uma tremenda bagunça. Não dá para ler. Eu mesmo só venho aqui pelas tretas nos comentários. Espelhe-se no excelente blog do Barcinski. Um tema para cada texto. Textos bem construídos e conexos.
    Se você fosse um palerma eu nem me daria ao trabalho de escrever nada, mas eu sei que você pode se organizar e gerir um blog decente, informativo e agradável de se ler. A cada postagem nova eu passo o cursor, pinçando aqui e ali algumas coisas e quando você o complementa, eu jamais volto para ler. Acredito que muitos leitores seus agem assim.
    Eu sei que não ganhas nada de nós além dos cliques, mas acredito que você mantém o blog para ter leitores e, do jeito que ele é hoje, penso que você trabalha contra si mesmo.
    Experimente organizar essa bagaça. Nós, seus leitores, agradecemos

    1. Beleza Aura. Fazemos o que podemos aqui e vamos tentando melhorar, sempre. Gracias pelas críticas positivas e, acima de tudo, enviadas em texto educado, o que falta na porquice dos fakes, rsrs

    1. Nuoooooofaaaaaa, rsrs. Após eu ter tido uma excelente terça-feira de carnaval, quando fui almoçar na casa do querido amigo Samuel (que mora APENAS no bairro do Morumbi aqui em Sampa, e onde degustamos um delicioso risoto margueritha acompanhado de medalhões de filé mignon, e tudo regado a brejas e cuba libre), abro aqui e me deparo com esse vomito fétido, imbecil, rancoroso, odiento e mega invejoso (chega até ser comovente), escrito pelo Alex PORCO SUJO IMUNDO CARECA PANÇUDO antunes. Coitado, rsrs.
      Terçona de carnaval e o BOSTA provavelmente sozinho em casa, desvairado com sua vida escrota e psicopata do inferno, me stalkeia no FB e vem CAGAR pela boca aqui.
      Sem chance, lilith. Se mata!

        1. Beto, vc diria que o ponto alto da sua vida é ser um fake covarde de merda, que fica stalkeando meu perfil no FB e o que publico nele, pra depois vir vomitar fezes pela boca aqui?

  13. Finas, o blog tem 13 ou 15 anos? porque lá no banner tá escrito 13 anos.
    Você disse que vai aproveitar o feriadão para escutar uns discos novos, mas se você não trabalha, qual a diferença se é ou não feriado pra você?
    Esse evento de lançamento do seu livro no Rio tem umas 10 pessoas confirmadas. Olha o mico hein…
    Chamar Goiânia de capital da música sertaneja em 2018 é o mesmo que dizer que Seattle é capital do grunge (em 2018).
    Não encontrei menção nenhuma para “a morte de um nome lendário do rock alternativo inglês dos anos 90”. Se você estiver falando do Mark E. Smith, ele começou no final dos anos 70 né?
    Dei uma olhada lá no seu crowdfunding de lançamento de livro já lançado (de autor de blog que já teve até festa de despedida) e para chegar na meta precisaria de mais de 300 reais por dia. Acho viável.

    1. E eu acho viável que vc seja o Luri pobreloader, rsrs. O jeito de escrever é taaaaaaão parecido… mas como bostas e covardes só mandam os comentários pra cá com assinatura falsa (ô medo, né?)…
      Sim, o financiamento vai mal, a festa no Rio (tem dois eventos sobre ela) vai bem, no evento principal há mais de 80 confirmações já, sendo o lançamento do livro foi ADICIONADO a posteriori, numa festa que na vdd vai prestar homenagem aos Bauhaus. Mark Smith? Yep, começou no final dos 70 e o Fall atingiu seu auge no final dos 80.
      Por que vc não vai fazer algo mais útil no feriadão de carnaval? Ir num cinema, numa exposição, namorar? Ah já sei: é gordo, feio e chato pra caralho, ninguém quer pelo jeito. Vida dura hein!

    1. Gregor, sua COVARDIA e BURRICE fake é um INSULTO ao personagem da obra kafkaniana, rsrs.
      O finaciamento é para bancar NOVAS festas de lançamento do livro, como a que terei que fazer neste sábado no Rio De Janeiro e irei até lá bancando passagens do meu bolso.
      Mas como vc é um psicopata doente (como vai seu carnaval? Muita solidão por aí?), nem adianta explicar isso pro sr, claro.
      O financiamento vai mal, pra sua enorme felicidade.
      Coma merda e morra, como diria John Lydon.

  14. Por que um textão sobre o “Mark” do The Fall?? Ora, estava velho e fodido. Escrever o que dele se tudo acaba um dia, inclusive a carreira de músicos?
    E o livro, vendendo bem?

    1. Sim, tudo acaba um dia: bandas, carreiras de músicos e todos os mortais comuns como eu e vc, que Tb iremos morrer velhos e fodidos se não morrermos antes disso. De resto Mark e The Fall tiveram sua importância (que não foi pequena) na cena madchester dos anos 80, o que justifica a publicação do “textão” (que nem foi tão grande assim).
      E sim, o livro está vendendo dentro das expectativas.
      Abs!

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