AMPLIAÇÃO FINAL! Com a festa rock bacana que rola neste domingo (24 de junho) em Sampa, em torno do primeiro niver do programa de radio B-Pop – Aeeeeê!!! O novo postão zapper chega chegando, em pleno reinado do cuzão campeonato mundial de futeMERDA. Só que aqui a programação segue NORMAL e NADICA de Copa Do Mundo (pros paga paus otários que amam essa ogrice esportiva em nível hard, tem a rede Golpe de televisão para manter todos informados em tempo integral); nesse post falamos sim que um gigante lendário da indie scene nacional, o paulistano Pin Ups, está novamente no estúdio, gravando seu primeiro disco inédito em quase vinte anos; mais: depois de ter sido referência na imprensa nacional de cultura pop e de vender horrores nos seus primeiros anos de vida, a edição brasileira da revista Rolling Stone chega a um fim total vexatório e melancólico, derrotada pela crise econômica ultra cruel do triste bananão tropical, e por uma equipe de redação formada por alguns dos PIORES jornalistas musicais brasileiros dos últimos anos; e mais isso e aquilo em um post que está como sempre em gigante construção, começando agora e longe ainda de terminar. Vai lendo aê! (post ampliado e finalizado em 23/6/2018)

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A cultura pop e o rocknroll estão morrendo na era da web mas alguns autênticos HERÓIS e sobreviventes teimam em resistir, como o grupo indie guitar paulistano Pin Ups (lenda cult da cena under nacional dos anos 90, acima), que está em estúdio preparando seu primeiro disco de inéditas em quase duas décadas; mas nem todos conseguiram resistir à derrocada da imprensa dedicada à cultura pop, lá fora e aqui também: a edição brasileira da revista Rolling Stone (abaixo, com Frejat na capa mais recente) anunciou que encerra suas atividades em agosto próximo

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MAIS MICROFONIA

***Com esse postão já sendo encerrado na tarde do sabadão (23 de junho) em si, vamos deixar novas notas importantes aqui no Microfonia para a semana que vem. Mas lembrando que JULHO será o mês de Zapnroll e do livro “Escadaria para o Inferno”, já que haverá festas e eventos envolvendo ambos, a saber: no dia 26, quinta-feira, haverá novo lançamento com noite de autógrafos e bate papo com o autor (este que escreve estas linhas rockers bloggers) no SESC da avenida 9 de julho (na região central de São Paulo), a partir das 7 da noite, com entrada gratuita. Na noite seguinte, 27 de julho, o blog faz DJ set especialíssima no sempre bombado open bar do inferno no Clube Outs (na rua Augusta, 486, centrão de Sampa), em bebemoração aos quinze anos do bar rock mais clássico do baixo Augusta e também aos quinze anos de vida zapper. E no domingo, 29, será a vez de comandarmos as pick up’s no Grind, a domingueira rocknroll pilotada pelo super DJ André Pomba e a mais badalada do Brasil há vinte anos. Tá bom, né? Sendo que nos próximos posts iremos dando mais detalhes a respeito desses eventos todos, beleusma?

 

***De modos que em breve voltamos então com novo postão e muito mais Microfonia nele. Inté!

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Zapnroll lança novamente o livro “Escadaria para o inferno”no final de julho em uma unidade do SESC SP. No mesmo mês também haverá duas novas DJs set do blog, comemorando nossos quinze anos de existência, e que irão acontecer no Clube Outs e na festa rocker Grind

 

MICROFONIA

(radiografando a cultura pop e o rock alternativo)

 

***Yep, inverno chegando e frio total delicious tomando conta de Sampalândia, néan. Hoje, sextona em si, temperatura na casa dos 15 graus. E vai continuar assim por todo o finde. Maravilha!

 

***Copa do Mundo de futeMERDA, aqui no blog? Nem fodendo, rsrs. E logo menos, ao longo dos próximos dias (este post está em construção, claro), iremos publicar aqui um textone explicando didaticamente porque ODIAMOS futebol. Pode esperar.

 

***Sim, a seção Microfonia irá sendo “engordada” aos pouco ao longo da próxima semana. Por hora já vamos direto aí pra baixo e falar sobre a volta com disco inédito de um gigante e lenda da cena indie nacional clássica dos anos 90: o quarteto paulistano Pin Ups. Bora!

 

 

QUASE VINTE ANOS APÓS LANÇAR SEU ÚLTIMO DISCO, O JÁ CLÁSSICO INDIE PIN UPS ESTÁ DE VOLTA AO ESTÚDIO, PARA GRAVAR UM NOVO TRAMPO INÉDITO

Sim: um dos grupos mais lendários e festejados da indie scene clássica paulistana do final dos anos 80 e boa parte dos 90, o quarteto Pin Ups (atualmente integrado pelo guitarrista e fundador Zé Antonio, pelo também guitarrista, vocalista e produtor Adriano Cintra, pela baixista e vocalista Alê Briganti e pelo batera Flavinho Cavichioli) está desde o último carnaval trancado em um estúdio na capital paulista. E promete sair de lá com o seu primeiro álbum de músicas inéditas em quase duas décadas – o último registro oficial de material inédito foi o EP “Bruce Lee”, editado pela banda em 1999. Álbum que deverá ser lançado até o final deste ano, possivelmente pelo selo carioca Midsummer Madness, atual “lar” do conjunto e que relançou digitalmente toda a discografia dele há algum tempo já.

Formado em 1988 em Santo André (na região da Grande São Paulo) pelos amigos Zé Antonio, Marquinhos e Luis Gustavo, o então trio rocker básico começou a chamar a atenção de um pequeno séquito de adoradores do rock inglês de então, além de também alguns jornalistas da área musical (entre eles o autor deste espaço blogger, que na época trabalhava na revista IstoÉ e colaborava com a página de música do Caderno 2, do diário paulistano O Estado De S. Paulo). O grupo passou a se apresentar com frequência no Espaço Retrô (o muquifo indie rock mais inesquecível que já existiu na noite underground de Sampa, uma noite e uma cena que nem existem mais na era escrota atual), que ficava no bairro de Santa Cecília, e lá começou a angariar uma legião de fiéis seguidores. O motivo pelo qual a trinca despertava adoração na molecada que tomava contato com o som dela? Simples: os músicos eram fissurados nos ótimos sons que emanavam do Reino Unido, além de antenadíssimos com as últimas novidades que surgiam por lá. Em uma época em que não havia internet, YouTube, celulares, apps, redes sociais, sites, blogs e nada dessas porras tecnológicas algo imbecilizantes dos dias atuais, o Pin Ups mostrava um som sem paralelo no rock brazuca naquele momento, e bem à frente do que estava sendo produzido aqui. As letras das músicas eram escritas e cantadas em inglês. O som era de guitarras barulhentas mas com melodias algo doces e assobiáveis. E as referências (todas ótimas) do grupo eram o shoegazer inglês, o barulho, o noise e o feedback de guitarras de bandas como Jesus & Mary Chain, Lush, Spaceman 3, Loop, Telescopes, My Bloody Valentine etc. Era o que os três garotos amavam e o que todo mundo que ia ao Retrô também amava.

Não demorou para a banda conseguir um contrato para gravar seu primeiro álbum. “Time Will Burn” foi lançado em 1990 pelo selo Stiletto (fundado por um inglês que estava morando em Sampa) e daí para a frente a fama do grupo começou a aumentar bastante, o que infelizmente não se traduziu em boas vendagens e êxito comercial para o LP. A partir daí e pelos nove anos seguintes o conjunto seguiu uma trajetória relativamente errática, lançando mais cinco bons trabalhos inéditos mas nunca conseguindo ultrapassar as barreiras do underground paulistano, embora fosse respeitadíssimo e admirado pela rock press da época, pelo público que possuía e até por fãs e jornalistas no exterior. Com o passar dos anos os integrantes originais Luis e Marquinhos saíram, a baixista Alê entrou em cena assumindo os vocais, Flávio Cavichioli (baterista, que também passou pelos Forgotten Boys e mais um zilhão de outros grupos) e Eliane Testone (guitarrista) também entraram no line up e o conjunto seguiu, aos trancos e barrancos, até parar com suas atividades em 1999, ano em que lançaram o já mencionado “Bruce Lee”.

Daí em diante o Pin Ups se tornou absolutamente cult e espécie de “lenda gigante” de uma cena (a indie guitar paulistana dos anos 90) que nunca experimentou o sucesso comercial e o estouro de público e mídia, mas que influenciou centenas de bandas nos anos seguintes à sua existência. Uma cena tão reverenciada nos tempos atuais por quem ainda curte rock de guitarras, que já foram feitos dois documentários sobre ela: “Time Will Burn” (sim, com título inspirado no primeiro LP do Pin Ups, e dirigido por Marko Panayotis e já exibido em circuito comercial) e “Guitar Days” (este ainda em finalização, dirigido pelo brother Caio Augusto Braga e no qual o jornalista Finaski dá alguns depoimentos sobre esta cena). Moral da história: o Pin Ups saiu de cena e entrou para a história do indie rock nacional.

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O gigante indie guitar paulistano Pin Ups nos anos 90 (acima), em sua segunda formação (com Zé Antonio e Eliane Testone nas guitarras, Alê Briganti no baixo e vocais, e Flávio Forgotten na bateria); abaixo Zapnroll faz pose ao lado dos seus amigos da banda no camarim dela, após show na Virada Cultural/SP de 2016, e no SESC Pompéia em 2015 (trio parada dura na imagem, hihi: Finaski, Adriano Cintra e Flavinho Forgottinho, uia!)

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A banda, no entanto, nunca encerrou oficialmente suas atividades. E com a boa repercussão dos dois documentários onde ela é um dos destaques, resolveu fazer um “show definitivo de despedida” em 2015, no SESC Pompeia, na capital paulista. Resultado: a comedoria do local lotou (com oitocentos malucos lá dentro, entre velhos fãs quarentões/cinquentões, além de uma molecada que nem era nascida quando o conjunto começou a fazer barulho), quem foi alucinou com a gig e a banda ficou encantada com isso. Agora integrada por Zé Antonio, Alê e Flavinho e adicionada com o gênio Adriano Cintra (dileto amigo pessoal deste jornalista loker/rocker, como de resto todo o grupo também é), um dos músicos e produtores mais renomados e prestigiados da cena indie brasileira há mais de 20 anos (ele integrou o fodástico Thee Butcher’s Orchestra, além de ter sido o criador do Cansei de Ser Sexy, ou CSS, que foi um dos únicos nomes do rock nacional a ficar conhecido mundialmente e a fazer carreira sólida no exterior), o Pin Ups vislumbrou a possibilidade de ter uma sobrevida e seguir tocando por mais alguns anos. Se havia e continua havendo público interessado neles (um novo público, formado por uma nova geração inclusive), por que não?

E assim o quarteto continua na ativa e resolveu entrar em estúdio novamente, no carnaval passado, para registrar aquele que será seu primeiro álbum inédito em quase duas décadas. Segundo o batera e “sobrinho” (por adoção, hihi) Flavinho Forgottinho, que papeou na tarde de ontem com o blog zapper, “o disco vai vir com uma sonoridade bastante diferente do que era o Pin Ups dos anos 90, embora mantendo a essência do que fazia musicalmente naquela época”. E completou: “o disco terá a participação de um guitarrista icone da cena indie gringa, mas por enquanto não posso falar quem é”. Beleza. Sendo que Pedro Pelotas, tecladista da Cachorro Grande, também participa do álbum, que está sendo produzido pelos próprios músicos e por Adriano Cintra.

De modos que podemos esperar enfim, um novo trabalho do Pin Ups ainda para 2018. Flavinho diz que a intenção é lançar o disco não apenas digitalmente mas também no formato físico, inclusive em vinil. A torcida destas linhas online é para que tudo corra bem e para que venha um discão por aí. Afinal essa turma querida por este velho jornalista maloker já se tornou uma SOBREVIVENTE honrosa de uma época que foi sensacional para o rock underground brasileiro, e de um tempo bacaníssimo que nunca mais vai se repetir. Um tempo de bandas incríveis, de bares incríveis, de gente total criativa e loka e nada careta (a caretice e o total BUNDA MOLISMO imperam hoje na humanidade, inclusive no rock e na cultura pop em geral). E que por isso mesmo deixou saudades eternas. Uma saudade que, espera-se, seja amenizada um pouco no final deste ano quando surgir o novo rebento sônico dos Pin Ups.

 

 

PIN UPS – A BANDA

Quando surgiu: em 1988.

Onde: Santo André/SP.

Primeira formação: Zé Antonio (guitarras), Luis Gustavo (baixo e vocais), Marquinhos (bateria).

Primeiro LP: “Time Will Burn”, lançado em 1990 pelo selo Stiletto.

Último disco: o EP “Bruce Lee”, em 1999.

A volta aos palcos: em 2015, em um show no SESC Pompéia, em São Paulo.

A formação atual: Zé Antonio e Adriano Cintra (guitarras), Alê Briganti (baixo e vocais), Flavio Cavichioli (bateria).

Para este ano: a banda está em estúdio gravando um novo álbum, e que deverá ser lançado até o final de 2018.

Mais sobre a banda? Vai aqui: https://www.facebook.com/pinupsbr/.

 

 

PIN UPS AÍ EMBAIXO

Para você ouvir na íntegra toda a discografia do grupo, além de vídeos com momentos da espetacular gig que eles fizeram em 2015 no SESC em Sampa.

 

 

A REVISTA ROLLING STONE BRASIL ENFIM CHEGA AO FIM – E SEM DEIXAR SAUDADES

Reflexo da quebradeira econômica e do derretimento que se abate sobre o país (DESgovernado por uma quadrilha bandida, golpista e ilegítima) em todos os setores (inclusive na área editorial e na cultura pop, que está falindo também), a revista Rolling Stone Brasil também foi pra casa do caralho. A editora paulistana Spring, detentora da marca para a publicação da edição brasileira da mesma, anunciou no final do mês passado o encerramento da publicação impressa que ia mensalmente para as bancas, desde outubro de 2006. Após doze anos a RS Brasil deixa de circular em agosto próximo. Segundo informações da Spring, a edição impressa irá circular apenas quatro vezes por ano daqui para a frente. O site da revista (cada vez mais fraco e sem relevância em seu conteúdo, vale exarar) irá permanecer no ar na web, ao menos por enquanto. Sobre a equipe que trabalhava na redação da revista? A editora desconversa, mas provavelmente será demitida.

Nem é difícil elencar os motivos pelos quais a Rolling Stone brasileira foi pro saco. A edição nacional daquela que foi, por quase cinco décadas, a maior publicação sobre cultura pop do mundo (a edição americana, matriz de todas as outras espalhadas pelo planeta, e fundada em 1967 por Jan Wenner, chegou a vender quinzenalmente nos EUA mais de um milhão de exemplares), chegou chegando nas bancas brazucas em outubro de 2006: tiragem mensal de cem mil exemplares, formato físico grandão (igual a edição americana), uma equipe de jornalistas fodões (como o editor-chefe Ricardo Cruz, que já havia passado por grandes publicações, como a revista da rádio 89FM, e o editor-assistente Pablo Miyazawa, um dos nomes mais competentes e brilhantes do jornalismo cultural e musical brasileiro dos anos 2000) e tendo a super modelo Gisele Bündchen estampando a capa. Foi um sucesso editorial estrondoso e imediato e assim a publicação se manteve pelo menos pelos seus cinco primeiros anos de existência. Mas aí entraram em cena os fatores adversos que começaram a minar a solidez da revista em terras brasileiras. Primeiro deles: a derrocada da mídia impressa em escala global, com o avanço da internet em suas versões digitais de jornais, revistas e publicações diversas. Ao longo dos últimos anos zilhões de célebres títulos da imprensa mundial e brasileira foram anunciando o fim de suas edições impressas (devido a queda avassaladora na circulação paga) e ficando apenas com a versão online, sendo que já foram publicados estudos e pesquisas feitas por especialistas na área e que dão conta de que a mídia impressa está mesmo morrendo e poderá ser totalmente extinta em mais quarenta anos.

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A edição brasileira da revista americana Rolling Stone chegou chegando às bancas do país em outubro de 2006, e estampando a super top model Gisele Bündchen na capa de sua primeira edição (acima); em agosto de 2009 era lançada a edição com o escritor superstar Paulo Coelho na capa, e onde o jornalista Finaski fez uma matéria de duas páginas destacando a irresistível ascensão do grupo folk/rock cuiabano Vanguart rumo ao mainstream pop nacional (abaixo); agora, em fase total decadente, a editora que publica a revista anunciou o fim da edição impressa da mesma

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Segundo: a crise econômica SINISTRA que se abateu sobre o Brasil (cortesia da quadrilha BANDIDA que DESgoverna o bananão tropical nesse momento), e que mergulhou o país em uma recessão brutal nos últimos dois anos, afetando todos os setores produtivos, o editorial entre eles. Isso causou forte queda nas vendas de absolutamente todas as publicações impressas no Brasil, além de também causar debandada nos anunciantes dessas publicações. E a RS nacional não escapou ilesa: reduziu o tamanho do formato físico da revista (ela ficou igual a todas as demais) e também o número de páginas de cada edição. Situação que levou ao fator talvez definitivo para a sua derrocada: a perda da qualidade editorial e o aumento da irrelevância dos assuntos que eram abordados em cada nova edição.

Não demorou para a própria equipe de redação começar a sentir os efeitos deste cenário. O editor-chefe Ricardo Cruz recebeu uma ótima proposta para ir dirigir a edição nacional da revista masculina americana GQ, e decidiu deixar a Rolling Stone. Assumiu seu lugar dom Pablo Miyazawa, que já era o editor-assistente desde a primeira edição. No entanto, fato raríssimo numa área profissional (o jornalismo) tão eivada de disputas e de fogueiras da vaidade, onde sobram egos descontrolados e arrogantes e faltam talentos verdadeiros (ao menos nos tempos atuais), Pablo também PEDIU DEMISSÃO da RS alguns anos após assumir a direção da redação da revista. Quando ele tomou essa decisão inesperada e surpreendente para o mercado editorial, foi perguntado pelo “abelhudo” jornalista Finaski (seu amigo desde a fundação da RS nacional) qual o motivo de ter “abandonado o barco”. “Porque eu estava cansado”, nos disse na época. “Eu não tinha mais vida fora da redação e queria viver novamente além daquilo. E também queria fazer novas coisas, novos projetos e algo menos estressante emocional e mentalmente”.

Com a perda dos seus dois melhores editores e com a crise econômica se acentuando no Brasil, a revista começou a descer ladeira abaixo sem dó. Com a circulação despencando em queda livre e a redação entregue a profissionais total irrelevantes, egocêntricos e verdadeiramente medíocres no ofício jornalístico (como o editor da seção Guia, mr. Paulo Cavalcanti, muito conhecido no meio por ser um jornalista preguiçoso e que trabalha no “piloto automático”, além de amar fazer fofocas e intrigas entre seus colegas de profissão, e também de perseguir implacavelmente na covardia o autor deste blog, enviando mensagens com assinatura fake para o painel do leitor zapper, onde ele despeja psicoticamente insultos, mentiras, impropérios e ofensas pesadas contra o titular deste blog), o fim da edição impressa era previsível e passou a ser apenas uma questão de tempo. E chegou finalmente agora, após doze anos de circulação mensal ininterrupta.

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Zapnroll, que colaborou com a Rolling Stone Brasil nos quatro primeiros anos de circulação da revista, ao lado do super ex-editor da revista, dom Pablo Miyazawa, no final de um show do Stone Temple Pilots, na finada Via Funchal/SP

Zapnroll foi colaborador permanente da revista durante seus quase quatro primeiros anos de existência – coincidência ou não, a melhor fase editorial da publicação, quando ela batia sucessivos recordes de vendagem em banca e de faturamento publicitário. O jornalista Finas estreou já na primeira edição da revista assinando três resenhas de discos na seção Guia, entre eles o cd inédito da lenda Morrissey que estava saindo naquele ano. Daí em diante publicou uma série de matérias e críticas (de discos, shows e festivais) até meados de setembro de 2010, quando foi “saído” da revista pelo editor Ricardo “Quinho”. Os motivos da demissão de Finaski do quadro de colaboradores da RS Brasil estão muito bem contados num dos últimos capítulos de “Escadaria para o inferno”, livro lançado por este escriba no final do ano passado. E sim, ele assume que errou feio no episódio que motivou seu desligamento da equipe redacional da outrora revistona. Quinho não estava errado em sua decisão. Tanto que estas linhas bloggers têm carinho gigante por ele até hoje.

Mas a RS em si já havia mesmo passado da hora de fechar suas portas. Se estivesse ainda com uma equipe fodona de editores e colaboradores, talvez ainda conseguisse uma sobrevida editorial mesmo com a área jornalística sofrendo os efeitos devastadores da era da informação digital e também da crise econômica pavorosa e aparentemente infindável que se abateu sobre o Brasil. Mas do jeito que a publicação caminhava, total capenga e entregue a RATAZANAS ardilosas e profissionalmente inúteis e incompetentes (como a já mencionada mais acima triste figura do jornalismo musical brazuca), a Rolling Stone Brasil demorou até demais pra dizer adeus.

Rip. Não vai deixar saudade alguma.

 

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Pronto! Cá estamos no pedaço novamente. E como sempre em gigante construção desse post, claaaaaro! Onde não entra absolutamente NADA da porra da Copa do Mundo de futeMERDA mas sim papos realmente interessantes e importantes no rock alternativo e na cultura pop (ou no que resta dela, hihi). E como já é final da tarde da sextona em si, vamos dar uma pausa nos trampos sendo que ao longo da próxima semana esse postão será ampliado, atualizado e finalmente finalizado. Então vai colando aê a partir da próxima segunda-feira, que ainda irão entrar muitos assuntos bacanas por aqui.

Por enquanto o jornalista eternamente gonzo/loker/polêmico vai tomar uma breja agora à noite no novo endereço da Sensorial Discos. E amanhã à noite, sabadão em si, a dica rocker imperdível é uma só: colar no Centro Cultural Zapata (no centrão rocknroll bravo, perigoso e selvagem de Sampalândia), para curtir a noitada incrível que vai rolar por lá, com showzaços dos queridões e velhos amigos destas linhas online, Daniel Belleza & Os Corações Em Fúria, e o trio Rock Rocket (uma gig dupla que vai trazer ótimos recuerdos ao blog, já que ambas tocaram juntas há cerca de uma década e meia atrás, em uma festa da saudosa revista Dynamite e produzida pelo sujeito que digita este postão, uia!). Além disso a DJ set da noite será comandada pelo queridón Junior Core, um dos DJs que estão se destacando atualmente na cena under paulistana e com quem o blog pretende fazer uma mini entrevista logo menos, para entrar ainda nesse post. Interessou? Todas as infos sobre a baladona rocker estão aqui: https://www.facebook.com/events/209819506295554/.

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Festona rocknroll que rola amanhã em Sampa, no Centro Cultural Zapata, vai reunir os ótimos veteranos da indie scene Daniel Belleza & Os Corações Em Fúria e Rock Rocket (acima), além de DJ set de Junior Core (abaixo), um dos destaques na nova cena de DJs alternativos da capital paulista

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O BLOGÃO ZAPPER INDICA

***Festa bacanuda: é a que rola neste domingo (o postão do blog está sendo finalizado no sabadão, 23 de junho), 24, no centro de Sampa (próximo à praça Roosevelt, quando o programa “B-Pop”, apresentado na web radio Antena Zero pela gatíssima Silvia Fasioli, estará comemorando seu primeiro aniversário. Levado ao ar semanalmente (ao sábados, dez da noite), o B-Pop foca na produção musical do pós-punk inglês dos anos 80, com as faixas tocadas sempre sendo intermediadas por ótimas infos e comentários (muitas vezes abordando temas também sociais e políticos) feitos pela Silvia, que além de possuir ótima voz ainda domina com maestria os temas que aborda e essa vertente tão amada por todos nós do inesquecível rock britânico daquela época. Ela mesma irá discotecar amanhã ao lado de vários DJs convidados, a entrada pra balada é merreca (10 pilas apenas) e todas as infos da mesma estão aqui: https://www.facebook.com/events/189313415234628/?active_tab=about. Cola lá que Zapnroll também deverá aparecer, hehe.

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A produtora e apresentadora Silvia Fasioli, que comanda o programa B-Pop na web radio Antena Zero, ao lado de Zapnroll (acima): neste domingo rola festa em Sampa, comemorando o primeiro ano de existência do programa (abaixo)

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FIM DE PAPO

O postão fica por aqui. Ainda temos mais assuntos pra desenrolar (inclusive um tópico sobre o genial projeto Primavera nos Dentes, que resgatou a obra clássica e imortal dos Secos & Molhados pras novas gerações), mas eles ficam para nosso próximo post, onde o blog também irá divulgar quem ganhou um exemplar do livro “Escadaria para o inferno”, além de colocar mais uns livros em sorteio. Beleza? Então é isso.

Tchau pra quem fica e até a próxima, sempre com muito mais por aqui.

(ampliado, atualizado e finalizado por Finatti em 23/6/2018 às 14:15hs.)

Depois que acabar a Copa de merda (anestesiando a brasileirada inculta no meio do ano), fica em Sampa que o final de 2014 vai ser bacanudo, rocker e hot por aqui, com Queens Of The Stone Age, Arctic Monkeys, The Real State e até (talvez…) a deusa loker Cat Power (além, é claro, dos velhos Stones em 2015!); o novo indie rock paulistano do Bailen Putos!; mudanças na chefia da redação da Rolling Stone Brasil; e na parte sempre “atrevida” e cafajeste do blog (e que não pode nunca faltar aqui, claaaaaro), imagens delícia total do xoxotão Anne Hathaway (pelada, óbvio) e também um vídeo sensacional do duo psychobilly gaúcho Phantom Powers, mostrando sua gloriosa e bocetuda “assistente de palco” dando de mamar (wow!) nos peitões pros machos da plateia, uia! (post com material não aconselhável a menores de dezoito anos, hihihi) (engordada monstro no postão, mostrando como foi o Glastonbury 2014 e também contando como foi a Noite Valvulado semana passada, em Uberlândia, além de falar do novo disco do sempre genial Neil Young) (e nova e definitiva atualização, com o novo disco solo do MORRISSEY, em 3/7/2014)

 

Não esquente com a Copa de merda! Pense que depois de ela acabar teremos um final de ano com shows rockers gringos absolutamente hots em Sampalândia, como o do Queens Of The Stone Age (acima), que toca na capital paulista em 25 de setembro; e também teremos tempo até pra rever o BOCETAÇO Anne Hathaway (abaixo) mostrando suas carnes saborosas em alguns de seus filmes, wow!

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NA VÉSPERA DE MAIS UM JOGO DA SELECINHA, TIA MOZ CAI NA WEB, UHÚ!

Brasil X Colômbia nessa sexta-feira (leia-se amanhã)? Bela merda, hihihi – e o blogão vai torcer claaaaaro pelos hermanos colombianos, uia! Somos Colômbia aqui neste espaço rocker virtual desde criancinhas, ahahahaha.

 

Foda-se o jogo da Copa de merda. Notícia de fato RELEVANTE é essa aqui: vazou nessa madrugada na web o novo disco do ser humano vivo mais maravilhoso que existe. Ele mesmo, Morrissey em pessoa. “World Peace Is None Of Your Business” chega oficialmente às lojas inglesas e americanas no próximo dia 15 de julho (deve ganhar edição nacional também, logo na sequencia). É o décimo disco de estúdio do ex-vocalista dos Smiths desde que a mega lenda do rock inglês acabou, em 1987 – e o primeiro solo de Moz, “Viva Hate!”, saiu no ano seguinte, 1988.

 

A edição do álbum que vazou na internet é a de luxo, com dezoito músicas. O cd “normal” possui doze faixas. Entre os músicos que gravaram com Morrissey está o grande guitarrista Boz Boorer, que acompanha o vocalista já há mais de duas décadas.

 

O blogão ainda está “saboreando” a nova aventura solo da querida Morrisséia. E damos nossos pitacos, todos bem argumentados e fundamentados, no postão da próxima semana, okays? Por enquanto, aí embaixo, o track list do trabalho:

O novo álbum solo do querido e genial Morrissey: já caiu na web!

 

1.”World Peace Is None of Your Business”

2.”Neal Cassady Drops Dead”

3.”Istanbul”

4.”I’m Not a Man”

5.”Earth Is the Loneliest Planet”

6.”Staircase at the University”

7.”The Bullfighter Dies”

8.”Kiss Me a Lot”

9.”Smiler with Knife”

10.”Kick the Bride Down the Aisle”

11.”Mountjoy”

12.”Oboe Concerto”

 

E última forma, além da grande notícia da “vazada” do álbum do Morrissey: o Circuito Banco do Brasil deve trazer ao país em fins de outubro Kings Of Leon e MGMT. Duas bandas caidaças e que já deram o que tinham que dar. Melhor ficar com as gigs do Queens Of The Stone Age e do Arctic Monkeys. Beleusma?

 

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O GIGANTE GLASTONBURY CONSAGRA A DEUSA LANA DEL REY; E TAMBÉM TEVE ARCADE FIRE E O  MERDALLICA, CLARO!

E não? O último finde foi de Glastonbury na Inglaterra. O maior festival de rock do mundo (definitivamente: afinal, nesse ano, mais de DUAS MIL atrações se revezaram em mais de CEM palcos, um exagero, rsrs. Um dia acontece algo igual por aqui, no velho país da merda do futebol, rsrs) e que acontece há quatro décadas, sacudiu a inglesada e consagrou a deusa e diva rocker, a nossa (sua também) Lana Del Rey, que simplesmente hipnotizou o público com seu set e seu novo álbum, “Ultraviolence”, já sério candidato a disco do ano.

 

Claaaaaaro, teve muito mais por lá. Mas o blogão zapper destaca neste tópico, além do showzaço da nossa xoxotaça americana, as quase três horas (!!!) que duraram a gig do Arcade Fire. E yep, teve também o Merdallica com seu rock cafona, ultrapassado, pesado e cheio de testosterona pra machos burros pularem igual mongos, uia!

 

Não estava lá e não sabe como foi o Glasto 2014? Sem problema: nos vídeos aí embaixo os sets completos da Laninha e do Merdallica também (afinal, aqui a democracia reina, hihihi!)

 Lana, a deusa, reina soberana no Glastonbury 2014

 

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Pois então, a Copa continua.

E claaaaaro, não se fala em outro assunto no país do futebol e do povo miserável igualmente fanático por futebol. Com o post desta semana sendo escrito (já bem atrasado, assumimos) já no final da tarde de sexta-feira (e com previsão de que ao menos parte dele vá pro ar ainda hoje) e na véspera do jogo que irá definir se a selecinha segue ou não na Copa (neste sábado, contra o Chile), nem há muito o que comentar na área do rock alternativo e da cultura pop planetária. Quer dizer, há blogs vizinhos e amigos que conseguem lidar bem com essa situação e conseguem equacionar bem os dois temas (música e futebol). Como NÃO é o caso de Zap’n’roll vamos nos virando como é possível por esses dias. E torcendo, de verdade, para que o Brasil seja defenestrado já neste sábado da competição. Talvez assim o país saia do torpor anestésico em que está mergulhado, tome um choque urgente de realidade e acorde para enfrentar um turbilhão de questões que estas linhas online já estão carecas de enumerar. Tem eleição em outubro, partidos já escolheram seus candidatos e a disputa esse ano será sangrenta e com vários golpes desferidos abaixo da linha da cintura pelos oponentes. Isso é certo e que ninguém se iluda de que vai ser uma campanha eleitoral amistosa, com todos se respeitando e sem golpes sujos. Enquanto isso vamos seguindo aqui, em uma semana onde não houve nenhum lançamento bacana (e sendo assim o blog preferiu fazer um pequeno “estudo” sobre os bons shows rockers gringos que irão sacudir Sampalândia a partir de setembro) mas onde se confirmou uma mudança séria na redação da Rolling Stone Brasil, a maior revista de cultura pop em circulação no país. Fora isso temos aquelas delícias xoxotudas de sempre por aqui, além de mais alguns assuntos bacaninhas e que você sempre encontra ao ler o blogão de cultura pop e rock alternativo mais legal da web brasileira. Mas que também vive com um pé e um olhar em política, sociedade e comportamento. Então bora curtir mais um postão do blog que não deixa a peteca cair jamais!

 

 

* Você ou alguém aí ainda se lembra do Klaxons? Yep, aquele trio do falido e extinto movimento denominado new rave e que um dia foi aclamado por sites e blogs gringos (e daqui também) como “o futuro do rock no novo milênio”. Tudo balela, óbvio. O trio inglês, que surgiu em 2005 e que em seu auge chegou a tocar na última edição do também finado Tim Festival (em Sampa, em 2008), desapareceu rapidinho de cena após lançar dois discos (e após seu baixista também engatar um namoro relâmpago com a hoje igualmente caidaça Lovefoxxx, do também caidaço CSS). Pois entonces: após quatro anos sem gravar a banda ressurgiu este ano com seu terceiro trabalho de estúdio, batizado “Love Frequency”. E nope, o blog não se interessou em ouvir. E vaticina, tal qual uma mãe Dinah do rock, que desta vez será mesmo o enterro do Klaxons, uia!

 A capa do novo disco do Klaxons: alguém ainda se importa com eles?

 

 

* Mas a grande bomba midiática por aqui mesmo da semana foi essa: o querido amigo pessoal Pablo Miyazawa (que o blog carinhosamente chama de super monge japa zen) não é mais editor-chefe da Rolling Stone Brasil. E antes que alguém ache que rolou demissão, negativo: Pablito saiu realmente porque quis. Pediu pra sair. Ainda não conseguimos falar com ele (o zapper anda corrido aqui, andou viajando etc.) sobre os motivos da sua decisão mas imaginamos dois cenários: a) ele recebeu alguma proposta irrecusável pra ir pra outro veículo de mídia; ou b) simplesmente cansou mesmo. A segunda hipótese tem todo o cabimento do mundo: deve ser um autêntico INFERNO editar uma revista do porte da Rolling Stone (nesse momento, ainda a maior e mais importante revista de cultura pop que está em circulação no Brasil). Pressão de todos os lados (de artistas, gravadoras, da própria direção da editora), reclamações, etc, etc. O salário é ótimo, com certeza (mais de dez mil dilmas por mês, no mínimo) mas é preciso ter ESTÔMAGO pra suportar aquilo. Quem vai ocupar a vaga? Não se sabe ainda. A editora-chefe interina é a Bruna Veloso, que já trabalha lá há tempos como editora-assistente. Mas o nosso medo é justamente esse: quem vai ocupar a vaga deixada por Pablo (um dos MELHORES jornalistas de cultura pop da imprensa brazuca nos últimos anos). Ele estava editando super bem a revista (assim como o seu antecessor, nosso também queridão Ricardo Cruz, também editou super bem a publicação) e se ela for parar nas mãos erradas, será um passo curto pra começar a afundar – enquanto isso lá permanece encastelada gente como o autêntico ASNO do jornalismo musical, o rotundo Paulo Cavalcanti, que é um editor amorfo, preguiçoso e que se compraz hj em dia em escrever e editar a seção Guia da RS no piloto automático. E como estas linhas online acompanham sempre toda a mídia, assim que rolarem mais novidades sobre as mudanças na redação da Rolling Stone, o dileto leitor zapper ficará sabendo.

 Zap’n’roll ao lado do mega querido super monge japa zen Pablo Miyazawa (em festona do blog anos atrás, no sempre bombado club Outs, em Sampa): ele não é mais editor-chefe da Rolling Stone Brasil, pois pediu pra sair da revista 

 

* Ainda observando (quase) toda a mídia: depois amigos do blog acham ruim quando afirmamos que a FolhaSP está mesmo perdendo sua revelância como o principal diário do país. A capa do caderno Ilustrada de hoje (sextona em si) é a maior prova disso: uma matéria inútil sobre a suposta decadência do movimento hipster. Fala sério…

 

 

* Já na Inglaterra começa neste finde em si a edição 2014 do gigantesco festival de Glastonbury. Aquele mesmo que esse ano vai ter entre seus headliners o Merdallica. Pois entonces: são mais de cem palcos e cerca de duas mil atrações (!!!). E um zilhão de problemas também: desde a última quarta-feira já morreram duas pessoas na área da fazenda onde acontece o Glasto. Vamos ver em quanto esse número aumenta até domingo…

 

 

* E o cantinho da putaria zapper esta semana é reservado àquele XOXOTAÇO chamado Anne Hathway e que, aos trinta e um anos de idade, se tornou uma das principais atrizes e celebridades do cinema americano dos anos 2000’. Pois dias desses o blog conversava com seu chapa (e um fanático por futebol, uia!) Santiago Laranjeira (“pequeno San” para os íntimos, hihi) quando o moçoilo, tarado como ele sempre foi, lascou a pergunta: “você sabe se tem algum vídeo da Anne Hathway PELADA?”. Vídeo não, mas ela já apareceu com as tetonas de fora em alguns filmes. Assim, pensando nisso é que o blog resolveu recordar neste post alguns dos momentos “ao natural” da bocetuda Anne, publicando algumas fotos delícia dela em ação em longas como “Amor & outras drogas”. Bom proveito, punheteiros de plantão!

 Yep, além de ótima atriz ela é um BOCETAÇO: a tesudaça Anne Hathaway deita e rola em cena de “Amor & outras drogas”, para delírio e gozo dos macho (cados)

 

* Agora SAFADEZA mesmo é o que o duo rocakiblly gaúcho Phantom Powers anda aprontando em suas gigs por Porto Alegre. Integrado pelo guitarrista e vocalista Ray Zimmer e pelo vocalista e baterista Tio Vico, o PP tem incrementado suas atuações ao vivo com uma “assistente de palco” absolutamente bocetuda, peituda e ultra safada, que dança de calcinha e suitã ao som da dupla. E, eventualmente, ela desfila no meio do público com o peitoril de fora e dando os bicões pra alguns marmanjos mamarem neles, wow! A delícia rocker gaúcha (só mesmo sendo gaúcha pra fazer uma performance cadeluda dessas, hihihi) se chama Hellen Kallil, é fã do som dos Phantom Powers e de rockabilly em geral. Aliás o grupo está com sete músicas prontas (onde abundam referências a Cramps, Clash, Ramones etc.) e promete lançar um Ep com elas ainda este ano. Assim como pretende voltar a tocar breve em Sampalândia, trazendo inclusive o tesão Hellen junto. Uhú!

 O duo gaúcho Phantom Powers: rockabilly poderoso combinado com altas doses de putaria e sacanagem

 

 

* Achou que estas linhas sacanas estão exagerando? Veja o vídeo aí embaixo e confira você mesmo, oras.

 

 

* Bien, a Copa escrota logo chega ao fim. E no final do ano o rock vai deitar e rolar, com showzaços gringos que vêm aí em Sampalândia. Veja aí embaixo e se programe.

 

 

ACABANDO A COPA, FICA EM SP! O FINAL DE 2014 VAI SER HOT POR AQUI!

Com certeza! O país segue anestesiado pela Copa de merda e a histeria coletiva por futebol não cessa nunca, tirando o sossego de quem (como estas linhas bloggers poppers) não está nem aí pra essa esbórnia escrota. Mas logo menos, em mais duas semanas tudo isso chegará ao fim, de preferência com a selecinha nacional dançando na parada.

 

Aí o dileto leitor zapper poderá começar a pensar no que realmente vale a pena: os showzaços gringos que irão aportar em Sampalândia no final do ano. Yep, todo mundo já está sabendo, mas não custa recordar:

 

* O Queens Of The Stone Age toca no Espaço das Américas em 25 de setembro, sendo que ainda há tickets à venda (sim, eles ainda não se esgotaram). A trupe liderada pelo gênio Josh Homme só se apresentou anteriormente no Brasil em festivais (no Rock In Rio, no SWU e no Lollapalooza BR) e esta vai ser sua primeira aparição solo por aqui. Quem viu (como o blog) o esporro que foram os sets da banda no SWU e no Lolla, sabe que o show é imperdível. Tanto que estas linhas virtuais estarão nele também.

 

* Já em novembro, dia 14, é a vez do Arctic Monkeys voltar mais uma vez aos palcos paulistanos, lá na arena Anhembi (que definitivamente não é o melhor lugar do mundo para se assistir a uma gig rocker, mas paciência…), sendo que na noite seguinte os macaquinhos também irão se apresentar no Rio De Janeiro (na arena HSBC). E tal qual o QOTSA, é a primeira aparição solo do grupo por aqui. Quem assistiu o quarteto no Lollapalloza BR 2012 chapou com o show.

 Alex Turner e a sua turma do AM: gig solo em Sampa em novembro

 

 

* Também em novembro teremos em Sampa gig (modesta, provavelmente) do indie americano Real State. Este ainda sem data e local definidos mas já confirmado pelas produtoras Bataclava Records e Brain Productions. O RE é sensacional: indie guitar de canções bucólicas, campestres e algo melancólicas. A banda existe há apenas quatro anos e tem dois discos lançados, sendo que o mais recente, “Atlas”, encantou de paixão o autor destas linhas bloggers sentimentais.

 O indie rock campestre e melancólico do Real Estate também aporta em Sampa em novembro

 

 

* E por fim, é bom não esquecer: os vovôs Stones estão mesmo dizendo que tocam na América do Sul no começo de 2015. No Brasil, especula-se (ainda sem confirmação oficial, mas com muita certeza nos bastidores) que haverá apenas um show no estádio do Maracanã, no Rio, no final de fevereiro. Aguardemos. E oremos!

 

 

NOITE VALVULADO PÕE O ROCK ALTERNATIVO NO PALCO EM UBERLÂNDIA

Na semana passada, mais precisamente no finde entre os dias 20 e 22 de junho, o blog zapper esteve em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, a convite da produtora cultural Valvulado Cultura Amplificada, para acompanhar um evento rocker bacaníssimo que rolou por lá: a primeira Noite Valvulado. Organizado pela produtora em si, o evento reuniu seis bandas (três de Minas Gerais e três de Goiás) que mostraram ótimo potencial de palco e também que a tão maltratada indie scene atual nacional ainda pulsa e revela bons talentos longe dos grandes centros como São Paulo e Rio De Janeiro.

 

Uberlândia é uma das maiores cidades do interior Mineiro. Com mais de seicentos mil habitantes e temperatura razoavelmente quente para essa época de inverno, abriga uma população jovem e fã de música – na sexta à noite o blog deu um rolê pela avenida principal do centro da cidade (ao lado da jornalista e fotógrafa Adreana Oliveira, editora do caderno de variedades do diário Correio de Uberlândia, rocker antenadíssima e dileta amiga destas linhas online há uma década), onde se concentram os bares de música e o agito local. Viu muita gente bonita e interessada em curtir a madrugada ao som de música, e não necessariamente apenas rock’n’roll.

 

Aliás esse talvez tenha sido o único senão da Noite Valvulado. Como já bem enfatizou Adreana em sua excelente cobertura do evento na coluna “Novo Som” (de sua autoria e publicada no jornal onde ela trabalha), faltou público para curtir seis grupos que deram o sangue no palco do Club Lounge. Sem nenhum favor foram algumas das melhores performances que estas linhas rockers bloggers presenciaram nos últimos meses. E todas as bandas ali presentes (fortemente influenciadas pelo stoner rock e pelo grunge clássico de Seattle) não fariam feio em festivais maiores como o Porão do Rock (em Brasília) ou o Goiânia Noise (na capital de Goiás). O blog particularmente achou acachapante o desempenho do trio Mad Sneaks (que tocou as faixas de seu ótimo primeiro disco, “Incógnita”, além de mandar em duas covers especialíssimas e clássicas do Nirvana, “Love Buzz” e “Territorial Pissings”). Já a local Leave Me Out mostrou em seu set as faixas de seu também único disco até o momento, “Endless Maze”, mas com novo vocalista já que o que gravou os vocais do cd tinha acabado de deixar o grupo. Nada que comprometesse, afinal, um conjunto que se mostrou afiado e potente com suas duas guitarras e eflúvios totais de Soundgarden na sonoridade – o que é um elogio e uma ótima referência.

O quinteto de Uberlândia Leave Me Out (acima) mostra a potência de suas guitarras e as influências claras de Soundgarden no seu som, durante a Noite Valvulado; já o trio Mad Sneaks (abaixo), também arrasou na sua perfomance: grunge de primeira linha com tempero brazuca (fotos: Adreana Oliveira)

As outras quatro bandas Evening e Dry) também se mostraram ótimas em cena e merecem ser ouvidas por produtores e curadores de outros festivais espalhados pelo Brasil. Foi enfim, uma noitada rocker de dar gosto e onde, como já comentamos no íncio deste tópico, faltou público. Nossa colega Adreana confirma nosso pensamento em seu texto no “Novo Som” (e cuja excelente cobertura de texto e fotos você pode conferir aqui: http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/2014/06/28/noite-valvulado/): “os fãs de rock da cidade reclamam que não há eventos para eles aqui. Mas quando alguém se dispõe a fazer algo, dá nisso. As pessoas não prestigiam as bandas com som autoral, o que é bem chato”.

 

Em novembro o Valvulado Cultura Amplificada pretende realizar um festival maior em Uberlândia. Que ele aconteça e tenha mais sucesso de público, porque merece isso. E que revele uma cena tão boa e diversificada quanto a que Zap’n’roll presenciou na Noite Valvulado.

 

(o blog esteve em Uberlândia a convite da Valvulado Cultura Amplificada)

 

 

PUTOS BAILAM AO SOM DE ROCK’N’ROLL (E O BLOGGER LOKER DIANTE DE MAIS UMA MISSÃO QUASE INGRATA: RESENHAR DISCO DE UM GRANDE AMIGO SEM TER ACHADO O MESMO ALGO GENIAL…)

Yep, a vida e o jornalismo rock’n’roll tem sempre dessas paradas. Que poderiam ser evitadas se o zapper tivesse assimilado uma das mais importantes lições deixadas pelo imortal mestre Lester Bangs: “jamais se torne amigo de bandas!”. O jornalista que escreve este blog nunca conseguiu absorver este preceito profissional deixado pela maior lenda da história da imprensa rock americana. E acabou se tornando sim amigo de muitos artistas, músicos e bandas – especialmente daquelas pelas quais ele tem admiração plena pelo trabalho. Vai daí que o blog é chegado há anos do músico paulistano Rangel, que já tem um currículo razoável na indie scene rock da capital paulista (foi, dentre outras formações, baixista no Daniel Belleza & Os Corações Em Fúria). E vai daí também que Rangel acaba de se jogar na praça com o primeiro disco de sua nova banda, a Bailen Putos!, lançamento do sempre heroico e batalhador selo Baratos Afins.

 

O blog está ouvindo o cd desde a semana passada. E chegou a se perguntar, mais uma vez: como falar do trabalho de um músico que você conhece pessoalmente, sendo que esse trabalho não era exatamente o que você esperava ouvir? E como fazer isso sem ferir suscetibildades? Já houve casos semelhantes por aqui, anos atrás.

 

Rangel é do rock, sempre foi. Tem ótimo repertório e bagagem musical. Na banda compõe as músicas, escreve as letras, toca violão e canta. E reuniu um time de músicos competentes, quase fodões: o guitarrista Christian Hilton (que toca muito, acredite), Claudio Guidugli (que torna um pianão bacanudo preponderante em praticamente todas as oito faixas do álbum), mais o baixista Eduardo Andrade e o batera Renato Nunes (“cozinha” mega competente, não há dúvida).

 

Mas mesmo com um bom time de músicos e tal, algo não soou bem aos ouvidos do blog nessa estreia do Bailen Putos! Talvez tenha sido o vocal do próprio Rangel (que não possui grande extensão e se mostra claramente limitado em algumas inflexões). Ou ainda o estranhamento da faixa de abertura (“O anjo avesso”), uma tentativa algo canhestra de mixar baião com rock – uma mistura que já foi melhor explorada por mestres como Alceu Valença ou Raul Seixas.

Os paulistanos do Bailen Putos! (acima) e seu disco de estréia (capa abaixo): o trabalho é bom mas a banda pode e deve render mais

 

O que, evidentemente, não invalida todo o trabalho já que o disco também possui seus pontos bastante positivos, notadamente nas boas letras escritas por Rangel (a de “Shakespeare Reencenado”, em sua simplicidade retórica mas bastante afiada nas entrelinhas, é quase um primor) e no bom gosto melódico de algumas canções (com ótimos solos de guitarra e intervenções pianísticas que remetem à jazz e psicodelia), como “Escrito, dito está”, “E se João parar?” (com violões bacanas e onde o vocal de Rangel, coincidentemente, atinge talvez sua melhor performance no cd) ou “Um e Dois” (o pianão jazzy/bluesy ataca aqui dialogando de maneira bacaníssima com a guitarra).

 

A conclusão que se chega é que se está diante de um bom trabalho de estreia de uma banda que poderia e pode render muito mais logo menos, quando estiver mais madura no estúdio e também no palco. De qualquer forma o Bailen Putos! está bem acima da média do que se ouve atualmente no quase terrível cenário alternativo paulistano e nacional, isso é inegável. Mas o blog espera um pouco mais do grupo em um futuro segundo trabalho. Espera e bota fé que esses putos sabem bailar melhor do que isso na pista rocker que eles escolheram pra se exibir.

 

* O disco do Bailen Putos! pode ser encontrado na loja Baratos Afins, em São Paulo (fone 11/3223-3629 ou www.baratosafins.com.br). A banda é uma das atrações da Noite Zap’n’roll, que vai rolar no final de agosto na loja/bar Sensorial Discos, também em Sampa. Mais sobre eles, vai aqui: https://www.facebook.com/bailenputos?fref=ts.

 

 

O BLOGÃO ZAPPER INDICA

* Disco: em uma semana onde não houve nenhum lançamento digno de nota no rock brazuca ou gringo, vamos recuar um pouco no tempo e recomendar que o dileto leitor zapper vá atrás de “A Letter Home”, o sublime disco que o velho e genial Neil Young lançou em abril passado. Gravado em baixa fidelidade e apenas com voz, violão e gaita no estúdio do também gênio Jack White, Neil resgatou alguns clássicos do cancioneiro folk americano, como “Girl From The North Country”, de Bob Dylan. Pra ouvir ao lado do seu amor ou viajando por uma estrada solitária e empoeirada e tomando um ótimo bourboon.

O novo disco do velho e genial Neil Young: relendo com a classe de sempre clássicos do blues americano

 

* Site: tocado pelo chapa Luciano Victor e contando com colaborações espertas de gatas rockers como a Renata Silvério, o Under Floripa cobre bem a cena rock não apenas do sul do Brasil mas também lança olhar sobre o que rola no resto do país e na gringa. Vale a pena dar uma olhadinha lá, em: http://www.underfloripa.com.br/site2012/index.asp.

 

* Baladas já na mira por aqui: yep! Com o postão sendo finalmente concluído na terça-feira desta semana (hoje, primeiro dia do mês de julho), vamos ver o que sucede desde já nos agitos do circuito under paulistano. Começando já por amanhã, quarta-feira em si, quando rola na Sensorial Discos (lá na rua Augusta, 2389, Jardins, zona sul de Sampa) o lançamento do livro “Indiscotíveis”, a partir das sete da noite.///Já na quinta-feira tem show do Violeta de Outono às oito e meia da noite no Centro Cultural São Paulo (lá na rua Vergueiro, 1000, metrô Vergueiro, zona sul paulistana).///Na sexta-feira o músico Daniel Groove e a sempre ótima banda Los Porongas sobem juntos ao palco do Puxadinho da Praça, lá perto da esquina das ruas Cardeal Arcoverde e Fradique Coutinho (na Vila Madalena, zona oeste de São Paulo), a partir das onze da noite.///No sabadão em si rola a festa de seis anos da Glam Nation no Inferno (no 501 do baixo Augusta). E não esquecendo: de sexta a domingo no Sesc Vila Mariana tem três noites de shows fodaços do Ira! As gigs começam às nove da noite, na rua Pelotas 180, Vila Mariana (zona sul paulistana). Tá bão? Então se programe e se jogue!

 

 

PRÊMIOS AINDA DANDO SOPA!

Sempre! Então vai lá no hfinatti@gmail.com e tenta a sorte pra ganhar:

 

* DOIS INGRESSOS pro show do Peter Murphy dia 20 de julho em Sampa;

 

* E um exemplar da biografia do imortal Ian Curtis, que um dia cantou à frente do Joy Division. Vai na fé e boa sorte!

 

 

CUSTOU MAS O FIM CHEGOU

Sim, foi um post deveras complicado de ser concluído, rsrs. Tão complicado que outro talvez apenas na semana que vem, a não ser que algo muuuuuito relevante role até esta sexta-feira.

 

Então ficamos por aqui, deixando um beijo megal especial numa mulher rocker especial para o jornalista blogger maloker: a linda baiana e fã do Bukowski, Carla Vitória. É isso. Até a próxima!

 

 

(ampliado, atualizado e finalizado por Finatti em 3/7/2014 às 20:45hs.)

O (quase) FIM enfim, de um blog: com festona (a última, provavelmente) neste finde em Sampa, um dos principais espaços de rock alternativo e cultura pop (esse aqui mesmo) da web brazuca celebra onze anos, onde acompanhamos (quase) tudo o que rolou nesse período no mondo pop/rock, aqui e lá fora também; mais: como vai ser a comemoração, o lançamento em edição nacional da biografia de uma lenda do pós-punk inglês e também o roteiro de baladas e dicas culturais no circuito under paulistano, que vive dias e noites de frio delicioso em pleno outono

Onze anos cobrindo e acompanhando o grande rock’n’roll mundial, onde quer que ele esteja: Zap’n’roll bate um papo rápido com Kim Gordon (acima), a deusa loira e ex-baixista do finado Sonic Youth, no backstage após show da banda no festival Claro Que É Rock, em São Paulo em novembro de 2005; abaixo, o blog entrevista Robert Smith, vocalista e líder da lenda goth inglesa The Cure, antes de a banda subir ao palco no encerramento do festival Hollywood Rock em São Paulo, em janeiro de 1996. São tantas emoções… que serão comemoradas e relembradas com festão neste sábado 

 

Uma década e um ano.

Onze anos. Pensa: quantos blogs você, dileto leitor de Zap’n’roll, conhece que duraram tanto tempo na blogosfera da web brazuca? E ainda mais em uma área específica (cultura pop e rock alternativo) em que a concorrência é bravíssima e onde surgem (e também desaparecem) zilhões de novos blogs a todo instante? Pois então: a história do blog zapper tem início antes até do início da era da internet no Brasil. Remonta a 1993 (lá se vão vinte e um anos!) quando o sujeito aqui, então um ainda jovem jornalista de seus trinta anos de idade, recém saído da editoria de cultura da gigante revista IstoÉ, estava à deriva no jornalismo musical paulistano, fazendo alguns frilas aqui e acolá. Até que por recomendação da amiga Fernandinha Balbino (que trampava como assessora de imprensa na gravadora Emi), fomos procurar mr. André Pomba, que estava então editando a recém publicada revista Dynamite. Ambos (Pomba e o jornalista gonzo/maloker/zapper) se conheceram pessoalmente exatamente em janeiro de 1993, na sala de imprensa do estádio do Morumbi, durante o festival Hollywood Rock daquele ano, no intervalo entre os shows do Alice In Chains e do Red Hot Chili Peppers (ambos no auge de suas carreiras). Amizade estabelecida, Finaski começou logo em seguida a colaborar com a edição impressa da Dynamite (ainda não existia o site da mesma, que só entraria no ar quase uma década depois). E apenas alguns meses após iniciar sua colaboração ele sugeriu ao eterno e querido “editador” Pomba: por que não fazer uma COLUNA mensal na revista, abordando temas como rock, comportamento, sociedade e cultura em geral? A proposta foi aceita e nasceu então a coluna Zap’n’roll, que durou vários meses e que acabou tempos depois quando a revista passou por uma de suas muitas reformulações editoriais. Mas aí já eram tempos de internet e entrou no ar o site da Dynamite. E logo veio a ideia de recolocar nele, em versão online, a coluna zapper. Que entrou no ar em meados de abril/maio de 2003. Daí em diante ela nunca mais deixou de ser publicada na web. Inicialmente como coluna semanal. Depois de alguns anos, se transformou em blog e passou a ser o espaço mais lido do já agora portal Dynamite. E permaneceu anos na Dyna. E cresceu tanto em acessos e audiência que acabou ganhando, há três anos, seu endereço próprio na internet. De lá pra cá o blog se tornou um gigante (sem falsa modéstia): média de setenta mil acessos por mês, média de trinta comentários por post (em uma época em que as pessoas perderam o hábito de enviar comentários para blogs), média de cem “likes” por post em redes sociais. É muito em um ambiente, como já dissemos, onde a concorrência é imensa, e nos enche de orgulho – e de dor-de-cabeça também já que inimigos ocultos (porque fakes e covardes de plantão) e invejosos estão sempre rondando o painel do leitor do blog, prontos a bombardear de maneira grosseira e insultuosa o trabalho aqui desenvolvido. Mas isso não diminuiu em nada a importância deste espaço, que acabou se tornando um dos mais lidos e importantes da blogosfera de cultura pop brasileira. Afinal a marca Zap’n’roll surgiu muito antes do que qualquer outro blog que existe hoje, seja ele o sempre bacana Popload (do queridão Lúcio Ribeiro), sejam os ótimos blogs dos chapas André Forastieri e André Barcinski (ambos no portal R7). E nesses mais de vinte anos de coluna/blog, tanto na extinta edição impressa da saudosa revista Dynamite quanto em sua versão virtual, Zap’n’roll já fez história e está dando como quase cumprida sua missão: acompanhou o nascimento e morte de bandas, músicos, movimentos comportamentais e artísticos, antecipou novidades, soltou furos em primeira mão, descobriu bandas (como Vanguart e Luneta Mágica), cobriu centenas de shows e festivais, resenhou zilhões de discos, causou polêmica com suas discussões e opiniões políticas e sociais, angariou amigos e inimigos ferozes, fez e aconteceu. E deixou sua marca entre os grandes nomes do jornalismo cultural e musical das últimas duas décadas. Só que tudo acaba um dia, néan. Os anos já pesam na idade do “tiozão” rocker que digita este editorial, ele passou por um tumor na garganta em 2013 e sempre é melhor sair de cena quando ainda se está no auge do que esperar a ferrugem e a decadência corroer tudo de maneira implacável. Por isso mesmo o blog zapper deverá chegar ao final de sua história quando 2014 também chegar ao fim. E por isso mesmo o festão que vai comemorar amanhã, sábado, em Sampa os onze anos do blog, também deverá ser sua última festa de aniversário. Portanto, vá lá e aproveite: vai ser uma despedida ultra digna e alegre pra um espaço virtual que já fez muito pela cultura pop e pelo rock alternativo brazuca. Disso temos certeza e não abrimos mão. Disso nos orgulhamos. E nos orgulharemos pra sempre, mesmo quando Zap’n’roll se tornar apenas uma lembrança virtual no pensamento de nossos sempre fiéis e amados leitores.

 

 

* E você já sabe: o festão de onze anos destas linhas bloggers/rockers/lockers rola neste sábado (mais conhecido como amanhã) lá na incrível e sempre bacanuda loja Sensorial Discos, que fica na rua Agusta, 2389 (Jardins, zona sul de Sampa). Vai começar cedo (oito da noite), vai acabar cedo (por volta de meia-noite, e aí quem for ainda pode esticar a madrugada em outras esbórnias e baladas), vai ter shows incríveis (do Eron Falbo, do Comma e do Star61), vai ter dj set fodona do blog (claaaaaro!), vai ter sorteio de discos de vinil, cds, livros e brejas artesanais e vai ter performance ultra erótica e selvagem DELA! Da nossa eterna e oficial musa rocker, a sempre muito ousada e abusada Jully DeLarge. Agora nos diga: você vai PERDER tudo isso???

 

 

* E entre os MIMOS que serão sorteados no festão de amanhã, está esse livrão aí. Trata-se de “Tocando à distância – Ian Curtis & Joy Division” (no original inglês: “Touching From A Distance”), a biografia do genial e inesquecível vocalista da lenda pós-punk inglesa, escrita pela sua viúva, Deborah Curtis, e lançada em 1995. Foi inclusive este livro a base para o filme “Control”, também sobre Ian, e lançado em 2007. Pois entonces: o volume acaba de sair no Brasil (antes tarde do que nunca) pela Ideal Edições, que em mais uma parceria bacanuda com o blog zapper, vai sortear um exemplar do mesmo na esbórnia que rola neste sábado. Mais um motivo pra você NÃO perder o babado rocker de amanhã, certo?

 

 

* E enquanto fazemos a festa aqui, os festivais rolam neste finde na Europa, néan. Em Barcelona, na Espanha, está rolando o gigante Primavera Sound (que teve a honrosa participação, em sua noite de abertura, do nosso Single Parents), que vai até domingo. E na capital portuguesa a edição 2014 do Rock In Rio Lisboa reuniu ontem um público de noventa mil pessoas que enlouqueceram com mais uma espetacular gig dos velhos e imbatíveis Rolling Stones – em show que teve até participação mega especial do “chefão” Bruce Springsteen, uia! Pois entonces… Stones no Rock In Rio Lisboa ontem. Isso significa ALGO para o Rock In Rio 2015 aqui mesmo, no Rio De Janeiro? Será???

 

 

* E na capa da NME desta semana está um certo Led Zeppelin. Sintoma da falência do rock’n’roll mundial dos anos 2000’: se os novos não dão mais conta do recado, os velhos continuam em evidência ad eternum.

 

 

* Que fofos e meigos! Após vinte anos de amizade sólida e inabalável, Quentin Tarantino e a deusa loira Uma Thurman estão… namorando. O amor é sempre lindo!

 O novo casal sensação do cinema aparece juntinho em Cannes

 

 

* “Sete Vidas”, o novo álbum da baiana rocker Pitty, foi lançado há pouco e já está indo bem na parada do i-Tunes. Um novo single foi divulgado, a bonita balada “Lado de lá”, e o álbum completo você pode ouvir aí embaixo, sendo que falaremos melhor dele em breve por aqui.

 

 

* Enquanto isso o pau continua comendo entre os herdeiros de Renato Russo (leia-se seu filho Giuliano Manfredini) e a dupla remanescente da Legião Urbana, o guitarrista Dado Villa-Lobos e o batera Marcelo Bonfá. Ambos se posicionaram publicamente contra o lançamento do novo site da banda (que vai inclusive ter festa comemorativa na próxima terça-feira, 3 de junho, no bar Anexo B, que fica na rua Augusta, 430, centrão de Sampa), em comunicado divulgado na imprensa. Giuliano rebateu enfatizando que o que a dupla quer é grana fácil. E num detalhe o filho do saudoso Renato (que chegou a ser um dileto amigo pessoal destas linhas rockers online) está coberto de razão: todas as tentativas que Dado e Bonfá fizeram de ressuscitar a Legião com outro vocalista foram, no mínimo, bisonhas.

 

 

* Mas chega de falar em brigas, rsrs. Amanhã é dia de comemorar os onze anos do blogão zapper. E aí embaixo a gente relembra, em IMAGENS, alguns dos bons momentos destes onze anos onde acompanhamos tudo (ou quase) o que rolou no mondo rock, aqui e lá fora. Olha aí e sinta-se convidado a ir bebemorar conosco neste sábado.

 

 

ZAP’N’ROLL – ONZE ANOS EM ALGUMAS IMAGENS QUE MARCARAM MOMENTOS DO JORNALISMO ROCKER DO BLOG

Yep. No editorial de abertura deste post já esmiuçamos bem como toda essa putaria de jornalismo rocker/gonzo/maloker teve início, há mais de vinte anos. Então agora, nada melhor do que recordar através de algumas IMAGENS (e um vídeo, hihihi) o que foram estes onze anos de trajetória do blog de rock alternativo e cultura pop mais legal da web brasileira.

 

Veja aí. E participe da festa você também! É amanhã na Sensorial Discos, em Sampa. O blog te espera lá!

 Com o vocalista do Vanguart (banda descoberta pelo blog), pela night sem fim paulistana, anos atrás, após show dos cuiabanos

 

Ao lado de Beto Bruno, vocalista do Cachorro Grande, na entrega do Prêmio Dynamite de Música Independente, em 2003

 

Zap’n’roll é “cercada” por Samuel Rosa e Lelo, da banda mineira Skank, durante beberrança na entrega de um dos VMB’s da MTV, anos atrás

 

De braços dados com a rocker baiana Pitty, em balada noturna por Sampalândia

 

Com o amigão de anos, Roberto Frejat, no camarim do Barão Vermelho, pós shows da banda em Sampa, no início de 2012

 

Fazendo careta com o gênio Adriano Cintra (ex-CSS e atual Madrid) na casa noturna Beco/SP, tempos atrás

 

Gigantes do jornalismo cultural e rocker que importa de anos pra cá: Zap’n’roll “cercado” por Lucio Ribeiro (do blog Popload) e super monge japa zen Pablo Miyazawa (editor-chefe da revista Rolling Stone BR), anos atrás, no show do Interpol, na extinta Via Funchal

 

E recebendo das mãos de André Forastieri (outra lenda do jornalismo cultural brazuca nas duas últimas décadas) seue exemplar autografado do livro “O dia em que o rock morreu”

 

 

QUEM VAI FAZER A FESTONA DE AMANHÃ

 Eron Falbo: revelação do novíssimo alt folk nacional, teve seu primeiro disco produzido por ninguém menos do que Bob Johnston, produtor dos álbuns clássicos de um certo Bob Dylan

 

Comma: duo pop/rock paulistano já com dois discos lançados e que centra sua musicalidade em eflúvios de indie guitar e belas melodias pop tramadas com violões

 

Star61: a melhor tradução paulistana pro glam rock clássico de Marc Bolan, Bowie, Slade, Roxy Music, Suede e Smiths!

 

Jully DeLarge, a musa rocker oficial do blog, em perfomance explosiva e pra deixar a assistência de mastro em riste ou molhada, uia!

 

* CHEGUEM CEDO! – a festona vai começar às oito da noite, com discotecagem total rock’n’roll e fodíssima do blog, uhú!

 

O BLOGÃO ZAPPER INDICA

* Disco: do baú do início dos anos 2000’ o blog resgata “Welcome To The Monkey House”, discaço lançado pelos americanos do Dandy Warhols em 2003. Pelo menos umas três músicas do álbum serão tocadas na dj set de amanhã da festa do blog.

 

* Livro: a biografia de Ian Curtis, que acaba de sair em edição nacional através da Edições Ideal.

 

* Baladas: em finde onde a rua Augusta vai literalmente TREMER com a festa de onze anos destas linhas virtuais lokers, também dá pra curtir outros agitos no circuito under de Sampa. Começando hoje, sextona em si, com show de lançamento do novo álbum do grupo Alarde, “Abismo ao redor”, e que rola lá no Hocus Pocus Studio & Café, em São José dos Campos. Já aqui em Sampa mesmo tem balada rocker sempre agitada no Astronete (na rua Augusta, 335, centrão de Sampalândia) e o infernal open bar do Outs (no 486 da mesma Augusta).///Sabadón? Tem showzaço da lenda indie Mickey Junkies (com participação especial do gênio Edú K, do DeFalla) no Sesc Belenzinho (próximo ao metrô Tatuapé, zona leste paulistana). E mais show imperdível do Saco De Ratos (a super banda de blues do dramaturgo under e gente finíssima Mario Bortolotto) no Club Noir (que também fica na Augusta, no 331), isso na madrugada já. Pedida imperdível pra esticar após a festança que vai comemorar o niver do blog, certo? Então se joga, porran!

 

 

E É ISSO

São onze anos de blogagem na esfera da cultura pop e do rock alternativo. E que serão bem comemorados amanhã, numa festa que será provavelmente a última de aniversário destas linhas rockers virtuais. Tudo acaba um dia e com o blog zapper não será diferente – ele deverá ser extinto no final deste ano. Mas até lá seguiremos por aqui, sempre. E deixamos hoje nosso agradecimento, nossos zilhões de beijos (no coração) e abraços em pessoas e amigos (as) muito queridos (as) e que foram e continuam sendo mega importantes na nossa existência, nesses anos todos. Então esse post se encerra aqui e vai dedicado pra: Yaque Finatti, André Pomba, Tiago Bolzan, Falcão Moreno, Eliana Martins, Silvia Ruksenas, Adriana Cristina, Vandré Caldas, João Carvalho, Lee Martinez, Laís Eiras, Jaqueline Figueiroa, Josiane Butignon, Adriana Gadbem, Agno Santis, Solange Monteiro, Samuel Altherman, Edner Morelli, Matheus e Lucas Morelli, Luiz Calanca, Glauber Amaral, Helio Flanders, Bruno Montalvão, Hugo Santos, Marilda Vieira, Lucio Ribeiro, Pablo Miyazawa, Ricardo Cruz e famiglia Los Porongas. Pra todos vocês, o AMOR ETERNO de Zap’n’roll!

 

 

(enviado por Finatti às 17:30hs.)

Uma década de Zap’n’roll! O post desta semana, claaaaaro, fala desses dez anos que o blog mais legal da web brasileira dedicou ao rock alternativo e à cultura pop. Hoje à noite tem festão pra bebemorar – festa que, inclusive, pode ser a última dessa já looooonga história…

Dez anos tocando o puteiro rocker, escrevendo sobre rock alternativo, cultura pop, se envolvendo com o povo do rock (na foto acima, no backstage do festival Claro Que É Rock, em novembro de 2005, na chácara do Jockey em Sampa, ao lado da deusa loira e baixista do finado Sonic Youth, a linda Kim Gordon) e revelando ótimas bandas novas, como a Doutor Jupter (abaixo), que vai se apresentar no festão zapper de hoje à noite 

 

Pois é. Uma década não é nada, nesses tempos vorazes e velozes da internet. Ou pode ser muito, quase tudo. Depende do ponto de vista de cada um. Quando a Zap’n’roll começou a ser publicada semanalmente, em forma de coluna, no portal Dynamite online (em abril de 2003), nem ela nem o autor dela imaginaram que isso fosse durar tanto tempo. Afinal, nesse período surgiram e desapareceram zilhões de sites, portais e blogs na internet, muitos deles tentando se especializar em cultura pop. Poucos estão conseguindo se manter tão longevos quanto estas linhas bloggers rockers – de memória, lembramos apenas do queridão Lúcio “Luscious” Ribeiro e sua sempre bacaníssima Popload.

 

A Zap’n’roll surgiu, na verdade, muito antes disso e talvez seja uma das pioneiras em colunismo rock na imprensa brasileira, seja ela impressa ou virtual. A coluna surgiu de fato em 1993, quando era publicada na edição impressa da célebre e saudosa revista Dynamite. Naquela época ela já causava polêmica mas após cerca de dois anos de circulação, ela foi extinta por conta de uma reformulação editorial promovida na revista pelo nosso amado “editador” (hihihi) André Pomba.

 

Até que ela voltou em 2003, no portal Dynamite. E não parou mais até hoje. Nessa década de existência se tornou uma das três ou quatro mais importantes colunas (e, em seguida, blog) de rock e cultura pop da web nacional. Acompanhou absolutamente tudo o que aconteceu na esfera pop/rock brasileira e mundial, no alternativo e no mainstream. E graças à sua hoje célebre verve corrosiva, polêmica, debochada, escrachada e desbocada o blog colecionou zilhões de desafetos e fãs pelo caminho. Faz parte do jogo, óbvio.

 

E tudo que é bom (ou mesmo ruim) sempre tem um fim, néan? Este deve ser, de fato, o último ano de existência de Zap’n’roll. É melhor dar um fim digno a este espaço online, enquanto ele ainda está em grande forma e com a audiência lá em cima. Fora que o zapper sempre doidón a vida toda, agora está desacelerando sua marcha pois os anos estão pesando nas costas e a saúde do sujeito aqui inspira cuidados neste momento (cortesia do dragãozinho tumoroso que está instalado em nossa gargantinha).

 

Mas é claro que se o blog for mesmo extinto, ele permanecerá imortalizado em um livro compilando os melhores posts e colunas publicados nestes últimos dez anos. E Zap’n’roll também irá continuar no jornalismo até quando for possível pra ele, pois não sabemos fazer outra coisa em nossa vida. E amamos escrever sobre música, desde sempre.
Então é isso aê: bora comemorar hoje à noite, porque a festa vai ser boa. Afinal, não é todo dia que bla bla blá… rsrs.

 

 

DEZ ANOS (OU ATÉ MAIS) ONDE QUASE TUDO ACONTECEU – VEJA NAS PICS AÍ EMBAIXO

 

Janeiro de 1996, em São Paulo: entrevistando Robert Smith, vocalista e líder do The Cure; tanto Bob Smith quanto Zap’n’roll ainda eram dois garotões, uia!

 

Festão de entrega do VMB 2009: “cercado” pelos amigões Samuel Rosa e Lelo Zanetti, os bons mineiros do Skank

 

Festão de entrega do VMB 2012: com o chapa mamadaço Beto Bruno, o front-man dos gaúchos do Cachorro Grande 

 

Encontro de feras do jornalismo rock brazuca na extinta Via Funchal, durante showzaço dos ingleses do The Rakes: o zapper com os queridaços Lúcio Ribeiro (Popload) e Pablo Miyazawa (Rolling Stone)

 

Com o melhor amigo, “pai”, “irmão”, “editador” e chefe eterno, o super dj André Pomba, em baladaça rock’n’roll no clube paulistano A Loca, em novembro de 2012

 

O  zapper com o povo da MTV, I: em evento no prédio da emissora em 2012, ao lado do músico, amigão e ex-vj China

 

Com o povo da MTV, II: ao lado da lindona vj Gaía, na sala de imprensa do mega festival Lollapalooza BR 2013

 

Com o povo da MTV, III: também no Lolla BR, com o velho amigo e vj Chuck

 

Balada rocker sem fim pela noite paulistana: num coquetel com a velha amiga Pitty (com quem o blog andou se estranhando em 2012, mas já está tudo bem), em 2010

 

Balada rocker sem fim pela noite paulistana, II: em novembro passado, com o amigo de quase duas décadas, Roberto Frejat (vocalista e guitarrista do Barão Vermelho), no camarim pós-show do  Barão em Sampa

E QUEM FAZ A FESTA ZAPPER HOJE À NOITE

A Luneta Mágica: uma das maiores revelações do novo rock brasileiro, vem lá de Manaus e gravou, segundo o blog zapper, o melhor disco nacional de 2012

 

Coyotes California: o peso do funk mental paulistano vai sacudir a festona zapper, com um dos melhores nomes do atual indie rock da capital paulista

Algarve: da novíssima geração paulistana, fazem rock sessentista e garageiro, com influências de folk e The Who. Precisa mais?

 

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É isso aê! Bora lá povo e até a semana que vem, com novo postão zapper!

 

(enviado por Finatti às 22hs,)