AMPLIAÇÃO FINAL! Com a festa rock bacana que rola neste domingo (24 de junho) em Sampa, em torno do primeiro niver do programa de radio B-Pop – Aeeeeê!!! O novo postão zapper chega chegando, em pleno reinado do cuzão campeonato mundial de futeMERDA. Só que aqui a programação segue NORMAL e NADICA de Copa Do Mundo (pros paga paus otários que amam essa ogrice esportiva em nível hard, tem a rede Golpe de televisão para manter todos informados em tempo integral); nesse post falamos sim que um gigante lendário da indie scene nacional, o paulistano Pin Ups, está novamente no estúdio, gravando seu primeiro disco inédito em quase vinte anos; mais: depois de ter sido referência na imprensa nacional de cultura pop e de vender horrores nos seus primeiros anos de vida, a edição brasileira da revista Rolling Stone chega a um fim total vexatório e melancólico, derrotada pela crise econômica ultra cruel do triste bananão tropical, e por uma equipe de redação formada por alguns dos PIORES jornalistas musicais brasileiros dos últimos anos; e mais isso e aquilo em um post que está como sempre em gigante construção, começando agora e longe ainda de terminar. Vai lendo aê! (post ampliado e finalizado em 23/6/2018)

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A cultura pop e o rocknroll estão morrendo na era da web mas alguns autênticos HERÓIS e sobreviventes teimam em resistir, como o grupo indie guitar paulistano Pin Ups (lenda cult da cena under nacional dos anos 90, acima), que está em estúdio preparando seu primeiro disco de inéditas em quase duas décadas; mas nem todos conseguiram resistir à derrocada da imprensa dedicada à cultura pop, lá fora e aqui também: a edição brasileira da revista Rolling Stone (abaixo, com Frejat na capa mais recente) anunciou que encerra suas atividades em agosto próximo

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MAIS MICROFONIA

***Com esse postão já sendo encerrado na tarde do sabadão (23 de junho) em si, vamos deixar novas notas importantes aqui no Microfonia para a semana que vem. Mas lembrando que JULHO será o mês de Zapnroll e do livro “Escadaria para o Inferno”, já que haverá festas e eventos envolvendo ambos, a saber: no dia 26, quinta-feira, haverá novo lançamento com noite de autógrafos e bate papo com o autor (este que escreve estas linhas rockers bloggers) no SESC da avenida 9 de julho (na região central de São Paulo), a partir das 7 da noite, com entrada gratuita. Na noite seguinte, 27 de julho, o blog faz DJ set especialíssima no sempre bombado open bar do inferno no Clube Outs (na rua Augusta, 486, centrão de Sampa), em bebemoração aos quinze anos do bar rock mais clássico do baixo Augusta e também aos quinze anos de vida zapper. E no domingo, 29, será a vez de comandarmos as pick up’s no Grind, a domingueira rocknroll pilotada pelo super DJ André Pomba e a mais badalada do Brasil há vinte anos. Tá bom, né? Sendo que nos próximos posts iremos dando mais detalhes a respeito desses eventos todos, beleusma?

 

***De modos que em breve voltamos então com novo postão e muito mais Microfonia nele. Inté!

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Zapnroll lança novamente o livro “Escadaria para o inferno”no final de julho em uma unidade do SESC SP. No mesmo mês também haverá duas novas DJs set do blog, comemorando nossos quinze anos de existência, e que irão acontecer no Clube Outs e na festa rocker Grind

 

MICROFONIA

(radiografando a cultura pop e o rock alternativo)

 

***Yep, inverno chegando e frio total delicious tomando conta de Sampalândia, néan. Hoje, sextona em si, temperatura na casa dos 15 graus. E vai continuar assim por todo o finde. Maravilha!

 

***Copa do Mundo de futeMERDA, aqui no blog? Nem fodendo, rsrs. E logo menos, ao longo dos próximos dias (este post está em construção, claro), iremos publicar aqui um textone explicando didaticamente porque ODIAMOS futebol. Pode esperar.

 

***Sim, a seção Microfonia irá sendo “engordada” aos pouco ao longo da próxima semana. Por hora já vamos direto aí pra baixo e falar sobre a volta com disco inédito de um gigante e lenda da cena indie nacional clássica dos anos 90: o quarteto paulistano Pin Ups. Bora!

 

 

QUASE VINTE ANOS APÓS LANÇAR SEU ÚLTIMO DISCO, O JÁ CLÁSSICO INDIE PIN UPS ESTÁ DE VOLTA AO ESTÚDIO, PARA GRAVAR UM NOVO TRAMPO INÉDITO

Sim: um dos grupos mais lendários e festejados da indie scene clássica paulistana do final dos anos 80 e boa parte dos 90, o quarteto Pin Ups (atualmente integrado pelo guitarrista e fundador Zé Antonio, pelo também guitarrista, vocalista e produtor Adriano Cintra, pela baixista e vocalista Alê Briganti e pelo batera Flavinho Cavichioli) está desde o último carnaval trancado em um estúdio na capital paulista. E promete sair de lá com o seu primeiro álbum de músicas inéditas em quase duas décadas – o último registro oficial de material inédito foi o EP “Bruce Lee”, editado pela banda em 1999. Álbum que deverá ser lançado até o final deste ano, possivelmente pelo selo carioca Midsummer Madness, atual “lar” do conjunto e que relançou digitalmente toda a discografia dele há algum tempo já.

Formado em 1988 em Santo André (na região da Grande São Paulo) pelos amigos Zé Antonio, Marquinhos e Luis Gustavo, o então trio rocker básico começou a chamar a atenção de um pequeno séquito de adoradores do rock inglês de então, além de também alguns jornalistas da área musical (entre eles o autor deste espaço blogger, que na época trabalhava na revista IstoÉ e colaborava com a página de música do Caderno 2, do diário paulistano O Estado De S. Paulo). O grupo passou a se apresentar com frequência no Espaço Retrô (o muquifo indie rock mais inesquecível que já existiu na noite underground de Sampa, uma noite e uma cena que nem existem mais na era escrota atual), que ficava no bairro de Santa Cecília, e lá começou a angariar uma legião de fiéis seguidores. O motivo pelo qual a trinca despertava adoração na molecada que tomava contato com o som dela? Simples: os músicos eram fissurados nos ótimos sons que emanavam do Reino Unido, além de antenadíssimos com as últimas novidades que surgiam por lá. Em uma época em que não havia internet, YouTube, celulares, apps, redes sociais, sites, blogs e nada dessas porras tecnológicas algo imbecilizantes dos dias atuais, o Pin Ups mostrava um som sem paralelo no rock brazuca naquele momento, e bem à frente do que estava sendo produzido aqui. As letras das músicas eram escritas e cantadas em inglês. O som era de guitarras barulhentas mas com melodias algo doces e assobiáveis. E as referências (todas ótimas) do grupo eram o shoegazer inglês, o barulho, o noise e o feedback de guitarras de bandas como Jesus & Mary Chain, Lush, Spaceman 3, Loop, Telescopes, My Bloody Valentine etc. Era o que os três garotos amavam e o que todo mundo que ia ao Retrô também amava.

Não demorou para a banda conseguir um contrato para gravar seu primeiro álbum. “Time Will Burn” foi lançado em 1990 pelo selo Stiletto (fundado por um inglês que estava morando em Sampa) e daí para a frente a fama do grupo começou a aumentar bastante, o que infelizmente não se traduziu em boas vendagens e êxito comercial para o LP. A partir daí e pelos nove anos seguintes o conjunto seguiu uma trajetória relativamente errática, lançando mais cinco bons trabalhos inéditos mas nunca conseguindo ultrapassar as barreiras do underground paulistano, embora fosse respeitadíssimo e admirado pela rock press da época, pelo público que possuía e até por fãs e jornalistas no exterior. Com o passar dos anos os integrantes originais Luis e Marquinhos saíram, a baixista Alê entrou em cena assumindo os vocais, Flávio Cavichioli (baterista, que também passou pelos Forgotten Boys e mais um zilhão de outros grupos) e Eliane Testone (guitarrista) também entraram no line up e o conjunto seguiu, aos trancos e barrancos, até parar com suas atividades em 1999, ano em que lançaram o já mencionado “Bruce Lee”.

Daí em diante o Pin Ups se tornou absolutamente cult e espécie de “lenda gigante” de uma cena (a indie guitar paulistana dos anos 90) que nunca experimentou o sucesso comercial e o estouro de público e mídia, mas que influenciou centenas de bandas nos anos seguintes à sua existência. Uma cena tão reverenciada nos tempos atuais por quem ainda curte rock de guitarras, que já foram feitos dois documentários sobre ela: “Time Will Burn” (sim, com título inspirado no primeiro LP do Pin Ups, e dirigido por Marko Panayotis e já exibido em circuito comercial) e “Guitar Days” (este ainda em finalização, dirigido pelo brother Caio Augusto Braga e no qual o jornalista Finaski dá alguns depoimentos sobre esta cena). Moral da história: o Pin Ups saiu de cena e entrou para a história do indie rock nacional.

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O gigante indie guitar paulistano Pin Ups nos anos 90 (acima), em sua segunda formação (com Zé Antonio e Eliane Testone nas guitarras, Alê Briganti no baixo e vocais, e Flávio Forgotten na bateria); abaixo Zapnroll faz pose ao lado dos seus amigos da banda no camarim dela, após show na Virada Cultural/SP de 2016, e no SESC Pompéia em 2015 (trio parada dura na imagem, hihi: Finaski, Adriano Cintra e Flavinho Forgottinho, uia!)

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A banda, no entanto, nunca encerrou oficialmente suas atividades. E com a boa repercussão dos dois documentários onde ela é um dos destaques, resolveu fazer um “show definitivo de despedida” em 2015, no SESC Pompeia, na capital paulista. Resultado: a comedoria do local lotou (com oitocentos malucos lá dentro, entre velhos fãs quarentões/cinquentões, além de uma molecada que nem era nascida quando o conjunto começou a fazer barulho), quem foi alucinou com a gig e a banda ficou encantada com isso. Agora integrada por Zé Antonio, Alê e Flavinho e adicionada com o gênio Adriano Cintra (dileto amigo pessoal deste jornalista loker/rocker, como de resto todo o grupo também é), um dos músicos e produtores mais renomados e prestigiados da cena indie brasileira há mais de 20 anos (ele integrou o fodástico Thee Butcher’s Orchestra, além de ter sido o criador do Cansei de Ser Sexy, ou CSS, que foi um dos únicos nomes do rock nacional a ficar conhecido mundialmente e a fazer carreira sólida no exterior), o Pin Ups vislumbrou a possibilidade de ter uma sobrevida e seguir tocando por mais alguns anos. Se havia e continua havendo público interessado neles (um novo público, formado por uma nova geração inclusive), por que não?

E assim o quarteto continua na ativa e resolveu entrar em estúdio novamente, no carnaval passado, para registrar aquele que será seu primeiro álbum inédito em quase duas décadas. Segundo o batera e “sobrinho” (por adoção, hihi) Flavinho Forgottinho, que papeou na tarde de ontem com o blog zapper, “o disco vai vir com uma sonoridade bastante diferente do que era o Pin Ups dos anos 90, embora mantendo a essência do que fazia musicalmente naquela época”. E completou: “o disco terá a participação de um guitarrista icone da cena indie gringa, mas por enquanto não posso falar quem é”. Beleza. Sendo que Pedro Pelotas, tecladista da Cachorro Grande, também participa do álbum, que está sendo produzido pelos próprios músicos e por Adriano Cintra.

De modos que podemos esperar enfim, um novo trabalho do Pin Ups ainda para 2018. Flavinho diz que a intenção é lançar o disco não apenas digitalmente mas também no formato físico, inclusive em vinil. A torcida destas linhas online é para que tudo corra bem e para que venha um discão por aí. Afinal essa turma querida por este velho jornalista maloker já se tornou uma SOBREVIVENTE honrosa de uma época que foi sensacional para o rock underground brasileiro, e de um tempo bacaníssimo que nunca mais vai se repetir. Um tempo de bandas incríveis, de bares incríveis, de gente total criativa e loka e nada careta (a caretice e o total BUNDA MOLISMO imperam hoje na humanidade, inclusive no rock e na cultura pop em geral). E que por isso mesmo deixou saudades eternas. Uma saudade que, espera-se, seja amenizada um pouco no final deste ano quando surgir o novo rebento sônico dos Pin Ups.

 

 

PIN UPS – A BANDA

Quando surgiu: em 1988.

Onde: Santo André/SP.

Primeira formação: Zé Antonio (guitarras), Luis Gustavo (baixo e vocais), Marquinhos (bateria).

Primeiro LP: “Time Will Burn”, lançado em 1990 pelo selo Stiletto.

Último disco: o EP “Bruce Lee”, em 1999.

A volta aos palcos: em 2015, em um show no SESC Pompéia, em São Paulo.

A formação atual: Zé Antonio e Adriano Cintra (guitarras), Alê Briganti (baixo e vocais), Flavio Cavichioli (bateria).

Para este ano: a banda está em estúdio gravando um novo álbum, e que deverá ser lançado até o final de 2018.

Mais sobre a banda? Vai aqui: https://www.facebook.com/pinupsbr/.

 

 

PIN UPS AÍ EMBAIXO

Para você ouvir na íntegra toda a discografia do grupo, além de vídeos com momentos da espetacular gig que eles fizeram em 2015 no SESC em Sampa.

 

 

A REVISTA ROLLING STONE BRASIL ENFIM CHEGA AO FIM – E SEM DEIXAR SAUDADES

Reflexo da quebradeira econômica e do derretimento que se abate sobre o país (DESgovernado por uma quadrilha bandida, golpista e ilegítima) em todos os setores (inclusive na área editorial e na cultura pop, que está falindo também), a revista Rolling Stone Brasil também foi pra casa do caralho. A editora paulistana Spring, detentora da marca para a publicação da edição brasileira da mesma, anunciou no final do mês passado o encerramento da publicação impressa que ia mensalmente para as bancas, desde outubro de 2006. Após doze anos a RS Brasil deixa de circular em agosto próximo. Segundo informações da Spring, a edição impressa irá circular apenas quatro vezes por ano daqui para a frente. O site da revista (cada vez mais fraco e sem relevância em seu conteúdo, vale exarar) irá permanecer no ar na web, ao menos por enquanto. Sobre a equipe que trabalhava na redação da revista? A editora desconversa, mas provavelmente será demitida.

Nem é difícil elencar os motivos pelos quais a Rolling Stone brasileira foi pro saco. A edição nacional daquela que foi, por quase cinco décadas, a maior publicação sobre cultura pop do mundo (a edição americana, matriz de todas as outras espalhadas pelo planeta, e fundada em 1967 por Jan Wenner, chegou a vender quinzenalmente nos EUA mais de um milhão de exemplares), chegou chegando nas bancas brazucas em outubro de 2006: tiragem mensal de cem mil exemplares, formato físico grandão (igual a edição americana), uma equipe de jornalistas fodões (como o editor-chefe Ricardo Cruz, que já havia passado por grandes publicações, como a revista da rádio 89FM, e o editor-assistente Pablo Miyazawa, um dos nomes mais competentes e brilhantes do jornalismo cultural e musical brasileiro dos anos 2000) e tendo a super modelo Gisele Bündchen estampando a capa. Foi um sucesso editorial estrondoso e imediato e assim a publicação se manteve pelo menos pelos seus cinco primeiros anos de existência. Mas aí entraram em cena os fatores adversos que começaram a minar a solidez da revista em terras brasileiras. Primeiro deles: a derrocada da mídia impressa em escala global, com o avanço da internet em suas versões digitais de jornais, revistas e publicações diversas. Ao longo dos últimos anos zilhões de célebres títulos da imprensa mundial e brasileira foram anunciando o fim de suas edições impressas (devido a queda avassaladora na circulação paga) e ficando apenas com a versão online, sendo que já foram publicados estudos e pesquisas feitas por especialistas na área e que dão conta de que a mídia impressa está mesmo morrendo e poderá ser totalmente extinta em mais quarenta anos.

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A edição brasileira da revista americana Rolling Stone chegou chegando às bancas do país em outubro de 2006, e estampando a super top model Gisele Bündchen na capa de sua primeira edição (acima); em agosto de 2009 era lançada a edição com o escritor superstar Paulo Coelho na capa, e onde o jornalista Finaski fez uma matéria de duas páginas destacando a irresistível ascensão do grupo folk/rock cuiabano Vanguart rumo ao mainstream pop nacional (abaixo); agora, em fase total decadente, a editora que publica a revista anunciou o fim da edição impressa da mesma

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Segundo: a crise econômica SINISTRA que se abateu sobre o Brasil (cortesia da quadrilha BANDIDA que DESgoverna o bananão tropical nesse momento), e que mergulhou o país em uma recessão brutal nos últimos dois anos, afetando todos os setores produtivos, o editorial entre eles. Isso causou forte queda nas vendas de absolutamente todas as publicações impressas no Brasil, além de também causar debandada nos anunciantes dessas publicações. E a RS nacional não escapou ilesa: reduziu o tamanho do formato físico da revista (ela ficou igual a todas as demais) e também o número de páginas de cada edição. Situação que levou ao fator talvez definitivo para a sua derrocada: a perda da qualidade editorial e o aumento da irrelevância dos assuntos que eram abordados em cada nova edição.

Não demorou para a própria equipe de redação começar a sentir os efeitos deste cenário. O editor-chefe Ricardo Cruz recebeu uma ótima proposta para ir dirigir a edição nacional da revista masculina americana GQ, e decidiu deixar a Rolling Stone. Assumiu seu lugar dom Pablo Miyazawa, que já era o editor-assistente desde a primeira edição. No entanto, fato raríssimo numa área profissional (o jornalismo) tão eivada de disputas e de fogueiras da vaidade, onde sobram egos descontrolados e arrogantes e faltam talentos verdadeiros (ao menos nos tempos atuais), Pablo também PEDIU DEMISSÃO da RS alguns anos após assumir a direção da redação da revista. Quando ele tomou essa decisão inesperada e surpreendente para o mercado editorial, foi perguntado pelo “abelhudo” jornalista Finaski (seu amigo desde a fundação da RS nacional) qual o motivo de ter “abandonado o barco”. “Porque eu estava cansado”, nos disse na época. “Eu não tinha mais vida fora da redação e queria viver novamente além daquilo. E também queria fazer novas coisas, novos projetos e algo menos estressante emocional e mentalmente”.

Com a perda dos seus dois melhores editores e com a crise econômica se acentuando no Brasil, a revista começou a descer ladeira abaixo sem dó. Com a circulação despencando em queda livre e a redação entregue a profissionais total irrelevantes, egocêntricos e verdadeiramente medíocres no ofício jornalístico (como o editor da seção Guia, mr. Paulo Cavalcanti, muito conhecido no meio por ser um jornalista preguiçoso e que trabalha no “piloto automático”, além de amar fazer fofocas e intrigas entre seus colegas de profissão, e também de perseguir implacavelmente na covardia o autor deste blog, enviando mensagens com assinatura fake para o painel do leitor zapper, onde ele despeja psicoticamente insultos, mentiras, impropérios e ofensas pesadas contra o titular deste blog), o fim da edição impressa era previsível e passou a ser apenas uma questão de tempo. E chegou finalmente agora, após doze anos de circulação mensal ininterrupta.

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Zapnroll, que colaborou com a Rolling Stone Brasil nos quatro primeiros anos de circulação da revista, ao lado do super ex-editor da revista, dom Pablo Miyazawa, no final de um show do Stone Temple Pilots, na finada Via Funchal/SP

Zapnroll foi colaborador permanente da revista durante seus quase quatro primeiros anos de existência – coincidência ou não, a melhor fase editorial da publicação, quando ela batia sucessivos recordes de vendagem em banca e de faturamento publicitário. O jornalista Finas estreou já na primeira edição da revista assinando três resenhas de discos na seção Guia, entre eles o cd inédito da lenda Morrissey que estava saindo naquele ano. Daí em diante publicou uma série de matérias e críticas (de discos, shows e festivais) até meados de setembro de 2010, quando foi “saído” da revista pelo editor Ricardo “Quinho”. Os motivos da demissão de Finaski do quadro de colaboradores da RS Brasil estão muito bem contados num dos últimos capítulos de “Escadaria para o inferno”, livro lançado por este escriba no final do ano passado. E sim, ele assume que errou feio no episódio que motivou seu desligamento da equipe redacional da outrora revistona. Quinho não estava errado em sua decisão. Tanto que estas linhas bloggers têm carinho gigante por ele até hoje.

Mas a RS em si já havia mesmo passado da hora de fechar suas portas. Se estivesse ainda com uma equipe fodona de editores e colaboradores, talvez ainda conseguisse uma sobrevida editorial mesmo com a área jornalística sofrendo os efeitos devastadores da era da informação digital e também da crise econômica pavorosa e aparentemente infindável que se abateu sobre o Brasil. Mas do jeito que a publicação caminhava, total capenga e entregue a RATAZANAS ardilosas e profissionalmente inúteis e incompetentes (como a já mencionada mais acima triste figura do jornalismo musical brazuca), a Rolling Stone Brasil demorou até demais pra dizer adeus.

Rip. Não vai deixar saudade alguma.

 

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Pronto! Cá estamos no pedaço novamente. E como sempre em gigante construção desse post, claaaaaro! Onde não entra absolutamente NADA da porra da Copa do Mundo de futeMERDA mas sim papos realmente interessantes e importantes no rock alternativo e na cultura pop (ou no que resta dela, hihi). E como já é final da tarde da sextona em si, vamos dar uma pausa nos trampos sendo que ao longo da próxima semana esse postão será ampliado, atualizado e finalmente finalizado. Então vai colando aê a partir da próxima segunda-feira, que ainda irão entrar muitos assuntos bacanas por aqui.

Por enquanto o jornalista eternamente gonzo/loker/polêmico vai tomar uma breja agora à noite no novo endereço da Sensorial Discos. E amanhã à noite, sabadão em si, a dica rocker imperdível é uma só: colar no Centro Cultural Zapata (no centrão rocknroll bravo, perigoso e selvagem de Sampalândia), para curtir a noitada incrível que vai rolar por lá, com showzaços dos queridões e velhos amigos destas linhas online, Daniel Belleza & Os Corações Em Fúria, e o trio Rock Rocket (uma gig dupla que vai trazer ótimos recuerdos ao blog, já que ambas tocaram juntas há cerca de uma década e meia atrás, em uma festa da saudosa revista Dynamite e produzida pelo sujeito que digita este postão, uia!). Além disso a DJ set da noite será comandada pelo queridón Junior Core, um dos DJs que estão se destacando atualmente na cena under paulistana e com quem o blog pretende fazer uma mini entrevista logo menos, para entrar ainda nesse post. Interessou? Todas as infos sobre a baladona rocker estão aqui: https://www.facebook.com/events/209819506295554/.

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Festona rocknroll que rola amanhã em Sampa, no Centro Cultural Zapata, vai reunir os ótimos veteranos da indie scene Daniel Belleza & Os Corações Em Fúria e Rock Rocket (acima), além de DJ set de Junior Core (abaixo), um dos destaques na nova cena de DJs alternativos da capital paulista

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O BLOGÃO ZAPPER INDICA

***Festa bacanuda: é a que rola neste domingo (o postão do blog está sendo finalizado no sabadão, 23 de junho), 24, no centro de Sampa (próximo à praça Roosevelt, quando o programa “B-Pop”, apresentado na web radio Antena Zero pela gatíssima Silvia Fasioli, estará comemorando seu primeiro aniversário. Levado ao ar semanalmente (ao sábados, dez da noite), o B-Pop foca na produção musical do pós-punk inglês dos anos 80, com as faixas tocadas sempre sendo intermediadas por ótimas infos e comentários (muitas vezes abordando temas também sociais e políticos) feitos pela Silvia, que além de possuir ótima voz ainda domina com maestria os temas que aborda e essa vertente tão amada por todos nós do inesquecível rock britânico daquela época. Ela mesma irá discotecar amanhã ao lado de vários DJs convidados, a entrada pra balada é merreca (10 pilas apenas) e todas as infos da mesma estão aqui: https://www.facebook.com/events/189313415234628/?active_tab=about. Cola lá que Zapnroll também deverá aparecer, hehe.

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A produtora e apresentadora Silvia Fasioli, que comanda o programa B-Pop na web radio Antena Zero, ao lado de Zapnroll (acima): neste domingo rola festa em Sampa, comemorando o primeiro ano de existência do programa (abaixo)

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FIM DE PAPO

O postão fica por aqui. Ainda temos mais assuntos pra desenrolar (inclusive um tópico sobre o genial projeto Primavera nos Dentes, que resgatou a obra clássica e imortal dos Secos & Molhados pras novas gerações), mas eles ficam para nosso próximo post, onde o blog também irá divulgar quem ganhou um exemplar do livro “Escadaria para o inferno”, além de colocar mais uns livros em sorteio. Beleza? Então é isso.

Tchau pra quem fica e até a próxima, sempre com muito mais por aqui.

(ampliado, atualizado e finalizado por Finatti em 23/6/2018 às 14:15hs.)

42 Comentários

  1. Olá querido Finnas

    Neste dia especial, assim como todos quando estamos ouvindo nosso querido ROCK N ROLL, devemos sempre comemorar. Feliz DIA MUNDIAL DO ROCK, esse estilo musical, que para mim é uma ideologia de vida, é tudo o que respiro. Como dizia nosso querido amigo Adriano Falabella, a enciclopédia do Rock, POR QUE ROCK N ROLL BABY, É PRA QUEM MERECE. E nós merecemos sempre.

    Grande abraço meu brow.

  2. Não vou nem me dar o trabalho de responder diretamente ao comentário desse psicopata. Se um dia ele mostrar a cara e o nome, talvez eu converse. Vamos nos poupar disso. Finatti, acabei de te dar umas orientações (talvez você até já saiba) sobre como proceder com esses casos, dá uma olhada inbox.
    Bom… Vou indo nessa pensar na vida, pois NUNCA imaginei que eu ia viver pra ter que ler, na minha idade (e experiência de umas 3 vidas dentro de uma só), um covarde tentando se meter nas minhas escolhas… É muito irônico alguém achar que uma mulher que se envolve com um cara conhecidíssimo no rock paulistano, e que já sabe de todos seus erros e acertos, possa ter seus valores e decisões questionados.
    Não se estresse mais com isso, não vale a pena.
    E digo mais: você tem todo o direito de apagar comentários esdrúxulos de baixo nível. Isso não é censura, é priorizar o bem estar de quem curte o Blog.

      1. Gininho RETARDADO é tão BOÇAL que nem se ateve ao detalhe de que os comentários da minha adorável ruiva vieram postados com a FOTO dela se identificando, fora que ela tem um PERFIL no Instagram e no FB. E vc Gino MERDA e CU fake, tem perfil onde? Na casa do Paulo Fofocanti e do Alex Porcão Antunes?

      2. Releva esse coitado. Essa gente que persegue os outros não tem vida e não sabe o que é um relacionamento.
        Acima de qualquer coisa, nossa admiração mútua e nossas afinidades podem mesmo nos fazer parecidos ao ponto desse tipo de gente pensar que o fake sou eu kkkkkkkkkkkkkk…
        Vamos relevar, pois esse foi engraçado!

    1. E…???
      E os leitores percebem (como a Silvia Fasioli já percebeu e esculachou o “Queridão”, quer dizer P. Alder, ou aliás Paulo Fofocanti, amigo do gininho, uia!) também como um BOSTA como vc pode ser tão psicopata, covarde e retardado. E riem como eu também dou muita risada, claro!
      Bijokas fofas, gininho!

    1. Ué gininho ginoso mal cheiroso: eu censuro o alderzinho e VC é quem reclama da censura? Como vc sabe que a mensagem dele foi censurada? Se tornou VIDENTE ou fake DUPLO agora? Uia!

  3. Prezado Sr. Humberto Finatti, o cheque número 00647**** que o senhor passou em nosso restaurante no valor de R$20,00 do banco Bradesco ,retornou para nós por estar sem fundo. Gostaríamos que o senhor entrasse em contato pelo telefone (11) 3258-9678 ou comparecer no Tedall para poder estar quitando essa divida até o dia 13/07/2018 caso ao contrario seu nome será incluso no SPC/SERASA (Mais uma vez).
    Att: Gerencia do Tendall

    1. Ahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha. Com ESSA mensagem eu MIJEI de rir agora, hihi. Sério, a falta de noção e o retardamento mental DESSE fake é algo bizarro, rsrs.

    2. Desculpa, Finatti, eu ri desse
      Onde chega o nível da falta de noção dessa gente
      Já que vim até aqui, aproveito para responder: A inveja tá te corroendo mesmo, hein, Sr. Fake? Essa foi demais! Venho te informar que eu sou a ruiva que aparece com o Humberto Finatti nas fotos do Facebook e Instagram, na referida churrascaria. Da próxima vez que quiser nos atingir, seja mais esperto (a). A conta foi paga integralmente por ele, em dinheiro, na minha frente. E ele não tem conta no Bradesco, tampouco usa talão de cheques. Informo, ainda, que o grupo Tendall não se utiliza de práticas esdrúxulas para resolver esse tipo de assunto. Sou cliente há anos, e não existe esse tipo de fuleiragem. Vai viver!!!!! Caça alguma coisa pra fazer, vai curtir a vida! Quem sabe você não se torna alguém melhor e mais feliz, e acaba essa necessidade de atacar os outros?

    1. Ahahahahahahahahahahaha. Esse aldinho Paulo Fofocanti bosta é tão retardado e psicopata que SURTA do nada (sempre na madrugada) e vem vomitar fezes aqui, em caixa alta – ou seja, GRITANDO pelo teclado, rsrs.
      Que figura grotesca, doente e lamentável, rsrs. E covarde Tb, claro.

  4. Oi Finas
    Nunca tinha ouvido falar desse programa B-Pop, nem você tinha falado dele. Mas agora você tem interesses relacionados né? Pessoal vem sempre antes do profissional.
    Não sei se você sabe, mas não é obrigado a assistir nenhum jogo da Copa do Mundo. Nem a Globo você é obrigado a assistir. Assiste e reclama porque quer.
    Até quando você vai lançar esse livro? Daqui a pouco ele faz um ano e você vai dar o golpe do “comemoração de 1 ano do livro”
    Obrigado pela história dos Pin Ups, super difícil de encontrar online.
    A Rolling Stone não tem mais esse formato grandão nos EUA faz tempo. Faltou você colocar a edição da RS que está seu texto sobre o show que não aconteceu.
    Por que o Ricardo Cruz nunca te convidou pra escrever na GQ? Afinal, você é um homem tão moderno, acho que poderia colaborar no mínimo com um tema: gastronomia. Poderia fazer uma resenha do Tendall e da Padaria do Espanhol, que tal?
    Geralmente o fechamento de um lugar onde podemos trabalhar é motivo de preocupação, mas não no seu caso né? Problemas pessoais vem antes de trabalho.
    Gostei da sua foto na privada, bem original, nunca tiraram uma foto assim antes.
    Conseguiu as respostas da Duda Brack ou tá tomando perdido?

    1. Que tristeza hein Paulo FOFOCANTI, esse psicopata DOENTE EM GRAU MÁXIMO que vc é, rsrs. Dá até dó. Fodido, sem emprego (perdeu a boquinha na Rolling Stone, que faliu) e escrevendo sempre em suas madrugadas solitárias e perversas pra me encher o saco aqui, na total COVARDIA (já que ter coragem pra assinar a mensagem com o nome verdadeiro inexiste). Mas concordo com algumas das suas observações: claro que minha vida pessoal vem antes de qualquer emprego. Prezo pelo meu bem estar emocional (vc não: vc só pensa em dinheiro, ter um ótimo emprego e o resto que se foda, já que o Sr, por ser esse ser humano deplorável que é, JAMAIS irá ter o amor de quem quer que seja, de modos que vc precisa ter um ótimo emprego e grana, pra poder COMPRAR as pessoas, inclusive sexualmente), estou bastante empolgado pela garota que apresenta o programa mencionado no post e assim não vejo problema algum em dar força ao mesmo, fora que já ouvi e é beeeeem legal.
      E sim, problemas pessoais também me preocupam mais do que trabalho profissional. E quanto ao resto nem vou responder pois você continua psicoticamente me stalkeando no meu FB (incrível: já bloqueei preventivamente esse verme e PRAGA psicopata por lá e ele continua olhando meu perfil, provavelmente através de perfis de outros amigos meus que são amigos dele também; isso que é querer VIVER A MINHA VIDA, jezuiz…) e vindo comentar aqui sobre o que escrevo lá. Nada a ver e só um RETARDADO em fase terminal como vc não percebe isso.
      Abs.

      Obs: ah sim: vou lançar novamente o livro no final deste mês no SESC/SP, evento bacaníssimo e com cachê pra mim. Sinta-se convidado a ir lá, se vc não se matar antes de ódio, inveja e ressentimento por ser esse PORCO ESCROTO que é.

        1. E que foram pagos seu bosta, psicopata e COVARDE inútil das suas madrugadas tristes e solitárias. A garota que apresenta o B-Pop leu seu comentário. E ficou pasma com o nível de inveja que vc tem de mim. Me disse que vc é um merda e doente, só isso.
          Que dó de vc, Paulo Fofocanti Cavalcanti… poxa…

          1. Finas, não tenho nenhum problema com ela e nem com você. Sua mania de perseguição e carência afetiva são problemas para serem resolvidos com terapia.

          2. Ahahahahahahahahaha, EU é que tenho psicopatia e mania de perseguição??? Sério??? Caralhos, Paulo Fofocanti (ou seria LR?) NÃO se enxerga mesmo, nem a própria doença psíquica. Que eu saiba não sou EU quem fica infernizando ninguém no painel do leitor de algum blog, assinando com nome falso e escrevendo todo santo dia (mudou seu horário, queridinho? Agora ao invés de ser na madrugada resolveu escrever à tarde? Ficar sem emprego porque a Rolling Stone Brasil FALIU dá nisso: mais um À TOA no mercado jornalistico, rsrs).

            Se ENXERGA seu mané, otário e merda em tempo integral.

    2. Nem vou entrar no mérito de responder a este comentário em sua totalidade (que, diga-se de passagem, é digno de pena). Mas, como o meu programa foi citado, me reservo o direito de resposta.
      É esse tipo de atitude que está tirando a força do rock e da cultura pop no nosso cenário atual, deixando o caminho aberto para lixo cultural e cada vez mais falta de consciência e sensibilidade artística/musical. Apareceu uma novidade? Prestigie, ouça, recomende! Somente dessa forma, podemos manter o rock vivo! Desdenhar ao conhecer um programa novo é pura falta de amor e engajamento. Interesses relacionados? Será que passou pela cabeça deste ser, que o programa foi recomendado porque é bom? Pra mim, fica muito obvio que este fake, “Queridão”, não entende nada sobre relacionamentos. Eu entendo, deve ser duro demais não ter uma boa companhia na madrugada, e passar essas horas preciosas perseguindo alguém… Se o Sr. Queridão soubesse o que é ter uma companheira, poderia ter um pouco de discernimento para imaginar que, de repente, foi a qualidade do meu trabalho que despertou um interesse maior por parte do autor do blog, ou, em contrapartida, que a gentileza dele em me divulgar tenha nos aproximado? O amor se constrói através de troca mútua, gentilezas, admiração e respeito vindo das duas partes. Aprende essa, “Queridão”, aí, quem sabe você não arruma uma namorada e para de perseguir os outros! Te convido a ouvir meu programa, também é uma boa forma de ocupar a mente! Música faz bem para a alma! Em tempo: na ocasião da foto é deste post, não estávamos namorando. Admiração gratuita e incondicional existe sim! Mas somente entre humanos especiais!

      1. Nossa, depois desse SPANKO da incrível ruiva e ser humano que é a Silvia, eu se fosse o “Queridão” pedia pra sair e não voltava nunca mais aqui, rsrs. Mas como ele é o doente mental e psicopata Paulo Fofocanti, que acaba de perder seu emprego na Rolling Stone Brasil (que fecha as portas mês que vem), não há o que fazer. Pauleta vai continuar exatamente como está: morando com a mãe aos 55 de idade, ressentido e com ódio da humanidade, querendo viver a minha vida, muito acima do seu peso, rancoroso, invejoso e sem mulher alguma que suporte um homem tão mal resolvido emocionalmente como ele é. Que tristeza, dá até dó, rsrs.
        E Silvia, vc é a garota mais incrível que conheci nos últimos anos, pode ter certeza disso. E o B-Pop é legal pra carajo. Bjs no coração!

        1. Pobre infeliz, inútil (hoje postou durante a tarde, o que denota a total inutilidade e vida vazia desse idiota), rancoroso, psicopata e INVEJOSO “queridon” (sacumé, Paulo Fofocanti, baixinho, gordola e feio como só ele é, não arruma namorada jamais, rsrs. E agora sem o dindin da Rolling Stone Brasil, nem verba pra pagar uma “profissional” do sexo ele terá. Irão lhe restar apenas PUNHETAS solitárias, rsrs). Nesse momento está DERRETENDO de ódio, raiva e daria qualquer um dedo da mão pra viver minha vida e estar se envolvendo com uma linda e genial mulher, como é a Silvia.
          Sai pra lá, vodu do inferno! Rsrs.

        2. Pronto, queridinho: a Silvia já se encarregou de DESTROÇAR sua pessoa inútil, sórdida, ressentida, invejosa, e doente de tanta psicopatia. Nem preciso acrescentar mais nada. Pode se matar, rsrs.

  5. REALMENTE SEM CONDICOES ENQUANTO BLOGS TOPS COMO POPLOAD RODAM O MUNDO CURTINDO A COPA NA RUSSIA COM MUITA VODKA GATAS E PORQUE NAO DIZER DROGAS E DINHEIRO OUTROS BLOGS FICA NESSA MISERIA DO CARALHO SEM UM PUTO ESCREVENDO PRA NINGUEM LE PATETICO DEMAIS.

    LUCIO POPLOAD RIBEIRO NO ROLE COM NEYMAR E MARQUEZINE SO ISSO .

    1. Ahahahahahahaha, gininho soccio bostinho, o velho psicopata (há uns 10 anos já por aqui, enchendo o saco sempre, rsrs), agora é P. Alder, uia! E sempre escrevendo no mesmo horário, quando a solidão bate mais forte no ogro retardado e quando ele sente mais vontade de viver a minha vida, uia!

  6. Dear Luscious curtindo ADOIDADO a cena indie na Rússia tá lá num puta esquema de JABÁ 0 800 e vc tá fazendo o que mesmo seu mané?

    Nem no campo do Olaria tu consegue entrar

    CHUUUUPA

    1. Ahahahahahahahaha, gininho ATACA, uia! E em plena madrugada de sábado pra domingo, ô dó, ahahaha.
      O que estou fazendo? Trabalhando, ganhando minha bufunfa, organizando lançamento do meu livro no Sesc da avenida 9 de julho, no final desse mês (e vou ganhar cachê pelo lançamento), preparando mais projetos pro SESC, cuidando da festona de 15 anos do blog que vai acontecer dia 19 de outubro (não posso te contar onde senão vc vai surtar e querer tentar foder a dita cuja) etc, etc. Então estou sim curtindo a vida na medida do possível: jantando em churras rodízio (fui anteontem) com minha lindona quase nova Love girl, também indo viajar com ela semana que vem pra Minas Gerais e por aí vai.
      Futemerda? Todo mundo sabe que ODEIO futebol, seu imbecil. E sua obsessão em tentar me irritar mencionando um blog (o Pobreload) que não leio mais há séculos, e o autor do mesmo (com quem Tb não falo há séculos) é mesmo doentia e ridícula, rsrs.
      Gininho, vai dar meia hora de rabo pro seu amado dear L.R. e sossega, vai!

  7. Aguardo post tributo ao falecido Vinnie Paul, exímio baterista de rock.

    Aguardo menção ao novo do Joãozinho Marra, AKA Johnny Marr, vc ouviu?

    Aguardo fotos de mulheres nuas em posições ginecológicas.

    Aguardo.

    1. Ahahahahahaaha, porran, nuas em posição GINECOLÓGICA? Ô loco, rsrs. E nope, ainda não escutei o novo do Johnny. Tá bom ele igual aos dois primeiros?

    1. Ah, gininho cocozinho do meu coração, já que tu ama tanto o macho pobreload, me explica algo que me intriga: por que os micro posts dele (que nem leio mais, vez ou outra alguém fala algo comigo sobre) sempre têm o mesmo número de likes, geralmente 20? Ele que ajusta dessa forma, é erro mesmo do site que empacou nessa contagem ou o quê? Só pra saber, hihi.

  8. PAULINHO CAVALCANTI NO MINIMO VAI SER CONTRATADO COMO EXECUTIVO DAS ORGANIZACOES LUCIO POPLOAD RIBEIRO ESSES DOIS ESTAO JUNTOS NUMA OTIMA -FICA AÍ TOCANDO NO SIMPLAO E MORANDO NA FAVELA QUE PRO TEU BICO JA tá MUITO BOM

    CHUUUUUUUPA

    1. Ahahahahaaha. Alderzinho é um retardado mental, obcecado por mim e psicopata em grau máximo, rsrs. Que tristeza: enquanto ele, no meio da madrugada de sábado pra domingo, fica enchendo o saco aqui (deve ser um tremendo dum porra fodido e solitário pra fazer isso), eu acabo de chegar em casa depois de uma madrugada SENSACIONAL, onde vi dois ótimos shows, tomei vodka com energético, brejas e ainda degustei uma porção GIGANTE de fritas com queijo cheddar e bacon (25 pilas, mas valeu cada centavo). Porran Alder doente de inveja e merda total: tu não vive sua vida não? Só quer viver a MINHA? Assim fica difícil, hein!

      Ah, sim: se morar na Vila Mariana (um dos melhores bairros de São Paulo) é morar “na favela, então sou muito feliz em ser favelado, ahahahaha.

  9. POST PATÉTICO TRANSBORDANDO DE INVEJA DOENTIA DO PAULINHO CAVALCANTI. ELE DA DE UM MILHAO A ZERO EM TI FINATI APRENDE DE MUSICA COM ELE E A ESCREVER TAMBEM ELE NAO É UM BOSTA DE UM ANALFABETO QUE NEM VOCE

    1. Uia, alderzinho, calma! Não precisa mandar a mensagem toda em caixa alta, GRITANDO como se estivesse em surto histérico (e deve estar mesmo pelo jeito, rsrs), por causa do seu macho (cado) Fofocanti, ahahaha.
      E olha, se tem algum “anarfa” por aqui é o Sr mesmo. Puta mensagem mal escrita, com erros de gramática, pontuação e grafia, pelamor. Vai fazer um supletivo, rsrs.

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