O blog de rock alternativo e cultura pop mais legal e LONGEVO da web BR está voltando, calma! E virá já comemorando seus quinze anos de existência, com nova linha editorial e outras novidades, pode esperar!

IMAGEMRADIOHEADLIVESP18II Zapnroll começa a comemorar sua década e meia de existência a partir do mês que vem; para tanto o blog de rock alternativo e cultura pop mais legal da web BR vai mudar sua linha e seu foco editorial, se voltando mais para o PASSADO do que para o presente ou mesmo para o ultra SOMBRIO FUTURO da cultura pop; e sendo que GIGANTES como Radiohead (acima, que tocou no último finde em Sampa, em performance bacana mas inferior a de quase dez anos atrás) e o inesquecível David Bowie SEMPRE terão espaço por aqui! IMAGEMBOWIEHEROESII

Entonces: estão com saudades do espaço blogger/rocker mais legal da web BR já há década e meia? Nós também estamos, hehe. Por isso estivemos fora do ar por algum tempo. Para ajustar a nova linha editorial (que virá em breve com algumas novidades), a nova imagem, o novo visual da capa do blog etc. De modos que tudo isso deverá entrar no ar até o final agora deste mês de abril, sendo que o que podemos adiantar é que Zapnroll irá voltar mais seus olhos e seu foco para o PASSADO (!!!).

Yep, isso mesmo: iremos deter nossa linha editorial (ou boa parte dela) na gigantesca relevância que o grande rocknroll já teve na história da música mundial. E o motivo para isso é muito claro, simples e está aí à vista (ou aos ouvidos) de todos: o rock e a cultura pop mundial foram mesmo para o fundo da LATA DO LIXO da história na era escrota da web. E pelo jeito não irão mais sair de lá. De que adianta então tentar descobrir, caçar e empurrar goela abaixo do nosso sempre amado leitorado “novidades” estúpidas, imbecis mesmo, sem estofo e importância musical e artística alguma e que em questão de semanas (ou até mesmo dias) ninguém mais irá lembrar? Essa tarefa (de ficar gastando tempo e espaço com este tipo de novidade completamente INÚTIL) iremos deixar para “vizinhos” e “colegas” que sabem fazer isso bem melhor do que este espaço virtual. Gente tipo “Tenho mais discos que amigos” ou mesmo aquele célebre “brogui” que já foi referencia em termos de rock alternativo e que hoje vive às moscas com suas micro postagens diárias eivadas de bobagens.

Assim, ficamos assim (rsrs): gigantes como David Bowie, Radiohead (que fez um show bacana no último finde em Sampa, mas não tão bacana quanto há quase uma década aqui mesmo, na capital paulista) e Stanley Kubrick (cuja obra prima “2001 – Uma odisseia no espaço”, está completando meio século de existência, sendo que é um filme que continua atualíssimo e até à frente do nosso tempo, ainda mais em um tempo onde o cinema também se tornou um rebotalho boçal de ideias) irão sempre ter total e merecido espaço por aqui. Novidades, se é que elas ainda existem? Também se farão presentes no blog zapper, mas apenas se merecerem MUITO estar aqui.

É isso. Até o final deste mês voltamos aos trampos, com postão e tudo, okays? Mais um pouco só de paciência então e logo a gente volta a bater papo por aqui. Inté!

Adendo: e claaaaaro, haverão algumas festas alusivas aos quinze anos do blog, a partir do mês que vem em Sampa, com DJs set no Grind (do super DJ André Pomba), no Bar do Netão (no baixo Augusta) etc. E em AGOSTO (ahá!) sim, haverá a grande festa de aniversário deste espaço online, com bandaça ao vivo em um dos melhores espaços para shows alternativos da capital paulista. Aguardem!

(enviado por Finatti às 16:15hs.)

EXTRÍSSIMO JÁ NA MADRUGA DE TERÇA-FEIRA: OLHA O LINE UP DO LOLLA CHILE AÍ EMBAIXO, uia! E mais: lá vem o Lollapalooza BR 2014, sem line up oficial definido mas com Depeche Mode, Nine Inch Nails, Pixies, o garotão Jake Bugg e o insuportável Muse já na linha de tiro pra se apresentar no festival; o gigante Pearl Jam volta bem em seu novo disco, mas dá sinais de que a grande era grunge finalmente está perto do fim; o novo disco do veterano indie Daniel Belleza & Os Corações Em Fúria (e algumas histórias vividas pelo blogger loker ao lado da banda paulistana) e mais algumas paradinhas aê no blogão de cultura pop que continua campeão de audiência, wow! (post MEGA TURBINADO e finalmente concluído, falando do show do Black Sabbath sexta passada em Sampalândia, e também do show do Depeche Mode no último finde nos EUA) (nova e final atualização em em 15/10/2013)

Os veteranos que importam continuam dominando o noticiário do rock e da cultura pop estas semana (que já está chegando ao fim): o vocalista Eddie Vedder (na imagem já clássica, “voando” no palco do Lollapalooza Brasil deste ano, em abril passado, em São Paulo) está de volta com o Pearl Jam, que está lançando seu novo e bom disco; já o trio inglês Depeche Mode (abaixo) ainda não foi anunciado oficialmente mas vai estar com certeza na edição 2014 do Lolla BR, que rola nos dias 5 e 6 de abril na capital paulista

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ÚLTIMAS DAS ÚLTIMAS, JÁ NA TERÇA-FEIRA

* Entonces, ACABOU DE VAZAR (cortesia do site Club NME Brasil, wow) o cartaz (oficial?) do line up do Lollapalooza Chile 2014, que acontece lá ANTES do daqui. Faz todo o sentido as atrações listadas com a especulação monstro que rolou na coletiva de imprensa paulistana, na semana passada. E também com uma listinha amiga de nomes que “vazou” dos escritórios da T4F (produtora do festival), dias atrás. Enfim, o bicho vai PEGAR fogo e periga ser o melhor Lolla BR até o momento. Tem Arcade Fire (que está prestes a lançar seu novo e provavelmente ótimo álbum) de headliner na primeira noite. Tem Depeche e NIN na segunda noite. Tem National (lançou discaço novo esse ano), Jake Bugg e um certo JOHNNY MARR, conhece? E melhor: NÃO tem Muse, hihihi. Anyway, dá uma olhadinha aí embaixo. E comece a economizar seus caraminguás.

* Com a quase certa aparição do Depeche Mode no Lollapalooza Brasil 2014, é bom conferir desde já a quantas anda a banda no palco. Para tanto, basta ir no YouTube: é lá que já está (veja aí embaixo) o vídeo com o show completo que o grupo fez no último finde nos Estados Unidos, no Austin City Limits Festival. Bom aperitivo pra abril do ano que vem por aqui, néan?

 

 

* E exemplo de humildade (ou jogada de marketing, não importa) é isso aê: Jay Z pegou sua equipe e, ao lado de Chris Martin (do Coldplay), foi pro show fez em Londres de METRÔ. Yep, isso mesmo que você leu: de metrô. A pergunta que não quer calar: quantos popstars de merda da nossa graaaaande música brasileira (Ivete Gagalo, Naldo, Anitta) tomariam a mesma atitude por aqui? Ou esse bando de babacas que faz música de péssimo nível só sabe ir para as suas apresentações no Brasil de limousine (acompanhada de batedores)? Pois é…

 O rapper Jay Z, sua turma e Chris Martin, andando na buena de metrozão em Londres; fariam o mesmo por aqui tranqueiras como Ivete Gagalo e Naldo?

 

* Por enquanto é isso, mas na sexta-feira em si tem novo postão zapper na área, pode aguardar!

 

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E ontem no Campo De Marte, em Sampalândia…

 

O som chegou a ficar baixo em alguns momentos, mas quem estava lá não se arrependeu. E nem podia: um show que começa com “War Pigs” e termina com “Paranoid”, só podia ser mesmo feito pelos DEUSES do metal. Black Sabbath, primeiro, único e eterno.

 

Os VELHÕES continuam comandando o grande rock’n’roll. E pelo jeito, vai ser assim por muuuuuito tempo ainda…

 O véio “gagá” e ainda príncipe das trevas, Ozzy Osbourne, comandando o Black Sabbath no showzaço de ontem à noite em Sampa: 70 mil fãs foram ao delírio (foto: G1)

 

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Lolla BR 2014 e PJ.

Foram os dois assuntos rockers dominantes em uma semana onde a cultura pop local e planetária andou mazzomenos agitada. O gigante grunge de Seattle, mais de duas décadas de estrada nas costas, viu seu novo álbum de estúdio cair na web na última terça-feira (e aqui vai um parêntese/análise curioso: houve um relativo bochicho em torno do vazamento do disco do PJ na internet mas nem de longe foi a comoção que se observou, por exemplo, quando a lendária indie guitar band inglesa My Bloody Valentine teve seu último trabalho também vazado na rede; fora que o Pearl Jam não está mais vinculado a uma major do disco e seu novo cd está saindo por um selo, hã, independente, que por certo vai ter distribuição de uma… major do disco. Mas aí entra a dúvida: se nem no “vazamento” pela internet houve tanto oba-oba afinal, o que irá acontecer quando a versão física do álbum chegar às lojas? Será mesmo o fim da era grunge, das grandes bandas e das repercussões mosntro em torno de lançamentos importantes, tal qual era rotina há duas, três décadas? Pra pensar, e a conferir logo menos…). E ontem, quinta, a assessoria de imprensa da produtora T4F (que assumiu a realização da versão brasileira do mega festival Lollapalooza a partir do ano que vem) reuniu a jornalistada no longínquo autódromo de Interlagos, em Sampalândia, para explicar como será o Lolla BR 2014. Tudo lindo, com a presença do sujeito que criou o festival (mr. Perry Farrell, que já tá virando figurinha fácil por aqui) mas… line up oficial, com os nomes de quem vai estar no festival que é bom… mas enfim, a coletiva rolou, nomes e preços de ingressos não saíram (ambas as infos estarão divulgadas, promete a organização do Lolla, até o próximo dia 23 de outubro) e chegamos a mais um finde com novo postão zapper falando do festival e do Pearl Jam. E também de tudo o que importa no mondo por vezes mundano da cultura pop, onde se vai do sublime (como uma mostra retrospectiva do cineasta gênio Stanley Kubrick) ao francamente inútil (o funk ultra acessível e descartável de Naldos e Anittas) num piscar de olhos. É assim a vida, néan? Bora lá então, pro que vale realmente a pena nessa parada toda.

 

* E hoje tem o gigante velhão e lenda do metal em Sampa, o Black Sabbath do gagá Ozzy. Ingressos há muito esgotados. E nope, o blog não vai ao Campo De Marte assistir a gig dos velhos senhores (já vimos Ozzy em 1985 no primeiro Rock In Rio; depois assistimos o Black Sabbath em si em 1992, no finado Olympia, com o gigante Ronnie James Dio nos vocais; e por fim estas linhas online viram Ozzy novamente em 1995, na edição daquele ano do festival Monsters Of Rock, que rolou no estádio do Pacaembu. Tá de bom tamanho). O programa de hoje à noite será ir ao cinema assistir a estréia da ficção espacial “Gravidade”, que está bem recomendada e tem Sandra Bullock e George Clooney encabeçando o elenco. Amanhã, sábado (quando este post deverá estar sendo concluído) deve ter, ainda, mais uma esbórnia na madrugada, antes que o anjo reparador da radio therapy venha pra matar o monstrinho em forma de tumor, instalado na garganta zapper.

 

 

* Mas pra quem vai ao Sabbath: bom show!

 

* Não há mais programas dedicados ao rock na tv? A MTV BR foi pro saco? Sem problema: crie seu próprio programa em um canal no YouTube, oras. Foi o que o chapa de anos e ex-vj Gastão Moreira fez. Ele está apresentando o “Heavy Lero” na web, que já teve uma primeira edição bacaníssima e sendo que outras virão na sequencia. O primeiro episódio você pode conferir aí embaixo.

 

 

* Outra plataforma visual e sonora bacanuda pra se inteirar do que anda rolando no rock alternativo daqui e da gringa é o “Gato & Gata”. São vídeos mais curtos, também postados no YouTube, pelo casal do corazón zapper Chuck Hipólitho e Gaía Passarelli, ambos também ex-vjs da finada MTV BR. De forma didática e sempre com uma ambientação legal, Chuck e Gaía (velhos amigos do sujeito aqui) mostram novidades rockers interessantes ou resgatam artistas essenciais na formação da história do rock alternativo. Vários episódios já foram postados na web e um bem divertido é esse aí embaixo, onde a dupla fala do grupo americano Dog Party – quem nem é tão novo assim (surgiu por voltar de 2005 e lançou seu primeiro disco quatro anos depois). Mas a sonoridade punk-pop das duas garotinhas que são absolutamente desconhecidas por aqui, justifica a inclusão delas no “Gato & Gata”, dos queridos Chuck e Gaía.

 

 

 

* Sem noção, I: O blog ficou INDIGNADÍSSIMO E PUTÍSSIMO com a coletiva de anúncio oficial do Lollapalloza BR 2014, que rolou ontem em São Paulo, no autódromo de Interlagos. Yep, tudo muito bom, tudo muito lindo (mesa farta de salgadinhos e sandubas apetitosos, mais sucos, café, refris etc.), Perry Farrell falando pelos cotovelos (sobre como é legal estar fazendo parceria com a produtora T4F pra continuar realizando a parte brasileira do festival, sobre como a mudança de local vai proporcionar uma nova experiência ao público e bla bla blá), o pessoal da T4F explicando que Interlagos é maior e melhor pra se fazer um festival desses (600 mil metros quadrados, quatro palcos principais, 8 headliners por dia, 12 horas diárias de shows) etc, etc, etc. Só não divulgaram o line up, claro. Nem o valor dos ingressos pro festival que rolas nos dias 5 e 6 de abril de 2014 em Sampa. Prometeram ambas as infos para até o final desse mês (mais provavelmente no dia 23 agora). Só que nos “bochichos” internos entre a jornalistada na coletiva, é isso mesmo que todo mundo já tá falando: Depeche Mode e Nine Inch Nails puxando o rol de cerca de 80 atrações. Tá de bom tamanho se for isso mesmo. Interlagos é ok pra fazer o Lolla? Até é – fazia anos que Zap’n’roll não punha os pés lá no autódromo (se o hd do autor destas linhas virtuais não estiver enganado, a última vez em que o blog pisou em Interlagos, foi pra cobrir uma das edições da hoje finada rave monstro Skol Beats, isso lá por 2001, quando o jornalista namorava com a bocetudíssima arquiteta campineira Vanessa, e como ela chapou o côco de ácido e marijuana, uia!). A área é GIGANTESCA e se bem explorada e bem estruturada, dá pra fazer muita coisa ali. Ou como disse Perry, no momento hilário da entrevista: “aqui me lembra quando eu era jovem e fui ao meu primeiro festival, produzido pelo grande Bill Graham [lendário produtor de shows de rock nos Estados Unidos nos anos 60’ e 70’, e que chegou a produzir gigs dos Doors]. O local era como aqui: cheio de espaços em diferentes níveis e que proporcionavam uma experiência sensorial única. Eu tomei um ÁCIDO e saí descalço pelo lugar, andando com os amigos. Quem sabe não rola o mesmo aqui… quer dizer, na questão de sair andando descalço, rsrs”. A sala veio abaixo. Fora isso o depto. de marketing da T4F marcou um GOL DE PLACA ao levar tanto Perry Farrell (e sua bocetuda girlfriend) quanto a jornalistada de TREM, no percurso entre um shopping da zona sul paulistana e o autódromo (cerca de 15 minutos de viagem). Foi sensacional ver esse bando de jornalistas coxinhas, playbas e otários que NUNCA puseram os pés num trem, indo pra coletiva no meio do povão que utiliza esse transporte público diariamente. Mas no final das contas foi completamente SEM NOÇÃO convocar uma coletiva dessas e NÃO revelar o line up do festival. O jeito é aguardar até o dia 23.

Perryl Farrell, o homem que criou o Lollapalooza, novamente em Sampalândia: depois de andar de TREM com a jornalistada pela zona sul da capital paulista, ele toma água mineral confortavelmente instalado na sala de imprensa do autódromo de Interlagos, explicando como será a edição 2014 do mega festival (foto: Patrícia Laroca)

 

* Sem noção, II: esse mesmo texto que está aí em cima foi publicado no mural do blog zapper no Facebook, e também deveria ter entrado na página de notícias do portal Dynamite online, como texto OPINATIVO, logo abaixo da reportagem sobre o que rolou na coletiva do Lolla. Afinal o autor destas linhas rockers bloggers também é CONSELHEIRO da Associação Cultural Dynamite (que mantém o portal) e como tal, quis postar lá um comentário opinativo sobre a coletiva, para aproximar o portal Dynamite de conceitos editoriais mais contemporâneos (como o da Folha online, por exemplo), onde reportagem e opinião convivem sem problema no mesmo espaço. Pois a iniciativa zapper foi VETADA pelo Publisher e “editador” do site, nosso querido André Pomba (velho amigo, não raras vezes “da onça”, destas linhas online há vinte anos), sem maiores explicações. Mas o blog entende a postura dele: mais preocupado em que está hoje com sua bem sucedida carreira de dj e também com questões políticas e de militância em favor da diversidade sexual (nada mais justo, diga-se), Pomba está pouco se lixando para o site da ong (e que, mesmo assim, ainda é um dos portais de cultura pop mais acessados do Brasil, felizmente). E pra se comprovar isso, nem é preciso ir muito longe: basta ver o visual já velho e ultrapassado que permeia a arquitetura do portal, que precisa ser reformada há anos mas… enfim, pelo menos o blog tentou fazer algo diferente lá. Se não conseguiu, por IMPOSIÇÃO de gente teimosa e cabeçuda, paciência.

 

 

* Yep, já caiu na rede o novo álbum do véio Macca (sir Paul McCartney, no?), a lenda gigante do rock. “New” é o nome da obra, que tem lançamento mundial oficial na próxima segunda-feira. Mas dá uma fuçadinha na internet que ele já está dando sopa por lá.

 

 

* É, ela atende pela alcunha artística de Lorde. Tem dezesseis anos de idade, é um tesão visualmente falando e nasceu na Nova Zelândia. E como dear Luscious Ribeiro vez em quando adooooora GRUDAR em um novo hype do pop, desta vez a eleita por ele é a… Lorde. Mas vamos lá, querido Lúcio dessa vez está coberto de razão, hihihi. A garota canta que é um absurdo. Seu disco de estréia, “Pure Heroin” (nome sugestivo, hein… rsrs) é muito bom – e pode ser também achado com certa facilidade na internet. A grande questão é: Lorde terá status, estofo artístico e controle de ego para segurar uma ótima carreira musical a longo prazo? Ou daqui a dois anos será mais um esquecível hype, como zilhões que surgiram na música nos últimos anos? Só o tempo dirá, claro. Por enquanto estas linhas bloggers poppers estão curtindo e achando bem bacana a estréia em disco da ninfetinha que veio lá do outro lado do mundo.

A lindaaaaa Lorde (acima) e o vídeo para “Royals” (abaixo), seu já primeiro mega hit: dezesseis anos de pura gostosura; e ela canta muito, pode crer

 

 

* Imagem da semana, I: ela é filha do ministro Guido Mantega. E é um bocetão, hein! Veja aí embaixo:

Marina Mantega, a filha do Ministro da Fazenda: que BOCETAÇO loiro, uhú!

 

* Imagem da semana, II: o que um homem em completo estado de alteração etílica não é capaz de fazer, hihihi. Na foto aí embaixo o zapper total loker perde a compostura e o controle, vai pro palco do Hole Club (na rua Augusta, mas do lado dos Jardins) e começa a “bater tambor” enquanto o batera Flávio Forgotten (ex-Forgotten Boys) fazia participação especial no show do grupo Veronica Kills (que fazia cover da música “Cumm On”, dos FB), em madrugada rocker e pra lá de alucicrazy no último finde. É, a festa nunca termina, rsrs.

 

* Bien, bora lá saber como estão os novos discos do Pearl Jam e do Daniel Belleza & Os Corações em Fúria

 

 

PEARL JAM VOLTA OK EM SEU NOVO DISCO, MAS SINALIZA QUE SUA TRAJETÓRIA PODE ESTAR PERTO DO FIM

Talvez o último representante digno e gigante da gloriosa geração grunge que surgiu no rock americano no início dos anos 90’, em Seattle (a cidade que deu ao mundo o Nirvana e mais Alice In Chains, Mudhoney, Screaming Trees e toda uma constelação de grupos inesquecíveis e que inscreveram de modo feroz, na música e no comportamento, seus nomes na história do rock’n’roll), o quinteto Pearl Jam viu seu novo trabalho de estúdio, “Lightning Bolt” (o décimo disco de inéditas da banda, excetuando-se aí dezenas de registros ao vivo lançados por ela ao longo de mais de vinte anos de atividade), vazar na web na última terça-feira, sendo que o lançamento oficial dele em plataforma física (vinil e cd; o álbum também será editado no Brasil, óbvio) está marcado para a próxima segunda-feira, 14 de outubro. O blog já ouviu atentamente o trabalho nestes últimos, dias várias vezes. E pode atestar que é o melhor disco do PJ nos últimos anos, um cd que se equilibra muito bem entre rocks mais agressivos e momentos mais bucólicos. Ainda assim, sinaliza que o fim da existência do grupo pode estar mais perto do que se imagina.

 

Sim, sinaliza este provável e próximo fim porque mesmo o episódio do vazamento do disco na internet não causou, afinal de contas, nenhuma comoção em escala planetária nos fãs. E além desse fato em si (de não haver nenhuma cartase gigantesca e midiática em torno do vazamento do novo cd na web), é preciso observar com atenção a trajetória do Pearl Jam desde sua gênese até os dias atuais. No rigor da análise crítica é consenso afirmar que, na verdade, o quinteto formado por Eddie Vedder (vocais), pelos guitarristas Stone Gossard e Mike McCready, pelo baixista Jeff Ament e pelo batera Matt Cameron gravou apenas uma obra-prima em sua já longa trajetória, o hoje mega clássico “Ten”, o irretocável álbum de estréia do conjunto lançado em 1991. Seguiu-se a ele o ainda muito bom “Vs” (editado em 1993) e daí pra frente, nos sete álbuns seguintes, o PJ se esforçou muito mais em manter a fórmula que deu certo no primeiro álbum do que efetivamente superar artisticamente a sua estréia em disco. Isso resultou em uma série de discos medianos (“Vitalogy”, “No Code”, “Binaural”) e outros que, embora tenham causado impacto no momento de seu lançamento, logo em seguida se perderam na poeira do esquecimento pop (de resto, algo tão comum hoje, nesses tempos de internet e onde discos e bandas não duram praticamente nada, já que a eles pouco valor artístico e monetário é agregado: quem ainda perde tempo e dinheiro pra sair de casa, ir até uma loja de discos e comprar um álbum, quando tudo está disponível de graça na internet? Este é seguramente o maior paradoxo e a maior DESGRAÇA da música atual: por melhor que possa ser ela se torna desimportante a partir do momento em que o ouvinte não mais dá mais valor artístico e/ou monetário a determinada obra), e aí podem ser listados “Pearl Jam” (de 2006) e “Backspacer” – um trabalho potente lançado em 2009 mas… quem se lembra das  músicas dele ainda hoje?

 

O que tornou o PJ grande, aliás gigante como banda, de fato, foi a CREDIBILIDADE e o RESPEITO que o grupo liderado por Vedder adquiriu junto aos fãs e à imprensa ao longo dos anos. Sempre fazendo performances ao vivo avassaladoras e eivadas de emoção e sempre engajado em lutas sociais e políticas das mais pertinentes (como enfrentar, anos atrás, o monopólio da venda de ingressos para espetáculos nos Estados Unidos, que estava concentrado nas mãos da empresa Ticketmaster, que cobrava o que bem entendia pelas entradas; o PJ na época peitou a empresa e se deu mal na história sendo impedido de tocar em dezenas de cidades e sofrendo um prejuízo financeiro milionário com os concertos cancelados; no entanto isso só aumentou e de forma gigantesca o respeito, a admiração e o carinho que os fãs tinham e continuam tendo pela banda), o PJ foi driblando o fato de jamais ter conseguido gravar outro álbum igual ao “Ten” simplesmente assumindo uma postura de defensor irrestrito dos direitos dos cidadãos (sejam eles políticos, sociais, comportamentais ou religiosos) e também fazendo alguns dos shows mais sensacionais que se tem notícia no rock nos últimos vinte anos. Nesse sentido, o blog zapper é testemunha ocular do que está escrito aí em cima: assistiu o Pearl Jam ao vivo em duas ocasiões. A primeira delas, em 2005, em um estádio do Pacaembu lotado em São Paulo (quando o quinteto fez sua primeira turnê brasileira), e com a banda encerrando o set com a clássica “Alive”, e que levou quarenta e cinco mil pessoas às lágrimas. E a segunda em abril passado, na edição deste ano do festival Lollapalooza, também na capital paulista. Diante de um público de setenta mil pessoas Eddie Vedder comandou um set de pouco mais de duas horas, e que foi uma autêntica catarse coletiva. O grupo repassou toda a sua trajetória no palco, Vedder em determinado momento parabenizou São Paulo “por respeitar o direito ao casamento civil das pessoas do mesmo sexo” (em referência a lei que tinha sido aprovada naquela semana no Estado paulista), a banda novamente arrancou água dos olhos do sujeito aqui (em “Jeremy”, “Daughter”, “Alive” e em “Black”) e ainda encerrou o set de maneira arrebatadora e magnífica, tocando uma cover espetacular de “Baba O’Riley”, outro mega clássico da história do rock, gravado pela lenda The Who no álbum “Who’s Next” (de 1971, e eternamente na lista zapper dos dez maiores discos da história do rock).

O novo álbum do gigante grunge: banda ainda em forma, mesmo sinalizando que talvez esteja chegando perto do fim de sua trajetória

 

Mas tudo um dia chega ao fim. O PJ já acumula vinte e três anos de atividade e o tempo pesa nas costas. E este peso se reflete em um álbum como este “Lightning Bolt”. Longe de ser um disco mediano ele exibe, em suas doze faixas (e como já foi dito no começo desta resenha), um equilíbrio bastante satisfatório entre momentos mais “hard” e acelerados nas melodias, e canções mais introspectivas e bucólicas. É o PJ repisando uma fórmula consagrada que, se não mostra novas músicas com o impacto artístico do primeiro álbum, ainda mantém o grupo em evidência muito também pela excelência de seus músicos e pela interação que há entre eles – afinal, são mais de duas décadas tocando juntos. Assim é que o cd abre em clima abrasivo com “Getaway” e “Mind Your Manners” (que não à toa foi escolhida para ser o primeiro single do novo disco). Na sequência a banda enfeixa talvez algumas das melhores canções compostas por ela nos últimos anos, caso da enérgica faixa-título e do rock à clássica moda grunge “Infallible”. Também há a providencial road song conduzida por violões (em “Swallowed Whole”, um dos grandes momentos do cd) e um mezzo blues algo acelerado em “Let The Records Play” (outro instante bacaníssimo). E yep, há a dose de momentos, hã, mais “intimistas”. Que curiosamente estão concentrados no final do álbum, quando o conjunto enfeixa em sequência as bonitas e um pouco melancólicas “Sleeping By Myself”, “Yellow Moon” (mais um momento precioso do trabalho, com violões e timbres de órgãos vintage pontuando os arranjos) e “Future Days”. Todas inclusive mais climáticas e bem resolvidas do que a balada “Sirens”, escolhida como segundo single de “Lightning Bolt”.

 

É um disco que, no resultado final, soa melhor do que “Backspacer”, lançado em 2009. Mas o recado deixado aqui pelo Pearl Jam é bem claro: não vai mais haver mudanças bruscas de rota ou grandes novidades na carreira do gigante grunge. E talvez eles estejam sim mais próximos da aposentadoria do que se imagina. Com um trabalho que pode fechar dignamente sua trajetória (e que, mesmo não sendo uma obra-prima, ainda é infinitamente melhor do que a gigantesca maioria dos lançamentos das bandinhas indies escrotas de hoje em dia) e consciente de que já legou uma obra de fôlego para o rock’n’roll, o Pearl Jam pode tranquilamente, e se quiser, dizer adeus aos fãs. Vai deixar saudades, claro. Mas vai sair ainda em grande forma e deixando sempre a lembrança de que, sim, eles escreveram um capítulo grandioso nessa emocionante história do rock mundial.

 

* Esta resenha do novo álbum do Pearl Jam vai pro irmão de fé Wagner Freitas, mega fã da banda de Eddie Vedder e um dos melhores amigos destas linhas zappers nos últimos anos. Abração pra você, man!

 

O TRACK LIST DE “LIGHTNING BOLT”

1.”Getaway”

2.”Mind Your Manners”

3.”My Father’s Son”

4.”Sirens”

5.”Lightning Bolt”

6.”Infallible”

7.”Pendulum”

8.”Swallowed Whole”

9.”Let the Records Play”

10.”Sleeping By Myself”

11.”Yellow Moon”

12.”Future Days”

 

 

E PEARL JAM AÍ EMBAIXO

Nos vídeos dos dois primeiros singles do novo álbum (“Mind Your Manners” e “Sirens”) e também no vídeo que mostra o show completo da banda no festival Lollapalooza Brasil deste ano, que aconteceu em março passado em São Paulo.

 

 

 

PREPARE-SE: VEM AÍ O BAILE DESGRACENTO DE DANIEL BELLEZA E SEUS CORAÇÕES FURIOSOS

Grupo já veterano da indie scene paulistana que realmente ainda importa, o quarteto Daniel Belleza & Os Corações Em Fúria finalmente chega ao seu terceiro álbum de estúdio em pouco mais de uma década de existência. “Baile Desgraça” (que está saindo pelo selo Pisces Records, um dos últimos bastiões sérios de resistência da cena alternativa paulista e nacional) chega às lojas de disco em sua plataforma física na próxima segunda-feira. O show de lançamento do disco rola no próximo dia 24 de outubro no Inferno Club (badalado bar rocker do baixo Augusta), em São Paulo.

 

É um trabalho curto e grosso, sem gordura musical, direto ao ponto. Sem frescuras e mimimis, tão comuns atualmente no porquinho e ruinzinho de dar dó indie rock brazuca. Veteranos calejados que são, os quatro músicos da banda engendraram dez faixas em pouco mais de meia hora de música. São rocks rápidos, conduzidos pela guitarra afiadíssima de Johnny Monster (sem nenhum favor, um dos melhores guitarristas da cena independente brazuca) e que não dão espaço para o ouvinte respirar. Os riffs são econômicos mas incendiários e daí saem músicas fodonas como a stoniana “Quebrei meu santo – atrás de castigo” (talvez o melhor momento de um ótimo trabalho) ou as estradeiras “Bam Bam Bam” (que cita “I Can’t Explain”, do gigante The Who, em seus segundos finais) e “Sandinista” (homenagem velada ao também gigante The Clash). Como se não bastasse, a “cozinha” do grupo (formada pelo baixista Joe Klenner e pelo batera Jeff Molina) se mostra impecável na condução rítmica. E a qualidade sonora obtida em estúdio também resultou fodástica, cortesia do experiente produtor Michel Kuaker.

A banda indie paulistana Daniel Belleza & Os Corações Em Fúria (acima) e a capa do seu novo disco (abaixo): uma década de estrada e lançando provavelmente seu melhor trabalho até hoje

 

Faltou citar algo? Yep, claro: os vocais do cantor Daniel Belleza e as letras escritas por ele, dois pontos altíssimos desse realmente incrível “Baile Desgraça”. Ex (ou ainda?) ator de teatro que levou sua experiência no tablado para o rock’n’roll, Belleza está cantando melhor do que nunca e escrevendo idem, disparando versos de grande impacto textual e imagético e que estão muuuuuito acima da irritante pobreza (pra não dizer burrice plena) que se observa nas letras atualmente cantadas pelas bandinhas da indie scene nacional – veja mais aí embaixo a letra completa de “Quebrei meu santo”, e comprove que não há exagero no que estas linhas zappers estão dizendo.

 

Provavelmente o melhor disco lançado pelo conjunto até hoje “Baile Desgraça” mostra que o rock’n’roll continua vivo, firme, chutando e gritando. Basta que continuem existindo bandas como Daniel Belleza & Os Corações Em Fúria. E se vale a dika: vá até o Inferno Club no próximo dia 24 e não perca o show. A noitada rocker arrasadora está garantida desde já.

 

 

“QUEBREI MEU SANTO (ATRÁS DE CASTIGO)” – A LETRA

Quebrei meu santo, atrás de castigo

Me enterrei no seu umbigo

Só te conto o que não digo

E não posso acreditar

 

Fui o mais rico dos mendigos

O mais alegre dos aflitos

O grande herói dos seus bandidos

Acordei para sonhar

 

Me procurei na escuridão

Mas me encontrei na solidão

De seu eterno abandonar

 

Me arrastei por ti em vão

Tentei mudar o seu refrão

Quis ser água pra te afogar

 

Escrevi seu nome na parede

Me embebedei da sua sede

Passei bem com seu mal-estar

Fiz de sua fome meu jantar

 

Escorreguei seguindo seus passos

Atravessei o seu compasso

Desfiz todos os seus laços

Me perdi pra não se achar

 

Me procurei na escuridão

Me encontrei na solidão

De seu eterno abandonar

 

Me arrastei por ti em vão

Quis decorar o seu sermão

Quis ser água pra te afogar

Mas meu destino é não te encontrar

 

 

O ZAPPER LOKER E A BANDA – UMA DÉCADA DE AMIZADE E PUTARIA ROCKER SEM FIM

* Zap’n’roll não se lembra exatamente quando “trombou” pela primeira vez com a turma do DBCF. Foi há uma década mais ou menos e o grupo ainda era um quinteto – com Jaques Molina (irmão de Jeff) na segunda guitarra e o músico Marcos Taga no baixo. Tempos depois Jaques e Taga saíram, entrou o performático (e destruidor de corações de machos e fêmeas) Rangel no baixo (Rangenilda pros mais chegados, hihihi) e o grupo ficou estabilizado por longos anos com esta formação. A essa altura o jornalista maloker já frequentava gigs do grupo em espeluncas indies paulistanas e logo banda e o zapper doidón (naquela época, muuuuito doidón ainda…) se tornaram bons amigos. Tanto que o conjunto acabou sendo escalado para tocar na festa de primeiro aniversário da Zap’n’roll em 2004, no bar Outs. Foi numa quinta-feira e também tocaram, na época, os grupos Borderlinerz e Butcher’s Orchestra (onde tocava Adriano Cintra, ex-CSS e atual Madrid). Eram tempos onde o rock reinava na cena under paulistana e cerca de trezentas pessoas (em plena quinta-feira, vale repetir) alucinaram na Outs até a manhã seguinte. Inesquecível.

 

* Logo o zapper começou a enfiar o pé na lama em álcool (e também em devastações nasais) sempre na cia do “comparsa” Jeff Molina, bebedor juramentado. Foram muitas as madrugadas onde a dupla enxugou copos sem dó e devastou suas napas igualmente sem dó, uia. Hoje, um respeitável senhor comprometido, Jeff anda mais, hã, careta, rsrs. E continua um senhor baterista.

 

* Cuiabá, a infernal (no calor eterno que faz por lá) capital do Mato Grosso, recebeu a trupe DBCF pela primeira vez em agosto de 2005. Foram tocar no festival Calango (que era produzido pela produtora Cubo, embrião do futuro Coletivo Fora do Eixo, socorro!). E quando estavam prontos pra entrar em cena, a produção do evento “convocou” o zapper loker (que estava lá cobrindo o festival) para “apresentação” rápida sobre a banda, diante de umas três mil pessoas. Detalhe: o autor deste blog estava bicudíssimo, após ter aspirado algumas carreiras da mui potente cocaine que se acha em Hell City. De quebra, o jornalista sem noção ainda fez backing vocals quando a banda tocou “Do amor de morte”. Uma noite e um vexame ambos memoráveis, ahahaha.

 

* Um ano depois, o vocalista Daniel Belleza e o batera Jeff Molina retornaram a Cuiabá para outra edição do Calango, mas para dar um “reforço” na parte técnica do festival (Jeff, além de músico, é um requisitado produtor e técnico de som). O blog também foi novamente, e todos viajaram no mesmo vôo. O (sempre) detalhe bizarro da parada: o blogger eternamente loker tinha virado a noite metendo sua fuça gigante em carreiras e carreiras de padê. Foi para o aeroporto de Congonhas (o vôo estava marcado para as três da tarde) sem dormir e em estado de ressaca lamentável, pós consumo exagerado de cocaine. Um mês antes um Airbus da Tam, vindo de Porto Alegre, não havia conseguido frear na sua descida na mesma pista de Congonhas e se espatifou do outro lado da avenida Washington Luiz (que margeia o aeroporto), matando todos os cento e noventa e nove passageiros. Não deu outra: ressacudo que estava como um cão danado e lembrando do tal acidente, o jornalista pensou: “essa merda vai cair e é hoje que eu me despeço desse véio mundo…”.

 

* Mas nada aconteceu (tanto que estamos aqui, relembrando os fatos, hehe). Aliás aconteceu, sim: quando o busão aéreo da Tam pousou tranquilamente no aeroporto de Cuiabá, todos os passageiros a bordo urraram e bateram palmas de maneira super entusiasmada apenas porque o piloto tinha conseguido… frear a porra do avião sem problemas, hihi.

 

* Alguma noite perdida de 2007, no Outs. Mais um show da turma. E o zapper novamente por lá. E de repente, lá pelo meio da apresentação, o vocalista Daniel Belleza dispara no microfone: “alguma garota desinibida quer subir ao palco e participar do show?”. Não foi preciso repetir o convite: do nada um bocetão de tenros dezessete anos de idade subiu e, sem cerimônia alguma, ficou dançando no palco por intermináveis minutos. Detalhe: com os deliciosos PEITÕES totalmente à mostra. Quem era (é) a moçoila? Ninguém menos do que Julia DeLarge, hoje modelo rocker abusadíssima e musa indie zapper bem conhecida da galera, graças às fotos CADELÍSSIMAS que saem da garota por aqui quase todas as semanas. Pois é, tudo começou num show do Daniel Belleza e seus corações furiosos. Tudo pode acontecer num show deles…

A incrível, tesudíssima e XOXOTUDA musa indie oficial do blog, July DeLarge: acima, no histórico show da banda Daniel Belleza & Os Corações Em Fúria no bar Outs/SP, em alguma noite de 2007, quando ela mostrou do que é capaz pela primeira vez; e abaixo, já bem conhecida da galere, em imagem delicious total já deste ano; ou seja: a putaria na vida da moçoila começou faz teeeeempo, hihihi

 

* Hoje a banda segue firme, agora com Joe Klenner (por acaso, também proprietário do Inferno Club, onde o grupo faz show de lançamenro do disco no próximo dia 24) no baixo. A próxima gig, que vai lançar “Baile Desgraça”, promete ser animadíssima com bocetas rockers lokers em profusão desfilando no Inferno. Será que Julia DeLarge aparece por lá novamente e participa especialmente do show? Será???

 

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O BLOGÃO ZAPPER INDICA

* Discos: os novos do Pearl Jam e do Daniel Belleza & Os Corações Em Fúria.

 

* Filme: “Gravidade”, drama espacial sobre dois astronautas que ficam à dervia após sua astronave ser atingida por destroços de satélites, com Sandra Bullock e George Clooney, está batendo recordes de bilheteria nos EUA e também recebendo muitos elogios da crítica. Já estreou por aqui também. É a boa dika cinematográfica pra esta semana.

 

* Mostra Stanley Kubrick: começou no último finde e continua rolando no Museu da Imagem e do Som (em São Paulo) uma mostra fodíssima com um acervo mosntro de objetos, fotos etc que pertenceram ao gênio Stanley Kubrick, um dos maiores diretores da história do cinema. E, claro, junto irão passar todos os seus filmes – como o mega clássico “Laranja Mecânica”, que será exibido nesta quinta-feira, às oito e meia da noite. Imperdível é pouco e o Mis fica na avenida Europa, 160, Jardins, zona sul de Sampa.

 O gênio Stanley Kubrick (acima) e uma de suas obras-primas, “A laranja mecânica” (abaixo): mostra imperdível no Mis, em São Paulo

 

 

* Baladas pra semana: com o postão sendo finalmente encerrado já na tarde de segunda-feira bravíssima (rsrs), o blogão já prenuncia que a semana vai ser agitadona. Por exemplo, na quinta-feira tem show duplo no Beco (rua Augusta, 509, centrão rocker de Sampa), com o grande Jair Marcos e mais a nova sensação psicodélica de Goiânia, os Boogarins.///Já na sextona em si tem Vanguart na choperia do Sesc Pompéia (na rua Clélia, 93, Pompéia, zona oeste de Sampa), no show de lançamento do seu novo disco. E já na madruga os Forgotten Boys sobem ao palco do Club Noir (também na Augusta, no 331). Por enquanto é isso mas como na sexta tem novo postão por aqui, nele iremos atualizar as baladas pro finde, okays?

 

 

TERRA JÁ EM DISPUTA SANGRENTA

E como, rsrs. Vai lá no hfinatti@gmail.com, que agora a parada está bem definida e temos pra você:

 

* DOIS INGRESSOS pro Planeta Terra Festival deste ano, que rola dia 9 de novembro em Sampa, com shows imperdíveis do Blur, do Travis, do Beck, do Palma Violets e da Lana Del Rey. Vai perder?

 

* E também dois ingressos pro show da dupla inglesa The KVB, dia 14 de dezembro em São Paulo.

 

É isso. Vai lá e boa sorte!

 

 

E FIM DE PAPO

Tá bão, né. Postão grandão beeeeem finalizado, sendo que na próxima sexta estamos por aqui novamente. O blogão se vai, deixando uma bijoka na linda rocker Lissa, lá de Londrina. Então até sexta com mais por aqui. Até lá!

 

 

(ampliado, atualizado e finalizado por Finatti em 15/10/2013, à 1:00h.)