AMPLIAÇÃO “QUASE” FINAL (nuca se sabe, né?), com texto analisando o episódio sobre machismo e relação abusiva que pode acabar com a carreira do Apanhador Só, além de papos com o Vespas Mandarinas e mais NUDES da total musa rocker delicious Paloma, uhú! – Agosto está sendo mesmo o mês do cachorro louco, com o blog zapper tendo seu notebook afanado e, logo em seguida, sendo infectado por uma bactéria quase mortal na garganta; ainda assim cá estamos com novo post e onde falamos da exposição ultra rock’n’roll que está chegando a Sampa mostrando a trajetória gigante e inesquecível do Nirvana, uma das últimas bandas que valeram a pena serem ouvidas e adoradas por milhões de fãs; mais: um caso de MACHISMO que pode decretar o fim de uma das boas bandas da indie scene nacional dos anos 2000’, papos com o Vespas Mandarinas (que lança seu segundo álbum com show neste finde na capital paulista) e mais imagens inéditas da super musa Paloma, que encantou nosso dileto leitorado há duas semanas, ulalá! (postão ampliadão e finalizado em 21/8/2017)

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O genial e inesquecível guitarrista e vocalista Kurt Cobain comanda a apresentação do trio Nirvana no festival Hollywood Rock, que aconteceu em janeiro de 1993 em São Paulo (acima e abaixo, com a banda no camarim momentos antes do show); uma mega exposição (abaixo) documentando a curta porém intensa trajetória do grupo será aberta em São Paulo agora em setembro   

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Rarely displayed memorabilia including iconic clothing and musical instruments of the late Kurt Cobain of the legendary grunge band Nirvana, are on display at the "Nirvana: Taking Punk to the Masses" exhibition of the Experience Music Project (EMP) in Seattle on April 15, 2011. This EMP exhibit, which opens to the public on April 16, is the most extensive assembly of memorabilia from Seattle's 'grunge rock years' and focuses on bands like Soundgarden, Alice in Chains, Pearl Jam and especially the band Nirvana and the life and 1994 suicide death of Cobain, that band's iconic leader. REUTERS/Anthony Bolante (UNITED STATES - Tags: ENTERTAINMENT SOCIETY)

MICROFONIA

(reverberando a cultura pop, o rock, cinema, livros, discos, comportamento e sociedade)

 

***MICROFONIA EDIÇÃO ESPECIAL: O EPISÓDIO SOBRE MACHISMO E RELAÇÃO ABUSIVA QUE PODE POR FIM À CARREIRA DO APANHADOR SÓ – foi o assunto que dominou a indie scene nacional (ou o que resta dela) na semana passada, em sites e blogs especializados (menos na Pobreload claaaaaro, que só se importa em tentar fabricar fake news e hypes inúteis e total irrelevantes, que não irão fazer diferença alguma na vida de ninguém) e em redes sociais como o faceboquete. Com seu terceiro disco (intitulado “Meio que tudo é um”) lançado no início deste mês, o trio gaúcho Apanhador Só (que existe já quase década e meia, lançou três álbuns de estúdio e é um dos bons nomes do rock independente nacional dos anos 2000’) se preparava para cair na estrada, na turnê de divulgação do trabalho. Tudo foi repentinamente interrompido quando a escritora, jornalista e apresentadora de rádio Clara Corleone, ex-companheira do guitarrista da banda Felipe Zancanaro, resolveu abrir publicamente na sua página no FB como havia sido terrível sua relação com o músico durante o período em que conviveram. Segundo ela se tratava de uma relação “abusiva” e “machista”, onde Felipe a teria traído mais de quarenta vezes e a ferido fisicamente durante uma das muitas discussões do casal, causando uma fratura num dos dedos de uma das mãos da garota.

A gaúcha de Porto Alegre resolveu tomar essa atitude (depois de estar separada de Felipe já há três anos) quando se deparou com o conteúdo e o contexto da canção “Livre, leve e louca”, que integra o novo cd do trio (que além de Zancanaro ainda conta com o vocalista e guitarrista Alexandre Kumpinski e o batera Fernão Agra). A letra da faixa é uma espécie de libelo e exaltação a todas as mulheres que são livres e libertarias no seu comportamento e no seu modo de viver. Ou seja, exalta justamente o modo contrário como Felipe se comportava com Clara.

Logo o assunto particular e que se tornou público, envolvendo o ex-relacionamento de ambos, se transformou em um pandemônio na web. Até o momento a postagem de Clara recebeu mais de 54 mil curtidas no seu FB. Já Felipe decidiu se desculpar publicamente com a ex-companheira pela forma como ele a tratou durante o tempo em que ficaram juntos. Fez isso também no seu perfil no FB mas pouco adiantou: está sendo literalmente linchado e massacrado pelo já célebre e pavoroso “tribunal do feicibuqui”. O assunto ganhou tamanha repercussão que foi parar no noticiário da FolhaSP online, no portal G1 e também no site da revista Rolling Stone. E o Apanhador Só, sob pressão e no olho do furacão da parada, simplesmente resolveu suspender suas atividades e sem previsão de volta. Ao menos por enquanto.

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Fim da linha pro trio gaúcho Apanhador Só?

 

Tudo isso é muito tenso e triste, claro. Como já dissemos mais acima o grupo é um dos nomes bacanas que surgiu na cena alternativa brazuca nos últimos anos. E na opinião destas linhas online, não pode ser punido ou massacrado por conta da conduta pessoal totalmente reprovável de um dos seus integrantes, durante o tempo em que ele permaneceu com sua ex-garota. Yep, Zap’n’roll deplora e sempre será contra o machismo e as relações amorosas/emocionais abusivas. Mas também irá lamentar muito se o Apanhador Só chegar ao fim por conta deste episódio.

Dos muitos textos e analises postados na web sobre a questão, gostamos particularmente deste aqui: https://seteiris.com.br/2017/08/19/o-apanhador-so-o-machismo-travestido-da-cena-alternativa-e-o-tribunal-do-feicebuque/. Sendo que o perfil de Clara Corleone na rede social pode ser acessado aqui: https://www.facebook.com/clara.corleone.3. E o de Felipe Zancanaro aqui: https://www.facebook.com/felipezancanaro. Sendo que o site zapper está entrando em contato com ambos para que eles se manifestem aqui sobre a situação, se assim o quiserem.

Também estamos pensando em convidar Clara para ser a nova musa rocker de Zap’n’roll. Afinal ela é uma gaúcha total delicious, como você pode conferir nas imagens abaixo (e que também estão no seu FB). Vamos ver o que rola e logo informamos aqui ao nosso sempre dileto leitorado.

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***Apanhador Só aí embaixo – com seu novo álbum para audição na íntegra, além do vídeo para a já antiga “Nescafé”, um dos melhores momentos da trajetória do trio rock gaúcho.

 

***Mais notícias aqui? Irão surgindo ao longo dessa semana, se algo realmente digno de nota aparecer na cultura pop e no rock, okays? Fiquem de olho então!

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TALVEZ A ÚLTIMA BANDA GIGANTE DA HISTÓRIA DO ROCK, O NIRVANA INVADE NOVAMENTE O BRASIL EM MEGA EXPOSIÇÃO DEDICADA AO TRIO

Parece que foi ontem. Mas já se passaram longos vinte e quatro anos desde que o trio grunge americano Nirvana, liderado pelo inesquecível e hoje mitológico guitarrista e vocalista Kurt Cobain (e que ainda contava com o baixista Kris Novoselic e o baterista Dave Grohl, que após o fim do conjunto montou o Foo Fighters) se apresentou no Brasil, no extinto festival Hollywood Rock. Foi em janeiro de 1993, o grupo estava no auge da sua curta trajetória (iniciada em 1987) após estourar mundialmente com o ultra clássico álbum “Nevermind” (lançado em 1991 e que vendeu rapidamente mais de 10 milhões de cópias) e a humanidade queria ver o conjunto ao vivo – sendo que aqui não foi diferente e na noite da gig 70 mil pessoas foram ao estádio do Morumbi, o autor destas linhas rockers bloggers incluso. Assim, duas décadas depois desta primeira “invasão” promovida em solo brazuca pelo trio, o Nirvana volta novamente ao Brasil. Mas desta vez através da mega exposição “Nirvana: Taking Punk To The Masses”, que está em cartaz no Rio De Janeiro até 22 de agosto, no Museu Histórico Nacional. Em seguida a expo aterrisa em São Paulo, onde ficará instalada no Parque do Ibirapuera de 12 de setembro até 12 de dezembro.

Todo mundo que esteve no Morumbi naquela noite de 16 de janeiro de 1993 sabe que a apresentação do conjunto foi péssima. Naquela época, surfando no mega sucesso de “Nevermind”, o Nirvana alternava ótimas e terríveis apresentações ao vivo. E na turnê pela América Do Sul não foi diferente. Em novembro de 1992 o grupo se apresentou em Buenos Aires, na Argentina. Quem esteve presente garante que foi um show espetacular. Já aqui, dois meses depois, os paulistanos não tiveram a mesma sorte. Reza a lenda (sempre as lendas…) que Kurt Cobain entrou em parafuso quando chegou a São Paulo. Queria e precisava desesperadamente tomar heroína. Como a droga não foi encontrada para ele em Sampa, a produção da banda promoveu um autêntico assalto à farmácia que havia no lobby do hotel Maksoud Plaza (onde os grupos que iriam se apresentar no festival foram hospedados), literalmente limpando o estoque de “bolas” e calmantes que havia no local. Kurt se entupiu de várias dessas bolas, ingerindo-as com álcool. Não deu outra: quando adentrou o palco no estádio, sua cabeça estava em outra rotação e em outro planeta, como bem relata o jornalista Pablo Miyazawa (ex-editor da revista Rolling Stone) em texto publicado na web há oito anos e que pode ser lido aqui: http://rollingstone.uol.com.br/noticia/estou-aqui-me-divirta-um-relato-sobre-o-show-do-nirvana-em-sao-paulo-em-1993/#imagem0.

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A mega exposição dedicada ao Nirvana (acima e abaixo) está chegando a São Paulo; ela será aberta ao público no próximo dia 12 de setembro, no Parque do Ibirapuera, na capital paulista  

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Mas se o show em Sampa há mais de duas décadas foi ruim, a exposição que está chegando à capital paulista é ótima e caprichada. Durante três meses quem for ao Parque do Ibirapuera poderá conferir, através de mais de duzentas peças (entre imagens, vídeos, fotos, roupas, instrumentos, cartazes de shows e eventos etc.), toda a curta porém impactante e histórica trajetória do Nirvana no rock’n’roll mundial dos anos 90’. Uma trajetória que começou na pequenina cidade de Aberdeen em 1987, pulou para a lendária Seattle e ali, em pouco mais de seis anos de existência o Nirvana mudou totalmente as concepções do rock até então. Escrevendo canções pesadas, com pegada punk mas eivadas de melodias pop e radiofônicas, Kurt Cobain deu voz a toda uma geração ao cantar suas letras sobre inadequação existencial, desencanto emocional e amoroso, rebeldia jovem e contestação social. Incrível é que, com tal tipo de sonoridade e de temas abordados nas letras, o Nirvana tenha chegado onde chegou, se tornando a maior banda do mundo no início dos anos 90’ e tendo vendido até hoje mais de setenta e cinco milhões de cópias de seus álbuns.

Eles foram, continuam sendo e serão para sempre uma das cinco bandas da vida do autor deste blog. E se o rock de hoje está morto e a geração da web não se importa mais com música que transmita contestação e inconformismo existencial, não importa. A obra magistral de Kurt e do Nirvana estarão aí para sempre para nos lembrar que, sim, o rock’n’roll gigante e que foi o gênero musical mais importante de todos os tempos em termos políticos e sociais, existirá para sempre. Mesmo que apenas nos discos e em nossas mais caras lembranças.

 

***Tudo sobre a exposição do Nirvana em São Paulo aqui: https://www.facebook.com/events/102736220348115/.

 

 

MINI DIÁRIO SENTIMENTAL – O NIRVANA, O GRUNGE E OS ANOS 90’ EM SAMPA

***O Nirvana surgiu em 1987 em Aberdeen, cidadela próxima a Seattle, capital do Estado americano de Washington. O gênio por trás da banda era o compositor, guitarrista, letrista e vocalista Kurt Cobain, claro. Tendo passado uma infância e adolescência totalmente atormentada por problemas familiares, Kurt deu vazão a esses tormentos através do rock e de suas composições. A ascensão do grupo foi bastante rápida: em 1989 já saia o disco de estréia, “Bleach” (que, novamente reza a lenda, teria custado a bagatela de US$ 600 dólares para ser gravado e produzido por Jack Endino; você consegue imaginar qualquer bandinha ridícula e de merda do rock BR gravando um disco fodástico pelo mesmo valor? Pois é…). Pesado mas com melodias assobiáveis, foi bem recebido por crítica e público, e emplacou ao menos um hit nas rádios, a sensacional “About A Girl”.

 

***Mas o estouro mesmo veio com “Nevermind”, lançado em 24 de setembro de 1991. Interessada no grupo a gigante Geffen (que estava montando então um cast com bandas de rock alternativas) arrancou o Nirvana do selo SubPop, lar da geração grunge (a turma que usava camisas de flanela e cuja sonoridade dos grupos se inspirava no punk rock ou no hard/heavy rock de nomes como Black Sabbath) de Seattle e que estava dominando o mundo via Pearl Jam, Soundgarden, Alice In Chains, Screaming Trees etc. Tão barulhento quanto o primeiro disco mas com um verniz pop nas melodias (cortesia do genial produtor Butch Vig) que tornava as canções ultra radiofônicas, “Nevermind” explodiu em vendagens rapidamente e estourou nas rádios do mundo inteiro (Brasil incluso) com o mega hit “Smells Like Teen Spirit”. No final daquele ano o álbum estava vendendo cem mil cópias por semana apenas nos Estados Unidos. E foi parar no primeiro lugar da Billboard, expulsando de lá Madonna e Michael Jackson que viviam se alternando na posição.

 

***Com o sucesso mundial, todo mundo queria ver a banda ao vivo. E ao mesmo tempo em que vendia milhões de discos e ficava literalmente milionário, Kurt Cobain começava a dar mostras visíveis de seu total desconforto emocional com a nova vida de rock star. O seu consumo de heroína (droga que ele usava desde a adolescência) disparou. E o Nirvana passou a alternar apresentações memoráveis com outras absolutamente pavorosas.

 

***Como o jornalista zapper conheceu a banda? Ele trabalhava como repórter de música no finado diário paulistano Folha Da Tarde (hoje, AgoraSP). Um belo dia recebe um telefonema na redação da inesquecível e sempre ultra fofa e querida assessora de imprensa da gravadora RCA brasileira, a Miriam Martinez. “Fininho [ela chamava carinhosamente o sujeito aqui dessa forma], to te mandando um suplemento bacana de novos lançamentos de rock da gravadora. E queria que você prestasse especial atenção ao disco do NIRVANA. Eles estão ESTOURADÍSSIMOS nos EUA, são a banda do momento por lá!”. Quando recebeu a sacola com os LPs, Zap’n’roll foi ouvir com atenção o tal Nirvana. Caiu imediatamente de amor pela banda. E nunca mais deixou de amá-la.

 

***Quando foi anunciada a escalação do Hollywood Rock que iria acontecer em janeiro de 1993 no Brasil, a nação rocker brazuca literalmente enlouqueceu. Iria ser a edição “grunge” do festival, com shows do Red Hot Chili Peppers, Alice In Chains, L7 e… Nirvana! O zapper, então com 30 anos de idade e já totalmente integrado ao espírito grunge da época (vivia andando com uma jaqueta de couro amarrada na cintura, além de ostentar um vistoso cavanhaque no queixo), também entrou em polvorosa. Munido de sua credencial jornalística foi nas três noites do festival. Na sexta-feira Red Hot levantou o povaréu no estádio do Morumbi. Antes o Alice In Chains havia feito um set competente porém algo melancólico e arrastado (muito por conta da performance do vocalista Laney Staley, outro notório fã de miss heroin). Inclusive foi no intervalo entre as duas gigs que Finaski conheceu, na sala de imprensa do estádio, mr. André Pomba, então diretor de redação da revista Dynamite e onde o jornalista trintão havia começado a colaborar. Ele e Pomba são amigos pessoais até hoje.

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São Paulo, 16 de janeiro de 1993: antes de subir ao palco montado no estádio do Morumbi para se apresentar na edição daquele ano do festival Hollywood Rock, o trio Nirvana posa para foto na banheira do camarim do estádio; o show foi horrível e o grupo chegou ao fim um ano depois com o suicídio de Kurt Cobain, mas entrou para a história como talvez a última grande banda do rock’n’roll   

 

***Após o show da sexta Zap’n’roll se mandou sozinho pro centro da cidade. Lá foi comer um lanche no bairro do Bixiga. Foi quando deu de cara com o XOXOTAÇO Jade. Quem? Uma ex-gothic girl que vivia vestida como eterna viúva e que freqüentava o lendário Espaço Retrô, o club alternativo mais mítico da história da noite under paulistana. Jade era muito fã do jornalista loker/rocker e já havia TREPADO com ele algumas vezes. E era um BO CE TÃO. Não deu outra: o sujeito aqui literalmente arrastou a garota (que já não era mais goth, e estava trajando uma minúscula bermuda jeans e uma camiseta amarela justíssima, que realçava seus peitaços) para o apê onde morava, na rua Frei Caneca. Lá a foda rolou novamente, claaaaaro. Sendo que a frase inesquecível daquela madrugada foi “me come, ME COME!”, disparada pela cadelona enquanto ela era TRAÇADA de ladinho pelo jornalista putão. Depois daquela madrugada o zapper loker nunca mais viu Jade novamente.

 

***No sábado as garotas do L7 levaram o Morumba abaixo com seu set. Em seguida veio o Nirvana, com setenta mil pessoas aguardando desesperadas a entrada do trio em cena. Foi um fiasco e o horror que todos sabem e que entrou para a história dos shows de rock no Brasil. Mas era o Nirvana que estava ali, tocando. “O show está uma MERDA mas foda-se! É o Nirvana e EU estou aqui”, foi tudo o que Zap’n’roll conseguiu exclamar (ou gritar) enquanto o trio tocava “Molly`s Lips”, a célebre cover dos Vaselines.

 

***O melhor daquela noite rolou, na verdade, após os shows terem acabado no Morumbi. Zap’n’roll saiu do estádio e rumou para o Der Temple, então o bar rocker mais maluco e genial da noite paulistana, e que ficava no baixo Augusta (colado onde funcionou até alguns anos atrás o saudoso Astronete). Lá chegando foi bebericar umas brejas, até que um verdadeiro TUMULTO se instalou na porta: tinham acabado de chegar lá parte da entourage do Nirvana, incluso o casal Kurt Cobain/Courtney Love! O dono do Der Temple não teve dúvidas: mandou FECHAR imediatamente a porta de ferro do bar. Quem quisesse sair, sem problema. Mas entrar não entrava mais ninguém. E assim Kurt passou toda a madrugada lá, a uns cinco passos do autor deste blog (que em nenhum momento se animou a ir trocar algumas palavras com ele pois já havia gente demais em cima do sujeito). E antes que clareasse o dia o jornalista loker/rocker novamente se deu bem: descolou uma outra xota ávida por rôla e foi pro seu apê (que ficava a 300 metros dali) com a dita cuja, para mais uma madrugada/manhã de foda insana. Kurt e Courtney? Todo mundo sabe como a noite deles acabou: com o casal descendo a rua Augusta atrás de cocaine e distribuindo notas de cem dólares para as putas que viam pelo caminho.

 

***Tudo acabou em 5 de abril de 1994. Meses antes a banda havia lançado “In Utero”, seu terceiro disco de estúdio. E Kurt já havia tentado se matar em um quarto de hotel, durante a turnê promocional do disco pela Itália. A tentativa (feita com calmantes misturados com champagne) não deu certo. Mas naquela noite de 2 ou 3 de abril, ele conseguiu o que queria. Sozinho em sua mansão em Seattle (Courtney estava excursionando com sua banda, o Hole) e entupido de heroína, ele deu um tiro de espingarda na própria boca. Acabava ali o Nirvana, que entrou para a história como talvez a última banda GIGANTE e que valeu a pena ser ouvida no rock’n’roll.

 

***O autor destas linhas rockers online ficou sabendo da morte de Kurt na noite de 5 de abril. Ele havia acabado de jantar no centro de Sampa (na lanchonete Estadão, onde sempre fazia suas refeições naquela época) e foi pro ponto esperar o busão que o levaria para o bairro do Cambuci, onde estava morando. Antes de chegar ao ponto deu uma espiada em alguns jornais do dia seguinte que já haviam chegado à banca de revistas. Num deles, o inesquecível “Noticias Populares”, havia a manchete: “Rock Star se mata com tiro na cabeça”. Quando se aproximou e leu com mais atenção, o sujeito que está relembrando estes fatos agora entrou em choque. Foi pra casa, e passou boa parte daquela madrugada escutando “Bleach”, com os olhos cheios de lágrimas. Desde então o Nirvana se tornou uma das cinco bandas da vida do autor destas linhas virtuais. E assim permanecerá sendo, até que não estejamos mais neste mundo.

 

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Em alguns vídeos de músicas que já se tornaram clássicos do rock, e também para audição na íntegra de seus três álbuns de estúdio.

 

MENOS ROCK E MAIS POP E MANDANDO BEM AO VIVO, VESPAS MANDARINAS LANÇARAM SEU SEGUNDO DISCO COM SHOW EM SP

Grupo formado já há oito anos em Sampa e atualmente integrado pelos guitarristas, cantores e compositores Thadeu Meneguini e Chuck Hipólitho (ambos amigos pessoais destas linhas zappers e com looooonga ficha corrida na indie rock scene paulistana), o Vespas Mandarinas está em pleno trabalho de divulgação do seu segundo álbum de estúdio, “Daqui pro futuro”, lançado pelo selo carioca DeckDisc no começo deste ano. No último sábado a banda (que ao vivo ganha a adição de mais cinco músicos, dois deles inclusive compondo um naipe de metais) se apresentou no Centro Cultural São Paulo para uma razoável quantidade de fãs barulhentos (a maioria, garotas na faixa dos 17/20 anos de idade) e mostrou que, de fato, as músicas do novo trabalho (bem mais pop do que o cd de estréia lançado em 2013, o “Animal Nacional”) rendem bem mais ao vivo do que em estúdio.

Boa parte da crítica especializada em rock (ou do que resta dela) detestou o álbum e o espinafrou em sites e blogs. Mas também houve resenhas positivas, como o publicado na revista IstoÉ online. O que o jornalista zapper acha da banda, afinal? Bien, não morremos de amores por ela, sendo que um amizade muito longa e carinhosa une o autor deste blog à dupla Thadeu e Chuck. Mas gostamos do que vimos ao vivo no sábado à noite lá no CCSP.

Antes do show acontecer o site zapper bateu um papo com Thadeu Meneguini, via Faceboquete, na semana passada. Ele discorre sobre o trabalho da banda e diz o que achou das críticas recebidas pelo novo disco das Vespas Mandarinas. Confira abaixo.

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A dupla de frente do Vespas Mandarinas, Thadeu e Chuck, comandam a banda acima no último sábado em Sampa, durante show no Centro Cultural São Paulo (acima); após a gig confraternização nos camarins entre o jornalista rocker zapper e seus amigos de longa data (abaixo)

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Zap’n’roll – O Vespas Mandarinas lançou seu segundo álbum, “Daqui pro futuro”, no último final de semana com show em São Paulo. Apesar de ter sido bem gravado e produzido (por Michel Kuaker e Rafael Ramos) e de contar com várias participações especiais de destaque (como o baterista Yuka e o guitarrista Edgard Scandurra), o trabalho recebeu várias críticas negativas, nodamente em sites como MonkeyBuzz, Scream&Yell e no Caderno 2, do jornal O Estado De S. Paulo. A que você atribui essa recepção negativa por parte dos jornalistas? Foi a imprensa que não entendeu o cd como devia ou foi o Vespas que errou a mão de fato no novo álbum?

 

Thadeu Meneguini – Eu atribuo a falta de sensibilidade, bom senso e boa vontade. Atribuo ao baixíssimo nível intelectual e cultural dessa espécie. Teve gente falando que faltou verdade, mas a verdade é que eles nunca chegaram perto de nada que fosse real. Eles não sabem lidar com nada que saia das sua bolhas ou expectativas… Os caras do Screm Yell, por exemplo, chegaram ao ponto até de pedir desculpa porque ficou claro, na análise deles, uma rusga pessoal.  Eles perderam o senso na análise da música pra analisar apenas a imagem, o que enxergaram, não o que ouviram. Um jornalista que fala de harmonia sem saber quem é Schönberg é uma fraude. A nossa música tá aí e veio pra ficar e eles, portanto, já enfiaram o rabo entre as pernas. Mas também recebeu críticas muito positivas como a do Mauro Ferreira no G1, e do Celso Masson na Istoé. Com esse novo trabalho a gente também foi tocar no Altas Horas do Serginho Groissman. Ou seja o mainstream tá entendendo muito mais os nossos passos… eu quero mais é que o Scren Yell se exploda, que se foda.

 

Zap – ok. Mas houve de fato mudanças claras do primeiro para o segundo disco. “Animal nacional” possuía uma sonoridade mais rock e pesada. Já o novo investiu em nuances mais pop. A que você atribui essa mudança de direção musical?

 

Thadeu – Atribuo a uma evolução natural… algo que já estava implícito em todos os meus trabalhos, inclusive nos meus trabalhos anteriores às Vespas… sempre fui da música pop, sempre tive uma relação intima e profunda com o rock nacional e com o estudo profundo da música. O André Abujamra uma vez me disse que existia uma relação da meu modo de compor com a “música de câmara”. Eu sinto que não devo deixar de seguir essa “natureza” pra agradar ao público X ou Y.  Eu procuro isso, apesar dos nossos tempos bicudos… apesar do Chico Buarque ter “decretado” o fim da canção ela me chama e eu não pretendo me desviar disso. Tudo o que eu quero é cantar com você um refrão e fazer uma boa canção. Ainda é o meu desejo mais profundo

 

Zap – Você fala em tempos “bicudos”… é sabido que o rock está infelizmente em baixa atualmente no Brasil, e mesmo lá fora também, em termos de repercussão midiática e de público, já que as pessoas estão muito mais interessadas nesse momento em outros gêneros musicais, como sertanejo e funk. Bandas de rock continuam a existir, claro. Mas a pergunta é: ainda existe público para elas? Ainda há quem queira ir a shows, assistir vídeos na web ou os fãs de rock’n’roll desapareceram definitivamente?

 

Thadeu – Eu acho que tem um público ávido por uma banda como Vespas Mandarinas… a gente só não consegue falar pra um público maior do que temos conseguido porque nessa crise falta mesmo investimento nesse sentido por parte da gravadora e dos empresários. Mas a nossa parte a gente fez: a música é boa! Cara a verdade é que não pintou uma banda de rock com carisma e sonoridade pujante pra se sobrepor a tudo isso… como fizeram Paralamas, Charlie Brown, Raimundos, Skank ou o Rappa. Vc acha que o publico brasileiro quer ouvir uma banda de colégio semi progressiva vinda de goiana e produzida pelo zézinho que nunca sai do seu puleiro… ou uma banda paulista que não exala um mínimo de sexo na sua performance e música… eu prefiro Maiara e Maraisa do que muitas das bandas de indie rock de hoje em dia…

 

Zap – Certo. Pra encerrar: o vídeo da faixa de trabalho foi produzido pela equipe da Kondzilla, produtora que está em alta no mercado mas com foco totalmente direcionado ao funk e ao rap. O que levou a banda a procurá-la para realizar seu clip? Houve alguma sugestão da Deck Disc nesse sentido?

 

Thadeu – Kondzilla é meu amigo pessoal. E a quem perguntar pode dizer. Eu sou desses…

 

BLUES NO PARQUE, COM JOE SATRIANI

 

Satriani esquenta noite fria paulistana em show gratuito no Parque do Ibirapuera

 

Jairo Lavia (texto e fotos), especial para Zap’n’roll

 

(show realizado domingo passado em São Paulo, sendo que Joe não faz exatamente o tipo de rock que este espaço rocker curte. Mas Jairo esteve lá, conferiu, gostou do que viu e ouviu e traz seu relato pro site zapper)

 

Joe Satriani, não inventou o termo guitar hero…. Longe disso, antes dele veio Eddie Van Halen e, antes deste, Pete Townshend e Jimi Hendrix. O primeiro era mestre do tapping, o segundo adorava estilhaçar a sua Stratocaster, o último, o maior deles, via o instrumento como parte de ritual que foi eternizado em chamas no Festival de Monterrey.

 

Satriani deve muito de sua inspiração a eles e deles extraiu um pouco do seu eclético som, moldando o seu próprio tempero rock and blues sem ser tão rebelde e performático.

 

A sua geração pós Eddie Van Halen é de um estilista aos extremos: a técnica das seis cordas levadas ao seu limite. Antes de ingressar aos estúdios e palcos, ainda ajudou na formação de guitarristas como Alex Skolnick (Testament), Kirk Hammett (Metallica) e Steve Vai, este último a quem ele próprio deve muito no início da carreira e que mais tarde excursionaria com o projeto G3.

 

E sem as estripulias do seu amigo Vai e o egocentrismo característico de Malmsteen – outro que destacaria na metade dos anos 80 o seleto grupo de guitarristas virtuosos – Satriani voltou ao Brasil pela oitava vez, agora para uma apresentação gratuita dentro do Projeto Samsung Best of Blues no Parque do Ibirapuera.

 

Um show digno de agradar a gregos e troianos… Aos 61 anos, o carequinha “Satch” que aparenta pelo menos uns vinte a menos, esbanjou muito fôlego e simpatia, esquentando a multidão na noite fria paulistana.  Dos roqueiros mais velhos classic rocks à juventude que dá seus primeiros passos na audição sonora de Satriani aos frequentadores habituais que aproveitaram o domingo no parque com a família e filhos para estender até tarde da noite.

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O guitarrista americano Joe Satriani em dois momentos de sua apresentação (acima e abaixo), semana passada em Sampa   

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A gig em vias de encerramento da sua turnê Surfing to Shockwave Tour, que já desembarcou por aqui no ano passado, ainda contou com a abertura do talentoso guitarrista Artur Menezes. Pouco conhecido por aqui e que que há seis anos vive em Los Angeles, ele proporcionou um ótimo aperitivo da melhor toada moderna do gênero, com pitadas a lá Stevie Ray Vaughan.

 

O relógio já batia 19h30 quando Satriani entrou no Auditório Oscar Niemeyer, cujo palco se volta para a área externa neste tipo de apresentação ao ar livre, acompanhado de Marco Minnemann (bateria), Bryan Beller (baixo) e Mike Keneally (teclados e guitarra).

 

Antes o astro da noite já tinha brindado o público com uma passagem de som de uns 40 minutos a tarde por volta das 14h. No setlist, mesclas do material do último álbum com as mais antigas composições instrumentais de Surfing with the Alien (o melhor e que o consagrou), Flying in a Blue Dream e The Extremist.

 

A abertura da estonteante Shockwave Supernova para jorrar a sua destreza e pegada, seguida de Satch Boogie e Flying in a Blue Dream às outras mais recentes, Crazy Joe e On Peregrine Wings. Esta última, aliás, o músico revelou durante coletiva de imprensa que antecedeu o show ser inspirada na música brasileira (“Eu sempre pego alguma influência musical quando venho ao país”).

 

Já Summer Song também não podia ficar de fora (este seu maior hit, cujo clipe era repetido à exaustão na MTV em 1992). Do álbum Surfing with the Alien, que completa 30 anos, Joe ainda tocou Ice 9 e a bela melodia de Always with me Always with you na segunda metade do espetáculo, que muita gente já deve ter ouvido o seu soado choroso sem ao menos saber de sua origem. E para fechar, Arthur Menezes voltou ao palco para uma digna jam de blues com muito feeling ao lado do mestre.

 

Um único e precioso detalhe arranhou um pouco a apresentação: o som. Foram constantes as reclamações do som baixo e da equalização logo recaindo na guitarra do astro principal.

 

***Jairo Lavia, 42, é jornalista e fotógrafo, especializado em música e cinema.

 

MAIS IMAGENS DA TESUDÍSSIMA MUSA PALOMA SILVA!

Yeeeeesssss! Ela causou comoção com seus nudes no último postão zapper. Tanto que resolvemos repetir a dose nesse post, com mais imagens inéditas dessa pirralha gostosíssima de apenas 18 aninhos de idade. E que namora com um homem 30 anos mais velho, o gaitista (da banda Fábrica de Animais) e chapa Flávio Vajman.

Apreciem sem moderação alguma, uia!

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FECHANDO A TAMPA

Yep, por enquanto é isso mas poderemos voltar nesse mesmo post (especialmente na seção “Microfonia”) se algo realmente interessante assim o exigir. Okays? Então até logo menos por aqui, com o site de cultura pop e rock alternativo mais legal da web BR já há catorze anos!

 

 

(ampliado e atualizado por Finatti em 21/8/2017 às 16hs.)

13 Comentários

  1. Nossa discaço nôvo da Laninha éé ? Essa mulher me tesa viu, ela simplesmente permeia meus sonhos eróticos quase sempre….certa noite – ou madruga…sei lá – sonhei que estava numa fazenda num interiorzim da Inglaterra , fazia frio e chovia bastante, e dentro daquele quartinho aconchegante estava eu, peladinho fazenho amor com a Laninha, muito sexo, sacanagem, autas gozadas.. huuummmmnnsssssssss…..mas, de repente : acordei e me dei com a minha dura (fica quieta aí pica!! ) realidade nua e crua de um desempregado, fudido e punheteiro…..é foda!!

  2. Oi Finas, olha só o que eu encontrei aqui http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult512u150.shtml

    “A nota triste foi aconteceu no final da balada, quando uma fila monstruosa se formou para pagar a comanda e sair do lugar. O jornalista Humberto Finatti, se aproveitando de sua condição de colunista pop superstar, chegou perto do caixa, disse em voz alta quem era e entrou na frente de um sujeito que estava prestes a pagar, nem ligando para quem estava na espera, muitos desses seus leitores, claro. Furar a fila é muito não-metrossexual, Finatti.”

    Belo exemplo de cidadão hein?

    1. Nuoffa gozador (vc é parente do outro que andou ejaculando no pescoço das moças dentro dos busos em Sampa?), ta com tempo na vida à toa, hein? Pra ficar caçando bobagens tipo essa (que, claaaaaro, foi mais uma zoação algo mentirosa do meu “ex-amigo”, o Pinóquio pobreloader), que foram publicadas há milhões de anos, só pode.
      Cuidar da própria vida que é bom e não ser fake covardão… ah, isso sem chance, rsrs.

  3. Finas
    Quando vai ser lançado seu livro “Memórias de um Jornalista”?
    Imagino que você que é fã dos Smiths já tenha lido a bio do Morrissey né? Por que eu não encontrei a resenha no blog?
    Aliás, faz tempo que você não posta aquelas fotos com a Kim Gordon e o Robert Smith.

    1. Nuooooofaaaa, blogayro, quantas perguntas e curiosidades pela minha vida, wow! Devolvo com algumas perguntas Tb:
      – vc não tem o que fazer na vida, para mandar esse monte de asneiras e mentiras pra cá às 7 da manhã?
      – sua psicopatia e desespero em me atingir é assim diariamente? Se for vc não acha que está na hora de procurar um psiquiatra e se INTERNAR? Afinal vc está parecendo aquele chefe do inspetor Clouseau (o personagem de Peter Sellers nos clássicos filmes da “Pantera cor-de-rosa”) que, de tanto ódio, de tanto querer viver a vida do outro e de tanto querer foder seu subordinado a qualquer custo (por ter uma fixação DOENTIA por ele), acabou ficando totalmente louco e tendo que ser internado.
      – por que vc não manda esse monte de merda vomitada em forma de mensagem mostrando sua cara e seu nome sujo, feio, ridículo e real?
      – por que vc é tão desprezivelmente covarde? Tem medo de apanhar se eu te encontrar por aí? Não tenha: quando muito eu ia te chamar de BOSTA na sua cara e cuspir nela.
      – por que vc não se mata ao invés de alimentar essa sua psicopatia maluca pela minha pessoa?
      Abs!

    1. Nuoooooffaaaaa, sério youtuber Pinóquio, manezão e bostão? Engraçado que que rolou taaaaantoooo o que vc ta dizendo que, naquela noite, o Gigio (que sempre foi um lorde comigo e até o final do Matrix, onde NUNCA PAGUEI pra entrar) me encheu de brejas long neck na faixa, rsrs. Claro que VC, fake retardado, nem estava lá pra vomitar essa merda que vomitou aqui. Ô dó… rsrs.

    1. E a cada vez que vc manda esse tipo de comentário pra cá assinando FAKE, eu te acho um pouco mais BOSTA e covarde, leozito. Não é o máximo?

  4. Finattão, não sei se você vai postar isso, mas o VM depois de lançar um incrível e soberbo disco com fortes influências daquela turma do rock-Brasil 80’s, me lançam este fraquinho “Daqui pro futuro” (incerto, depois dessa pisada), sei não, pra mim não colou !!

    1. Sem problema postar seu comentário, Walter. É uma opinião sincera, educada e que não ofende moralmente ninguém, nem a banda e nem o blog. Mas eu gostei do show que vi deles ontem no Centro Cultural São Paulo. Sobre ele e mais uma entrevista com o guitarrista e vocalista Thadeu Meneguini, vc confere aqui mesmo nesse post nessa segunda-feira, beleza?
      Abrax!

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