AMPLIAÇÃO FINAL, com os novos discos do Ride e da Lorde e também todas as infos sobre a edição 2017 do festival de documentários In Edit Brasil – Com o mondo indie rocker planetário em quase completa dormência e irrelevância o blog analisa com rigor e sem babação de ovos a “banda da vez” e que acabou de lançar seu primeiro álbum cheio nos EUA: o Cigarettes After Sex, que por pouco não provocou BOCEJOS nestas sempre rigorosas linhas zappers; mais: com shows confirmados (a partir de setembro) de The Who, U2 e a deusa inglesa PJ Harvey, o triste bananão tropical (esse aqui mesmo) ao menos terá um final de 2017 mais animado e menos modorrento; o julgamento da chapa Dilma/Temer pelo STE (que absolveu o vampiro golpista) e as lastimáveis condições do sistema prisional brasileiro só mostram e constatam pela milésima vez o que todos já estão carecas de saber mas têm vergonha de admitir: o Brasil é um país LIXO e quinto mundo dos infernos, infelizmente…; e um autêntico DELEITE e COLÍRIO gigante para nosso leitorado fã de nudes tesudos e despudorados ao máximo: um ensaio pra lá de delirante com nossa primeira dama das musas do blog, a eternamente lindíssima e incrível Jully DeLarge em todo o seu esplendor de nove meses de GRAVIDEZ gloriosa, e prestes a se tornar mãe! (postão AMPLIADÃO E TOTAL CONCLUÍDO, em 16/6/2017)

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Informações: (11) 9 8320-0700 (whats app) e também aqui: https://www.facebook.com/events/1905708276384988/?acontext=%7B%22action_history%22%3A%22null%22%7D

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A indie rock scene planetária está em crise brava de criatividade e de qualidade artística; assim uma banda como a Cigarettes After Sex (acima), mesmo sendo não muito mais que competente, causa enorme falatório no mondo rocker e nas redes sociais por conta do lançamento do seu primeiro álbum de estúdio, um trabalho que, de resto, está muito longe das obras-primas lançadas, por exemplo, pela deusa PJ Harvey (abaixo) que retorna ao Brasil para show em novembro, mesmo mês do aniversário do jornalista zapper/loker que continua sabendo o que é bom em termos de cultura pop (basta ver a imagem também abaixo: ele ao lado da nossa sempre eterna musa rocker number one, a deusa Jully DeLarge, que vai ser mamãe daqui a pouco!)

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MAIS MICROFONIA: NO FERIADÃO MODORRENTO DE PORCUS TRISTIS, O NOVO DISCO DO RIDE CHEGA PRA ANIMAR O POVO ROCKER

Exatamente. O feriado de PORCUS TRISTIS em si já está chegando ao seu final (só que ele vai ser estendido por todo o finde, claaaaaro) e acabou sendo bastante animado no final das contas. Pois saiu HOJE “Weather Diaries”, o disco que marca oficialmente a volta do grande Ride. Na Inglaterra o álbum saiu oficialmente nesta sexta-feira. Aqui no bananão e em se tratando de plataforma física (cd e vinil), jamé. Mas com a internet aí, foda-se. Está ao alcance de quem quiser escutar. É o primeiro trabalho de estúdio inédito do quarteto inglês (que surgiu em Oxford, em 1988) em mais de duas décadas – o último disco deles havia sido o algo fracote e melancólico “Tarantula”, que saiu em março de 1996 e decretou então o fim do conjunto naquela época. Sendo que o Ride foi um GIGANTE da geração shoegazer britânica dos anos 90’, com pelo menos três álbuns memoráveis em sua trajetória (“Nowhere”, de 1990; “Going Blank Again”, de 1992; e “Carnival Of Light”, lançado em 1994 e o nosso preferido deles). Depois é o que se sabe: veio a queda, o fim da banda e cada um foi pra um lado, inclusive com o guitarrista e vocalista Andy Bell indo parar no Oasis, onde tocou baixo também até o grupo dos manos Gallagher chegar ao fim, em 2009. O que estas linhas bloggers rockers acharam do comeback deles? Bien, nossa percepção inicial (ouvimos o cd apenas duas vezes, até o momento) é de que para um bando de coroas que ficou mais de duas décadas longe dos estúdios de gravação, eles voltaram bem – algumas músicas bem longas (como “Lannoy Point” e “Cali”) são ótimas, sendo que talvez a melhor de todo o álbum seja mesmo “Lateral Alice”, curta, rápida e barulhenta. Se comparado aos primeiros trabalhos digamos que o novo é mediano, mas ainda assim ok. Agora, se comparado ao LIXO que está o rock atual (até mesmo em sua acepção mais, hã, alternativa), trata-se de um disco muito bom. Mas enfim, que eles sejam bem-vindos de volta. “Weather Diaries” será com certeza o destaque do próximo post da Zap’n’roll. E quem sabe o grupo não resolve dar uma passadinha pelo Brasil, já que estão em turnê de divulgação do cd. Não custa sonhar, né?

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O velho mas ainda muito bom shoegazer do britânico Ride: novo disco, após duas décadas de ausência

 

***Mais movimentação no mondo pop também nessa sextona de meio de feriadão brazuca: saiu finalmente o segundo disco da gatinha Lorde. Que chega três anos depois de sua estréia que a transformou em ídolo pop planetário com apenas dezesseis anos de idade. O novo trampo dela, sobre o qual falaremos melhor no próximo post, pode ser ouvido aí embaixo.

 

***Tá de bobeira em Sampa no feriadão? Pois está rolando na cidade a edição 2017 do In Edit Brasil, o maior festival de documentários musicais do mundo. Tem docs sobre os Stooges (wow!), sobre a Tropicália e também pelo menos quatro que detêm seu olhar sobre a história do punk rock, que está comemorando quarenta anos de existência. A programação completa do In Edit pode ser conferida aqui: http://br.in-edit.org/.

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Os inesquecíveis The Stooges: com doc sobre a banda no In Edit Brasil

 

***E também rola neste finde mais uma edição da Parada do Orgulho LGBT em Sampa, domingo o dia todo na avenida Paulista. São esperadas mais de 3 milhões de pessoas e o evento é o maior do mundo no gênero. O blog pretende estar nela (pois há anos que não marcamos presença na parada) mesmo porque nosso apoio à diversidade sexual e ao RESPEITO e à tolerância em relação a questões de gênero é total. Não dá pra aceitar uma sociedade homofóbica como ainda é a brasileira. Muito menos a intolerância religiosa em um país onde o Estado é LAICO (segundo a Constituição) mas que, na real, vive sob pressão de grupos como os evangélicos por exemplo (os maiores inimigos da nação gay). Então fikadika: todos pra Paulista nesse domingão!

 

***Sim, sim, estamos devendo uma resenha sobre o disco de estréia do grupo de surf music instrumental paulistano Pultones. Bem como quem ganhou o cd deles que andamos botando em sorteio por aqui. No próximo post desovamos essa parada de vez, ok?

 

***E agora é fim de transmissão mesmo. Meião de feriadão e Zap’n’roll vai curtir o que resta dele tomando vinho, fumando um beck e dando uma bela foda com uma boceta amiga, hihihi. Portanto: até o próximo post e tchau pra quem fica!

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EDITORIAL POLÍTICO:

BRASIL, O PAÍS LIXO TOTAL E DE QUINTO MUNDO DOS INFERNOS – VOCÊ AINDA TEM ALGUMA DÚVIDA DISSO?

Dois episódios que aconteceram na semana passada e que corroboram o título do editorial político/social que abre este post de Zap’n’roll. Primeiro: o “Profissão Repórter”, como sempre brilhantemente conduzido pelo Caco Barcellos e em sua edição da última quarta-feira, foi absolutamente DEVASTADOR. Ele mostrou o que é o sistema prisional brasileiro como um todo. E, por tabela, exemplificou e resumiu no final das contas o que todos nós estamos carecas de saber mas fingimos (ou tentamos fingir) não saber: isso aqui, esse país chamado BRASIL, é um LIXO TOTAL. Uma nação de QUINTO MUNDO (dos infernos) e que se jacta ser de primeiro mundo. Um primeiro mundo que só existe na cabeça dos super ricos que vivem aqui ou da classe média ogra e burrona que acha que metrópoles horrendas como São Paulo, Rio e Porto Alegre possuem algo de civilizado. Dá até dó dos idiotas que batem no peito e cantam com alegria incontida e retardada o “sou brasileiro com muito orgulho”.

Esses OTÁRIOS deveriam ter assistido o jornalístico comandado por Caco. O programa foi até COVARDE em certo sentido, quando comparou o sistema prisional daqui com o da Noruega (esse sim um país de PRIMEIRÍSSIMO MUNDO). Alguns detalhes, para quem não assistiu:

 

***o governo brasileiro gasta com cada preso do país por ano, em média, R$ 45 mil reais. Você acha muito? Na Noruega o custo anual do governo pra manter cada presidiário (e dar-lhe condições de ser reintegrado à sociedade) é de R$ 390 mil reais! Detalhe: esse gasto governamental tem APOIO TOTAL da população.

 

***mais: no presídio de segurança máxima na Noruega, em cada cela (que fica aberta durante o dia e só é trancada à noite) o preso tem: cama confortável, armário, televisão (de led), frigobar e banheiro decente, além de acesso a um mini mercado onde ele pode comprar o que desejar. Mais? Tem mais: ele também pode fazer cursos de capacitação (como de chef de cozinha) e para aqueles que possuem pendores artísticos (como ser músico, por exemplo) há até um ESTÚDIO onde o preso pode gravar composições e aprender a tocar e a cantar.

 

***tudo isso tem sua justificativa, dada pelo diretor do presídio norueguês: “Quando ele, o preso, sair daqui, poderá ser SEU VIZINHO. Você prefere ter um vizinho VIOLENTO, CHEIO DE ÓDIO dentro de si ou alguém que cumpriu sua pena e voltou plenamente recuperado ao convívio social?”. Simples assim.

 

***e aqui? Ahahahahaha, aqui é a BARBÁRIE, claro. Lá na Noruega, frigobar nas celas. Aqui os pobres diabos bebem água INFESTADA de BARATAS, vivem em celas superlotadas e cheias de RATOS (ratos mesmo, aquele bicho que todos odeiam e que transmite uma série de doenças) e vão desenvolvendo enfermidades como tuberculose ou enfrentando surtos como o de SARNA. Ao ser entrevistado pela equipe do programa, um preso declarou (com total razão em suas palavras): “isso aqui é DESUMANO. O sujeito entra aqui e depois sai com mais ÓDIO de tudo, com mais ódio do que ele tinha antes de entrar”.

Precisa ser dito mais alguma coisa? Se sim, melhor você conferir o programa na íntegra, neste link: http://g1.globo.com/profissao-reporter/noticia/2017/06/ratos-baratas-e-doencas-como-sarna-hiv-tuberculose-e-sifilis-sao-comuns-em-presidios-brasileiros.html.

Este blog realmente desistiu disso aqui. Temos TOTAL VERGONHA de ser brasileiro. Um país cujo sistema prisional HORRENDO (e que reflete, de resto, o que é a nossa sociedade como um todo: boçal, bestial, ignorante, conservadora, egoísta na relação entre os quem têm muito e os que não têm nada, atrasada, inculta etc.) é apenas a face mais cruel de uma nação que definitivamente NÃO DEU CERTO. Também esperar o quê de um país onde a classe política é vil e imunda ao máximo, e onde o próprio PRESIDENTE DA REPÚBLICA é um CRIMINOSO e chefe de quadrilha já PILHADO pelas autoridades policiais e judiciárias em diversos CRIMES de assalto ao erário e ao bolso da população?

Caia na real quando você for cantar que é “brasileiro com muito orgulho”: vivemos no LIXO e na RABEIRA do mundo. Somos apenas isso: um QUINTO MUNDO DOS INFERNOS. E nada além disso.

E para completar, o segundo episódio e que dominou a atenção de toda a mídia (da nanica à mega): o julgamento da chapa Dilma/Temer pelo STE. Terminou com a ABSOLVIÇÃO do velho BANDIDO e ESCROTO que preside de forma golpista o Estado brasileiro. Alguém aí ainda tinha alguma dúvida de que ele iria escapar?

É isso. Vamos pra cultura pop e pro rock alternativo, que nos traz ainda um pouco de alegria e satisfação.

 

 

MICROFONIA

(reverberando a cultura pop e a política/sociedade em discos, livros, filmes, shows, baladas etc.)

 

*** foi SEN SA CIO NAL a noite do último sábado no estúdio Lâmina (no centrão de Sampa), com o grupo Les Boomerangs fazendo um set inteiramente dedicado ao gênio francês Serge Gainsbourg. Versões rockers, claro. Nunca imaginamos escutar “Je T’aime” (o mega clássico dos motéis e trepadas de todos nós) com tanta microfonia, distorção e “apitos” na guitarra, hihihi. O Lâmina (localizado num incrível prédio histórico ao lado do metrô São Bento) lotou de gatas gostosíssimas, a DJ set pós-show foi fodástica (Smiths, Bowie, Siouxsie, Joy Division, Les Rita Mitsouko etc.), encontramos amigos queridos (como a gata Persie Oliveira, vocalista das Groupies do Papa, e o Leo Fazio, da banda Molodoys) e nos divertimos e rimos muito com os papos do nosso irmão de coração, o sempre gentleman, divertido e super guitarrista Gabriel Coimbra Guedes. Que venham outras baladas iguais!

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Dupla rocker de respeito máximo no último sabadão, pela madruga baladeira de Sampalândia: o jornalista gonzo/zapper/loker e o super guitarrista Gabriel Guedes

 

***A maleta Mallu Magalhães lançou seu novo álbum, “Vem”, na última sexta-feira. Sério, será que alguém ainda se importa? Com o bananão pegando fogo ao que parece Mallu continua vivendo em outro universo, com suas músicas “fofinhas”, de pegada pop/MPB completamente despolitizada e desconectada do momento trágico pelo qual o país está passando. Nem vamos perder tempo resenhando o álbum, mas para quem tiver curiosidade em ouvir ele está aí embaixo.

 

***para não esquecer tão cedo: abaixo, quem votou contra e a favor da cassação do velhote sujo e ordinário que preside o Brasil. Que vergonha, STE…

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E esse CRETINO, merda e serviçal do governo golpista RI da nossa cara, claro! 

 

*** o episódio em que dois MONSTROS bestiais e boçais torturaram e TATUARAM na testa de um garoto a frase “sou ladrão e vacilão” (por ele supostamente ter tentado roubar a bicicleta de um dos vizinhos da dupla que praticou essa barbárie no moleque), merece todo o repúdio possível. E demonstra também claramente a que ponto chegou a selvageria, bestialidade e boçalidade da sociedade brasileira supostamente “civilizada”. Estamos caminhando para uma nação NAZISTA no final das contas. Pois se vocês bem se recordam eram os NAZISTAS que marcavam a pele dos judeus com ferro em brasa, durante a Segunda Guerra, para depois exterminá-los nos campos de concentração. Até quando, Brasil LIXO e de população selvagem ao máximo?

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A imagem da barbárie social, da boçalidade e bestialidade sem limites do brasileiro atual: dois monstros e covardes fizeram essa tatuagem na testa de um adolescente de 17 anos por ele supostamente ter tentado roubar uma bicicleta; o Brasil regredindo aos tempos do nazismo…

 

***e calma que ao longo desta semana (que começou nesta segundona, dia dos namoridos) mais notas irão entrando aqui no Microfonia, beleusma? Então guentaê e até já!

 

 

CIGARETTES AFTER SEX, O NOVO (MAS NEM TANTO) HYPE DO MONDO ROCKER, LANÇA SEU PRIMEIRO DISCO – E CUJA AUDIÇÃO QUASE PROVOCOU SONO NO BLOG ZAPPER

O mondo pop/rock planetário, mesmo na seara mais, hã, alternativa, está assim mesmo há alguns anos já: vagando à deriva, infestado de hypes que duram apenas alguns singles, alguns discos (quando não apenas um), uma temporada de verão, e depois desaparecem tão rápido quanto surgiram. Fora que a qualidade artística de grupos e artistas solo despencou rumo a um abismo profundo de quinze anos pra cá. Então quando surge algo minimamente mais razoável ou um pouco acima da mediocridade media reinante atualmente no planeta, a banda em questão já desponta como a próxima salvação do rock’n’roll. Gera hype nos sites e blogs especializados em música, gritaria e tumulto nas redes sociais e plataformas visuais e musicais (Spotify, YouTube), e adoração imediata de milhões de fãs virtuais de ocasião. Tudo muito fugaz, imediatista e ilusório, claro. Mas continua acontecendo e dando sobrevida ao rock e suas variações de gênero. E dentro desse panorama o grupo da vez é o quarteto americano Cigarettes After Sex, que lançou oficialmente na última sexta-feira, dia 9 de junho seu primeiro álbum completo de estúdio. Antes o grupo liderado pelo vocalista, letrista e principal compositor Greg Gonzalez, já havia lançado uma série de singles que bombaram na web e colocaram o conjunto em evidência não apenas nos EUA mas também na Europa.

O CAS (como já está sendo carinhosamente chamado pelos fãs) é essencialmente e musicalmente o que sai da mente algo melancólica e sensível de Gonzalez. Bom letrista, compositor, vocalista e instrumentista, ele formou a banda há quase uma década (mais precisamente em 2008) na cidade de El Paso, no estado americano do Texas. E para dar vazão às suas músicas eivadas de ambiências melancólicas e de eflúvios de shoegazer e dream pop, Greg foi se cercando de músicos que eram amigos próximos. Além dele ninguém ficou exatamente fixo no grupo nesses anos todos, sendo que a formação atual se completa com Jacob Tomsky (baterista),  Phillip Tubbs (teclados), e Randy Miller (baixo). Foi com esse line up que a banda sedimentou e amadureceu seu trabalho, lançado agora o primeiro álbum completo e após ter bastante receptividade da crítica e de fãs para seus primeiros singles (como “Affection”, editado em 2015, e “K”, lançado um ano depois, além de um cover bizarro para uma canção do finado grupo hard brega setentista Reo Speedwagon, também lançado como single há dois anos), que acabaram tendo milhares de visualizações no YouTube e angariaram um bom séquito de fãs ardorosos para o quarteto em pouco tempo. Fãs brasileiros inclusive, que já pululam pelas redes sociais e estão se desmanchando de amor pelo Cigarettes em redes sociais como o faceboquete.

Mas e daí? Qual é a do CAS, afinal? É um grupo que vale a pena? É o grande lançamento de 2017 até agora, como bradou um conhecido e bastante lambão, preguiçoso e bundão repórter/blogueiro da FolhaSP online (ele mesmo, o beócio Thales de Menezes) e que, não satisfeito em PEIDAR pela boca sua vassalagem estúpida e exagerada ao grupo, ainda comparou-o aos inesquecíveis Smiths? Quanta IGNORÂNCIA jornalística e musical, rsrs. Não há dúvida, ao se ouvir as canções dos singles do conjunto e também as faixas que estão no seu disco de estréia, que Greg Gonzalez é um compositor habilidoso, melodista idem e um letrista sensível que, tal qual Morrissey mostrou de forma sublime à frente dos Smiths há três décadas, expõe suas tragédias pessoais, amorosas e emocionais de maneira bastante intensa nos versos que compõe. E aí não importa se o desencanto e desalento amoroso se refere a uma relação afetiva homo ou hétero. Vale mais aqui discorrer sobre o que é o amor no final das contas: quase sempre uma pequena (ou, em alguns casos, monstruosa) tragédia existencial, tingida pelos matizes mais cinzas e sombrios que possam existir. Para dar voz, corpo e sentido a essas letras intensas mas igualmente introspectivas, melancólicas e reflexivas, o cantor lança mão de um vocal suave, tristonho, com inflexões agudas (muitas vezes quase sugerindo que é uma MULHER que está cantando), bucólico e contemplativo no final das contas.

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Capa de estreia do disco do CAS: canções dream pop sonolentas

Seria o suficiente para se construir um ótimo trabalho? Aparentemente sim. Mas ocorre que as dez faixas do CD (distribuídas por quase quarenta e sete minutos de duração) foram bordadas com tanta lassidão e contemplação/melancolia instrumental que a audição acaba por se tornar um périplo altamente cansativo para o ouvinte. Não há quase variação alguma entre os temas, seja na abertura com “K”, ou no quase dream pop que se encerra em “Each Time You Fall In Love” (onde fica nítida a sensação de estarmos escutando um vocal feminino, já que Gonzalez capricha na inflexão em falsete), ou ainda em “Apocalypse”, “Flash”, “Sweet” ou “John Wayne”, todas elas invariavelmente conduzidas pelas guitarras elétricas ou acústicas tocadas por Greg, e pontuadas por percussão suave e intervenções discretas de teclado. Tudo muito bem tocado, arranjado e produzido, não há dúvida. Mas já na metade da audição se torna indisfarçável a sensação de quase sonolência que começa a envolver o ouvinte.

Se for para comparar, há bandas e discos muito melhores nos anos 80’, 90’ e de 2000’ pra cá. Na questão da angústia amorosa/emocional e do amor platônico e/ou irrealizável vertido em versos, Morrissey indubitavelmente fez muito melhor pelo rock e pelo pop nos Smiths – aliás a temática que se encerra nas letras do CAS talvez seja de fato o único detalhe que aproxima o grupo americano do inesquecível quarteto liderado por Moz e Johnny Marr. E de alguns anos pra cá, talvez grupos como Beach House e The XX (principalmente este) exibam mais consistência artístico/musical e com uma sonoridade um pouco mais animada, que não provoca letargia em quem escuta. Assim a estréia em álbum cheio do Cigarettes After Sex se revela um pouco acima da média da irrelevância que contamina a maioria das bandas da indie rock scene atual. Mas isso não é suficiente, nem de longe, para afirmar que o trabalho homônimo do conjunto é o grande lançamento de 2017. Ele está longe disso, bem longe. E se não procurar maturar e aprimorar com afinco sua concepção sonora, a irrelevância e o esquecimento por parte da mídia e do público virá logo. Afinal e infelizmente a volubilidade e a volatilidade dos fãs em relação aos seus “ídolos” é um dos maiores problemas para a música, para o pop e o rock nestes tempos superficiais e fúteis da web. A maldita era digital, onde uma canção de quatro minutos se tornou acessório dispensável que serve apenas de fundo musical para tarefas comezinhas. E que, por conta disso e dessa função bastante inglória, ela precisa ter muito mais estofo qualitativo para impactar e marcar quem a escuta.

 

 

O TRACK LIST DO DISCO DE ESTREIA DO CAS

1.”K.”

2.”Each Time You Fall in Love”

3.”Sunsetz”

4.”Apocalypse”

5.”Flash”

6.”Sweet”

7.”Opera House”

8.”Truly”

9.”John Wayne”

10.”Young & Dumb”

 

 

UMA LETRA DO ÁLBUM

(da faixa de abertura do cd, “K)

Eu me lembro de quando notei que você gostava de mim também

Estávamos sentados em um restaurante esperando a conta

Nós tínhamos feito amor mais cedo naquele dia, sem amarras

Mas eu poderia dizer que algo tinha mudado como você olhou para mim naquele momento

 

Kristen, volte logo

Eu estive esperando você voltar para a cama

Quando você acende a vela

 

E no Lower East Side você está dançando comigo agora

E eu estou tirando fotos de você com flores na parede

Acho que eu gosto mais quando você está vestida de preto da cabeça aos pés

Acho que eu gosto mais de você quando você está só comigo

E ninguém mais

 

Kristen, volte logo

Eu estive esperando você voltar para a cama

Quando você acende a vela

 

Estou beijando você deitada no meu quarto

Segurando você até você cair no sono

E é tão bom quanto eu sabia que seria

Fique comigo, eu não quero que você saia

 

Kristen, volte logo

Eu estive esperando você voltar para a cama

Quando você acende a vela

 

 

O CD DE ESTREIA DA BANDA PARA AUDIÇÃO NA ÍNTEGRA, ABAIXO

 

 

 

COM SHOWS DE THE WHO, U2 E PJ HARVEY A PARTIR DE SETEMBRO, O BANANÃO TROPICAL PROMETE TER UM FINAL DE ANO UM POUCO MAIS ANIMADO

Yep. O Brasilzão está parecendo terra arrasada na seara política e econômica, a corrupção desmantelou o país, o golpista sujo de merda não quer arrancar sua bunda imunda da cadeira de presidente nem a pau e assim seguimos. Mas não é que, mesmo com toda essa desgraceira atormentando diariamente a vida da galera, ao menos no circuito pop/rock iremos ter alguma alegria nos meses finais deste ano? É que vêm aí (como todo mundo já está sabendo) algumas gigs que prometem ser fodásticas e imperdíveis, a partir de setembro. O blog explica por quê:

 

***THE WHO – toca em Sampa no dia 21 de setembro, na primeira noite do festival SP Trip. A abertura (com The Cult e a porra do tal After Bridge) nem importa. O que vale mesmo é poder conferir pela primeira vez (e talvez a única) por aqui uma gig daquela que talvez é a última e mega lendária banda da história do rock’n’roll que ainda não havia se apresentado no Brasil. E foda-se que, para os sectários, será uma gig com apenas “meio Who”, com Roger Daltrey nos vocais e o gênio Pete Townshend nas guitarras. A banda que acompanha a dupla é das melhores. E poderemos todos CHORAR ao escutar ao vivo clássicos inesquecíveis e imbatíveis que fazem parte de nossas vidas e histórias, como “My Generation”, “I Can’t Explain”, “Baba O’riley”, “Pinball Wizard”, “Who Are You”, “Substitute” etc. Absolutamente IM PER DÍ VEL!

 

***U2 – o velho e sempre competentíssimo no palco quarteto irlandês volta ao Brasil, na turnê que celebra os trinta anos do álbum “The Joshua Tree”, lançado em 1987. Pra quem nunca os viu ao vivo por aqui (estas linhas zappers já assistiram a banda on stage por duas vezes) é também um show quas imperdível, ainda mais que ele terá a abertura luxuosíssima de um certo Noel Gallagher. Vai ser dia 19 de outubro no estádio do Morumbi, em Sampalândia, claro!

 

***PJ Harvey – Estas linhas eternamente indie rockers AMAM Polly Jean Harvey. Sempre amamos, desde que ela se lançou ao mundo com “Dry” em 1992 (lá se vão 25 anos…). E ela segue como nossa deusa máster do rock inglês que importa de duas décadas e meia pra cá. Pelos discos fantásticos que ela lançou ao longo desses anos todos (como “To Bring You My Love”, de 1995, ou “White Chalk”, editado em 2007, ou ainda o fenomenal “Let England Shake”, que saiu em 2011), pelo show inesquecível que vimos dela em 2004 (no finado Free Jazz Festival) e por ela ser a linda magrela loka e desajustada que é. Zap’n’roll se casaria com essa mulher, rsrs. Então e finalmente PJ Harvey volta enfim pra cá, depois de 13 anos. Vai tocar num festival em Sampa dia 15 de novembro, no Memorial da América Latina. O local é ótimo, o festival nem tanto: muito espalhafatoso, muito imodesto para seu padrão mediano e como sempre com ingressos a preços extorsivos – incluso aí a detestável pista Premium, que sempre foi combatida pelo “prezado” jornalista que organiza a parada mas que acabou sendo incorporada ao evento para, quem sabe, deixar o bolso do pobreloader um pouco mais cheio – e o dos pobres fãs mais vazios. Mas rever PJ Harvey no palco valerá o sacrifício, acho. Se o blog conseguir assistir a gig da nossa amada deusa magrela e, antes, do Who em setembro, já nos daremos por satisfeitos nesse novamente sinistro 2017. Depois de ver novamente Polly Jean ao vivo, o Brasil pode acabar e explodir de vez.

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Linda, magra, loka, deusa do indie rock inglês que ainda importa: PJ Harvey finalmente de volta ao Brasil

 

MUSA ROCKER EDIÇÃO ESPECIAL – A GLORIOSA E IMBATÍVEL NUDEZ DA DEUSA JULLY DE LARGE, QUE VAI SER MAMÃE EM DUAS SEMANAS!

O blog a conheceu pessoalmente há quase uma década, quando ela tinha então apenas dezessete aninhos de pura e total tesudisse e gostosura. Mas desde aquela época já era uma garota total rocker e muito abusada: subiu ao palco de uma finada casa noturna do baixo Augusta (na realidade o local ainda existe, mas deixou de ser um clube de rock para oferecer open bar com som que varia de pop/rock até funk), durante um show da banda Daniel Belleza & Os Corações em Fúria, e sem pudor algum dançou exibindo seus peitaços. O jornalista eternamente rocker (e então ainda bastante loker) também estava presente no local naquela madrugada. Terminado o show do grupo, foi conversar com a garota. Nasceu ali uma amizade que perdura até hoje. Uma amizade tão carinhosa inclusive que ela chama o sujeito aqui de “tio Finatti”, hehehe.

Quase dez anos depois Jully DeLarge se tornou um dos nomes mais conhecidos da cena cult alt porn nacional. Já participou de centenas de ensaios, vídeos, filmes alternativos etc. Linda, gostosa, inteligente, toda tatuada e fã de rock’n’roll, ela sabe explorar como ninguém seu visual e suas potencialidades. E já fez vários ensaios para estas linhas rockers bloggers, além de ter feito performances em eventos promovidos por Zap’n’roll – como na festa de onze anos do blog, realizada em maio de 2014.

De lá pra cá Jully casou, descasou, mudou de Sampa e encontrou um novo amor lá em Jaboatão dos Guararapes, na região metropolitana do Recife. Casou novamente e tão feliz está com o novo relacionamento que agora vai se tornar mãe: sua primeira filha, Luna Madalena, deve nascer até o final deste mês. De modos que não poderíamos render homenagem mais bacana à nossa eterna musa rocker number one do que mostrar os gloriosos NUDES de sua belíssima gravidez. Imagens que mostram que nossa gatona continuará sendo uma mãe libertária, libertina e total rock’n’roll, sempre!

Apreciem sem moderação! E se quiserem saber mais sobre essa deusa da cultura pop alternativa brazuca, basta ir nesses links: https://www.facebook.com/jullydelarge69, https://www.facebook.com/jully.delarge e https://www.instagram.com/vidalibertina/. Sendo que o ensaio completo das fotos que estão aqui pode ser visto em https://www.safada.tv/mae-nao-imaculada/.

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A nossa musa rocker suprema, Jully DeLarge: mostrando toda sua esplendorosa gravidez e também em imagem de três anos atrás (acima), durante sua performance na festa de aniversário dos onze anos de Zap’n’roll: uma gata tesuda e total libertária, sempre!

 

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FIM DE PAPO

Pronto! Postão atualizado e ampliado em pleno meião de feriadão, rsrs. Mas agora chega que a sextona de Finaski vai ser regada a vinho, marijuana e um xoxotão amigo, hihihi. De modos que logo menos voltamos aqui com um novo postão inédito, okays?

É isso então. Tchau pra quem fica!

 

(ampliado, atualizado e finalizado por por Finatti em 16/6/2017 às 16hs.)

20 Comentários

  1. E dear luscious e sua hj em dia PÉSSIMA pobreload descolou um jabá meia boca e foi parar em Brasília cobrir um tal de pik nik festival.
    Coisa mais tosca do mundo, impossível. Shows embaixo de tendas cobertas com lona de caminhão. Bandas que ninguém nunca ouviu e nunca irá ouvir. Nível ali do blog desceu ao chão mesmo.
    Inacreditável como o cara conseguiu arrancar da Gol esse jabá, a empresa aérea deve estar mesmo na pior pra embarcar nessa roubada.
    Finas fica tranqüilo: a pobreload já era. E a Zap, mesmo demorando pra aparecer com post novo, está dando de mil a zero no seu EX-concorrente.
    E ainda tem fake cretino que fica puxando o saco daquilo. Bom, tem gosto pra tudo nesse mundão né. Hehehehe.

    1. Que tristeza hein PC da RS (ou Jotalhão? Ou Lex Porco Antunes?). Me stalkeando no FB e vindo encher o saco aqui, onde vc pode ser COVARDE e bostão sempre, além de loser e psicopata irremediável – pra encher o saco às duas da manhã, é porque deve ser mesmo um FODIDO na vida, sozinho e arruinado emocionalmente.
      Só pra constar: a Zap é tão ruim que mantém média de 70 a 150 likes por post (já a pobreload… rsrs). E sumi do FB? Meu perfil continua lá. Outros secundários estou deletando. Pra quê ter mais de um ou dois?
      Pra encerrar: cria vergonha na cara e vai tocar no cu, seu CO VAR DE.

  2. Aaaaaaeeeeeê finattaço! A zap fazendo mesmo escola heim! Vc viu o pobreload hj?
    O cara ta fazendo post sobre política, ahahahahah. Traduzindo: COPIANDO o zapper, uia!
    Chuuuuupaaaaaa claybostinha!

    1. Claybostinha, sorry, vc tem TARA DOENTIA pelo macho (cado) errado, rsrs. Nem dá pra perder tempo assistindo essa porra (que tá “bombada” de visualizações, com 700 e poucos otários como vc indo lá conferir, ahahahahaha. E sendo que qualquer Zé Mané consegue MILHÕES de visualizações no Tube com qualquer vídeo merda que posta por lá).
      O cara fala mal, se expressa mal, voz ruim, é redundante, fica se auto-elogiando o tempo todo etc, etc, etc.
      Se eu fosse vc me apaixonava pelo do Despasito., hihihi. Pelo menos ele tem BILHÕES de visualizações com seus vídeos e não é um FRACASSO de audiência.
      Fikadika!

  3. Boa, zap sempre com coisas novas e bacanas

    Finas, parabéns vai ser papai legal;.

    Seu livro sai quando ? desistiu de lançar ou vai esperar mais uns anos de blog para mais conteudo?

    abrax

    1. Claudio, valeu pela mensagem. Mas deve haver algum engano aí: não serei pai, já SOU há 25 anos, rsrs.
      Quanto ao livro, quando o país sair do buraco em que se encontra, ele deverá sair.
      Abrax!

  4. Favor aprender a colocar link no blog, não esse texto copiado do facebook, o cara do Simplão agradecerá
    Quanto vc cobrou esse anuncio bizarro do disco do Mumunha?
    Você não tem vergonha de copiar seus posts do facebook e colar aqui? esse do Les Boomerangs, por exemplo.
    Não entendi sua crítica ao disco da Mallu, ela mora em Portugal, tá pouco se fodendo pro Brasil.
    Por que ao invés de você ficar reclamando de bandas hypadas como o Cigarretes After Sex (afinal, se são hypadas, não precisam de mais divulgação né?) você não faz igual seu inimigo cordial André Barcinski e vai buscar bandas boas em lugares menos óbvios, tipo México? Não precisa viajar pra lá não, é só procurar online (https://blogdobarcinski.blogosfera.uol.com.br/2017/06/12/das-montanhas-do-mexico-vem-uma-das-melhores-bandas-do-rock-atual/)
    Por que você não escreveu o nome do festival em que a PJ Harvey vai tocar? Omitir informação em blog jornalístico não é legal.
    Tradução de letra de música? Em 2017? Se fosse em 87 eu até entenderia.
    Só pra finalizar, quer bandas novas legais? Procure em outros lugares, como eu falei aí em cima, ficar ouvindo rádio da Net e indo no “baixo” Augusta esperando cair no seu colo bandas legais, acho que não vai rolar.

    1. Ô fantasminha ILEGAL (e fake), por que vc não escreve e reclama tudo o que reclamou assinando com seu nome REAL? Medo de quê, afinal? Posso saber?
      Eu deveria DELETAR essa merda toda que vc enviou mas como vc não foi ofensivo e sim reclamão (sempre tentando desqualificar o blog a qualquer custo), vamos lá:
      a) Anúncio do Simplão: ele veio no formato de cartaz, não banner. Então não dá pra inserir link nele;
      b) Crítica ao disco da Mallu: foda-se que ela mora em Portugal. Ela nasceu AQUI. Deveria, como artista, se posicionar política e socialmente sobre a situação do país em que ela nasceu nas suas músicas. Mas direito dela querer ser alienada. Como direito seu querer desqualificar a Zap de qualquer forma;
      c) Não interessa quanto o Mug pagou no anúncio dele, isso é assunto comercial pessoal entre eu e ele;
      d) Reproduzo aqui o que eu quiser do meu FB, afinal o texto é meu, seja lá ou aqui. Agora, vc não tem VERGONHA de, além de postar fake e na covardia, ficar me stalkeando lá no meu fb e vir me encher o saco AQUI por conta do que escrevo lá? Não seria mais digno da sua parte se manifestar LÁ tb sobre o que publico lá?;
      e) Por fim, não preciso dizer onde será o show da PJ Harvey, todos sabem onde ele será realizado. Achei mais necessário, isso sim, manifestar minha opinião sobre o que penso do evento onde a gig irá acontecer.

      Abrax!

          1. Na real nem fui ver, maré baixa. To com coisas mais sérias pra pensar, resolver e ir atrás do que perder tempo com um psicopata fake, idiota e obcecado como vc, viu PC da RS.
            Abs.

  5. Oi finatti, tudo bom por aí? Olha eu não sou de mandar recado aqui mas sempre leio a zap faz alguns anos já. É talvez um dos únicos blogs legais de cultura pop que sobraram, né? O teu e o popload, não tem como não mencionar.
    Mas onde o blog do Lucio decaiu a olhos vistos de anos pra cá, o seu subiu e tem se mantido com uma qualidade de informação e texto que não encontro mais pelo menos na internet brasileira. E eu posso dizer isso porque leio vcs dois há muitos anos. Eu gostava muito da popload mas agora não dá mais pra ler aquilo lá. Ficou chata, preguiçosa, só com postecos com vídeos do youtube falando de bandas popinhas que parecem a maior coisa do mundo mas que no fundo não são nada e ninguém vai se lembrar quem são em algumas semanas. Dos grupos que ele cita então da cena indie nacional… dá preguiça de escutar porque tudo parece ser uma grande droga.
    Aí eu noto seu esforço pra manter o seu blog como colunão. Vc pega um disco como nesse post, do cigarettes after sex, e esmiúça ao máximo a banda. Conta a história dela, analisa bem o disco, publica uma letra pra exemplificar e por aí vai. Fora suas opiniões políticas, que são sempre muito legais e oportunas.
    Siga assim e não perca o rumo, como a “pobreload” (como vc a chama, hehehe) perdeu. E deixe os puxa sacos fantasmas do Lucio pra lá. Eles são desesperados mesmo pois estão vendo seu ídolo afundar como jornalista, agora ele só quer ganhar dinheiro com shows. Vc pode não ser rico mas seu blog continua sendo talvez o melhor do Brasil nesse momento.
    Parabéns!

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