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nov 22

Às vésperas de completar mais um ano de existência neste mundo (haverá outro, além dele?), o blogger zapper dá o SEU presente aos leitores: uma entrevista mega e EXCLUSIVA com Eron Falbo, futuro novo gênio do rock planetário – e que é BRASILEIRO! Mais: a dj set que vai botar fogo na pista do Outs/SP hoje à noite; o mondo pop durante a semana, mais isso e aquilo e… a MUSA INDIE da semana: mais uma “leitora secreta” que se viciou no blog e mandou fotos ALUCINANTES para serem publicadas aqui, uhú! (postão mega TURBINADO com as indicações culturais da semana, onde vai rolar show do Vanguart em Sampa e a última dj set do blog este ano na capital paulista) (NOVÍSSIMA atualização com plus GIGANTE: a programação do Goiânia Noise 2013, a morte do pai de Cazuza, Pixies sem baixista novamente e mais isso e aquilo tudo) (versão final ampliada e atualizada em 30/11/2013)

Quem disse que não existe GRANDE rock’n’roll feito aqui mesmo, no Brasil? Em Londres o músico brasiliense Eron Falbo (acima) estréia com um discaço recheado de referências ao rock clássico e sessentista de Bob Dylan e Neil Young; e aqui mesmo em Sampalândia o ícone Smack (abaixo) reviveu com maestria o sombrio pós-punk paulistano dos anos 80’ em show do festival Baratos Afins, na última quarta-feira (fotos: divulgação e Marcelo Jacoto)

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TURBINANDO O POSTÃO PARA ESTE FINDE (30 DE NOVEMBRO), UIA!

 

* Yep, não teve postão novo este finde (hoje, sabadón em si e o último dia deste novembro quente de 2013 em Sampalândia), mas resolvemos dar uma “engordada” e atualizada em um postão que já está mega e que chega até aqui com quase quarenta comentários no painel dos leitores, além de cento e cinquenta recomendações em redes sociais. Precisa mais?

 

 

* Sabadón que começou algo tumultuado no mondo pop. No Rio morreu o venerável produtor musical João Araújo, que era pai do inesquecível gênio Cazuza. Tinha setenta e oito anos de idade e foi vitimado por um infarto. E nos EUA a totosa loira Kim Shattuck, baixista do The Muffs, e que também estava tocando com os Pixies (no lugar de Kim Deal), aparentemente foi “expulsa” da lenda indie pelo seu líder, o sempre enjoado e ranzinza Black Francis. A banda, que tem show marcado para o Lollapalooza Brasil 2014, ainda não anunciou quem vai ocupar o posto. Pois é…

A lenda Pixies está sem baixista maaaaais uma vez: a loira bocetuda da foto aí em cima já elvis

 

* Já na última quinta-feira teve show lindão do Vanguart no Bourbon Street, em Sampalândia. A casa não chegou a encher mas a performance do sexteto cuiabano está mais irrepreensível do que nunca no palco. Foi a última gig deles esse ano e teve direito até a homenagem ao zapper sentimental (hehe), quando o queridíssimo vocalista Helinho Flanders dedicou “Para abrir os olhos” ao “jornalista Humberto Finatti, que esteve em 2004 em Cuiabá [na verdade, foi no carnaval de 2005, cherrie], nos assistiu e sempre acreditou em nós, por ter uma sensibilidade aguçada para a arte e a cultura”. O autor deste blog quase não conteve as lágrimas ao ouvir a dedicatória, de verdade. E deseja que os Vangs continuem cada vez melhores em sua gloriosa trajetória na cena musical rocker brazuca.

 

 

* Os que param: Green Day disse que vai entrar de férias em março de 2014. E o heroico indie americano The Walkmen foi mais radical: em comunicado a banda informa que após os próximos shows (previstos para a semana que vem), ela irá entrar em um hiato extremo, sem previsão de volta. Hummm…

 

 

* E semana que vem vai ter postão zapper mega, dedicado quase integralmente à edição 2013 do gigante festival indie Goiânia Noise, um dos maiores eventos do Brasil no gênero e que chega ao seu décimo nono ano de existência. A putaria rocker vai sacudir a capital de Goiás no próximo finde e Zap’n’roll vai estar por lá, acompanhando tudo beeeeem de perto pra depois contar aqui e também no portal Dynamite online. Mas antes de irmos pra quente Goiânia publicaremos o novo postão, que vai trazer entrevistas com Léo Bigode (um dos produtores do festival), com Agno Santos (da banda Mad Sneaks, que vai tocar lá), Gaivota Naves (vocalista da Rios Voadores, também presença confirmada na esbórnia rocker), além de todos os detalhes sobre o evento e ainda… uma musa indie muito especial, que está trabalhando na produção do Goiânia Noise, uhú! Tudo isso no próximo post, que deve entrar aqui até a próxima quinta-feira, okays?

 

 

* Enquanto esse postão especial não chega, você já pode conferir aí embaixo a programação completa do Goiânia Noise deste ano, dia a dia:

 

 

SEXTA-FEIRA, 6/12

01:00 – The Exploited (UK)

00:30 – Zefirina Bomba (PB)

00:00 – The Galo Power (GO)

23:30 – Soothing (GO)

23:00 – Diablo Motor (PE)

22:30 – The Baggios (SE)

22:00 – Delinquentes (PA)

21:30 – As Radioativas (SP)

21:00 – Evening (GO)

20:30 – Calango Nego (GO)

20:00 – Ressonância Mórfica (GO)

19:30 – Shotgun Wives (GO)

19:00 – Mad Matters (GO)

18:30 – Sangue Seco (GO)

18:00 – Expressão Urbana (GO)

 O trio grunge mineiro Mad Sneaks (acima) e o cantor e guitarrista brasiliense Alf (abaixo): duas das atrações bacanudas da edição 2013 do sensacional Goiânia Noise Festival, que vai ter um total de quarenta e cinco shows, wow!

 

SÁBADO, 7/12

01:00 – Mixhell (SP)

00:30 – Marcelo Gross (RS)

00:00 – Kamura (GO)

23:30 – Darshan (DF)

23:00 – Mechanics (GO)

22:30 – Walverdes (RS)

22:00 – Zander (RJ)

21:30 – Ação Direta (SP)

21:00 – Mad Sneaks (MG)

20:30 – 2Dub (DF)

20:00 – Coletivo Suigeneris (GO)

19:30 – Lust for Sexxx (GO)

19:00 – Fuzzly (MT)

18:30 – Tarso Miller and the Wild Comets (MG)

18:00 – Indústria Orgânica (GO)

17:30 – Damn Stoned Birds (GO)

17:00 – Gomorrah in Blood (GO)

16:30 – Mad Grinder (RN)

16:00 – Pressuposto (GO)

 

DOMINGO, 8/12

23:00 – Krisiun (RS)

22:30 – Alf (DF)

22:00 – Girlie Hell (GO)

21:30 – Besouro do Rabo Branco (DF)

21:00 – Galinha Preta (DF)

20:30 – Space Truck (GO)

20:00 – Johnny Suxxx and the Fucking Boys (GO)

19:30 – Versário (GO)

19:00 – Overfuzz (GO)

18:30 – projeto Mazombo (GO)

18:00 – Rios Voadores (DF)

17:30 – Baba de Sheeva (GO)

17:00 – Grieve (GO)

16:30 – Entre os Dentres (GO)

16:00 – West Bullets (GO)

 

 

* Ah sim, o blog foi convidado e aceitou: vai ter super dj set zapper no festival, provavelmente no sábado, após o final da maratona de shows.

 

 

* Mas antes disso, se você não quiser perder, também rola discotecagem do blog aqui mesmo em Sampa (e vai ser a última do ano!), neste domingo, na sempre bombada noite Grind, comandada pelo super dj André Pomba no inferninho GLS mais lecal do Brasil, A Loca. O blogger jornalista e dublê de dj assume as pick-up’s a partir da uma e meia da manhã e como sempre, vai tocar fogo no puteiro. Quer ir lá na FAIXA? Então CORRE no hfinatti@gmail.com que lá tem DOIS PARES de entradas VIPS pra este domingo na Loca (que fica na rua Frei Caneca, 916, metrô Consolação, centro de Sampa). Quem ganhar será informado por e-mail ou telefone (não deixe de por algum número de contato na mensagem) até o final da tarde deste domingo, certo?

* E pra quem vai ficar em Sampalândia no próximo finde, fikadika desde já: no sabadão, 7 de dezembro, vai rolar a primeira edição do evento S.Ex=Sub Expressions. Produzido pelo agitador cultural Tiago Bolzan e pela equipe da Provis Propaganda Visual a festa pretende ser um mix de atividades culturais e performáticas intensas com shows ao vivo, encenações teatrais, exposições visuais e corporais e muito mais. Vai haver gigs bacanudas dos grupos Moxine, Comma e Punkake, vai ter a primeira mostra individual da grafiteira Magrela, vai ter performance ultra erótica da nossa deusa e musa indie oficial Julieta DeLarge (uhú) e os caralho, sendo que todas as infos sobre a S.Ex estão aqui: https://www.facebook.com/events/190561451132793/?source=1. E o melhor da parada: começa cedo (cinco da tarde) e é de GRAÇA. Programa melhor pro sábado que vem, impossível!

 O trio indie rock revelação de Sampa, Moxine (acima) e a deusa rocker da luxúria e da putaria com classe artística mega, July Large (abaixo), nossa sempre musa indie oficial: duas das atrações da primeira edição do evento S.Ex.=Sub Expressions, que rola semana que vem em São Paulo

 

* É isso? É isso. Engordada bacanuda no postão já mega bombado. Agora o zapper vai curtir o seu finde mas promete novo postão até a próxima quinta-feira. Vamo-nos entonces, deixando todos os beijos do mundo na querida Mônica Carvalho, a incrível assessora de imprensa do Goiânia Noise 2013. É isso aê: até logo menos, pessoal!

 

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Nós temos que ser heróis.

Nem que seja por um único dia de nossas vidas. Esse preceito básico e clássico, imortalizado na canção “Heroes”, gravada em 1977 no álbum homônimo lançado pelo gênio e lenda suprema David Bowie, ecoa na cabeça de Zap’n’roll enquanto ele avança na madrugada (quente) de quinta pra sexta-feira, ouvindo a trilha sonora do filme “Christiane F.” e produzindo este texto, que vai se transformar no postão desta semana do blog. Faz todo o sentido do mundo para o sujeito aqui, a essa altura de sua existência, ter que ser um HERÓI em quase todos os dias de sua existência. Às vésperas de ficar um ano mais velho (na próxima terça-feira, 26 de novembro), enfrentando com bravura (e sem falsa modéstia aqui) um problema seríssimo de saúde (que se não for tratado pode lhe custar a abreviação de sua passagem pelo mundo dos vivos) e meditando sobre isso, sobre a finitude da vida, sobre os encontros e desencontros que permeiam inexoravelmente as relações humanas, o já velho jornalista se sente por vezes cansado de quase tudo. Mas também se sente satisfeito por saber que está mais calmo, maduro, paciente e sapiente para observar o que se passa ao seu redor e lidar com questões com as quais até bem pouco tempo atrás ele não saberia resolver ou não teria paciência para resolver. Assim, se o caminho para se tornar mais sábio, sapiente, paciente e amoroso é o envelhecimento inefável ou o se defrontar de fato com a possibilidade da morte, que se enfrente ambos com heroísmo diário. O mesmo heroísmo e determinação que levou um jovem músico brasileiro a deixar o país, ir morar em Londres e lá correr atrás de seu sonho, que era gravar um disco com a sonoridade que ele ama (rock’n’roll classudo sessentista, com eflúvios de folkismo, de Bob Dylan, de Neil Young, Stones, Ten Years After e outros nomes do mesmo calibre), e que fosse produzido por uma verdadeira lenda do rock. Tudo isso ele conseguiu, e o resultado dessa história toda (incluso aí um discão que está para chegar às lojas) você vai ler aqui, com EXCLUSIVIDADE na web brazuca de cultura pop. Trata-se, enfim, do mesmo heroísmo que move uma Julieta DeLarge a querer se libertar das amarras morais hipócritas e opressoras que infelizmente dominam ainda a sociedade como um todo; o mesmo heroísmo que faz com que jovens, bonitas, inteligentes e decididas garotas comecem a procurar o blog pra expor (ainda que num primeiro momento, de forma anônima) sua intimidade libertadora. E por fim, o mesmo heroísmo que nos empurra ao encontro dos leitores há mais de uma década já, mesmo que estejamos em pleno tratamento de saúde. É isso. O autor deste blog sempre detestou COVARDES – daí sua birra para com quem envia mensagens com assinatura fake para o nosso painel do leitor. Pois sabemos que no mundo algo cruel, egoísta, insensível e muito insano em que todos nós vivemos (onde se mata por nada em uma metrópole selvagem como São Paulo), sempre teremos que ser heróis em algum momento de nossas trajetórias, para conseguir sobreviver. Nem que seja por um único dia de nossas vidas.

 

 

* E a sextona zapper vai ser terrível em termos de correria pra tudo quanto é lado, rsrs. Radio therapy no Icesp, gravar cds pra discotecar à noite no sempre bombator Outs/SP (é lá que o blog vai comemorar seu niver) etc, etc, etc. Entonces o postão vai entrando aos poucos no ar, okays? Um pouco hoje, outro tanto até o final da tarde de sábado e por aí. Sejam pacientes, queridos leitores!

 

 

*E faça chuva ou não, tem dj set FODAÇA e BOMBATORE hoje à noite no mais que bombado Clube Outs/SP. O motivo, óbvio, é comemorar mais um ano na vida sempre tumultuada do sujeito que escreve estas linhas bloggers lokers, uia. De modos que o zapper dublê de dj assume as pick-up’s do bar do baixo Augusta a partir das duas da matina, já na madrugada do sabadón em si. E a festa, você sabe, é OPEN BAR: as garotas pagam míseros dez mangos na entrada (os marmanjos, cinquenta, hehe) e todos “bebe” até cair, uhú! O Outs, você também já sabe, fica no 486 da Augusta. Portanto, cola lá que a festa vai ser fodástica, o blogão garante.

 

 

* E em dezembro tem mais dj set zapper, mas fora de Sampalândia: o blog foi convidado e aceitou (claaaaaro!) discotecar numa das noites do incrível Goiânia Noise edição 2013, um dos maiores festivais indies do Brasil, e que rola na capital de Goiás nos próximos dias 6, 7 e 8 de dezembro. A dj set destas linhas online irá começar após o final da maratona de shows. Entonces, quem estiver por lá já está avisado.

 

 

* E a semana foi de festa pra loja e selo indie paulistano Baratos Afins, que comemorou com uma série de shows bacaníssimos numa das unidades do Sesc os seus trinta e cinco anos de existência. O blog esteve numa dessas noites (na última quarta-feira), quando subiram ao palco os grupos As radioativas, Mercenárias e Smack. Foi uma noite sensacional, dedicada ao punk e ao pós-punk que rolou em Sampa nos early anos 80’. E um mergulho PROFUNDO nos anos 80’, na cena under paulistana daquela época. O tempo não passou pras Mercenárias e seu rock de contornos punk e pós-punk (mais pós-punk hoje em dia, como o Cure soava nos seus primeiros discos) continua mais atual e abrasivo do que nunca. O teatro lotou de gente nova e da velha guarda e que cantou junto clássicos como “Pânico”, “Polícia” (“A polícia vai/A polícia vem/A polícia vai/A polícia vem…”), “Me perco nesse tempo” e “Santa Igrja” (uma música composta há 30 anos e que continua atualíssima em seu DESMONTE SEM DÓ das instituições religiosas). Smack? Porra, o blog nunca tinha visto show deles. E se sentiu como se estivesse em algum teatro em Londres, em 1983, com aquelas canções ultra sombrias e de guitarras de notas econômicas e ásperas ao mesmo tempo. Aliás no show do Smack estavam no palco APENAS dois dos melhores guitarristas do Brasil: Pamps e o MONSTRO Edgard Scandurra (velho amigo pessoal zapper), um sujeito que é canhoto (e toca por dez destros) e que é um dos 3 MELHORES GUITARRISTAS deste país (os outros dois seriam quem? Sérgio Dias, claro, e Pepeu Gomes, talvez). Chimbinha, do Calypso? O outro que vai sair do tal Chiclete com Banana? Esqueçam, por favor. Enfim, noite fodíssima e que rendeu essa imagen aí embaixo:

 Quarteto PESO PESADO da indie scene rocker nacional se confraterniza na última quarta-feira, no teatro Sesc Anchieta na capital paulista: a lenda CSerguei, Zap’n'roll, o guitarrista gênio Edgard Scandurra (ex-Ira!) e o venerável produtor Luiz Calanca (foto: Mizael Camporese)

 

 

* Agora, piada MESMO é isso aqui: matéria publicada na Folha online desta semana dá conta de que o podrão e velhão grupo de metal extremo paulistano Korzus vai fazer show neste sábado (amanhã), tocando na ÍNTEGRA o seu “clássico” (na definição da matéria da Folha) álbum “Mass Illusion”, lançado pela banda em 1991. Juuuuura que uma PORQUEIRA dessas acha que tem um ÁLBUM CLÁSSICO pra fazer show ao vivo tocando o dito cujo na ÍNTEGRA??? E alguém vai PAGAR pra ver e ouvir essa porra? Jezuiz… o blog assumidamente DETESTA metal (ainda mais os from hell como o do Korzus, que nem o guitarrista fundador, Silvio Golfetti, tem mais em sua formação), mas sabe reconhecer e respeitar um CLÁSSICO, mesmo que seja do gênero. Então se essa porra aí é um, hã, “clássico”, o que dizer de um “Paranoid”, do Black Sabbath? Que é o melhor disco do rock desde o Big Bang? Rsrs. Fala sério. E a Ilustrada da FolhaSP online dando espaço pra uma imbecilidade dessas. Também com Thalão de Meneses e Rodrigo Levino ali, só pode dar nisso mesmo: descendo a a ladeira do jornalismo musical, SEM DÓ!

” O velhusco metal from hell e bregão do podrão Korzus: na opinião da FolhaSP, a banda já tem um disco “clássico” em sua trajetória; jezuiz… rsrs

 

 

 

* Lady Gaga, Lady Gaga… querendo tumultuar novamente o mondo pop com o seu novo clip, “Artpop” (aí embaixo). É bacana, bem produzido, bem dirigido, ela canta bem, é estilosa, altamente COMÍVEL mas… música fraquinha, fraquinha, néan?

 

 

* Os velhos indies Pixies na capa da NME desta semana. A banda estará no Lollapalooza BR 2014 e bla bla blá. Okays. Mas na boa? Pixies sem Kim Deal não rola. Mesma coisa o New Order sem Peter Hook. Pra quem então (como estas linhas online) que já viu as duas bandas ao vivo no auge de ambas, nem pensar em rever os shows no Lolla.

 

 

* Ela tem apenas dezessete anos de idade. É de família sem problemas financeiros. E do nada resolve se tornar… PUTA. Yep, esse é o resumo básico do enredo de “Jovem e Bela”, que entrou em cartaz hoje nos cinemas paulistanos, após cumprir algumas sessões em pré-estréia. É francês (eles costumam fazer bem essas paradas), tem um bocetão fazendo o papel da prosti em questão (a atriz Marine Vacth) e o blog ainda não assistiu, mas pretende fazê-lo o mais breve possível. Porém, já fikadika pro nosso dileto e fiel leitorado.

 Cena do filme francês “Jovem e bela”: ela tem apenas dezessete anos; e resolve se tornar uma linda e disputada… puta, oras

 

 

* E agora que já constituiu advogado e vai enfrentar também com todas as armas essa guerra judicial que se prenuncia para muito breve, já podemos falar ainda (mas não com muitos detalhes) sobre isso aqui: Zap’n’roll está sendo acionado JUDICIALMENTE por aquele “célebre” jovem músico paulistano (guitarrista e vocalista), que ficou indignadíssimo com a resenha (demolidora, é vero) que foi publicada aqui de sua estréia em disco. O moçoilo pede indenização por danos morais, sendo que o valor é bem salgado, hehe. Muito bem: se o trabalho de um jornalista de respeito e que é mega conhecido é medido por isso, pelo fato de ele continuar incomodando os outros com suas opiniões, então sentimos orgulho do nosso trabalho. E também sentimos orgulho de pertencer a esse grupo de jornalistas de cultura pop mega conhecidos e que incomodam. Faz sempre uma baita diferença incomodar, certo? Enfim, assim que possível daremos mais detalhes aqui sobre o assunto.

 

* E bora saber quem é o provável novo gênio do rock planetário, um brasileiro chamado Eron Falbo, acredite!

 

ABRAM ALAS PARA ERON FALBO, BRASILEIRO E PROVÁVEL NOVO GÊNIO DO ROCK’N’ROLL PLANETÁRIO

Dias atrás, já alta madrugada, sobe uma janelinha do chat (o) do Facebook fináttico. Chamando do outro lado estava o best friend e venerável jornalista gaúcho (radicado em Brasília) Cristiano Bastos, que escreve para a edição brasileira da revista Rolling Stone (entre outras) e, eventualmente, abraça uns trampos como assessor de imprensa. “Finas! Você precisa OUVIR o disco do Eron Falbo e falar algo dele na Zap!”, escreveu Cris.

 

Hã? Quem? Eron Falbo. Yep, assim como você estas linhas bloggers rockers nunca tinham ouvido falar do sujeito. E por insistência do chapa Cris e também pela curiosidade jornalística e musical que sempre move os bons jornalistas, lá fomos nós saber do que e de quem se tratava. Eron nasceu em Brasília e tem vinte e oito anos de idade. Interessado em literatura, poesia e música desde sempre, decidiu que queria ser músico e partiu atrás da realização do seu sonho. Foi morar em Londres, viajou pelos Estados Unidos, aprendeu a tocar violão e a cantar e atualmente mora em Budapeste. E é de lá que ele prepara, enfim, o lançamento de seu álbum de estréia, “73”, que deve chegar até meados de dezembro às lojas no formato físico do cd (via Pisces Records), mas que já pode ser ouvido na web na página do cantor e compositor, e que pode ser acessada em http://eronfalbo.com/pt.

 

A trajetória de Eron chega a ser algo emocionante em alguns instantes. Apaixonado pelo rock clássico e classudo dos sixties, por eflúvios de folkismo à Bob Dylan, por blues e ainda pela poesia e/ou eletricidade épica de nomes como Simon & Garfunkel, Ten Years After e Leonard Cohen, o garoto enfiou na cabeça que queria ter sua estréia musical produzida por ninguém menos do que o célebre Bob Johnston, o homem que “apenas” produziu o mega clássico “Highway 61 Revisited”, de Bob Dylan, além de assinar a produção de dezenas de discos essenciais da história do rock’n’roll. Mas havia um problema para se conseguir esse intento: com mais de oitenta anos de idade (e não setenta, como informa o press release do disco), Johnston já estava literalmente aposentado. Foi preciso que Eron tentasse, durante um ano, convencer a velha lenda das produções clássicas do rock a embarcar novamente em uma aventura pelos estúdios – e ainda por cima, produzindo um desconhecido músico vindo do… Brasil.

 

Quando finalmente Bob cedeu todos partiram para Nashiville (a capital americana do country rock), e num estúdio da cidade foi gestado o álbum “73”, que agora Eron Falbo põe finalmente à disposição de quem queira ouvir e avaliar. Pelo menos do próprio Bob Johnston ele já ganhou elogios: “ele vai ser um artista muito bem-sucedido”, diz o sábio produtor. “Eu acho que vai ser glorioso”, completa.

 

Com tamanho cacife e aval desse naipe, é claro que o blog zapper tinha que ir atrás do sujeito para saber mais sobre essa incrível história. Disco ouvido (muito bom, diga-se), partimos para uma entrevista com Eron, que aconteceu semana passada via bate-papo do Facebook. Ele falou de Budapeste, onde mora atualmente. E os principais trechos da entrevista você lê aí embaixo.

 O jovem cantor e compositor brasiliense Eron Falbo, meditando sobre os rumos da música num sofá do lendário estúdio que pertence aos célebres The Kinks, em Londres

 

 

Zap’n'roll – O blog mesmo não conhecia seu trabalho, chegando até ele através da divulgação de sua assessoria. Então seria interessante você contar sua trajetória pros leitores: onde nasceu, quando começou a se envolver com música e rock, até chegar a sua vida atual em Londres e Budapeste, e ao lançamento do álbum “73″. Faça um resumo pra nós.

 

Eron Falbo – Eu nasci em Brasilia, frequentei o colégio Americano local e por isso sempre falei inglês e tive algum relacionamento com os EUA. Já era fã de muita musica gringa antes mesmo de descobrir que existia música brasileira, que foi um erro de adolescência. Com 16 anos eu resolvi que queria ser cantor. Não sabia cantar mas já tinha uma voz bem grave e as pessoas comentavam. Já que já era poeta há alguns anos comecei a compor umas músicas mas percebi que precisava de mais experiência musical. Daí formei umas bandas cover, várias. Eventualmente agreguei experiência o suficiente e fui para os EUA, onde compus as músicas de ’73’, enquanto viajava de carro e de trem pelo país. De lá fui para Londres. Comecei a procurar um produtor pois nunca havia gravado em estúdio e precisava de um guia. Eu comecei a procura por cima, pelo melhor, pois era bem cara-de-pau. Eu conheci Bob Johnston, ele me aceitou e nós gravamos o ’73’.

 

Zap - como foi que vocês se conheceram? Afinal, ele foi um produtor lendário que, entre outros clássicos da era de ouro do rock’n'roll, produziu o fenomenal “Highway 61 Revisited”, um dos melhores discos de toda a carreira de Bob Dylan.

 

Eron – Eu procurei ele durante quase um ano. Enquanto eu procurava me deparei com vários outros produtores, mas nenhum tinha o currículo de Bob e por isso me sentia um tanto insatisfeito e desmotivado com os outros. Eu achava que Bob ia entender o que eu tava tentando fazer. Eu achei o contato do filho dele e dei uma ligada, do nada. Ele não atendia, mas eu continuei tentando. Um dia de inverno em Londres ele me liga perguntando “Quem é que me ligou 300 vezes na última semana”. Daí eu me apresentei e ele foi cordial, disse que eu parecia educado. Ele me deu o telefone do pai dele e eu liguei. Passamos meses conversando por telefone até ele ouvir as minhas músicas. Ele quis saber tudo de mim antes de cogitar a possibilidade de trabalhar comigo. Ele teve problemas com gravadoras e odeia a comercialização, por isso ele quis saber quem eu era de verdade, se tinha o que precisava por trás da música, não queria saber de dinheiro.

 

Zap - Fale como foi o seu primeiro encontro com ele e o que ele achou do material que você mostrou a ele. E depois nos conte como foram as sessões de gravação do disco, onde elas aconteceram etc.

 

Eron – Ele primeiro só leu minhas letras e disse que estava intrigado para ouvir a música. Eu toquei pelo telefone no violão e gaita, mas resolvemos que era melhor eu ir conhecê-lo ao vivo. Eu fui pro Texas onde ele mora. Eu toquei minhas músicas pra ele, ele disse que o Bob Dylan e Paul Simon chegavam pra ele com no máximo três músicas, e eu já cheguei com cinco, o que ele achou digno. Ele disse que isso era um bom sinal. As sessões de gravação foram em Nashville, no Dark Horse Recordings, uma especie de rancho isolado para gravações de música country de altíssima qualidade. Eu morei no estúdio enquanto gravava. Ele chamou os maiores caras de Nashville. Todo mundo queria fazer descontos fantásticos pro Bob, o que fez tudo mais barato nas gravações. Ele colocou todo mundo numa sala, tocou minha demos (voz, violão e gaita) e começamos a fazer jam sessions. Não houve mais que um take por faixa, houve remendos aqui e alí mas take mesmo só um, foi como magia negra ou sei lá.

 

Zap - Wow, essa história está ficando very interessant, hehe. Pela audição do disco percebe-se claramente que você gosta de rock clássico, dos anos 60′ e 70′. É isso mesmo? Você não curte ou ouve bandas mais contemporâneas? E se não, por que essa preferência pela fase clássica do rock, em um mundo dominado por Lady Gagas e afins? Como e quando você foi se interessar por esse tipo de rock?

 

Eron – Eu curto Lady Gaga. A ideia é que existe algo além da música pop. Nos anos 60 e 70 os músicos eram como cavalheiros templários em busca de um santo graal. A música era só a linguagem usada. Depois as gravadoras dominaram tudo e inventaram um monte de rotulos, camisetas, xícaras, etc. Como eu uso a música como matematica da alma e a poesia como língua do inconsciente, o cenário atual não me interessa. Não é que não existem bravos guerreiros hoje em dia. É que hoje são todos Ronin e os anos 60 e 70 eram o Shogunato. Tem muita banda boa hoje, de repente mais do que das antigas, porém, elas não caminham juntas, não levantam bandeiras e tentam questionar o próprio questionamento. Eu descobri os Beatles através do Oasis, em meados dos anos 90. Percebi que muito do Brit Pop era como tributo às bandas Mod, tipo Small Faces, Who, Spencer Davis Group etc. Comecei a pesquisar mais e ví que as bandas Mod eram como tributo às bandas Motown e Stax. E assim por diante, Napoleão era como tributo a Alexandre o Grande, etc. Mas o interessante foi, por que os Mods viraram Flower Power? Daí que eu descobri o psicodélico, a música de consciência e de inconsciência. Eu descobri que os Beatles descobriram Bob Dylan e isso os mudou. Daí ví que era mais poderoso voz, violão e cara-de-pau do que qualquer grande movimento.

 

Zap - Muito bom, hehe. Qual a sua idade e desde quando você está em Londres? E além da música em si você trabalha com alguma outra atividade aí ou possui uma situação financeira confortável e que lhe permite focar sua atenção apenas na sua carreira musical?

 

Eron – Neste exato momento eu tenho 28 anos. Na real estou em Budapeste, a gente fala Londres na assessoria para não ter que explicar por que Budapeste. Até por que ninguem sabe bem. Eu morei em Londres durante quatro anos, depois vim pra cá. Eu trabalho com um monte de coisas, já fiz assessoria para outros artistas, produção, já fui até jornalista e continuo escrevendo para algumas revistas. Agora estamos com uma produtora, a Plectro Productions e estamos ajudando alguns artistas a encontrarem seus caminhos. Finanças nunca são confortáveis com ganância, então depende se estou de bom humor ou não. No momento eu estou muito bem, obrigado.

 

Zap - Com o disco lançado você pretende fazer como para divulgá-lo, além de distribui-lo para a mídia em geral? Pretende fazer shows aí ou aqui mesmo no Brasil? Já saíu alguma matéria a respeito do lançamento aí ou aqui, mesmo que apenas na web?

 

Eron – Então, estamos preparando uma campanha de crowd-funding para ver se arrecadamos fundos para promover o disco direito. Vivemos em tempos onde os indivíduos precisam se responsabilizar pela arte que apreciam, isto é, não temos tudo mais de bandeja por anfitriões paternalistas. Os egípcios antigos chamam isso de ‘a era de Horus’. A era das gravadoras era a de Osiris. Eu farei shows se tiver como. Não acredito no modelo pagar-para-tocar. Claro que me divirto tocando, mas pelo bem da arte a gente tem que se segurar, esperar o público querer. Eu to parado há um bom tempo, e não gosto de me expor muito, aparecer. Por isso eu pretendo fazer poucos shows, e vamos esperar a resposta do disco. Se o pessoal gostar, nós fazemos shows pelo Brasil. Aqui na Europa estamos sem assessoria, mas já saiu na radio BBC um especial com o Dermot O’Leary. Saiu em vários blogs e radios independentes dos EUA. No Brasil tem muito mais acesso, os jornais estão entrando em contato. O mais importante para nós é divulgar o disco, pois trabalhamos duro nele, muita gente nunca foi paga e fez de coração o trabalho. Se fazer shows vai divulgar o disco, eu faço por isso.

 

Zap - Ótima entrevista, de verdade (que estamos fazendo ao som de… Bob Dylan, hehe. Depois vamos re-ouvir o seu disco, que também gostei muito)! Então, para encerrar: além de cantar, você tocou o que nas gravações? E quem mais tocou com você nelas? Qual a previsão de lançamento do disco físico por aqui, via Pisces Records?

 

Eron – As gravações do Bob Johnston normalmente são um oceano de instrumentos peculiares, tem muita coisa aparecendo aí do nada. Eu toquei violão e gaita nas gravações. Acredito que os violões não ficaram na gravação final pois haviam guitarristas muito melhores que eu presentes. Acho que ficou só a gaita mesmo, evidenciada no “Any Fool a Man” e “What I Could’ve Been”. Acreditamos que em Dezembro os discos estão nas bancas. Bancas vendem discos?

 

Zap - Ahahahahahahaha, aqui vendem sim. Mas saindo pela Pisces, que é um selo pequeno e com distribuição restrita, acho que ele será mesmo vendido em lojas de discos e cds normais.

 

 

“73” – O DISCO/CRÍTICA

 

Gravado em Nashiville e produzido por Bob Johnston, com músicos experientes da cena folk e blues americana. E com músicas compostas por um jovem amante do rock clássico sessentista, com ótima inflexão de barítono. Nem tinha como dar errado.

 

O disco de Eron Falbo exala anos 60’ por todas as suas faixas. Remete o ouvinte a Bob Dylan (óbvio) em “Any Fool A Man”, exibe um piano precioso na algo gospel “Baby Step Of Faith” (que abre o disco), mostra eflúvios country rock em “Sacagawea’s Son”, e ainda despeja momentos preciosos no ouvinte, combinando psicodelia e blues rock em faixas como “Only Me Too” ou “I Found Out”. Tudo gravado com classe e maestria, tudo com ótimas interpretações de Eron, que canta num inglês impecável e sem sotaque.

 

Difícil imaginar que algum músico brasileiro consiga fazer algo semelhante por aqui mesmo. Para comprovar basta ouvir o álbum na web. E torcer para que a Pisces Recorda lance logo sua versão em cd por aqui.

 

 

MAIS UMA LEITORA SECRETA SE DESNUDA PARA O BLOG, E SE TORNA NOSSA MUSA INDIE DA SEMANA

Yeeeeesssss! O blogão está se tornando BOMBATOR perante seu leitorado FEMININO espalhado pelo Brasil, uia! E agora várias dessas leitoras, desinibas como só elas sabem ser, querem mostrar seus dotes “cadeludos” nestas linhas online, hihihi.

 

Foi o que rolou mais uma vez na semana passada. Por indicação de uma amiga zapper, ELA entrou em contato com o blog, via Facebook. “Eu li a Zap e achei o máximo”, disse ela por mensagem. “É total a minha cara pois sou meio devassa mesmo e tenho fetiche e tara por me mostrar, além de ter tara por lances de sado-masoquismo. Posso enviar algumas fotos pra você publicar?”.

 

Wow, claro que podia. E ela mandou, sob a condição apenas de se manter no anonimato. Mas permitiu que o sempre putão blogão zapper dê algumas infos sobre ela: a garota tem vinte aninhos, e é do Sul do Brasil. E além de muito inteligente também é rocker, claro, com um ecletismo que permite que ela curta desde heavy metal a David Bowie, Bob Dylan e The Smiths. Melhor impossível!

 

Então, aí embaixo, duas imagens lindonas em P&B da nossa musa indie “secreta” desta semana. Vejam e deleitem-se, marmanjos punheteiros, hehehe.

 Um rabaço OUSADO e GIGANTE, para deixar os machos loucos e receber rola grossa por trás (acima); e tetas delícia total (abaixo) com piercing mega safado nos bicos e aquelas “bolinhas” (ou pintinhas) nas auréolas, típicas da fêmea que já deu muito o peito pra mamar (e não exatamente para bebês, hihihi): é a nossa musa indie “secreta” desta semana, uhú!

 

 

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O BLOGÃO ZAPPER INDICA

* Disco: “73”, do cantor e compositor brasileiro (radicado em Budapeste) Eron Falbo. Ele pode ser ouvido na íntegra no website do músico e deve chegar às lojas em cd até dezembro, via Pisces Records.

 

* Filme: “Jovem e Bela” começa a fazer barulho no cinema e já entrou em cartaz inclusive aqui. Nas notas iniciais o blog já explicou bem do que se trata. Aí embaixo, você assiste ao trailer oficial do longa:

 

 

* Baladas: a semana que começu ontem (com o postão sendo finalizado na madrugada de terça-feira) promete esquentar e muito e iremos atualizando as baladas por aqui até o finde dela, okays? Mas já vai se preparando: nesta quinta-feira, 28, tem o último show do ano do sempre grande Vanguart em Sampa, lá no Bourboon Street (em Moema, zona sul paulistana), com ingressos mezzo caros (setenta pilas) mas vale a pena porque o show dos meninos está mesmo incrível. E no domingão, no já clássico projeto Grind, na Loca (sob o comando do sempre querido super dj André Pomba), rola a ÚLTIMA dj set fináttica do ano em Sampa (depois, só no primeiro finde de dezembro mas laaaaá no Goiânia Noise Festival, na capital de Goiás). A Loca, você sabe, fica na rua Frei Caneca, 916, Consolação, centrão rocker de Sampa. E aê, vai perder?

 

 

LIVROS E VINIS SAINDO!!!

Tentou a sorte? Boa, chegou a hora de saber quem faturou o quê do blogão. Não tentou? Sorry, agora é tarde, hihihi. Então vamos lá:

 

* Ariadne Marques “Ramone”, de Rio Claro/SP: fisgou a biografia do inesquecível Joey Ramone, lançada aqui pela editora gaúcha Dublinense;

 

* E Daniel Silva, de São Leopoldo/RS: vai receber uma sacola com os vinis lindões do Mad Sneaks e do Rock Rocket, ambos oferta do semlo M4M.

 

 

E É ISSO!

Terça-feira, três e meia da matina, post finalmente concluído. 26 de novembro de 2013, mais um ano na vida de um sujeito que sempre detestou comemorar aniversários. E hoje comemoramos mais um. Com saudades de mama Janet (que se foi há quase uma década), da irmã Jaque (que mora na Espanha), lutando contra um monstrinho e quase se apaixonando por uma garota que mora muito longe de Sampa, mas que é uma garota realmente incrível. Se fica o desejo de algo nessa data é que venham mais alguns anos ainda, que o monstrinho seja exterminado, que saia em março o livro zapper e que ele mesmo, o eterno blogger loker gonzo do jornalismo cultural brazuca ainda desfrute alguns anos na tranquilidade e no sossego máster do paraíso terrestre que fica em São Thomé Das Letras, no interior Mineiro. É isso, gatas e guys, o blog se vai deixando beijos doces nas queridas Bruna Moreira, Flavinha Palochi, Milena Stone e Letícia Eduarda, todas lindas, rockers, bacaníssimas e que moram no coração zapper. Na sexta-feira estamos por aqui novamente. Até lá!

 

 

(ampliado, atualizado e finalizado por Finatti em 30/11/2013, às 18:00hs.)

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